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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Grátis! - Programação de junho do projeto Curta no Metrô - realização MACPRO Filmes

MACPRO Filmes realiza o Curta no Metrô e promove a Diversidade Cultural

A MACPRO Filmes promove a diversidade cultural ao realizar o projeto: Curta no Metrô, que acontece atualmente, de segunda à sexta-feira em duas estações: Corinthians-Itaquera e Paraíso. São exibidos filmes dos mais variados gêneros. A intenção é fomentar e fortalecer a relação entre a arte e o público através da intensa mediação. “Acreditamos na democratização da arte ao tirar esse tipo de obra de uma posição inacessível, onde o artista se distancia do público, que não tem acesso à boa produção nacional”, explica o cineasta Marcelo Pereira (Macauê), diretor da MACPRO Filmes, que considera essa troca imprescindível e agregadora para a sociedade, como função educativa e de formação do ser. Grátis!

O Curta no Metrô está inserido no projeto Encontros do Cinemagia, e aliado aos projetos da casa, Mostra Itinerante de Curta-Metragem e Portal do Curta, - www.portaldocurta.com.br - que desponta nesse mês de junho, contribuindo e somando para o enriquecimento e conhecimento sem limites.

O projeto Encontros transforma as estações do Metrô de São Paulo em espaços culturais, com atrações gratuitas. A primeira estação inaugurada foi a Paraíso, em outubro de 2010, após a Cinemagia vencer a licitação para gerir o projeto por 10 anos. Ao todo 18 estações serão contempladas, levando cultura para todas as regiões da cidade de São Paulo. Shows musicais, cinema, espetáculos de dança, teatro, exposições permanentes e itinerantes, oficinas culturais e muitas outras atividades fazem parte da programação, acessível a aproximadamente 4 milhões de pessoas que circulam diariamente pelo Metrô.

A MACPRO Filmes produz e gera conteúdo para TV, Internet e novas mídias. Está sempre buscando soluções inovadoras em Comunicação para atender a seus clientes, entre eles: Monster Media, Kopenhagem, Apex Brasil, SESC SP, Giannini, BMA entre outros.

Ainda realiza projetos próprios focados no cinema, com destaque para os documentários: Histórias de Vinícius, Sacramento dirigido por Fred Crema Maurício Pereira (Macauê), PEI – Programa de Educação Inclusiva e os curtas-metragens Transtorno, O Vestido Vermelho e seu mais recente projeto O Ladrão de Crânios.

No campo de inclusão social, é parceira dos projetos Cine Favela, Mais Diferenças, Ciranda Cultural, Instituto Bacarelli. Site: http://www.macprofilmes.com.br/site/home/

O diretor da MACPRO Filmes, Marcelo Pereira (Macauê) é cineasta, músico e compositor. É diretor dos documentários História de Vinícius e Sacramento sobre a cidade histórica de Minas Gerais. Dirigiu e assina o roteiro dos curtas: O Vestido Vermelho e Oscar sobre a realidade de um menino que não conhece o pai. Dirigiu vários DVDs de música: banda Bicho de Pé, Duca Belintani (show e vídeo aula) Natal Encantado Brasileiro da Kopenhagen, show com Simoninha, Fernanda Porto, Vanderléa, Claudete Soares e Marquinhos Moura. E vários vídeos institucionais: Giannini, Pride Music e Shure, DVDs Educacionais com Celso Antunes (Ciranda Cultural) Nestlé de divulgação do novo formato de mídia Adsleeve®. Dirigiu 50 anos de bossa nova na sala são paulo com a Apex Brasil e trabalhou com nomes como : Silvio Santos, Olga Bongiovanni, Roberto Justus e Adriane Galisteu.

A Cinemagia cria espaços especiais para sessões de cinema em praças públicas, ginásios, praias, escolas ou estacionamentos. Fundada em 2002, empresa é líder no setor de cinema itinerante. Mensalmente, a Cinemagia promove, em média, 600 sessões de cinema. Em São Paulo, por exemplo, 46 Centros Educacionais Unificados (CEUs) fazem uso do serviço beneficiando os estudantes da rede municipal de ensino, suas família e comunidade local. As sessões de cinema promovidas pela Cinemagia são gratuitas ao público e podem chegar a 3 mil pessoas por sessão. Os recursos são captados junto a patrocinadores e instituições públicas.

Serviço:
Curta no Metrô
Realização MACPRO Filmes
Parceria: Cinemagia

Programação de Junho

Segunda-feira:
Transitório – diretor: Marcos Daniel Nunes – 18 min e 12s
Quando as cores somem - diretor: Luciano Lagares – 15 min
Idas e Vindas – diretor: Adriano Abner – 17 min
Ocupação de Stefan Schmeling, Luciana Cavalcanti, Fernando Martinho – 4 min e 19 s


Terça-feira:
Circular periférico – diretor: Alessandro Buzo – 24 min
Ouija de Marcelo Galvão – diretor: 12 min e 28 s
Fluxo de Bruno Matiazzo, Linox, Shala Andirá, Roberto Pontes – 3 min e 7s
Memórias Invisíveis – diretor: Marc Dordin – 3 min e 38 s
Incomodo - diretor: Flávio Rocha – 11min e 02 s

Quarta-feira:
Mboi Mirim – diretor: Rodrigo Maranhão – 25 min e 2 s
1 ano, seis meses e alguns dias - diretor: Mário Nogueira – 02 min e 56 s
É muita areia pro meu caminhãozinho – diretor: Ana Paula Guimarães – 14 min e 35 s
Eu, trilho – diretora: Patricia Franciso – 20 min e 46 s

Quinta-feira:
BMW vermelho de Alexandre Porto - 21 min e 33 s
Gilete Azul de Miriam Chnaiderman – 16 min e 03 s
Dizem que sou louco de Reinaldo Pinheiro – 11min e 52 s
Oscar – diretor: Macauê – 10 min

Sexta-feira:
Freestyle - diretor: Pedro Gomes – 15min
O sonho – diretor: Jonas de Gustavo Chiappetta - 06 min e 08 s
Sacramento - diretor: Macauê – 22 min
Buba: diretor: Rodrigo Olaio – 1 min
O Rim de Napoleão – diretor: Fernando Coimbra – 4 min e 59 s
3 e 17 – diretor: Anna Penteado – 27 min e 01 s





Horários das exibições:
Corinthians Itaquera – segunda à sexta – 10h e 15h
Paraíso – segunda à sexta – 12h
Lotação: 60 pessoas
Classificação indicativa: Livre

Para assistir os filmes, basta estar nas estações durante as exibições.
Para participar com o seu curta, a inscrição é pelo email: curtanometro@macprofilmes.com.br

Mais informações sobre a divulgação com Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br





A cidade de SP tem novo espaço cultural, o Teatro Viradalata, de Alexandra Golik, no bairro de Perdizes

A cidade de São Paulo ganha novo espaço para as artes. Localizado em Perdizes, na rua Apinagés, 1387, o Teatro Viradalata abre para público com a estreia dos espetáculos Mamy dia 1º de julho, sexta-feira, às 21h30horas, e Medinho Medão, dia 2 de julho, sábado, às 16 horas), respectivamente adulto e infantil. A peça Sequestro adulta, entra em cartaz dia 6 de julho para temporada às quartas e quintas às 21 horas.


Com administração e coordenação artística de Alexandra Golik, atriz, autora e diretora premiada, o teatro tem arquitetura moderna e tecnologia de ponta, inicialmente com capacidade para 100 espectadores. O projeto final é plateia com 250 lugares – essa fase, em construção, tem previsão para estar pronta em novembro de 2011. O teatro tem projeto arquitetônico de Kátia Bonfim Pestana, em colaboração com Alexandra Golik e execução do engenheiro Terto Alves de Oliveira Neto, da Impakta Engenharia.

De acordo com Alexandra Golik, a proposta de ocupação comportará espetáculos adultos, infantis, e de características variadas - de humor a projetos alternativos. “Na abertura, a grade de programação inclui cinco espetáculos - três adultos e dois infantis, produções da própria Alexandra e sua Cia Viradalata, todas inscritas no Proac. Em seguida, a proposta é abrir a programação para peças que primem pela qualidade artística, não importando a dimensão da produção.”

O nome Viradalata é uma clara homenagem ao cão sem raça definida. “Tenho uma grande paixão pelos animais, sobretudo por aqueles menos favorecidos como os cães abandonados. Além disso, em Viradalata está presente também o conceito de virada e transformação, parte fundamental do papel do artista”, explica Alexandra, que simultaneamente continua com a Cia Le Plat du Jour.


Infra-estrutura
A entrada pela rua Apinajés, 1387 dá acesso a saguão, bilheteria e toaletes. Uma escada e um elevador para pessoas com deficiência levam ao segundo andar do prédio. Um corredor externo de 18 metros, gramado e com árvores, termina na entrada do foyer do teatro.

A área interna abriga um salão de 250 metros, com pé direito de 6 metros de altura. Ao fundo deste espaço está o palco de 70 metros quadrados - 10 metros de boca de cena, 7 de profundidade, 6 de altura e um urdimento de 70m² (pegando a totalidade do palco). A plateia é formada por uma arquibancada removível, de alumínio, medindo 42 m² e com capacidade para acomodar 100 cadeiras.

O ambiente interno dispõe, ainda, de bar e cafeteria equipados com máquinas de café expresso e de frozen (bebidas geladas), uma pipoqueira e aparelho de TV de plasma. Do outro lado do bar, uma escada dá acesso ao mezanino que tem duas salas de administração e a área técnica (cabine) para os equipamentos e operação de som e luz.

Ainda no salão, um grande toalete contém três cabines, respectivamente: feminino, masculino e para pessoas com deficiência. Próximo ao banheiro, há dois jogos de portas acústicas que formam uma antecâmara com uma pequena sala onde fica a chapelaria.

Depois da segunda fase da obra, a ser entregue em novembro de 2011, a capacidade do teatro passa para 180 espectadores na plateia e 70 pessoas no mezanino, totalizando 250 lugares. Os espectadores terão uma ampla visão do palco que poderá eventualmente ser aberto para a plateia de 100 lugares, já construída, formando um espaço para 350 espectadores, com público de ambos os lados do palco. Fica, portanto, a opção de um espaço multifuncional: para 100, 250 ou 350 espectadores. O projeto prevê, também, a construção de um pequeno restaurante e cozinha, além de dois camarins equipados com bancadas, espelhos, toaletes e chuveiros.

VIRADALATA - Rua Apinajés, 1387. Perdizes. Telefone - 11 3868-2535. Tem ar condicionado. Capacidade atual – 100 lugares. Acessibilidade. Bilheteria - de quarta a domingo a partir das 14 horas. Estacionamento – Vallet a R$ 15,00. www.viradalata.com.br. Programação: Mamy - sexta às 21h30, sábado 21h e domingo 20h. Medinho e Medão - sábados e domingos às 16h. Sequestro – quartas e quintas às 21h.
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Mamy, texto inédito de Alexandra Golik, inaugura Teatro Viradalata, em Perdizes





foto: Yuri Gomes
Com texto e direção de Alexandra Golik, que também está em cena e assina o cenário, o espetáculo Mamy estreia dia 1º de julho, sexta-feira, às 21h30, no Teatro Viradalata, novo espaço cultural localizado em Perdizes. Fabiano Geuli e Luciana Ramanzini, completam o elenco.

Oitavo texto adulto de sua autoria – em ordem cronológica escreveu As Filhas de Lear, Filme B, Kilocaloria, Insônia, Sequestro, Mamy, O Poço, e Vilcabamba -, trata de uma forma direta, irreverente e bem-humorada - característica do trabalho de Alexandra Golik, que também integra a premiada Cia Le Plat du Jour – de um assunto sério e importante da sociedade atual: o quê fazer com os pais quando ficam velhos?

Alexandra revela que a ideia para o texto surgiu quando viajava em férias, em 2003. “A história veio inteirinha na minha cabeça. Nós vivíamos, eu e minha irmã, exatamente esse problema levantado pela peça em relação à nossa mãe. Foi um pouco auto-biográfico como tudo o que eu escrevo.” A oportunidade para montar o espetáculo surgiu quando o Viradalata, teatro que Alexandra Golik inaugura com o espetáculo ficou pronto. “Tentei montar antes, mas viagens e outros projetos adiavam meu desejo até que apareceu esta chance de estrear o teatro com essa peça. Para mim é muito importante, pois trata-se de uma grande homenagem à minha mãe, agora falecida”, conta.


Conversas de cozinha
Depois de um acidente doméstico - sua casa pegou fogo -, uma senhora idosa está prestes a deixar o hospital e não tem para onde ir. Seus filhos, Laura e Felipe, não a querem em suas casas. Suzy, a cunhada, viúva do irmão mais velho falecido, tenta ajudar a resolver a dificil situação.

A ação se passa durante uma noite na cozinha de um apartamento. “A conversa é intimamente familiar, por isso a escolha desse espaço como o local que melhor abriga os encontros e desencontros de uma família”, explica Alexandra.

Felipe é ator, Laura é arquiteta e Suzy é uma dona de casa a quem eles pedem socorro na tentativa de solucionar o problema. Por estarem envolvidos em seus problemas pessoais, os irmãos não conseguem enxergar o outro, no caso a própria mãe. Depois de muito discutir sobre o que fazer, deixando bem claro a impossibilidade de levar a mãe para suas próprias casas, revelam quem são e quais são seus verdadeiros problemas pessoais.

Suzy encontra uma solução, mas, no entanto, sua ideia é rapidamente refutada pelos dois, que, imbuidos de um certa culpa, mudam de atitude e decidem cuidar da mãe. Se antes tentavam convencer um ao outro sobre a impossibilidade de conviver com a mãe, acabam finalmente não apenas aceitando o fato, mas criando uma disputa entre si para ver com quem ela deve ficar. Comédia dramática recheada de reviravoltas, brigas e segredos revelados, Mamy é pontuada pelo bom humor, responsàvel por amenizar um assunto enfrentado por muitas famílias.

Para roteiro:
Mamy – Estreia dia 1º de julho, sexta-feira, às 21h30, no Teatro Viradalata. Texto e direção – Alexandra Golik. Elenco - Alexandra Golik, Fabiano Geuli e Luciana Ramanzini. Cenografia - Alexandra Golik e Moshe Motta. Figurino - Diego Endo e Gabriela Pinesso. Desenho de luz - Miló Martins. Música Original - Marcelo Pellegrini. Produção e Realização – Viradalata Censura – 16 anos. Duração – 60 minutos. Temporada – Sextas às 21h30, sábado às 21h e domingo às 20 horas. Ingressos – R$20,00 e R$10,00. Até 18 de setembro.

VIRADALATA - Rua Apinajés, 1387. Perdizes. Telefone - 11 3868-2535. Tem ar condicionado. Capacidade – 100 lugares. Acessibilidade. Bilheteria - de quarta a domingo a partir das 14 horas. Estacionamento – Vallet a R$ 15,00. www.viradalata.com.br
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Medinho Medão abre programação para crianças no Teatro Viradalata
Espetáculo infantil mostra que lidar com o medo pode ser divertido.
Com texto, direção e cenários de Alexandra Golik a peça volta em cartaz no Teatro que ela inaugura em Perdizes

Que criança não tem medo do escuro, medo de ficar sozinha, medo de monstro, medo do lobo mau, medo de...crescer? O espetáculo infantil Medinho Medão, que reestreia dia 2 de julho, sábado, às 16 horas, no Teatro Viradalata, fala dos muitos medos que habitam o mundo das crianças. Com texto e direção de Alexandra Golik o espetáculo volta renovado com os atores Eduardo Leão e Fabiano Geuli no elenco.

A peça conta a história de Rafa, que, como muitos meninos urbanos, sofre com a ausência de seus pais. O mundo de Rafa é povoado por medos: de elevador, de formiga, de cair da cama, de barata, de barulho, de ficar sozinho, do escuro, do fogo, do frio, da professora de matemática e de minhoca. Um dia sua irmã esquece de buscá-lo na escola e Rafa cai no sono. Seu sonho o leva para um lugar diferente, onde começa a entender que ter medo não é uma vergonha e acabar com ele pode ser um desafio, além de muito divertido.

Primeiro texto infantil de Alexandra Golik – integrante da premiada Cia Le Plat du Jour -, escrito em 2005, enfoca os medos e insegurança que um filho passa com os pais ocupados com o trabalho. A autora conta que a ideia surgiu por achar que falar sobre seus medos é uma forma de afugentá-los. “Todo mundo, adulto ou criança morre de medo de muitas coisas. E falar sobre eles de uma maneira lúdica, com música e muita coisa engraçada é muito divertido”, explica.

Com uma estrutura dramática ágil e bem humorada, Medinho Medão propõe uma interação frenética entre os diversos personagens que compõem a trama: o menino, a mãe, o pai, a irmã adolescente, a empregada, o amigo e o estranho, são vividos pelos dois únicos atores que se revezam nos sete personagens.

A ação se passa em vários locais diferentes durante a história. Na frente da escola, na floresta, na casa do Medox (o vilão que representa o medo) e na casa do amigo Giba. Tudo representado por uma estrutura - que lembra o Edifício Copan - com várias janelinhas que se abrem, de onde saem vários objetos, e entram e saem os personagens. A precisão das ações físicas, da trilha sonora, dos figurinos e adereços acentuam o caráter versátil e comunicativo do texto. A utilização de recursos como projeções, fumaça, luz estroboscópica para uma cena em câmera lenta permite à encenação explorar o potencial dos atores e de cada elemento cênico, criando um espetáculo vigoroso, comunicativo e sensível.

Para roteiro:
MEDINHO MEDÃO – Reestreia dia 2 de julho, sábado, às 16 horas, no Teatro Viradalata. Texto, Direção e Cenário - Alexandra Golik. Elenco - Eduardo Leão e Fabiano Geuli. Figurino - Kleber Montanheiro. Trilha Original Composição e Arranjos - Guga Bernardo. Supervisão Musical - Marco Boaventura. Letras das Músicas - Alexandra Golik. Iluminação - Ary Nagô. Adereços - Beto Silveira. Programação Visual - Paula de Paoli. Fotos - Yuri Gomes. Produção e Realização – Viradalata. Censura – Livre. Duração – 60 minutos. Ingressos – R$20,00 e R$10,00. Temporada – Até 18 de setembro - Sábados e domingos às 16 horas. Obs.: A partir de 20 de agosto a 18 de setembro às 17h30.

VIRADALATA - Rua Apinajés, 1387. Perdizes. Telefone - 11 3868-2535. Capacidade – Tem ar condicionado. Capacidade – 100 lugares. Acessibilidade. Bilheteria - de quarta a domingo a partir das 14 horas. Estacionamento – Vallet a R$ 15,00. www.viradalata.com.br
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Com direção de Jairo Mattos, Sequestro,traz Alexandra Golik e Giulianno Fortes em cena

O espetáculo adulto Sequestro volta em cartaz a partir de 6 de julho, quarta-feira, às 21 horas, no Teatro Viradalata, em Perdizes. Jairo Mattos assina a direção e iluminação da montagem, que narra o encontro entre uma perua e um sequestrador. Com desfecho surpreendente, a peça tem texto de Alexandra Golik, que também está no elenco ao lado de Giulianno Fortes. Cenário de Laura Carone e Trilha Sonora de Aline Meyer.

No cenário, um porão com paredes sujas e cheias de umidade. Nesse ambiente inóspito acontece o encontro entre perua da alta sociedade e seu sequestrador. A partir daí, dá-se uma discussão, em que o bandido e a vítima vão se descobrindo aos poucos. Enquanto ela não come carne vermelha, tem problemas de relacionamento com o marido, com os filhos e com o pai, ele não tem família e passa fome. A única afinidade entre os dois é o amor pelos cães. À medida que o tempo passa, em tom cômico são revelados os verdadeiros dramas dos personagens - pessoas reais, cotidianas, dois pólos da sociedade. Descobertas surpreendentes levam Sequestro a um desfecho inusitado.

Vencedor de concurso proposto pelo Teatro Ágora, Sequestro foi o primeiro texto montado por Alexandra Golik fora da companhia de teatro Le Plat de Jour. “O texto trata da diferença entre as classes sociais por meio de uma trama que une as duas personagens de uma maneira inesperada. O encontro da alta burguesia, esnobe e fora da realidade, com a pobreza, cruel e feia”, afirma a autora.

“O texto foi escrito em 2002 e retrata o quadro social brasileiro daquela época, quando o tema classes sociais estava entre muitas das manchetes dos principais jornais do país. Coloquei humor e uma pitada de sarcasmo na trama. Tentei, ainda, lidar com o assunto sem maniqueísmos, onde no fundo não há vilões nem heróis, ao contrário, todos acabam sendo vítimas.”

Para Alexandra Golik, a direção de Jairo foi precisa e generosa. “Ele conseguiu tirar o melhor de nós atores. Tanto é assim que ela será mantida exatamente como foi concebida, em 2002”.


Para roteiro:
Sequestro – Estreia dia 6 de julho, quarta-feira, às 21 horas, no Teatro Viradalata. Texto - Alexandra Golik. Direção - Jairo Mattos. Elenco - Alexandra Golik e Giulianno Fortes. Cenografia - Laura Carone. Iluminação - Jairo Mattos. Trilha Sonora - Aline Mayer. Produção e Realização – Viradalata. Censura – 16 anos. Duração – 60 minutos. Temporada – quartas e quintas às 21 horas.. Ingressos – R$20,00 e R$10,00. Até 27 de outubro.

VIRADALATA - Rua Apinajés, 1387. Perdizes. Telefone - 11 3868-2535. Tem ar condicionado. Capacidade – 100 lugares. Acessibilidade. Bilheteria - de quarta a domingo a partir das 14 horas. Estacionamento – Vallet a R$ 15,00.









Lançamento do livro Amores Brutos de Melina Flynn

quarta-feira, 15 de junho de 2011

No ano de centenário de Tennessee Williams, O Anjo de Pedra estreia dia 24 de junho em São Paulo

Foto:  João Caldas
"Se você tem medo do meu corpo, eu tenho mais medo ainda da sua alma.”

(personagem John Jr., de O Anjo de Pedra)

Há 50 anos sem ser montado no Brasil, texto narra o emocionante reencontro de dois jovens e suas diferentes visões do amor. Espetáculo tem trilha sonora de Carlos Careqa e a direção é de Inês Aranha.

Montado apenas duas vezes no Brasil (por Cacilda Becker, em 1950, e por Nathalia Thimberg, em 1960), O Anjo de Pedra (Summer and Smoke) – texto de Tennessee Williams, um dos dramaturgos mais cultuados do teatro universal (1911-1983) – volta aos palcos depois de 5 décadas, ano em que o escritor completaria 100 anos. A nova montagem é dirigida por Inês Aranha e estreia dia 24 de junho, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Paulo Eiró.

Com elenco formado por: Rui Ricardo Diaz, Rosana Maris, João Acaiabe, Bri Fiocca, João Bourbonnais, Lianna Matheus, Fani Feldman, Rose de Oliveira, Plinio Meirelles e Pedro Monticelli, a peça tem trilha sonora original de Carlos Careqa e iluminação de Aline Santini.

Inês Aranha, diretora do espetáculo, conta que foi uma grande responsabilidade montar o texto. “A peça é linda, e é um desafio para qualquer diretor encenar um clássico de Tennessee Williams”, afirma. Traduzido para o português por Sergio Viotti e adaptado por Rosana Maris, o texto não sofreu alterações na montagem atual. “Não faz sentido mutilar um texto deste porte. Quero ser fiel ao máximo à adaptação”, acrescenta Inês.

Rosana Maris, que produziu o projeto – além de ser a protagonista da peça, conta que foi muito simples fazer a adaptação: “A dramaturgia de Tennessee Williams é impecável”. A atriz acredita que, por se tratar de um drama humano, a história pode acontecer com qualquer pessoa, de qualquer raça e em qualquer lugar.

Muitos anos após a última vez em que se viram, os jovens Alma Winnemiller e John Buchanan Jr se reencontram. Já adultos, recordam o amor de infância. Filha de pastor protestante, Alma tem a mãe com problemas mentais e acredita no amor como um sentimento sublime. Jovem médico, filho do conceituado Dr. John, John Buchanan Jr vê o amor como nada além de uma satisfação biológica. Em meio à erupção de sentimentos e o desejo latente, ambos deparam com formas opostas de pensar e novos jeitos de agir. São eles que tecem o enredo de uma história repleta de descobertas e emoções. Seria possível uma inversão de valores?

”Fiquei lisonjeada e apreensiva com o tamanho do projeto”, comenta Inês. Para ela, que foi convidada por Rosana para a direção, a ideia é fazer uma encenação ágil e leve, com momentos de humor sutil. “Assim, é possível deixar o texto fluir com intensidade nos momentos cruciais das personagens centrais”, comenta.

Criar dando liberdade ao elenco é uma das características de Inês Aranha. Habituada a preparar atores, ela desenvolveu uma ferramenta que abre espaço para a criatividade e para os desenhos da cena. “Nunca começo um trabalho com uma ideia rígida. Isso facilita tanto para mim como para os artistas”, conta.

Nesta primeira vez em que trabalha com um elenco heterogêneo, Inês comenta que os atores já estavam no projeto quando aceitou fazer a direção. “Em algumas cenas, personagens que não fariam parte delas aparecem como elementos integrantes do espaço cênico, para dar mais dinâmica e beleza, além de ajudarem na ambientação”, descreve. “Acho que isso pode tirar um possível ar de encenação antiga ou datada. Quero enaltecer os momentos de profundidade”, complementa.

De acordo com a diretora, se O Anjo de Pedra é um texto de muitas palavras, suas emoções, entretanto, são despertadas no silêncio. “Para que a ação se estabeleça e para que o público se sinta cúmplice deste silêncio e dessas situações, a relação ator/plateia é bastante valorizada. São dez atores no espetáculo e estes farão todos os personagens considerados necessários.”

Música
Composta por Carlos Careqa, a trilha sonora de O Anjo de Pedra busca o caminho do surrealismo. “Ele usa instrumentos não convencionais, como um serrote, que acompanha a primeira canção e faz lembrar a guitarra havaiana”, diz Inês. A trilha sonora se baseia no canto inicial da personagem Alma. “A canção que compus para o início da peça é como um canto religioso, que endossa a personagem vivida pela atriz Rosana Maris. Para isso, me baseei em um poema do Willian Blake, que é recitado no espetáculo”, comenta o compositor e instrumentista.

Careqa escreveu duas canções – ambas interpretadas pela protagonista. Segundo a diretora do espetáculo, os momentos mais líricos, como um solo de celo, se contrapõem às ambiências sonoras não realistas. “Inês está sendo bem generosa e flexível no sentido de discutir as idéias juntamente. Estamos fazendo juntos. Ela me pede algo, eu reflito e devolvo com o pedido elaborado”, conta Careqa.

Iluminação, Cenário e Figurino
À cargo de Aline Santini, a iluminação do espetáculo será uma importante ferramenta para criar nuances de clima e tempo. Com diversas cenas que se passam ao ar livre, o ciclorama – tecido geralmente localizado no fundo do palco, atrás do cenário – será fundamental no resultado do projeto de luz. “Ainda está em fase de criação, mas dei total liberdade para as propostas de Aline”, afirma Inês Aranha.

Com referência nos anos 50, o figurino é assinado por Cy Teixeira. Segundo a diretora, a indicação dada é que todos os adereços tenham esse perfil. Contudo, existe a intenção de fugir do padrão, com alguns detalhes fora do comum. “A ideia é que apareça nos figurinos a libido reprimida numa sociedade moralista”, comenta Inês, que, além da direção, é responsável pelo cenário. “Quero que se tenha uma primeira impressão de que o lugar é quase uma igreja protestante, com bancos que serão desmembrados para servirem aos vários ambientes. O espaço será dessacralizado paulatinamente, de acordo com as necessidades, e totalmente refeito ao nos encaminharmos para o final da peça, onde as almas se transformaram, mas a sociedade permanece rígida, com seus preconceitos e moralismos”, finaliza.

O ANJO DE PEDRA – Estreia dia 24 de junho, sexta-feira, às 21h, no Teatro Paulo Eiró. Temporada: Sextas e sábados, às 21h e domingos, às 19h. Ficha Técnica: Texto – Tennessee Williams. Direção – Inês Aranha. Assistência de direção – Elzemann Neves. Elenco – Rui Ricardo Diaz, Rosana Maris, João Acaiabe, Bri Fiocca, João Bourbonnais, Lianna Matheus, Fani Feldman, Rose de Oliveira, Plinio Meirelles, Pedro Monticelli, Direção Musical: Carlos Careqa. Iluminação – Aline Santini. Cenários: Inês Aranha. Figurinos: Cy Teixeira. Duração – 130 minutos. Capacidade do teatro – 418 lugares. Ingressos – R$ 10. Até 17 de julho.

Teatro Paulo Eiró – Av. Adolfo Pinheiro, 765, Sto Amaro
São Paulo. Bilheteria: (11) 5546-0449
5686-8440. Acesso para deficientes.





Abertura da FORNADA DE INVERNO de CUNHA /SP



Abertura
Fornada de Inverno
A Abertura de Fornada e a retirada das cerâmicas vitrificadas do Forno Noborigama
depois de esfriamento de 3 dias da queima à lenha em alta temperatura, (1.400ºC),  é uma experiência inesquecível, sempre coroada de surpresas, júbilo e encantamento compartilhado

02 Julho 2011
sábado
Abertura das câmaras às 10, 12, 14 e 16 horas
Entrada Franca. Não é necessário fazer inscrição




CERÂMICA


Considerado o maior núcleo de cerâmica artística do país, o leigo e o aficionado descobrem em Cunha um roteiro surpreendente e inesquecível para o apreciador que se encanta com a arte da cerâmica e a excepcional qualidade e variedade dos ateliês. Influências da tradição oriental (introduzida em 1975 com o forno Noborigama), mescladas com a tradição indígena-ibérica das paneleiras e condimentadas mais recentemente com a presença da cerâmica de estúdio, compõem a formação da identidade contemporânea dos ceramistas e da cerâmica como arte de expressão. Nos ateliês abertos à visitação podem ser encontradas cerâmicas queimadas da baixa à alta temperatura para endurecer a argila e torná-la cerâmica. Altas temperaturas são atingidas com os fornos Noborigama de várias câmaras em várias horas de queima à lenha para vitrificar a argila a 1400ºC com pedras moídas, minerais decantados, cinza de casca de arroz e cinza de lenha de eucalipto, originando cerâmicas surpreendentes. Esculturas, painéis, mosaicos, objetos, cerâmicas para a mesa, para o olhar e para fazer parte do dia-a-dia; cada ateliê cultiva sua própria identidade e característica e possui o seu próprio espaço onde o ceramista pode ser artista, artesão, escultor, artista plástico, arquiteto, pintor, o que for.

(Para conhecer todos os ateliês solicite pelo email (suenagajardineiro@gmail.com) o PDF - ATELIÊS DE CUNHA - Guia Nascentes do Paraíba do Sul, de João Rural)
                                             INVERNO CULTURAL EM CUNHA

Ilha em mar de morros, joia encravada nas dobras da Serra do Mar, a Estância Climática de Cunha é cenário de rara beleza em paraíso natural e com intensa Programação Cultural de Inverno oferece pérolas ao turista não predatório, que aprecia a natureza, o ar puro das montanhas, o ritmo lento da vida no campo e o sossego e a tradição de um povo simples e hospitaleiro.

Ao visitante mais atento, que valoriza o que é feito com carinho e dedicação, a cidade revela pequenos segredos nas visitas aos ateliês de cerâmica, na artesania em doces caseiros, biscoitos, chocolates laticínios, defumados e guloseimas nos cafés e docerias e um roteiro gastronômico que inclui comida caseira de tradição caipira e especialidades criadas no sabor e no charme com trutas, carnes, massas artesanais, shiitake e outras delícias em vários restaurantes qualificados para um bom passeio pela arte da culinária.

Mantendo a tradição de hospitalidade característica do modo de vida no campo, Cunha oferece hospedagem diversificada, em boa parte derivada do sítio que se converteu ao atendimento do visitante, e conta em sua estrutura com alguns bons hotéis-fazenda de amplos espaços, várias pousadas com aconchego e lazer e, na área urbana, hospedagem conveniente e econômica.

Para desfrutar de magnífico panorama do litoral, um bom programa é subir até a Pedra da Macela de 1840 m, a 31 km da cidade. Entre as várias cachoeiras, merecem destaque a do Pimenta e a do Desterro. Para passeios e caminhadas pela Mata Atlântica, o Núcleo Cunha do Parque Estadual Serra do Mar oferece apresentação ambiental e as trilhas do Rio Paraibuna e Rio Bonito. Trânsito para Paraty instável e apenas para veículos leves com tração.
(Para conhecer as opções, solicite pelo email suenagajardineiro@gmail.com os arquivos PDF - HOSPEDAGEM EM CUNHA e PDF - GASTRONOMIA EM CUNHA - Guia Nascentes do Paraíba do Sul, de João Rural)

Para obter mais informações sobre o que fazer em Cunha consulte

Prefeitura Municipal
Coordenadoria de Turismo e Cultura (12) 3111-2630 - turismoculturacunha@yahoo.com.br
http://www.cunhatur.com.br/ (12) 3111-2634 contato@cunhatur.com.br
http://www.portaldecunha.com.br/












Ricardo Homuth lança, dia 18, livro que deu origem ao infantil circense Novinha em Folha



       O livro infantil Uma Folha Novinha em Folha, de Ricardo Homuth, que inspirou a montagem do espetáculo Novinha em Folha, será lançado dia 18 de junho, sábado, no Teatro União Cultural, às 14 horas. A compra de um exemplar - que sai por R$ 28,00 - dá direito a um ingressso para ver a peça às 16 horas da mesma tarde. A publicação é da Editora Duna Dueto com ilustrações de Vanessa Alexandre.




foto de Ricardo Ferreira
 Novinha em Folha - o espetáculo
O espetáculo infantil Novinha em Folha é uma adaptação que o diretor Ricardo Homuth fez do livro Uma Folha Novinha em Folha, de sua própria autoria, que está em cartaz até 3 de julho no Teatro União Cultural. A peça mistura a linguagem teatral com técnicas do “novo circo” para narrar as aventuras de uma folha de papel, revelando, de forma lúdica e simbólica, suas infinitas possibilidades, desde desenhos e letras até dobraduras e reciclagem.

Interpretada por duas atrizes circenses (Natália Presser e Gabriela Bernardo, que dividem o papel para dar mais agilidade e ritmo às cenas), A Folha esbanja bom humor e mostra incríveis habilidades, traduzidas em números de malabarismo, contorcionismo e acrobacias em tecido, lira, corda indiana e solo, além da inédita cadeira acrobática. A encenação tem ainda um número de “teatro negro”, uma técnica rara e fascinante.

No enredo, A Folha, trazida pelo vento, cai em cima da mesa de desenhar de Lola (Isadora Ferrite) e Batata (Carlos Baldim). Um só sabe escrever e o outro, desenhar. Começa então a saga da folhinha de papel com os traços e as letras. A Folha também viaja para a China dentro de uma carta, vira barquinho de papel e não sente medo da água, pois sabe que a reciclagem pode lhe dar outra oportunidade de ser sempre um papel novo.

O cenário tem como base uma grande estrutura inflável que ora funciona como tela de projeção ora como cliclorama, onde a iluminação possibilita a ambientação mágica de cada cena. No chão nada de palco natural: um emborrachado (EVA) forma, por meio dos efeitos de luz, desenhos e figuras variadas como cidade, praia e brinquedos. A cenógrafa Rosa Berger também utiliza estruturas metálicas para os números circenses.

Espetáculo circense: Novinha em Folha
Texto: Ricardo Homuth
Direção: Ricardo Homuth
Elenco: Natália Presser e Gabriela Bernardo, Isadora Ferrite e Carlos Baldim
Assistência de direção e preparação de clowns: Cida Almeida
Cenografia e figurino: Rosa Berger
Iluminação: Marcos Franja
Coordenação circense: Guto Vasconcelos & Paulo Vasconcelos
Trilha sonora original: Zezo de Almeida
Produção executiva: Notábile Filmes
Direção de produção: Diorama Produções & Eventos
Programação visual: Anna Voros

Site: www.novinhaemfolha.com.br
Patrocínio: Nestlé Faz Bem

Local: Teatro União Cultural
Rua Mario Amaral, 209 - Paraíso/SP - Tel: (11) 2148-2905
Temporada: 2 de abril a 3 de julho – sábados e domingos – às 16 horas

Duração: 55 minutos – Classificação etária: 4 anos – Capacidade: 285 lugares
Ingressos: R$ 40,00 (meia: R$ 20,00) - Aceita todos os cartões e dinheiro
Bilheteria: 2ª a 4ª (9h às 19h), 5ª e 6ª (9h às 21h), sáb. (13h às 21h30) e dom. (13h às 21h)
Ingressos antecipados: www.ingresso.com.br (tel: 4003-2330)
Ar condicionado - Acesso universal – Estacionamento: R$ 15,00 (Uparking, R. Teixeira da Silva, 549).


Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação
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SESI RIO CLARO - AGENDA CULTURAL

PROGRAMAÇÃO CULTURAL SESI

"HILDA HILST - O ESPÍRITO DA COISA"
CENSURA 16 ANOS (Menores acompanhados de pais ou responsáveis maiores)

DIA 17/06 (SEXTA-FEIRA) ÀS 15H
DIA 18/06 (SÁBADO) ÀS 20H

GRATUITO!!!

RETIRADA DE INGRESSOS COM 1H DE ANTECEDÊNCIA (2 (DOIS) por pessoa)
AGENDAMENTOS ESCOLAS/FACULDADES: ENVIAR NOVO EMAIL PARA nacrioclaro@sesisp.org.br