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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Tenda Cultural Ortega y Gasset homenageia Vanguarda Paulista no aniversário de São Paulo

Shows de Tetê Espíndola e Alzira E; homenagem a Itamar Assumpção com Anelis Assumpção e banda e os convidados Arrigo Barnabé, Kiko Dinucci e Serena Assumpção; e exibições de documentários integram programação de férias do novo espaço cultural do campus Butantã

Nestas férias a USP presta sua homenagem aos 460 anos de São Paulo celebrando a cultura paulista e a Vanguarda Paulista, notório movimento cultural dos anos 80. Serão três dias, de 24 a 26 de janeiro, repletos de shows, filmes e documentários de grandes nomes envolvidos com a cultura paulistana naTenda Cultural Ortega y Gasset, na Praça do Relógio do Campus Butantã.

A programação começa na sexta, 24 de janeiro, às 19 horas, com a apresentação do filme Rumo, da TV Cultura, com filmagens históricas, clipes e cenas do show-reunião do lendário grupo Rumo, um dos principais nomes da Vanguarda Paulista.

No sábado, 25, às 15h, a universidade oferece um presente a São Paulo colorindo o céu da cidade com aFesta de Pipas e Oficina de Pipamodelismo com o empinador profissional e recordista nacional Ken Yamazato — membro do Guinness Book Brasil por empinar um "trem" de 242 pipas.

Depois, às 19h, será exibido o documentário musical Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista, de Riba de Castro, sócio do teatro Lira Paulistana, que investiga os sete anos de intensa atividade da Vanguarda, com dezenas de depoimentos de personalidades marcantes da cena cultural da época.

Fechando o dia, às 21h, acontece o show Sampa Midnight, como parte do projeto Caixa Preta, em homenagem ao ícone da Vanguarda, Itamar Assumpção, com Anelis Assumpção e banda e os convidados Arrigo Barnabé, Kiko Dinucci e Serena Assumpção, figuras presentes do movimento ou que tiveram sua obra marcada pelo olhar de Itamar.

No dia seguinte, 26 de janeiro, é a vez de Tetê Espíndola Alzira E se apresentarem no showAnahí, às 17h, comemorando a nova edição do CD e os quinze anos do show homônimo. Mais tarde, às 19h, será exibido o documentário Daquele Instante em Diante, de Rogério Velloso, que reúne imagens raras de acervos e arquivos particulares da vida e obra de Itamar Assumpção.

Inaugurada em novembro de 2013, a Tenda Cultural Ortega y Gasset tem formato inspirado na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) e projeto arquitetônico desenvolvido pela associação Casa Azul – realizadora da FLIP, com o objetivo de se tornar um ponto de encontro, reflexão, convivência e cultura dentro do campus — e para toda a cidade.

Com curadoria dos sociólogos Maria Arminda do Nascimento Arruda, Sérgio Miceli e da antropóloga Lilia Schwarcz, o espaço oferece uma programação diversificada que inclui debates, seminários, bate-papos interdisciplinares, exposições e apresentações artísticas produzidas dentro e fora da Universidade. A programação de janeiro e fevereiro deste ano homenageia os 80 anos da USP e 460 anos da cidade de São Paulo.


PROGRAMAÇÃO


Para Sampa, Com Afeto
Música, memória e liberdade

Um presente aos paulistanos, a programação especial de aniversário dos 460 anos da cidade de São Paulo reúne uma série de documentários musicais da vanguarda paulista e dois shows que refletem o caráter cosmopolita da cidade. O olhar urbano de Itamar Assumpção, pelo Projeto Caixa Preta, e a música de Tetê Espíndola e Alzira E, que mexe com a memória e as raízes brasileiras, somam-se à festa de pipas para colorir o céu da cidade universitária.


Filme: Rumo
TV Cultura, Distribuição: Dabliú Discos
Brasil, 2005, Documentário, Português, 145 min, Livre
Sexta, 24 de janeiro, às 19h

Depois de 30 anos de sua primeira apresentação ao público, em 1974, e de certo modo realizando o que já estava previsto na canção Release de Luiz Tatit (álbum "Caprichoso"), o grupo RUMO reapareceu em 2004, com a formação completa, para relançar seus seis discos em CDs. Foram dois finais de semana de shows no SESC Pompeia com a presença de Ná Ozzetti, Hélio Ziskind, Paulo Tatit, Akira Ueno, Pedro Mourão, Gal Oppido, Ricardo Breim, Luiz Tatit, Zecarlos Ribeiro e Geraldo Leite. Houve ainda participação especial de Fábio Tagliaferri, Jonas Tatit e Rodrigo Mourão. O acontecimento único foi registrado neste DVD, ao lado de novas gravações que geraram um programa especial da TV Cultura, com depoimentos dos membros do grupo para o jornalista Arthur Nestrovski. O DVD traz clipes históricos concebidos entre 1985 e 1988. Traz, ainda, várias gravações inéditas do RUMO, como um show ao ar livre na praça Benedito Calixto, produzido pelo teatro Lira Paulistana, no aniversário da cidade de São Paulo. Com mais de 30 canções, temos aqui um registro bastante fiel do trabalho desenvolvido pelo RUMO no período de 1974 a 1992.


Oficina: pipamodelismo e encontro de empinadores - festa de pipas no céu da cidade
Sábado, 25 de janeiro, às 15h

Com a presença de Ken Yamazato e equipe, o público poderá aprender um pouco mais sobre a arte de projetar e criar modelos de pipas. Ao fim da oficina, as pipas tomarão o céu da cidade, como um símbolo de liberdade e um presente de aniversário para São Paulo e sua Universidade. Ken Yamazato é apaixonado por pipas/papagaios desde criança e por toda a vida tem se dedicado ao estudo e à arte de projetar e criar modelos das mais variadas cores, tamanhos e formatos. Desde 1991, Ken percorre o Brasil com seu projeto pedagógico. Entrou no o Guinness Book Brasil 98 ao empinar um “trem” de 242 pipas.


Filme: Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista
Direção: Riba de Castro
Brasil, 2013, Documentário, Português, 97 min, Livre
Sábado, 25 de janeiro, às 19h

Sete anos de intensa atividade artística revisitados ao longo de 97 minutos no documentário musical Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista. A tarefa parece difícil, mas o diretor Riba de Castro – um dos sócios do Lira, espaço cultural que agitou a vida da cidade de São Paulo entre os anos de 1979 e 1986 – amarra bem as diversas e divertidas histórias contadas pelos artistas que lá passaram. A lista não é pequena. Luiz Tatit, Ná Ozetti, Fernando Meirelles, Marcelo Tas, Passoca, Roger Moreira, Eduardo Gudin, Wandi Doratiotto, Cida Moreira, Lanny Gordin, Nelson Ayres, Amilson Godoy, Kid Vinil, Vânia Bastos, Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Alice Ruiz, Bia Aydar, Elias Andreato, Paulo LePetit, Hélio Ziskind.


Show: Sampa Midnight - Anelis Assumpção e banda com os convidados Arrigo Barnabé, Kiko Dinucci e Serena Assumpção - projeto Caixa Preta
Retirar ingresso com 1h de antecedência
Sábado, 25 de janeiro, às 21h

Como parte do projeto Caixa Preta, lançado em homenagem a Itamar Assumpção, o show Sampa Midnight traz releitura do disco homônimo de Itamar por sua filha, a cantora Anelis Assumpção com participação de Arrigo Barnabé, cantor e compositor que conviveu e criou com Itamar; Kiko Dinucci, jovem compositor paulista que assume Itamar como referência decisiva em seu trabalho; e Serena Assumpção, filha, cantora e idealizadora do Projeto Caixa Preta. Desde a morte de Itamar Assumpção, em 2003, a família do artista vem divulgando seu legado musical, com ações como o lançamento de Naná Vasconcelos, “Isso vai dar repercussão”, um ano após sua morte – 2004, e o “Livro de Canções e Histórias de Itamar – Porque que eu não pensei nisso antes?” – em 2006.


Show: Anahí – Tetê Espíndola e Alzira E
Retirar ingresso com 1h de antecedência
Domingo, 26 de janeiro, às 17h

Tetê Espíndola e Alzira E comemoram juntas em nova edição do CD Anahí, pelo selo Atração, 15 anos de atuação com o show homônimo, onde apresentam em duetos de vozes, craviola e violão, clássicos como Serra da Boa Esperança (Lamartine Babo), Sertaneja (Renné Bintencourt) e Garota Solitária (Adelino Moreira), entre outros; as irmãs sul matogrossenses dão o tom da região, com os mais conhecidos temas como: Trem do Pantanal, Chalana, a alegria das polcas Paraguaias, como Galopeira, Mercedita, em releituras que resgatam suas raízes.


Filme: Daquele instante em diante
Direção: Rogério Velloso
Brasil, 2013, Documentário, Português, 110 min, Livre
Domingo, 26 de janeiro, às 19h

Itamar Assumpção foi fonte de inspiração para Rogério Velloso na direção de Daquele instante em diante, que abriu a série de exibições de Iconoclássicos (projeto de documentários sobre artistas brasileiros contemporâneos realizado pelo Itaú Cultural). Para realizar o filme, Rogério Velloso garimpou imagens raras em acervos e arquivos particulares. Durante dois anos mergulhou em um processo intenso de entrevistas e seleção de trechos em mais de 180 horas de gravações.


SERVIÇO:
Para Sampa, Com Afeto - Filme - RumoSexta, 24 de janeiro, às 19h. Oficina - pipamodelismo e encontro de empinadores - festa de pipas no céu da cidade: Sábado, 25 de janeiro, às 15h.Filme - Lira Paulistana e a Vanguarda PaulistaSábado, 25 de janeiro, às 19hShow - Sampa Midnight - Anelis Assumpção e banda com os convidados Arrigo Barnabé, Kiko Dinucci e Serena Assumpção - projeto Caixa PretaSábado, 25 de janeiro, às 21h. Show - Anahí – Tetê Espíndola e Alzira E: Domingo, 26 de janeiro, às 17hFilme - Daquele instante em diante: Domingo, 26 de janeiro, às 19h

Tenda Cultural Ortega y Gasset - Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo -Endereço: Rua do Anfiteatro, s/n (Praça do Relógio) - Cidade Universitária, Butantã, São Paulo.Lotação: 565 lugares com projeção no telão exterior. Telefone: 3091-1933 / 3091-1778. Online: prceu.usp.br/tendaculturalortegaygasset.

Pombo Correio Assessoria de Imprensa
Douglas Picchetti - (11) 9 9814-6911
Helô Cintra - (11) 9 9402-8732


Nos dias 17 e 18 de janeiro, o projeto Sons da Nova, da rádio Nova Brasil FM, recebe no palco do Tom Jazz, em São Paulo, o cantor e compositor Filipe Catto.


Teresa Cristina canta Candeia :: Quinta, 06 de fevereiro

"De qualquer maneira, meu amor, eu canto"
Candeia

Grupo Bolinho volta em janeiro de 2014 em curta temporada com o espetáculo Velhos Amigos


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Reestreia dia 16 de janeiro de 2014 às 17h, na Praça Cel. Fernando Prestes (Metro Tiradentes) o espetáculo Velhos Amigos, projeto do Grupo Bolinho contemplado pela lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo.  A peça integra o projeto Tipografias Poéticas, desenvolvido ao longo de um ano, em três etapas, com metodologias distintas, cada qual em um bairro da cidade: Santana, Luz e Centro.
O espetáculo se apresenta também as sextas no Largo da Misericórdia, no metro Sé e aos sábados no Parque Domingos Luis no metro Jardim São Paulo, sempre às 17h.
A primeira fase, focada em intervenção urbana, foi orientada por Cristiane Esteves do grupo Opovoempé. Em seguida, a companhia Lume e Pedro Fabrício desenvolveram a mimesis corpórea, e por último, o diretor e pesquisador André Carreira se juntou ao Grupo Bolinho para colocar luz sobre a dramaturgia da cidade. Todas as fases tiveram como resultado um experimento cênico, que de alguma forma ressurgem em partes no espetáculo Velhos Amigos.
Os personagens
 Para contar essas histórias, três atores – Alexandre Ilha, Danilo Caputo e Diane Boda – entraram em casas, sentaram nas mesas das cozinhas, partilharam café e bolos com os entrevistados, tudo para captar o que havia restado como memória de uma vida quase completa. 
Em uma dessas “visitas” encontraram Geraldo (nome fictício, do personagem), viúvo, que aos 78 anos lembra-se da palmatória recebida no colégio interno, da floricultura que abriu e faliu, dos anos de casamento com a sua Elvira.
Celina Rosa (nome fictício, do personagem) encerra em si várias outras mulheres. A personagem, aos 76 anos, fez magistério, mas o marido nunca deixou que trabalhasse. A recente viuvez trouxe para Celina uma espécie de liberdade que não gozou durante a vida. Agora, as memórias de seu casamento aparecem em meio às ruínas de uma cozinha na qual recebe o público, se desvencilhando delas para seguir suas próprias vontades.
O personagem José William Facó tem Alzheimer, o que não o impede de ser mulherengo e tocar saxofone. Por causa da doença, mistura realidade e ficção. Casou-se com Rita, grande amor de sua vida. Com 20 anos a mais do que sua esposa, William sofre com as dificuldades sexuais, econômicas e mentais que a idade trouxe, se tornando um peso para sua amada. Rita não aguenta e divorcia-se de Facó, que hoje, aos 85 anos se ressente com a falta de uma companheira que lhe dê carinho, atenção e cuidados. 
A pesquisa e concepção da montagem 
Para desenvolver a estrutura do espetáculo, os integrantes do grupo optaram por perscrutar a questão da memória de moradores idosos dos bairros de Santana, Luz e Centro. Com o decorrer do tempo, além de casas, frequentaram instituições, como bailes, albergues, asilos e centros de convivência que possuem como público principal a terceira idade.
A montagem foi pensada de forma a convidar o publico para uma experiência. Uma rádio, instalada em uma praça, aliada à prática do footing (método de paquera antiga ao redor de praças – meninos caminhavam para um lado e meninas andavam no sentido oposto, com a intenção de trocar olhares quando se cruzassem), o público acompanha os personagens por “estações” montadas na praça, como se fossem cômodos de uma casa – uma sala, cozinha, banheiro. Nesses espaços de convivência com os espectadores, são trazidas à tona questões como o abandono, as dificuldades físicas, a saudade de outrora e os prazeres relacionados a liberdade da velhice.
Cerca de 40 entrevistas fizeram parte da compilação de frases, emoções, opiniões, receios e segredos contados pelos idosos. A falta do parceiro, quase sempre pela morte, revelou-se com significados diferentes para homens e mulheres: para os primeiros, resta a saudade (e lágrimas), para elas, abre-se um horizonte de liberdade, mesmo que tardia.
Histórico do Grupo
O Grupo Bolinho surgiu por meio do Programa Vocacional em 2001 e hoje encena sua sétima montagem. Os quatro primeiros espetáculos Anfitrião7 Pecados, Mahagony Até Ai Morreu o Neves foram realizados em palco italiano, nas montagens posteriores o grupo optou por apresentações em espaços alternativos e na rua.
Contemplados duas vezes pelo Programa para Valorização de Iniciativas Culturais - VAI, circularam em 2008 por unidades da Fundação CASA  com o espetáculo Graças a Deus e em 2009 iniciaram uma pesquisa sobre Liberdade na COHAB Taipas, tendo como resultado o espetáculo-intervenção Liberdades.
Desde 2012 realiza sua pesquisa sobre velhice, que já foi contemplada pelo Edital de Ocupação de Espaço no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso – CCJ. Em outubro de 2012 foi contemplado pela 21ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, resultando no espetáculo Velhos Amigos.
Ficha Técnica – Velhos Amigos

Concepção e Dramaturgia: Grupo Bolinho
Elenco: Alexandre Ilha, Danilo Caputo e Diane Boda
Orientação de Pesquisa: Luciano Gentile 
Orientação Artística: André Carreira, Cristiane Zuan Esteves, Pedro Felício, Raquel Scotti Hirson – Lume Teatro
Direção de Arte: Vivianne Kiritani
Direção Musical: Claudio Calunga
Preparação Corporal: Sueli Andrade
Desenho de Som: Otavio Correia
Programação Visual: Gustavo Federico
Produção: Thais Guabiraba


Serviço - Espetáculo "Velhos Amigos"

Temporada: 16 a 25 de janeiro de 2014
Dias 16 e 23/01/2014: Praça Cel. Fernando Prestes - Metro Tiradentes – Horário: 17h
Dias 17 e 24/01/2013: Largo da Misericórdia - Metro Sé – Horário: 17h
Dias 18 e 25/01/2014: Parque Domingos Luis - Metro Jardim São Paulo - Horário: 17h
Recomendação: Livre/ Duração: 60 minutos


Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques
Fones: 11 2914 0770/ 3798 9510
Celular: 11 9 9126 0425
SKYPE: canal.aberto

O TEATRO DE BRUNNO ALMEIDA MAIA Estreia literária do dramaturgo Brunno Almeida Maia perpassa temas inflados por tabus da sociedade contemporânea em duas peças teatrais.



“Uma peça ousada, com uma visão irreverente de Deus como boneco narcisista. O Anticristo é uma menina, Hanna, e seu calvário tem a ver com o consumismo e com a estupidificação da religião, com o esvaziamento de sentido da vida contemporânea. Brunno comete erros de quem está aprendendo. (...) Mas tem uma imaginação poderosa. E uma boa capacidade de criar metáforas. Ele está no começo do caminho. E promete. Em plena geração pós-MTV, movida a shopping e a seriado americano, Brunno lê Sartre, lê Artaud. Na minha pós-adolescência isso era normal. Hoje é exceção das mais excessivas”

Alberto Guzik (1944-2010), crítico teatral no blog “Os dias e as horas”, referindo-se ao último texto de Brunno Almeida Maia, “O Anticristo”, escrito aos 18 anos.



Enquanto a produção literária dos dias atuais adentra, cada vez mais, universos de extrema distinção entre si, é fato que os novos produtores precisam de algo mais para alcançar triunfo no mercado editorial. Para tal missão, Brunno Almeida Maia revira hábitos e instituições da vida contemporânea de forma inteligente e ágil em publicação da Giostri Editora, que será lançada próximo dia 18 de janeiro (sábado), das 16h30 às 19h30, no Espaço dos Parlapatões. Por sua vez, a editora é reconhecida na área da dramaturgia por publicar novos e consagrados autores, como Lauro César Muniz, Consuelo de Castro, Hugo Possolo, Gero Camilo e Ivam Cabral.

“O Teatro de Brunno Almeida Maia”, do jovem dramaturgo paulistano, traz uma coletânea de sua recente produção em duas peças: “Tristes Lembranças” e “IMUNO”.  As obras sintetizam a relação do autor com o universo da filosofia, da moda, da cultura pop, das questões políticas e sociais de nosso tempo, com temáticas transitando nos campos da biovirtualidade, controle do corpo, distopias, transexualidade, medéia revisitada, homofobia internalizada, novas morais religiosas e a idealização de paraísos artificiais.  

A ambientação proposta pelo autor traz o embate entre a questão do corpo e a presença dos desígnios divinos, do destino e das consequências dos atos à pele de personagens arquetípicas e mitológicas. A utilização de referências longínquas misturam-se a cultura pop e o cinismo dos

tempos modernos, carregados do confronto constante entre a busca pela satisfação e a auto-repressão, colocada aqui como “assassina” dos homens.  

Como no desejo dos escritores surrealistas no início do século XX, tais como André Breton em seu romance “Nadja”, os personagens de Brunno Almeida Maia desfilam nos reinos imaginários, nas metrópoles ou nos cenários idílicos e bucólicos, indagando os homens como nos tempos da Esfinge e do provoca-te a ti mesmo: “Decifra-me ou devoro-te”.


TRISTES LEMBRANÇAS

Inspirada em um noticiário verídico da BBC de Londres (grupo cria rede social para mortos), “Tristes Lembranças” narra a história de um escritor e a sua obsessão para revelar as tramas e os complexos da vida em um texto escrito com o próprio corpo. Dionísio é um jovem brasileiro que sempre sonhou em fazer uma “revolução”. Na escola, monta um grupo de teatro que ajuda na descoberta e no despertar dos jovens. Morre misteriosamente aos 45 anos de idade, com uma carreira de escritor fracassado. A peça inicia a sua narrativa no dia do velório do protagonista. Ana, a sua mãe, conta para o jornalista Augusto a história do filho, do nascimento até o desaparecimento, nos braços de um rapaz vestido de São Sebastião, durante uma alegoria religiosa no nordeste brasileiro.

Único que se interessa pelas particularidades do crime: um escritor morre amarrado a um texto chamado, “Tristes Lembranças”, a trama mostra a obstinação de Augusto em desvendar o caso, confundindo-o com a entrada de um grupo de hackers e a sua nova invenção para a tecnologia: uma rede social para os mortos.  

Antes da morte, Dionísio participa como cobaia da rede social. Recuperando o trágico desfecho de Dionísio e o espetáculo da sociedade da rede social, Augusto transforma em 48 horas o escritor (morto-vivo) em um mito carnavalesco, que participa de reality shows, programas de TV, entrevistas e desfile de escola de samba.  Augusto aluga um teatro, para representar com Dionísio-Morto a peça que nunca fora encenada, “Tristes Lembranças”. Texto escrito antes de sua morte narra a sua vida, seus medos e um destino calculado para tornar-se um anti-herói. O que Dionisio descobre nesta encenação – uma vez que a última cena ele deixou em branco – é um improvável desejo e uma paixão obsessiva que une as duas personagens: não separar a vida da arte, mas trazer a vida para a arte, escrevendo com o próprio corpo, um possível texto.

Em sua última revelação no teatro, com a presença de todas as personagens da peça como espectadoras, Augusto ridiculariza a metalinguagem – metateatro - mostrando que a transformação do corpo, a vida “real” em virtual – no além-vida – e o errático sonho de nossos tempos, de tornar-se aquilo que se deseja, desembocam em novas questões jurídicas, filosóficas, políticas e, sobretudo, da corporeidade. Afinal, o que pode o corpo? Ao narrar um hipotético futuro, com estética de romance policial e filmes noir, a preocupação com a condição humana, ou, em outras palavras, “O que estamos fazendo de nós mesmos?”.

IMUNO

Obra que se aproxima da performance, da dança-teatro e do teatro abordado por Antonin Artaud em seu “O Teatro e seu duplo”, “IMUNO” é a última parte de uma trilogia do autor, que


inclui “The Dark Room” e o “O Anticristo” (encenadas, respectivamente em 2004 e 2006, e não publicadas em livro).

A história se inicia na década de 50, no pós-guerra, com o seu desejo de progresso, modernidade e avanço, pautado por uma ciência positivista. Nasce uma jovem chamada Pandora, fruto de uma relação proibida entre um Padre e uma Freira da igreja Católica. Concebida nos porões da Santa Sé, onde as freiras grávidas deixavam os seus fetos abortados, Pandora torna-se uma testemunha e sobrevivente. A narrativa se passa em um reino imaginário, Marek, contextualizando a passagem da figura do soberano, da peste e do corpo disciplinar do século XVI - conceitos do filósofo francês Michel Foucault - para a soberania contemporânea da Biopolitica ou política da vida.

Fruto de sua geração, Pandora vive todos os ideários da década de 60 e 70, mas sente um desejo em retornar às suas origens e esclarecer a gênese de sua história. Ao voltar ao Reino de Marek, na mesma época em que o Rei tem alucinações com a chegada de uma peste que vai dizimar o seu reinado, um cientista testa novas formas de controle da população. Com ares de distopia apocalíptica, Pandora chega no momento em que o Reino perde a sua força política, com os jovens nas ruas sonhando o Maio de 1968. Em uma farsa épica e agindo como uma anti-heroína para o seu tempo, Pandora se coloca à disposição do Rei de Marek para ser a cobaia de um novo vírus, capaz de dizimar toda uma população, seus sonhos e símbolos.

Passando pelas décadas de 60´s, 70´s, 80´s, e finalmente, a queda do muro de Berlim, o dramaturgo propõe as seguintes reflexões: “Se houve uma descontinuidade entre o nosso tempo e o pensamento e a estética do regime nazifascista, somos herdeiros de quais medos e desconfianças?” “É possível imaginarmos que um delírio coletivo de libertação descortine um apoderamento, envergonhamento e despersonalização do corpo e das multidões abjetas?”.


FICHA TÉCNICA:

“O Teatro de Brunno Almeida Maia”
De Brunno Almeida Maia

Giostri Editora
Ano: 2014
1ª Edição
Páginas: 195
ISBN: 978-85-8108-326-1
Valor sugerido: R$ 40,00

SERVIÇO

Lançamento ”O Teatro de Brunno Almeida Maia”
Dia: 18 de janeiro de 2014 (Sábado)
Horário: Das 16h30 às 19h30
Local: Espaço dos Parlapatões – Praça Roosevelt, 158, Centro, São Paulo – SP.
Tel.: (11) 3258-4449




BRUNNO ALMEIDA MAIA nasceu na cidade de São Paulo, em 25 de janeiro de 1987. Filho da “geração pós-MTV” - como o definiu Alberto Guzik - transita pelas linguagens híbridas e nômades. Como estudante de Filosofia pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), dedica-se à pesquisa sobre o autor francês Georges Bataille (1897-1962); ao estudo de gênero, sexualidade e diferenças no grupo INANNA da PUC-SP, e ministra aulas sobre a relação entre a literatura e a moda, ao lado do estilista brasileiro Walter Rodrigues. Autor de “Cale-se Para Sempre” encenado em 2005 e “The Dark Room” (2002 e 2003), coordenou durante os anos de 2002 a 2007, o Espaço Cultural Alberto Levy (ECAL), em SP. Colaborou para veículos - colunista e produtor de moda - como o Portal BRRUN, Revistas Contigo, IstoÉ Gente e Lounge, e o extinto Jornal da Tarde (JT). “O Teatro de Brunno Almeida Maia” (Editora Giostri, 2013) é o seu primeiro livro publicado. 


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L’ Illustre Molière


Após sucesso de público com mais de 20 mil espectadores e ganhador de 03 categorias do Prêmio Shell 2012 (melhor ator – Guilherme Sant’ Anna, figurino – Zé Henrique de Paula e música – Fernanda Maia), o espetáculo L’ Illustre Molière retorna em janeiro para uma curta temporada no Teatro Eva Herz.

A peça, uma comédia musicada ambientada no século XVII, apresenta o cotidiano da companhia teatral capitaneada pelo maior autor de comédia de todos os tempos, Jean Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière, retratando momentos marcantes de sua vida e obra. 

A proposta da encenação baseia-se na metalinguagem teatral, recriando o teatro de Molière dentro do palco do teatro onde se apresenta o espetáculo. Desse modo, pode-se ver a mesa de trabalho do autor ao lado do palco onde suas criações se materializarão, bem como os atores nas coxias preparando-se para dar vida às personagens. É nesse ambiente que se desenrola o drama da vida cotidiana de uma companhia teatral do séc. XVII, com suas dificuldades e conquistas. 

O espetáculo propõe ao espectador uma viagem ao século XVII, com uma ambientação em tons pastéis inspirada na obra de Rembrandt. O cenário recria o palco barroco tradicional com a cena em perspectiva, o procênio iluminado pela ribalta, e o telão ao fundo, adaptado da obra de Sebastiano Cerlio (1475-1557), um dos maiores cenógrafos do período. A iluminação sugere o clima antigo de velas e tochas. Os figurinos de época mostram a roupa básica utilizada pelos atores da trupe de Molière durante os ensaios, complementados com vestimentas e adereços elaborados para caracterizar as personagens vividas nas diferentes peças do autor. O repertório musical, executado ao vivo pelo elenco, é composto por canções vocais populares renascentistas, que fazem um contraponto com a leveza dos diálogos do dramaturgo. 

FICHA TÉCNICA: 

Direção: Sandra Corveloni.
Direção musical: Fernanda Maia.
Preparação corporal: Inês Aranha.
Cenografia e figurino: Zé Henrique de Paula.
Assistente de figurino: Cy Teixeira
Elenco: Guilherme Sant’Anna; Paulo Marcos; Amanda Acosta; Angela Fernandes; Caio Salay; Lara Hassum; Mateus Monteiro.
Illuminador: Nelson Ferreira.
Fotógrafo: Ronaldo Gutierrez.
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Produção: Corveloni De Simone Produções Artísticas Ltda.
Diretor de produção: Maurizio De Simone.

SERVIÇO: 

LOCAL: Teatro Eva Herz, Avenida Paulista, 2073 - (Conjunto Nacional - 1º Piso) - Bela Vista. 168 lugares.
DATA: 18/01 até 23/02 (Sábado às 21h e Domingo às 19h)
INGRESSOS: R$ 40,00. Dinheiro / Cartões de débito - Visa Electron e Redeshop / Cartões de crédito - Amex, Visa, Mastercard, Dinners e Hipecard
VENDAS PELA INTERNET: www.ingresso.com
BILHETERIA: 14h/21h (terça a sexta); a partir das 14h (sábado e domingo).
INFORMAÇÕES: 3070 4059
DURAÇÃO: 100 minutos
CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

CIA D’ALMA:
A Cia D’Alma fundada em 2010 tem como interesse a pesquisa sobre o universo da dramaturgia cômica. Nesses anos de trabalho a companhia dedicou-se ao estudo da obra de Molière. Considerando a comédia como um exercício de inteligência, o autor é perfeito para mostrar que a observação, o pensamento, o riso, a crítica e a conclusão andam atrelados. Ao longo desse processo o grupo envolveu-se cada vez mais com a dramaturgia deste grande artista. Em 2010, a companhia ganhou o edital do SESI-SP para produzir o espetáculo “L’Illustre Molière”, que se apresentou em diversas unidades do SESI-SP e ganhou em 03 categorias do prêmio Shell 2012 (ator, figurino e música). Atualmente a Cia está em cartaz com o espetáculo “O Doente” de Molière, em que também ganhou o edital do Sesi-SP.

SANDRA CORVELONI:
Atriz, diretora e professora. Trabalhou como atriz em vários espetáculos infantis e adultos nos quais também participou como produtora. No Grupo TAPA foi por 10 anos atriz e diretora atuando nas seguintes peças: “Major Bárbara” de Bernard Shaw (2002), “Órfãos de Jânio” de Millôr Fernandes (2001), “Contos de Sedução - Contos de Guy de Maupassant” (2000), “A Serpente” de Nelson Rodrigues (2000), “Ivanov” de Anton Tchéckov (1998), “Moço em Estado de Sítio” de Vianinha (1997-98), “Do Fundo do Lago Escuro” de Domingos de Oliveira (1997),“Rasto Atrás” de Jorge Andrade (1996). No mesmo grupo dirigiu as montagens: “As Viúvas” de Arthur Azevedo (1999-2000) e “O Amargo Siciliano” de Luigi Pirandello (2008). Também atuou em outros espetáculos: ”Side Man” de Warren Leight (2010) - Dir. Zé Henrique de Paulo; “O Livro dos Monstros Guardados” de Rafael Primot (2009) – Dir. Zé Henrique de Paula; “Retorno ao Deserto” de Bernard Marie Kotès (2008) – Dir. Catherine Marnas; “Mistinguett” de Marília Toledo (2005) – Dir. Dagoberto Feliz; “I Racconti sul Vestito Incantato” – (2004) Concepção, Direção e Atuação – Sandra Corveloni (Itália); “O Califa da Rua do Sabão” de Arthur Azevedo (2003) – Dir. Norival Rizzo; “Auto da Paixão e da Alegria” de Luiz Alberto de Abreu (2003) – Dir. De Ednaldo Freire; “Ônibus da História” de Calixto de Inhamuns (1999) – Dir. Edinaldo Freire e Rosi Campos; “Morte e Vida Severina” de João Cabral de Mello Neto (1996) – Dir. Silnei Siqueira; “A Menina e o Vento” de Maria Clara Machado (1996) – Dir. André Garolli; “Beckett in White” de Samuel Beckett (1994-95) – Dir. Mauricio Lencastre; “De frente pro crime” de Paulo Marcos (1993) – Dir. – Paulo Marcos; Memórias de Cristal de Tennessee Willians (1992) – Dir. Pablo Moreira e Roberto Mallet; “As Viúvas do Arthur” de Arthur Azevedo (1991) – Dir. Pablo Moreira; “O Homem e o Cavalo” de Oswald de Andrade (1990) – Dir. Pablo Moreira e Carlos Gardim. Atuou no cinema nos longas: “Flores Ímpares” de Sung Sfai (1992); “Linha de Passe” de Walter Salles e Daniela Thomas (Palma de Ouro no Festival de Cannes; Melhor atriz no Festival de Havana; Prêmio Qualidade Brasil, os melhores de 2008; Premio Veja SP, os destaques de 2008; Premio ACEI - Correspondentes Internacionais); “O Filme dos Espíritos de Michel Dupre (2010); “Onde está a felicidade” de Carlos Alberto Ricelli (2010). Como professora trabalhou nas áreas de interpretação e montagem nas escolas Macunaíma, Celia Helena, Vento Forte, Oficinas do Grupo TAPA, Uniban, TUCA e Instituto Intercultural e Escola Wof Maia. Na TV atuou em Malhação em 2010, O Brado Retumbante e Amor Eterno Amor em 2012. Atualmente está no ar na novela Amor à Vida, todos na Rede Globo.

GUILHERME SANT’ANNA:
Ator profissional desde 1986. Integrante do grupo TAPA onde atuou nos seguintes espetáculos: “A Mandrágora “de Nicolau Maquiavel, 2005-2008 (Prêmio APCA como Melhor Ator); “A Importância de Ser Fiel” de Oscar Wilde, 2002-2004; “Executivos” de Daniel Besse; “Major Bárbara” de George Bernard Shaw, 2002; “Os Órfãos de Jânio” de Millôr Fernandes, 2001; “Navalha na Carne” de Plínio Marcos, 1999- 2000; “Do fundo do lado escuro” de Domingos de Oliveira, 1997; “Rasto Atrás” de Jorge Andrade, 19951996; “Morte e vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, 1995-1996; “Vestido de Noiva” de Nelson Rodrigues, 1994-1999; “Querô“ de Plínio Marcos, 1992-1993; “A Megera Domad” de William Shakespeare, 1991-1993; “Nossa Cidade” de Thornton Wilde, 1990; “Senhor do Porqueiral” de Molière, 1989-1990 (Prêmio APCA como Melhor Ator); “Uma peça por outra” de Jean Tardieu, 1987; “Viúva Porém Honesta” de Nelson Rodrigues, 1987 e “A verdadeira História de Jonas Wenka” de Bertolt Brecht, 1986. Atuou em inúmeras montagens com outros grupos dentre elas: “O Colecionador de Crepúsculos” de Vladimir Capella, 2009-2010 ; “Peter Pan” de James M.Barrie, 2007; “Timão de Atenas” de William Shakespeare, 2006; “Happy End” de Elisabeth Hauptmann e Kurt Weill, 2000. É também professor da Oficina de atores do Grupo Tapa, Oficina de Atores Nilton Travesso, Universidade Anhembi Morumbi e Oficina de Atores Wolf Maia.

AMANDA ACOSTA:
Começou aos 4 anos de idade cantando no Programa Raul Gil. Fez muitos comerciais, cantou em alguns grupos infantis e em 1987 entrou para a turma do Dó-Ré-Mi. Em 1988 ingressou para o famoso grupo Trem da Alegria e alcançou a marca de 5 discos de ouro e 3 de platina, sendo uma das crianças mais importantes da época. Em 1998 interpretou Narizinho no espetáculo No Reino das Águas Claras, baseado na obra de Monteiro Lobato. Ficou em cartaz de 2003 a 2005 com a peça O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, baseada em história de Jorge Amado. Em 2007, viveu a personagem Elisa Doolittlte, em My Fair Lady, ao lado de Daniel Boaventura se tornando uma das mais importantes atrizes do circuito brasileiro de musicais. Em 2009, viveu a personagem Sonia Walsk, no musical Esta é a Nossa Canção, ao lado de Tadeu Aguiar. Em 2010, fez o monólogo “Maternidades” de autoria e direção de André Fusko. Ainda em 2010, participou do espetáculo “O Poeta e as Andorinhas”. Sob a direção de Fred Hanson, participou em 2011 da peça “Baby, o Musical”. Atualmente está no elenco da novela Chiquititas do SBT.

PAULO MARCOS:
Membro do Grupo TAPA desde 1994 participou de mais de 20 montagens do Grupo como ator, diretor e sonoplasta, com destaque para sua atuação em A Mandrágora Major Bárbara. Foi também responsável pela administração e produção executiva dos projetos Panorama do Teatro Brasileiro O TAPA no Arthur. Entre suas direções destacam-se O Tambor e o Anjo (Grupo TAPA) e os espetáculos infanto-juvenis De Malas Prontas (Grupo Barraka), A História da História (Caixa de Imagens) e O Conto da Ilha Desconhecida (Cia. Pé na Porta), premiada no III Festival Nacional de Teatro do Campo Limpo. Foi também premiado no ProAC 2008 da Secretaria de Estado da Cultura com o projeto Contos de Mulheres Sábias. Mestre em Didática, Teorias de Ensino e Práticas Escolares pela Faculdade de Educação da USP; Especialista em Arte Integrativa pela Universidade Anhembi Morumbi; Ator formado pelo TUCA (Teatro da Universidade Católica) – PUC/SP. Professor de Interpretação e História do Teatro no Curso Superior de Teatro da Universidade Anhembi Morumbi desde 1999, e na Escola de Atores Wolf Maya desde 2008. Diretor musical e compositor de trilhas para o teatro, foi indicado para o prêmio de Melhor Sonoplastia no 5º Festival de Teatro Universitário de Blumenau pelo espetáculo As Viúvas do Arthur.

Exposição IN OFF de SÃO PAULO por Giselle Ortmann Gallo no Metrô Trianon/ Masp até 31 de janeiro