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sexta-feira, 30 de julho de 2010

NO AUDITÓRIO IBIRAPUERA, WANDI DORATIOTTO E DANILO MORAES CELEBRAM ADONIRAN BARBOSA NO DIA EM QUE FARIA 100 ANOS

No dia 06/08, aniversário de Adoniran, Vida Rouca terá as participações especiais de Ná Ozzetti, Swami Jr e do grupo Premê.




































No dia 06 de agosto, Wandi Doratiotto e o cantor e compositor Danilo Moraes dividem os vocais e a direção musical do show Vida Rouca, que comemora o centenário do lendário sambista paulista, Adoniran Barbosa, no palco do Auditório Ibirapuera. Em formações que usam cavaquinho, violão, guitarra e samplers, os músicos desconstroem com muito bom humor alguns arranjos originais de Adoniran, sempre preservando a genialidade do mestre.


No show do Auditório Ibirapuera, o duo conta com convidados muito especiais, a presença da cantora Ná Ozzetti é um exemplo. Original, inteligente e bem humorada, Ná azeitou de forma brilhante a estética do grupo Rumo e partiu para carreira solo de forma coerente e madura. Outro convidado é Swami Jr. Violonista, arranjador, compositor/cantor, Swami participará de várias canções do show, executando violão de 7 cordas e baixo elétrico.

E por fim, o grupo Premê do qual Wandi fez parte por três décadas, e também teve a presença do músico Danilo Moraes em sua segunda fase. O grupo, que se destacou nos anos 80, tinha como inspiradores Jimi Hendrix e o próprio Adoniran, de quem gravaram "Morro da Casa Verde" no CD "Alegria dos Homens".


Assista ao video: http://www.youtube.com/watch?v=9_ol1tYyHjE

Serviço:
Data: sexta, 06 de agosto de 2010 às 21 horas
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) - Ingressos Online
Classificação Indicativa: Livre
Auditório Ibirapuera
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 2 do Parque do Ibirapuera.
Realização: Auditório Ibirapuera
Produção: Scubidu Prods. e Beta Produções

Exposição Luiz Badia - Pop Abstrato - Almacén Galeria Barra

"Folclore Brasilerio na Arte do Século XXI"

Teatro de Arena recebe três montagens da Boa Companhia

Portela, patrão; Mário, motorista estreia dia 6 de agoto no Teatro dia Arena.


A Ocupação Boa Companhia: O Lobo do Homem reúne três montagens do repertório grupo no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em agosto: Portela, patrão; Mário, motorista, às sextas e sábados (21h); Primus aos domingos (20h) e Cartas do Paraíso, somente no dia 21 de agosto (sábado, 21h).

A Boa Companhia (Campinas, SP) atua, desde 1992, tendo como proposta a pesquisa da linguagem cênica a partir do trabalho do ator. São profissionais da área teatral dispostos não só a apresentar suas montagens teatrais e performances, mas também divulgar as técnicas trabalhadas em sala de ensaio oferecendo diversas oficinas para atores e não atores. Com este intuito, vem norteando a sua atuação através da pesquisa, intercâmbio e a férrea vontade de expandir os horizontes através da arte. Exibe um currículo eclético, com montagens que vão de Shakespeare a Qorpo Santo, passando por Nelson Rodrigues e Samuel Beckett, além de adaptações de textos literários de autores como Guimarães Rosa e Franz Kafka. http://www.boacompanhia.art.br/.



· Portela, patrão; Mário, motorista
De 6 a 20 de agosto - sextas e sábados - (21h)
Criação e atuação: Daves Otani e Eduardo Osorio
Provocação cênica: Alexandre Caetano, Verônica Fabrini e Moacir Ferraz
Iluminação: Marcelo Rodrigues e Clermont Pithan
Confecção de Bonecos: Helô Cardoso, Caio Sanfelice e Marcos Laporte
Gênero: Drama – Classificação etária: 14 anos - Duração: 50 min
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 - Vila Buarque/SP – Tel: (11) 3256-9463
Ingressos: R$ 10,00 (¹/2 entrada: R$ 5,00) - Bilheteria: 2 horas antes das sessões
90 lugares - Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas. Não aceita cheque/cartão.
Em meio a bonecos que compõem o cenário da peça, inspirados nos personagens animalescos que habitam as gravuras “Os Caprichos”, de Goya, dois homens de realidades sociais distintas se encontram no final de uma noite, em um boteco: Portela, patrão; Mário, motorista. Este é o ponto de partida para uma reflexão sobre as relações humanas pautadas pelo dinheiro e pelo poder que dele advém. Portela tem na bebida uma espécie de antídoto para o seu coração frio de patrão, que se humaniza quando está embriagado. Mário, por sua vez, aproveita-se das “escapadas alcoólicas” de seu patrão para agradá-lo e garantir seu emprego de motorista neste mundo que parece aceitar todas as mazelas humanas, oriundas de uma sociedade excludente. Mundo esse, que se organiza em torno das relações de trabalho e que se deixa embriagar pela espetacularização da vida, repetindo modelos e comportamentos, onde encontramos Portelas, Mários e bebedeiras por toda parte.

· Primus

De 11 de julho a 22 de agosto – domingos (20h)
Elenco: Alexandre Caetano, Daves Otani, Eduardo Osório e Moacir Ferraz
Direção: Verônica Fabrini
Iluminação: Clermont Pithan e Daves Otani
Direção Musical: Max Costa
Gênero: Drama – Classificação etária: 12 anos - Duração: 60 min
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 - Vila Buarque/SP – Tel: (11) 3256-9463
Ingressos: R$ 10,00 (¹/2 entrada: R$ 5,00) - Bilheteria: 2 horas antes das sessões
90 lugares - Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas. Não aceita cheque/cartão.
Baseado no conto Comunicado a uma Academia, de Franz Kafka, Primus busca refletir sobre o gigantesco percurso da evolução humana. Conta a história de um macaco que para garantir seu lugar ao sol, aprende a ser homem e torna-se um pop star do show business. A base gestual tem como ponto de partida o estudo das estereotipias de primatas em cativeiro, por meio de observações no Zoológico e registros em vídeo; o trabalho vocal parte da linguagem não articulada, caminhando para a palavra, passando por canções do music-hall até chegar à alta codificação do canto lírico; e as imagens que compõem parte do cenário procuram captar as dissonâncias entre a harmonia do mundo natural versus a desarmonia do mundo civilizado. A percussão busca nos ritmos primitivos africanos e no trabalho de livre improvisação construir climas sonoros que hora conduzem a cena, hora oferecem apenas uma sustentação rítmica para ela. A montagem busca no diálogo entre essas três linguagens transpor para a cena os temas que a Companhia considera fundamentais no conto de Kafka.


. Cartas do Paraíso
Dia 21 de agosto – sábado (21h)
Elenco: Alexandre Caetano, Eduardo Osorio, Gustavo Valezi e Moacir Ferraz
Direção: Verônica Fabrini
Direção musical e trilha sonora: Silas Oliveira
Iluminação: Cláudia Echenique
Figurino: Guilherme Guedes
Gênero: Drama – Classificação etária: 12 anos - Duração: 75 min
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 - Vila Buarque/SP – Tel: (11) 3256-9463
Ingressos: R$ 10,00 (¹/2 entrada: R$ 5,00) - Bilheteria: 2 horas antes das sessões
90 lugares - Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas. Não aceita cheque/cartão.

Acima da Linha do Equador, homens desafiam o mar tenebroso em busca de novos caminhos, de novas terras, quem sabe, um Paraíso. Abaixo da Linha do Equador, outros homens dançam até seus corpos se tornarem leves e serem levados pelo vento, acima e além das grandes águas para alguma terra sem males; quem sabe, um Paraíso. Na linha branca de areia, começo de um caminhar para beira de outro lugar, esses homens se encontram, devoram-se, transformam-se uns nos outros, amalgamados, mestiços, amedrontados e pasmos diante da morte. A bordo das canoas com asas viajam um degredado, um padre, um jovem cartógrafo e um bufão. Na praia, os aguardam xamãs e guerreiros. Na iminência de um apocalipse dois imaginários se encontram e se perguntam: alguém sabe onde fica o paraíso?


Maiores Informações - Eliane Verbena
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br

Vik Muniz com a mostra “Verso”

A Galeria Fortes Vilaça apresenta a mostra “Verso” de Vik Muniz. São oito objetos tridimensionais, feitos de madeira e mídias variadas, que reproduzem fielmente o verso de obras célebres como Les Mademoiselles d’Avignon de Picasso, Starry Night de Van Gogh, La Grande Jatte de Seurat. A mostra fica em cartaz entre os dias 29 de julho e 11 de setembro, com entrada Catraca Livre.


Para a exposição de São Paulo, Vik Muniz trabalhou junto à Pinacoteca do Estado de São Paulo, O MAM do Rio de Janeiro e o MASP para reproduzir o verso das pinturas A Estudiante, de Anita Malfatti; O Abaporu, de Tarsila do Amaral; Sao Paulo, 1924, de Tarsila do Amaral e Samba, de di Cavalcanti respectivamente.


Durante os últimos 20 anos Vik recria imagens icônicas e utiliza-se de técnicas que relatam o processo de criação da obra de arte. Ao observar a história de algumas destas imagens expostas e revelar o lado desconhecido delas, a série Verso leva o artista de volta a criação de objetos, técnica com a qual ficou conhecido ainda na década de 80.
O trabalho de Vik Muniz encontra-se em coleções em todo o mundo, entre eles no Museum of Modern Art, New York; Metropolitan Museum of Art, New York; Whitney Museum of American Art, New York; The Art Institute of Chicago; Los Angeles County Museum of Art; San Francisco Museum of Modern Art; Museu de Arte Moderna, Rio; Museum of Contemporary Art, Tokyo; Daros Foundation, Zurich; e no Tate, Londres.

SERVIÇO:
Exposição de 29/07 a 11/09/2010.

Terças a Sábados das 10h às 19h

Galeria Fortes Vilaça

Rua Fradique Coutinho, 1500, Vila Madalena - Telefone: (11) 3097-0384
Entrada FRANCA

quinta-feira, 29 de julho de 2010

ENCONTROS DE HISTÓRIA DA ARTE /SÉCULOS XX e XXI

CURSO E ENCONTROS DE HISTÓRIA DA ARTE


PROGRAMA 3. MÓDULO
A proposta deste grupo de estudos é refletir sobre as linhas e força da arte desde o início dos séculos até os dias de hoje, examinando as propostas estéticas e as implicações filosóficas e políticas e seus principais movimentos e artistas. Os encontros também serão dedicados à discussão de mostras de arte relevantes no país ou no exterior que aconteçam no período.

*COORDENADORA: Mali Frota Villas-Bôas, pesquisadora de arte, professora de história da arte e diretora da Organização Paulista de Arte e Galeria Mali Villas-Bôas.

* CONTEÚDO:

ARTE MODERNA BRASILEIRA, CONTEMPORÂNEA E DE VANGUARDA

1- A Semana de Arte Moderna no Brasil – Anita Malfati, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro, Vitor Brecheret entre outros.
2- Artistas Independentes- Chagall, Paul Klee e Miró.
3- Grupo Santa Helena- Volpi, Bonadei, Rebolo etc.
4- New York- como centro de criação artística da Arte Contemporânea.
5- Mestres Brasileiros – Aldemir Martins, Portinari, Ianelli, Guignard, Clovis Graciano.
6- Arte de Movimento – Optical Art e Arte Cinética.
7- Os Abstratos Brasileiros – Mabe, Tomie Otake, Fukushima, Iberê Camargo.
8- Pop Art – norte americana e inglesa.
9- Arte Conceitual – A idéia como essência.
10-Mínimal Arte – A redução da forma
11- Vida e Arte – Claudio Tozzi, F.H.Amaral, Daniel Senise, João Camara, Brennand, Peticov, Leda Catunda, Carlos Araujo, Sergio Ferro, Romero Britto, Maria Bonomi, Burle Marx e Vik Muniz.
12- Montagens, Ambientações, Happenings, Eventos e Bienais.
13-Novas Linguagens – Vídeo Arte, Holografia, Arte por computador, Arte Postal (interferências no urbano), Arte Corporal.
14- Encontros para discutir artistas brasileiros.
15- Aula-visita monitorada na 29º. Bienal Internacional de São Paulo.

 
Inicio 03 de agosto de 2010
Horarios: 15h as 17h e 19h as 21h - terças feiras.
Duração: agosto a dezembro de 2010

GALERIA MALI VILLAS-BÔAS

Rua Tabapuã, 838 – Itaim Bibi, SP
FONES: 11 3078-0541/ 3078-4586

Festa do Adoniran, novo espetáculo de Célia, celebra centenário do compositor paulista e 40 anos de carreira da cantora

Em Festa do Adoniran, Célia comemora 40 anos de carreira e homenageia centenário do compositor paulista no Tom Jazz.
Com repertório recheado dos principais clássicos do sambista, a cantora
abre para canjas de Luciana Mello, Verônica Ferriani e Virgínia Rosa

Célia conheceu Adoniran Barbosa pessoalmente em 1981, quando fizeram show juntos no Teatro da Universidade Católica (Tuca), em São Paulo , um ano antes da morte do compositor de Trem das Onze. Hoje, na véspera do aniversário de 100 anos do artista (6/8/1910 – 23/11/82), a cantora faz apresentação única do espetáculo A Festa do Adoniran no dia 5 de agosto, quinta-feira, às 22 horas, no Tom Jazz.

“Naquela noite da década de 80, lembro de ter aberto o show cantando Bom Dia, Tristeza. Adoniran fez uma apresentação bem popular, com aquela sua verve característica. Eu fazia um som considerado mais chique. Ele quebrou minhas duas pernas. Talvez hoje a luta fosse mais de igual para igual”, relembra Célia, que assim como Aracy de Almeida e Leci Brandão fizeram sua fama interpretando Noel Rosa e Cartola, vem se consagrando como uma grande intérprete de Adoniran.

Charuto no bolso, chapéu panamá, gravata e camisa risca de giz. Com figurino nos trinques - "outra forma que a cantora encontrou para prestigiar o centenário do cantor e compositor, símbolo da música paulista" -, Célia aproveita para comemorar seus 40 anos de carreira ao lado das amigas de profissão Luciana Mello, Verônica Ferriani e Virgínia Rosa.

Com uma daquelas vozes que desafiam o tempo, a paulista (criada no Rio) e protagonista do show, interpretará, por cerca de uma hora e quinze minutos, as músicas mais famosas de um de seus compositores prediletos. De quebra, abre para canjas das três convidadas, que seguem na interpretação de canções de Adoniran Barbosa.

O repertório aguardado para a apresentação conta com grandes sucessos como: Saudosa Maloca, Trem das Onze, Iracema, Samba do Arnesto, Tiro ao Álvaro, Prova de Carinho, Bom Dia, Tristeza (de Adoniran Barbosa e Vinicius de Moraes), Agüenta a mão João, entre outras.

Na retaguarda da cantora, músicos experientes compõem a banda do show. Optando por uma formação sem violões, o trio vem com Ogair Jr. no piano, Marcos Paiva no baixo acústico e Giba Faveri na bateria. Os três darão a Célia todo o acompanhamento necessário para que se recrie a atmosfera musical do samba da década de 30 e 40.


Sobre Célia
Aos 13 anos, a cantora Célia começou a se interessar por música. Estudou violão clássico e popular, harmonia, teoria e composição. Incentivada por diversos amigos, decidiu dedicar-se ao canto. Em 1970, foi lançada no programa Um Instante Maestro, de Flávio Cavalcanti, obtendo grande êxito. Tanto que em 1971 já gravava seu primeiro LP na Continental, Célia, celebrado com vários prêmios. No ano seguinte, gravou novo disco, com canções como Detalhes e A Hora É Essa (ambas de Roberto & Erasmo Carlos) e a partir de então participou de alguns festivais da canção na Venezuela e no Uruguai. Nos anos seguintes, continuou fazendo shows em teatros e boates para seu público cativo, especialmente em São Paulo. Comemorou 25 anos de carreira com o show Célia e Banda Son Caribe, no Espaço Vinicius de Moraes (SP), com repertório de salsas, mambos e merengues. Ao lado do mesmo Zé Luiz, gravou em 2000 o CD Pra Fugir da Saudade (Jam), dedicado aos sambas de Paulinho da Viola. Em 2010, a cantora celebra seus 40 anos de carreira com o CD Lado Oculto das Canções, além de ter uma biografia a ser lançada no segundo semestre do ano.

Sobre Adoniran Barbosa
O ator e compositor nasceu em 6 de agosto de 1910, em Valinhos, São Paulo. Seu verdadeiro nome era João Rubinato, mas ficou conhecido por seu personagem mais popular. Em suas músicas contava a vida de um típico paulistano, filho de imigrantes italianos, a sobrevivência do paulistano comum numa metrópole, refletindo passagens de uma vida sofrida, miserável, porém com bom humor. Tirou de seu dia a dia a idéia e os personagens de suas músicas. Iracema, por exemplo, nasceu de uma notícia de jornal - quando uma mulher havia sido atropelada na Avenida São João. Adoniran nasceu e morreu pobre. Com seu jeito simples de fala rouca, contador de histórias, conquistava o pessoal do bairro, dos freqüentadores dos botecos onde sentava para compor o que os cariocas reverenciaram como o samba de São Paulo.

Ficha Técnica:
Festa do Adoniran, dia 05 de agosto no Tom Jazz às 22h. Duração: 75 minutos. Couvert artístico: R$50,00. Vendas na bilheteria da casa. Banda: Baixo: Marcos Paiva. Piano e Arranjos: Ogair Júnior. Bateria: Giba Faveri. Direção geral: Fernando Cardoso. Direção musical: Ogair Jr. e Marcos Paiva. Direção de produção: Roberto Monteiro. Idealizado por: Mesa 2 Produções.


TOM JAZZ – Av. Angélica 2331 – Higienópolis. Telefone (11) 3255- 3635. A casa abre às 20 horas. Duração dos shows – 90 minutos. Capacidade – 200 pessoas. Classificação etária – 18 anos. Formas de Pagamento – Dinheiro, cheque, cartões de crédito e débito MasterCard e Visa. Estacionamento – R$ 15,00 (em frente ao local). Acesso para deficiente físico. Ar condicionado. Site – www.tomjazz.com.br

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Exposição em Porto Alegre

Debate/Palestra - Atuação Épica - CCSP

Sérgio de Carvalho, Esther Góes e José Fernando de Azevedo discutem a atuação épica no Centro Cultural

No dia 3 de agosto, terça-feira, a Sala Jardel Filho do Centro Cultural São Paulo recebe importantes nomes da dramaturgia paulistana na mesa de debates “Atuação Épica”, às 21 horas. São eles: Esther Góes, José Fernando de Azevedo e Sérgio de Carvalho. O curador de teatro do CCSP, Sebastião Milaré, será o mediador do evento.

Os palestrantes participam deste colóquio, abordando técnicas e procedimentos do teatro épico, segundo teorias de Bertolt Brecht. Todos são profissionais de teatro que desenvolvem trabalhos ligados ao gênero “épico”. Após suas respectivas exposições, responderão perguntas do público.

O evento é aberto ao público. Não é necessário fazer inscrição.

Debate/palestra: “Atuação Épica”
Dia: 3 de agosto - terça feira – às 21 horas
Palestrantes: Esther Góes, José Fernando de Azevedo e Sérgio de Carvalho.
Mediador: Sebastião Milaré
Local: Centro Cultural São Paulo - Sala Jardel Filho
Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso/SP – Tel: (11) 3397-4002
Entrada França (não é necessário se inscrever antecipadamente)
Público Alvo: profissionais de teatro e interessados em geral – Duração: 120 min
Ar condicionado e acesso universal. Capacidade: 324 lugares
Site: http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_palestras.asp


Os convidados
Esther Góes vem, desde 1970, atuando em importantes montagens teatrais como Hair; Pequenos Burgueses (de Maximo Gorki); Santa Joanna (de Bernard Shaw), Não Tenha Medo de Virginia Woolf (dela e Elias Andreato); O Abajur Lilás (de Plinio Marcos, Prêmio Qualidade Brasil Melhor Atriz); Tarsila (de Maria A. do Amaral) e várias outras. Com a peça O Que Mantém um Homem Vivo? (de Bertold Brecht) ganhou os prêmios APCA, Governador do Estado e Grilo de Melhor Atriz. Atualmente, está em cartaz com Determinadas Pessoas – Weigel (dela e Ariel Borghi), inspirada na atriz Heléne Weigel, mulher de Brecht e uma das fundadoras do Berliner Ensemble. Esther também tem importantes atuações no cinema e televisão.

José Fernando de Azevedo é dramaturgo e diretor da Companhia Teatro de Narradores. Professor da Escola de Arte Dramática da USP, ele cursou também cinema e é Doutor em Filosofia pela FFLCH/USP. Foi editor da Revista Camarim e tem artigos publicados em outros veículos impressos.

Sérgio de Carvalho é diretor, autor, crítico teatral e professor de teoria do teatro e literatura dramática. Encenador voltado aos recursos épicos, é um dos fundadores da Companhia do Latão. Entre suas encenações destaque para Paraíso Perdido (primeira montagem de Antônio Araújo com o Teatro da Vertigem), Ensaio para Danton (baseada em texto de Georg Büchner), Ensaio Sobre o Latão (metatexto de Bertold Brecht), Santa Joana dos Matadouros (nova incursão sobre Brecht), O Nome do Sujeito (parceria com Márcio Marciano sobre a obra de Gilberto Freyre), A Comédia do Trabalho (sobre as relações de produção) e Auto dos Bons Tratos (o Brasil Colônia).


Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br

Aquém do Concreto - Jan Siebert - MuBE















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terça-feira, 27 de julho de 2010

Ana Cañas fecha a temporada de shows de MPB no Grande Hotel Campos do Jordão

A atração As Novas Vozes da MPB encerra sua Temporada de Inverno em alto estilo. Hóspedes do Grande Hotel Campos do Jordão Hotel-escola Senac poderão conferir de perto e, com exclusividade, a cantora e compositora Ana Cañas, que tem encantado o Brasil e o mundo.

Depois do sucesso com o primeiro trabalho, Amor e Caos, a irreverente artista, que recentemente gravou com Nando Reis a música Pra você Guardei o Amor, dará uma amostra de seu novo álbum Hein? O show acontece na última sexta-feira do mês, 30 de julho, e promete animar o Bar Lareira, localizado dentro do hotel.

O evento faz parte da 2ª edição do Festival Rota dos Sentidos O Brasil do Mundo Todo, que aconteceu no hotel no mês de julho e trouxe ações voltadas ao conhecimento, à cultura enogastronômica e ao lazer.
30 de Julho de 2010 no Grande Hotel Campos do Jordão
Avenida Frei Orestes Girardi, 3549
Campos do Jordão - SP, 12460-000
(0xx)12 3668-6000

Chico César em Osasco dia 7 de agosto


O cantor e compositor paraibano Chico César se apresenta no dia 7 de agosto, às 20h, na Tenda do Sesc Osasco.


Seu novo álbum “Francisco Forró y Frevo”, que traz basicamente músicas inéditas, conta com diversas participações, entre elas, a de Dominguinhos (voz e sanfona) e Seu Jorge.

O espírito duas principais festas populares nordestinas, ressaltando o frevo e o forró, compõem o repertório da apresentação, que ainda abre espaço para ritmos universais.

Sáb 07/08 às 20H no Sesc Osasco

Av. Sport Club Corinthians Paulista, 1.300, Jd. das Flores – Osasco. Telefone: (11) 3184 0900.
Entrada: R$ 12,00 / R$ 6,00 (meia)

Sinalizar esta mensagemA Brava Companhia estreia novo espetáculo de rua, Este Lado Para Cima - Isso Não é um Espetáculo, dia 6 de agosto no Lgo São Bento

Crédito de Imagem: Fabio Hirata
A Brava COMPANHIA estreia ESPETÁCULO DE RUA, ESTE LADO PARA CIMA,
no largo são bento

Espetáculo de rua da Brava Companhia discute as relações de trabalho e o controle da vida pela mercadoria. Utilizando humor e elementos do teatro épico como ferramenta de critica e diversão, a peça propõe uma metáfora da vida contemporânea. O grupo também reestreia outra peça, O Errante, no Sacolão das Artes. Apresentações gratuitas.

O poder do mercado de consumo, o controle da vida pela mercadoria, as contradições nas relações de trabalho e o uso das estruturas autoritárias como ferramentas de alienação são trazidos à tona na peça Este Lado Para Cima – Isso Não é um Espetáculo. A nova montagem da Brava Companhia estreia com duas apresentações no Largo São Bento - dias 6 e 13 de agosto, sextas, às 17h30, com direção de Fábio Resende e Ademir de Almeida. Depois circula até o final de novembro por bairros da zona Sul da cidade. O projeto foi contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo.


Além das duas sessões no Largo de São Bento, mais 12 apresentações da peça Este Lado Para Cima acontecerão aos domingos em ruas e praças – como Grajaú, Parelheiros, M’boi Mirim, São Luis, Campo Limpo e Cidade Ademar (confira os locais e horários no blog da Brava: http://blogdabrava.blogspot.com). “Durante toda nossa trajetória percorremos mais de trezentos bairros da cidade, principalmente os da zona Sul. O Sacolão das Artes, Espaço Brava Companhia, é nossa sede, porém é de extrema importância que nosso teatro não se resuma apenas ao espaço. Queremos percorrer outros lugares, outras trincheiras poéticas, com nossos espetáculos”, explicam os diretores.

Oito atores se revezam em dezenas de personagens. A narrativa é conduzida em coros, por todos os atores, que representam os poderes do Estado, a religião e a política, além das classes de trabalhadores. Existem também outros personagens: pastores de rua, apresentador de programa de TV, economista, O Progresso e A Ordem.

Circulação e reapresentação do espetáculo O Errante
O espetáculo Este Lado Para Cima foi construído para apresentação em rua ou espaços alternativos. As ações propostas pelo grupo visam à continuidade de um trabalho realizado na periferia sul da cidade e que tem como parâmetros a relação com a sociedade, a função social do teatro e a construção de conhecimento crítico.

Cada bairro percorrido com o novo espetáculo será convidado para assistir na semana seguinte O Errante, espetáculo anterior do grupo que reestreia dia 3 de agosto, sábado, às 20h, no Sacolão das Artes. A ação inclui dois ônibus que levarão as pessoas do bairro até o Sacolão. “Isso permitirá o debate entre A Brava e o público sobre as peças apresentadas, além de proporcionar a continuidade de nossa circulação pelos bairros da zona sul, ação que fazemos desde 1998 e fortalecer o espaço do Sacolão das Artes”. Ao todo, serão disponibilizados 24 ônibus para 12 bairros, contemplando aproximadamente 1200 pessoas.


Sinopse de Este Lado Para Cima
A ordem e o progresso fundamentam o surgimento de mais uma cidade, e seus habitantes vivem em razão do trabalho, sonhando assim com um futuro de felicidade. Os representantes do poder criam uma situação de crise e, ao mesmo tempo, uma bolha onde ficarão confinados para resolver e vigiar os problemas da população. Esta bolha paira por cima das cabeças dos moradores, que a mantêm no alto por meio do trabalho realizado em estações de bombeamento, criadas para conduzir o combustível que alimenta a bolha.

“A bolha é a representação de uma superestrutura organizadora e mantenedora da ordem ou de qualquer outra forma de poder opressivo”, comentam os diretores. No desenrolar da trama, a situação contraditória entre a opressão pelo poder e a manutenção do mesmo poder pelos oprimidos é revelada e conduzida para uma tentativa de transformação da ordem vigente. O poder do Mercado e o controle das relações humanas são discutidos com humor anárquico, característico do trabalho da Brava Companhia.

O espetáculo tem direção assinada em dupla. “Durante o processo dividimos funções, criamos estratégias, juntos ou isolados, para a condução do trabalho, mas no final a decisão sobre a encenação é consensual”, explicam. O texto é coletivo, e coube aos diretores dar o tratamento final.

“Encaramos o texto como parte do todo, ou seja, as improvisações realizadas para a criação tinham como pressuposto a concepção da peça.” O grupo partiu da pesquisa do tema: Mundo das Imagens e suas aparências, estudado pela companhia desde 2008 (que resultou no espetáculo O Errante). A investigação seguiu em 2009 com o mote Mundo das Aparências e Suas Imagens. Um dos textos que serviram de base para a pesquisa foi Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord.


Figurino, cenário e música
Tendo como principal influência o teatro épico e encenada com muita agilidade, a peça utiliza o humor para evidenciar um aspecto importante a ser discutido: a naturalização e consequentes incoerências existentes na vida em sociedade. “É uma metáfora da vida contemporânea, da ordem capitalista estabelecida e suas contradições e absurdos que foram naturalizados”, resumem os diretores.

Toda a trilha é executada ao vivo e a música funciona como narrativa que ora comenta, ora narra, ora ironiza e ora complementa uma cena. “Os instrumentos utilizados, alguns feitos e pensados para o espetáculo, o que chamamos de concepção sonora, agregam um aspecto urbano”, comentam.

Os figurinos foram inspirados em roupas de trabalhadores e manifestações black bloc - grupos mascarados e vestidos de negro, que se reúnem com objetivo de protestar em manifestações globais. O cenário tem poucos objetos, como ferramentas de trabalhos, instrumentos, estruturas e bastões de ferros, que são utilizados para formar as situações cênicas e compor o espaço da representação.


Sinopse O Errante
O Errante narra a história de um andarilho que erra, de cidade em cidade, em busca de seu grande amor: uma top model. Após perceber a ilusão de sua busca, se dá conta de toda a estrutura criada a sua volta e toma consciência de sua verdadeira história e condição social. A peça propõe um questionamento sobre estruturas de poder, como a mídia, o capital, a religião, a política e a arte, que criam e recriam imagens capazes de persuadir a sociedade, em nome de um ideal construído a partir da lógica do consumo, do lucro e da mercadoria. Músicas executadas ao vivo, a presença de um DJ e a captação e projeção de vídeos ajudam a compor a narrativa. Com figurinos inspirados no universo fashion, a peça propõe uma crítica ao mundo da mercadoria e da imagem.


Sobre a Brava Companhia
A Brava Companhia é um coletivo teatral formado por um corpo estável de trabalhadores de teatro que em 2010 comemora doze anos de trabalhos ininterruptos na cidade de São Paulo tendo como eixo fundamental de trabalho o estudo do corpo, do jogo e do improviso. Ao longo desta história montou dez espetáculos, sendo os dois últimos A Brava, (vencedor do Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro, categoria melhor espetáculo apresentado em rua e indicado a outras quatro categorias do mesmo prêmio, além da indicação ao premio Shell de 2008 de melhor direção) e O Errante – resultado da pesquisa realizada durante o projeto de fomento contemplado em 2008.

Os espetáculos da Brava Companhia circularam por mais de 300 bairros da zona sul da cidade de São Paulo, em festivais pelo país e fora dele. Desde 2007, o grupo mantém sua sede, Espaço Brava Companhia, no Sacolão das Artes, localizado no Pq. Santo Antônio, bairro da periferia sul da cidade, local onde, desde sua fundação, mantém suas ações de trabalho que, além das apresentações de espetáculos, incluem oficinas, debates, mostras e encontros com grupos. A Brava Companhia busca provocar no espectador uma reflexão crítica sobre a sociedade de hoje, ampliando questionamentos pessoais para uma esfera social.
(Adriana Balsanelli/julho 2010)

Para roteiro:
Este lado para cima – Dias 6 e 13 de agosto, sexta, às 17h30 no Largo São Bento. Direção - Fábio Resende e Ademir de Almeida. Texto - Brava Companhia. Elenco - Cris Lima, Débora Torres, Henrique Alonso, Joel Carozzi, Luciana Gabriel, Marcio Rodrigues, Rafaela Carneiro e Sérgio Carozzi. Stand in - Maxwell Raimundo. Cenários, adereços e figurinos - Cris Lima, Débora Torres, Joel Carozzi, Marcio Rodrigues, Rafaela Carneiro e Sérgio Carozzi. Concepção Sonora - Brava Companhia. Produção - Kátia Alves. Assistente de Produção - Luciana Gabriel. Duração - 80 minutos. Censura - livre Gênero – Comédia épica. Ingressos - grátis.


O Errante – reestreia dia 3 de agosto, sábado, às 20 horas, no Sacolão das Artes. Direção - Ademir de Almeida e Fábio Resende. Dramaturgia - Alexandre Krug. Elenco - Rafaela Carneiro, Max Raimundo, Marcio Rodrigues, Luciana Gabriel, Fábio Resende e Ademir de Almeida.Consultor Artístico - Reinaldo Maia. Produção - Kátia Alves. Cenário e Adereços - Mauro Martorelli, Marcio Rodrigues e Rafaela Carneiro. Figurinos - Rafaela Carneiro e Marcio Rodrigues. Costureira - Cleusa de Fátima. Treinamento de Palhaço - Ésio Magalhães. Treinamento Vocal - Carlos Simione. Direção Musical - Brava Companhia. Assessoria Musical - Dagoberto Feliz e Núcleo de Música da Cia Antropofágica. Bases Musicais Eletrônicas - Jonathan Mendonça de Almeida. Consultoria de Maquiagem - Greco Hairstylist. Vídeos - NCA - Núcleo de Comunicação Alternativa e Brava Companhia. Fotos - Fábio Hirata. Material Gráfico - Ademir de Almeida. Duração - 100 minutos. Censura - livre - Ingressos - grátis. Sacolão das Artes - Rua Cândido José Xavier n° 577, Parque Santo Antônio.

Assessoria de Imprensa
ARTEPLURAL Comunicação
Jornalista responsável - Fernanda Teixeira
MTb-SP: 21.718 - tel. (11) 3885-3671 / 9948-5355
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História da Arte Moderna e contemporânea para Educadores no MuBE























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Música no MuBE PROGRAMAÇÃO AGO/10




































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MARCELO QUINTANILHA no VERMONT ITAIM com participação especial de VANIA ABREU

Festival Palco Giratório acontece de 3 a 29 de agosto na Capital, ABC, Osasco, Santos e Campinas

O espetáculo de rua O Amargo Santo da Purificação abre o evento com sessões dias 3, 4 e 5 de agosto, respectivamente, nas praças da Sé, Patriarca e da Liberdade, sempre às 15 horas. A programação inclui teatro adulto e infantil, dança e oficinas

Com 22 espetáculos de 16 companhias de teatro e dança, vindas de 11 Estados brasileiros (de cidades como Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Velho, Florianópolis, Recife, Salvador e Brasília), privilegiando produções de fora do eixo Rio - São Paulo, em 45 sessões para adultos e crianças, o Festival Palco Giratório abre sua 5ª edição paulistana dia 3 de agosto.

Promovido pelo SESC, o maior evento de artes cênicas do Brasil segue até 29 de agosto, com 45 sessões de vários espetáculos em diferentes espaços da Capital, Grande São Paulo (ABC, Osasco), Santos e Campinas, incluindo 14 unidades do Sesc (Pompéia, Consolação, Ipiranga, Santana, Pinheiros e Vila Mariana, entre outras). Assim como no ano passado, a programação inclui debates e oficinas.

Um dos projetos mais importantes já criados para o teatro, para os artistas de teatro e para a formação e renovação do público de teatro no Brasil, o Palco Giratório começa com o espetáculo de rua O AMARGO SANTO DA PURIFICAÇÃO, com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Eles fazem sessão da peça nos dias dia 3, terça, às 15h, na praça da Sé; dia 4, quarta, às 15h, na praça do Patriarca , e dia 5, quinta, às 15h, na praça da Liberdade. Veja programação completa abaixo do texto.

Histórico
O projeto existe há 13 anos e o SESC São Paulo participa há 6 anos e realiza apresentações há 5 anos. A primeira edição no estado, em 2006, reuniu alguns trabalhos apenas no SESC Santana. Em 2007, foram 16 espetáculos apresentados em 7 unidades do SESC e espaços em parceria com prefeituras locais (Mauá, São Bernardo do Campo e Osasco), além do CEU Casablanca. Em 2008 e 2009, sessões aconteceram em todas as unidades do SESC da capital e ABC, com exceção do Cinesesc, além do SESC Santos, SESC Campinas e CEU Campo Limpo.

O Palco Giratório acontece durante todo o ano, com exceção de janeiro, em todos os Estados do País. São diversas atividades, divididas em módulos específicos de acordo com cada região. Os festivais são um dos módulos, organizados para reunir todos os espetáculos participantes do projeto. Os grupos não se apresentam no Festival em SP e seguem depois em conjunto para outro local determinado, as apresentações são dinâmicas e acontecem simultaneamente por todo o país em circulações constantes.

De acordo com o diretor regional do SESC São Paulo Danilo Santos de Miranda "o Palco Giratório tem como principal objetivo disseminar as artes cênicas no território nacional, formando, assim, uma rede de trocas entre grupos e públicos". Para o diretor, "o SESC afirma a difusão ao acesso às artes cênicas ao público, reforçando seu caráter educativo no instante em que proporciona momentos de fruição, formação e reflexão num caldeirão efervescente de diversidade na concepção das artes cênicas".



Destaques da programação

De Curitiba, chega a peça ÁRVORES ABATIDAS (OU PARA LUÍS MELO), com sessão dia 5, quinta, às 20h30, no Teatro Municipal de Mauá; e dia 6, sexta, às 19h30, no Centro de Educação e Integração Comunitário Cora Coralina, em São Caetano do Sul. Também de Curitiba, a Cia. Tato Criação Cênica mostra TROPEÇO dia 15, domingo, às 18 horas, no SESC Vila Mariana.


Os paulistas do Circo do Silêncio mostram o espetáculo A OBSCENA SRA. D, dias 7 e 8, sábado, às 21h e domingo, às 18h, no SESC Pinheiros. De Hilda Hilst, com concepção e interpretação de Suzan Damasceno, direção de Donizete Mazonas e Rosi Campos. De Belo Horizonte vem a peça AQUELES DOIS, com a Cia. Luna Lunera, em sessões dias 11 e 12, quarta e quinta, às 21 horas, no SESC Ipiranga; e dias 14 e 15, sábado e domingo, às 20 horas, no SESC Santo André.

Já o espetáculo inédito MALENTENDIDO (das peças mais célebres de Albert Camus) vem do Rio, com o Núcleo Bacatá de Teatro, dias 25 e 26, quarta e quinta, às 21 horas, no SESC Santana, com direção de Marco André Nunes. De Florianópolis chega MI MUÑEQUITA (Gabriel Calderón), também inédito, com o grupo Ponte Cultural Escritório de Produção, dias 28 e 29, sábado, às 21h e domingo, às 18 horas, no SESC Pompéia. Enquanto isso, as premiadas Agreste e Anatomia Frozen fazem apresentações no Sesc Campinas, respectivamente, dias 25 e 28 de agosto.

Em Dança contemporânea, o Grupo Experimental de Recife vem com ZAMBO, dia 11 de agosto, quarta, às 21 horas, no Sesc Santana. Entre as atrações do Teatro Infantil, destaque para ZERO, da Cia. Mevitevendo (São Paulo), com apresentações dia 8, domingo, às 15h30, no SESC Vila Mariana; e para E SE... – da Cia. Tato Criação Cênica (Curitiba), dia 15, domingo, às 15h30 - SESC Vila Mariana.

Programação dos Espetáculos do Palco Giratório 2010


ESPETÁCULO DE RUA
O AMARGO SANTO DA PURIFICAÇÃO - Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (Porto Alegre/ RS)
Dia 3, terça, às 15h – Praça da Sé – Coordenação SESC Carmo
Dia 4, quarta, às 15h – Praça do Patriarca – Coordenação SESC Carmo
Dia 5, quinta, às 15h – Praça da Liberdade – Coordenação SESC Carmo
Grátis

Ficha técnica
Encenação Coletiva: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Dramaturgia: criada coletivamente a partir dos Poemas de Carlos Marighella. Roteiro, sonoplastia, figurinos, máscaras, adereços e elementos cenográficos: Criação Coletiva. Músicas: Johann Alex de Souza. Atuadores: Paulo Flores, Tânia Farias, Clélio Cardoso, Aline Ferraz, Marta Haas, Edgar Alves, Roberto Corbo, Sandra Steil, Paula Carvalho, Letícia Virtuoso, Eugênio Barboza, Anelise Vargas, Lucio Hallal, Paula Lages, Déia Alencar, Raquel Zepka, Alex Pantera, Karina Sieben, Jorge Gil, Geison Burgedurf, Caroline Vetori, Eduardo Cardoso, Renan Leandro, Alessandro Müller e Jeferson Cabral. Locução AI-5 e Descrição Clima Cena da Morte: Nilson Asp. Voz das Lições de Tortura: Giovana Carvalho. Criação da Cabeça de Getúlio Vargas: Alessandro Muller. Criação e execução dos Triciclos: Carlos Ergo (Ergocentro). Criação e Execução do Estandarte ‘Depor Podre Poder’ e colares Iansã: Margarida Rache. Confecção Figurinos: Heloísa Cônsul. Execução de Crochê das Cabeças Marighella: Maria das Dores Pedroso. Preparação dos Atores: Capoeira: Ed Lannes (Grupo Zimba). Berimbau: Nelsinho (Grupo Zimba). Saxofone: Zé do Trumpete. Dança Afro: Taila dos Santos Souza (Odomodê). Duração: 100 minutos. Classificação: Livre. Site - www.oinoisaquitraveiz.com.br


ESPETÁCULOS DE TEATRO ADULTO
ÁRVORES ABATIDAS (OU PARA LUÍS MELO) - Marcos Damaceno Cia. de Teatro (Curitiba/ PR)
Dia 5, quinta – 20h30 - Teatro Municipal de Mauá - Coordenação SESC São Caetano

Dia 6, sexta – 19h30 - Centro de Educação e Integração Comunitário Cora Coralina (Coordenação SESC São Caetano)
Teatro Municipal de Mauá – Rua Gabriel Marques,353 – Mauá. Ingressos – Grátis.
Centro de Educação e Integração Comunitário Cora Coralina - Rua Laércio Carluce, s/nº Bairro Bom Recanto - Mauá. Ingressos – Grátis.

Sinopse
O espetáculo é narrado por uma mulher, que convidada a um “jantar artístico”, em homenagem ao ator do título, percebe que está, na verdade, em uma reunião de talentos medíocres. Arrependida de ter aceitado o convite e enquanto espera o famoso ator, que nunca chega, ela reflete sobre sua vida e o meio que a cerca. Sempre embalada pela lembrança de uma grande amiga de todos enterrada naquele mesmo dia. Entre as características da peça estão a caricatura e o exagero na linguagem, o tom poético com repetições e variações, uma pitada de grotesco e o cuidado minucioso com a musicalidade e ritmo das frases. Trata-se de uma narrativa densa e sôfrega, por vezes angustiante, freqüentemente hilariante.

Ficha técnica
Texto: Marcos Damaceno, a partir da obra de Thomas Bernhard. Elenco: Rosana Stavis e Roger Vaz (Violinista). Iluminação e Cenografia: Waldo Leon. Composição, adaptação, arranjos e direção musical: Gilson Fukushima Figurinos: Maureen Miranda. Arte e design: Foca Cruz. Cenotécnico: Marcelo Cruz. Produção: Bruno Fernandes, Luiz e Tânia Araújo. Duração: 80 minutos. Classificação: 16 anos. Site - www.marcosdamacenocia.com.br

A OBSCENA SRA. D - Circo do Silêncio (São Paulo/ SP)
Dias 7 e 8 de agosto, sábado, às 21h e domingo, às 18h - SESC Pinheiros - R. Paes Leme, 195 / Tel.: 3095-9400. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).
Sinopse
A historia – se é que há uma história aqui – é simples: após a morte do marido, Hillé, a Senhora D, se recolhe ao vão da escada, em direção à própria morte. Em seu espaço diminuto, a Senhora D revive momentos da relação com o marido. Hillé chafurda os limites da sanidade ao confrontar-se com a velhice, o abandono, a ruína, o absurdo contido na sucessão dos dias e a própria morte.

Ficha técnica
Texto: Hilda Hilst. Concepção e interpretação: Suzan Damasceno. Direção: Donizete Mazonas e Rosi Campos Adaptação: Suzan Damasceno e Germano Melo. Iluminação: Pedro Brandi. Cenografia e Figurino: Anne Cerutti Fotografia: Ary Brandi. Duração: 55 minutos. Classificação: 16 anos.

AQUELES DOIS - Cia. Luna Lunera (Belo Horizonte/MG)
Dias 11 e 12, quarta e quinta, às 21h - SESC Ipiranga
Dias 14 e 15, sábado e domingo, às 20h - SESC Santo André
SESC Ipiranga - R. Bom Pastor, 822 / Tel.: 3340-2000. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).
SESC Santo André - R. Tamarutaca, 302 / Tel.: 4469-1200. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
Da rotina de uma “repartição” – metáfora para qualquer ambiente inóspito e burocrático de trabalho, revela-se o desenvolvimento de laços de cumplicidade entre dois de seus novos funcionários, Raul e Saul. É que “num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”. No entanto, essa relação acaba gerando incômodo nos demais colegas de profissão. O espetáculo foi criado a partir do conto homônimo do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996).

Ficha técnica
Concepção: Cia. Luna Lunera. Texto: Caio Fernando Abreu. Diretores/Criadores: Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves, Rômulo Braga e Zé Walter Albinati. Em cena: Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves e Rômulo Braga. Relator do Processo: Zé Walter Albinati. Workshop de Ações Vocais: Odilon Esteves. Workshop de Contato Improvisação: Cláudio Dias. Workshop de Voz e Arranjo Vocal: Zé Walter Albinati. Cenário e Figurino: Núcleo de Criadores do espetáculo. Consultoria de Figurino: Carla Mendonça. Iluminação: Felipe Cosse e Juliano Coelho. Criação Gráfica: Frederico Bottrel. Administração: Sílvia Batista. Estagiária de Comunicação: Mariana Garcia. Assessoria Jurídica: Drummond & Neumayr Advocacia. Produção no circuito Palco Giratório: Thiago Prata. Produção Executiva: Clarice Castanheira. Direção de Produção: Cláudio Dias. Duração: 80 minutos. Classificação: 16 anos. Site – www.cialunalunera.blogspot.com

ENCANTRAGO – VER DE ROSA UM SER TÃO - Grupos Teatro Vitrine e Expressões Humanas (Fortaleza/ CE)
Dias 12 e 13, quinta e sexta, às 20h – SESC Osasco - Av. Sport Clube Corinthians Paulista, 1300 / Tel.: 3685-2148. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
O espetáculo é um mergulho no coração intratável e miraculoso do Brasil e uma viagem cujo destino é a encantada vastidão do homem do sertão. Esse mergulho conduz o espectador a uma aventura onde os contrastes e as ambivalências consagram esse paradoxal mundo sertanejo. A peça resgata os rituais humanos como um elemento essencialmente eficaz na arte teatral e brinca de embaralhar o mundo real e simbólico. Trata-se de um convite para fomentar um novo olhar diferenciado e crítico sobre esses inquietos e diversos pedacinhos de universos sertanejos.

Ficha técnica
Texto e Direção: Herê Aquino (Inspirado na obra de Guimarães Rosa e na Cultura Popular). Elenco: Annalies Borges, João Paulo Pinho, Juliana Veras, Katiana Monteiro, Liliana Brizeno, Marina Brito, Marina Brizeno, Monique Cardoso, Nataly Rocha, Paulo Botafogo Figurino: Marina Brizeno. Cenário: Herê Aquino/ Marina Brizeno. Preparação Musical: Orlângelo Leal / Juliana Veras. Direção Musical: Fabiano de Cristo. Sonoplastia (execução): O elenco. Iluminação: Wallace Rios. Iluminação (operação): Tomaz de Aquino. Produção: ATO – Produção e Marketing Cultural. Direção de Produção: Monique Cardoso. Fotos: Lima Filho. Realização: Grupo Expressões Humanas e Teatro Vitrine. Duração: 90 minutos. Classificação: 14 anos. Site – www.grupoexpessoeshumanas.blogspot.com

TROPEÇO - Cia. Tato Criação Cênica (Curitiba/ PR)
Dia 14, sábado, às 20h30 - SESC Campinas
Dia 15, domingo, às 18h - SESC Vila Mariana

SESC Campinas - R. D. José I, 270 / Tel.: (19) 3737-1515. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).
SESC Vila Mariana - R. Pelotas, 141 / Tel.: 5080-3000. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
Utilizando a linguagem do teatro de animação, Tropeço quer dar vida ao simples. Sobre uma mesa, com baús e alguns pequenos objetos cria-se um mundo onde dois atores manipuladores e suas mãos dão vida a duas personagens: duas velhas que moram juntas. Partindo da costumeira visão que temos da velhice mostra a solidão e as pequenas ações rotineiras, criando um universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade em mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram.

Ficha Técnica
Concepção e atuação: Katiane Negrão e Dico Ferreira. Colaboração dramatúrgica: Juliana Capilé. luminação: Velas. Produção e Figurino: Luciana Falcon. Duração: 35 minutos. Classificação: 14 anos. Site - http://www.tatocriacaocenica.com.br/

FILHAS DA MATA - O Imaginário (Porto Velho/ RO)
Dias 19 e 20, quinta e sexta, às 21h - SESC Santos - R. Conselheiro Ribas, 136 / Tel.: (13) 3278-9800. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
Mulheres esquecidas e abandonadas pelo tempo e pela memória vivem mergulhadas num mundo fronteiriço entre sonho e realidade, lutando pela redescoberta do sentido de suas existências e suas histórias de vida. Sem rumo e presas às amarras do passado, lembranças e ilusões se confundem, levando as personagens a um estado de aparente alienação. O espetáculo conta com a participação de várias senhoras que compartilham suas memórias com o público e representam o universo metafórico da purificação pelo fluxo das águas.

Ficha Técnica
Elenco: Zaine Diniz, Jória Lima e Gilca Lobo. Dramaturgia: Jória Lima. Concepção sonora: Bira Lourenço. Concepção cenográfica: Chicão Santos. Figurino: Zaine Diniz e Jória Lima. Poesias: Nilza Menezes. Operação de luz: André Luiz. Operação de som: Chicão Santos. Direção e produção executiva: Chicão Santos. Duração: 60 minutos. Classificação: 14 anos. Site - www.oimaginarioro.com.br


MALENTENDIDO - Núcleo Bacatá de Teatro (Rio de Janeiro/ RJ)
Dias 25 e 26, quarta e quinta, às 21h - SESC Santana - Av. Luis Dumont Villares, 579 / Tel.: 2971-8700. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
Uma das peças mais célebres de Albert Camus (ganhador do Prêmio Nobel de Literatura), escrita em 1943 durante a Segunda Guerra Mundial. Fala de um homem que depois de viver 20 anos num país estrangeiro volta a sua terra de origem à procura de sua identidade. Sua mãe e sua irmã não o reconhecem e, em consequência de um mal-entendido, ele é assassinado.

Ficha Técnica
Texto: Albert Camus. Direção: Marco André Nunes. Co-direção: Pedro Kosovsky. Elenco: Alexandre Dantas, Carolina Virguez, Ludmila Wischansky, Maria Esmeralda Forte e Gustavo Damasceno. Produção Galharufa Produções Culturais. Duração: 80 minutos. Classificação: 16 anos.

INGRID - Núcleo Bacatá de Teatro (Rio de Janeiro/ RJ)
Dias 28 e 29, sábado, às 21h e domingo, às 19h30 - SESC Santana - Av. Luis Dumont Villares, 579 / Tel.: 2971-8700. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
O ponto de partida da peça se dá com o encontro da atriz Carolina Virgüez (colombiana naturalizada brasileira) e o trajeto da senadora e ex-candidata à presidência da Colômbia Ingrid Betancourt (colombiana, naturalizada francesa, ex-seqüestrada por 6 anos pelas FARC- Forças Revolucionárias da Colômbia). Trata-se de um espetáculo solo, que traça um olhar sobre a identidade cultural, o conflito social na Colômbia e América Latina, e o papel da mulher no diálogo e na mediação para a busca de soluções pacifistas e transformadoras.

Ficha Técnica
Dramaturgia: Fidelys Fraga. Diretor: Marco André Nunes. Atriz: Carolina Virgüez. Diretor Musical: Diogo Ahmed. Cenário e Figurinos: Marcelo Marques. Iluminador: Renato Machado. Direção de movimento: Nívea Magno. Programação visual: Alexandre De Castro. Produção: Sérgio Saboya, Silvio Batistela. Duração: 60 minutos. Classificação: 14 anos.






















AGRESTE - Cia. Razões Inversas (São Paulo/ SP)
Dia 25, quarta, às 20h30 - SESC Campinas
Dia 26, quinta, às 20h - Centro Cultural Diadema – Coordenação SESC São Caetano

SESC Campinas - R. D. José I, 270 / Tel.: (19) 3737-1515. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Centro Cultural Diadema - Rua Graciosa, 300 - tel.: 4056.3366 Centro – Diadema. Ingressos – Grátis. Retirada de ingressos a partir de uma hora antes do início da sessão.

Sinopse
No meio da seca, um casal de lavradores simples descobre o amor e fogem. Pressentem que "algo" de perigoso paira sobre seu amor. A esposa vem a compreender o porquê após a morte do marido. Essa mulher machucada pela perda, sem entender a dimensão de seus atos, acaba sendo vítima do horror da intolerância. Agreste é um vigoroso manifesto poético, uma fábula sobre ignorância, preconceito e amor incondicional.

Ficha Técnica
Encenação e direção de arte: Marcio Aurélio. Texto: Newton Moreno. Atores: Paulo Marcello e Joca Andreazza. Preparação corporal: Lu Favoreto e Marina Caron. Programação visual: Paulo Marcello. Direção de produção: Companhia Razões Inversas. Produção executiva: Renata Araújo. Realização: Companhia Razões Inversas. Duração: 60 minutos. Classificação: 16 anos.

ANATOMIA FROZEN - Cia. Razões Inversas (São Paulo/ SP)
Dia 27, sexta, às 20h - Centro Cultural Serraria - Coordenação SESC São Caetano
Dia 28, sábado, às 20h30 - SESC Campinas

Centro Cultural Serraria - Rua Guarani, 790 - tel.: 4056.4950 Serraria – Diadema. Ingressos – Grátis. Retirada de ingressos a partir de uma hora antes do início da sessão.

SESC Campinas - R. D. José I, 270 / Tel.: (19) 3737-1515. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
O espetáculo apresenta três narrativas que se entrelaçam: uma psiquiatra americana que escreve uma tese sobre assassinatos em série, um pedófilo e assassino em série condenado à prisão perpétua na Inglaterra e a mãe de uma de suas vítimas, a garotinha Nina que desapareceu aos dez anos de idade. Esses três personagens que se encontram congelados em seus estados emocionais são dissecados pela encenação em um ambiente asséptico, cirúrgico, no qual podemos observar a anatomia da violência e da psicopatia social.

Ficha Técnica
Texto Bryony Lavery. Encenação: Marcio Aurélio. Com: Joca Andreazza e Paulo Marcello. Tradução: Rachel Ripani. Adaptação: Cia. Razões Inversas. Assistente de direção: Lígia Pereira. Iluminação, Cenário e Trilha Sonora: Marcio Aurélio. Voz Dr. David: Odilon Wagner. Operação de luz e som: André Lemes. Projeto Gráfico: Pedro Penafiel. Fotos: Tati Cardoso. Consultoria de Psiquiatria: Drª Paula Orsi. Produção Executiva: Renata Araújo. Iniciativa: Rachel Ripani. Realização: Razões Inversas Marketing Cultural Ltda em associação a Rachel Ripani Produções. Duração: 75 minutos. Classificação: 16 anos.

ELE PRECISA COMEÇAR - Felipe Rocha e Alex Cassal (Rio de Janeiro/ RJ)
Dias 26 e 27, quinta e sexta, às 21h - SESC Santo André - R. Tamarutaca, 302 / Tel.: 4469-1200. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
Um homem de 35 anos, fechado em um quarto de hotel, resolve escrever uma peça de teatro. Ele precisa começar. Como não tem nada planejado, esse homem escolhe a si mesmo, no seu quarto de hotel, como ponto de partida para sua história. A partilha com os espectadores do processo de criação da escrita desse texto se mistura às situações que o autor enfrenta ao ver-se abduzido pelos universos e personagens que cria.

Ficha Técnica
Texto e atuação: Felipe Rocha. Direção: Alex Cassal e Felipe Rocha. Direção de movimento: Dani Lima. Cenário: Aurora dos Campos. Iluminação: Tomás Ribas de Faria. Trilha sonora: Felipe Rocha. Duração: 70 minutos. Classificação: 12 anos. Site - www.eleprecisacomecar.blogspot.com

MI MUÑEQUITA - Ponte Cultural Escritório de Produção (Florianópolis/ SC)
Dias 28 e 29, sábado, às 21h e domingo, às 18h – SESC Pompéia - R. Clélia, 93 / Tel.: 3871-7700. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
Entre o drama e a comédia, o espetáculo conta a história de uma adolescente que usa sua boneca preferida, La Huerfanita, para enfrentar e se libertar da violência gerada pela própria família. A menina, chamada na peça de La Nena, vive com seus parentes desajustados, La Madre, uma mulher frustrada, El Padre, um homem ausente, e El Tio, um senhor rancoroso, em um perverso jogo de adultos que inclui traumas e vinganças. Com narrativa moderna, a peça conta, ainda, com El Presentador, o mestre de cerimônias que conduz o público no espetáculo. O tom melodramático, tão comum na estética latina, é o ponto forte desta obra tragicômica. O texto original, de Gabriel Calderón, faz sucesso no Uruguai, em cartaz há quatro anos, onde ganhou e foi indicado a vários prêmios por texto, direção e atuação. Esta é a primeira vez que a obra é adaptada para a língua portuguesa.

Ficha Técnica
Texto: Gabriel Calderón. Tradução: Esteban Campanela. Direção: Renato Turnês. Elenco: Alvaro Guarnieri (El Padre), Malcon Bauer (El Tío), Milena Moraes (La Madre), Monica Siedler (La Nena), Paulo Vasilescu (El Presentador), e Sabrina Gizela (La Muñequita). Direção de Arte e Figurinos: Loli Menezes. Cenografia: Marcelo Nuernberg Schroeder. Confecção de Figurinos: Ligia Baleeiro. Confecção da Cortina: Clarissa Pereira. Hair Designer e Make-up: Robson Vieira. Assistente: Hildo Santos. Designer Gráfico: Felipe Gheno. Desenho de Luz: Daniel Olivetto e Renato Turnes. Iluminador: Gilbas Piva. Trilha Sonora: Renato Turnes e Javier Venegas. Criação de Trilha Original, Arranjos e Preparação Vocal: Javier Venegas. Técnico de Som e Luz: Marco Aurélio Ribeiro da Silva. Fotos: Cleide de Oliveira / Cristiano Prim. Direção de Produção: Renato Cristofoletti. Produção: Milena Moraes. Realização: Ponte Cultural Escritório de Produção. Duração: 80 minutos. Classificação: 16 anos. Site – www.mmunequitaprojeto.blogspot.com

Trailer do espetáculo: http://www.youtube.com/watch?v=z_wgsEH7j6k

ESPETÁCULOS DE DANÇA Inéditos em São Paulo
DOLORES - Mimulus Cia. de Dança (Belo Horizonte/ MG)
Dias 6 e 7, sexta, às 21h e sábado, às 20h - SESC Santo André
R. Tamarutaca, 302 / Tel.: 4469-1200. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).


Sinopse
O complexo, dramático, sensual, irônico e sarcástico universo do renomado cineasta espanhol Pedro Almodóvar serviu de inspiração para a criação de DOLORES (das dores, das pequenas e ridículas dores), novo espetáculo da Companhia Mimulus de Dança. Não é uma encenação sobre a vida e a obra do cineasta, e sim um espetáculo de dança atrevido embalado pela trilha sonora dos filmes de Almodóvar, que mereceu tratamento especial do diretor Jomar Mesquita, já reconhecido pelo seu apuro musical.

Ficha Técnica
Direção: Jomar Mesquita. Coreografia: Criação coletiva da Cia. Elenco: Jomar Mesquita, Juliana Macedo, Bruno Ferreira, Mariana Fernandes, Rodrigo de Castro, Andréia Pinheiro, Murilo Borges e Nayane Diniz. Assessores: Mario Nascimento e Tíndaro Silvano. Identidade Visual: Cognitiva Publicidade. Cenário: Ed Andrade. Iluminação: Rodrigo Marçal e Assessoria: Ed Andrade. Fotografia: Guto Muniz. Figurino: Baby Mesquita. Apoio eterno: João Baptista Mesquita. Duração: 65 minutos. Classificação: 12 anos. Site - www.mimulus.com.br

ZAMBO - Grupo Experimental (Recife/ PE)
Dia 11, quarta, às 21h - SESC Santana
Av. Luis Dumont Villares, 579 / Tel.: 2971-8700. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
Um marco na história do Grupo Experimental, ZAMBO é retrato de uma época e, mais especificamente, tradução em dança de um movimento que revolucionou o entendimento de cultura: o Manguebeat, de Chico Science. O nome Zambo é uma referência ao personagem Charles Zambohead, criado por Science, e que viraria história em quadrinhos na Internet. Inspirado no perfil traçado por Chico e também na própria performance cênica do intérprete-mor do Manguebeat, Zambo é um espetáculo que habita no ambiente da tradição, mas é igualmente composto de uma movimentação contemporânea.

Ficha Técnica
Direção, coreografia e concepção: Mônica Lira. Coreografia (Conceição): Mônica Lira. Produção e sonoplastia: Christianne Galdino. Bailarinos: Everton Gomes; Helijane Rocha; Jennyfer Caldas; Januária Finizola; Mônica Lira; Rafaella Trindade; Ramon Milanez e Sílvio Barreto. Figurino (Zambo): Período Fértil. Figurino (Conceição): Marcondes Lima e Maria Agrelli. Cenário (Conceição): Marcondes Lima. Cenotécnico: Silvio Barreto. Iluminação: Beto Trindade. Operadora de Luz: Luciana Raposo. Trilha Sonora Original (Conceição): Tomas Alves Souza. Músicas (Zambo): Taboo, de Nusrat Fateh Ali Khan; Galatcki Funk, do DJ Spooky; Je gue ya, de Geoffrey Oryema; e Toque pra Iorubá, de Antúlio Madureira. Duração: 45 minutos. Classificação: Livre. Site - www.grupoexperimental.com


CONCEIÇÃO - Grupo Experimental (Recife/ PE)
Dias 13 e 14, sexta e sábado, às 21h - SESC Santana

Av. Luis Dumont Villares, 579 / Tel.: 2971-8700. Ingressos - R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
Ambientado no universo urbano e na cultura da cidade do Recife, o Grupo Experimental mergulhou nas crenças e no comportamento do seu povo. A proposta não é narrar a história da santa ou da festividade que acontece no Morro da Conceição, e sim investigar a intersecção entre o sonoro, o gestual, os sentimentos, o visual e o simbolismo presentes nessa festa pernambucana.

Ficha Técnica
Direção, coreografia e concepção: Mônica Lira. Coreografia (Conceição): Mônica Lira. Produção e sonoplastia: Christianne Galdino. Bailarinos: Everton Gomes; Helijane Rocha; Jennyfer Caldas; Januária Finizola; Mônica Lira; Rafaella Trindade; Ramon Milanez e Sílvio Barreto. Figurino (Zambo): Período Fértil. Figurino (Conceição): Marcondes Lima e Maria Agrelli. Cenário (Conceição): Marcondes Lima. Cenotécnico: Silvio Barreto. Iluminação: Beto Trindade. Operadora de Luz: Luciana Raposo. Trilha Sonora Original (Conceição): Tomas Alves Souza. Músicas (Zambo): Taboo, de Nusrat Fateh Ali Khan; Galatcki Funk, do DJ Spooky; Je gue ya, de Geoffrey Oryema; e Toque pra Iorubá, de Antúlio Madureira. Duração: 50 minutos. Classificação: 16 anos. Site - www.tourexperimental.blogspot.com

IDEIAS DE TETO - Sua Cia. (Salvador/ BA)
Dia 18, quarta, às 21h - SESC Ipiranga
R. Bom Pastor, 822 / Tel.: 3340-2000

R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
Com trechos da obra do poeta Manoel de Barros, IDEIAS DE TETO é uma colagem de poesia e imagens. Propomos colocar o pensamento em uma outra posição. Que a platéia vire teto. E fique livre para se perguntar o que o teto pensa de nós. Executado por três bailarinas, em oito cenas independentes, a raiz dessa idéia vem dos jogos com a percepção, trabalhando a possibilidade de inverter concreta e simbolicamente sentidos cênicos a partir de uma perspectiva aqui chamada de teto.

Ficha Técnica
Direção e concepção: Clara Trigo. Elenco: Carolina Laranjeira, Catarina Gramacho e Clara F. Trigo. Assistentes de Coreografia e direção: Eduardo Pinheiro e Thaís Bandeira. Poesia: Manoel de Barros. Música: Vicente Bastos. Locução: Isabela Trigo. Figurino: Isa Trigo. Iluminação: Natália Valério. Projeto Original: Fábio Espírito Santo. Produção: Conexões Criativas. Duração: 45 minutos. Classificação: Livre. Site - www.suacia.blogspot.com

ESTUDO DA LESMA - Sua Cia. (Salvador/ BA)
Dias 20 e 21, sexta, às 20h e sábado, às 19h - SESC Ipiranga
R. Bom Pastor, 822 / Tel.: 3340-2000

R$ 8,00; R$ 4,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Sinopse
O espetáculo é uma composição cênica entre dança, música, poesia e desenhos. Com vocação para amplos espectros de público, propõe uma investigação sobre as possibilidades de apoios do corpo numa superfície vertical a partir do ponto de vista de uma lesma. O espetáculo envolve o espectador pela possibilidade de tirar os pés do chão, de relacionar a música ao desenho que aparece surpreendentemente e ao movimento deslizante sobre uma parede. Essa pesquisa, intrinsecamente conectada ao universo poético de Manoel de Barros, flexibiliza o pensamento, o corpo, o próprio ser.

Ficha Técnica
Direção e cena coreográfica: Clara F. Trigo. Ilustração: Isbela Trigo. Assisstente de ilustração: Catarina Gramacho ou Natália Valério. Direção musical: Eduardo Pinheiro. Co-direção musical e coreográfica: SUA CIA. Figurino: Daniela Pressinotti. Produção: Conexões Criativas. Direção de Produção: Natália Valério. Duração: 20 min. Classificação: Livre. Site - www.suacia.blogspot.com


OFICINAS
Dança Contemporânea: Relações com a Cultura e o Espaço Urbano

Partindo da pesquisa Ilhados, desenvolvida pela companhia, o Grupo Experimental de Recife propõe vivências técnicas e criativas com o tema em questão, investigando sempre a relação do corpo com seu entorno, sua comunidade, sua cidade, sua cultura. A pesquisa ILHADOS teve coleta de dados nas ilhas do Recife Antigo (bairro onde o grupo tem sua sede e que é ligado ao continente por quatro pontes) e no arquipélago de Fernando de Noronha.
Dia 12, quinta, às 14h às 18h- SESC Santana
Av. Luis Dumont Villares, 579 / Tel.: 2971-8700. 25 vagas

WORKSHOP CONEXÕES CRIATIVAS
Por meio da ação corporal, da experimentação com objetos cênicos, do diálogo com as fontes de inspiração da companhia e da observação, experimentam-se as conexões entre corpo, gravidade, poesia e criação coreográfica. Com Clara Trigo, da SUA CIA. 20 vagas.
Dia 19, quinta, às 9h às 13h e das 14h às 18h - Acima de 15 anos. Grátis SESC Ipiranga
Inscrições no dia com retirada de ingressos com 1 h de antecedência na bilheteria das Unidades.
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ESPETÁCULOS PARA CRIANÇAS

ZERO - Cia. Mevitevendo (São Paulo/ SP)
Dia 7, sábado, às 16h - SESC Campinas
Dia 8, domingo, às 15h30 - SESC Vila Mariana

Sinopse
O espetáculo ZERO é uma livre adaptação do conto “O Rouxinol e o Imperador”,de Hans Christian Andersen. Neste mundo inventado, nada é de verdade e tudo quase existe. Manivelas fazem o sol e a lua aparecerem e um simples botão acende um céu de estrelas. Seu morador mais ilustre, o azedo Sr. Z, passa os dias inteiros lendo memórias alheias. Ali, tudo é chato e tedioso, até aparecer uma pequena criatura que, com seu canto, poderá mudar para sempre a vida no lugar.

Ficha Técnica
Atuação e direção: Márcia Fernandes e Cleber Laguna. Roteiro, bonecos e máscaras: Cleber Laguna. Figurinos e seleção musical: Márcia Fernandes. Operação de luz e som: Tarcísio Brum. Produção: Cia. Mevitevendo. Duração: 50 minutos. Classificação: Livre. Site - www.mevitevendo.com.br

SESC Campinas. R. D. José I, 270 / Tel.: (19) 3737-1515.
SESC Vila Mariana. R. Pelotas, 141 / Tel.: 5080-3000
Preço: R$ 4,00; R$ 2,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 1,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes).

E SE... - Cia. Tato Criação Cênica (Curitiba/ PR)
Dia 14, sábado, às 16h - SESC Campinas
Dia 15, domingo, às 15h30 - SESC Vila Mariana

Sinopse
A peça discute com bom-humor e fantasia os diversos caminhos que a vida oferece e as interferências das escolhas e ações de cada um no coletivo. A rua de um centro urbano é o ponto de encontro e desencontro no cotidiano de personagens. O grupo faz um teatro de animação, usando principalmente as mãos. A construção dramatúrgica é criada durante as improvisações de cenas, com a atenção na comunicação corporal, batizada como dramaturgia física. Sem a utilização de palavras,as personagens possuem uma linguagem inventada, que compõe - com os ruídos de cena e temas criados - o clima sonoro da peça.

Ficha Técnica
Concepção / Direção/ Dramaturgia/ Composição/ Manipulação: Katiane Negrao e Dico Ferreira. Direção Sonora/ Composição/ Preparação Vocal: Karla Izidro. Figurino e Adereços: Cristine Conde. Iluminação: Luiz Nobre. Designer Gráfico/ Fotografia: Diogo Negrão. Fotografia: Sergio Vieira. Estrutura Cenográfica: Edson Naindorf. Produção: Luciana Falcon. Duração: 45 minutos. Classificação: Livre. Site - www.tatocriacaocenica.com.br

Preço: R$ 4,00; R$ 2,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 1,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

OS MENINOS VERDES DE CORA CORALINA - Voar Teatro de Bonecos (Brasília/ DF)
Dia 21, sábado, às 15h - SESC Consolação
Dia 22, domingo, às 15h - SESC Interlagos

Sinopse
O espetáculo mostra as pequenas criaturas verdes encontradas no jardim de Dona Cora. Elas conquistam o afeto da poeta por meio de suas brincadeiras, estripulias, do exercício da imaginação e da pureza. Tudo com simplicidade, assim como no livro, onde a autora usa ternura para narrar meninices, brincadeiras e sonhos, trazendo a identificação não somente nas crianças, mas também nos adultos.

Ficha Técnica
Direção: Marco Augusto. Dramaturgia: História original Cora Coralina. Direção da trilha Sonora: A Companhia. Elenco: Alessandra Barros, Lucia Corrêa, Laércio Nicolau e Wellington Nascimento. Iluminação: Wesley Barbosa. Produção: Andrea Mara. Duração: 45 minutos. Classificação: Livre. Site - www.voarteatrodebonecos.com.br

SESC Consolação. R. Dr. Vila Nova, 245 / Tel.: 3234-3000
Preço: R$ 4,00; R$ 2,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 1,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

SESC Interlagos. Av. Manuel A. Soares, 1100 / Tel.: 5662-9500.
Grátis.

DIÁRIO MALASSOMBRADO - Cia. Mevitevendo (São Paulo/ SP)
Dia 28, sábado, às 11h – CEU Guarapiranga - Coordenação SESC Santo Amaro
Dia 29, domingo, às 13h - SESC Itaquera

Sinopse
Numa noite de lua cheia, dois curiosos encontram uma mala com um diário em seu interior. Mas este não é um diário qualquer. Nele estão guardadas "memórias de assombrações". Ao lerem essas histórias, eles libertam personagens inusitados: a Velha do Saco, a Mulher Caveira, o Homenzinho Terrível e outras aparições de arrepiar! Entre sustos e risadas, esses seres tão diferentes podem mostrar que não são tão malvados, nem tão feios assim.

Ficha Técnica
Atuação e direção: Marcia Fernandes e Cleber Laguna. Roteiro, bonecos e máscaras: Cleber Laguna. Figurinos e seleção musical: Marcia Fernandes. Operação de luz e som: Tarcísio Brum. Produção: Cia. Mevitevendo. Duração: 45 minutos. Classificação: Livre.

CEU Guarapiranga. Av. Estrada da Baronesa, 1120. Tel.: 5833-6317. Grátis.
SESC Itaquera. Av. Fernando E.S. Alves de Mattos, 1000 / Tel.: 2523-9200
Grátis.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Oficina "Como se faz um filme" - MIS

O Falecido, de Antonio Rocco, prorroga emporada no N.Ex.T


A comédia O Falecido (texto e direçao de Antônio Rocco), prevista para terminar em 25 de julho, prorroga sua temporada no N.Ex.T (Núcleo Experimental de Teatro), até 29 de agosto, sempre às sextas e sábados (21h30) e domingos (19h30). A montagem comomora os 11 anos do N.Ex.T.


Depois do sucesso da primeira montagem, em 2002, O Falecido voltou à cena para divertir a plateia paulistana. O espetáculo é formado de duas pequenas peças: Amor à Vista e O Falecido. Em Amor à Vista um casal se encontra na sala do Cartório à espera de seus respectivos noivos que estão atrasados. Na segunda peça, O Falecido, um homem acorda na sala de seu próprio velório.

A nova montagem conta cenário e figurinos de Cássio Brasil, trilha sonora original de Ricardo Severo e elenco composto por Lulu Pavarin, Antonio Destro, Luciana Caruso, Ivan Capúa e Mario Mathias; todos já participaram de várias produções do N.Ex.T, em 2008, no primeiro Festival do Teatro Grotesco e, em 2009, na A Loucadora de Vídeo.

Sinopses
Amor a Vista tem 20 minutos de duração. Dois noivos, Berenice e Benedito, se encontram em um cartório à espera de seus respectivos pares. Ambos, nervosos com o atraso das caras metades, disputam quase que a tapa a única cadeira disponível. O Juiz de Paz aparece para comunicar que o cartório fechará em cinco minutos. A espera fica ainda mais aflitiva, quando descobrimos que milhões de reais estão em jogo.

O Falecido tem 40 minutos de duração. Hermelindo Saraiva acorda em seu próprio velório. Ao escutar passos no corredor, sem saber se está vivo ou morto, resolve ficar bem quietinho no caixão. Um a um, amigos e parentes aparecem para relatar os terríveis acontecimentos e as baixarias que motivaram a sua morte. Muito envergonhado, sem se lembrar de nada do que aconteceu na noite passada, Hermelindo ainda terá muitas surpresas nesta fúnebre e hilária manhã de ressaca.


Serviço
Para roteiro
Espetáculo: O Falecido - Estreou dia 7 de maio de 2009. Texto e direção: Antonio Rocco. Assistência de direção: Jussara Felix. Produção: N.Ex.T. Cenografia e figurino: Cássio Brasil Arte gráfica: Nino Dastre. Trilha original: Ricardo Severo. Preparação corporal: Helena Ciampolini. Cenotécnica e operação: Ivan Fagundes. Iluminação: Marcos Loureiro. Elenco: Antonio Destro, Lulu Pavarin, Luciana Caruso, Ivan Cápua e Mário Mathias. Temporada: sextas e sábados às 21h30, domingos às 19h30 - até 29/08/10. Duração: 60 minutos. Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia). Classificação etária: 12 anos. Gênero: Comédia.

N.Ex.T – Rua Rego Freitas, 454 – Vila Buarque. Próximo à estação República do Metrô. Bilheteria 1h antes do espetáculo. Ar condicionado. Acesso universal. Capacidade: 70 lugares. Estacionamento conveniado no subsolo a R$ 5,00. Aceita cartão de crédito e débito, cheque e dinheiro. Telefone: (11) 3259-9636 e (11) 3255-3642. Site: www.teatronext.com.br.
Assessoria de imprensa: Eliane Verbena

Bazar TUCCA Pela Cura

CENTRO CULTURAL FIESP - Imperdível!

Exposição do Projeto 365 no Centro Cultural da UFMG em Belo Horizonte

TEATRO -SESI RIO CLARO

quinta-feira, 15 de julho de 2010

TEATRO: Espetáculo " NOVELO"

Texto inédito de Nanna de Castro

Direção de Zé Henrique de Paula
Com: Alexandre Freitas, Fábio Cadôr, Elvis Shelton, Flavio Baiocchi e Flavio Barollo
Em cartaz Teatro Sérgio Cardoso

Para a peça Novelo, homem é tudo diferente, mas há séculos ouvimos a frase “Os homens são todos iguais”. Ao discutir o assunto, é possível criar um novelo de opiniões.
E é esse novelo que a montagem pretende desfiar.
Abordar o universo masculino nas artes cênicas é sempre muito instigante. Pensando assim, o grupo composto por cinco atores: Alexandre Freitas, Fábio Cadôr, Elvis Shelton, Flavio Baiocchi e Flavio Barollo resolveram falar desse mundo no teatro. Com o desejo de cumprir a missão, convidaram uma mulher para escrever sobre ele. Assim, nasceu Novelo, montagem contemplada pelo Edital ProAc 2009 da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.


“Quando recebi o convite, pensei logo: Não seria melhor um homem para desempenhar essa tarefa? Não teria eu olhos preconceituosos em relação ao mundo masculino? Mas os atores não estavam preocupados com essas questões. Então, resolvi abraçar o desafio e fazer este mergulho no masculino em mim”, conta a autora do texto Nanna de Castro, que se dedicou durante um ano para a realização da empreitada.

Conforme ela, o estilo da narrativa inédita é um desafio também à direção. Os planos de espaço-tempo cruzam-se e os atores saltam entre fatos acontecidos no passado e no presente. “É um exercício de linguagem, um experimento, em que eu uso um pouco do formato do cinema. Honestamente, sei que criei uma provocação, tanto à direção quanto ao elenco e estou curiosíssima para ver a estreia, a reação do público e tudo que diz respeito a esse delicioso ambiente teatral”.

O diretor Zé Henrique de Paula concorda com Nanna, “cada fase dos ensaios, as exigências foram diferentes. No início, o trabalho de mesa consumiu muito tempo, para que nós "desmontássemos" a peça e analisássemos cada parte separadamente. Depois, houve muito trabalho de pesquisa, para que as individualidades fossem criadas pelos atores. No último período de ensaios, as exigências têm sido de natureza emocional, uma vez que o mergulho de cada ator na sua história só tem se aprofundado. A melhor maneira de responder a todos esses processos é ter flexibilidade e dar muita, mas muita liberdade para os atores durante os ensaios”.

A peça aprofunda ao contar a história de cinco irmãos (Maurício, João Pedro, Zeca, Mauro e Cláudio), que se reencontram na sala de espera de um hospital público, após receberem a notícia de que um homem, que pode ser o pai que os abandonou por 20 anos, está internado na UTI.

Este reencontro insólito, depois de tanto tempo, emerge lembranças e sentimentos intensos, desencadeando situações patéticas, questionamentos e discussões. Essas abordagens culminam em resgatar sentimentos dolorosos, envolvendo familiares, os quais muitas vezes apresentam dificuldades para serem tratados com clareza.

Para Zé Henrique (indicado ao Prêmio Shell 2009), o que mais lhe atrai no texto é a possibilidade de fazer um recorte do ‘masculino’. “Cinco homens diferentes, cinco homens possíveis, cinco homens reais. E, por meio deles, tentar entender melhor o imaginário do gênero como um todo”.

Os diálogos são permeados por momentos de humor e poesia, revelando a essência masculina, sua singularidade e complexidades, muitas vezes roteirizadas de forma caricatural, nas artes de forma geral.

É uma peça profunda, comovente e por vezes divertida. Ela apresenta uma visão, envolvendo diversas dimensões do homem contemporâneo, inserindo suas alegrias, conflitos, ambições, coragem, mágoas, medo, frustrações, sonhos e outros estados bastante conhecidos pela humanidade, mesmo sendo de maneira inconsciente.
Além disso, a montagem prima pelo zelo, justificando os seus três anos para a sua concretização. A começar pelo figurino, cuja assinatura leva a marca Mário Queiroz, autor do livro “O Heroi Desmascarado – A imagem do homem na moda” e um dos estilistas, consultor e pesquisador acadêmico mais respeitados da Fashion Week. A locução em off é da atriz Clara Carvalho (Grupo Tapa) e a trilha sonora do espetáculo foi composta originalmente por Fernanda Maia.

Novelo é a segunda peça realizada pela Mamba Produções. O texto está sendo roteirizado por Nanna de Castro e futuramente o filme poderá ser assistido nas telonas em formatos de curta e longametragens. Faz parte das iniciativas da Mamba realizar uma trilogia de linguagens: a peça, o curta e o longa de cada uma de suas produções.

A primeira é “O Pelicano”, de August Strindberg, dirigida por Denise Weinberg, em cartaz no ano passado com o patrocínio da Eletrobrás, a qual voltará aos palcos em outubro de 2010. A peça foi a base para o curtametragem intitulado "O Sangue Pelos Filhos", selecionado para o festival de Estocolmo e está em fase de captação de recursos financeiros para se transformar em um filme de uma hora e meia, em breve. Nos primeiros meses de 2010, a montagem ocupou o ranking das 10 melhores peças de São Paulo, pela Revista Bravo.

Novelo

Teatro Sérgio Cardoso
Sala Paschoal Carlos Magno (144 lugares)
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista
Telefone: 3288-0136
Bilheteira, de quarta a domingo, das 15h às 19h. Nos dias de espetáculos até o início da peça.
Vendas por telefone: 4003-1212 e www.ingressorapido.com.br
Aceita cartão de crédito mastercard e débito pelo redeshop. Não aceita cheque.
Estacionamentos nas mediações, porém não há convênios com o teatro.
Sexta, às 21h30, sábado, às 21h, e domingo, às 19h
Ingresso: R$ 20
Duração: 90 minutos
Classificação etária: 12 anos
Gênero: Drama
De 18 de junho a 15 de agosto
Acesse também o endereço www.onovelo.com.br



Ficha Técnica
Texto: Nanna de Castro
Direção: Zé Henrique de Paula
Elenco: Alexandre Freitas, Fábio Cadôr, Elvis Shelton, Flavio Baiocchi e Flavio Barollo.
Assistência de direção: Alexandra da Matta
Cenografia e figurinos: Zé Henrique de Paula
Preparação de atores: Inês Aranha
Direção musical: Fernanda Maia
Iluminação: Fran Barros
Produção: Edinho Rodrigues e Marisa Medeiros
Produção geral: Mamba Produções
Realização: Mamba Produções
Créditos de Imagem: fotógrafo Ronaldo Gutierrez.