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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Quartas Musicais do SESI - 03 de novembro – apresenta Paula Lima

Mais uma oportunidade de conhecer e curtir o show de Paula Lima

SESI / Rio Claro- AGENDA CULTURAL ESPECIAL FERIADO

SESI


AGENDA CULTURAL ESPECIAL DE FERIADO E ELEIÇÃO!



PARA VOCÊ QUE NÃO IRÁ VIAJAR NESTE FERIADÃO, VENHA APROVEITAR A MELHOR PROGRAMAÇÃO CULTURAL DE RIO CLARO E REGIÃO!

INGRESSOS COM 1H DE ANTECEDÊNCIA, TIRAGEM DE 2 (DOIS) POR PESSOA!

Paula Lima 24NOV no Teatro das Artes Shopping Eldorado

Unindo Beleza e Arte, Davene Quartas Musicais apresenta:


Paula Lima - Quarta - 24 de Novembro -21h

Teatro das Artes
Shopping Eldorado 3o. piso (Pinheiros)

Vendas na bilheteria do Teatro ou pelo Ingresso.com - 4003-2330

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

5ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas

Serão apresentados 22 espetáculos de grupos de teatro de rua de todo o Brasil em espaços públicos de São Paulo, entre 5 a 14 de novembro, em mostra organizada pelo MTR/SP (Movimento de Teatro de Rua de São Paulo). Cortejos e debates completam a Mostra.


A 5ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas é uma realização do Movimento de Teatro de Rua de São Paulo, co-patrocinada pela Secretaria Municipal de Cultura com apoio da Funarte (Fundação Nacional de Artes) e da Cooperativa Paulista de Teatro.

O evento apresenta grupos que pesquisam a linguagem do teatro de rua. O objetivo da Mostra é proporcionar novas oportunidades para os criadores dessa arte, buscando apoio institucional e espaços para apresentações. O evento aponta também para a importância da realização de debates e publicação de vivências estético-teóricas dos grupos, ampliando a reflexão e a troca de experiências que resulta em apuro estético e aperfeiçoamento das linguagens de cada coletivo.

Os grupos envolvidos nesta edição são de Recife (Movimento de Teatro Popular de Pernambuco - MTP), São Paulo (14 grupos: Capital, Campinas, São José dos Campos, Presidente Prudente, Santos e São José do Rio Preto), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Belém (PA). Após cada espetáculo, haverá bate papo com o público no mesmo espaço onde ocorreu a encenação.

O Movimento de Teatro de Rua de São Paulo, desde 2002, agrega diferentes grupos e companhias, pensadores e afins que defendem a existência de políticas públicas permanentes para garantir a continuidade de pesquisa, produção e circulação do teatro de rua. O Movimento propõe ações reflexivas em âmbito nacional e regional sobre a relação do teatro de rua com as cidades, defendendo o espaço público aberto como local de criação, expressão e encontro. O MTR-SP busca um novo significado para esses lugares, dando-lhes vida por meio da arte, retirando as pessoas, ainda que por alguns momentos, do ritmo urbano acelerado e lhes permitindo a distração, o riso, o sonho e a crítica; coisas que a arte propicia.


Programação resumida -
5ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas


05/11 - sexta-feira

20h – Cerimônia de abertura e homenagem ao MTP/PE
Local: Teatro Studio 184 (Praça Franklin Roosevelt, 184 – Consolação)

· 06/11 - sábado
14h – Cortejo de abertura
Local de saída: Praça do Patriarca - Centro
Encerramento: Rua Teodoro Baima (em frente ao Teatro de Arena) - Consolação.
15h – Anuário Imaginário - Cia. Baitaclã (São Paulo/SP) – Duração: 50 min.
Local: Rua Teodoro Baima – Consolação
20h – Homem, Cavalo e Sociedade Anônima
Cia. Estável de Teatro (SP/SP) – Duração: 70 min.
Local: Arsenal da Esperança (Rua Dr. Almeida Lima, 900 – Brás)


•07/11 - domingo
11h – O Filhote do Filhote de Elefante - Esquadrão da Vida (Brasília/DF) – Dur.: 45 min.
Local: CICAS - Centro Indep. de Cultura Altern. e Social (Av. do Poeta, 740 – Jd. Julieta)
16h – Quem Ensinou o Diabo a Amassar o Pão?
Grupo de Teatro Popular Vem Cá Vem Vê (MTP/PE) – Duração: 50 min.
Local: Praça do Casarão (ao lado da estação Vila Mara, Jd. Helena - ZL)
17h – Diásporas – Uma Dispersão da(s) Humanidade(s)
Poesis (MTP/PE) - Duração: 50 min.
Local: Praça do Casarão (ao lado da estação Vila Mara, Jd. Helena - ZL)

· 08/11 - segunda-feira
12h – O Negrinho do Pastoreio - Oigalê CAT (Porto Alegre/RS) - Duração: 50 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)
15h – Sombras da Luz - IVO 60 (São Paulo/SP) - Duração: 60 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)
18h –Aconteceu no Brasil Enquanto o Ônibus Não Vem –
Arte da Comédia (Curitiba/PR) - Duração: 60 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)

•09/11 - terça-feira
12h – Circo do Só Eu - Barracão Teatro (Campinas/SP) – Duração: 60 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)
15h – O Comecim das Coisas
La Cascata Cia. Cômica (São J. dos Campos/SP) – Duração: 55 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)
18h - Êta Vida - Teamu & Companhia (MTP/PE) - Duração: 55 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)

•10/11 - quarta-feira
12h – Reprise – Cia. La Mínima (São Paulo/SP) - Duração: 55 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)
15h – Reis de Fumaça - Companhia do Feijão (São Paulo/SP) - Duração: 50 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)
18h – A Farsa do Advogado Pathelin
Circo Teatro Rosa dos Ventos (P. Prudente/SP) - Duração: 70 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)

•11/11 - quinta-feira
12h – Terra Papagalli - Trupe Olho da Rua (Santos/SP) - Duração: 90 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)
18h – Este Lado Para Cima – Isto Não é Um Espetáculo
Brava Companhia (SP/SP) - Duração: 80 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)

•12/11 - sexta-feira
12h – O Pavão Misterioso
Forrobodó de Teatro e Cultura Popular (São J. Rio Preto) - Duração: 60 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)
18h – Fio de Pão – A Lenda da Cobra Norato
In Bust - Teatro c/ Bonecos (Belém/PA) - Duração: 50 min.
Local: Praça do Patriarca (Centro)

•13/11 - sábado
12h – A Festa da Rosinha Boca Mole
Mamulengo da Folia (São Paulo/SP) - Duração: 45 min.
Local: Sacolão das Artes (Av. Cândido José Xavier, 577 – Pq. Santo Antônio, ZS)
16h – O Básico do Circo
Núcleo Pavanelli de Teatro de Rua e Circo (SP/SP) - Duração: 60 min.
Local: Praça do Campo Limpo (Campo Limpo, ZS)

•14/11 - domingo
12h – Cortejo de Encerramento
Saída e retorno: Centro Cultural Arte em Construção
(Av. dos Metalúrgicos, 2100 - Cidade Tiradentes, ZL)
13h – Mercadores de Liberdade
Ifá-Rhadhá de Art’Negra (MTP/PE) - Duração: 45 min.
Local: Centro Cult. Arte em Construção - (Av. dos Metalúrgicos, 2100 – Cid. Tiradentes)
14h – Espetáculo: A Herança de Nós Todos
Grupo Arteiros (MTP/PE) - Duração: 50 min.
Local: Praça 65 (próxima ao Terminal Velho e Centro Cultural Arte em Construção)


Assessoria de imprensa
Verbena Comunicação – Tel (11) 3079-4915 / 9373-0181 – eliane@verbena.com.br

Movimento de Teatro de Rua - SP: http://mtrsaopaulo.blogspot.com
Selma Pavanelli (11) 8591-7734 e Áurea Karpor (8337-5168) e Noemia Sacaravelli (11) 8353-4499
















Blackbird, com Cristina Cavalcanti e Nelson Baskerville -REESTRÉIA

      BLACKBIRD, DE DAVID HARROWER REESTREIA NO VIGA ESPAÇO CÊNICO

Lançada no Festival de Edimburgo em agosto de 2005 e prêmio Lawrence Oliver de melhor peça inédita de 2007, a montagem brasileira - que estreou em setembro no Teatro dos Parlapatões reúne no palco Cristina Cavalcanti e Nelson Baskerville, sob a direção de Alexandre Tenório. O texto é um fascinante, intenso e provocativo drama que trata das seqüelas e dos distúrbios emocionais causados pela brusca interrupção de um relacionamento.

Sob a direção de Alexandre Tenório, com os atores Cristina Cavalcanti e Nelson Baskerville no palco, BLACKBIRD volta para temporada agora na Sala Piscina do Viga Espaço Cênico, a partir do dia 29 de outubro, sexta-feira, às 21 horas.

Numa sala abarrotada de lixo, usada como refeitório pelos funcionários de uma empresa, um homem e uma mulher se reencontram. A última vez que se viram foi há 20 anos, num quarto de hotel. Desde, então, tentam se reerguer, em vão. BLACKBIRD trata de como as atitudes do passado afetam o presente de forma irreversível, e questiona tudo o que sabemos sobre amor, culpa e moral.

Inspirada num caso que aconteceu nos Estados Unidos, a peça, contudo, não é nem de longe uma dramatização do real. Num intenso jogo de palavras de pouco mais de uma hora, os dois personagens se confrontam e dissecam o tabu que eles próprios viveram, mas cujo nome são incapazes de pronunciar, vivendo momentos de amor e ódio, nostalgia e rancor, sedução e desespero.

Depois de trabalhos na televisão, o ator Nelson Baskerville (que no teatro esteve com peça “Quando Nietzsche Chorou”) volta aos palcos paulistanos movido pela paixão despertada pelo texto de Harrower. Segundo ele, o texto é capaz de provocar uma discussão na qual não há lugar para julgamentos de valores, de certo ou errado. “O espectador fica num estado de tensão constante que oscila entre sensações antagônicas e inesperadas.”

O texto é de uma poesia ímpar. O jornal New York Times o apontou como “magistral, hipnótico, extraordinário, um milagre”. As palavras, quando não são interrompidas, ficam atravessadas na garganta. Na peça quase não há pontuação. “Para mim os pontos deixavam tudo muito rígido, muito conclusivo. A forma a que cheguei espelha melhor a incerteza destas pessoas, que estão sempre fazendo círculos em torno uma da outra. Também não conseguia escrever linhas que fossem até o fim do papel. Se você olha o texto parece um pouco com uma escultura. E, modéstia à parte, eu acho bonito”, diz Harrower.

“O resultado em cena é uma espécie de staccato, um estilo similar ao de David Mamet, em que a trama vai se revelando gradualmente, através de sugestões e das intenções dos atores”, conclui. Diante de tamanho sucesso, ele diz que será um desafio se superar. “Depois de BLACKBIRD vou ter que repensar sobre o que escrever, qual é o meu estilo, qual é a minha voz.”, diz o autor do texto David Harrower.

Segundo o diretor Alexandre Tenório, a dramaturgia do escocês David Harrower apresenta uma série de características inovadoras que vão além do próprio tema. “O aspecto formal do texto nos coloca diante de um novo tipo de realismo, muito mais próximo da linguagem falada, ao mesmo tempo em que valoriza a composição sonora de uma obra destinada ao palco.” A escrita em linhas quebradas, a constante ausência de pontuação, a economia de rubricas, pausas e silêncios desenham a respiração e dão aos intérpretes e à direção inúmeras opções de abordagem de expressão.

Para Cristina Cavalcanti, BLACKBIRD vem ao encontro do foco de interesse da Visceral Companhia, que tem pesquisado intensamente dramaturgia contemporânea do mundo todo, haja vistos seus últimos trabalhos: um russo, um norueguês e um inglês, todos escritos depois do ano 2000.
(texto dos próprios atores)


Sobre o autor
Nasceu em 1966 em Edimburgo. Sua primeira peça, "Faca nas Galinhas", estreou em 1995, numa produção do Bush Theatre e do Traverse, com direção de Philip Howard. Logo obteve sucesso nos mais importantes palcos europeus. "Nunca tinha ido ao teatro, não tinha dinheiro", declarou Harrower, que ganhava a vida lavando pratos. Escreveu: "Matem os Velhos, Torturem Suas Crias" (1998), "Presença" (2001), "Terra Negra" (2003), "A Recusa" (2006), "Blackbird" (2006), "365" (2008), "Cinzas de Sangue" (2009), "Começar de Novo" (2009) e "Caixa de Surpresas" (2009). Adaptou "A Crisálida", do romance de John Wyndham (1999), "Seis Personagens à Procura de um Autor', de Pirandello (2001), "Ivanov", de Tcheckov (2002) e "Büchner", de Woyzeck (2002), "Contos das Florestas de Viena", de Ödon vön Horváth (2003), "A Alma Boa de Setsuan", de Bertolt Brecht (2008), "Sweet Nothings", de Arthur Schnitzler (2009). Traduziu "Menina no Sofá", e "Púrpura", ambas de Jon Fosse.


Sobre Alexandre Tenório
Graduado em direção teatral pela Universidade do Rio de Janeiro em 1980, Alexandre Tenório tem dirigido principalmente textos contemporâneos, sendo os mais recentes A SERPENTE NO JARDIM, de Alan Ayckbourn, ATO ÚNICO, de Jane Bodie, ANNA WEISS, de Michael Cullen, PAISAGEM E SILÊNCIO, de Harold Pinter. Também dirigiu LENDO PINTER, ciclo de leituras de peças de Harold Pinter. O MONTA CARGAS, de Harold Pinter; GENTE FINA É A MESMA COISA / NÃO EXPLICA QUE COMPLICA, de Alan Ayckbourn; ENTRE QUATRO PAREDES (HUIS CLOS), de Sartre; NOITE DE GUERRA NO MUSEU DO PRADO, de Rafael Alberti; ANNA CHRISTIE, de Eugene O’Neill; Como tradutor, seus mais recentes trabalhos incluem AS PONTES DE MADISON de Robert James Waller (também adaptação), LOUCOS DE AMOR, de Sam Sheppard, O ZELADOR de Harold Pinter.
Para roteiro

BLACKBIRD – De 29 de outubro a 19 de dezembro , na Sala Piscina do VIGA Espaço Cênico. Autor – David Harrower. Direção – Alexandre Tenório. Elenco – Cristina Cavalcanti e Nelson Baskerville. Tradução - Alexandre Tenório. Censura – 16 anos. Duração – 70 minutos. Temporada – Sexta e Sábados às 21 horas, domingos às 19 horas. Ingressos – R$ 40,00 (meia-entrada para estudantes, classe artística e pessoas acima de 65 anos). Capacidade - 74 lugares. Em cartaz até 19 de dezembro.

VIGA ESPAÇO CÊNICO – Telefone (11) 3801 1843 - Rua Capote Valente, 1323 - CEP: 05409-003 (entre a rua Heitor Penteado e a Amália de Noronha). Próximo ao metrô Sumaré.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Deu Jazz na Pompéia 2010

Show de Roberta Campos, amanhã -SP

Olinda homenageia Antônio Campos

Sarau no Centro da Terra - 27 de outubro



O Teatro do Centro da Terra realiza, dia 27 de outubro, às 20h30, a décima edição do sarau de poesia Noites na Taverna, que vem acontecendo desde janeiro deste ano, sempre na última quarta-feira do mês com lotação esgotada. Poetas e simpatizantes recitam poesias, letras de músicas, textos curtos, obras próprias ou tiradas de um cardápio poético, especialmente elaborado para a ocasião pelo poeta Frederico Barbosa.




Noites na Taverna - o Sarau do Centro da Terra é uma parceria com a Poiesis - Organização Social de Cultura. A rústica taverna, onde acontece o evento, é parte do cenário do espetáculo-aventura O Ilha do Tesouro, de Ricardo Karman (em cartaz desde 2005) e funciona de verdade (com venda de bebidas e petiscos). Cada participante recebe uma senha na bilheteria do Teatro do Centro da Terra (Rua Piracuama, 19) e logo é encaminhado até o local da Taverna. Os convidados são recebidos pelo anfitrião Ricardo Karman para “noites poéticas e autóctones, autenticamente paulistanas”, como o próprio diz.


O singular espaço é o complemento ideal para este evento poético, cujo nome - Noite na Taverna - é uma homenagem ao livro homônimo de Álvares de Azevedo que, escrito em prosa, traz contos macabros, com histórias de amor, lascívia e morte. Seus personagens são devassos que se apaixonam por mulheres perdidas ou virgens misteriosas que terminam por se perder. Essa atmosfera do século XIX, de exagerado romantismo, é revisitada pelo anfitrião Ricardo Karman no Sarau do Centro da Terra. Assim como no livro de Álvares de Azevedo, as pessoas se reúnem em torno de uma mesa para beber, conversar e recitar.

A iluminação é tênue condizente com o cenário (paredes com toras de madeira crua e mesas e banquetas rústicas). Cada participante, antes de recitar, puxa o cordão acima da mesa e aciona o sino da taverna: este o o sinal de que um poema tomará conta do silêncio que se faz neste momento.

Sarau: Noites na Taverna – O Sarau do Centro da Terra
Dia 27 de oautubaro - quarta-feira - 20h30
Local: Teatro do Centro da Terra
Rua Piracuama, 19 – Sumaré/SP - Tel: (11) 3675-1595
Ingressos: grátis (retirar senha com 30 minutos de antecedência na bilheteria)
Duração: 1h30 - Lotação: 40 pessoas – Classificação etária: 18 anos
Serviço de bar (aceita somente cheque e dinheiro) - Acesso universal
Estacionamento grátis (vagas limitadas)

Site: www.cenrodaterra.com.br – E-mail: sarau@centrodaterra.com.br

Mineiros e paulistas participam da Mostra (SP + MG).X de 6 de novembro a 12 de dezembro

Mineiros e paulistas participam da Mostra (SP + MG).X para comemorar 10 anos do Grupo XIX na Vila Maria Zélia



Grupo de Teatro XlX apresenta mostra com 10 espetáculos de teatro, apresentados de 6 de novembro a 12 de dezembro, no Belenzinho. Entrada franca


Uma das boas revelações do teatro nos últimos tempos, o Grupo XIX de Teatro apresenta a Mostra (SP + MG).X, de 6 de novembro a 12 de dezembro, na Vila Operária Maria Zélia, sede da companhia, no Belenzinho, zona Leste de São Paulo. Na programação, 10 coletivos, entre produções de Belo Horizonte, São Paulo e Sorocaba. Em comum, o trabalho de pesquisa, que extrapola a produção de espetáculos e explora lugares e espaços inusitados. As peças Hysteria (2001), Hygiene (2004) e Arrufos estão no repertório das produções do XIX, que completa 10 anos de estrada em 2011. A mostra traz também a estreia do novo trabalho da diretora Maria Thaís, Experimento Prometeu, da Cia Balagan.

Sobre a parceira

O projeto consagra a relação estreita entre o Grupo XIX de Teatro, de São Paulo, e grupos teatrais de Belo Horizonte. Esse ‘namoro’ se desenrola desde 2007 quando o Grupo XIX de Teatro convidou a premiada companhia Espanca!, de Belo Horizonte, para realizar uma prática cênica em conjunto. O que era apenas um exercício despertou o desejo em ambos os grupos de transformar esse experimento no espetáculo Marcha para Zenturo – estreou no FIT 2010, de São José do Rio Preto, com temporada em São Paulo prevista para janeiro de 2011.

A mostra é resultado dessa parceria entre grupos mineiros e paulistas, que possuem pesquisa e estética semelhante a do Grupo XIX. "É para a continuidade desta rede de troca estética e política que a Vila Maria Zélia (sede do Grupo XIX) abre suas portas para receber os parceiros de Minas Gerais, assim como seus parceiros locais; coletivos que têm um vínculo com o Grupo XIX, seja por meio dos Núcleos de Pesquisa, seja por afinidades e admiração mútuas", afirma Juliana Sanches, atriz do Grupo XIX.

Vila Maria Zélia

É a primeira vila operária do Brasil, construída em 1917, no Belenzinho, antigamente habitada pelos operários das tecelagens de juta, e que hoje conta com cerca de 200 casas com mais de 600 habitantes. Sua arquitetura européia com casarões, armazéns e colégios do começo do século, está tombada pelo Condephat desde a década de 90. A sede do grupo funciona desde 2004 no antigo prédio do boticário da vila, ainda original, onde há um galpão, hoje conhecido como Armazém da Vila.


Grupo XIX e a Vila Maria Zélia

A permanência do grupo na Vila Maria Zélia tem chamado a atenção para a necessidade do restauro e preservação desse espaço, e apontado a vocação cultural do mesmo. Prova maior disso é que hoje outros coletivos cumprem suas temporadas na Vila. Esse movimento tem impulsionado ainda mais um outro importante projeto do grupo: os “Núcleos de Pesquisa” do Armazém XIX, que já cumpre seis anos de exercício.

Os diferentes núcleos ao longo do ano, sob a orientação dos artistas do Grupo XIX, desenvolvem diversas pesquisas nas áreas de atuação, direção, dramaturgia, corpo e direção de arte. No total, mais de mil artistas já participaram destas atividades e delas tem surgido novos coletivos teatrais. Para 2011, estão previstos 5 novos núcleos com cerca de 100 vagas públicas. "Públicas, e não gratuitas, já que é graças a uma lei conquistada pela mobilização da classe teatral, que coloca a arte e a cultura como responsabilidade do Estado, que podemos contar hoje com uma subvenção que garante a continuidade de nossos trabalhos", explica Juliana Sanches.


Programação da Mostra (SP + MG).X

1.GRUPO ZAP 18 - ESTA NOITE MÃE CORAGEM (BH)
Dia 6 nov - 20h e 7 nov - 19h

2.GRUPO TEATRO KUNYN – DIZER E NÃO PEDIR SEGREDO (SP)
Dia 6 nov - 23h59

3.GRUPO TRAMA DE TEATRO – JOHN & JOE (BH)
Dia 12 nov - 21h, 13 nov - 20h e 14 nov - 19h

4. SOLO PARA COISAS QUASE ESQUECIDAS (criação coletiva) (BH)
Dia 13 nov - 17h e 14 nov - 16h

5.GRUPO BALAGAN – EXPERIMENTO PROMETEU (estreia!) (SP)
Dia 20 nov - 20h e Dia 21 nov - 19h

6.GRUPO TEATRO INVERTIDO – PROIBIDO RETORNAR (BH)
Dia 26 nov - 21h, Dia 27 nov - 20h e Dia 28 nov - 19h

7.GRUPO AS GRAÇAS – NAS RODAS DO CORAÇÃO (SP)
Dia 28 nov - 16h
8.IN MEMORIAN (criação coletiva) (SP)Dia 4, 5 ,11 e 12 dez - 16h

9.PRONTO PRA MUDAR (criação coletiva) (SP)Dia 4 dez - 20h e Dia 5 dez 19h

10.GRUPO MANTO – RESUMO DE ANA (SP)
Dia 11 dez - 20h e Dia 12 dez - 19h

Para ROTEIRO

Mostra (SP + MG).X – Estreia dia 06 de novembro, sábado, às 20h, no Armazém da Vila, na Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, 50 – Belenzinho - São Paulo. Informações e contato (11) 2081 4647. Capacidade: 100 pessoas. Estacionamento: gratuito dentro da Vila Maria Zélia. Possui acessibilidade a portadores de deficiência física. Entrada Franca Retirar ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria do Armazém da Vila. contato@grupoxixdeteatro.ato.br / www.grupoxixdeteatro.ato.br

Classificação etária: xxxx anos.

SINOSES
Dia 6 de novembro às 20h e 7 às 19h
Peça - Esta noite mãe Coragem - Grupo Zap 18 (BH)

Produzido no ano em que o grupo completou 25 anos de vida, Esta Noite Mãe Coragem é fruto de uma opção política que permeia o trabalho do grupo desde a construção de sua sede própria na periferia de Belo Horizonte. A opção pela borda, pela margem, aliada ao estudo do teatro épico, tendo como base o teórico e dramaturgo alemão Bertolt Brecht. Ao se deparar com a história da comerciante Ana Fierling que percorre com sua carroça a guerra dos trinta anos, e perde cada um de seus filhos. O grupo encontrou semelhanças com a realidade vivida por muitas mães brasileiras que têm seus filhos envolvidos pelo tráfico e que, por muitas vezes, não percebem que seu comportamento endossa a atividade criminosa do filho.

Grupo ZAP 18

A ZONA DE ARTE DA PERIFERIA - ZAP 18 é um espaço artístico e cultural, que além, de montagens teatrais, se dedica à formação de atores e educação de jovens por meio da arte. A associação é um desdobramento da Cia Sonho & Drama, grupo que se tornou conhecido por produzir sua própria dramaturgia, inspirada em textos da literatura universal. Desenvolve, desde 2002, o projeto ZAP TEATRO ESCOLA & AFINS, que oferece gratuitamente oficinas de teatro para jovens, e de capacitação para atores da periferia, além de receber artistas para mostras, debates e trocas.

A ZAP 18 integra, junto com os grupos Trama e Atrás do Pano, o projeto Cena Coletiva, que leva ao Interior de Minas Gerais uma proposta de formação de públicos e platéias e de formação artística continuada. Desde 2009, publica a revista Caderno da Zap, trazendo reflexões sobre seus processos de montagem e textos críticos de seus colaboradores.

Ficha técnica:
Direção: Cida Falabella. Dramaturgia: Antonio Hildebrando. Música original/ Direção Musical: Maurilio Rocha. Preparação vocal: Elisa Santana, Renata Andréa, Júlia Branco. Preparação corporal: Elisa Belém. Cenário/Figurinos: Ivanil Fernandes, Antônio Hildebrando. Iluminação: Carlos Rocha. Montagem de luz: Orlan Torres do Nascimento. Projeções: Lucas Costa. Elenco: Elisa Santana, Antônia Claret, Gustavo Falabella Rocha, Ludmilla Ramalho, Éderson Clayton, Arethuza Iemini, Júlia Branco, Carlos Felipe, Renata Andréa, Wesley Rios, Thiago Macedo. Músicos: Francisco Falabella Rocha, Robert Moura



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Dia 6 de novembro às 23h59
Peça – Dizer e Não pedir Segredo - Teatro Kunyn (SP)
O espetáculo é um mergulho no universo da homossexualidade masculina no Brasil,sob uma perspectiva histórico-social. Pretende-se falar do que seria a construção de uma identidade gay em paralelo a construção de uma identidade brasileira. Nesse sentido, o texto da peça, criado de forma colaborativa pelos atores e direção, embaralha os tempos, vai e volta cronologicamente, e constrói, numa linha evolutiva, um olhar sobre o desejo. Falar sobre a questão de gênero é sobretudo falar da complexidade abissal que envolve o desejo humano. É tarefa árdua e perigosa, e se deve evitar, a todo custo, que a moral compareça, que o bom senso impere e que o julgamento se instaure. É preciso aceitar a diferença. Este espetáculo é dedicado à memória de Ivan Kraut.

Grupo Teatro Kunyn

O coletivo Teatro Kunyn nasceu da necessidade de artistas oriundos de diferentes grupos teatrais desenvolverem uma pesquisa temática e formal diferenciada em suas respectivas trajetórias, e tendo como referência o fazer teatral colaborativo. O Teatro Kunyn é formado por artistas do Grupo XIX de Teatro, do Núcleo EntreLinhas de Teatro e do Teatro da Travessia. Este projeto foi realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo através da Secretária do Estado de Cultura – ProAc.


Ficha técnica:
Criação, pesquisa e dramaturgia: Ivan kraut , Luis Gustavo Jahjah, Luiz Fernando Marques, Paulo Arcuri e Ronaldo Serruya. Direção: Luiz Fernando Marques. Elenco: Luiz Gustavo Jahjah, Paulo Arcuri, Ronaldo Serruya. Assistência de direção: Daniel Viana. Iluminação: Wagner Antônio. Figurinos e adereços: Ligia Yamaguti. Fotografia: Adalberto Lima
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Dia 12 de novembro às 21h, 13 às 20h e 14 às 19h
Peça – John & Joe – Grupo Trama de Teatro (BH
As amigos John e Joe encontram-se diariamente no inusitado bar Aqui Jazz e embalados por conhaque e boa música, eles levam e são levados pela rotina da vida. No entanto, um acontecimento inusitado pode mudar o rumo dessa amizade... Ou não. O espetáculo, com texto inédito da húngara naturalizada suíça Ágota Kristof, traz uma discussão sobre o poder corrosivo do dinheiro.



A escolha deste texto vem ao encontro do desejo do Grupo Trama de levar ao palco uma discussão sobre o valor do capital na sociedade atual e sobre o poder que o dinheiro exerce nas relações humanas. Na autora, o Trama encontrou um texto simples e bastante profundo que consegue tocar em questões cruciais que regem o sistema capitalista.

Grupo Trama de Teatro

O Grupo Trama de Teatro foi fundado no ano de 1998, por atores vindos da extinta Cia. Sonho & Drama. Surgiu da vontade desses atores de criar um grupo teatral, cuja premissa era o despojamento cênico e a valorização do trabalho do ator, conjugados ao pensamento critico e à reflexão. A partir de 2007, o grupo sentiu a necessidade de realizar uma crítica reflexão sobre o seu fazer teatral. Como uma das prioridades do grupo sempre foi mostrar a realidade brasileira, partiu desse pressuposto para fazer um estudo mais profundo dessas raízes. Com diversas atuações, na tentativa de buscar identificar ícones de resistência da cultura popular e compartilhamento de idéias, ações e pensamentos, o grupo tenta ampliar seu ideal. Acreditando cada vez mais no teatro que valoriza as relações humanas e a força da cooperação. Assim, o Trama tenta transformar a vontade inicial que moveu a criação e fundação do grupo, em ações significativas para a sociedade.

Ficha técnica:
Texto: Ágota Kristof. Tradução: Aryanne Perrottet e Joaquim Elias. Direção e Trilha Sonora: Eid Ribeiro. Assistente de Direção: Lucélia Saturnino. Elenco: Carlos Henrique, Chico Aníbal e Epaminondas Reis. Iluminação: José Reis e Carlos Henrique. Técnico de luz: José Reis. Cenário e projeto gráfico: Estevão Machado. Cenotécnico: Geraldo Belmiro. Figurino: criação coletiva. Fotos: Bruno Vilela. Produção Executiva: Patrícia Matos. Assistente de Produção: Michelle Sá.
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Dia 13 de novembro, às 17h e 14 às 16h

Peça – Solo para coisas quase esquecidas (criação coletiva) (BH)
Uma menina e uma gaiola. Entre as duas, um caminho. A casa-dor, a casa-amor, o ninho que se (re)conhece. A saída de casa. Na saída de casa, o retorno. Vestígios da passagem de alguém. Às vezes voltar para casa é só se esquecer que partiu.

Ficha técnica:
Concepção: Carla Normagna e Júlia Branco. Direção: Carla Normagna. Elenco: Júlia Branco. Colaboradores: Ludmilla Ramalho e Gui Augusto . Cenário: Eduardo Andrade e Christiana Quady. Cenotécnico: Cristiano Diniz. Figurino: Paolo Mandatti e Christiana Quady . Vídeos: Gabriel Sanna. Trilha Sonora: Luiz Rocha. Luz: Milena Pitombo. Textos: Philippe Minyana (tradução de Assis Benevenuto e Thell Guerson), Maria Gabriela Llansol, Julia Panadés, Carla Normagna e Júlia Branco. Produção: Renata Corrêa . Arte Gráfica: Luísa Horta


Dia 20 de novembro às 20h e 21, às 19h
Peça – Experimento Prometeu (Estreia!) - GRUPO BALAGAN (SP)
Experimento Prometeu
Como Hesíodo expressa nos seus poemas Teogonia e Os Trabalhos e os Dias, Prometeu, um dos titãs, foi quem deu o fogo aos humanos. Em uma guerra pelo poder, o titã, tendo lutado contra sua própria linhagem, permanece ao lado de Zeus, que o responsabiliza pela distribuição dos dons divinos entre homens e a natureza. Nas Metamorfoses de Ovídio, Prometeu está intimamente ligado ao elemento humano por ter sido o autor da criação do homem à imagem dos deuses a partir de uma porção de lodo. Prometeu (aquele que pensa antes) divide tal responsabilidade com seu duplo, Epimeteu (aquele que pensa depois). Este, imprudente, distribui todas as qualidades aos animais esquecendo-se do homem. Zeus, insatisfeito com tal distribuição e tendo sido ludibriado em favor dos humanos por Prometeu, na repartição dos lotes de um sacrifício, expulsa os homens do banquete divino.

Em resposta à separação entre homens e deuses, Prometeu então rouba o fogo criado pelo ferreiro Hefesto, escondendo-o em uma férula oca. Prometeu teria ensinado os homens a usar o fogo e é assim que através deste mito os gregos explicam o aparecimento do fogo na terra, proporcionando ao homem o conhecimento, a aritmética, as artes, a domesticação de animais e a adivinhação do futuro. Para castigar Prometeu, Zeus pede a outros deuses que criem a primeira mulher, Pandora, carregando uma caixa onde estariam todos os males do mundo. Oferecida como presente ao titã previdente, quem acaba por abrir a caixa de Pandora é o imprudente Epimeteu. Os males então são distribuídos à humanidade, restando na caixa apenas a esperança (ou expectação). Instaura-se assim o tempo e a mortalidade. Ainda com o intuito de punir Prometeu, Zeus ordena que ele seja preso ao Cáucaso para ser torturado por Ethón, uma águia filha do monstro Tífon, que durante o dia lhe devora o fígado incessantemente; mas este regenera-se durante a noite. Mais tarde, Prometeu é libertado por Hércules, que mata a águia

Ficha Técnica:
Direção: Maria Thaís. Elenco: Ana Chiesa Yokoyama, Antonio Salvador, Gisele Petty, Gustavo Xella, Jean Pierre Kaletrianos, Leonardo Antunes e Natacha Dias. Coro: Hilda Gil, Martha Travassos, Vera Monteiro e Vera Sampaio. Cenografia: Marcio Medina. Assitente de Cenografia: Thereza Faria. Figurino: Márcio Medica e Carol Badra.Iluminação: Fábio Retti. Assistente de Iluminação e técnico: Mauricio Coronado. Direção Musical: Gregory Slivar. Dramaturgia: Leonardo Moreira. Preparação Vocal: Jean Pierre Kaletrianos.Dança dos Orixás:Wellington Campos. Cadernos Pedagógicos: Gabriela Itocazo. Registro de Vídeo: Caetano Gotardo. Produção: Maristela Tetzlaf. Administração e Secretaria: Déborah Rocha Penafiel

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Dia 26 de novembro às 21h, 27 às 20h e 28 às 19h.
Peça – Proibido Retornar - Grupo Teatro Invertido (BH)

Um retirante do interior abandona sua cidade natal e se transfere para a capital em busca de oportunidades. Contrapondo suas memórias afetivas à realidade cruel e competitiva do ambiente urbano, o personagem guia os espectadores por seus sonhos e desejos, deteriorados em meio à padronização das relações humanas e às imposições do mercado de trabalho. Esse espetáculo é resultado do projeto de pesquisa "Ator Invertido - Cinco Sentidos para a Construção da Cena", iniciado em 2007. Ele reafirma o interesse do grupo pela pesquisa e criação em processos colaborativos, com os próprios atores assumindo a direção e a dramaturgia do espetáculo. Ao longo da narrativa os sentidos de cada espectador são instigados em diferentes níveis. O olfato, a visão, a audição, o paladar e o tato convidam o público a mergulhar na história, resgatando suas memórias.

Grupo Teatro Invertido

O Teatro Invertido surgiu em 2004 com objetivo de aprofundar a pesquisa em treinamento do ator e criação cênica iniciada por seus integrantes no curso de graduação em teatro da UFMG. A cada nova montagem o grupo reafirma seu interesse pela investigação artística e pela colaboração como princípio ético do trabalho criativo. A busca por uma retomada da função social do teatro e sua comunicação com o espectador comum são as principais motivações dos processos criativos do grupo, que possui em seu repertório cinco montagens: Nossa Pequena Mahagonny (2003), Lugar Cativo (2004), Medeiazonamorta (2006), Proibido Retornar (2009) e Estado de Coma (2010). Em comemoração aos sete anos de trajetória profissional, o Teatro Invertido lança o livro “Cena Invertida: Dramaturgias em Processo”, que reúne uma série de artigos de especialistas sobre o trabalho do grupo, além das cinco dramaturgias originais desenvolvidas para seus espetáculos.

Ficha técnica:
Direção: Camilo Lélis, Kelly Crifer, Rita Maia e Rogério Araújo. Atuação: Camilo Lélis, Kelly Crifer, Leonardo Lessa e Rita Maia. Dramaturgia: Camilo Lélis, Kelly Crifer, Leonardo Lessa, Rita Maia e Rogério Araújo. Preparação vocal: Ana Haddad. Preparação corporal: Leandro Acácio. Cenário/ figurinos e Criação gráfica: Paolo Mandatti. Iluminação: Felipe Cosse. Trilha sonora: Ricardo Garcia. Realização:Grupo Teatro Invertido. Produção: Giovanna Almeida
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Dia 28 novembro às 16h
Peça - Nas rodas do coração - AS GRAÇAS (SP)

Comédia musical que narra a história de uma companhia de teatro mambembe que apresenta seu repertório pelas ruas da cidade de São Paulo. Enquanto a peça está sendo encenada, as atrizes descobrem as falcatruas da dona da companhia e tentam, nos bastidores, desmascarar os golpes da vilã. O espetáculo é inspirado nos sambas de Adoniran Barbosa e na estrutura do melodrama, sendo encenado em cima de um ônibus teatro itinerante.

Concepção - Nas Rodas do Coração conta com a estrutura do melodrama e os temas e músicas de Adoniran Barbosa - concebido com endereço certo: as ruas. Seus sambas percorrem os bairros da cidade contando as histórias dos anônimos que dividem a marmita, são despejados, sobrevivem às enchentes, alegres ou tristes recorrem à cachaça e moram longe, em barracos. Utilizando a linguagem viva falada nas ruas, Adoniran retrata São Paulo como ninguém, conferindo humor e melancolia às desventuras da metrópole. Falando em teatro popular bem feito lembramos de Ednaldo Freire, que tem uma pesquisa de longa data sobre este tema e o convidamos para a direção do espetáculo.

Ficha técnica:
Direção: Ednaldo Freire. Texto: Regina Galdino. Músicas: Adoniran Barbosa. Direção Musical: Mário Manga e Adilson Rodrigues. Elenco: Daniela Schittini, Eliana Bolanho, Juliana Gontijo, Vera Abbud Figurinos e Cenário: Kleber Montanheiro. Coreografia: Fernando Neves. Fotos: Flávio Pires. Produção: As Graças.
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Dias 4, 5, 11 e 12 de dezembro às 16
Peça – In Memoriam (SP)

Inspirado pelo filme japonês Wandafuru Raifu (Depois da Vida), do cineasta Hirokazu Kore-eda, a peça convida a platéia a participar de um acontecimento inevitável em nossas vidas: a morte. Uma hipótese é apresentada à platéia do que poderia ocorrer depois desse momento: a tarefa de fazer uma escolha sobre suas próprias vidas. In Memoriam não é uma peça sobre a morte ou sobre a vida após a morte. É uma peça interessada na vida como afetividade, fluxo, vibração e intensidade. Uma cena, uma vida.

In Memoriam foi criado a partir de um Núcleo de Pesquisa do Grupo XIX de Teatro, em 2009, dentro do Projeto de Residência Artística, na Vila Maria Zélia. Nessa pesquisa foi possível vivenciar o conjunto urbano existente e seus edifícios históricos, desenvolvendo assim uma cartografia afetiva, uma possibilidade de apreensão do espaço através de um olhar que permite uma zona híbrida de fricção entre a vida e a morte, o passado e o presente.
Ficha técnica:
Direção: Paulo Celestino. Texto: Criação Coletiva. Atores: Aryane Bueno Mattosinho, Fernanda Perez, Flávio Drumond, Mayana Neiva, Michelle Gonçalves, Pedro Ponta, Olga Torres, Raquel Fernandez, Rodrigo Vieira, Sol Faganello e Victor Lucena. Preparação de Improvisação: Tereza Gontijo. Figurinos: Rodrigo Vieira. Coordenação de Produção: Michelle Gonçalves
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Dia 4 de dezembro às 20h, e 5 às 19h
Peça – Pronto pra Mudar (SP)

Pronto para mudar nasceu em 2008 do encontro das atrizes Michelle Gonçalves, Mimi Bonnenfant e Priscila Jácomo no Núcleo de Pesquisa “O limite como estudo”, orientado por Janaina Leite e Juliana Sanches - integrantes do Grupo XIX de Teatro. Convencidas da potência do que havia nascido naquele período de investigação e experimentação, deram continuidade à pesquisa temática e estética brotada ali. As artistas evoluíram, então, para uma relação de co-autoras, onde Janaina e Juliana assumem a função de diretoras na criação de uma cena de 15 minutos, vencedora do “Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto” em Belo Horizonte e do “Festival Dulcina de Moraes de Cenas Curtas” em Brasília. Com o apoio do Proac, a peça “Pronto para Mudar” tem previsão de temporada em fevereiro de 2011.

Ficha técnica:
Criação e concepção: Janaína Leite, Juliana Sanches, Michelle Gonçalves, Mimi Bonnenfant e Priscila Jácomo. Elenco: Michelle Gonçalves, Mimi Bonnenfant e Priscila Jácomo. Direção: Janaína Leite e Juliana Sanches. Provocação Dramatúrgica: Cássio Pires. Dramaturgia, cenário, iluminação e trilha sonora: Criação coletiva. Produção: Michelle Gonçalves e Mimi Bonnenfant. Direção de Arte e figurinos: Rodrigo Vieir
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Dia 11 dezembro às 20h e 12 às 19h
Peça – Resumo de Ana – Grupo Manto (SP – Sorocaba)
O espetáculo é uma adaptação do romance homônimo do escritor sorocabano Modesto Carone (vencedor do Prêmio Jabuti de 1999) e apresenta, em um jogo épico/dramático, a história de duas vidas simples, comuns a toda classe operária afetada pelo processo capitalista de industrialização.

Um século resumido por cinco atores e um violeiro, que encenam a vida de pessoas comuns operários, comerciantes agentes fieis que construíram e que constroem a paisagem humana das nossas cidades, hoje metrópoles modernas, mas que ainda guardam muito dos mitos e falsas promessas de uma industrialização desigual e concentradora de riquezas.
Remontando um mosaico da memória de forma precisa e concisa, entremeando os mitos da industrialização de São Paulo à precariedade da vida pobre no interior, a narrativa busca o sentido da experiência de duas vidas resumidas Ana e seu filho Ciro, avó e tio do narrador e autor.

Grupo Manto
Desde 2003 o Grupo Manto desenvolve seus trabalhos em Sorocaba (SP), relacionando suas criações em ocupações de espaços públicos abandonados ou mal aproveitados, revelando assim, seu potencial para uma atividade cultural. Aliando em seus processos, uma atividade de formação artística, ao proporcionar inúmeras oficinas teatrais, palestras públicas e um encontro entre atores experientes e aspirantes em seus espetáculos, o grupo busca preencher uma lacuna nas opções de desenvolvimento cultural de sua cidade. Em seus oito anos, o Grupo Manto sempre com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura (LINC) para a Cidade de Sorocaba, criou também os seguintes espetáculos: Romeu e Julieta (2003), O Circo Guaraciaba (2005) e Christo Rei O Musical da Paixão (2007).

Ficha técnica:
Mostra (SP + MG).X - De 6 de novembro a 12 de dezembro. Projeto idealizado pelo Grupo XIX de Teatro, com apresentação de 10 peças. No Armazém da Vila (galpão sede do Grupo XIX), na esquina da Rua dos Prazeres com a Rua Cachoeira, na Vila Operária Maria Zélia, no Belenzinho, zona Leste de São Paulo. Direção e Cenário: Rodolfo Amorim. Produção: Luciano Leite. Texto: Clayton Mariano. Elenco: Eli André Corrêa, Osnival Búfalo, Patrícia Nolasco, Valter Chanes e Vanessa Bueno Violeiro e Sonoplastia: Maurício Toco. Figurinos e Adereços: Felipe Cruz . Iluminação: Michel Fogaça. Vídeos: Beto de Faria. Contra-regra: Estefânia Mendes. Capacidade – 100 pessoas. Estacionamento - dentro da própria vila, gratuito. Possui acessibilidade a portadores de deficiência física. Ingressos – grátis, devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do espaço.
http://www.grupoxixdeteatro.ato.br/


Informações à Imprensa
Arteplural Comunicação
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2º edição da Mostra Brasileira de Stand-Up

Cinco semanas de humor no Teatro Juca Chaves


Durante cinco semanas, o evento reúne apresentações de craques do gênero como Angela Dip, Bruno Motta, Fábio Porchat, Geraldo Magela, Marcelo Madureira, Marcelo Mansfield e Márcio Ribeiro, além de lançar novos nomes, como Maíra Dvorek e Rudy Landucci. Idealização de Fernando Padilha e Clarissa Rockenbach.



A Mostra de Stand-up Comedy vem se consagrando como um evento fixo do calendário de espetáculos no Brasil. Sucesso em sua primeira edição, a segunda versão – que já passou pelo Rio, Curitiba, Goiânia e Belo Horizonte e ainda percorrerá um número maior de capitais – chega a São Paulo com dimensão nacional. Com curadoria do ator Marcelo Mansfield, um dos precursores do gênero no Brasil, e realização da PadRok Produções Culturais, a 2º edição da Mostra Brasileira de Stand-Up Comedy acontece de 29 de outubro a 28 de novembro, de sexta a domingo, no Teatro Juca Chaves.

A programação intensa é compactada em cinco semanas, com uma sessão às sextas-feiras, duas aos sábados e duas aos domingos. Serão dois artistas por noite, em apresentações de 30 minutos cada, com um terceiro fazendo a abertura de 10 minutos. Assim, somam-se cinco apresentações por semana – sextas às 22h; sábados às 22h e 23h30 e domingo às 19h e 20h30.

A Mostra de Stand-up Comedy reúne 15 artistas, entre os grandes nomes do stand-up nacional, como Angela Dip, Bruno Motta, Fábio Porchat, Marcelo Mansfield e Márcio Ribeiro. Esta edição lança artistas como Maíra Dvorek e Rudy Landucci, e firma nomes ainda não muito conhecidos do grande público, como Ben Ludmer, Carol Zoccoli, Marcelo Oliosi (Smigol), Murilo Couto, Murilo Gun e Renato Tortorelli. Foram inseridos, ainda, artistas que nunca haviam participado da mostra, como Marcelo Madureira e Geraldo Magela.

1º edição já foi sucesso
A 1º edição do projeto, no ano passado, levou mais de 10 mil espectadores ao Teatro Nair Bello, no Shopping Frei Caneca, em São Paulo, reunindo 6 artistas, em apresentações solo. Depois disso, percorreu capitais como Belo Horizonte, Curitiba e Goiânia, com um elenco que reunia alguns dos grandes nomes do stand-up nacional (Angela Dip, Diogo Portugal, Fábio Porchat, Fábio Rabin, Fernando Caruso e Marcelo Mansfield). "Foi sucesso logo na primeira semana, com sessões esgotadas, confirmando nossa primeira impressão de que o evento teria fôlego para acontecer anualmente", diz Clarissa Rockenbach uma das idealizadoras do projeto.

Conhecido como uma forma americana de fazer humor, a stand-up comedy conquistou o público brasileiro, que já agregou esse tipo de humor à sua cultura. Hoje, aquilo que já foi produto americano se tornou brasileiro por apropriação de estilo. O comediante se apresenta sem cenário, sem figurino, sem trilha sonora, sem piadas conhecidas, ou seja, de cara limpa. É um humor puramente cotidiano, baseado em experiências e impressões do humorista.

Existem regras para que o show seja de fato considerado stand-up: o artista precisa se apresentar sozinho e com texto próprio; sem usar trilha sonora ou qualquer tipo de sonoplastia, sem personagens caracterizados ou com figurino. A ideia é que o ator seja ele mesmo e evidencie o lado mais engraçado de sua personalidade, seja com um olhar peculiar sobre a sociedade, a vida cotidiana ou outros assuntos.


"Só no Youtube são mais de 20 milhões de acessos a humoristas brasileiros de stand-up. São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba vêm se tornando exponenciais nesse tipo de comédia", afirma o produtor Fernando Padilha. “O projeto propõe a formação de uma plateia atenta e assídua. Por isso foram reunidos grandes nomes do stand-up nacional, em um formato que permite que, numa única apresentação, o público possa conferir três humoristas, com estilos diferentes”, explica o curador Marcelo Mansfield.

Clarissa conta que a idéia da mostra surgiu a partir de um convite feito pelo SESC Ribeirão Preto, para "criarmos uma programação de humor no Verão, intitulado Ta Rindo de Quê?". O gênero ainda não era tão disseminado, ela e Fernando Padilha, sócio e marido, convenceram os artistas (Angela Dip, Cláudio Torres Gonzaga, Fábio Porchat, Fernando Caruso e Marcelo Mansfield) a aumentar seu repertório de 15 para 50 minutos. "Um desafio que nos instigou. A cada semana percebíamos um público crescente com ingressos esgotados para todos os solos. Vimos na prática o potencial do gênero stand-up comedy."

A mostra tem, entre seus objetivos, popularizar ainda mais o gênero stand-up, mostrar os diferentes tipos de humor e sedimentar o evento no calendário cultural do País, criando oportunidades para novos humoristas. Para a produtora Clarissa Rockenbach, "serão cinco semanas para agitar a vida cultural do paulistano e ficar marcado na história como o maior evento de stand-up já realizado na cidade".

Sobre algumas das apresentações

Marcelo Mansfield
“Nas minhas apresentações, sempre procuro mostrar coisas novas, mas também alguns clássicos desses 5 anos desde que comecei com o stand-up. Meu foco são assuntos com os quais já estou acostumado: meia idade, viagens e relacionamentos.”

Carol Zoccoli
“No meu show falo sobre as desgraças da minha vida, como ser muito baixinha e estar em um mundo onde tem muitas coisas que eu não concordo. O pior é que o mundo não está nem aí para o fato de eu não concordar com ele. Ou seja, tudo o que eu falo no meu show é absolutamente dispensável.”

Rudy Landucci
"Tenho um estilo performático. Nas minhas apresentações, misturo as observações do cotidiano com imitações e vozes. Falo sobre meu medo de avião, as consequências de confiar no GPS, apresentadores de TV, mulheres e outros temas.”


Marcelo Oliosi (Smigol)
“Meu texto é baseado na minha vida de repórter cobrindo matérias sobre esportes – atualmente repórter do Canal Sportv -. Falo sobre futebol, Olimpíadas e televisão.”


Programação da 2º Mostra Brasileira de Stand-Up Comedy

DIAS ABERTURA 1º CONVIDADO 2º CONVIDADO SEX, 22h00 MURILIO GUN BRUNO MOTTA GERALDO MAGELA

SÁB, 22h00 MAÍRA DVOREK MARCELO MADUREIRA MÁRCIO RIBEIRO
SÁB, 23h30 ANGELA DIP RUDY LANDUCCI MARCELO MANSFIELD
DOM, 19h00 RENATO TORTORELLI CAROL ZOCCOLI MARCELO OLIOSI
DOM, 20h30 BEN LUDMER MURILO COUTO FÁBIO PORCHAT

Sexta-feira, 22h: Murilo Gun, Bruno Motta e Geraldo Magela


MURILO GUN
O comediante é pioneiro do stand-up no Nordeste. Seus vídeos foram vistos por mais de 3 milhões de pessoas no YouTube. Participa do grupo Tripé da Comédia, em Recife. Murilo é uma das revelações de stand-up comedy, tendo participado de diversos programas de televisão, entre eles Fantástico e Domingão do Faustão, pela Rede Globo.


BRUNO MOTTA
Formado em publicidade, com passagem pelos cursos de jornalismo e administração, desde que participou do Prêmio MultiShow de Bom Humor, em 98 – o ator Bruno Motta não parou mais. Foram vários espetáculos e participações na TV, o que transformaram em um dos humoristas de stand-up mais conhecidos do Brasil. Considerado por Chico Anysio como um dos mais talentosos humoristas da atualidade. Com participações em programas como Altas Horas, Jô Soares, Hebe, Fantástico, Zorra Total, entre outros. Atualmente é redator chefe do núcleo de humor da MTV, que inclui o Furo MTV e o 15 Minutos, com Marcelo Adnet. É um dos principais nomes de espetáculos como ImproRiso e Improvável, grande fenômeno na internet e no teatro.

GERALDO MAGELA
Único humorista cego do Brasil. Na infância, foi vendedor de picolé, bolinho de espinafre e carregador de feira. Quando adulto, fez como a maioria dos deficientes visuais: vendeu loteria. Também fez locução em lojas, anunciando diversos produtos do tipo. A carreira artística começou no rádio como ouvinte. Ganhou um concurso no programa do maior nome do rádio mineiro, Aldair Pinto. O locutor pediu que Magela fizesse algumas imitações e o convidou a participar do seu programa. Depois, passou a ter um programa só seu e trabalhou em diversas rádios mineiras. A primeira experiência em televisão foi na Rede Minas, apresentando um programa de rádio dentro da TV, chamado Rancho Fundo. No teatro, começou com a peça Radioatividade. Logo depois, apresentou o show Cegos, Mancos e Loucos. Em 1996, lançou o show que o consagrou, Ceguinho é a Mãe, no programa Jô Soares Onze Meia, ainda no SBT. A partir daí sua carreira decolou.

Sábado, 22h - Maíra Dvorek, Marcelo Madureira e Márcio Ribeiro
MAÍRA DVOREK
Atriz, escritora, fotógrafa e dançarina. Estreou no teatro aos 13 anos, no espetáculo Play Strindberg. Em 2001, ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival da Cultura Inglesa, com o espetáculo Courting Disaster, de Margaret Wood. Atuou em 2002 na peça Nervos de Deus, de Paul Schreber. Participou de O Diabo e o Bom Deus, de Jean Paul Sartre e Brechtianas Kabaré. Em 2005, estreou o monólogo dramático Mukhtaran - Ensaios sob a Guerra, com textos de Peter Weiss e Bertolt Brecht, no SESC Belenzinho, em turnê até hoje. Em 2007, participou do seriado O Sistema (TV Globo). Em 2009, se destacou no stand-up em Confissões de Acompanhantes. É membro do Núcleo de Cinema, dirigido por Ivan Feijó.

MARCELO MADUREIRA
Formado em Engenharia de Produção pela UFRJ. Trabalhou no BNDES até 1990. Integrante do grupo Casseta & Planeta (TV Globo), o qual é formado por seis humoristas, trabalham juntos desde 1978. É redator e ator da TV Globo desde 1989. Seu programa semanal de televisão - Casseta & Planeta Urgente, é um dos Programas de maior audiência do Brasil. Casseta & Planeta Urgente é também um grupo multimídia, já tendo gravado três discos de sucesso. Além disso, produzem programas de rádio, filme, tele-piadas, jogos em CD-Rom, publicam livros de humor, e durante esses 22 anos editaram várias revistas, até mesmo numa versão em quadrinhos. Ainda, divide com Hubert, também integrante do C&P, a coluna Agamenon, do jornal carioca O Globo.

MÁRCIO RIBEIRO
Fundador do Clube da Comédia e do Comédia ao Vivo, em seu show, conta como sua vida mudou radicalmente após seus 2 enfartes. Com muito humor, discorre sobre suas origens, internação na UTI, stress do trânsito, sobre parar de fumar e principalmente sua nova condição em relação às mulheres. Tudo isso sobre a ótica muito bem humorada de um enfartado. Ator e redator há mais de 20 anos. Conhecido nacionalmente por apresentar o programa infantil X-Tudo, na TV Cultura, onde trabalhou por 10 anos, passando pelo humorístico Uma Escolhinha Muito Louca (Band). Atualmente está no elenco de Malhação ID (TV Globo).


Sábado, 23h30 - Angela Dip, Rudy Landucci e Marcelo Mansfield

ANGELA DIPAtriz e humorista trabalhou nos programas infantis Ilha Rá-Tim-Bum, Castelo Rá-Tim-Bum e Rá-Tim-Bum, pela TV Cultura. Ainda na tevê, esteve nas novelas Dance Dance Dance (Band), Estrela de Fogo e Sem Limites para Sonhar (Record), Pérola Negra (SBT) e na minissérie Maysa (TV Globo). No cinema, atuou nos filmes Castelo Rá-Tim-Bum, de Cao Hambúrguer, Lua Cheia, de Alan Fresnot, Terremoto, de Beto Brant, Quanto Vale ou É por Quilo?, de Sérgio Bianchi e Bodas de Papel, de André Sturm. No teatro, destacou-se em O Barril, Closer, Hotel Lancaster, Terça Insana e Humor de Quinta. Atualmente está no elenco de Malhação ID (TV Globo).


RUDY LANDUCCI Ator e radialista. Uma das grandes revelações do stand-up paulistano. Foi integrante do programa Transalouca pela Rádio Transamérica e Transalouca na TV exibido pela rede CNT. Interpretou personagens como Dona Cida, Silmara e Zézão, além das mais de 120 imitações. Entrevistou mais de 700 personalidades nacionais e internacionais. Com o quadro Zézão Visita, alcançou 1 ponto no ibope, conseguindo a melhor marca da CNT em cinco anos. Ainda na Rádio Transamérica, foi ator e redator do quadro To Doido. É convidado para participar dos melhores grupos de São Paulo, pelo seu estilo performático e criativo, abusando das imitações no palco.

MARCELO MANSFIELD
Iniciou sua carreira em performances nas cidades de Boston e Los Angeles, USA. De volta ao Brasil, uniu-se ao grupo Harpias, com Angela Dip e Giovanna Gold. Participou de várias novelas e minisséries, entre elas Mulheres de Areia, Chiquinha Gonzaga, Celebridade e Desejos de Mulher, todas pela TV Globo. Na TV Cultura, fez parte do elenco do premiado Rá-Ti-Bum e X-TUDO. Na década de 80, teve seu próprio programa de Humor na TV Gazeta, o Marcelo Mansfield Show, e por oito anos esteve à frente do TVlândia, pelo Canal SP da TVA. Mansfield fez um estágio em comédia de situação em Hollywood, acompanhando as gravações dos seriados The Nanny e The Naked Truth. Atualmente é o mestre de cerimônias do grupo Clube da Comédia. Integrou o elenco do programa Zorra Total (Rede Globo), com o personagem Seu Banana, inspirado em um personagem de grande sucesso, o Seu Merda, criado para a Terça Insana.

Domingo, 19h - Renato Tortorelli, Carol Zoccoli e Marcelo Oliosi (Smigol)
RENATO TORTORELLI
Humorista, redator publicitário e roteirista da tradicional revista de Humor MAD. É integrante do grupo de stand-up Comédia na Cara. Participou do quadro Quem Chega lá do Domingão do Faustão, além do quadro stand-up no Programa Brothers (Rede TV). Atualmente está em cartaz com o solo Pois É e ao lado do Carlinhos (Mendigo) e Vinicius (Glu Glu) da Record, com o show Fala Sério. Citado como uma das grandes revelações do stand-up paulistano pela Revista Època e pelo Jornal Diário de SP. Participa do programa Galera Gol na Rádio Transamérica.


CAROL ZOCCOLI
Mestre em filosofia pela Universidade de São Paulo - USP, Carol Zoccoli escreve e apresenta seus textos de comédia stand-up há dois anos e meio. Em novembro de 2009, estreou a primeira peça de sua autoria, a comédia 50 Minutos, em que também atuou, sob a direção de Nany People. Foi finalista, em 2009, do concurso Oitavo Integrante do Programa CQC (Band). Apresenta o programa Transalouca 4.0 pela Rádio Transamérica, e é roteirista do programa É Tudo Improviso, veiculado pela Band.


MARCELO OLIOSI (SMIGOL)
Smigol é jornalista, humorista, atleta e comediante de stand-up. Começou sua carreira como jornalista na antiga Rádio Cidade, depois passou para Oi FM integrando a equipe do Rockbola, onde ficou durante 5 anos. Fez parte também de um programa semanal na SporTV, o Pisando na Bola. Nesta mesma época, cobriu as Olimpíadas em Pequim, pela OI FM. Atualmente, foi contratado pelo Canal Campeão como repórter e apresenta matérias diárias nos programas SporTVnews e Tá na Área. Ao lado de Felipe Absalão, apresentam o espetáculo Comédia à La Carte, no Rio de Janeiro.


Domingo, 20h30 - Ben Ludmer, Murilo Couto e Fábio Porchat
BEN LUDMER
Ator, humorista e mágico desde 1988. Seu espetáculo conta com um humor inteligente que, interagindo com a plateia, quebra o mito de que a mágica deve acontecer longe do público. Revelado por Jô Soares em seu programa, já em sua primeira entrevista mostrou sua veia cômica e o talento em aliar comédia e magia. Em 2006, foi uma das atrações do Congresso Internacional de Mágicos realizado em SP. Por 2 anos foi diretor artístico do FENOMA, maior Festival de Mágicos do Nordeste. Em recente turnê pelos EUA, se apresentou em importantes destinos turísticos, como Las Vegas e Walt Disney World. Faz parte dos grupos Seleção do Humor e ImproRiso.


MURILO COUTO
Ator de formação. Natural de Belém do Pará, tem 22 anos. Iniciou sua trajetória no mundo da stand-up, após ganhar um concurso para iniciantes promovido por Rafinha Bastos. Como prêmio, foi a São Paulo abrir o solo do comediante. De volta à Belém, ficou em cartaz numa casa de humor da cidade durante três meses. Acabou formando seu próprio grupo de comédia, o Em Pé Na Rede, que passou dez meses em cartaz na mesma casa. Devido ao sucesso do grupo, ganhou o prêmio Top de Cultura e foi convidado para fazer shows no Rio e em SP com os grupos mais importantes de stand-up do País. Atualmente Murilo integra o elenco principal de Malhação ID (TV Globo) e dos grupos Comédia Carioca e Comédia em Pé.


FÁBIO PORCHAT
Ator, redator e diretor. Um dos fundadores do primeiro grupo de stand-up comedy do Brasil, o Comédia em Pé, que está em cartaz ininterruptamente há quatro anos. Referência em todo o país com seu estilo de humor histriônico que cativa as platéias, o ator já se apresentou em Portugal e no Japão. Roteirista de diversos programas de humor da Rede Globo, Porchat é um dos criadores do quadro Exagerados, do Fantástico, e atualmente está no programa Tudo Junto e Misturado (TV Globo), ao lado de Bruno Mazzeo, como ator e roteirista.


Para ROTEIRO
2º MOSTRA BRASILEIRA DE STAND-UP COMEDY – Estreia: dia 29 de outubro, sexta-feira, às 22h, no Teatro Juca Chaves. Temporada: de 29 de outubro a 28 de novembro 2010. Capacidade: 350 lugares. Curadoria: Marcelo Mansfield. Idealização: Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha. Humoristas: Angela Dip, Ben Ludmer, Bruno Motta, Carol Zoccoli, Fábio Porchat, Geraldo Magela, Maíra Dvorek, Marcelo Madureira, Marcelo Mansfield, Marcelo Oliosi (Smigol), Márcio Ribeiro, Murilo Couto, Murilo Gun, Renato Tortorelli, e Rudy Landucci. Duraçãa: 70 minutos. Classificação etária: 14 anos. Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada). Dias e horários: sextas às 22h, sábados, às 22h e 23h30 e domingos, às 19h e 20h30. Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação / Fernanda Teixeira. Assistente de Produção: Rafaela Andrade. Administração e Leis de Incentivo: Andréia Porto. Produção Executiva: Clarissa Rockenbach. Direção de Produção: Fernando Padilha. Realização: Pad Rok Produções Culturais. www.MOSTRAdeSTANDUP.com


Teatro Juca ChAves (Dentro do Hipermercado EXTRA Itaim) - Rua João Cachoeira, 899 Itaim Bibi. Bilheteria: (11) 3168 2015. Capacidade: 350 lugares. Estacionamento gratuito. Ar-condicionado. Possui acessibilidade a portadores de deficiência física. Bilheteria aberta das 9h às 18h, de segunda a quinta, e a partir das 14h até o início do espetáculo de sexta a domingo. Aceita dinheiro e cheque. Ingressos também pela internet, via www.ingresso.com

Samba de Quinta - Sábado

Coquetel e Leilão de Arte Contemporaneo Beneficente

quinta-feira, 4 de novembro - MuBE-SP

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

CULTURA - SESI RIO CLARO -SP

Antes de embarcar para Europa, Calígula faz última temporada em SP


Sucesso de crítica e público em São Paulo e depois de turnê nacional e temporada popular no Rio, com direção de Gabriel Villela, Calígula reestréia dia 5 de novembro no VIVO para encerrar a turnê brasileira




Depois de uma temporada de sucesso em São Paulo, capital e interior, turnê por 10 capitais brasileiras (Brasília, Campo Grande, Porto Alegre, Vitória, Salvador,Natal, Recife, Rio de Janeiro e Fortaleza) e Prêmio CONTIGO 2009 de melhor espetáculo e melhor ator (THIAGO LACERDA), a peça Calígula volta a São Paulo. Encerra a turnê brasileira e comemora quase 40 mil pessoas de público em 4 meses de temporada. No elenco, Thiago Lacerda, Claudio Fontana, Magali Biff , Cesar Augusto, Pedro Henrique Moutinho, Rogerio Romera e Helio Souto Jr


O diretor Gabriel Villela traz de volta a São Paulo sua montagem de Calígula, um dos maiores textos teatrais do século 20, peça clássica do escritor argelino/francês Albert Camus (1913-1960), dia 5 de novembro, sexta-feira, no Teatro VIVO, para uma temporada comemorativa, de sexta a domingo.

Comemorativa em função do sucesso de público e crítica na turnê nacional e preparando-se para encerrar a temporada em Lisboa, em 2011. Com tradução de Dib Carneiro Neto, a peça traz no elenco Thiago Lacerda (Calígula), Magali Biff (Cesônia), Cláudio Fontana (Cherea), César Augusto (senador romano e Ruffius, o poeta), Rogério Romera (Hélicon), Pedro Henrique Moutinho (Scipião, poeta) e Helio Souto Jr. (intendente do tesouro romano e Metellus, poeta). Cláudio Fontana, Rogério Romera, César Augusto e Helio Souto Jr. estreiam em São Paulo, não tendo participado da temporada anterior.


Escrita por Albert Camus (Prêmio Nobel de Literatura por sua obra em 1957) em 1942, a peça é a história de Gaius Caesar Germanicus, conhecido por Calígula, terceiro imperador romano, reinante entre 37 e 41, que ficou conhecido pela sua natureza extravagante e por vezes cruel. Calígula é o filho mais novo de Germânico e Agripina, bisneto de César Augusto. Ele irrompe em cena após a morte de Drusilla, sua irmã e amante, para expressar seu desejo de impossível - a lua, ou a felicidade, ou a vida eterna -, seu novo programa de vida - é preciso ser lógico até o fim, a todo custo - e sua descoberta do que acarretará como sendo a verdade absoluta - os homens morrem e não são felizes.


Calígula constata o absurdo e decide levá-lo às últimas consequências, perdendo os limites do poder, da liberdade, da razão, negando todos os laços que o prendem ao gênero humano. Definida pelo próprio Camus como uma tragédia da inteligência, Calígula traz uma compreensão de que ninguém pode salvar-se sozinho, nem pode ser livre à custa dos outros.

Sobre a montagem

Com duração de 1h40, a montagem de Gabriel Villela aproveita a perspectiva da arte dentro da arte, “A anatomia da peça é a metalinguagem”, diz o diretor, que explora o recurso do metateatro, e sempre na linha do teatro popular. A montagem valoriza a limpeza de movimentos, o tom lúdico a palavra, seguindo o padrão de Gabriel, do teatro de idéias, divertido, que não deixa o público fora da história.

Cenário e figurino
Alternando momentos de densidade dramática com outros mais irônicos, o espetáculo tem cenografia de JC Serroni. De acordo com o próprio Serroni, o cenário é moderno, clean. A ação se passa em um pátio, um castelo ou uma ruína de Roma, rodeado por bobinas de papel. Serroni trabalha com transparências obtidas por meio de telas. Elemento cênico que chama a atenção é a lua de quatro metros de diâmetro. É dela que nasce o personagem Calígula, rastejando. Calças e jaquetas de couro, os figurinos, enxutos, são assinados por Gabriel Villela. “O de Magali é mais elaborado em termos de indumentária, e em determinados momentos o de Calígula pede mais adereços”, informa o diretor.

Ficha técnica

Calígula - Estreia dia 5 de novembro, sexta-feira,às 21h30 no Teatro VIVO. Temporada – 5 de novembro a 19 de dezembro. Sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 19h. Texto: Albert Camus. Tradução: Dib Carneiro Neto. Direção e figurinos: Gabriel Villela. Cenografia: J C Serroni. Sonoplastia: Cacá Toledo e Daniel Maia. Elenco: Thiago Lacerda, Cláudio Fontana, Magali Biff, Pedro Henrique Moutinho, Rogério Romera, César Augusto e Helio Souto Jr.. Ingressos: sextas a R$ 50,00, sábados a R$ 70,00 e domingos a R$ 60,00. Desconto de 50% para clientes VIVO (com apresentação da fatura paga e identidade. Vendas pelo site www.compreingressos.com e na bilheteria do teatro Capacidade – 288 lugares. Duração – 110 minutos. Classificação etária: 14 anos. Sinopse - A história do imperador Gaius Caesar Germanicus, terceiro imperador romano, reinante entre 37 e 41, que ficou conhecido pela sua natureza extravagante e por vezes cruel.


TEATRO VIVO - Av. Dr. Chucri Zaidan, 860 - Morumbi. Telefone: 7420-1520. Estacionamento: Vallet - R$ 15,00. Capacidade: 290 lugares. Aceita todos os cartões de crédito. Ar condicionado. Acesso para deficientes. Audiodescrição para deficientes visuais e interpretação em libras para deficientes auditivos. Horário de funcionamento da bilheteria: terças e quartas-feiras das 14 às 20 horas. Quinta a domingo das 14 horas até o início do espetáculo. O Teatro Vivo oferece serviço de audiodescrição para pessoas com deficiência visual, às sextas-feiras, com reservas.






















quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Show de KATIA DOTTO hoje na FNAC

O Show SALVADOGS vem aí! A Arte ajuda a sobrevivência Animal!


Dia 17 de novembro acontecerá a 3a. Edição do Show Beneficente SALVADOGS
Anote na agenda e participe!


Mais informações:

Vermont Itaim - reservas: 11 3707-7721 http://www.vermontitaim.com.br/

Produção e Assessoria: Rose de Paulo - rosedepaulo@yahoo.com.br ou www.twitter.com/RosedePaulo

Temos camisetas com esta estampa para venda que será totalmente revertida para causa.

Música em Cena - 31 de outubro - apresenta Cantilena Esemble & Ricardo Herz

TUCCA Música Pela Cura apresenta o violonista Pepe Romero


Exposição A COR DANÇA

A exposição A COR DANÇA apresenta, na Passagem Literária da Consolação, três séries de pinturas realizadas nos últimos sete anos por Lúcia Neto, artista nascida e radicada em São Paulo. A série VISÕES focaliza cenas da vida paulistana e, nas palavras de Hélio Schonmann – que assina o texto de apresentação da mostra – ”humaniza a arquitetura da megalópole de forma lúdica e comovente. Fantasia e alegoria aqui se associam, com extrema naturalidade, à crônica do cotidiano”.


Já a série ARTEOFÍCIO tem como tema a própria arte, apresentando sempre um pintor (ou pintora) em pleno ato de criação. “Revela-se dessa forma o vínculo profundo da artista com a linguagem pictórica”, comenta Schonmann. “Estamos diante do universo plástico de uma colorista. O domínio dos meios de expressão, aliado à inventividade de Lúcia ao definir novas e surpreendentes relações cromáticas, torna seus resultados cativantes. Mas é preciso ressaltar que as virtudes dessa pintura não estão exclusivamente vinculadas à dimensão técnica. O mais importante é que a cor vem impregnada de emoção”.

Dança reúne alguns dos mais recentes trabalhos da artista, que comenta sobre essa nova série: “Danço através da cor. A figura da bailarina remete minha imaginação a um mundo onde não existe peso, esforço, limitação. Só leveza, prazer e movimento”. Hélio analisa esse trabalho, tão focado num mundo de fantasia: “Essas frágeis figurinhas, rodopiando incessantemente, definem percursos que geram um efeito quase hipnótico no observador. A forma de cada uma, ligeiramente desengonçada, faz pensar numa versão contemporânea da boneca Emília, de Monteiro Lobato. Mesmo não sendo ‘gente’, Emília celebrava a vida e seduzia a todos com sua vivacidade maliciosa, tão brasileira. Vejo muito dessa brasilidade e desse espírito de celebração nos trabalhos que serão agora expostos na Passagem da Consolação”.



SERVIÇO:
A COR DANÇA

Lúcia Neto
Abertura: 3 de novembro -16 horas
Mostra: até 30 de novembro de 2010
Horário: segunda à sexta das 7h às 22 h
sábado/domingo/feriado das 10h às 22h
Local: Passagem Literária da Consolação
(subterrânea)- esquina Paulista/Consolação

Apoio: Via Libris
Prefeitura do Município de São Paulo,
Sub Prefeitura da Sé

http://www.luciafneto.blogspot.com/

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Mesa do Autor

Um debate aberto ao público com o objetivo de debater assuntos ligados ao cotidiano de quem escrever ou pretende escrever.


Temas em discussão.

- o desafio da publicação
- a poesia de papel
- a criação de personagens

Autores Convidados
- Andrea del Fuego
- Lunna Guedes
- Rudinei Borges
Mediação. Rodrigo Capella

Quando.Quarta-feira, 20 de outubro/2010
19 horas
Onde.Rua Henrique Schaumann nº777

terça-feira, 19 de outubro de 2010

No Cinema: COMO ESQUECER

Sinopse

Júlia (Ana Paula Arosio) é uma professora de literatura inglesa, 35 anos, que luta para reconstruir sua vida depois de viver uma intensa e duradoura relação amorosa com Antônia.

Em meio a uma série de conflitos internos e diante da necessária readaptação para uma nova vida, não disfarça sua dor enquanto narra suas emoções.

Ao longo do filme, ela vai encontrando e se relacionando com outras pessoas que também estão vivendo, cada uma a seu modo, a experiência de ter perdido algo muito importante em suas vidas.

Uma trama instigante que fala de pessoas comuns enfrentando os desafios de superar as dores do passado e a busca por uma nova chance de encontrar a felicidade.

Elenco

Ana Paula Arosio…………………………….Júlia
Murilo Rosa……………………………………Hugo
Natália Lage…………………………………..Lisa
Arieta Corrêa…………………………………Helena
Bianca Comparato………………………….Carmem Lygia
Pierre Baitelli…………………………………Nani
Regina Sampaio……………………………..Selma
Marília Medina……………………………….Tutty
Gillray Coutinho……………………………..Honório
Analu Prestes…………………………………Dona Laura
Ana Kutner…………………………………….Gina
Ana Baird………………………………………..Joana
Lia Racy…………………………………………Mônica
Miriam Juvino………………………………..Claudia
Roberto Lobo………………………………..Gerente de Banco
Gabriela Bonomo…………………………….Aluna
Larissa Honorato…………………………….Menina Loira
Lilly Vieira………………………………………Moça Café
Leila Maria………………………………………Cantora
Monica de Oliveira…………………………..Saxofonista
Rodrigo Braga………………………………….Percussionista















HEBE - Gravação do DVD " HEBE MULHER"

Zérró Santos Big Band Project

Depois da maravilhosa performance com a casa cheia e receptividade inenarrável, agora dia 03 de fevereiro último no SESC Vila Mariana .


A "Zérró Santos Big Band Project"..MOSTRA NO MAIS NOVO ACONCHEGANTE ESPAÇO DE SP.""" ESPAÇO URUCÚM" E TAMBEM DIA 24 DE ABRIL EM SÃO CARLOS UMA INCRÍVEL PERFORMANCE NO SÃO CARLOS CLUBE

A versatilidade de seus arranjos e a surpreendente postura sonora do grupo, que funde temas de jazz com a brasileiríssima cadência do samba, e tudo isso sem contar as composições e arranjos próprios,e o som literalmente original.."moderno sem perder autenticidade"!! Dirigidos por Zérró Santos,Criada em 12 de dezembro de 1992,com mais de 897 apresentações a "Zérró Santos Big Band Project"com seus 23 músicos deste maravilhoso ousado projeto, apresentarão um repertório bem eclético que passa pelas toadas, baião, frevo,funk,maracatu, samba, Pixinguinha e alguns standarts da música mundial. Neste seu décimo nono ano de comemoração de atividades ininterruptas, faremos uma surpresa... A "Zérró Santos Big Band Project" é formada por 23 músicos :....!!!!seis saxofones, duas trompas, quatro trombones, uma tuba, cinco trompetes, contrabaixo, guitarra, acordeon,percussão e bateria. Segundo o Zérró, entre outros objetivos do projeto é apresentar concertos didáticos para pessoas carentes, como os meninos da Fundação Gol de Letra, do jogador Raí. Que foi o maior sucesso, uma performance inesquecível. O grupo já se apresentou também para 400 crianças no Sesc Pompéia, no projeto curumim. E numa receptividade inenarrável a impecável apresentação da "Zérró Santos Big Band Project" na favela Monte Azul...Compareçam, o som está impecável!!! MUITO BOM MESMO.......

Zérró Santos Contrabaixista, músico autodidata, arranjador, compositor e produtor, é uma das grandes personalidades da música brasileira. Dotado de uma grande técnica pessoal e aprumo musical, já esteve ao lado de grandes expoentes da música brasileira e internacional, tais como Leni Andrade, Dorival Caymmi, Miucha, Nara Leão, Nana Caymmí, Dori Caymmi, Lucio Alves, Zé Ketti, Cartola, João Nogueira, Jamelão, entre outros. Participou também das gravações de discos de nomes como Elza Soares, Martinho da Vila, Nana Caymmi, Claudio Nucci,Zé Luiz Maziott e muitos outros. No cenário internacional, só para citar alguns, tocou com Freddy Cole e integrou o trio da cantora, arranjadora e pianista norte-americana Joyce Collins - ganhadora de três prêmios Grammy.

Tocou No encerramanto do festival de Jazz de Berlin em 1982 com Paulo Moura Essemble no All Star Brazilian. Empreendedor e grande produtor, Zérró criou a espetacular “'Zérró Santos Big Band Project”, composta de uma seleta e afinada equipe de 23 músicos que, nestes 19 anos de estrada e mais de 897 apresentações, mostra um trabalho original e contemporâneo, tendo como destaque a versatilidade de seus arranjos e a surpreendente postura sonora, fundindo temas de jazz com a brasileiríssima cadência do samba. Com esta trajetória a Big Band já deliciou vários ouvidos de diferentes classes sociais, desde o 'Bourbon Street' até favelas paulistanas.


SERVIÇO:
02(novembro)às 22h.

Local: "" ""ESPAÇO URUCÚM""
Rua Cardeal Arco Verde,1598 Pinheiros
São Paulo - SP- Brazil
Tel.: (11) 2309-7409
quanto:$20,00
Cartões de Crédito : D, M, V
capacidade 220 pessoas
estacionamento proprio; do lado
www.myspace.com/zerrosantos

Formação original da "Zérró Santos Big Band Project" com 23 músicos no palco!!!!!
DOUGLAS BRAGA - sax soprano ,alto e clarinete
MAURINHO OLIVEIRA -sax alto,soprano e flauta
RODRIGO NASCIMENTO - sax alto ,soprano e flauta
CLAYTON SOUSA - sax tenor e flauta
ERIK SCHARklid - sax tenor,soprano e flauta
RICHARD FIRMINO - sax barítono,clarone contrabaixo, clarone clarim ,clarinet
EDINHO TAVARES - trompa
THIAGO DA SILVA - trompa
BABÚ RAMOS - trombone
ROBERTINHO SALES - trombone
DAVID BONE BASSL - trombone baixo
EDNARD SANTOS - trombone baixo
CESAR SOUZA - tuba
CARLINHOS ALIGATTOR -trumpete e flug.
MARKINHOS WILL -trumpete e flug
HENRIQUE MESSIAS - trumpete e flug
WAGNER GODOY - trumpete e flug
MARCOS BRAGA - trumpete e flug
HENRIQUE GOMIDE - sanfona
THIAHO HIGHT - guitarra
LUIZ BLACK -percussão
BRUNO TESSELE -bateria
ZÉRRÓ SANTOS -contrabaixo/sax-soprano / baixo elétrico e direção

Marcelo Quintanilha esta semana no TU

De Xico Abreu, Minha Mais que Amiga Árvore tem cenário, figurino e adereços feitos de material ecológico

Com iluminação colorida, recursos aromatizantes e linguagem teatral que bebeu na fonte dos gibis e da contação de histórias, peça de Xico Abreu estreou dia 9 de outubro, com as duas atrizes Nataly Nascimento e Raiani Teichmann interpretando 10 personagens diferentes.


Escrito e dirigido por Xico Abreu (de O Cravo e a Rosa e Jurassic Miusicol), o espetáculo infantil MINHA MAIS QUE AMIGA ÁRVORE é uma realização da Cia Laço do Abraço em co-produção com a XARealliz Produções Artísticas.


A peça conta a história de Berê e Pato, dois colegas de escola, amigos e vizinhos que passam as tardes se divertindo sob a copa de uma linda mangueira. A Árvore, além de enfeitar a rua com sua majestosa beleza, abriga os passarinhos e faz sombra quando está quente. A vizinhança começa a se incomodar com suas raízes, galhos, folhas e cocô de passarinho. Resolve, então, cortá-la. Indignados, Pato, que está aprendendo sobre o reino vegetal na escola, compõe uma bela canção-protesto e Berê faz cartéis e pendura nos galhos. Em vão. Apenas um milagre é capaz de desfazer o equívoco dos vizinhos e revelar-lhes a importância daquela árvore. A natureza responde de maneira simples e emocionante, interferindo no desfecho da história e transformando os vizinhos de maneira surpreendente.

A encenação
A peça traz as duas atrizes Nataly Nascimento e Raiani Teichmann, interpretando 10 personagens diferentes em trocas muito rápidas de figurino. Para isso a figurinista Lorena Zabaleta, parceira de Xico Abreu em outros infantis, criou peças práticas e flexíveis. “Toda a equipe foi orientada para criar uma atmosfera autêntica para o espetáculo, mas que bebesse na fonte dos gibis, que criasse ambientes diferentes do mundinho daquelas duas crianças”, comenta o diretor Xico Abreu. Seguindo essa orientação o cenário, assinado por Gines Perez, busca simplicidade, aproveitando um tapete de grama, uma árvore cenográfica e vários adereços para criar um clima de contação de história numa linguagem teatral.

O espetáculo conta, ainda, com recursos aromatizantes e uma iluminação bastante colorida, criada por Aline Santini. A trilha sonora, composta pelo maestro Gustavo Araújo, acompanha a narrativa do começo ao fim da peça e tira inspiração do clássico para conduzir o espectador ao universo lúdico. O maestro arranjou as cinco canções inéditas, compostas por Xico Abreu. A trilha também é uma aliada do cenário, pois é ela que delimita as mudanças de ambiente, da mangueira para a escola e da escola para a casa das crianças.

Xico Abreu conta que os ensaios foram realizados em parques. "Subimos em árvores, vimos passarinhos, fomos nos preenchendo da beleza natural da vida. Também buscamos levar ao teatro cheiros que elas encontram no campo, sons que escutam nos parques e a paz perceptível no balançar de uma árvore ao vento."

Um espetáculo sustentável
Pensando em dar o exemplo ao seu público infantil, a Cia Laço do Abraço escolheu parceiros que criassem toda a arte da peça com materiais ecológicos. O figurino de Lorena Zabaleta (Coca-Cola/FEMSA de Melhor Figurino O Cravo e a Rosa), por exemplo, é totalmente confeccionado com tecido ecológico e os adereços são feitos de sucata.

O cenário foi desenvolvido com madeira de reflorestamento. Mas a sustentabilidade começa ainda antes da peça, pois todo o material gráfico foi feito em papel reciclado, com impressão ecológica, e os convidados serão surpreendidos por um convite que guarda em seu interior uma semente e, ao ser enterrado, reserva uma planta surpresa.

Todos os espetáculos de Xico Abreu carregam questões de despertar da consciência. "Desta vez, as meninas do Laço do Abraço me pediram um infantil que tivesse a idéia da preservação ecológica, pois queriam desenvolver um trabalho especial para as escolas. Durante o processo, nossa consciência foi se despertando para a unidade com o planeta, de maneira que seria incoerente realizar uma peça que falasse e propusesse o respeito à natureza sem carregar em si o exemplo disso. Então, através de parceiros engajados nesse ideal, nós estruturamos figurinos, cenários, material gráfico, que seguissem o critério de reaproveitamento de material, reciclagem, preservação do meio ambiente e sustentabilidade. Deu certo. Há mais facilidade em encontrar pessoas com essa consciência do que imaginávamos.


Sobre o diretor
Autor e diretor de Jurassic Miusicol, e O Cravo e a Rosa (indicado a 5 prêmios Coca-Cola/FEMSA) é compositor de mais de 140 canções e autor de diversos textos para teatro. Como ator fez Idiota no país dos absurdos, de Bernard Shaw; Que bom que tá mal, de Euclydes Rocco; Non é vero, é Veríssimo, de Luis Fernando Veríssimo; The Addams, de Edmundo de Novaes, e A Fuga” de Djalma de Lima. Em TV fez Marisol (SBT), Balacobaco (Record) e Chiquititas (SBT).




Serviço
Minha Mais Que Querida Árvore, Com a Cia do Abraço – Temporada - de 9 de Outubro a 28 de novembro, sábados e domingos às 16 hs. Autor e diretor: Xico Abreu, Elenco: Nataly Nascimento, Raiani Teichmann, trilha sonora: Gustavo Araújo, iluminação: Aline Santini, figurinos - Lorena Zabaleta, cenário: Gines Perez, preparadora corporal: Evelyn Klein e preparação vocal: Sonia Andrade. Ingressos - R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Desconto de 50% sobre ingresso inteiro para clientes da Porto Seguro. Classificação livre


TEATRO CLEYDE YÁCONIS – Avenida do Café, 277 – Jabaquara. Estação Metrô Conceição Telefone (11) 5070-7018. Capacidade – 288 lugares. Estacionamento – Rua Guatapará, 170 a R$ 15,00. www.teatrocleydeyaconis.art.br