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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Projeto Adoniran apresenta Mombojó no dia 13 de setembro


Banda pernambucana mostra sucesso de sua carreira.


No próximo dia 13 de setembroquinta-feira, o Projeto Adoniran do Memorial da América Latina apresenta a banda pernambucana Mombojó, às 21 horas, com ingressos populares a R$ 15,00.

Conhecido por sua atuação na cena independente nacional, o grupo é formado, atualmente, por Marcelo Machado (guitarras), Vicente Machado (bateria e samplers), Chiquinho Moreira (teclados e samplers) e Felipe S (voz e guitarra).

Com mais de 10 anos de história e três CDs lançados, a Mombojó foi a primeira banda nacional a disponibilizar o seu trabalho gratuitamente para os fãs pela Internet.

O roteiro da apresentação no Projeto Adoniran reúne alguns temas que o Mombojó registrou ao longo de sua trajetória, sendo pontos altos de suas composições. Entre as canções, destaque para “Antimonotonia”, uma das preferidas do público, “Casa Caiada”, hit do álbum “Amigo do Tempo” e “Cabidela, uma música, segundo a banda, boa para cantarolar e pensar.

Sobre o Mombojó

Marcar a trajetória de uma banda pelos discos lançados é uma tradição no universo da arte musical. No caso da Mombojó, isso pode ser feito também para diferenciar três fases distintas de sua história. O primeiro CD, Nadadenovo, foi a obra incentivada do grupo, então com sete integrantes, praticamente toda realizada em sua cidade natal com produtores e estúdios de Recife. O segundo disco, Homem-Espuma (2006), nasceu pelo contrato com a gravadora Trama e incontáveis horas de experimentação em estúdios de São Paulo. Este foi um período de muita aprendizagem, baseada numa estrutura profissional de áudio, no uso orquestrado de metais, no contato com muitos e diferentes parceiros. Um período que se encerrou para a banda na mesma época de uma profunda crise no mercado fonográfico tradicional.

No disco mais recente, Amigo do Tempo (2010), a banda ressurge com cinco componentes e volta à independência, mas sem os incentivos da lei e com recursos próprios. Gravado ao longo de três anos em pelo menos oito estúdios diferentes, alguns montados do zero como no cenário de uma granja na cidade de Aldeia (PE), a banda incluiu nesse disco arranjos com mais instrumentos que aqueles usados nos dois discos anteriores, executados por uma dezena de convidados, inclusive da Orquestra Jovem do Conservatório Pernambucano de Música e da Orquestra Sinfônica do Recife.


Projeto Adoniran
Show: Mombojó
Dia 13 de setembro – quinta-feira – às 21 horas
Memorial da América Latina  Auditório Simon Bolívar
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda/SP - Tel: (11) 3823-4600
Ingressos: R$ 15,00 (meia: R$ 7,50) - Duração: 1 hora - Censura: Livre
Bilheteria: 14h às 19h (dia anterior) e a partir de 14h (dia do show).
Capacidade: 800 lugares. Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas.
Estacionamento (Portão 15) s/ manobrista: R$ 10,00. Entrada/pedestres: Portão 13.
Realização: Fundação Memorial da América Latina - www.memorial.sp.gov.br  
Assessoria de Imprensa – Verbena Comunicação
Eliane Verbena / Marcela Lima
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br

Espaço Parlapatões festeja seus 06 anos com leitura encenada e lançamento do livro de poesias Excêntrico, de Hugo Possolo


Dia 11 de Setembro, a partir das 19h30:

Vitrine Parlapatões Especial | Leitura encenada das poesias de Excêntrico | Lançamento do livro | Sessão de autógrafos e coquetel.



Para celebrar 6 anos de muito teatro, incontáveis eventos artísticos, cultura e boêmia, o Espaço Parlapatõesorganiza uma festa especial, com lançamento do livro Excêntrico, que traz poemas do fundador do grupo, Hugo Possolo.
A leitura encenada com Alexandre Bamba, Armando Júnior, Carmo Murano, Claudinei Brandão, Fabek Capreri, Fernanda Cunha, Hélio Pottes, Henrique Stroeter e Rodrigo Mangal, dos Parlapatões (grupo com 21 anos), contará também com os artistas convidados: Angela Figueiredo, Erika Pulga, Fernanda D´Umbra, Ivam Cabral , Jairo Mattos, Maria Manoela e Paula Cohen , interpretando algumas das poesias do livro. Acompanhados pelos músicos Paulinho Soveral e Eduardo Contrera, os atores e atrizes interpretam a dimensão dos versos em cena do palhaço, poeta e dramaturgo.

A publicação de Excêntrico – parceria dos Parlapatões e Giostri Editora – é a primeira que reúne os poemas de Possolo. O livro conta com prefácio de Marcelino Freire e orelha de Marcelo Rubens Paiva . Traz poemas de várias épocas organizados de modo a traçar um panorama de obra de um autor de teatro que atua em várias funções, como diretor, ator, cenógrafo e figurinista, mas que prefere ser chamado de palhaço. Sua dramaturgia, de humor cáustico, traz algumas letras de música, versos ou construções de aspecto lírico que denunciam sua ligação intensa com a literatura. Não à toa, o título do livro é uma referência direta à nomenclatura dada aos palhaços no Circo: branco e excêntrico.

Programação:
A noite de festa começa com a edição especial do Vitrine Parlapatões, evento musical que acontece todas as terças, às 19h, no Palco do Bar, com transmissão ao vivo pelo site dos Parlapatões.
Segue com o lançamento de Excêntrico, no Teatro, às 21h, onde acontece a leitura encenada das poesias do livro.
Em seguida à apresentação, o coquetel com sessão de autógrafos.
Um novo painel ilustrado, no palco do Bar, também será inaugurado durante a noite de comemorações.

Espaço Parlapatões
A sede do grupo teatral Parlapatões foi inaugurada, propositalmente, no dia 11 de setembro, uma brincadeira feita para derrubar as torres do preconceito, fosse ele contra o humor, contra o teatro de grupo, contra o centro da cidade...
Enfim, depois de 15 anos de atividades o grupo teatral ganhava endereço fixo no mapa cultural da cidade.
Hoje, com 21 anos de estrada e com o Espaço Parlapatões funcionando há 6 anos, os Parlapatões têm reconhecido papel na transformação do centro paulistano, junto aos outros seis teatros da mesma calçada.
Palco de muitos grupos teatrais brasileiros e, por vezes, de grupos estrangeiros, o Espaço Parlapatões também se caracterizou pela realização de eventos que abrigaram novas tendências artísticas e outras linguagens, como: Festival de Cenas CômicasFestival de Peças de Um MINUTOBonecos no PalcoComediantes em Pé de GuerraPalhaçada GeralFestival de Poesia Falada, entre outros.
A cada ano, mais de 40 diferentes peças passam pelo Espaço Parlapatões atingindo cerca de 38 mil espectadores por ano, além de uma constante frequência no bar, que se tornou ponto de encontro de artistas de teatro, cineastas, desenhistas, jornalistas e estudantes de arte e comunicação.

Leitura Encenada - EXCÊNTRICO
06 Anos de Espaço Parlapatões
ESPAÇO PARLAPATÕES (100 lugares)
Praça Franklin Roosevelt, 158
Informações - 3258.4449 www.espacoparlapatoes.com.br

Bilheteria: distribuição de ingressos às 20h.
Sujeito à lotação da casa.

Terça-feira, dia 11 de Setembro.

19h30 – Palco do Bar: Vitrine Parlapatões

21h - Teatro: Leitura Encenada do livro Excêntricos


Entrada Gratuita

Classificação Indicativa: 12 anos
Duração: 40 minutos


Festival Tudo é JAZZ - Ouro Preto


Durante uma semana, Teatro APCD apresenta montagens teatrais de Portugal, Timor Leste e Moçambique


De 8 a 16 de setembro, o novo pólo cultural da Zona Norte será anfitrião da Mostra de Teatro Português. Durante uma semana, com sessões gratuitas, os palcos do Teatro APCD recebem comédias e dramas de cias que se destacam em países que têm línguas irmãs


Portugal, Timor Leste e Moçambique ficarão mais perto de São Paulo, de 8 a 16 de setembro, com a Mostra de Teatro Português. A programação reúne comédias, tragédias e dramas que são sucessos de companhias em seus países. Os representantes brasileiros ficam por conta do grupo Contadores de Mentiras com a peça Curra – Temperos Sobre Medéia. De Portugal, desembarcam aqui E a cabeça tem de ficar? e Vincent Van e Gogh, além da encenação do texto de Plínio Marcos, O Abajur Lilás. Do Timor Leste vem Lisan Timor (Costumes Timor). Já Cinzas Sobre As Mãos é de Moçambique. Todos os ingressos são gratuitos.

“Esse é o encontro das colaborações de grupos de línguas portuguesas. Um intercâmbio que impulsiona o mercado, que promove conhecimento. Um traço de experiências que evidencia as diferenças e igualdades de povos que têm os mesmos ancestrais. Teatro, não importa o local, é universal. As apresentações ampliam o leque de todos os envolvidos”, diz a coordenadora geral do projeto, Creusa Borges.

Um dos destaques da mostra fica por conta do grupo Escola da Noite, de Coimbra, Portugal. A companhia traz uma versão de O Abajur Lilásde Plínio Marcos. A montagem é considerada como a mais incisiva das peças que analisaram a situação brasileira durante a ditadura que se seguiu ao golpe de Estado de 1964. A trama foi escrita (e proibida pela primeira vez) em 1969. Em 1975, depois de uma segunda proibição, tornou-se uma bandeira em defesa da liberdade de expressão e contra as diferentes formas de opressão e exploração. Nas palavras de Sábato Magaldi servia “de desnudamento de um período de terror”.

Programação no Teatro APCD
O Abajur Lilás – Dia 8 de setembro, às 21h
Grupo: Escola da Noite - Coimbra, Portugal

Três prostitutas compartilham o quarto onde vivem e trabalham. O proprietário do prostíbulo exerce pressão sobre elas para que aumentem a produtividade, sempre com a ajuda de Osvaldo, o seu capanga.
Ficha Técnica:
Direção: António Augusto Barros. Texto: Plínio Marcos. Elenco: Ana Meira, José Russo, Rosário Gonzaga (Cendrev), Maria João Robalo e Miguel Lança (A Escola da Noite); Cenografia João Mendes Ribeiro e Luisa Bebiano. Figurinos: Ana Rosa Assunção. Iluminação: António Rebocho. Banda Sonora André Penas. Duração: 90 minutos. Classificação: 16 anos.

Lisan Timor (Costumes Timor) – Dia 10 de setembro, às 21h
Grupo: BIBI BULAK – Timor Leste.
Montagem apresenta costumes e crenças de Timor Leste com o objetivo de promover e  fortalecer a cultura como identidade nacional. É um teatro abstrato, físico e poético.
Ficha Técnica:
Direção: Almeida Ganefabra de Jesus Pinto. Elenco: Maria Madalena, Feliciano Corbafo Guterres, João Tadeu Ximenes, Silvano Rodrigues Xavier, Mariazela e Fatima Xavier.  Duração: 45 minutos. Classificação: 12 anos.

E a cabeça tem de ficar? Dia 11 de setembro, às 21h
Grupo: Chão de Oliva - Sintra, Portugal

Inspirada no comediante Karl Valentin, uma das maiores influências de Bertold Brecht. O espetáculo traz cenas cômicas com o som de palavras, improviso, objetos cênicos, um tipo de interpretação que preza a interação com o público.

Ficha Técnica:
Direção: João de Mello Alvim. Direção de Produção:  Nuno Correia Pinto. Dramaturgia: Manuel Sanches. Investigação e organização documental: Carla Dias. Cenografia: Companhia de Teatro de Sintra. Figurinos: Companhia de Teatro de Sintra. Duração: 65 minutos.Classificação: 12 anos.

Cinzas Sobre As Mãos – Dia 12 de setembro, às 21h
Grupo: Lareira – Moçambique, África.
Trata-se de uma tragédia contemporânea. Durante a guerra, dois coveiros têm a função de queimar cadáveres, porém a fumaça os irrita a cada trabalho. Quando resolvem fazer uma greve por melhores condições, surge entre os mortos uma sobrevivente que mudará a vida da dupla.
Ficha Técnica:
Elenco: Lucrécia Noronha, Violeta Mbilane e Diaz Santana. Dramaturgia: Laurent Gaudé. Direção e figurinos: Elliot Alex. Coreografia: Rosa Mário. Luz: Caldino José. Som: Nelson. Cenografia: Elliot Alex e Nelson Apoios: Grupo de Teatro Luarte/ Centro Cultural Franco Moçambicano. Duração: 60 minutos. Classificação: 10 anos.

Vincent Van e Gogh Dia 13 de setembro, às 21h
Grupo: Peripécia Teatro - Macedo de Cavaleiros, Portugal.

Vincent Van e Gogh são três dos personagens que dividem um espaço com pincéis, telas, chapéus e cavaletes. Por meio da relação e o jogo destes personagens, em cena emergem figuras e situações que marcaram a vida e a obra de Van Gogh. Um espetáculo visualmente poético com algumas das mais emblemáticas obras do pintor. A narrativa não é linear e mescla ambientes de delírio, de inquietude e de desconcerto, um passeio da comédia ao drama. 
Ficha Técnica: 
Direção: José Carlos Garcia. Elenco: Sérgio Agostinho, Noelia Domínguez e Angel Frágua. Iluminação: Paulo Neto. Figurinos e adereços:Peripécia Teatro. Design Gráfico e Fotografias: Paulo Araujo. Operação de Luz: Paulo Neto / Eurico Alves. Duração: 70 minutos.Classificação: 12 anos. 
Grupo: Contadores de Mentiras – Suzano, São Paulo – Brasil

Curra – Temperos Sobre Medéia - Dia 16 de setembro, às 19h
Grupo: Contadores de Mentiras – São Paulo, Brasil

O espetáculo é uma confraternização ritualística, fruto de pesquisas das culturas orientais e africanas, onde a fonte é o corpo e suas energias. Durante a peça, é servido um banquete e o público é convidado a experimentações gustativas através do paladar e do olfato. Os atores não possuem cenas definidas. A trama restabelece o mito clássico transformando a tragédia em um ritual de celebração.
Ficha Técnica:
Direção e dramaturgia: Cleiton Pereira. Elenco: Ailton Barros, Cleiton Pereira, Daniele Santana, Drico de Oliveira, Camila Rafael. Atores Pajens Cozinheiros: Ailton Ferreira e Soraia Amorim. Figurinos: Ailton Barros. Concepção de Arte: Contadores de Mentira. Direção e Composição Musical: Meyson e Juá de Casa Forte. Musicista convidada: Raíssa Amorim. Designer Gráfico: Daniele Santana. Iluminação:Taciano L. Holanda.

Teatro APCD

Novo pólo cultural na Zona Norte de São Paulo, inaugurado no mês de março. O espaço funciona no interior da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD). Com 1.662m², o teatro tem 800 lugares na plateia e 44 lugares distribuídos por dois camarotes. Com projeto arquitetônico de Heitor Coltro, o local possui poltronas vermelhas estofadas, palco de 7 por 6 metros, boca de cena de 16m por 5.80m.

PARA ROTEIRO:

TEATRO APCD. Rua Voluntários da Pátria 547 – Santana – São Paulo/SP. Telefone: (11) 2223-2424  Lotação: 800 lugares. BilheteriaDe quarta-feira a sábado, das 15h às 22h, e domingo, das 15h às 20hCapacidade: 800 lugares. Ingressos: Grátis (Limite de dois ingressos por pessoa). Estacionamento no local, coberto e com seguro. A 100 metros da estação do metrô Tietê. (http://www.apcd.org.br/teatroapcd/)

ARTEPLURAL – Assessoria de imprensa Fernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9948-5355
Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Douglas Picchetti – (11) 9814-6911
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
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GRÁTIS: A Prova de Fogo de Consuelo de Castro chega a São Paulo


Espetáculo teatral narra os embates sofridos pelos estudantes contra a repressão



 O espetáculo A Prova de Fogo, de Consuelo de Castro, chega a São Paulo nos dias 11 e 12 de setembro, terça e quarta-feira, na Sala Funarte Carlos Miranda. Serão duas apresentações por dia às 19hs e 21hs, com entrada franca. Antes do início da peça será exibido um documentário com depoimentos de Alípio Freire, José Dirceu, Wanderley Caixe, Marcelo Rubens Paiva e Fernando Gabeira. Realização: Casa da Gávea. O espetáculo faz parte do Projeto Marcas da Memória – Comissão de Anistía – Ministério da Justiça.

Direção e adaptação de Vera Fajardo. Elenco: Igor Vogas, Mariela Figueredo, Maria Ana Caixe, Daniel Lopes, Camila Moreira, Kalísley Rosinski, Victor Gorgulho, Pedro Henrique Nunes, Pedro Logän e Marcéu Pierrotti, Iluminação: Moisés Farias. Figurino: Letícia Ponzi. Cenário: Vera Fajardo e Pedro Logän.

 A Prova de Fogo foi a base do curso de interpretação idealizado por Paulo Betti que teve, em seus primeiros momentos, a participação dos quatro sócios e amigos da Casa da Gávea (Vera Fajardo, Paulo Betti, Rafael Ponzi e Cristina Pereira). Encantada com a possibilidade de realizar um trabalho mais aprofundado com esses talentosos atores, Vera escolheu prosseguir na longa jornada e enfrentar o desafio de dirigir o belo e comovente texto de Consuelo de Castro. Resgatar o emblemático ano de 1968 é relacionar o fervor político às transformações humanas desencadeadas pela negação às regras. É ligar a nossa juventude, humanamente, ao passado, revelando as contradições, o medo, a opressão, os valores, a crença no coletivo e as paixões.

Sobre o Texto

 A Prova de Fogo se passa durante a ocupação do prédio de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), na rua Maria Antônia, em 1968, às vésperas do AI-5. A trama narra os embates sofridos pelos estudantes contra a repressão e as divergências ideológicas entre o líder estudantil Zé Freitas e seus opositores dentro do próprio movimento. Freitas propõe a desocupação da Faculdade, em aceitação às exigências do governo, mas é deposto pelos estudantes que defendem uma postura ofensiva no confronto com a polícia. Envolvidos pela atmosfera tensa da ditadura militar, os conflitos políticos e humanos se intensificam durante a narrativa, revelando também a efervescente revolução cultural da época.

 Freitas vive o fim de um relacionamento com Júlia Silva, sua opositora, ao mesmo tempo em que se envolve com Rosa Prado, uma jovem burguesa que perde a virgindade com o líder estudantil.

A Prova de Fogo é um dos mais verdadeiros e importantes documentos do país. Quem desejar entender, no futuro, o que se passou no Brasil, de 1964 a 1968, precisará tomar conhecimento da peça. E ela não ilumina apenas um período, mas todo um processo. Deve ser encarada, portanto, como uma das obras que trouxeram uma contribuição efetiva à dramaturgia brasileira: com grandeza do tema e da situação, exemplaridade das personagens, boa arquitetura cênica e eficácia do diálogo.” Sábato Magaldi

A Prova de Fogo não é a resposta. Não pleiteia nada, nem contra nem a favor de ninguém. É testemunho, com todas as qualidades de um bom testemunho: honestidade, boa fé, objetividade. O que Consuelo de Castro viu, soube transmitir com emoção, ironia, distanciamento e imaginação dramática.” Décio de Almeida Prado

 Sobre a Autora

 Escrito em 1968, A Prova de Fogo é o texto de estreia da autora Consuelo de Castro, proibido pela censura durante anos e sendo premiado em 1974 pelo Serviço Nacional de Teatro (SNT), com o título de “A Invasão dos Bárbaros”.
 Consuelo ainda é autora de “À Flor da Pele”, de 1969 (Prêmio da Associação Paulista de Críticos Teatrais – APTC). Em 1974, com “Caminho de Volta” ganhou o Prêmio Molière, o APTC e o prêmio Governador do Estado de São Paulo como melhor autora teatral. No ano seguinte, “O Porco Ensangüentado” e “A Cidade Impossível de Pedro Santana” venceram o concurso de dramaturgia do SNT. Na década de 80, escreve “Louco Circo do Desejo”, “Script-Tease” e “Uma Caixa de Outras Coisas”, espetáculo de 1987, dirigido por Antônio Abujamra. Tem seu texto “Medéia: Memórias do Mar Aberto” lido no auditório da Folha de S.Paulo em 1997 assim como “Making Off”, de 1999. “Only You” ganha a cena em 2000 sob a direção de José Renato.

"Representante destacada da brilhante geração de dramaturgos surgida sob a ditadura, Consuelo de Castro é, entre os autores dessa geração, talvez a que possui o corpo de obra mais volumoso e diversificado. Em comum com os outros, ela tem o sentimento de inconformismo e indignação que perpassa tudo que ela escreve. O que a distingue dos outros é a sua excepcionalmente visceral noção de teatralidade, um diálogo notavelmente colorido, que ela cria com uma espantosa espontaneidade, e uma inquietação que a faz partir sempre em busca de novos caminhos". Yan Michalski

Sobre a Diretora

 “A Prova de Fogo” é a primeira direção da atriz Vera Fajardo. Vera, que tem praticamente todos os seus 39 anos de carreira dedicados ao teatro, produzindo a maioria de seus espetáculos, atuou em peças como "3 Maneiras de se Dançar um Tango", "Obscena Senhora D“, "Perversidade Sexual em Chicago", "Baal", "Há Vagas para Moças de Fino Trato", "Bente Altas - Licença pra Dois", "Álbum de Família", "Trivial Simples", "Os Órfãos de Jânio", "O Caso do Vestido", "O Homem que Viu o Disco Voador", “Relicário de Rita Cristal”, “O Mundo é um Moinho”, “Eu Augusto dos Anjos”, “Hedda Gabler” e “A Tartaruga de Darwin”, do espanhol Juan Mayorga, encenada este ano, em comemoração aos 40 anos de carreira de Cristina Pereira, com direção de Paulo Betti e Rafael Ponzi. Sócia fundadora da Casa da Gávea, Vera criou e dirigiu o Ciclo de Leituras da Casa por 12 anos.

Objetivo

Este projeto tem como objetivo levar o espetáculo principalmente para a classe jovem e estudantil com ampla informação e reflexão dos acontecimentos durante o regime ditatorial brasileiro, contribuindo para a conscientização daqueles que não viveram naquele período, preservando hoje a memória dos fatos e prevenindo o futuro para a não repetição daqueles atos arbitrários. Antes do espetáculo, será exibido um documentário de aproximadamente 20 minutos com depoimentos de Alípio Freire, José Dirceu, Wanderley Caixe, Marcelo Rubens Paiva e Fernando Gabeira.

Apresentação do Projeto Marcas da Memória

Marcas da Memória: Um projeto de memória e reparação coletiva para o Brasil Criada há dez anos, em 2001, por meio de medida provisória, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça passou a integrar em definitivo a estrutura do Estado brasileiro no ano de 2002, com a aprovação de Lei n.º 10.559, que regulamentou o artigo 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
Tendo por objetivo promover a reparação de violações a direitos fundamentais praticadas entre 1946 e 1988, a Comissão configura-se em espaço de reencontro do Brasil com seu passado, subvertendo o senso comum da anistia enquanto esquecimento. A Anistia no Brasil significa, a contrário senso, memória. Em seus 10 anos de atuação, o órgão reuniu milhares de páginas de documentação oficial sobre a repressão no Brasil e, ainda, centenas de depoimentos, escritos e orais, das vítimas de tal repressão. E é deste grande reencontro com a história que surgem não apenas os fundamentos para a reparação às violações como, também, a necessária reflexão sobre a importância da não repetição destes atos de arbítrio.
É neste contexto que surge o projeto “Marcas da Memória”, que expande ainda mais a reparação individual em um processo de reflexão e aprendizado coletivo, fomentando iniciativas locais, regionais e nacionais que permitam àqueles que viveram um passado sombrio, ou que a seu estudo se dedicaram, dividir leituras de mundo que permitam a reflexão crítica sobre um tempo que precisa ser lembrado e abordado sob auspícios democráticos. Para atender estes amplos propósitos, as ações do Marcas da Memória estão divididas em quatro campos: a) audiências públicas; b) projetos de coleta de história oral; c) chamadas públicas de fomento à iniciativas da Sociedade Civil, como a que selecionou o presente projeto; d) publicações.
O projeto Marcas da Memória reúne depoimentos, sistematiza informações e fomenta iniciativas educativas, intelectuais e culturais que permitam a toda sociedade conhecer o passado e dele extrair lições para o futuro. Seu objetivo é descentralizar do Estado o processo de fomento à memória histórica sobre as violações aos direitos humanos e de cidadania ocorridos no passado, garantindo a insurgência de memórias plurais, que reflitam a diversidade de perspectivas que o povo brasileiro tem de sua própria história.
Comissão de Anistia do Ministério da Justiça

Ficha Técnica
Texto: Consuelo de Castro
Direção e Adaptação: Vera Fajardo
Elenco: Igor Vogas
Mariela Figueredo
Maria Ana Caixe
Daniel Lopes
 Camila Moreira
Kalísley Rosinski
Victor Gorgulho
Pedro Henrique Nunes
Pedro Logän
Marcéu Pierrotti

Iluminação: Moisés Farias
Figurino: Letícia Ponzi
Cenário: Vera Fajardo e Pedro Logän
Supervisão de Cenário: Letícia Ponzi
Trilha Sonora: Vera Fajardo
Direção Musical e Canções Originais: Pedro Logän
Operadora de som e Sonoplastia: Ângela Sant’anna
Preparação Corporal: Duda Maia
Preparação Vocal: Jaqueline Priston
Assistente de Direção: Maria Alice Mansur
Projeto Gráfico: Pedro Logän
Direção de produção:  Andréia Fernandes e Lya Baptista
Realização:  Casa da Gávea

O espetáculo faz parte do Projeto Marcas da Memória – Comissão de Anistía – Ministério da Justiça.

Serviço:
A Prova de Fogo, de Consuelo de Castro
Dias 11 e 12 de setembro, terça e quarta-feira
Duas apresentações diárias
 Horários: 19hs e 21hs
Duração da peça 1h15
Duração do documentário: 20 minutos
Sala Funarte Carlos Miranda
Alameda Nothmann, 1058
Campos Elisios - SP
Tel.:  (11) 3662-5177
Aproximadamente 60 lugares
Classificação indicativa: 14 anos
Entrada Franca


Mais informações sobre a divulgação com Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9 9969-0416, pelo e-mailmiriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br


Miriam Bemelmans
(11) 3034-4997
(11) 9969-0416
miriam@bemelmans.com.br
http://www.bemelmans.com.br

Franceses do La Compagnie Morosof apresentam acrobacias circenses


Espetáculo com bailarina argentina
e artista brasileiro faz apenas quatro apresentações no SESC Pompeia

Em cena, o brasileiro Rafael Moraes posta-se sobre um balanço e suspende a argentina Blancaluz Capellapelos pés. Com um movimento leve e veloz, a acrobata é lançada aos céus, rodopiando suavemente de volta aos braços do companheiro, onde se mantém à espera do próximo giro que a movimentará. Em uma coreografia permeada por saltos, tensões e equilíbrios, a dupla dacompanhia francesa La Compagnie Morosof se apresenta com seu espetáculo 2 & ½, nos dias 8 e 9 de setembro, sábado e domingo, em duas apresentacoes por dia (às 15h e às 17h), na Área de Convivência doSESC Pompeia.

2 & ½ é o segundo espetáculo da companhia e, além de uma turnê pela Europa, participou em 2009 do Festival Mundial de Circo de Belo-Horizonte, no ano da França no Brasil, bem como do 1ero Festival Internacional Pólo Circo, de Buenos Aires. A apresentação se dá com uma cenografia que se resume a um balanço – semelhante a um poleiro – e o próprio corpo dos acrobatas, movimentando-se com o acompanhamento da trilha sonora composta especialmente para o espetáculo pelo músico e compositor brasileiro Fernando Cavaco.

A proposta da coreografia é imergir o espectador nas nuances e detalhes íntimos da obra circense, desde a relação enérgica de profunda confiança entre os acrobatas até os detalhes técnicos e a leveza do esforço exercido em cena. A dupla dança, se equilibra e estabelece tensões e aproximações em um jogo de forças que gira em torno do balanço, adquirindo, pouco a pouco, acesso à intimidade e privacidade um do outro.

A Compagnie Morosof foi fundada em 2005, na França, pela Argentina Blancaluz Capella e o brasileiro Rafael Moraes, recém formados das escolas de circo de Rosny e Chalôns, na Region Centre francesa. Com espetáculos que giram em torno de suas intimidades, histórias e identidades, a companhia já recebeu diversas premiações e indicações. Participou, em 2008, do 29ème Festival Mondial du Cirque de Demain, com um número de “Quadrante Coreano”, acrobacia aérea especialidade do grupo e foi premiada no Jeunes Talentes Cirque 2006, com seu primeiro espetáculo,Prochain.

Serviço:
2 E ½ - LA COMPAGNIE MOROSOF (FRA)
Dias 8 e 9 de setembro, 
sabado e domingo às 15h e as 17h. Grátis. Duração: 22 minutos. Direção: Lionel About. Elenco: Rafael Moraes e Blancaluz Capella. Música: Fernando Cavaco. Área de Convivência.
SESC Pompeia – Rua Clélia, 93
Telefone para informações: (11) 3871-7700
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal 
www.sescsp.org.br.

Horário de funcionamento da Bilheteria – De terça a sábado das 9 às 21 horas e domingos e feriados das 9 às 19 horas (ingressos à venda em todas as unidades do SESC).
 Formas de pagamento - Cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard e Diners Club International) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro e Redeshop).
 Assessoria de Imprensa - SESC POMPEIA (para credenciamento jornalístico):

Roberta Della Noce
(11) 3871-7740

Marina Pereira(11) 3871-7776mclaudia@pompeia.sescsp.org.br

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SESC Belenzinho apresenta... Camerata Aberta e 100 anos de Pierrot Lunaire


Camerata Aberta apresenta, no dia 14 de setembro, o concerto Pierrot Lunaireno SESC Belenzinho, às 21 horas. Sob regência do maestro francês Guillaume Bourgogne, o espetáculo tem participação especial da soprano francesa Sylvie Robert. Esta obra de Arnold Schoenberg, que está completando 100 anos, é considerada um marco inaugural da música moderna.

O programa do espetáculo tem ainda peça de Silvio Ferraz e obras para voz e ensemble de Anton Webern, além de composições de Claudio Santoro na voz do tenor Tiago Pinheiro.

A Camerata Aberta é um grupo estável de músicos professores da Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP Tom Jobim), dedicado à música contemporânea. Alguns de seus integrantes são músicos atuantes na cena erudita brasileira. Já se apresentou em diversos locais em São Paulo , no Festival de Campos do Jordão, no Concertgebouw de Amsterdã (Holanda), Americas Society de Nova Iorque (EUA), em Bruxelas (Bélgica) e na Sala Cecília Meireles no Rio de Janeiro. A Camerata ganhou o Prêmio APCA 2010 de Música Contemporânea pelo pioneirismo e excelência do trabalho ao longo do primeiro ano de existência. Em 2012, lançou seu primeiro CD, Espelho D’Água, pelo Selo SESC.

Pierrot lunaire, de Arnold Schoernberg, composta em 1912, foi encomendada pela atriz Albertine Zehme, que se apresentava nos cabarés de Berlim. Frau Zehme era especialista em melodrama, gênero teatral alemão em que um monólogo é declamado sobre um acompanhamento instrumental.  Ela apresentou a Schoenberg o ciclo de textos intitulado Pierrot Lunaire, do poeta belga Albert Giraud, em versão alemã de Otto Erich Hartleben, que ela desejava declamar. E Schoenberg lhe entregou uma verdadeira obra-prima: um ciclo de 21 canções, para voz, flauta/piccolo, clarinete/clarone, violino/viola, violoncelo e piano, de forma que a instrumentação de cada uma das canções nunca se repete.
Programa: Cinco Cânones Sobre Textos Latinos, op. 16 e Cinco Canções Sagradas, op. 15, de Anton WebernToada II: Largo, de Silvio FerrazAgrupamento em 10, de Claudio SantoroPierrot Lunaire, op. 21, de Arnold Schoenberg.

Concerto: Camertata Aberta em Pierrot Lunaire
Regência: Guillaume Bourgogne
Soprano: Sylvie Robert
Tenor: Tiago Pinheiro
Dia 14 de setembro. Sexta-feira, às 21 horas
SESC Belenzinho - www.sescsp.org.br/belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho/SP - Tel: (11) 2076-9700
Sala de Espetáculos II (120 lugares). Duração: 1h30. Classificação etária: de 12 anos
Ingressos à venda pela rede INGRESSOSESC: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Estacionamento: R$6,00 (não matriculado no SESC); R$3,00 (matriculado no SESC).

Guillaume Bourgogne

Guillaume Bourgogne estudou nos conservatórios de Lyon, sua cidade natal, e de Paris. Venceu em primeiro lugar o prêmio de regência orquestral tendo Janos Fürst como professor. Atualmente, é codiretor artístico do Ensemble Cairn (Paris) e integrante do Conselho Artístico da Camerata Aberta. É frequentemente convidado a reger orquestras como a Orquestra Gulbenkian (Portugal), Filarmônica de Seul, Nacional de Bordéus-Aquitânia, Filarmônica de Nice e outras. Além de reger o repertório dos séculos XIX e XX, também conduz grupos de música contemporânea como o Court-Circuit, L’Itinéraire, Ensemble TIMF e Contrechamps. Participa de festivais no mundo todo, como Festival de Inverno de Campos do Jordão (Brasil), Festival d’Art Lyrique (França), Festival Internacional Tongyeong (Coreia), Música Viva (Portugal), Ars Musica (Bélgica), Darmstadt Ferienkurse (Alemanha) e Borealis (Noruega), entre outros.

Sylvie Robert

Nascida na França, onde estudou no Conservatório Nacional com os professores Elisabeth Söderström, Camille Maurane e Elisabeth Schwarzkopf, Sylvie Robert vive, há dez anos, na Argentina, onde canta regularmente com orquestras e músicos locais. Estreou canções de Gerardo Gandini, Francisco Kröpfl, Marta Lambertini, Fabian Panisello e Claudio Alsuyet, e participou de estreias argentinas de obras de Webern, Cage, Schelsi, Birtwistle, Boulez, entre outros. Cantou o monodrama La Dame de Montecarlo de Francis Poulenc com direção cênica de Alfredo Arias. Foi convidada pela Universidade de Santander (Espanha) e vários museus na Europa para realizar concertos em homenagem a pintores com o pianista Dimitri Vassilakis. Em 2010, foi convidada pela Faculdade da França para recital em homenagem a Lichtenberg. Desde 2011, leciona na Cité de La Musique (França), a partir de um convite feito pelo Ensemble InterContemporain. Conquistou o prêmio France Musique em 2012.

Tiago Pinheiro

Graduado clarinetista, especializou-se em canto na Berklee College of Music. Dirigiu o grupo Beijo do Coralusp, que atuou em shows e gravações ao lado de artistas como Marlui Miranda e Gilberto Gil. Foi solista em diversas obras sinfônicas, entre as quais: Carmina Burana de C. Orff e Paixão segundo São João de J. S. Bach. Integrou o coro da OSESP, entre 2000 e 2001. É regente titular do Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo e conduziu o grupo em performances como O Mundo do Espírito, de Benjamin Britten, e Dido e Enéas, de Henry Purcell, esta última em parceria com o Teatro da Vertigem. Lançou CD pela Dabliú Discos e participou da produção francesa do CD O Amor Brazileiro - Modinhas e Lundus do Brasil Imperial, com o grupo Vox Brasiliensis, com quem excursionou pela Europa. Fez a direção musical e foi um dos protagonistas da Ópera das Pedras, espetáculo de Denise Milan, promovido pelo SESC, com música de Clarice Assad e André Mehmari. Atua ao lado dos grupos Vox Brasiliensis, Novoovonovo e do Núcleo Hespérides.


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