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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

LUIZA POSSI no Projeto Especial de Verão no Tom Jazz


SHOW -Faby Fernandes e Luiz no Vermont Itaim/SP, dia 23 de janeiro


CHÁ DAS 5 -estréia

Estreia no dia 17 de janeiro no Teatro Augusta o espetáculo, Chá das 5 da premiada autora Regiana Antonini, com direção do talentoso Eduardo Martini, além de ainda estar no elenco.

Nessa história, inédita nos palcos, que foi escrita em 1998, a autora destaca o tema família, através das mulheres. A partir de diferentes personalidades, a mãe e suas filhas, se encontram para um chá, ás 5 horas como sempre fazem, todavia uma surpresa as aguarda. A chegada da irmã mais temida, a mais rica, a mais chic, que está ausente há anos, com um segredo para contar, que abalará todas as pessoas presentes nesse chá das 5.

Todas as personagens do espetáculo Chá das 5 possuem nome de flores como Dona Campainha, Malva Rosa, Açucena, Margarida, Miosotis, Madressilva, Magnolia, Jasmim e Clematite, destacando o significado de cada nome a personalidade de cada uma dessas mulheres.

Todas as mulheres da peça tem uma forte visão masculina, pois serão interpretadas por homens. Nove homens dão vida para essas personagens incríveis que contarão uma hilária historia de amor e ódio. De vingança e traiçãoPara isso os atores Blota Filho, Tiago Pessoa, Andre di Paulo, Ailton Guedes, Darwin Demarch, Alessandro Ramos, Felix Graça e Paulo Tardivo, além do diretor Eduardo Martini estão com desafio de fazer uma mulher de verdade, saindo do caricato.

O texto da renomada Regiana Antonini propicia aos atores e ao diretor um mergulho bem-humorado e profundo sobre o tema "família" e traz para o público a questão do abandono da ética em nome dos laços sanguíneos.

FICHA TÉCNICA:

AUTORA: Regiana Antonini
DIREÇÃO: Eduardo Martini
ASSISTENTE DE DIREÇÃO E PRODUÇÃO: Carina Sacchelli
ELENCO: Blota Filho, Tiago Pessoa, Eduardo Martini, Andre di Paulo, Ailton Guedes, Darwin Demarch, Alessandro Ramos, Felix Graça e Paulo Tardivo
FIGURINO, CENÁRIO, LUZ E TRILHA SONORA: Eduardo Martini
FOTOS: Erik Almeida
ASSESSORIA DE IMPRENSA: Fabio Camara

SERVIÇO:

LOCAL: Teatro Augusta (Rua Augusta 943, Consolação), sala principal, 302 lugares. Estacionamento conveniado. Acesso a deficiente.
DATA: 17/01 até 21/02 (Sexta 21h30min)
INGRESSOS: R$50,00 (Inteira). Aceita cartões.
INFORMAÇÕES: (11) 3151 4141 / 4328 3988
DURAÇÃO: 80 min
CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

REGIANA ANTONINI:

Formada pela Casa de Artes de Laranjeiras (CAL), atua como atriz, diretora, dramaturga, professora, escritora, autora, redatora. Ganhou o Prêmio Sharp de Melhor Autora, em 1996.  Com sua peça "Futuro do Pretérito". Em 20 anos de trabalho como autora, já escreveu 48 textos teatrais, sendo que 32 deles foram montados. Entre seus textos estão: "Banheiro Feminino"; "Solteira, Casada Viúva, Divorciada"; "Mulheres que Comem Bem"; “Doidas e Santas”, livremente inspirada no livro de crônicas homônimo de Martha Medeiros.

EDUARDO MARTINI:

Ator, cantor, dançarino e diretor já atuou em mais de 20 peças entre elas “Foi ela que começou” de Marcelo Saback em que foi indicado como melhor ator aos prêmios Mambembe e Coca Cola. Como diretor destaque para “Branca de Neve em Chicago” que recebeu duas indicações ao prêmio Coca Cola e para “Batalha de Arroz um Ringue para Dois” em que foi assistente de Miguel Falabella. Na TV atuou em diversas novelas e programas entre eles “Escolinha do Professor Raimundo”, “Deus nos Acuda”, “Por Amor”, “O Clone” e no programa “Hebe” com a personagem Neide Boa Sorte.

Teatro musical - Chico Buarque – 70 anos Personagens femininas de Chico Buarque sobem ao palco do Renaissance nas vozes de Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa













As três artistas - que têm intimidade com a obra do cantor e compositor - dão vida a personagens das canções de Chico Buarque.
Espetáculo estreia dia 18 de janeiro às 21h com temporada no TeatroRenaissance.

O universo feminino sempre foi tema recorrente nas canções de Chico Buarque e ganhou os palcos em montagens como Ópera do Malandro,Gota D’Água e O Corsário do Rei. Para o crítico Zuza Homem de Melo, “nenhum letrista brasileiro supera Chico Buarque na arte de escrever canções para personagens femininas”. Assim, oespetáculo de teatro musical Palavra de Mulher abre o ano em que Chico faz setentinha em clima de cabaré.

Para interpretar as músicas do compositor carioca, o diretor Fernando Cardoso escolheu cantoras/atrizes ligadas artisticamente a Chico.  Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa estreiam dia 18 de janeiro no Teatro Renaissance , às 21 horas. A temporada vai até 2 de março sempre sextas às 21h30, sábados, às 21h e domingos, às 18 horas.

No palco, atmosfera de cabaré, com adereços, objetos cênicos, iluminação e figurino ajustados no clima. As intérpretes se revezam com interpretações em trio, duo e solo. As músicas são executadas com instrumentos acústicos (piano, acordeão, contrabaixo e bateria/percussão).

Entre as canções escolhidas estão Basta Um DiaBem QuererO Meu AmorFolhetim, Sob Medida, Terezinha, Tango de Nancy, À Flor da Pele, Mil Perdões, Olho nos Olhos, Atrás da Porta, Viver do Amor, entre outras. As músicas não foram selecionadas de forma aleatória, seguem uma dramaturgia subliminar em cenaAs atrizes e cantoras incorporam as características das personagens para dar mais vivacidade na interpretação.

Para Fernando Cardoso, por conta do vasto repertório de Chico Buarque, a montagem procura mostrar uma faceta de sua obra. “É difícil encontrar uma lista de canções representativas de todo o trabalho musical desse compositor carioca. Por isso, decidimos fazer um recorte com as músicas que retratam o universo feminino e criar um espetáculo para expressar esse clima.”

“Trata-se de um espetáculo teatral, pois Lucinha, Tânia e Virgínia interpretam papeis. Elas são cantoras com personalidades diferentes, porém as três se harmonizam de uma forma fora do comum. Cada uma delas tem uma qualidade oposta da outra, quando se juntam o resultado é de uma grande beleza. Essas artistas têm uma versatilidade incrível”, enfatiza Fernando Cardoso.

Intimidade com Chico Buarque
Lucinha Lins, Tania Alves e Virgínia Rosa são responsáveis por dar voz às mulheres nos palcos. Não é a primeira vez que estão inseridas em um trabalho que envolve a obra de Chico Buarque. Todas, de alguma maneira, estão ligadas ao compositor.

Lucinha Lins já foi Vitória-Régia, a vilã de Ópera do Malandro (que lhe rendeu a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz), e a prostituta Nancy de O Corsário do Rei. No cinema, fez Os Saltimbancos Trapalhões, baseado na peça Os Saltimbancos, de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov (uma adaptação do conto dos Irmãos Grimm, Os Músicos de Bremen).

Tania Alves gravou seu primeiro disco por intermédio de Chico Buarque e foi a protagonista Terezinha da montagem paulista de Ópera do Malandro, além de Bárbara, de Calabar. Em seus discos, sempre gravou músicas de Chico, como Tatuagem,Pássara e outras. Já Virgínia Rosa interpretou várias canções de Chico Buarque em sua carreira nos palcos.

“O musical se destaca por vários aspectos como o visual cabaré, a banda entrosada e a interpretação das músicas. Chico Buarque conseguiu captar a complexidade da mulher de uma forma genial. Fazemos números com a plateia para garantir uma maior proximidade do espetáculo com o público”, diz Tania Alves.

Para Lucinha Lins, os versos de Chico Buarque sempre estiveram presentes em seu cotidiano. “Ele expressou o sentimento feminino como poucos e está em minha vida tanto no lado profissional quanto no emocional. É um ídolo brasileiro que faz parte da gente e procuramos representar isso na interpretação das músicas.”

Já Virgínia Rosa ressalta que as três cantoras têm muita afinidade, característica que se reflete nos palcos. “Nosso encontro tem boa energia. Outro ponto positivo é poder interpretar as belas canções desse compositor brasileiro que tem uma facilidade de refletir na arte as tragédias amorosas e os delírios das mulheres.”

O espetáculo já passou por Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Vitória, Santos e Sorocaba, entre outras cidades, com ótima receptividade de público. “Palavra de Mulher é uma homenagem às personagens femininas criadas por Chico Buarque. O compositor soube traduzir a alma feminina com mulheres passionais que não medem esforços quando objetivo é o amor”, finaliza o diretor geral.

Para roteiro:
Palavra de Mulher – Estreia dia 18 de janeiro, sábado, às 21 horas, no Teatro Renaissance.
Endereço: Alameda Santos, 2233 - Cerqueira César -São Paulo – SP. Telefone: (11) 3069 2286. Temporada - de 18 de janeiro a 2 de março. outubro. Sextas às 21h30, sábados às 21 horas e domingos às 18 horas. Ingressos – Sextas (inteira R$ 50,00 e meia R$ 25,00), Sábado (Inteira R$ 80 e meia R$ 40) e domingo (Inteira R$ 70 e meia R$ 35) Duração - 85 minutos. Recomendação - 12 anos. Capacidade: 462 lugares.

Ficha Técnica:
Com Lucinha Lins, Tania Alves e Virginia Rosa. Direção musical - Ogair Júnior. Piano e acordeão – João Cristal. Contrabaixo – Robertinho Carvalho.Bateria – Ramon Montagner.  Iluminação - Wagner Freire. Cenografia - Fernando Cardoso. Figurinos – Claudio Tovar e elenco. Direção de movimento: Alex Neural Direção de produção - Fernando Cardoso e Roberto Monteiro. Concepção, roteiro e direção geral - Fernando Cardoso.


Danilo Caymmi & Claudio Nucci fazem shows grátis na CAIXA Cultural SP

Espetáculo comemora o aniversário de São Paulo (25/01) e o centenário de Dorival Caymmi.

CAIXA Cultural São Paulo apresenta show com Claudio Nucci & Danilo Caymmi nos dias de 24, 25 e 26 de janeiro, de sexta a domingo, às 19h15. O espetáculo – que comemora o centenário do compositor Dorival Caymmi – integra a programação cultural do aniversário de 460 anos da capital paulista, festejado no dia 25.

Os ingressos - grátis - devem ser retirados uma hora antes das apresentações. O projeto conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Danilo Caymmi e Claudio Nucci participaram juntos do movimento que lançou os primeiros discos independentes no Brasil; Danilo com o lançamento do LP Cheiro Verde e Claudio com o disco de estréia do quarteto vocal Boca Livre. Mais tarde, no início dos anos 80, compuseram algumas músicas em parceria e se apresentaram juntos em shows pelo país.
Agora, após muitos anos sem se verem, os dois se reencontraram musicalmente em um programa de televisão. Ficaram impressionados com o fácil entrosamento musical e resolveram criar e apresentar um novo show em dupla, tendo como foco o repertório de seus respectivos CDs, lançados em 2004, que são duas belas homenagens na ocasião dos 90 anos de Dorival Caymmi.

Danilo Caymmi, junto com os irmãos Dori e Nana, gravou o festejado CD Para Caymmi, premiado com o Grammy Latino 2004, que traz no repertório os sambas baianos, ambientados na abordagem carioca dos arranjos e interpretados com maestria.

Claudio Nucci, por sua vez, gravou Ao Mestre, Com Carinho, visitando todas as fases do compositor com algumas levadas diferentes, mas respeitando a essência da obra, um trabalho que também agradou muito ao casal Dorival e Stella.

A base do roteiro deste show é justamente a obra de Dorival Caymmi, mas também traz composições de Danilo (“Andança”, “Casaco Marrom”, “O Bem O Mal”, “Nossa Dança”) e de Claudio (“Toada”, “Sapato Velho”, “Quero Quero” e “Quem Tem a Viola”), além de novidades compostas por ambos em parceria. Músicas do repertório do recente CD Caymmi - de Danilo, Dori e Nana em homenagem ao centenário do compositor, em 2014 – também entram no espetáculo.

Show: Danilo Caymmi & Claudio Nucci
Dias 24, 25 e 26 de janeiro de 2014
Horário: de sexta a domingo - às 19h15
Local: CAIXA Cultural São Paulo
Praça da Sé, 111 – Centro/SP. Metrô Sé. Tel: (11) 3321-4400
Grátis (retirar ingresso com 1h de antecedência)
Censura: Livre. Capacidade: 80 lugares. Duração: 80 min
Acesso universal.
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Os artistas

Claudio Nucci

Claudio Nucci (paulista de Jundiaí) é cantorcompositorviolonista e produtor musical brasileiro. Integrou Boca Livre na primeira formação oficial do grupo, ao lado de Zé Renato, Maurício Maestro e David Tygel, com o qual gravou o LP homônimo, em 1979.Bicicleta veio em 1980, já sem a participação de Nucci. O primeiro disco foi recordista de vendas para um disco até então lançado e distribuído de forma independente.

Pela vendagem expressiva e os sucessos "Toada (Na Direção do Dia)"; "Quem Tem a Viola" e "Mistérios", a gravadora Polygram comprou os direitos, relançou novas tiragens do disco e contratou o grupo para os álbuns Folia (1982) e Boca Livre (983). Mas Claúdio Nucci já seguia carreira solo na Emi-Odeon onde lançou Claúdio Nucci (1981), Volta e Vai (1983) e Melhor de Três (1984).

Em 1985, Nucci gravou Pelo Sim Pelo Não (CBS) em duo com Zé Renato (com quem voltou a compor), embalado pelas músicas "Pelo Sim Pelo Não" e "A Hora e a Vez"  (trilha-sonora da novela Roque Santeiro, da Rede Globo). Em 1995, gravou o CD Ê Boi(Atração Fonográfica) com o grupo vocal Nós e Voz, com músicas temáticas e folclóricas sobre o animal e a natureza que o cerca. Voltou aos discos de carreira com Casa da Lua Cheia (independente, 1999) que incluiu regravações de "Sapato Velho" e "Meu Silêncio” (próprias), de sucessos do Boca Livre e de outros (como "Alegre Menina" de Dori Caymmi), além de inéditas.

Em 2004, lançou pela Lua Music, até então seu último disco de carrreira, Ao Mestre com Carinho, somente com músicas de Dorival Caymmi. Possui ainda um trabalho lançado pelo IEB (Instituto Escola Brasil, 2001) patrocinado pelo Banco Real, mais uma vez como integrante do Boca Livre (substituíndo Zé Renato na formação) só com músicas inéditas e participação de Joyce.

Danilo Caymmi

Iniciou a carreira participando como flautista da gravação do disco Caymmi Visita Tom, em 1964 Seu primeiro trabalho como compositor foi com a música "De Brincadeira", em parceria com Edmundo Souto, interpretada por Mário Castro Neves, em 1967. Atuou como flautista e compositor, obtendo o terceiro lugar no III Festival Internacional da Canção, transmitido pela Rede Globo, em 1968, com a canção Andança (parceiria com Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), lançando Beth Carvalho, com participação dos Golden Boys. Danilo também fez sucesso com Casaco Marrom (composta com Guarabyra), na voz da cantora Evinha.

Em 1973, trabalhou com os irmão e com Edu Lobo e participou da gravação do disco Matança do Porco, do grupo Som Imaginário. Em 1983, entrou para o conjunto Banda Nova, de Tom Jobim. Compôs trilhas musicais para seriados e novelas da Rede Globo (Riacho DoceTeresa BatistaCorpo e Alma e Mulheres de Areia), lançadas em LP. Em 2001, participou com Roberto Menescal, Marcos Valle e Wanda Sá do Fare Festival, em Pavia (Itália), pela Società dell'Academia. Fez turnês em Estocolmo (Suécia), Helsinki (Finlândia) e Moscou (Rússia).

Em comemoração aos 90 anos do pai, lançou em 2004, junto com seus irmãos Nana e Dori, o CD Para Caymmi de Nana, Dori e Danilo, com os maiores sucessos de Dorival Caymmi. Em 2009, lançou pela Rob Digital, em parceria com o Canal Brasil, o CD/DVD Danilo Caymmi e Amigos, com participação de Alice Caymmi (sua filha), Roberto Menescal, Fafá de Belém, Zé Renato, Claudio Nucci e Dori Caymmi. Em 2013, abrindo as comemorações do centenário de Dorival Caymmi (abril de 2014), seus três filhos se reuniram para gravar um disco - projeto pensado por Dori  que assina os arranjos - que traz composições menos conhecidas, mas igualmente geniais aos seus grandes sucessos.

Assessoria de imprensa: VERBENA Comunicação

Tel: (11) 2738-3209 / 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

Aniversário da cidade de SANTOS-SP, show de Diogo Nogueira

No dia do aniversário da cidade, quem vai cantar os parabéns pra Santos é Diogo Nogueira. 

O sambista faz show gratuito na praia do Gonzaga, às 18 horas. 

Tenda Cultural Ortega y Gasset homenageia Vanguarda Paulista no aniversário de São Paulo

Shows de Tetê Espíndola e Alzira E; homenagem a Itamar Assumpção com Anelis Assumpção e banda e os convidados Arrigo Barnabé, Kiko Dinucci e Serena Assumpção; e exibições de documentários integram programação de férias do novo espaço cultural do campus Butantã

Nestas férias a USP presta sua homenagem aos 460 anos de São Paulo celebrando a cultura paulista e a Vanguarda Paulista, notório movimento cultural dos anos 80. Serão três dias, de 24 a 26 de janeiro, repletos de shows, filmes e documentários de grandes nomes envolvidos com a cultura paulistana naTenda Cultural Ortega y Gasset, na Praça do Relógio do Campus Butantã.

A programação começa na sexta, 24 de janeiro, às 19 horas, com a apresentação do filme Rumo, da TV Cultura, com filmagens históricas, clipes e cenas do show-reunião do lendário grupo Rumo, um dos principais nomes da Vanguarda Paulista.

No sábado, 25, às 15h, a universidade oferece um presente a São Paulo colorindo o céu da cidade com aFesta de Pipas e Oficina de Pipamodelismo com o empinador profissional e recordista nacional Ken Yamazato — membro do Guinness Book Brasil por empinar um "trem" de 242 pipas.

Depois, às 19h, será exibido o documentário musical Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista, de Riba de Castro, sócio do teatro Lira Paulistana, que investiga os sete anos de intensa atividade da Vanguarda, com dezenas de depoimentos de personalidades marcantes da cena cultural da época.

Fechando o dia, às 21h, acontece o show Sampa Midnight, como parte do projeto Caixa Preta, em homenagem ao ícone da Vanguarda, Itamar Assumpção, com Anelis Assumpção e banda e os convidados Arrigo Barnabé, Kiko Dinucci e Serena Assumpção, figuras presentes do movimento ou que tiveram sua obra marcada pelo olhar de Itamar.

No dia seguinte, 26 de janeiro, é a vez de Tetê Espíndola Alzira E se apresentarem no showAnahí, às 17h, comemorando a nova edição do CD e os quinze anos do show homônimo. Mais tarde, às 19h, será exibido o documentário Daquele Instante em Diante, de Rogério Velloso, que reúne imagens raras de acervos e arquivos particulares da vida e obra de Itamar Assumpção.

Inaugurada em novembro de 2013, a Tenda Cultural Ortega y Gasset tem formato inspirado na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) e projeto arquitetônico desenvolvido pela associação Casa Azul – realizadora da FLIP, com o objetivo de se tornar um ponto de encontro, reflexão, convivência e cultura dentro do campus — e para toda a cidade.

Com curadoria dos sociólogos Maria Arminda do Nascimento Arruda, Sérgio Miceli e da antropóloga Lilia Schwarcz, o espaço oferece uma programação diversificada que inclui debates, seminários, bate-papos interdisciplinares, exposições e apresentações artísticas produzidas dentro e fora da Universidade. A programação de janeiro e fevereiro deste ano homenageia os 80 anos da USP e 460 anos da cidade de São Paulo.


PROGRAMAÇÃO


Para Sampa, Com Afeto
Música, memória e liberdade

Um presente aos paulistanos, a programação especial de aniversário dos 460 anos da cidade de São Paulo reúne uma série de documentários musicais da vanguarda paulista e dois shows que refletem o caráter cosmopolita da cidade. O olhar urbano de Itamar Assumpção, pelo Projeto Caixa Preta, e a música de Tetê Espíndola e Alzira E, que mexe com a memória e as raízes brasileiras, somam-se à festa de pipas para colorir o céu da cidade universitária.


Filme: Rumo
TV Cultura, Distribuição: Dabliú Discos
Brasil, 2005, Documentário, Português, 145 min, Livre
Sexta, 24 de janeiro, às 19h

Depois de 30 anos de sua primeira apresentação ao público, em 1974, e de certo modo realizando o que já estava previsto na canção Release de Luiz Tatit (álbum "Caprichoso"), o grupo RUMO reapareceu em 2004, com a formação completa, para relançar seus seis discos em CDs. Foram dois finais de semana de shows no SESC Pompeia com a presença de Ná Ozzetti, Hélio Ziskind, Paulo Tatit, Akira Ueno, Pedro Mourão, Gal Oppido, Ricardo Breim, Luiz Tatit, Zecarlos Ribeiro e Geraldo Leite. Houve ainda participação especial de Fábio Tagliaferri, Jonas Tatit e Rodrigo Mourão. O acontecimento único foi registrado neste DVD, ao lado de novas gravações que geraram um programa especial da TV Cultura, com depoimentos dos membros do grupo para o jornalista Arthur Nestrovski. O DVD traz clipes históricos concebidos entre 1985 e 1988. Traz, ainda, várias gravações inéditas do RUMO, como um show ao ar livre na praça Benedito Calixto, produzido pelo teatro Lira Paulistana, no aniversário da cidade de São Paulo. Com mais de 30 canções, temos aqui um registro bastante fiel do trabalho desenvolvido pelo RUMO no período de 1974 a 1992.


Oficina: pipamodelismo e encontro de empinadores - festa de pipas no céu da cidade
Sábado, 25 de janeiro, às 15h

Com a presença de Ken Yamazato e equipe, o público poderá aprender um pouco mais sobre a arte de projetar e criar modelos de pipas. Ao fim da oficina, as pipas tomarão o céu da cidade, como um símbolo de liberdade e um presente de aniversário para São Paulo e sua Universidade. Ken Yamazato é apaixonado por pipas/papagaios desde criança e por toda a vida tem se dedicado ao estudo e à arte de projetar e criar modelos das mais variadas cores, tamanhos e formatos. Desde 1991, Ken percorre o Brasil com seu projeto pedagógico. Entrou no o Guinness Book Brasil 98 ao empinar um “trem” de 242 pipas.


Filme: Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista
Direção: Riba de Castro
Brasil, 2013, Documentário, Português, 97 min, Livre
Sábado, 25 de janeiro, às 19h

Sete anos de intensa atividade artística revisitados ao longo de 97 minutos no documentário musical Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista. A tarefa parece difícil, mas o diretor Riba de Castro – um dos sócios do Lira, espaço cultural que agitou a vida da cidade de São Paulo entre os anos de 1979 e 1986 – amarra bem as diversas e divertidas histórias contadas pelos artistas que lá passaram. A lista não é pequena. Luiz Tatit, Ná Ozetti, Fernando Meirelles, Marcelo Tas, Passoca, Roger Moreira, Eduardo Gudin, Wandi Doratiotto, Cida Moreira, Lanny Gordin, Nelson Ayres, Amilson Godoy, Kid Vinil, Vânia Bastos, Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Alice Ruiz, Bia Aydar, Elias Andreato, Paulo LePetit, Hélio Ziskind.


Show: Sampa Midnight - Anelis Assumpção e banda com os convidados Arrigo Barnabé, Kiko Dinucci e Serena Assumpção - projeto Caixa Preta
Retirar ingresso com 1h de antecedência
Sábado, 25 de janeiro, às 21h

Como parte do projeto Caixa Preta, lançado em homenagem a Itamar Assumpção, o show Sampa Midnight traz releitura do disco homônimo de Itamar por sua filha, a cantora Anelis Assumpção com participação de Arrigo Barnabé, cantor e compositor que conviveu e criou com Itamar; Kiko Dinucci, jovem compositor paulista que assume Itamar como referência decisiva em seu trabalho; e Serena Assumpção, filha, cantora e idealizadora do Projeto Caixa Preta. Desde a morte de Itamar Assumpção, em 2003, a família do artista vem divulgando seu legado musical, com ações como o lançamento de Naná Vasconcelos, “Isso vai dar repercussão”, um ano após sua morte – 2004, e o “Livro de Canções e Histórias de Itamar – Porque que eu não pensei nisso antes?” – em 2006.


Show: Anahí – Tetê Espíndola e Alzira E
Retirar ingresso com 1h de antecedência
Domingo, 26 de janeiro, às 17h

Tetê Espíndola e Alzira E comemoram juntas em nova edição do CD Anahí, pelo selo Atração, 15 anos de atuação com o show homônimo, onde apresentam em duetos de vozes, craviola e violão, clássicos como Serra da Boa Esperança (Lamartine Babo), Sertaneja (Renné Bintencourt) e Garota Solitária (Adelino Moreira), entre outros; as irmãs sul matogrossenses dão o tom da região, com os mais conhecidos temas como: Trem do Pantanal, Chalana, a alegria das polcas Paraguaias, como Galopeira, Mercedita, em releituras que resgatam suas raízes.


Filme: Daquele instante em diante
Direção: Rogério Velloso
Brasil, 2013, Documentário, Português, 110 min, Livre
Domingo, 26 de janeiro, às 19h

Itamar Assumpção foi fonte de inspiração para Rogério Velloso na direção de Daquele instante em diante, que abriu a série de exibições de Iconoclássicos (projeto de documentários sobre artistas brasileiros contemporâneos realizado pelo Itaú Cultural). Para realizar o filme, Rogério Velloso garimpou imagens raras em acervos e arquivos particulares. Durante dois anos mergulhou em um processo intenso de entrevistas e seleção de trechos em mais de 180 horas de gravações.


SERVIÇO:
Para Sampa, Com Afeto - Filme - RumoSexta, 24 de janeiro, às 19h. Oficina - pipamodelismo e encontro de empinadores - festa de pipas no céu da cidade: Sábado, 25 de janeiro, às 15h.Filme - Lira Paulistana e a Vanguarda PaulistaSábado, 25 de janeiro, às 19hShow - Sampa Midnight - Anelis Assumpção e banda com os convidados Arrigo Barnabé, Kiko Dinucci e Serena Assumpção - projeto Caixa PretaSábado, 25 de janeiro, às 21h. Show - Anahí – Tetê Espíndola e Alzira E: Domingo, 26 de janeiro, às 17hFilme - Daquele instante em diante: Domingo, 26 de janeiro, às 19h

Tenda Cultural Ortega y Gasset - Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo -Endereço: Rua do Anfiteatro, s/n (Praça do Relógio) - Cidade Universitária, Butantã, São Paulo.Lotação: 565 lugares com projeção no telão exterior. Telefone: 3091-1933 / 3091-1778. Online: prceu.usp.br/tendaculturalortegaygasset.

Pombo Correio Assessoria de Imprensa
Douglas Picchetti - (11) 9 9814-6911
Helô Cintra - (11) 9 9402-8732


Nos dias 17 e 18 de janeiro, o projeto Sons da Nova, da rádio Nova Brasil FM, recebe no palco do Tom Jazz, em São Paulo, o cantor e compositor Filipe Catto.


Teresa Cristina canta Candeia :: Quinta, 06 de fevereiro

"De qualquer maneira, meu amor, eu canto"
Candeia

Grupo Bolinho volta em janeiro de 2014 em curta temporada com o espetáculo Velhos Amigos


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Reestreia dia 16 de janeiro de 2014 às 17h, na Praça Cel. Fernando Prestes (Metro Tiradentes) o espetáculo Velhos Amigos, projeto do Grupo Bolinho contemplado pela lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo.  A peça integra o projeto Tipografias Poéticas, desenvolvido ao longo de um ano, em três etapas, com metodologias distintas, cada qual em um bairro da cidade: Santana, Luz e Centro.
O espetáculo se apresenta também as sextas no Largo da Misericórdia, no metro Sé e aos sábados no Parque Domingos Luis no metro Jardim São Paulo, sempre às 17h.
A primeira fase, focada em intervenção urbana, foi orientada por Cristiane Esteves do grupo Opovoempé. Em seguida, a companhia Lume e Pedro Fabrício desenvolveram a mimesis corpórea, e por último, o diretor e pesquisador André Carreira se juntou ao Grupo Bolinho para colocar luz sobre a dramaturgia da cidade. Todas as fases tiveram como resultado um experimento cênico, que de alguma forma ressurgem em partes no espetáculo Velhos Amigos.
Os personagens
 Para contar essas histórias, três atores – Alexandre Ilha, Danilo Caputo e Diane Boda – entraram em casas, sentaram nas mesas das cozinhas, partilharam café e bolos com os entrevistados, tudo para captar o que havia restado como memória de uma vida quase completa. 
Em uma dessas “visitas” encontraram Geraldo (nome fictício, do personagem), viúvo, que aos 78 anos lembra-se da palmatória recebida no colégio interno, da floricultura que abriu e faliu, dos anos de casamento com a sua Elvira.
Celina Rosa (nome fictício, do personagem) encerra em si várias outras mulheres. A personagem, aos 76 anos, fez magistério, mas o marido nunca deixou que trabalhasse. A recente viuvez trouxe para Celina uma espécie de liberdade que não gozou durante a vida. Agora, as memórias de seu casamento aparecem em meio às ruínas de uma cozinha na qual recebe o público, se desvencilhando delas para seguir suas próprias vontades.
O personagem José William Facó tem Alzheimer, o que não o impede de ser mulherengo e tocar saxofone. Por causa da doença, mistura realidade e ficção. Casou-se com Rita, grande amor de sua vida. Com 20 anos a mais do que sua esposa, William sofre com as dificuldades sexuais, econômicas e mentais que a idade trouxe, se tornando um peso para sua amada. Rita não aguenta e divorcia-se de Facó, que hoje, aos 85 anos se ressente com a falta de uma companheira que lhe dê carinho, atenção e cuidados. 
A pesquisa e concepção da montagem 
Para desenvolver a estrutura do espetáculo, os integrantes do grupo optaram por perscrutar a questão da memória de moradores idosos dos bairros de Santana, Luz e Centro. Com o decorrer do tempo, além de casas, frequentaram instituições, como bailes, albergues, asilos e centros de convivência que possuem como público principal a terceira idade.
A montagem foi pensada de forma a convidar o publico para uma experiência. Uma rádio, instalada em uma praça, aliada à prática do footing (método de paquera antiga ao redor de praças – meninos caminhavam para um lado e meninas andavam no sentido oposto, com a intenção de trocar olhares quando se cruzassem), o público acompanha os personagens por “estações” montadas na praça, como se fossem cômodos de uma casa – uma sala, cozinha, banheiro. Nesses espaços de convivência com os espectadores, são trazidas à tona questões como o abandono, as dificuldades físicas, a saudade de outrora e os prazeres relacionados a liberdade da velhice.
Cerca de 40 entrevistas fizeram parte da compilação de frases, emoções, opiniões, receios e segredos contados pelos idosos. A falta do parceiro, quase sempre pela morte, revelou-se com significados diferentes para homens e mulheres: para os primeiros, resta a saudade (e lágrimas), para elas, abre-se um horizonte de liberdade, mesmo que tardia.
Histórico do Grupo
O Grupo Bolinho surgiu por meio do Programa Vocacional em 2001 e hoje encena sua sétima montagem. Os quatro primeiros espetáculos Anfitrião7 Pecados, Mahagony Até Ai Morreu o Neves foram realizados em palco italiano, nas montagens posteriores o grupo optou por apresentações em espaços alternativos e na rua.
Contemplados duas vezes pelo Programa para Valorização de Iniciativas Culturais - VAI, circularam em 2008 por unidades da Fundação CASA  com o espetáculo Graças a Deus e em 2009 iniciaram uma pesquisa sobre Liberdade na COHAB Taipas, tendo como resultado o espetáculo-intervenção Liberdades.
Desde 2012 realiza sua pesquisa sobre velhice, que já foi contemplada pelo Edital de Ocupação de Espaço no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso – CCJ. Em outubro de 2012 foi contemplado pela 21ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, resultando no espetáculo Velhos Amigos.
Ficha Técnica – Velhos Amigos

Concepção e Dramaturgia: Grupo Bolinho
Elenco: Alexandre Ilha, Danilo Caputo e Diane Boda
Orientação de Pesquisa: Luciano Gentile 
Orientação Artística: André Carreira, Cristiane Zuan Esteves, Pedro Felício, Raquel Scotti Hirson – Lume Teatro
Direção de Arte: Vivianne Kiritani
Direção Musical: Claudio Calunga
Preparação Corporal: Sueli Andrade
Desenho de Som: Otavio Correia
Programação Visual: Gustavo Federico
Produção: Thais Guabiraba


Serviço - Espetáculo "Velhos Amigos"

Temporada: 16 a 25 de janeiro de 2014
Dias 16 e 23/01/2014: Praça Cel. Fernando Prestes - Metro Tiradentes – Horário: 17h
Dias 17 e 24/01/2013: Largo da Misericórdia - Metro Sé – Horário: 17h
Dias 18 e 25/01/2014: Parque Domingos Luis - Metro Jardim São Paulo - Horário: 17h
Recomendação: Livre/ Duração: 60 minutos


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