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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Réplicas de obras do MASP são espalhadas por São Paulo

Mais visitado museu do país, o Masp reúne em seu acervo milhares de obras emblemáticas da arte produzida na Europa e América nos últimos 500 anos. As reproduções selecionadas pelo curador do museu, Teixeira Coelho, terão legendas explicativas e serão distribuídas em uma região centralizada a partir da sede do MASP, com distância de até 1,5 km. O quadrilátero é formado pelas ruas da Consolação e Estados Unidos, avenidas Radial Leste-Oeste e Brig. Luís Antônio, com ênfase no eixo da Av. Paulista.


O registro do projeto e a reação popular a essa intervenção urbana dará origem a um catálogo com 48 páginas, produzido pela Metalivros, com textos de Teixeira Coelho. Além de fotos dos ambientes onde foram expostas as cópias, reações e depoimentos de donos de estabelecimentos comerciais cujos muros abrigarão as obras, o catálogo trará ainda as primeiras repercussões da iniciativa na mídia.

Descrição:

Vincent Willem van Gogh (Zundert, 30 de Março de 1853 — Auvers-sur-Oise, 29 de Julho de 1890). Pintor holandês, considerado o maior de todos os tempos desde Rembrandt, apesar de durante a sua vida ter sido marginalizado pela sociedade.
A pintura da foto faz parte do acervo do MASP (Museu de Arte de São Paulo).




Norah Jones vem ao Brasil e fará show gratuito em SP

A cantora americana Norah Jones fará quatro apresentações no Brasil em novembro, entre elas um show gratuito no Parque da Independência, em São Paulo, no dia 14 de novembro. No dia 12 ela canta em Curitiba, no Teatro Positivo, no dia 16 no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, e encerra a passagem pelo Brasil em 18 de novembro, em Porto Alegre.


O anúncio foi feito pela produtora Dançar Marketing & Comunicações, que organiza a turnê, mas as datas ainda não constam do site oficial da cantora. Norah está em turnê mundial para promover seu álbum mais recente, The Fall. Em novembro ela lança a coletânea ...Featuring, com as parcerias feitas na última década com nomes como Ray Charles, Willie Nelson, Foo Fighters e Willie Nelson.

Fonte: site Terra

ZÉLIA DUNCAN -amanhã 01/10 em Recife

Paulo Ricardo faz show em homenagem a Cazuza

O cantor Paulo Ricardo, ex-vocalista do RPM, fará no dia 2 de outubro no clube Hebraica um show em homenagem a Cazuza. No show, o artista destacará a aproximação que Cazuza fazia, por exemplo, entre Chico Buarque e Led Zeppelin.


“Cazuza conseguia transitar entre o rock ácido na mesma fluência que a bossa nova. Cazuza conseguiu uma façanha que todos tínhamos em mente: o casamento entre o rock e a música brasileira”, diz o cantor.

Paulo Ricardo interpretará 17 canções de Cazuza, entre elas Ideologia, Exagerado, Faz Parte do Meu Show, Preciso Dizer que Te Amo e Pro Dia Nascer Feliz.

Acompanhado pela Orquestra Sinfônica, sob a regência do maestro León Halegua, Paulo Ricardo fará uma releitura das canções de Cazuza. “Haverá algumas canções com orquestra, outras com banda e outras, ainda, com alguns instrumentos da banda e a orquestra”, explica.

O show faz parte da série In Concert, que apresenta durante 2010, quatro concertos de artistas homenageando outros ícones da música nacional. Em abril, Toquinho prestigiou Vinicius; em maio, foi a vez de Miúcha cantar Tom Jobim; em outubro, Paulo Ricardo apresenta obras de Cazuza; e, em novembro, Daniela Mercury cantará Dorival Caymmi.
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SÉRIE IN CONCERT - PAULO RICARDO
Quando: 2 de outubro, a partir das 21h
Onde: Teatro Arthur Rubinstein - Rua Hungria nº 1000 – Jardim Paulistano
Quanto: R$ 50,00 (sócios); R$ 100,00 (não sócios)
Ingressos: Ingresso Rápido - Telefone: 4003-1212

O Pelicano retorna ao Viga Espaço Cênico com direção de Denise Weinberg e idealização da Cia Mamba de Artes

      Com Denise Weinberg na direção, O Pelicano

    reestreia dia 2 de outubro no Viga Espaço Cênico 

"É sempre bom revisitar um texto um tempo depois." Nas mãos da experiente e talentosa Denise Weinberg, a encenação de O Pelicano - em sua terceira temporada, a partir de 2 de outubro no Viga Espaço Cênico, com interpretação da Cia. Mamba de Artes - promete envolver o público mais ainda no universo do sueco  Johan August Strindberg (1849 - 1912), um dos mais importantes dramaturgos da história.

Quando o pai morre, a família começa a viver uma forte decadência financeira, o que acaba culminando em uma necessidade de reaproximação afetiva entre todos os seus membros, afeto esse esquecido com o tempo. Tal necessidade leva mãe, filho, filha, genro e governanta a perambularem pelos corredores da casa remoendo suas angústias, passando humilhações, vexames, privações, fazendo revelações escandalosas e ouvindo insultos uns dos outros.

A mãe (Sheila Gonçalves) que se vangloria em ser o pelicano para seus filhos, a ave que dá seu próprio sangue para alimentar a cria, se revela uma mulher infame, calculadora, diabólica, perversa, obscena, que “matou” seu marido de desgosto, casou sua filha (Patricia Castilho) com seu próprio amante (Flavio Baiocchi), e condenou seu filho (Flavio Barollo) a um desespero alcoólico. A governanta Margret (Lilian Blanc) vaga durantes anos nesta casa soturna e fria, testemunhando a avareza, a amoralidade, a fome e o frio desta família que se mantém apegada aos valores burgueses, sempre mantendo as aparências acima de tudo.

 A peça recebeu o convite da direção do Teatro Íntimo de Estocolmo, o próprio teatro fundado pelo Strindberg, para se apresentar lá em 2012, ano do centenário da morte do autor, já que O Pelicano foi o espetáculo que inaugurou o teatro.

Para roteiro:
O PELICANO – Estreia dia 2 de outubro, sábado, às 21h, no Viga Espaço Cênico. Temporada: Sábado, às 19h* e às 21h e domingo às 19h - até 19 de dezembro. Texto: August Strindberg. Direção: Denise Weinberg. Elenco: Sheila Gonçalves, Flavio Barollo, Patrícia Castilho, Flavio Baiocchi e Lilian Blanc (substituta Mari Nogueira). Duração: 70 minutos. Classificação etária: 14 anos.  Capacidade: 74 lugares. 

Dia 10 de outubro, às 20h.
Palestra com a diretora Denise Weinberg e o psicoterapeuta e psiquiatra Jair Fuchs.

Serviço:
VIGA Espaço Cênico - Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros (ao lado do metrô Sumaré). Telefone: (11) 3801-1843. Capacidade – 74 lugares. Não aceita cheque. Não aceita cartão. Estacionamento próximo, na Rua Amália de Noronha, 137 Ao lado do metrô Sumaré­. Site - www.viga.art.br

 

SESI ESPECIAL - TEATRO + NOVA MOSTRA DE CINEMA- Rio Claro

SESI - AGENDA CULTURAL ESPECIAL SÁBADO (02/10) E DOMINGO (03/10) ÀS 16h
                                       INGRESSOS COM 1H DE ANTECEDÊNCIA



                                                              Opereta Pé de Pilão

Turma do Pé Quente
L - Livre para todos os públicos

Cinco atores-músicos contam e cantam a história do menino que virou pato e de sua avó enfeitiçada que perde seu encanto, o de nunca envelhecer. O pato envia uma foto na tentativa de reencontrar sua avó, mas é preso pelo cavalo-polícia, junto com o macaco retratista e o passarinho da máquina fotográfica. A aventura envolve cobra, fada enfeitiçada, Nossa Senhora, meninas traquinas, professor Dom Galaor e muitos feitiços até o menino reencontrar a sua avó enfeitiçada.

Musical, Infantil, 50 min.

Autor: Mário Quintana
Direção: Claudio Levitan
Elenco: Cláudio Levitan, Luiz Angelo Pizzonia Cunha, Adriana Fonseca, Guilherme Ferreira de Toledo e Clara Priscila de Araujo Coelho
Direção musical: Cláudio Levitan
Música: Cláudio Levitan, Nico Nicolaiewsky e Vitor Ramil
Cenário: Cláudio Levitan
Bonecos e adereços: Florencia Beber, Maíra Coelho e Patrícia Preiss
Figurinos: Margarida Rache, Maíra Coelho e Florencia Beber
Criação de luz e iluminação: Bathista Freire
Produção: POP Club Produções Artísticas, Cíntia Betina.

                                   ESTREIA DIA 04/10 (SEGUNDA-FEIRA)


                         "MOSTRA PAULISTA DE CINEMA NORDESTINO"

15h
Patativa do Assaré - Ave Poesia
CE, 2007, cor, 84 min, documentário, livre
Aborda a vida e a obra do poeta Patativa do Assaré, destacando a relevância de seus poemas, o significado político de seus atos e sua imensa contribuição à cultura brasileira.

Direção, Roteiro e Montagem Rosemberg Cariry, Produção Executiva Petrus Cariry e Teta Maia, Edição Digital Kin, Débora Lima e Felipe Lobovsky, Edição de Som Kin, Coordenação de Produção Adriana Amaral e Bárbara Cariry, Realização Cariri Filmes e Iluminura Filmes.




e as 20h

Cinema, Aspirinas e Urubus


                                                      PE, 2007, cor, 99 min, drama, 14 anos

No sertão nordestino, nos anos 40, dois homens se encontram e estreitam amizade através do relacionamento profissional, apesar do percurso inverso de cada um. Percorrem estradas exibindo filme sobre aspirina para pessoas que nunca tiveram contato com o cinema.
Direção Marcelo Gomes, Roteiro Marcelo Gomes, Paulo Caldas e Karim Ainouz, inspirado em relato de viagem de Renulpho Gomes, Produção Sara Silveira, Maria Ionescu e João Vieira Jr, Fotografia Mauro Pinheiro, Edição Karen Harley, Elenco Peter Ketnath, Mano Fialho, Francisco Figueiredo, Arilson Lopes, João Miguel, Hermila Guedes, Zezita Matos, Sandro Guerra, Madalena Accioly.


                    GRATUITO E IMPERDÍVEL!!!














Exposição do Artista Cesar da Hora - Itajaí -SC

Convite para a Exposição de Entalhe em Madeira do artista César da Hora que acontecerá no dia 30 de Setembro de 2010, às 19h30, no endereço provisório da Casa da Cultura Dide Brandão, à Rua Tubarão, 305, Fazenda –Itajaí/SC. A Exposição permanecerá aberta à visitação até o dia 20 de Outubro de 2010, de segunda à sexta-feira das 09h às 21h.

César da Hora (23-01-1956) é natural de Itajaí e trabalha como artista e professor de Entalhe em Madeira nos espaços da Casa da Cultura Dide Brandão desde 1986, onde iniciou sua produção a convite do então Diretor, o artista Silvestre Souza com quem dividiu trabalhos e aperfeiçoou técnicas. Começou seus estudos e práticas de Entalhe em Madeira com o artista Argentino, Alberto Cedrón, em 1982, na Casa da Cultura de Itajaí. Suas obras passeiam entre o cotidiano, o natural e o místico, o real e o surreal por identificação e inspiração, mas atende também a simples pedidos de placas com nomes e ditos e outras encomendas aos quais igualmente se esmera. Sua primeira e notória obra foi “O Mago” (Capa, 1986) painel que literalmente abriu as portas para César da Hora que entalhou dezenas de portas, painéis, quadros e esculturas desde então. Nessa mostra, encontramos algumas de suas obras, cedidas pelos atuais proprietários, fotografias de outras tantas, inclusive de seus alunos, além das mais recentes e inéditas produções desse artesão e artista itajaiense, também conhecido pelas histórias guardadas e narradas com carinho, sobre acontecimentos e personalidades culturais da nossa região.

Realização: Jussanete Vargas
Patrocínio: 150 Anos; Prefeitura Municipal de Itajaí; Lei de Incentivo à
Cultura; Fundação Cultural de Itajaí; Casa da Cultura; Teconvi
Apoio: Angel; Catedral; Confeitaria; Madeira; Salão Marinho; Tacprint; Viaseg
29/09/2010 - César da Hora abre amanhã exposição com obras raras e inéditas

AULAS DE DANÇA CONTEMPORÂNEA


AULAS DE DANÇA CONTEMPORÂNEA CORPO/INTÉRPRETE
NOVA TURMA


Com João Andreazzi

Terças das 19h30 às 21h30
Início das aulas 05/10/2010
Andreazzi criou esta aula de dança contemporânea a partir de experiências corporais vivenciadas desde os anos 80. A aula, fruto de um trabalho corporal que deu origem a uma linguagem de movimentos, foi elaborada em 1999, quando o coreógrafo retornou da Holanda, após dois anos de estudo na School for New Dance and Development. Esse trabalho que também deu origem à Cia. Corpos Nômades, surgida em 2000, e que carrega princípios da idéia do nomadismo na dança, tem os seguintes preceitos: permitir a fluidez do corpo pelo espaço utilizando o próprio impulso, sem ficar preso em contagens, formas, marcas; deixar o corpo experimentar o espaço externo e interno através do movimento. No escopo do curso há uma ênfase no trabalho de chão (floor work) e na técnica de expansão das articulações partindo da fonte do movimento, respeitando os órgãos e os sistemas do corpo. Por meio desse método, Andreazzi tem propiciado uma sólida formação a muitos artistas em dança contemporânea.

Investimento: R$100,00 por mês, sem taxa de matrícula.
Desconto de 10 % para classe artística e estudante. Maiores informações favor entrar em contato ou no site da Companhia.

O LUGAR -CIA. CORPOS NÔMADES
Rua Augusta, 325 - CEP- 01305-000
telefone-05511-32373224
e-mail: ciacorposnomades@gmail.com
http://www.ciacorposnomades.art.br/

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

PIANO SOLO hoje -TUCCA

CHEGA AO BRASIL: MAMMA MIA! O Musical

                      Musical MAMMA MIA! apresenta elenco brasileiro e abre venda para público

Musical, fenômeno mundial, chega ao Brasil e estreia dia 11 de novembro no Teatro Abril. Produção brasileira ganha versões de Cláudio Botelho e conta com Kiara Sasso, Saulo Vasconcelos e Rachel Ripani no elenco de 32 atores. Ainda em cartaz em 7 teatros do mundo, incluindo um em Londres, o espetáculo já se apresentou em mais de 240 cidades.


Uma mãe. Uma filha. Três possíveis pais. Um dos mais famosos musicais do mundo, MAMMA MIA! - com ingressos sendo vendidos desde 26 de setembro – apresenta seu elenco brasileiro de 32 atores. Como protagonistas, Kiara Sasso no papel de Donna (a mãe), Pati Amoroso na pele da filha Sophie, Saulo Vasconcelos, Cleto Baccic e Carlos Arruza, respectivamente, Sam, Harry e Bill (os três possíveis pais). A atriz Rachel Ripani interpreta Tanya, a melhor amiga de Donna, divorciada três vezes e rica. A produção brasileira de MAMMA MIA! contará com figurinos e cenários originais e letras vertidas para o português por Claudio Botelho.

O musical chega ao Brasil para temporada no Teatro Abril, apresentado pelo Bradesco Seguros e Previdência e co-patrocínio Cielo e Telefonica. MAMMA MIA! é uma realização da TIME FOR FUN com versão em português e estreia em São Paulo, dia 10 de novembro (para convidados) e 11 de novembro (para o público). A montagem original, adaptada para os palcos brasileiros, ganha versões de Cláudio Botelho para 23 músicas do grupo ABBA e 32 artistas no elenco, entre eles Kiara Sasso (Donna), Saulo Vasconcelos (Sam), Raquel Ripani (Tanya) e Cleto Bacic (Hary).


Sucesso arrebatador que já foi traduzido para 14 idiomas, como japonês, italiano, coreano, dinamarquês, francês, alemão, espanhol e russo, MAMMA MIA! está simultaneamente sendo apresentado em 7 diferentes teatros do mundo, incluindo a produção original em Londres, Broadway e a turnê pelos Estados Unidos, além das turnês australiana, coreana, japonesa. Nos próximos anos, produções de MAMMA MIA! vão estrear em Milão, Copenhagen, Paris, China, Madri e África do Sul. Na trilha do sucesso nos últimos 11 anos desde sua première em Londres em 1999, MAMMA MIA! estreou num maior número de cidades do mundo mais rapidamente que qualquer outro musical na história.

MAMMA MIA! é baseado em músicas do quarteto sueco ABBA, com letras e músicas de Benny Andersson e Björn Ulvaeus. Foi produzido originalmente por Judy Craymer e Richard East, que ao lado dos próprios Andersson e Ulvaeus iniciaram em 1996 os primeiros passos para que MAMMA MIA! chegasse aos palcos três anos mais tarde.

O musical foi originalmente escrito por Catherine Johnson, dirigido por Phyllida Lloyd, com coreografias de Anthony Van Laast, direção de arte de Mark Thompson, desenho de luz de Howard Harrison, sonoplastia de Andrew Bruce e Bobby Aitken, e supervisão musical, materiais adicionais e arranjos de Martin Koch.

Considerado um fenômeno global pela imprensa internacional, MAMMA MIA! marcou a história dos musicais em apenas 11 anos de estrada e tornou-se referência nos principais palcos europeus, assim como na Broadway, em Nova York, por todo, os EUA. O musical já foi visto por mais de 42 milhões de pessoas, com uma espantosa bilheteria que totaliza mais de US$ 2 bilhões arrecadados em cerca de 240 cidades de 30 países diferentes no mundo.

SINOPSE
A magia e o significado das sempre atuais canções do ABBA inspiraram a escritora Catherine Johnson nesta história sobre amor e amizade, passada em uma pequena ilha grega. Às vésperas de seu casamento, uma filha, em busca da identidade de seu pai, convida três homens que fazem parte do passado de sua mãe e que havia 20 anos não a viam. Os hits do ABBA, incluindo "Dancing Queen"; "The Winner Takes It All"; "Money, Money, Money" e "Take A Chance on Me", fazem parte dessa deliciosa noite de pura diversão.

















ELENCO – BRASIL

KIARA SASSO - Donna
É atualmente considerada, pelo público e pela crítica, o nome de maior peso no teatro musical brasileiro, tendo protagonizado os mais importantes musicais do país. Interpretou os papéis-títulos em “A Noviça Rebelde” e “A Bela e a Fera”, da Disney. Foi a protagonista em “O Fantasma da Ópera”, em “Jekyll & Hyde - O Médico e o Monstro” e teve grande destaque como Ellen, em “Miss Saigon”. Ainda criança, na Califórnia, Kiara descobriu os musicais e sua própria voz. Desde adolescente, estrelou vários espetáculos da dupla Moeller e Botelho, entre eles “Os Fantástikos” e “Cole Porter - Ele nunca disse que me amava”. Nos EUA, cursou teatro musical na Faculdade de Santa Monica, foi Polly em “The Threepenny Opera” e Thea no primeiríssimo workshop do musical da Broadway “Spring Awakening”. Seu talento também pode ser apreciado nas diversas dublagens que fez para a Disney Brasil, onde emprestou a voz para Ariel de “A Pequena Sereia”, Aurora de “A Bela Adormecida” e para a Cinderela, entre outras. Este ano, Kiara também estreia nas telinhas americanas e telonas brasileiras. Ela será Gloria, o grande pivô do primeiro episódio da série americana “Rio”, ao lado do ator Jason Lewis, e fará Júlia, protagonista do filme “Dores e Amores”.

SAULO VASCONCELOS - Sam
Aclamado pela crítica como a maior referência do teatro musical brasileiro, Saulo Vasconcelos comemora 10 anos de carreira com o lançamento do CD Single intitulado “Pretty Words”. Em 1999, fez sua primeira incursão pelo teatro musical após ter sido escolhido entre centenas de candidatos de toda a América Latina, Estados Unidos e Europa como protagonista do mais famoso espetáculo de Andrew Lloyd Webber, “O Fantasma da Ópera”. O musical ficou em cartaz na Cidade do México, onde foi visto por mais de 880 mil pessoas em 400 apresentações. Em 2005, de volta ao Brasil, interpretou novamente o personagem titulo do musical, com o qual obteve grande reconhecimento da critica especializada. Também foi destaque em “Les Misérables”, “A Bela e a Fera”, “Aida”, “As Travessuras do Barbeiro” e “A Noviça Rebelde”. No início de 2009, participou como convidado especial do seriado “A Lei e o Crime” da TV Record. Seu último trabalho em teatro foi no musical “Cats”, onde viveu o Old Deuteronomy.


CLETO BACCIC - Harry
Depois de surpreender com sua interpretação do personagem Rum Tum Tugger em “Cats”, agora Bacic dá vida a Harry Bright em “Mamma Mia!”. Graduado pelo GLOBE-SP, protagonizou “Os Dois Cavalheiros de Verona” de W. Shakespeare, dirigido por Ulysses Cruz e Ricardo Rizzo. Integrou o elenco de “Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos”, “Sangue no Pescoço do Gato” e “Tieta do Agreste – O Musical”, sob direção de Christina Trevisan e Pedro Paulo Bogossian. Na Casa de Artes OperAria, onde participou das montagens acadêmicas de “Sweeney Todd” e “South American Way”, foi aluno de Ana Taglianetti, Kátia Barros e Saulo Vasconcelos. Atualmente trabalha sua voz com Vitor Philomeno. Em teledramaturgia, participou da primeira temporada do seriado “Tô Frito”, de Letícia Wierzchowski e Marcelo Pires com direção de Flávia Moraes.



RACHEL RIPANI - Tanya
Em 1989, formou-se no CPT e, em 1996, foi bolsista CAPES na Cygnet, Inglaterra. Em sua carreira, destacam-se os espetáculos: “Inimigo do Povo”, de Henrik Ibsen, e “Rei Lear”, de Shakespeare. Na TV, participou da novela “Caras & Bocas” na Rede Globo. Como produtora, realizou e traduziu “Closer”, de Patrick Marber, e “Anatomia Frozen”, de Bryony Lavery.

ANDREZZA MASSEI - Rosie
CARLOS ARRUZA - Bill
PATI AMOROSO - Sophie
THIAGO MACHADO - Sky
PRISCILA MARQUES – Ali/Sophie Cover
RAQUEL PAULIN - Lisa
GUILHERME MAGON - Eddie
FELIPPE MORAES - Pepper
MYRA RUIZ - Ensemble – Girls/Sophie Cover
MARIANA HIDEMI - Ensemble – Girls/Lisa Cover
CLEO - Ensemble – Girls/Ali/Lisa Cover
VINÍCIUS DE LOIOLA - Ensemble – Boys/Sky/Eddie Cover
CÉSAR MOURA - Ensemble – Boys/Pepper Cover
BRUNO NARCHI - Ensemble – Boys/Pepper Cover
BENE MONTEIRO - Ensemble – Boys/Eddie Cover
HELOÍSA DE PALMA - Ensemble – Covers/Donna/Tanya Cover
PAULA CAPOVILLA - Ensemble – Covers/Donna/Rosie Cover
MARIA BIA MARTINS - Ensemble – Covers/Tanya Cover
LEONARDO DINIZ - Ensemble – Covers/Sam/Bill Cover
RICARDO VIEIRA - Ensemble – Covers/Bill/Harry Cover
ARÍZIO MAGALHÃES - Ensemble – Covers/Harry/Sam Cover
MILENA LOPES - Swing
CAROL COSTA - Swing
GUILHERME PEREIRA - Swing
RODRIGO VICENTE – Swing/Dance Captain
ANDRÉIA VITFER – Swing/Rosie Cover
BETO SARGENTELLI – Swing/Sky Cover

EQUIPE CRIATIVA - BRASIL
FLORIANO NOGUEIRA - Diretor e Coreógrafo Residente
Ator, bailarino e cantor, iniciou sua trajetória artística através da dança, trabalhando com vários coreógrafos renomados. Atuou em algumas peças infantis e estudou canto com Vera do Canto e Mello, no Rio de Janeiro, e Caio Ferraz, em São Paulo. Na TV, participou de programas como “A Turma do Didi”, “AngelMix”, “Sai de Baixo” e fez a abertura da novela “O Clone”, todos na Globo. Trabalhou como professor de dança na Casa de Artes OperAria e como coreógrafo nas montagens de “South American Way”, em conjunto com Kátia Barros; “A Bela e a Fera”; e em alguns números de musicais como “Chicago” e “Cats”. Na Hebraica, ministrou aulas de dança e corpo e participou da montagem de “O Corcunda de Notre-Dame”. No colégio Ábacco, participou da montagem de “A Bela e a Fera”. Também graduado em educação física, atuou na área durante alguns anos. Estreou no musical “The Power of Imagination”, da Disney Productions. Em seguida, fez parte do elenco de “O Beijo da Mulher Aranha”, “A Bela e a Fera” e “Sweet Charity”, no qual também foi cover do personagem Harry. Atuou como cantor e bailarino em “100 Anos de Magia Disney”, onde também deu vida ao personagem Clopin, e “Naked Boys Singing”. Em “Chicago”, foi swing e dance captain. Nas audições de “Miss Saigon”, trabalhou como assistente coreográfico e, quando o espetáculo entrou em cartaz, atuou como swing, dance captain e cover do personagem John. Também foi assistente coreográfico nas audições de “Tarzan” e supervisor de coreografia nas audições da segunda montagem brasileira de “A Bela e a Fera”, tornando-se Coreógrafo Residente do espetáculo. Ainda em 2009, foi a Londres pela The Really Useful Theater e T4F para participar de um encontro com os criativos originais do musical “Cats”, espetáculo no qual é Diretor e Coreógrafo Residente em São Paulo e no Rio de Janeiro.


PAULO NOGUEIRA - Diretor Musical Residente
Paulistano, bacharelou-se em direito e música, iniciando sua carreira como pianista e, posteriormente, firmando-se como professor e maestro. Aperfeiçoou-se com grandes profissionais brasileiros e estrangeiros. Vencedor de vários prêmios, atuou no campo operístico como regente e diretor musical em diversas montagens e através do Projeto Almanaque Musical do Theatro Municipal de São Paulo. Regente-coral desde 1989, desenvolveu junto à terceira idade um importante trabalho de cunho sócio-cultural, reconhecido pela sociedade artística através de honrarias e CD´s. Assumiu as funções de regente e assistente de direção na Orquestra Sinfônica Municipal, Orquestra Experimental de Repertório e nos musicais “O Fantasma da Ópera”, “Miss Saigon”, “A Bela e Fera” e “Cats”. Realizou trabalho constante com as cameratas da OSM, OER e Fukuda. Conduziu outras orquestras brasileiras em concertos, récitas de óperas, apresentações com solistas renomados e o Balé da Cidade de São Paulo. Foi Diretor Musical e Regente dos musicais “Pernas pro Ar” e “Jekyll & Hyde”. Atualmente é Diretor Musical e Maestro de “Mamma Mia”.


THIAGO RODRIGUES - Assistente de Direção Musical e Regente Associado
Graduou-se bacharel em música pela Universidade de São Paulo, onde integrou a classe dos pianistas Gilberto Tinetti e Eduardo Monteiro. Ao mesmo tempo, focalizou seus estudos de técnica junto ao pianista Daniel Matos e realizou diversas master classes. Participou como pianista da estreia brasileira da ópera “Ça Ira”, de Roger Waters, e atuou como pianista preparador de “Hänsel und Gretel” e “Dido e Enéas”, sob a regência dos maestros Luiz Fernando Malheiro, Jamil Maluf e Tiago Pinheiro. Entre outros trabalhos, participou como Stage Manager nas óperas “Ariadne auf Naxos” e “Maria Golovin”, no XII Festival Amazonas de Ópera. Nessa ocasião, teve a oportunidade de trabalhar com renomados cantores, entre os quais destacam-se Nuccia Focile, Michael Hendricks e Carmen Monarca. Fez parte do elenco da peça “Geração Trianon” como pianista, sob a direção de Marco Antônio Braz. Vale destacar, também, sua participação nos musicais “Single Singers Bar” e “Naked Boys Singing”. Colaborou com reconhecidos nomes do teatro musical, entre eles Stephen Schwartz e David Caddick. Atualmente, estuda canto com Andréia Vitfer e piano popular com Celinha Carmona. Desde 2004, vem trabalhando nas orquestras dos musicais “Chicago”, “O Fantasma da Ópera”, “Miss Saigon”, “A Bela e a Fera” e “Cats”, junto aos maestros Miguel Briamonte, Paulo Nogueira e Juliano Suzuki.


Orquestra
MAESTRO E TECLADO 1 – PAULO NOGUEIRA
TECLADO 2 – JOÃO CANDELORO
TECLADO 3 – THIAGO RODRIGUES
TECLADO 4 – ABELITA BRANDÃO
PIANISTA CO-REPETIDOR E SUBSTITUTO – CRISTIANO VOGAS
PERCUSSÃO – NELTON ESSI
BATERIA – LUCAS BAPTISTA CASACIO
BAIXO ELÉTRICO – MAURO DOMENECH
GUITARRA 1 – FERNANDO PRESTA
GUITARRA 2 – JORGE ERVOLINO
SERVIÇO – MAMMA MIA!
REALIZAÇÃO: TIME FOR FUN


APRESENTAÇÃO: BRADESCO SEGUROS E PREVIDÊNCIA

CO-PATROCÍNIO: CIELO E TELEFONICA
Site oficial: www.musicalmammamia.com.br
Local: Teatro Abril - Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista.
Estreia dia 11 de novembro de 2010 (para público), dia 10 para convidados
Dias e Horários: Quartas, Quintas e Sextas, às 21h; Sábados às 17h e 21h; Domingos, às 16h e 20h.
Duração do espetáculo: 2h40 (com intervalo de 20 minutos)
Capacidade: 1.530 lugares
Estacionamento: O teatro não possui estacionamento próprio
Assentos: O teatro conta com 16 assentos para deficientes físicos e 11 para pessoas obesas.
Classificação etária indicativa: Livre - Menores de 12 anos acompanhados dos pais ou responsável legal.
Meio de Pagamento Preferencial: American Express MemberShip Cards e Bradesco Cartões.

Clownbaret - show no Centro da Terra

Clownbaret comemora um ano com show no Centro da Terra


O Clownbaret comemora seu primeiro ano de vida com espetáculo dia 30 de setembro, quinta-feira, no Teatro do Centro da Terra, às 21 horas. O Clownbaret é definido pelos próprios integrantes como um show (des)organizado por palhaços.


Neste show comemorativo o grupo, que costuma receber palhaços convidados para dividir o palco com o elenco fixo, mostra um espetáculo diferente e especial: o público vai se divertir com o melhor do repertório dessa trupe de palhaços. As melhores palhaçadas entram em cena de uma só vez.


O Clownbaret é um show em formato de cabaré, onde um mestre de cerimônia apresenta os números da noite: palhaços bailarinos, imitadores, performáticos, mudos, falantes... O trabalho reúne variadas linhas clownescas, passando por esquetes clássicos e outras de criação própria.

serviço


Direção geral: Gabriela Winter

Elenco: Gabriela Winter (Jurubeba e mestre de cerimônia), Tete Louise (Turmalina), Cristiano Carvalho (Bartolomeu), Felipe Montanari (Conde Cortez e mestre de cerimônia), Guilherme Ippolito (Paspatur), Davi de Freitas (Xirica) e

Luizinho Beltrame (Zezinho)
Dia 30 de setembro – quinta-feira - às 21 horas
Teatro Centro da Terra – www.centrodaterra.com.br
Rua Piracuama, 19 – Sumaré – SP
Quanto: R$ 20,00 (meia: R$ 10,00) – Bilheteria: 2h antes da sessão.
Acesso universal. Serviço de bar e café. Capacidade: 100 lugares.
Aceita cheque e dinheiro. Não aceita cartões. Estacionamento grátis (vagas limitadas).
Ingressos antecipados: www.bilheteria.com e tel (11) 3030-9544.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Grupo Canta Madá

III SALÃO DE ARTES VISUAIS - FEIA 11

A GALERIA DE ARTE UNICAMP / IA


APRESENTA
II SALÃO DE ARTES VISUAIS - FEIA 11
gravuras, fotografias, desenhos e instalação
Comissão Julgadora: Marco do Valle, Iara Schia Vinatto e Simone Peixoto

EXPOSITORES:
Bruno Penteado Cyrino T. da Silva, Fábio Reis Santos, Felipe Abreu e Silva, Ivan Delforno Grilo, João Bosco de Oliveira, Kauê Lopes Garcia, Ligia Cuculo Badiale, Lívia Diniz Ayres de Freitas, Luis Augusto Maia Marques, Marcus Vinícius Braga, Mariana Novelli Hardman, Mariana Sanae Murayama, Marilda Bernardes, Michael Jorge da Silva, Sofia Lotti Carvalho Dias, Talita Mendes e Thiago Kenji Miyai.

ABERTURA: 04 de outubro de 2010 às 12h30
Período: de 04 a 08 de outubro
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 hs.

GALERIA DE ARTE UNICAMP / IA
Prédio da Biblioteca Central Cesar Lattes - Térreo
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O espetáculo infantil "Blume-zoof, o Hospital de Brinquedos" estreia em SP

BLUME-ZOOF,  O HOSPITAL DE BRINQUEDOS
estreia dia 02 de outubro no Centro Cultural São Paulo

O TEATRO DA GIOCONDA já conquistou importantes prêmios, como o “Prêmio Funarte de Dramaturgia”; “APCA – Melhor Texto”; “Femsa - Melhor Ator Coadjuvante”, “Prêmio de Melhor Espetáculo Infantil” no Cultura Inglesa Festival – 2009, entre outros, e também participou de diversos festivais no Estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina, além de projetos especiais.

“Blume-zoof, O Hospital dos Brinquedos”, se aprofunda na relação da criança e do adulto com o brinquedo, suas relações de afeto e consumo.

O conceito do espetáculo foi concebido a partir do livro “Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação” de Walter Benjamin. São ensaios redigidos entre 1913 e 1932, quando era líder estudantil. Benjamin coloca o brinquedo e o brincar como um par dialético que traduz o relacionamento entre adulto e a criança. Enquanto o brinquedo representa a proposta pedagógica do educador, o brincar expressa a resposta da criança, onde, na imprevisibilidade de suas reações, ela preserva sua autonomia.

Algumas citações das narrativas de “Infância em Berlim em 1900”, também de Benjamin estão presentes. Blume-zoof, o nome da peça, era a pronuncia do nome da rua da casa da avó, Blumeshof, lugar de mistério e felicidade. Segundo ele, pronunciar Blume-zoof, “era uma imensa flor de pelúcia num invólucro rugoso que vinha de encontro ao meu rosto.”

Palavras, cores, movimentos, reflexões sobre o brinquedo e o brincar, tudo passa pelo espetáculo “Blume-zoof, o hospital de brinquedos.”

Em tempo, os últimos espetáculos do TEATRO DA GIOCONDA foram os premiados “O CADARÇO LARANJA”, “HISTÓRIAS DE CHUVA – GÊNESE”, “ENJOY!” e “HISTÓRIAS DE CHUVA”, apresentado na própria sede da Cia, a CASA DA GIOCONDA.

Site: http://www.casadagioconda.com.br/

Espetáculo: Blume-zoof, O Hospital de Brinquedos

Dramaturgia e Direção: Milton Morales Filho

Sinopse: Num bairro afastado, fica um local que recebe brinquedos quebrados para conserto. Lá é conhecido como “Blume-zoof, o hospital dos brinquedos”. Cada brinquedo que chega traz também uma história pra contar ou para ser revelada. Sonhos, memórias, situações inusitadas e invenções. Lá, tudo pode acontecer antes que o brinquedo consertado volte para seu antigo dono ou ganhe um novo amigo.

Elenco
Joice Jane Teixeira, Isabel Rodolfo, Leandro Madeiros e Danilo Mora
Figurinos: Daniel Infantini
Direção musical, composições: Fernanda Maia
Cenografia: Marcela Donatto e Milton Morales Filho
Iluminação: Fábio Ferretti
Fotos: Isabel Rodolfo
















Serviço:
Temporada: De 02 de outubro até 07 de novembro
Sábados e domingos às 16h
Duração: 55 minutos
Censura: recomendado para maiores de 04 anos
Local: Centro Cultural São Paulo (Sala Paulo Emílio) - Rua Vergueiro, 1000
Telefone: (11) 33974002
Lugares: 110
Ingressos: R$ 15,00
Bilheteria: Abre duas horas antes do espetáculo
SESSÃO EXTRA E GRATUITA: 12 DE OUTUBRO
Nos dia 03 e 31 de outubro não haverá espetáculo devido às eleições.
O CCSP estará fechado!

Exposição "As Construções de Brasília"

Wanessa no Aniversario do Vermont Itaim

Carlos Moreno e Mira Haar estreiam espetáculo teatral musical Florilégio






Ao fundo do palco, uma cortina de seda cor de carne. Sobre um palco com profusão de flores artificiais, Mira Haar e Carlos Moreno - com figurino nos mesmos tons de vinho do cenário, ela de vestido de baile, ele de smoking – apresentam o espetáculo de teatro musical Florilégio. Com direção geral de Elias Andreato e os arranjos e direção musical do tecladista Jonatan Harold (também em cena), estreia dia  1º de outubro, sexta-feira, às 16 horas, no terrãço do Museu da Casa Brasileira.

Fermentado com poesia e humor, brindando a amizade que une os dois amigos e atores há mais de 40 anos, o show marca o reencontro dos dois artistas juntos novamente no palco depois de 25 anos. Mira e Carlos interpretam clássicos de grandes compositores nacionais e internacionais dos anos 50, como Lupicínio Rodrigues, Herivelto Martins, Billy Blanco, Carlos Gardel e Edith Piaf.


FLORILÉGIOEspetáculo teatral musical Florilégio, com Mira Haar e Carlos Moreno interpretando canções românticas e engraçadas, com humor e poesia para comemorar os 40 anos de amizade e marcar a reencontro deles no palco depois de 25 anos.

TemporadaDe 1º de outubro a 14 de novembro, às 16 horas, no terraço do Museu da Casa Brasileira. Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Jardim Europa. Telefone - 3032-3727 / 3032-2564. Sitehttp://www.mcb.sp.gov.br/ . Capacidade - 220 lugares. Duração - 90 min. Censura livre.

Direção – Elias Andreato. Elenco – Carlos Moreno e Mira Haar. Roteiro - Mira Haar, Carlos Moreno e Elias Andreato. Arranjos e Direção Musical - Jonatan Harold. Preparação Vocal - Caio Ferraz. Tecladista - Jonatan Harold. Cenários e Figurinos - Mira Haar. Fotos - Ronaldo Aguiar. Gerência administrativa - Sonia Kavantan. Temporada – Sextas, sábados e domingos às 16 horas.  ATENÇÃO - nos dias 15 e 30 de outubro (sexta e sábado) não haverá espetáculo. Entrada Franca.https://sites.google.com/site/florilegioshow/apresentacao-do-projeto


Itinerarius - MuBE

Bate-papo Literário com Antonio Carlos Viana

sábado, 25 de setembro de 2010

Bruna Caram em SP

Como se o CD fosse uma pequena caixa de carregar sonhos, Bruna Caram transporta para os palcos toda a energia e o frescor embalados em “Feriado Pessoal” – seu segundo álbum e que agora percorre o Brasil com a cantora e sua competente equipe de músicos. Com o sorriso de menina e o carisma que conquistaram o público, Bruna está de volta a São Paulo para mais uma apresentação no Acústica SP, dia 15 de outubro.



No repertório, composições inéditas do novo álbum que revelam uma nova safra de artistas brasileiros escolhida a dedo para impor a renovação que Bruna traz à música brasileira. Canções como o pop soul “Fim de Tarde”, de Juca Novaes e Edu Santana; a melódica “Nascer de Novo” (de Dani Black, filho de Tetê Espíndola); a bem arranjada “Alquimia”, do violinista e um dos líderes da Gafieira São Paulo Caê Rolfsen; “Caminho Pro Interior” (Otavio Toledo/JC Costa Netto) e a atual musica de trabalho, “Gargalhadas” (Pedro Altério/Pedro Viáfora) estão no set list.


Há também espaço para as releituras sofisticadas presentes em “Feriado Pessoal”: a pérola de Lô e Márcio Borges “Quem Saber isso Quer Dizer Amor”; “Gatas Extraordinárias”, hit de Cássia Eller com a assinatura de Caetano Veloso e “Cuide-se Bem”, sucesso de Guilherme Arantes de 1976. Além disso, não poderiam ficar de fora os hits do primeiro álbum de Bruna, “Essa Menina” (2006), como a faixa-título e as aclamadas “Palavras do Coração” e “Um Blues”.

Bruna vem acompanhada dos músicos Sergio Carvalho (baixo), Anderson Toledo (teclado), Pedro Ito (bateria) e Alexandre Fontanetti que, além de assumir guitarras e violão, assina a direção musical do show e foi o responsável pela produção do álbum “Feriado Pessoal”. A direção geral é de Cris Ferri, o cenário fica a cargo de Fábio Delduque e o figurino é de Di Jotta por Juarez Oliveira.

Serviço:
Acústica São Paulo

Rua Martiniano de Carvalho, 266
Bela Vista - São Paulo - SP

Única apresentação 15 de outubro, Sexta as 22h
Preço: R$ 25,00 a R$ 45,00
Não recomendado para menores de 16 anos.

www.brunacaram.com.br

Hoje tem Luiza Possi em Santos as 21h

Desde sempre o vento é mensageiro. Levou os poemas de amor do louco Majnun na lenda persa, faz cantigas no alto do coqueiral em Caymmi, balança a rede sem ninguém dentro no poema de Paulo Leminski. Nesse novo trabalho de Luiza Possi o vento inspira canções e traz o seu próprio recado. Ela assina seis das treze faixas do CD “Bons Ventos Sempre Chegam”.


Juntos, Luiza e Dudu Falcão assinam 5 canções e numa delas, “Paisagem”, dividem o estúdio. Luiza ao piano e Dudu ao violão num belo arranjo algo romântico, barroco e de muito bom gosto para esses dois instrumentos e um naipe de cordas. Na letra, referências à efemeridade da vida e dos amores. Uma boa parceria é coisa preciosa.


E temos outros pilares fundamentais para a sua mais perfeita tradução: Max Viana dentro do estúdio, na produção, nas guitarras, velho amigo e cúmplice de geração; o talentosíssimo Sacha Amback nos arranjos, teclados e na escolha de repertório – foi ele quem trouxe Mylene com sua “Pipoca Contemporânea” e uma inédita de Moska, “Agora Já é Tarde”- certamente um compositor importante pra Luiza. Samuel Rosa e Chico Amaral mandaram de presente “Ao Meu Redor” que tem uma deliciosa pegada Roberto/Erasmo.

Lula Queiroga, o pernambucano letrado, inventivo, parceiro de Lenine entre outros feras, assina “Pode me Dar”, uma ponte aérea melancólica mas com levada de guitarra, bateria e harmônica com carinha de Stevie Wonder.

Chico César entra com uma versão feita especialmente pra Luiza para “Vou Adiante”, de Lokua Kanza. Uma canção linda que conta com Marcos Suzano na percussão e com violão e voz de Lokua. Chique é pouco. Não é por acaso que ela abre o disco com um vento tão bom, a letra é a cara de Luiza e de seu momento artístico e pessoal.

Luiza diz que começou a compor ainda muito menina e que foi por um baião apreciado pelos colegas de escola que começou a cantar. Muito bem formada, toca piano, compõe ao violão e se aventura sozinha nas letras depois de ter experimentado textos que já saíam com melodia. É só dela, por exemplo, “Queixo Caído”, uma boa balada com pegada pop de onde saiu a frase que dá nome ao disco: “Bons Ventos Sempre Chegam”.

E são os ventos da liberdade que sopram na sua direção nesse momento. Ela fala do que é puro e sincero e eu me lembro de Lulu Santos cantando Tempos Modernos. Taí a vida melhor do futuro. Taí a nova ordem dentro do que é fazer música hoje. São tantas as possibilidades e já não dá mais pra enganar ninguém. Luiza faz a diferença e deixa sua marca justamente porque aposta nisso. Na sua história.

Esse grande país de cantoras continua dando flor, cada vez mais bonitas e interessantes. E o vento traz esse cheiro bom.

Serviço:
Teatro Coliseu

Rua Amador Bueno, 237
Centro - Santos - SP
Call Center (13) 4062 0016

25 de setembro, Sábado as  21h
Preço R$ 40,00 a R$ 50,00
Classificação Livre


www.luizapossi.com.br

Projeto Sons da Nova Apresenta: Isabella Taviani

A querida ISABELLA TAVIANI de volta à São Paulo

Sarau no Centro da Terrra - 29 setembro

Centro da Terra apresenta o sarau de poesia Noites na Taverna, dia 29/09


O Teatro do Centro da Terra realiza, dia 29 de setembro, às 20h30, mais uma edição do sarau de poesia Noites na Taverna, que vem acontecendo desde janeiro deste ano, sempre na última quarta-feira do mês com lotação esgotada. Poetas e simpatizantes recitam poesias, letras de músicas, textos curtos, obras próprias ou tiradas de um cardápio poético, especialmente elaborado para a ocasião pelo poeta Frederico Barbosa.


Noites na Taverna - o Sarau do Centro da Terra é uma parceria com a Poiesis - Organização Social de Cultura. A rústica taverna, onde acontece o evento, é parte do cenário do espetáculo-aventura O Ilha do Tesouro, de Ricardo Karman (em cartaz desde 2005) e funciona de verdade (com venda de bebidas e petiscos). Cada participante recebe uma senha na bilheteria do Teatro do Centro da Terra (Rua Piracuama, 19) e logo é encaminhado até o local da Taverna. Os convidados são recebidos pelo anfitrião Ricardo Karman para “noites poéticas e autóctones, autenticamente paulistanas”, como o próprio diz.

O singular espaço é o complemento ideal para este evento poético, cujo nome - Noite na Taverna - é uma homenagem ao livro homônimo de Álvares de Azevedo que, escrito em prosa, traz contos macabros, com histórias de amor, lascívia e morte. Seus personagens são devassos que se apaixonam por mulheres perdidas ou virgens misteriosas que terminam por se perder. Essa atmosfera do século XIX, de exagerado romantismo, é revisitada pelo anfitrião Ricardo Karman no Sarau do Centro da Terra. Assim como no livro de Álvares de Azevedo, as pessoas se reúnem em torno de uma mesa para beber, conversar e recitar.

A iluminação é tênue condizente com o cenário (paredes com toras de madeira crua e mesas e banquetas rústicas). Cada participante, antes de recitar, puxa o cordão acima da mesa e aciona o sino da taverna: este o o sinal de que um poema tomará conta do silêncio que se faz neste momento.

Serviço:
Sarau: Noites na Taverna – O Sarau do Centro da Terra

Dia 29 de setembro - quarta-feira - 20h30
Local: Teatro do Centro da Terra
Rua Piracuama, 19 – Sumaré/SP - Tel: (11) 3675-1595
Ingressos: grátis (retirar senha com 30 minutos de antecedência na bilheteria)
Duração: 1h30 - Lotação: 40 pessoas – Classificação etária: 18 anos
Serviço de bar (aceita somente cheque e dinheiro) - Acesso universal
Estacionamento grátis (vagas limitadas)
Site: www.cenrodaterra.com.br – E-mail: sarau@centrodaterra.com.br

GARGALHADAS 4 (stand up comedy)

Tempo de Comédia reestreia dia 2 de outubro, sábado, no Teatro Cleyde Yáconis

Tempo de Comédia atrai pelo charme do texto, o tema, a dezena de atores e a encenação cinematográfica


Comédia do inglês Alan Ayckbourn, autor mais encenado no mundo, faz

divertida sátira aos bastidores da televisão e conta uma história de amor futurista

O charme do texto, o humor inteligente ("de gargalhar e, ao mesmo tempo, fazer pensar, questiona até a interferência do poder") e uma dezena de atores de formação distinta e qualidade em cena. Se não bastasse esses atributos, a diretora Eliana Fonseca lambe a cria e desperta mais ainda a curiosidade de seu interlocutor ao falar com entusiasmo de Tempo de Comédia. A peça, com patrocínio da Pirellli, estará no Teatro Cleyde Yáconis, a partir de 2 de outubro, sábado, às 21 horas.

Num futuro não muito distante, robôs substituem atores em novelas de baixo orçamento. Comédia, drama, conflitos e até uma história de amor prendem a plateia no texto do inglês Alan Ayckbourn, montado pela primeira vez no Brasil, com interpretação de Julia Carrera, Eduardo Muniz, Luiz Damasceno, Malu Pessin, Adriano Paixão, Bia Borin, Luciano Gatti, Lívia Lisboa, Lívia Guerra e Ricardo Ventura.

Ambientada em um switcher de TV no primeiro ato, Tempo de Comédia depois vai para um restaurante, uma butique, um hotel, um quarto de prostíbulo. Vários cenários e poucos elementos, como é o trabalho de Eliana Fonseca. Tudo com uma encenação cinematográfica, assim como gosta a empolgada diretora. No estúdio de TV, durante a gravação de uma novela, robôs substituem atores em produção barata.

Tortas voadoras e grande elenco
O texto tem a estrutura de um roteiro clássico de humor, costurado por situações cômicas, como inversões de expectativas, repetições e até tortas de creme que voam entre os personagens, resgatando o bom e velho humor clássico, irreverente e atemporal. A temática diferente é atrativo que entusiasma a diretora Eliana Fonseca, professora de Direção de Atores e Roteiro na Universidade Senac. Para ela, o grande barato da peça é o texto, a descoberta do dramaturgo. ”O autor é fera, sua carpintaria teatral é uma aula de comédia", vibra Eliana, também roteirista. "Depois, fiquei com vontade de ler tudo de Alan Ayckbourn."

A diretora destaca o numeroso elenco. "Eles são bárbaros e é maravilhoso montar uma peça com tantos atores, de formações distintas, que não integram um mesmo grupo. Malu Pessin é uma de nossas damas do teatro. Luiz Damasceno vem do grupo de Gerald Thomas e tem toda a turma mais jovem, cheia de garra e talento", fala, revelando os produtores Júlia Carrera e Eduardo Muniz. "O Brasil merece conhecer a carioca Julinha, atriz de uma organicidade impressionante."

Os protagonistas Eduardo Muniz e Julia Carrera foram fiéis ao texto de Alan Ayckbourn. “Em nenhum momento tentamos adaptar ou imprimir um aspecto local à peça porque percebemos que o humor e a contundência do texto ultrapassavam estes pormenores.” Quando eles reuniram as condições ideais para montar a peça, uma série de coincidências os levou até Eliana Fonseca. A diretora teve um entendimento imediato do texto. "A forma com que conduziu o trabalho nos deixou sempre à vontade para experimentar muito”, contam os produtores.



Trama no futuro
O jovem escritor Adam Trainsmith (Eduardo Muniz) conhece Chandler Tate (Luiz Damasceno), diretor de comédias aposentado, que vive à custa de dirigir atores robôs, os “actóides”, em novelas. O protagonista da novela comete uma série de erros que fazem a andróide JC-F31-333 (Julia Carrera) morrer de rir. A atriz-robô teme que o seu senso de humor seja um defeito, mas o escritor vê nisso uma vantagem. Ele apelida-a de Jacie e convence o velho diretor a criar uma comédia especialmente para ela. A situação desperta ciúmes em uma diretora, que ordena a limpeza da memória do robô. Adam entra em pânico e decide fugir com Jacie. Durante a fuga, o casal passa por situações inusitadas para, finalmente, se apaixonar.





O texto explora de forma inteligente a robotização dos artistas e a banalização dos programas e séries de TV. “Uma das motivações do autor ao escrever esta peça foi justamente manifestar sua insatisfação com a falta de preparo, a superficialidade e a mecanização dos atores na atualidade. E nós sabemos que a banalização da arte é uma questão mundial, de uma forma geral”, comenta Júlia.

Eduardo Muniz, que descobriu o texto quando morava em Nova York, conta que pressentiu, há quase seis anos, que “essa peça causaria uma identificação instantânea com o público brasileiro. A cada risada ou aplauso em cena aberta, fica evidente que o público reconhece esses robôs-atores do palco na televisão”.

Poucos dólares e muito sucesso
Depois de estudar teatro na Michael Howard Studios, em Nova York, em 2005, Eduardo Muniz queria voltar ao Brasil e montar A Morte do Caixeiro Viajante, de Arthur Miller. Tinha 22 anos, alguns dólares no bolso e muita ingenuidade. Entrou na loja da Samuel French, importante editora de peças de teatro, perto da Broadway. “O pouco dinheiro que tinha não pagaria o direito autoral de uma única apresentação.” Sua frustração rendeu uma rápida conversa com o vendedor, que lhe sugeriu o pequeno livro Comic Potential, de Alan Ayckbourn.

Cinco anos depois, Eduardo Muniz e Julia Carrera conseguiram levar a comédia romântica ao palco. Tempo de Comédia (tradução para o português) estreou em abril no Teatro Popular do Sesi (SP), onde cumpriu duas temporadas, seguiu para o Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, depois para Campinas e gora volta a São Paulo. Foram mais de 40 mil espectadores em 6 meses ininterruptos de temporada.

Sobre o autor
Sir Alan Ayckbourn é hoje o dramaturgo vivo mais encenado em todo o mundo. Escreveu ao longo de meio século mais de 70 peças, quase o dobro do que escreveu William Shakespeare. Ganhador de inúmeros prêmios, entre eles Olivier, Tony e Molière, suas peças já foram traduzidas para 35 idiomas, são montadas no mundo inteiro e também adaptadas com grande sucesso para a televisão e para o cinema. Dirigiu mais de 300 peças, além de ter seu próprio grupo no National Theatre, em Londres. Foi diretor artístico do Stephen Joseph Theatre, em Scarborough, no Reino Unido por 37 anos, cargo que deixou em 2009. Continua a escrever, seu mais recente trabalho - Life Of Riley – é deste ano.


PARA ROTEIRO:
Tempo de Comédia - Reestreia dia 2 de outubro, sábado, às 21 horas, no Teatro CLEYDE YÁCONIS. Texto - Alan Ayckbourn. Tradução - Ricardo Ventura e Eduardo Muniz. Direção - Eliana Fonseca. Assistente de Direção - Malu Bazan. Elenco - Julia Carrera (Jacie), Eduardo Muniz (Adam), Luiz Damasceno (Chandler), Malu Pessin (Carla), Adriano Paixão (médico, garçom e alemão), Bia Borin (Prim), Luciano Gatti (Marmion e jovem), Lívia Lisbôa (mãe, esposa e prostituta), Lívia Guerra (Trudi e garota) e Ricardo Ventura (Lester e homem). Luminação - Marisa Bentivegna. Cenário - Ana Rita Bueno. Figurinos - Cláudia Schapira. Aderecista - Eduardo Cordeiro. Direção Musical - Fabio Tagliaferri. Programação Visual – Sato (Casadalapa). Fotos - Flávio Sagae. Diretor de Cena - Alex Sandro Silva. Operador de luz - Jeferson Bessa. Operador de som - Guilherme Ramos. Direção de Produção - Fernanda Signorini. Produção Executiva - Tili Woldby, Gabriela Penteado e Marcela Castilho. Duração - 110 minutos. Classificação indicativa - 12 anos. Temporada – Sexta, às 21h30, sábado, às 21h e domingo, às 19h. Ingressos – Sextas e domingos R$ 30,00 e sábados R$40,00. Até 28 de novembro. Patrocínio Pirelli.

TEATRO CLEYDE YÁCONIS – Avenida do Café, 277 – Jabaquara. Estação Metrô Conceição Telefone (11) 5070-7018. Capacidade – 288 lugares. Estacionamento – Rua Guatapará, 170 a R$ 15,00. www.teatrocleydeyaconis.art.br


"... A crítica à robotização dos artistas é explorada de forma inteligente pela direção de Eliana Fonseca. Alguns estereótipos — entre eles a executiva mercenária e as assistentes lésbicas — ganham um acento cômico para contrastar com o romance da segunda parte. Para a plateia, as risadas estão garantidas, assim como uma ponta de melancolia." Dirceu Alves Jr., Veja São Paulo (2010)


"... Tudo é muito bem urdido para criar expectativas e depois as quebrar, numa engrenagem cômica que exige precisão dos atores e talento quase coreográfico da direção..." Beth Néspoli, O Estado de São Paulo (2010)


Crédito de Imagens: Flavio Sagaes

Música em Cena - 29 de setembro - Banda Sinfônica do Estado de São Paulo

Nila Branco e Jay Vaquer em Novembro

Eu fui no Show de Nila Branco, é imperdível e o CD e DVD esta lindo! Vale a pena conferir.
Rose de Paulo

Mudança no elenco da peça Vamos? Gabriela Durlo entra no lugar de Tania Khallil


Desde sexta,  24 de setembro, sexta-feira, a atriz Gabriela Durlo substitui Tania Khalill, no elenco da peça Vamos? em cartaz no Teatro Imprensa. Comédia moderna sobre o amor, a peça tem como mote uma divertida e surpreendente noitada. Com direção de Otavio Martins (indicado ao prêmio Shell de melhor ator por Side Man), texto de Mário Viana traz ainda os atores Dalton Vigh, Rachel Ripani e Alex Gruli. Em seu mais recente trabalho na TV, Gabriela Durlo viveu a protagonista da minissérie A História de Éster (TV Record). Nos palcos se destacou com a personagem Patsy, em Side Man, de Warren Leight, com direção de Zé Henrique de Paula e Otávio Martins no elenco, entre outros.



Serviço
Vamos? - Estreou dia 6 de agosto, sexta, às 21h30, no Teatro Imprensa. Temporada de 6/8 a 28/11. Horários: sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 19h. Ingressos: R$ 40 (sextas e domingos) e R$ 50 (sábados). Censura: 14 anos. Duração: 70 minutos. Patrocínio - Devassa Bem Loura, Eurofarma, TRW e TVA.

Sinopse: Um homem e uma mulher bebem à noite e falam de sexo, amor, tentações, aventuras. Ou seriam dois homens? Talvez duas mulheres? E um deles quer levar o outro para a cama. Quem? Saber isso realmente importa? Uma noitada de uísque, risadas, memórias e propostas surpreendentes. Ninguém volta para casa da mesma forma depois de certas revelações...

Teatro Imprensa – Sala Imprensa - Rua Jaceguai, 400 - Bela Vista - São Paulo. Fone - 11 3241- 4203. Capacidade – 452 lugares. Funcionamento da bilheteria - De terça a domingo a partir das 14 horas. Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física. Ar-condicionado. Formas de pagamento - Aceita pagamento em dinheiro e cheques. Estacionamento conveniado na Rua Jaceguai, 454 – Preço único R$ 10,00. Ingressos por telefone – Ingresso.com – 11 4003 2330 ou pelo site www.ingresso.com

Acesse o teaser do espetáculo: http://www.youtube.com/user/ghaddad13#p/u/0/RC8sj86YO34

Comédia de Eduardo Martini, O Filho da Mãe

fala sobre amor, relações familiares e iguanas.






Na peça, atores homenageiam o amor e buscam na comédia
uma forma de falar sobre paixão, carinho e relações familiares








 
 
 
 
 
 
Direção de Eduardo Martini e texto de Regiana Antonini, a comédia O Filho da Mãe estreia dia 7 de outubro, quinta feira, às 21h, no teatro Ruth Escobar. A peça é uma homenagem ao amor, que busca na comédia e na sátira do estereótipo das mães, uma forma de abordar temas como paixão, carinho e relações familiares. No elenco, Bruno Lopes e Eduardo Martini - que também está em cartaz com a peça I Love Neide e atualmente dirige Até que o Casamento nos Separe, As 10 Maneiras de Como Destruir seu Casamento, O Chá das Cinco e Suicídio Patrocinado.


Uma história contada em flashbacks
Com uma história simples, a apresentação permeia a convivência de uma mãe divorciada que mora com seu filho em um apartamento. Apenas com dois atores no elenco, Valentina (Eduardo Martini) e Fernando (Bruno Lopes), a peça mostra de forma bem-humorada, os conflitos e dramas nas mais diversas situações vividas por essa família.

Enquanto Valentina é uma publicitária bem sucedida profissionalmente, mas completamente desmiolada e apaixonada pelo filho, Fernando é um recém formado roteirista, que está indo para Nova York estudar cinema contra a vontade da mãe. São citados ainda o pai e sua namorada de 20 anos que está grávida, Odete, uma mulher dois anos mais nova que Valentina que se envolve com o filho desta e Mandioca, o melhor amigo de Fernando.

Diferente de peças com começo, meio e fim, o Filho da Mãe não possui um enredo linear. Isso quer dizer que a história não ocorre de maneira cronológica. Sendo assim, em quatro momentos diferentes, o texto joga com flashbacks que mostram essa relação de mãe e filho, revelando acontecimentos passados da vida dos dois.

Entre esses acontecimentos, está o dia em que Fernando , aos 15 anos de idade, traz uma iguana para casa, novidade que causa total desespero na sua mãe, que odeia bichos e diz ter certeza de que o novo animal de estimação do filho é um jacaré ou um pterodátilo.

Em uma segunda lembrança do passado, Valentina, em uma atitude ‘tipicamente materna’, atocha remédio garganta abaixo de Fernando. “No geral, mães, quando veem seus filhos doentes, agem dessa maneira exagerada, é uma situação cômica e recorrente com que, acredito, muita gente vai se identificar” – explica Eduardo.

Enquanto se encaminha para um final surpreendentemente emocionante e ao mesmo tempo hilário, o espetáculo segue dessa forma, mostrando ainda mais dois flashbacks: quando ela pensa que ele é gay e quando fica indignada ao descobrir que ele está namorando uma mulher dois anos mais nova que ela e que está dormindo no quarto dele.


O Filho da Mãe

Seria errôneo dizer que Valentina é apenas uma mulher quando na verdade ela é muitas ao mesmo tempo. A personagem vivida por Eduardo Martini capta a essência de várias mulheres, absorvendo seus trejeitos, manias e loucuras, maximizando-as e dando alma à personagem, que no final se torna uma caricatura cômica de todas as mães possíveis.

De acordo com Eduardo Martini, “nem todo mundo teve filho, mas todo mundo tem mãe” e é isso que o texto de Regiana Antonini tenta nos mostrar, trazendo um estereótipo de mãe com o qual grande parte das pessoas possam se identificar e pensar: “ei, minha mãe é assim” ou “minha mãe também já fez ou disse isso”, afirma o diretor.

Sobre Eduardo Martini

O ator e bailarino paulistano Eduardo Martini, desde os 16 anos atua, dança, canta, dirige e produz espetáculos, principalmente nos palcos cariocas. Depois de participar do musical Não Fuja da Raia, de Silvio de Abreu, com direção de Jorge Fernando, voltou a São Paulo com a comédia Na Medida do Possível, que foi sucesso de público.

Depois de cursar a Actor's Studio e a prestigiada Alvin Ailey American Dance Theater de Nova York, o ator se destacou nos espetáculos Tango, Bolero e Chá, Chá, Chá e Quem tem medo de Itália Fausta, entre muitos outros. Na TV, fez o apresentador da Gafieira da novela O Clone, além de participações na Escolinha do Professor Raimundo e Os Normais, entre outros.

Mas foi no programa É Show, com Adriane Galisteu, que ficou conhecido do grande publico. Depois, uma participação no programa da Hebe Camargo criou a personagem Neide Boa Sorte, sucesso de publico que há 3 anos lota teatros por onde passa.
(Mauricio Cavasin/agosto 2010)

PARA ROTEIRO
O FILHO DA MÃE – Texto – Regiana Antonini. Direção – Eduardo Martini. Estreia – quinta-feira, 07 de outubro de 2010, às 21h no Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat. Temporada – de 07 de outubro a 26 de novembro de 2010. Quinta-feira às 21h e sexta-feira às 21h30. Elenco – Eduardo Martini e Bruno Lopes. Assistente de produção - Bruno Albertini. Iluminação - Marcos Meneghessi. Direção de produção - Yara Leite. Administração - Adriana Amorim. Trilha Sonora - Sergio Luis. Figurinos - Adriana Hitomi. Cenário - Eduardo Martini. Assistente de Palco - Jésus Adriano. Duração – 75 minutos. Capacidade – 390 lugares. Ingressos – R$ 50. Classificação etária – 12 anos.

SERVIÇO

TEATRO RUTH ESCOBAR – Sala Dina Sfat. Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista. Telefone: 3289-2358. Horário de Atendimento - Quintas e Sextas das 14h às 21h30, Sábados das 10h às 23h e Domingos das 10h às 20h. Pagamento – aceita todos os cartões de débito e crédito. Acessibilidade - Possui acesso para deficientes. Estacionamento: Sistema Valet Parking – R$ 15. Vendas pelo site – www.ingresso.com

Fwd: Show Tributo à John Lennon no Olaria Bar (09/10)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O Predador Entra na Sala* direção de Marcelo Rubens Paiva no Teatro Augusta.

SESI Vila das Mercês – apresenta o espetáculo "O Maior Menor Espetáculo da Terra"

Festa do Simonal com Max de Castro e Simoninha

Dia 29 de setembro o Teatro Sesi recebe os irmãos Max de Castro e Simoninha que fazem a Festa do Simonal pelo projeto “Quartas Musicais”. A apresentação homenagea o cantor e compositor Wilson Simonal.

O repertório é composto por canções lançadas nas décadas de 60 e 70, como “Sá Marina”, “Tributo a Martin Luther King”, “Na galha do cajueiro”, “Vesti azul”, entre outras.


Em 2009 Wilson Simonal voltou a ser sucesso de público e crítica por seu talento.
Foram lançados e relançados filmes, livros, discos, entre outras manifestações que
reafirmam a importância do cantor na história da música nacional.

Max de Castro


Multi-instrumentalista, cantor, compositor e produtor, Max de Castro mostrou, em 2000, todas essas habilidades de uma vez só. O álbum Samba Raro, foi composto, arranjado, tocado e produzido pelo músico. Com o disco ele ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) como revelação, em 2000. O cantor também foi convidado por Lobão para produzir a faixa Decadence avec elegance.

Após lançar o segundo disco, intitulado Orchestra Klaxon, Max apareceu na capa da revista Time ao lado artistas como Bjork e Shakira, como novidade da música global. Em 2005, lançou seu terceiro trabalho, Max De Castro e é eleito pela APCA como artista do ano.

Um ano depois, o músico lança Balanço das Horas, seu último álbum e, a partir de 2008, passou a se dedicar à direção e concepção de shows especiais como, As curvas da estrada de Santos, uma viagem pela obra de Roberto Carlos, e Os Afrosambas, um tributo ao genial álbum de Baden Powell e Vinícius de Moraes.


Simoninha


Criado em São Paulo, realizou seu primeiro trabalho musical aos seis anos de idade, quando gravou a voz do Cebolinha em um disco da Turma da Mônica.

Chegou a cursar Direito, abandonando a faculdade no último semestre.


Após realizar cursos de música, integrou, mais tarde, a banda Zé Pretinho, de Jorge Ben Jor e criou a Banda Suíte Combo nos anos 80, juntamente com João Marcelo Bôscoli.

Em 2000, lançou o álbum Volume 2, quase no mesmo período em que seu irmão, Max de Castro, gravou seu primeiro CD Samba Raro. O álbum Melhor, foi produzido em 2008 por Max de Castro e contou com a participação de Seu Jorge e Cláudio Zoli.

Em agosto de 2009, ao lado do irmão organizou o show Baile do Simonal que reuniu, em torno do cancioneiro de seu pai, cantores como Caetano Veloso, Ed Motta,Seu Jorge, Maria Rita, Samuel Rosa, entre outros consagrados músicos. Este trabalho resultou no DVD/CD lançado em Novembro.


SERVIÇO:
Festa do Simonal


Qua 29/09 às 20h
Entrada: R$ 10
Teatro do Sesi - Endereço: Av. Paulista, 1.313- Bela Vista- Oeste. Telefone: (11)3146-7405.