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quarta-feira, 16 de abril de 2014

O pianista Fabio Luz nos Recitais Eubiose em abril

Dia 19 de abril, sábado, às 20h, o grande pianista Fabio Luz é o convidado dos Recitais Eubiose. Na abertura, a participação especial de um jovem pianista Ramon Theobald que vai tocar a quatro mãos com Fábio Luz uma obra de Schubert. No repertório, obras de Beethoven, Marcus Siqueira e Chopin. Apoio da Fondation Franz Liszt. Os ingressos dos Recitais Eubiose custam R$ 20,00 e meia-entrada.

As ‘Transpolarivariações’ de Marcus Siqueira são inspiradas na obra “Sechs kleine Klavierstuecke op.19” de Arnold Schoenberg  - cuja gravação porFabio Luz foi editada em CD em 1994 - e em particular da última das seis pequenas peças, “Sehr langsam”, muito lento, cuja citação dá início a seis variações que alternam polaridades, timbres e cores, numa reformulação livre do tema dodecafônico que, concluindo, renasce. A obra foi composta em 1998, e estreou no mesmo ano em São Paulo no Festival Música Nova.

Fabio Luz é Mestre em música francesa pela Université Musicale Internationale de Paris. Em 1978, ganhou Prêmio internacional Debussy de 1978 em Saint Germain-en-Laye, França. No Brasil sua discografia é produzida pela L’Art Digital do Rio de Janeiro, que em 1990 lançou o primeiro CD de música clássica produzido no Brasil com o Recital Chopin por Fabio Luz, incluindo a Polonaise-Fantaisie opus 61 que é parte deste programa. O referido CD bem como o sucessivo Recital Chopin II foram reeditados na Itália em 2010, no bicentenário do nascimento de Frédéric Chopin, pela Vittorio Viggiano Editore que lançou em seguida Il Giardino degli Angeli,álbum para a juventude, e ainda Dieci brani celebri trascritti per il pianoforte solo, ambos de Fabio Luz.

Youtube: Fabio Luz plays Liszt - Rigoletto-paraphrase http://youtu.be/Rj2LlOlcaj4

N. Lombardi - 12 Ponteios (Préludes) 2nd part by Fabio Luz  http://youtu.be/PDa4_Z9eDKo
Rachmaninoff - Étude-Tableau op.39 n.3 by Fabio Luz http://youtu.be/nfIFwwVtFfc

Programa:

Franz Schubert - (1797 – 1828)
Fantasia em fá menor op.103-D940
a quatro mãos com jovem pianista convidado Ramon Theobald

L. van Beethoven - (1770 – 1827)
Sonata n.32 op 111 (*)
Maestoso,  Allegro con brio e appassionato
Arietta – Adagio molto, semplice e cantabile

Marcus Siqueira - (1974)
Transpolarivariações (**) Tema de A. Schoenberg  op.19 – VI – Sehr langsam
Molto mosso, Larghissimo, Animato, Con fuoco,
Con espressione e rubato, Molto largo

Frederic Chopin - (1810 – 1849)
Polonaise-Fantaisie op. 61
Grande Valse n.5 op.42

Currículo

Fabio Luz – Prêmio internacional Debussy de 1978 em Saint Germain-en-Laye, França, Fabio Luz é natural de Sorocaba. Realizou seu primeiro recital aos 10 anos de idade, sob orientação de Maria de Oliveira. Diplomado aos 15 anos pelo Conservatório de Tatuí, na classe de Eudóxia de Barros, frequentou cursos de aperfeiçoamento de importantes mestres internacionais no Brasil (Bruno Seidlhofer, Maria José Carrasqueira, Charles Doubler, Peter Feuchtwangen) e na França (Émile Martin, Olivier Gref, e Eliane Richepin, de quem ele se considera fiel discípulo). Com mais de 700 concertos realizados, muitos dos quais na Italia, onde vive, foi durante dez anos diretor artístico do Instituto Municipal de Música "Giuseppe Verdi", em Asti. Mestre em música francesa pela Université Musicale Internationale de Paris, é considerado pela crítica internacional um dos melhores intérpretes de sua geração, sendo convidado para ser membro de júri de importantes concursos, dentre os quais os de Genebra, Casale Monferrato-Soliva, Città di Asti, Lagonegro, Art Livre Internacional, do concurso internacional de composição ICOMS de Turim, do Pianofest de Hamburgo (2013). Atuou sob a regência de diversos regentes internacionais, dentre muitos: Ligia Amadio, Andreescu, Ion Baciu, Guilherme Bernstein, Nanut, Celibidache, von Abel, Peyretti. Seu imenso repertório compreende as obras integrais de Debussy e Ravel. No Brasil sua discografia é produzida pela L’Art Digital do Rio de Janeiro, que em 1990 lançou o primeiro CD de música clássica produzido no Brasil com o Recital Chopin por Fabio Luz, incluindo a Polonaise-Fantaisie op 61 que é parte deste programa. O referido CD bem como o sucessivo Recital Chopin II foram reeditados na Itália em 2010, no bicentenário do nascimento de Frédéric Chopin, pela Vittorio Viggiano Editore que lançou em seguida Il Giardino degli Angeli, álbum para a juventude, e ainda Dieci brani celebri trascritti per il pianoforte solo, ambos de Fabio Luz. Coordenador do Departamento de piano e professor desde 2006 da Accademia Superiore “ Città della Musica e del Teatro” – Itália, é presidente-fundador desde 2010 da Fondation Franz Liszt ( França). Em 2009 a Academia Nacional de Música de Neápolis (Thessaloniki, Grécia) atribuiu-lhe o Certificado de Excelência em Composição. Fabio Luz tem difundido seu método de memorização musical na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil dedicando-se à divulgação de obras de autores contemporâneos, muitas das quais são escritas para ele. Seus cursos de verão na Itália foram realizados durante 9 anos no Castello di Cortanze; já desde 2013 tem lugar no âmbito do Festival del Golfo em San Marco di Castellabate.

Sociedade Brasileira de Eubiose aprofunda, através de cursos e práticas, o estudo da Cosmogênese (origem dos universos) e da Antropogênese (origem do homem) para o oferecimento de subsídios com vistas a uma construção crítica do autoconhecimento ancorada no crescimento coletivo e na fraternidade universal dentro de uma visão espiritualista comprometida com a realidade. Com esse foco se dedica também a ações sociais, culturais e artísticas.

Os Recitais Eubiose iniciaram em 2011 e já integram a programação erudita da cidade de São Paulo sempre com grandes nomes como os pianistas Eudóxia de Barros, Helena Elias, Eny da Rocha, Fábio Luz, Luiz Guilherme Pozzi, Maria José Carrasqueira, João Antônio Parizotto Filho, Liliane Kans, e o italiano Salvatore Percacciolo; o violinista Luíz Fílip, a violista Thaís Coelho, o violonista Edelton Gloeden, o flautista norueguês Michael George Titt, o violoncelista francês Romain Garioud e os cantores Laura de Souza, Adélia Issa, Eduardo Janho-Abumrad e Marivone Caetano. Promovem Master Classes com grandes nomes do piano e do canto lírico. Em 2013, promoveram Master Classes com a grande pianista Cristina Ortiz. Dentro dos Recitais Eubiose, a série Novos Talentos, vem ganhando grande importância, como forma de criar a possibilidade de novos talentos se apresentarem em público, a grande maioria pela primeira vez. Ainda com o intuito de promover e auxiliar jovens músicos,firmaram parceria, através da Pianista e Professora Helena Elias, com a Ecole Normale de Musique de Paris – Alfred Cortot para concessão de bolsas de estudos de piano. Na master classe de Fábio Luz, Ingrid Mehlich foi convidada para participar de um festival na Itália. Site: www.recitaiseubiose.com.br 

Serviço:

Dia 19 de abril, sábado, às 20h
Recitais Eubiose
Fabio Luz (Piano)
Participação especial de Ramon Theobald (Piano)
Apoio da Fondation Franz Liszt.
Ingressos: R$ 20,00 e meia-entrada para terceira idade, estudantes, e associados.

Sociedade Brasileira de Eubiose
Sala Henrique José de Souza (201 lugares)
Av. Lacerda Franco, 1059
Aclimação
Tel: 3208-9914 / 3208-6699
Estacionamento conveniado no número 1074 até às 23h.

Mais informações sobre a divulgação com Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9 9969-0416, pelo e-mailmiriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br



 
Miriam Bemelmans
(11) 3034-4997
(11) 9969-0416
miriam@bemelmans.com.br
http://www.bemelmans.com.br

Senhoras e senhores, adultos e crianças, adoradores da arte circense ou famintos de plantão, neste final de semana o SESC Vila Mariana inicia a Mostra de Repertório de uma das companhias circenses mais importantes da atualidade: a Cia Suno.

Três espetáculos serão apresentados gratuitamente na Praça de Eventos: “Sanduba Delivery”, “O Buraco” e “Cortejo Suno”

Neste sábado, abrindo a mostra, entra em cena o palhaço Sanduba para fazer os pedidos e as entregas de sua lanchonete. Para a entrada, há equilibrismo e acrobacia com diferentes objetos. No prato principal, pode-se escolher entre malabarismo com bolas ou aros. De sobremesa, malabarismo com chapéus. Quem faz o pedido é o público, formando a cada apresentação um cardápio eum espetáculo diferente. Sucesso por onde passa, "Sanduba Delivery" impressiona pela capacidade técnica e talento do intérprete Duba Becker, que encerra o espetáculo oferecendo uma performance surpreendente, apelidada de "Cafezinho", com o artista equilibrando uma barraca de feira no queixo. O espetáculo será apresentado também no feriado do dia 21, às 17h.

Nos dias 26 abril e 03 de maio, o público poderá prestigiar “O Buraco”, que conta a história de uma palhaça acróbata que se vê no desafio de atravessar um buraco infinito andando em uma corda bamba. Toda sua família tentou e se deu mal: seu avo, seu bisavô, seu tataravô,... sua mãe também tentou, mas conheceu o anão do circo e fugiu com ele. Num cenário composto por um barril, uma mini-banda e uma corda bamba, sob o prisma da comicidade, a palhaça Fiorella brinca com os conflitos de um palhaço que vive sua situação limite: ter que atravessar um buraco com fundo infinito. Números de mágica e contorcionismo completam a diversão do publico.

Para abrilhantar e divertir ainda mais esta Mostra de Repertório, a Cia Suno apresentará ainda uma divertida e dinâmica palhaceata festiva. “Cortejo Suno” é um espetáculo em forma de cortejo e é formado por uma banda com dois palhaços, um augusto músico e um branco na perna-de-pau tocando caixa, uma bailarina e um acrobata maestro. O grupo demonstra aqui algumas habilidades circenses com música ao vivo, entre elas, acrobacias em dupla, equilibrismo, malabarismo, contorcionismo, tudo com um toque de humor. O espetáculo será apresentado nos dias 27 de abril e 01 de maio.

Fundada em 1998 por um grupo de amigos que sonhavam criar um núcleo de pesquisa cênica na cidade de Santos, a Cia Suno hoje é composta por uma atriz dramática e circense, formada pelo CPT e pela École National du Cirque Annie Fratellini (Helena Figueira) e um artista acrobata com domínio das técnicas de malabares (Duba Becker). Inicialmente, a Cia dedicou-se a pesquisas sobre o teatro do absurdo, realizando estudos sobre "Fando e Lis", "Piquenique no Front" e "O Arquiteto e o Imperador da Síria". Logo após, iniciou um trabalho sobre "Esperando Godot", onde integravam as artes circenses e dramáticas. O espetáculo que recebeu três prêmios de melhor ator (Victor Nóvoa) e indicações de melhor direção e melhor ator coadjuvante. Iniciava aí a "Identidade" da Cia Suno: mesclar a riqueza poética do circo com a linguagem teatral, sem perder a essência da máscara. Todas as peças realizadas pela companhia, desde então, têm uma temática, uma história.

Hoje a Cia Suno tem doze espetáculos em seu repertório. Há desde o lúdico "A Bailarina e o Palhaço", que conta uma linda história de amor entre esses tradicionais personagens do universo infantil; como o dinâmico "Estripulias noCirco", que apresenta a história da criação do circo em ordem cronológica, passando pelo circo de cavalaria inglês, circo chinês, russo, até a linhagem mais moderna e inusitada.     Além de se dedicar à arte circense nestes quinze anos de existência, a Cia Suno assinou a coreografia da comissão de frente das Escolas de Samba X9 Santista (2008) e Gaviões da Fiel (2009, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014). Também foi convidada pelo Ministério do Turismo e Embratur para representar a arte circense brasileira em Lisboa, Madrid e Argentina.

Serviço
Onde: Na Praça de Eventos do SESC Vila Mariana - Rua Pelotas, 141, Vila Mariana – Telefone 11 5080-3000
O quê: "Sanduba Delivery", nos dias 19/04 às 17h e 21/04, às 16h30 // "O Buraco" nos dias 26/04 e 03/05, às 17h //"Cortejo Suno" nos dia 27/04 e 01/05 às 16h30
Quanto: Grátis
Para quem: Crianças de todas as idades

 
IMPRENSA // André Moretti

Contatos
11-98269 6704   11-4304 6704
moretti.moretti@gmail.com
http://www.facebook.com/MorettiCulturaEComunicacao

TOC TOC completa seis anos em cartaz com nova temporada no Teatro APCD

Devido ao sucesso, o Teatro APCD recebe mais uma temporada de Toc Toc. A montagem mostra de maneira cômica os distúrbios de seis personagens na sala de espera do consultório de um especialista no tratamento de TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo). Em 2014, Alexandre Reinecke completa 30 anos de carreira nos palcos, somando 50 montagens, 40 direções e 10 atuações.


Seis anos em cartaz de maneira ininterrupta, mais de 30 atores já passaram pelo elenco e mais de 400 mil pessoas já assistiram. TOC TOC coleciona recordes no teatro brasileiro e comemora com mais uma temporada no Teatro APCD a partir de sexta-feira, 18 de abril, às 21h.

Quem nunca teve ou conhece alguém com mania de limpeza ou arrumação? Que não suporta ver qualquer objeto desalinhado, separa tudo em quantidades pares ou ímpares? Lava as mãos diversas vezes... Evita usar maçaneta de porta se alguém a tocou antes... Pula os riscos do piso nas calçadas, precisa checar se o gás está desligado ou a porta trancada dezenas de vezes... Comportamentos como esses têm a classificação de TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e são o tema central da peça, que discute um assunto contemporâneo de forma bem humorada e descontraída.

Escrita pelo autor francês Laurent Baffie, tem tradução de Clara Carvalho e direção de Alexandre Reinecke. A trama apresenta personagens portadores de TOC em uma sala de espera de um consultório. Com o atraso do médico para atender os pacientes, a solução é começar uma terapia grupal para enfrentar a demora pela chegada do especialista. Em meio a crises, brigas e muitas risadas, o espectador acompanha as dificuldades de cada tipo de TOC, bem como a maneira de lidar com eles.

Na peça, cada personagem tem sua mania. Branca (Andréa Mattar) é neurótica por  limpeza, Maria (Adriana Fonseca), a religiosa, sempre acha que esqueceu tudo aberto. Lili (Laura Carvalho) tem o hábito de repetição. Bob (Didio Perini) é fanático por simetria. Vicente (Ithamar Lembo) não consegue parar de fazer contas, enquanto Fred (João Bourbonnais) sofre de uma síndrome que o faz dizer palavras obscenas, constantemente. Maitê Diniz e Paula Tonolli se revezam como assistentes do médico.

O texto passou por adaptações a cada montagem. Na capital francesa, chegou a mais de 500 sessões no Teatro Palais Royal. “Além do Brasil, Argentina, Espanha e França tiveram uma boa recepção do público. Trata de um assunto contemporâneo, que vem sendo discutido de maneira mais enfática nos últimos tempos”, comenta o diretor. Além da capital paulista, a montagem brasileira já fez temporadas no Rio de Janeiro e interior de São Paulo. No total, 380 mil pessoas assistiram a comédia desde sua estreia, em 2008.

Durante o processo da montagem, os atores fizeram uma pesquisa de campo na ASTOC (Associação Brasileira de Síndrome de Tourette, Tiques e Transtorno Obsessivo Compulsivo). Eles acompanharam casos verídicos durante a pesquisa e criação dos personagens. A equipe também teve a consultoria de um psiquiatra. O objetivo foi fazer uma imersão completa no assunto.  O cenário de Marcia Moon é uma sala de espera, onde os protagonistas, na espera pelo atendimento, vão revelar todos os seus TOC. O figurino de Carolina Badra se baseia em roupas do cotidiano. Já a iluminação de Ricardo Santos faz um desenho de cores que auxilia nos momentos cômicos do espetáculo.

Em 2014, Alexandre Reinecke completa 30 anos de carreira nos palcos, somando 50 montagens, 40 direções e 10 atuações em seu repertório. No ano passado chegou a ter 12 espetáculos simultaneamente em cartaz. O diretor tem uma atenção especial para o humor. “Comédia é um gênero difícil de fazer. Exige um trabalho bem incisivo do ator. Tenho um método que permite proporcionar um bom desenvolvimento do elenco. Umas das características mais interessantes é o tempo, se errar não é possível divertir a plateia, que é o principal objetivo do gênero.”

Para o diretor, uma das maiores explicações para o sucesso de quase seis anos de Toc Toc é a identificação do público. “A montagem traz o lado engraçado de um assunto sério e bem presente na sociedade atual. Quem não tem ou conhece alguém com uma mania?”

O Teatro APCD continua seu trabalho de fomento a cultura, ação que gerou mais de 30 mil espectadores no ano de 2013 com temporadas do Festival RisadariaOs Boêmios de AdoniranDiogo PortugalAntes Só do que Mal CasadoInês - Gil Vicente por ele mesmoComédia em Preto e BrancoA Bela e a Fera, A Cinderela, o clássico Trair e Coçar É Só Começarentre outros.

O espaço está com mais de um ano de funcionamento e se tornou polo cultural na Zona Norte de São Paulo, inaugurado no mês de março de 2012. O Teatro APCD funciona no interior da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD). Com 1.662m², o espaço tem 800 lugares na plateia e 44 lugares distribuídos por dois camarotes. Com projeto arquitetônico de Heitor Coltro, o local possui poltronas vermelhas estofadas, palco de 7 por 6 metros, boca de cena de 16m por 5.80m.


Ficha técnica
Toc Toc. Reestreia sexta-feira, 18 de abril às 21h.Temporada: De 18 de abril a 8 de junho de 2013, aos sábados, 21h e domingos, 19h. Texto: Laurent Baffie. Tradução: Clara Carvalho. Direção: Alexandre Reinecke. Elenco: Adriana Fonseca, Andréa Mattar, Didio Perini, Ithamar Lembo, João Bourbonnais, Laura Carvalho, Maitê Diniz e Paula Tonolli. Cenário: Marcia Moon. Figurinos: Carolina Badra. Iluminação: Ricardo Santo.

Para roteiro
TEATRO APCD - Rua Voluntários da Pátria, 547 – Santana – São Paulo/SP. Telefone: (11) 2223-2424  Lotação: 800 lugares. BilheteriaDe quarta-feira a sábado, das 15h às 22h, e domingo, das 15h às 20hCapacidade: 800 lugares. Ingressos: Sábado: R$ 60,00 (Inteira) e Sócios APCD R$ 20,00 (vinte reais) e Domingo: R$ 50,00 e Sócios APCD R$ 15,00 (quinze reais). Duração: 90 minutos Classificação: 14 Anos. Estacionamento no local, coberto e com seguro. A 100 metros da estação do metrô Tietê. (http://www.apcd.org.br/teatroapcd/)


ARTEPLURAL – Assessoria de imprensa
Fernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9948-5355
Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
Facebook – Arteplural // Skype – fernanda.teixeira42

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Exposição "IN - OFF" por Giselle Ortman Gallo na Estação Metrô Jardim São Paulo de 10 a 30 de março


"Cartografias da Mulher Contemporânea" reestreia no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher

Espetáculo que explora o tema "mulher" reestreia São Paulo em março
Montagem "Cartografias da Mulher Contemporânea" aborda o papel da mulher na sociedade.
                                                

No dia 8 de março, DIA INTERNACIONAL DA MULHER, reestreia o espetáculo Cartografias da Mulher Contemporânea e ficará em cartaz todos os sábados às 21h30 e domingos às 20h30, no Teatro Commune até o dia 18 de maio. A montagem aborda a "nova mulher", suas conquistas e dificuldades encontradas em seu cotidiano.

O espetáculo foi desenvolvido por meio de depoimentos das atrizes e casos reais pesquisados. As cenas propõem um encontro com o público, permitindo uma reflexão sobre as relações da mulher no momento atual, tratando de assuntos que vão desde a luta pela liberdade, igualdade de direitos até machismo, busca pelo corpo perfeito, maternidade, mercado de trabalho, violência, mercantilização da vida. Para isso utiliza-se dança, teatro, performance e projeções, uma composição de linguagens que provoca uma quebra do espetacular, a fim de permitir o distanciamento necessário para a reflexão proposta. Apesar da proposta ser apresentada em palco italiano, a  proximidade com o público e a fala direcionada diretamente aos presentes funde palco e plateia. 

O nome do espetáculo "Cartografias da Mulher Contemporânea" foi determinado por se relacionar com a ciência que estuda os mapas. Trata-se de uma tentativa de extrair a partir de alguns recortes do feminino atual, reflexões para continuar caminhando, em direção a uma sociedade mais democrática e justa em relação à mulher.

Para as três atrizes o toque de humor deu ao drama um caráter mais leve a questões polêmicas e fortes, sendo capaz de envolver o público por meio das três gerações representadas.

Essa é uma peça do grupo de teatro Corpos Insanos que foi criado em 2006 pelo diretor Affonso Lobo com a proposta de explorar temas atuais e cotidianos sempre se utilizando da mistura de diferentes linguagens artísticas. Atualmente o grupo é composto pelas atrizes Luciana Romani, Silvia Bruniera, Titziane Marques.

O momento atual é muito propício para a temática da peça, pois está em pauta nas principais mídias. Essas discussões são necessárias para que provoquem uma reflexão e gerem mudanças.  

Serviço:
Cartografias da Mulher Contemporânea
Local: Teatro Commune
Endereço: Rua da Consolação, 1218
Telefone: 3476-0792/ 3476-8669
Temporada: De 08 de março à 18 de maio de 2014.
Quando: Aos sábados e domingos
Horário: aos sábados às 21h30 e aos domingos às 20h30
Valor: R$40,00 (inteira); R$20,00 (meia)
Duração: 75 minutos
Censura: 14 anos
Gênero: Drama/Comédia
Capacidade: 100 pessoas
Estacionamento: Estacionamento ao lado do teatro
Tem acessibilidade: Sim

Ficha técnica:
Elenco: Luciana Romani, Silvia Bruniera, Titziane Marques
Texto: Corpos Insanos
Direção: Affonso Lobo
Produção: Tiago Salgado
Figurino: Amanda Brosso
Cenografia: Affonso Lobo
Iluminação: Affonso Lobo
Música: Corpos Insanos
Fotografia: Patricia Bruniera
Vídeo: Luiza Mauaccad
Produção: Corpos Insanos
Apoio: Academia Tennis Star
Assessoria de Imprensa: TRY Comunicação

Redes sociais
Facebook: https://www.facebook.com/Cartografiasdamulher
Blog: www.cartografiasdamulher.wordpress.com      
Twitter: @cartografiasdamulher
Instagram: @cartografiasdamulher
Canal no youtube: Cartografias da Mulher Contemporânea - http://www.youtube.com/channel/UCbA-ecM7e7Hk2GVC1qhlUaA
Teaser da montagem: http://www.youtube.com/watch?v=EY6oHGaGyYo



Informações para a Imprensa:

TRY Comunicação
Marisa Romani
(11) 98101-0162

NUO apresenta A Ópera do Mendigo, de John Gay, em março no Espaço B _arco

NUO (Núcleo Universitário de Ópera), dirigido pelo maestro Paulo Maron, apresenta a segunda temporada de A Ópera do Mendigo (The Beggar’s Opera), ópera-balada concebida pelo inglês John Gay, em 1724. As apresentações acontecem nos dias 8, 9, 15 e 16 de março, sábados (às 20h30) e domingos (às 19 horas), no Espaço B_arco, em São Paulo.

A Ópera do Mendigo sempre foi uma obra muito atual, em qualquer época que fosse montada. Inspirou, inclusive, uma famosa adaptação de Bertolt Brecht com o título de Ópera dos Três Vinténs. A ideia de John Gay foi escrever uma peça teatral intercalada por canções bem populares da época, incluindo Arias de Purcell e canções folclóricas, escocesas, Irlandesas e inglesas. Essa ideia deu um charme todo especial a obra, que desde então teve várias versões e adaptações.

Com esta criação Gay desejava fazer uma dura crítica à maneira de encenar ópera, tanto nos libretos quanto na musicalização dos mesmos, sobretudo as árias “Da Capo”. Isso (vale lembrar) em pleno início do século XVIII. Portanto, ele pediu ao amigo compositor Johann Pepush para selecionar uma série de canções que fossem bem famosas na época. Ele, então, escreveu novos poemas para essas canções e tirou todas as repetições, fazendo com que os diálogos se intercalassem às músicas de maneira a não comprometer o ritmo cênico. O sucesso foi estrondoso para a época com centenas de récitas, fazendo com que John Gay ficasse rico e seu nome fosse perpetuado por toda a Inglaterra.

Na versão do NUO, tanto os atores-cantores como os instrumentistas fazem parte da cena. A orquestra de câmara, formada por 12 instrumentistas, toca a obra “décor” e, constantemente, entram na cena. As canções, em inglês, são legendadas. E os diálogos, em português.

Sinopse

A história de A Ópera do Mendigo tem início na casa do Sr. Peachum, homem corrupto que ganha a vida tirando uma porcentagem de tudo que é roubado pela maior parte dos ladrões da cidade de Londres. Em troca promete proteção caso eles sejam presos. Mas ele descobre que pode lucrar ainda mais se manipular o sistema jurídico para que alguns sejam executados, contando com a ajuda de seu sócio, o Tenente Lockit.

Peachum e sua esposa Célia ficam preocupados ao descobrir que a filha Polly se casou com um jogador profissional - e ladrão -, conhecido como Capitão Macheath. Com receio de que ele roube a fortuna da família, tramam um jeito de prendê-lo e levá-lo à forca. Esse é o ponto de partida para uma história que faz uma profunda crítica social, política e cultural, e que permanece extremamente atual.

Personagens / intérpretes

Sr. Peachum – Pedro Ometto (barítono); Sra. Peachum – Gabrielle Agura (soprano); Polly – Marcela Panizza (soprano); Lockit – André Estevez (tenor); Lucy – Isabel Nobre (soprano); Capitão Macheath – Luis Fidelis (barítono); Jenny – Angélica Menezes (mezzosoprano); Molly – Natália Capucim (soprano); Suky – Rafaela Martinelli (soprano); Filch – Wesley Fernandez (tenor); Matt – Murilo Vilas Boas (tenor); Mendigo – Paulo Maron (ator).

Pioneiro no trabalho operístico com jovens, oriundos das mais diversas faculdades de música, o NUO é reconhecido pela interpretação e pelo forte trabalho corporal. O trabalho de formação artística vai além da música. Os jovens estudam interpretação e passam por preparação corporal para formar um grupo atuante com performance totalmente particular. Anualmente, duas montagens são realizadas com sucesso pela companhia.

Espetáculo: A Ópera do Mendigo
Autor: John Gay
Direção geral: Paulo Maron
Com: NUO – Núcleo Universitário de Ópera
Cenário, iluminação e produção: Paulo Maron
Preparação corporal: Marília Velardi
Coreografia: Wesley Fernandez
Orquestra Sinfônica do Núcleo Universitário de Ópera
Solistas e coro do Núcleo Universitário de Ópera
Realização: NUO - http://nucleodeopera.blogspot.com
Dias 8,9 15 e 16 de março Sábados às 20h30 e domingos às 19h00
Espaço B_arco
Rua Dr. Virgilio de Carvalho Pinto, 426. Pinheiros/SP. Tel: (11) 3081-6986
Ingresso promocional / preço único: R$ 25,00
Bilheteria: 1h antes das récitas
Duração: 90 min. Classificação etária: 12 anos
Capacidade: 100 lugares. Acesso universal. Ar condicionado.


John Gay – o autor

Dramaturgo inglês, John Gay nasceu em Londres, em 1685, e morreu em 1732. Ecreveu dezenas de peças, mas ficou mais conhecido após The Beggar’s Opera, que teve sua estréia em 1728, e a sequência, Polly, que estrearia no ano seguinte.

Núcleo Universitário de Ópera e Paulo Maron

No ano de 2003, Paulo Maron criou o Núcleo Universitário de Ópera (NUO), um grupo que congrega jovens estudantes de canto lírico com grau universitário (recém formados ou em fase de formação), vindos de diferentes escolas e universidades. Considerando a escassez de oportunidades de atuação para esses jovens, Maron acreditou que manter um grupo estável, participando de produções regulares e com desafios cênicos e vocais, seria a fórmula correta de estimular o desenvolvimento de seus potenciais. Ao mesmo tempo, a direção do NUO apostou que o grupo estaria apto para apresentar à cena lírica paulistana não só um novo repertório, mas uma inovadora forma de montagem operística, valendo-se de um trabalho cênico diferenciado, devido à junção das técnicas de Stanislawisky com as técnicas corporais de Martha Grahan, Feldenkrais e Laban.

A parceria com a Orquestra Sinfônica do NUO é fundamental para o sucesso desta empreitada, pois oferece a estabilidade e estrutura para o bom resultado frente aos repertórios. Hoje, com 12 produções de sucesso em cinco anos de existência, o NUO conseguiu estabilidade e reconhecimento do meio musical, da crítica e especialmente do público que, récita após récita, tem lotado os teatros onde o Núcleo se apresenta.

Paulo Maron coordena todos os projetos realizados pela Orquestra e Núcleo Universitário de Ópera, assinando também a cenografia e direção cênica e musical, com uma equipe composta por, aproximadamente, 35 cantores, 45 instrumentistas e 10 profissionais técnicos e artísticos. Dentre os trabalhos produzidos pelo Núcleo se destacam: O Mikado, de Willian Gilbert e Arthur Sullivan (2004); Forrobodó, de Francisco Bittencourt e Chiquinha Gonzaga (2005); Os Piratas de Penzance, de Willian Gilbert e Arthur Sullivan (2005); A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht e Kurt Weill (2006); HMS Pinafore, de Gilbert e Sullivan (2006); Julgamento com Júri, de Gilbert e Sullivan; Der Mond (A Lua), de Carl Orff (2007); Patience, de Gilbert e Sullivan (2007), Moscou, Tcheryomushki, de Dmitri Shostakovich (2008), O Feiticeiro, de Gilbert e Sullivan (2008), O Falso Filho, de Joaquín Rodrigo (2009), Utopia, Ilimitada, de Gilbert e Sullivan (2009), A Jornada do Peregrino, de Ralph Vaughan Williams (2010); Iolanthe, de Gilbert e Sullivan (2010); Prometheus, de Gabriel Fauré (2011); Os Gondoleiros, de William Gilbert e Arthur Sullivan (2011); The Fairy Queen - Sonho de Uma Noite de Verão, de Henry Purcell e William Shakespeare (2012); King Arthur, de Henry Purcell (2013); e A Ópera do Mendigo, de John Gay (2013).

O NUO é reconhecido pela Gilbert & Sullivan Society como o único grupo especializado nesses autores em toda a América Latina. Em 2007, o Núcleo Universitário de Ópera lançou o DVD HMS Pinafore – uma das mais populares óperas cômicas de Gilbert e Sullivan, encenada em 2006, no Theatro São Pedro, em São Paulo. Esta é a primeira produção brasileira lançada em DVD no circuito comercial com distribuição da LPC Comunicações.

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TODA DONZELA TEM UM PAI QUE É UMA FERA




Comédia de época de Gláucio Gill ganha montagem dirigida por Roberto Lage.

Um clássico do teatro brasileiro, a comédia Toda Donzela Tem Um Pai que é Uma Fera, de Gláucio Gill (1932-1965), estreia no dia 12 de março, quarta-feira, no Teatro Folha, às 21 horas. Com direção de Roberto Lage, a peça conta a divertida história de um coronel que defende a honra de sua filha, forçando-a a se casar com o amigo libertino de seu namorado, em consequência de um mal entendido.

O elenco é formado por Augusto ZacchiElvis SheltonGreta AntoineIsser Korik eMariana Hein. A ficha técnica traz ainda Heron Medeiros na cenografia, Kleber Montanheirono figurino, Paulo Henrique Jordão na iluminação, Aline Meyer na trilha sonora e Maurício Inafre na direção de produção.

A história - escrita em 1962 - se passa na década de 50, retratando a juventude brasileira dos Anos Dourados. O diretor Roberto Lage diz que é “um grande deleite trabalhar com uma peça de época”. Ele argumenta que o texto é muito bem escrito: “Gill propõe um jogo lúdico, arquitetado em uma dramaturgia que envolve e diverte o espectador com as surpresas da trama”.

Gláucio Gill usa o humor também como pano de fundo para fazer uma crítica aos valores morais vigentes na metade do século passado. “Se não fosse para retratar fielmente aquela sociedade não haveria sentido em montar esse texto”, afirma o diretor, lembrando que os conceitos morais e sociais sofreram grandes transformações desde que o autor escreveu Toda Donzela Tem Um Pai que é Uma Fera. O figurino e o cenário, além da trilha sonora, ajudam a embalar o público nessa hilária viagem aos anos 50 para testemunhar as atitudes e os comportamentos da época.

A idéia de remontar essa peça surgiu em 2005, quando o ator Elvis Shelton foi convidado por Roberto Lage para participar de uma produção desta mesma obra para a TV Cultura, dentro da série Senta que Lá Vem Comédia. “Apaixonei-me pelo texto e pensei na importância de trazer aos palcos comédias clássicas de autores importantes que estejam esquecidas”. A ideia amadureceu e, há cerca de dois anos, Elvis deu início à concretização de seu projeto com a compra dos direitos para encenar Toda Donzela Tem Um Pai que é Uma Fera. O ator afirma que não pretende parar por aqui. Já tem um ciclo de leituras programado para o segundo semestre com oito textos de oito comediógrafos brasileiros. “Quem sabe não surgirá uma nova montagem a partir desses encontros?”, finaliza.

O enredo

Toda Donzela Tem Um Pai que é Uma Fera apresenta Dayse (Greta Antoine), filha de um coronel linha dura (Isser Korik), que vai morar com o namorado Joãozinho (Elvis Shelton). O pai, quando descobre, fica uma fera e vai armado atrás do rapaz. Desesperado, o moço pede ao amigo e vizinho Porfírio (Augusto Zacchi) que receba Dayse por alguns minutos. O coronel vasculha o apartamento e não a encontra, mas o porteiro lhe conta que ela está no apartamento de Porfírio, um libertino. Pensando que a filha não é mais virgem, ele obriga Porfírio a se casar com ela. Enquanto o coronel prepara os papeis do casamento, os dois amigos pedem para a vizinha Loló (Mariana Hein) fingir ser casada com Porfírio, na esperança de melar a união.

Mas a moça se atrapalha, o Coronel descobre a farsa e obriga Porfírio a assinar os papéis. Dayse, sentindo-se praticamente casada, diz ao “noivo” que terá que sustentá-la, porém não irá para a cama com ele, pois passará as noites com seu amado Joãozinho. Porfírio abre o jogo e conta ao Coronel que sua filha morava com Joãozinho, afirmando que ele é um rapaz respeitador e que Dayse ainda é virgem. O pai da moça vai falar com o verdadeiro namorado, mas um mal entendido se instala: Joãozinho pensa que ele está falando da vizinha Loló; confessa que ela não é mais virgem e que vai se casar com ela.

Depois de esclarecidos os fatos, Dayse se prepara para retornar à casa do pai. Vai ao apartamento do ex-namorado apanhar os seus pertences e desaba a chorar por causa da separação. Joãozinho a consola e o inevitável acontece. Ele entra em desespero: vai ter que encarar a fera. Enquanto isso, Porfírio tenta seduzir Loló. Ofendida, a moça sai do apartamento aos prantos e encontra o coronel que acaba se apaixonando por ela. O Coronel precisa, então, ter uma conversa séria com seu “noivo” Joãozinho, e vice versa. E os dois casais decidem se casar no mesmo dia. Porfírio, sentindo-se mal-sucedido no amor, faz as malas e volta a morar com a mãe.

Ficha técnica
Espetáculo: Toda Donzela Tem Um Pai que é Uma Fera
Texto: Gláucio Gill
Direção: Roberto Lage
ElencoAugusto Zacchi (Porfírio), Elvis Shelton (Joãozinho), Greta Antoine (Dayse), Isser Korik (Coronel) e Mariana Hein(Loló).
Cenografia: Heron Medeiros
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Paulo Henrique Jordão
Trilha sonora: Aline Meyer
Assistência de direção: Paulo Henrique Jordão
Direção de produção: Maurício Inafre
Produção executiva: Regilson Feliciano
Design gráfico: Lucas Blat
Costureira: Euda Alves de Souza
Fotos: Manolo Pacheco
Realização: Abideque Produções
Patrocínio: Theraskin
Co-patrocínio: Sonda Supermercados
Apoio: J. Macedo
Serviço
Estréia: dia 12 de março - quarta-feira - às 21 horas
Teatro Folha - Shopping Pátio Higienópolis (Terraço)
Avenida Higienópolis, 618 - SP/SP. Tel: (11) 3823-2323.
Ingressos: R$ 30,00 (setor 1) e R$ 10,00 (setor 2) – ambos com meia entrada
Bilheteria: ter. a qui. (15h-21h), sex. (15h-24h), sáb. (12h-24h) e dom. (12h-20h).
Aceita todos os cartões de crédito.
Temporada: quartas e quintas - às 21 horas – Até 29 de Maio
Duração: 80 min. Gênero: Comédia. Classificação etária: 12 anos.
Capacidade: 305 lugares. Acesso universal. Ar condicionado.
Ingressos Antecipados: www.ingresso.com


Os PERFIS

Gláucio Gill - autor

Gláucio Gill foi dramaturgo, ator de teatro e fundador do Teatro Santa Rosa, criado no início dos anos 60 junto com Hélio Bloch e Léo Jusi. O teatro foi assim batizado em homenagem ao artista plástico Thomaz Santa Rosa. Gláucio escreveu peças como Toda Donzela Tem Um Pai que é Uma Fera, que Roberto Farias levou para a telona, com o mesmo título da peça original, além de Procura-se uma Rosa, que inspirou o filme italiano Una Rosa per Tutti, dirigido por Franco Rossi e estrelado por Cláudia Cardinale. Toda Donzela Tem um Pai que é uma Fera e O Bem Amado (de Dias Gomes) foram dois dos maiores sucessos de Gláucio no Teatro Santa Rosa. Ele também era muito ligado ao dramaturgo Nelson Rodrigues.

Tido pelos companheiros de cena como um empresário generoso, Gláucio é desconhecido até mesmo pela maioria dos funcionários do teatro que leva o seu nome, cujas paredes não possuem sequer uma foto sua. Ele foi ainda precursor dos talk shows, apresentando o programa Show da Noite (TV Globo), produzido por Domingos de Oliveira, e, ao lado de Ziraldo, foi relações-públicas da revista O Cruzeiro, publicação com tiragem semanal de mais de 700 mil exemplares.

Apesar de dar seu nome a um teatro e a uma avenida, no Rio de Janeiro, pouco se sabe sobre a vida de Gláucio Gill, que nasceu em 1932, sendo uma das personalidades mais populares da televisão brasileira, nos anos 60, e um importante nome do teatro carioca. Morreu, aos 33 anos, de um ataque cardíaco diante das câmeras de TV, quando apresentava o Show da Noite, no dia 13 de agosto de 1965, 10 minutos depois da introdução, quando proferiu o texto: "Hoje é sexta-feira, 13 de agosto. Dia aziago, mas até agora vai tudo caminhando bem, felizmente".

Roberto Lage - diretor

Roberto Lage começou a carreira de diretor, em 1969, no teatro amador. Em 1974 dirigiu seu primeiro sucesso, Mrozek, reunião dos textosStrip Tease e Em Alto Mar, de Slawomir Mrozek. Com o espetáculo A Flor da Pele, de Consuelo de Castro , recebeu o Prêmio Molière de melhor direção. Em 1993 dirigiu, em Portugal, Para Tão Longo Amor de Maria Adelaide Amaral. A montagem de Clips e Clops, uma colagem de quadros clássicos de clowns, rendeu-lhe o prêmio APCA de melhor diretor, em 1998, ano em que ao lado do ator Celso Frateschi fundou o Ágora – Centro para Desenvolvimento Teatral.

Em 2002 dirigiu A Mandrágora, de Maquiavel, para o projeto de formação de público da Secretaria Municipal de Cultura, com curadoria de Gianni Ratto. No ano seguinte levou à cena Orgia, de Pier Paolo Pasolini, uma produção do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), além deDistante, de Caryl Churchill, e Quase Nada, de Marcos Barbosa, textos desenvolvidos no Royal Court Theatre, centro britânico que promove intercâmbio entre a dramaturgia inglesa e autores de outros países (produção do Teatro Popular do SESI). No mesmo ano estreou no Ágora a montagem inédita Os Justos, de Albert Camus, e, a seguir, dirigiu Celso Frateschi em Sonho de Um Homem Ridículo, de Dostoievski, Ricardo III, de W. Shakespeare, espetáculos produzidos pelo Ágora.

A Flauta Mágica, adaptação de Vladimir Capela, foi a sua primeira direção em 2007, numa produção do Teatro Imprensa e Centro Cultural Grupo Silvio Santos. Em 2008, voltou a Portugal para dirigir Um Merlin, de Luis Alberto de Abreu, uma produção da Seiva Trupe de Portugal. De volta ao Brasil o desafio foi adaptar a obra de Milton Hatoum, Dois Irmãos (também uma produção do CCBB) e, em 2010, dirigiu a comédiaEscola de Mulheres, de Molière, e o monólogo Dos Escombros de Pagu, de Tereza Freire, uma homenagem ao centenário de Pagu. Em 2011 dirigiu a ópera Carmen, de G. Bizet, no Theatro São Pedro/SP. Francesca (de Luís Alberto de Abreu) e Enlace – A Loja dos Ourives (de Karol Wojtyla, dramaturgia de Elísio Lopes Jr.) são produções que ele comandou em 2012.  Em 2013, dirigiu Coração Bandoleiro (de José Antônio de Souza) e Tic Tic Tati (com a cantora Fortuna), entre outros.

Augusto Zacchi - ator

Augusto Zacchi é formado em Artes Cênicas pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e fez a oficina de atores da Rede Globo. Estreou no teatro, em 1999, com o espetáculo Um Homem Chamado Shakespeare, com texto e a direção da Bárbara Heliodora. Em 2000 fez Fausto Gastrônomo, de Richard Scheschner, direção de Luis Furlanetto, e pelo seu personagem - Mefistófeles - foi indicado ao prêmio de melhor ator.

Em 2001, fez Trainspotting, de Harry Gibson, direção de Luis Furlanetto. No ano seguinte, atuou em Laranja Mecânica, de Anthony Burges, direção de Paulo Afonso de Lima; em 2003, O Dia do Redentor, de Bosco Brasil, direção de Ariela Goldman; em 2004, fez Indecência Clamorosa, de Moises Kaufman, direção de Jackeline Laurence; e, em 2005, atuou em Bent, de Martin Sherman, direção de Luis Furlanetto. 

No cinema, Zacchi interpretou Pedro no filme Foliar Brasil, de Carolina Paiva, e, em 2004 atuou em Olga, de Jayme Monjardim, vivendo um garoto de Moabit. Na televisão, participou de Malhação (Rede Globo, 2004), como Mateus, e Maria esperança (SBT, 2007) interpretando Thomas.

Elvis Shelton – ator e idealizador

Elvis Shelton é ator, produtor, apresentador de programas e locutor. Em seu currículo constam as peças Bodas de Sangue, de Federico Garcia Lorca, Zona Contaminada, de Caio Fernando Abreu, e As Aventuras de Pardoca, todas com Direção de Atílio Bellini Vaz. Ainda merece destaque Pente Fino, espetáculo realizado dentro do banheiro do Teatro Renaissance, com direção de Roberto Lage, e De Corpo Presente, texto e direção de Mara Carvalho.

No cinema, ele atuou nos curtas Identidade, com direção de Fernando Meirelles e Nando Olival, e A Última Partida, com direção de André Vianco. Com forte atuação em peças publicitárias, participou de mais de 80 filmes para marcas como Parmalat, Peugeot, Telefônica e Tim, entre outras. Atualmente, pode ser visto em duas séries de programas pela Internet; fez parte do elenco do programa Senta que Lá Vem Comédia, da TV Cultura, e das novelas Pícara Sonhadora e Amigas e Rivais, ambas no SBT; também integra o programa Telecurso Tec, veiculado na Rede Globo, TV Cultura e Canal Futura. Seu trabalho mais recente é no espetáculo Novelo, de Nanna de Castro, direção de Zé Henrique de Paula, apresentado no Teatro Augusta, em São Paulo.

Greta Antoine - atriz

Greta Antoine começou como modelo em 1998. Em 1999, apesar da pouca idade, passou nos testes para a telenovela infantil Chiquititas, do SBT, onde interpretou a ambiciosa Inês. Em 2002, retornou à televisão no seriado Ilha Rá Tim Bum (TV Cultura), onde viveu Rouxinol, uma garota mimada que possuía uma bela voz, apaixonada por Gigante (Paulo Nigro), irmã de Micróbio (Rafael Chagas) e melhor amiga (e às vezes rival) de Majestade (Thuanny Costa). Devido à boa aceitação, a série não parou em 25 episódios previstos, sendo prorrogada em mais 54, além render um filme, lançado em 2003. Greta fez duas vezes o Teatro Rá Tim Bum, onde apresentou A Odisseia de Arlecchino e O Doente Imaginário, junto com a Cia. da Revista, do Mini Teatro, na Praça Roosevelt, em São Paulo.

Em 2006, de volta ao SBT, atuou na telenovela Cristal, onde interpretou duas personagens, em fases distintas: Vitoria Ascanio, quando jovem, e Eliana Ascanio. Ainda no SBT, em 2007, participou de Maria Esperança, vivendo Isabel Muniz Hurtado, uma adolescente fútil e perigosa. Em 2010 Greta integrou o elenco de Uma Rosa com Amor, remake da novela exibida originalmente, em 1972, pela Rede Globo, agora adaptada por Tiago Santiago para o SBT, no papel de Cleide.

Isser Korik - ator

Paulistano, Isser Korik nasceu em 28 de junho de 1961. Iniciou sua carreira como ator, em 1985, com o dramaturgo e diretor Carlos Alberto Soffredini, líder do Grupo de Teatro Mambembe e do Núcleo de Estética Teatral Popular. Durante oito anos ininterruptos atuou em Vacalhau e Binho , peça de sucesso de Zé Fidélis. Entre seus trabalhos como ator, destaque para O Dia que Raptaram o Papa, de João Bethencourt, e O Vento Não Levou, direção de Roberto Lage.

Como diretor, além de liderar a Cia. do Pátio, concebeu o projeto Nunca Se Sábado..., que marcou a cena paulistana durante quatro anos, e dirigiu o sucesso O Mala, de Larry Shue, em 2008, o infantil A Pequena Sereia (2009), também de Fábio Torres, baseado no conto de Hans Christian Andersen, e Grandes Pequeninos, projeto idealizado por Tania Khalill e Jair Oliveira. Assinou ainda a direção da trilogia Enquanto Isso..., versão brasileira da peça The Norman Conquests, de Alan Ayckbourn. Isser é também diretor artístico da Conteúdo Teatral, que administra o Teatro Folha, em São Paulo, e Teatro do Parque D. Pedro Shopping, em Campinas.

Mariana Hein - atriz

A atriz Mariana Hein nasceu em São Paulo, em 24 de setembro de 1979. Aos 17 anos, depois de fazer um curso de interpretação nos Estados Unidos, decidiu que seria atriz. De volta ao Brasil, chegou a se matricular na faculdade de Letras, mas logo abandonou o curso.
Também tentou dar aulas de inglês para crianças e adultos, mas a carreira artística falou mais alto.

Antes de se firmar na teledramaturgia, fez dez campanhas publicitárias e atuou na peça Anjo Proibido, de Nelson Rodrigues. Sua estreia na televisão foi em 2000, quando participou do programa humorístico Garotas do Programa, da Rede Globo. Logo depois participou de programas, seriados, minisséries e novelas, entre eles: Brava Gente (2001), Um Anjo Caiu do Céu (2001), O Quinto dos Infernos (2002), Malhação (2002/2003), Kubanacan (2003), Vídeo Show (como repórter - 2004/2005), Zorra Total (2007), Casos e Acasos (2008). Na rede Record, Mariana atuou nas novelas Chamas da Vida (2008) e Ribeirão do Tempo (2010). No cinema, ela estreou em 2001, no filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles.



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