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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Diretora sueca Bim de Verdier faz debate e vivência teatral sobre obra de dramaturgo nas Mostra Strindberg


A atriz, diretora e mestre em artes cênicas sueca Bim de Verdier e o ator Andre Garolli comandam vivência, a partir do universo do dramaturgo sueco August Strindberg, de 17 a 20 de outubro e de 24 a 27 de outubro, quarta, quinta e sexta, das 19 às 21h30, e sábado das 10 às 14h30 no SESC Ipiranga. Destinada a pessoas que tenham interesse pelo universo do teatro. Não há necessidade de formação ou experiência na área. Acima de 18 anos. De R$ 8 a R$ 32. Inscrições na Central de Atendimento. SESC IPIRANGA - Rua Bom Pastor, 822 Ipiranga – Tel: 3340-2000. Local: Auditório. Capacidade – 30 lugares. De quarta a sexta das 19h às 22h. Sábados de 10h às 14h30. Ainda há vagas.

Também psicóloga, dramaturga, e diretora do curso de teatro da universidade Wiks Folkhögskola, em Uppsala /Suécia,Bim de Verdier conduzirá debate sobre as obras de Strindberg, dia 21 de outubro, no SESC Santo AMARO. Desta atividade participam, ainda, Sergio Salvia Coelho (critico e professor de teatro), Elizabeth R. Azevedo (tradutora deRumo a  Damasco e Professora da ECA) e Eduardo Tolentino.  SESC Santo Amaro. Local - Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro/SP - Tel: 5541-4000. Local - Espaço das Artes. Capacidade – 40 lugares.Ainda há vagas.

A DAMA INDIGNA, Cida Moreira


Stand Up "TO RINDO MUITO"


“Ao Vencedor, as Batatas!”


SERVIÇO
O que: “Ao Vencedor, as Batatas!”
Onde: Teatro Ruth Escobar - Sala Gil Vicente (305 lugares)
Endereço: Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista – São Paulo
Quando: de 04 de outubro à 29 de novembro, às quintas-feiras, 21h
DIA 22/Nov haverá apresentação com audiodescrição para cegos
Quanto: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia
Idade Recomendada: 12 anos
Duração: 50 minutos

A Historia do Incrível Peixe-Orelha diverte e conscientiza crianças sobre a poluição das águas do planeta


Com ritmo ágil de comédia e música envolvente, a peça tem figurino lúdico e
 cenário que reproduz o fundo do mar, com espelhos que se movimentam para criar o reflexo da água. O espetáculo é baseado no livro de Edson Natale, que recebeu selo da ONU  e estreia no Teatro Aliança Francesa no mês da criança, tratando do tema de forma leve e divertida

O raríssimo peixe milenar da espécie “orelha” já viveu muitos perigos nas águas brasileiras: bebeu do óleo de navios, foi atropelado por sofás jogados nos rios e vivenciou o desvio de bacias hidrográficas importantes de nosso ecossistema. Com essa experiência e sua sabedoria, o Peixe-Orelha quer conscientizar todos os seres aquáticos (e os humanos) sobre os perigos do consumo desenfreado e da poluição aquática.

Este é o mote do espetáculo infantil A História do Incrível Peixe-Orelha, dirigido por Kleber Montanheiro (melhor diretor APCA, 2008 e FEMSA, 2009), que estreia sábado, dia 13 de outubro – no mês da criança – às 16 horas, no Teatro Aliança Francesa. No elenco, Alessandra Vertamatti, Luciana Ramanzini, Mariana Elisabetsky, Demian Pinto, Edgar Bustamante e Fabiano Augusto.

A montagem é uma adaptação feita pelo dramaturgo Paulo Rogério Lopes do conto homônimo de Edson Natale, escrito em 2003 – que recebeu o selo da Organização das Nações Unidas (ONU) como uma publicação que integrou oficialmente o Ano Internacional da Água Potável. Com isso, a obra recebeu o apoio institucional da ONU, que a declarou “uma grande contribuição para a divulgação dos objetivos do Ano Internacional da Água Potável, criado pelas Nações Unidas para conscientizar a população mundial, e em especial os mais jovens, sobre o problema da água em nosso planeta”.

Protegido pelo conselho dos sábios e corajosos anciãos das águas, mares e rios, o lendário Peixe-Orelha é tido como o último de sua espécie e o único capaz de salvar a água do planeta. Isso se faz por meio dos ensinamentos transmitidos pelo peixe que vão desde estatísticas sobre a bacia hidrográfica brasileira – que concentra 8% de toda a água doce existente no mundo –, até informações sobre a quantidade de água gasta em um banho de quinze minutos, para escovar os dentes, lavar a louça ou limpar carros e calçadas.

“O teatro tem a função de educar e expandir o conhecimento com um viés artístico. Algo que pode auxiliar na formação da criança. O teatro de variedades foi uma inspiração para esta montagem, pois o espetáculo exibe uma série de números envolvendo música, mágica, recursos que estão em volta e trabalham com o mesmo tema”, diz Kleber Montanheiro.

A encenação é recomendada ao público a partir de 3 anos de idade e priorizou a criação de uma linguagem leve e lúdica que possibilitasse a discussão de um assunto de grande urgência e seriedade de forma divertida, por meio da arte. Cria-se um jogo de troca e identificação entre palco e público, convidando este a participar do espetáculo como um espectador ativo, por meio da fala, da ação e das técnicas de farsa desenvolvidas pela direção.

Os atores inserem as exaltações e participação do público no jogo teatral, conectando-as à história de modo eficiente, por meio do rompimento da chamada “quarta parede” – elemento característico do teatro realista. Prioriza-se, então, a dinâmica do enredo por meio da triangulação da comédia, do ritmo ágil e a música envolvente na forma de gags, que conduzem a seriedade do assunto com muita diversão.

“A concepção procurou trazer um ambiente fantástico para os palcos com os seres marinhos, os espelhos que se movimentam criam o reflexo do mar. Objetos do cotidiano como tampas de garrafa, esponja, panelas estão colados nos personagens. Uma iniciativa que traz uma identificação para a plateia e exprime a ideia de que esses adereços não fazem parte do mundo marinho, a questão da preservação é o mote principal da peça”, fala o diretor.
  

Cenário, figurinos e trilha sonora

A cenografia busca o incentivo e a provocação da criação de imagens líricas no imaginário vasto do público infantil, recriando cenários aquáticos, corais e detalhes marítimos por meio de elementos cênicos essenciais e mutáveis, dotados de surpresa e beleza estética. O principal deles é uma escultura de escamas sensível à luz que se movimenta no fundo do palco, remetendo às particularidades do fundo do mar e transformando o ambiente. A atmosfera se completa por meio de um jogo de reflexos: cinco espelhos de 4 metros de altura criam a sensação de movimento e distorção da água.
Para enaltecer a associação do ambiente aquático com os danos da poluição, os figurinos dos seres marinhos são compostos de materiais inusitados como funis, bacias, panelas e outros objetos facilmente reconhecíveis pelas crianças, que completam o entendimento do conteúdo e o impacto da história. Ainda assim, o figurino mantém-se divertido e lúdico ao criar criaturas inimagináveis por meio desta combinação de cores e materiais.
A trilha sonora composta especialmente para o espetáculo atua como um elemento enaltecedor da poesia original do conto. São oito músicas cantadas e tocadas ao vivo pelos seis atores-cantores do elenco, que as intercalam em meio ao enredo, garantindo a dinâmica e leveza do espetáculo.

O foco no público infantil se dá por conta das características multiplicadoras de reflexões, ações e perspectivas de futuro que estas crianças detêm. Busca-se, portanto, provocar a criação de novas lógicas de observação da realidade no imaginário infantil e a visualização de soluções criativas para os problemas do mundo.
  
“Escrevi o livro há quase 10 anos, desde então as discussões sobre a questão da água tem sido intensificadas, o que deixou a obra sempre atual com o mundo contemporâneo. É uma honra ver uma adaptação chegar ao teatro, uma forma de potencializar a mensagem da história”, finaliza o autor Edson Natale.

A Kimberly-Clark, por meio da marca Huggies Turma da Mônica, patrocina a peça A História do Incrível Peixe-Orelha.
  
Sobre a Kimberly-Clark
A Kimberly-Clark é uma multinacional norte-americana presente no Brasil desde 1996 e apresenta uma linha completa de produtos de higiene pessoal e doméstica, com marcas fortes e de reconhecida qualidade no mercado: papel higiênico Neve® e Scott®; Scott Limpamax® e Scott Duramax®; guardanapos Scott® e Grand Hotel®; papel toalha Scott®; lenços de papel Kleenex®; fraldas descartáveis Turma da Mônica™, Huggies®, Pull Ups® e Little Swimmers®; lenços umedecidos Huggies®, Baby Wipes® e Turma da Mônica™; linha banho e pós-banho Turma da Mônica™; produtos para incontinência urinária Plenitud®; absorventes Intimus Gel® e Intimus® Interno; protetores Intimus Days®, lenços umedecidos e sabonete íntimo Intimus®. A Kimberly-Clark atua, ainda, no segmento institucional, atendendo ao comércio, à indústria, a restaurantes e a hotéis, por meio de sua divisão Profissional. Além disso, a companhia possui uma divisão de Saúde, com uma linha completa de produtos médico-hospitalares para o uso onde haja risco de contaminação. www.kimberly-clark.com.br.
  
FICHA TÉCNICA:
Espetáculo: A História do Incrível Peixe-Orelha – Direção, cenário e figurinos: Kleber Montanheiro. Autor do livro: Edson Natale. Autor da peça: Paulo Rogério Lopes. Roteiro e adaptação teatral: Paulo Rogério Lopes. Música Original: Adilson Rodrigues. Iluminação:Guilherme Bonfanti. Elenco: Alessandra Vertamatti, Luciana Ramanzini, Mariana Elisabetsky, Demian Pinto, Edgar Bustamante, Fabiano Augusto. Realização: Fernanda Signorini. Classificação: 2 anos.
  
SERVIÇO:
Estreia dia 13 de outubro de 2012. Temporada até 16 de dezembro de 2012. Teatro Aliança Francesa. Rua General Jardim, 182 - Vila Buarque – próximo ao Metrô República. Tel.: 3017-5699 ramais 5602 / 5618 / 5617 Preços e Horários: Sábados e domingos, às 16 hora – R$30 inteira, R$ 15 meia entrada. Duração: 60 minutos. Comédia infantil. Recomendação: 2 anos. Vendas: Ingresso Rápido -http://www.ingressorapido.com.br/. Tel. 4003-1212. CC: AE, D, M e V. Informações:
http://www.aliancafrancesa.com.br/ Capacidade - 214 lugares (04 lugares para portadores de necessidades especiais). Café no saguão Douce France.

Corpos de Passagem reúne estilos e improviso em performance de dança


Unindo a dança contemporânea aos movimentos de parkour, capoeira, street dance e outras formas de expressão Corpos de Passagem faz uma série de performances no SESC Pompeia de 17 a 20 de outubro, quarta às 15h30, quinta a sábado às 20h30. Esse é mais um trabalho do grupo GRUA – Gentlemen de Rua, criado por  Jorge Garcia, Osmar Zampieri, Aguinaldo Bueno, Laudnei Delgado e Willy Helm.

“Uma das primeiras reações das pessoas que presenciam a intervenção é o estranhamento. É um contraponto em relação ao caos urbano, das cifras e dos números do cotidiano. Funciona como um universo poético, sensível e humano, trazendo à tona questões pertinentes ao homem contemporâneo, uma meditação”, conta Jorge Garcia.
A performance já passou por várias capitais brasileiras, além da cidade de Londres. O nome do grupo é alusivo ao equipamento que dá movimento para captação de cenas para o cinema e televisão – uma referência às gravações das performances feitas e disponibilizadas na internet pelos artistas.
Os lugares públicos para as apresentações enfatizam a liberdade artística. “Essa iniciativa tem a característica de se adaptar a qualquer ambiente que ocupa. Um dos principais objetivos é a espontaneidade do momento de atuação, o que garante cada intervenção seja única”, finaliza Garcia.

Sobre GRUA - Gentlemen de Rua
Em 2002, quatro artistas da dança contemporânea paulista, todos intérpretes-criadores, se reuniram para realizar uma antiga ideia: dançar sob a forma de improviso, em meio ao público, nos centros nervosos das grandes cidades. Foi assim que surgiu o Grua, formado por Aguinaldo Bueno, Jorge Garcia, Laudnei Delgado, Willy Helm. Osmar Zampieri completa o grupo, como videoartista. Sempre vestidos a rigor, em tons sóbrios, predominantemente de ternos pretos, os integrantes do Grua podem surpreender pedestres de ruas agitadas. Com suas performances em espaços públicos, expõem o tênue limite entre a rotina sufocante no caos urbano e o mundo do artista que existe em cada cidadão, trazendo à tona questões do homem contemporâneo. Com seu caráter “camaleão”, o Grua também se apresenta em palcos tradicionais, com tecnologia sofisticada, dependendo do convite que recebe.


SERVIÇO:

Corpos de Passagem
Dia 17 de outubro, quarta às 15h30. Dias 18, 19 e 20 de outubro, quinta a sábado às 20h30.
Área de Convivência e Deck.
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: Grátis
Duração: 60 minutos
SESC Pompeia – Rua Clélia, 93
Telefone para informações: (11) 3871-7700

Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br.
Horário de funcionamento da Bilheteria – De terça a sábado das 9 às 21 horas e domingos e feriados das 9 às 19 horas (ingressos à venda em todas as unidades do SESC).

Estréia: No Coração do Mundo