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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

SESC Belenzinho apresenta... Camerata Aberta e 100 anos de Pierrot Lunaire


A Camerata Aberta apresenta, no dia 14 de setembro, o concerto Pierrot Lunaireno SESC Belenzinho, às 21 horas. Sob regência do maestro francês Guillaume Bourgogne, o espetáculo tem participação especial da soprano francesa Sylvie Robert. Esta obra de Arnold Schoenberg, que está completando 100 anos, é considerada um marco inaugural da música moderna.

O programa do espetáculo tem ainda peça de Silvio Ferraz e obras para voz e ensemble de Anton Webern, além de composições de Claudio Santoro na voz do tenor Tiago Pinheiro.

A Camerata Aberta é um grupo estável de músicos professores da Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP Tom Jobim), dedicado à música contemporânea. Alguns de seus integrantes são músicos atuantes na cena erudita brasileira. Já se apresentou em diversos locais em São Paulo , no Festival de Campos do Jordão, no Concertgebouw de Amsterdã (Holanda), Americas Society de Nova Iorque (EUA), em Bruxelas (Bélgica) e na Sala Cecília Meireles no Rio de Janeiro. A Camerata ganhou o Prêmio APCA 2010 de Música Contemporânea pelo pioneirismo e excelência do trabalho ao longo do primeiro ano de existência. Em 2012, lançou seu primeiro CD, Espelho D’Água, pelo Selo SESC.

Pierrot lunaire, de Arnold Schoernberg, composta em 1912, foi encomendada pela atriz Albertine Zehme, que se apresentava nos cabarés de Berlim. Frau Zehme era especialista em melodrama, gênero teatral alemão em que um monólogo é declamado sobre um acompanhamento instrumental.  Ela apresentou a Schoenberg o ciclo de textos intitulado Pierrot Lunaire, do poeta belga Albert Giraud, em versão alemã de Otto Erich Hartleben, que ela desejava declamar. E Schoenberg lhe entregou uma verdadeira obra-prima: um ciclo de 21 canções, para voz, flauta/piccolo, clarinete/clarone, violino/viola, violoncelo e piano, de forma que a instrumentação de cada uma das canções nunca se repete.
Programa: Cinco Cânones Sobre Textos Latinos, op. 16 e Cinco Canções Sagradas, op. 15, de Anton Webern; Toada II: Largo, de Silvio Ferraz; Agrupamento em 10, de Claudio Santoro; Pierrot Lunaire, op. 21, de Arnold Schoenberg.

Concerto: Camertata Aberta em Pierrot Lunaire
Regência: Guillaume Bourgogne
Soprano: Sylvie Robert
Tenor: Tiago Pinheiro
Dia 14 de setembro. Sexta-feira, às 21 horas
SESC Belenzinho - www.sescsp.org.br/belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho/SP - Tel: (11) 2076-9700
Sala de Espetáculos II (120 lugares). Duração: 1h30. Classificação etária: de 12 anos
Ingressos à venda pela rede INGRESSOSESC: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Estacionamento: R$6,00 (não matriculado no SESC); R$3,00 (matriculado no SESC).

Guillaume Bourgogne

Guillaume Bourgogne estudou nos conservatórios de Lyon, sua cidade natal, e de Paris. Venceu em primeiro lugar o prêmio de regência orquestral tendo Janos Fürst como professor. Atualmente, é codiretor artístico do Ensemble Cairn (Paris) e integrante do Conselho Artístico da Camerata Aberta. É frequentemente convidado a reger orquestras como a Orquestra Gulbenkian (Portugal), Filarmônica de Seul, Nacional de Bordéus-Aquitânia, Filarmônica de Nice e outras. Além de reger o repertório dos séculos XIX e XX, também conduz grupos de música contemporânea como o Court-Circuit, L’Itinéraire, Ensemble TIMF e Contrechamps. Participa de festivais no mundo todo, como Festival de Inverno de Campos do Jordão (Brasil), Festival d’Art Lyrique (França), Festival Internacional Tongyeong (Coreia), Música Viva (Portugal), Ars Musica (Bélgica), Darmstadt Ferienkurse (Alemanha) e Borealis (Noruega), entre outros.

Sylvie Robert

Nascida na França, onde estudou no Conservatório Nacional com os professores Elisabeth Söderström, Camille Maurane e Elisabeth Schwarzkopf, Sylvie Robert vive, há dez anos, na Argentina, onde canta regularmente com orquestras e músicos locais. Estreou canções de Gerardo Gandini, Francisco Kröpfl, Marta Lambertini, Fabian Panisello e Claudio Alsuyet, e participou de estreias argentinas de obras de Webern, Cage, Schelsi, Birtwistle, Boulez, entre outros. Cantou o monodrama La Dame de Montecarlo de Francis Poulenc com direção cênica de Alfredo Arias. Foi convidada pela Universidade de Santander (Espanha) e vários museus na Europa para realizar concertos em homenagem a pintores com o pianista Dimitri Vassilakis. Em 2010, foi convidada pela Faculdade da França para recital em homenagem a Lichtenberg. Desde 2011, leciona na Cité de La Musique (França), a partir de um convite feito pelo Ensemble InterContemporain. Conquistou o prêmio France Musique em 2012.

Tiago Pinheiro

Graduado clarinetista, especializou-se em canto na Berklee College of Music. Dirigiu o grupo Beijo do Coralusp, que atuou em shows e gravações ao lado de artistas como Marlui Miranda e Gilberto Gil. Foi solista em diversas obras sinfônicas, entre as quais: Carmina Burana de C. Orff e Paixão segundo São João de J. S. Bach. Integrou o coro da OSESP, entre 2000 e 2001. É regente titular do Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo e conduziu o grupo em performances como O Mundo do Espírito, de Benjamin Britten, e Dido e Enéas, de Henry Purcell, esta última em parceria com o Teatro da Vertigem. Lançou CD pela Dabliú Discos e participou da produção francesa do CD O Amor Brazileiro - Modinhas e Lundus do Brasil Imperial, com o grupo Vox Brasiliensis, com quem excursionou pela Europa. Fez a direção musical e foi um dos protagonistas da Ópera das Pedras, espetáculo de Denise Milan, promovido pelo SESC, com música de Clarice Assad e André Mehmari. Atua ao lado dos grupos Vox Brasiliensis, Novoovonovo e do Núcleo Hespérides.


Assessoria de Imprensa – SESC BELENZINHO
Jacqueline Guerra: (11) 2076-9762
Sueli Freitas: (11) 2076-9761

Verbena Comunicação
Eliane Verbena / Marcela Lima
Tel: (11) 3079-4915 / 9-9373-0181 – verbena@verbena.com.br

SESC Belenzinho apresenta JULIA, de Christiane Jatahy


Vencedora do Prêmio Shell na categoria Melhor Direção, a peça estreia
em São Paulo, depois de três temporadas de sucesso no Rio de Janeiro.

A peça Julia, uma adaptação do clássico Senhorita Julia, de August Strindberg, chega a São Paulo para cumprir temporada no SESC Belenzinho, a partir do dia 15 de setembro, sábado, às 21h30. Escrita no século XIX, a obra-prima do autor sueco – cujo centenário de morte foi comemorado em maio deste ano – ganhou uma releitura de Christiane Jatahy, conhecida pelo trabalho de investigação sobre as fronteiras da linguagem dramática.

Christiane foi consagrada no último Prêmio Shell pela direção de Julia, que ainda foi indicada ao prêmio de Melhor Cenário e na Categoria Especial pela Adaptação do clássico texto de Strindberg.

Na montagem de Christiane Jatahy, atrás de imensos painéis móveis, onde o filme é projetado, há cenários que são revelados aos poucos para o público. Com cenas pré-filmadas, que complementam e dão continuidade às cenas gravadas ao vivo, o espetáculo é construído na presença do espectador, a cada apresentação. A montagem subverte o limite entre o cinema e o teatro, já que se constrói na integração entre as duas artes e entre o texto clássico e a dramaturgia contemporânea.

O romance impossível entre a filha de um conde e um criado foi escrito no século XIX. Nesta montagem, a história se passa no Brasil de hoje: a mocinha de 17 anos é filha de um rico empresário e se envolve com chofer da família. Protagonizado pelos atores Julia Bernat e Rodrigo dos Santos, o espetáculo trata do conflito com base em códigos sociais atuais. E, pela primeira vez, o empregado é interpretado por um ator negro.

Se Strindberg colocou uma lupa no conservadorismo e no abismo social e cultural que existia entre os dois personagens na época em que o romance foi escrito, agora Christiane Jatahy faz um novo recorte na história. Para isso usa uma câmera. O cinegrafista David Pacheco (que trabalhou com a diretora no longa A Falta Que Nos Move) está presente em cena como testemunha permanente, filmando o encontro atual e urgente entre Julia e Jean, que na montagem chama-se Gelson.

O jogo de cena é complexo e, de certa forma, transforma os espectadores em voyeurs: algumas das cenas só podem ser vistas – ou entrevistas – por parte da platéia, outras através dos detalhes de enquadramento da câmera de David Pacheco. “A filmagem revela a emoção escondida por trás de cada cena, no close, no detalhe e na expansão do espaço cênico para a vida e para outras linguagens, numa real investigação de quais são os limites do teatro”, define a diretora.

Julia se passa em uma única noite, quando os protagonistas, distintos e próximos, se espelham um no outro, se admiram e se odeiam. “Eu te desprezo como um rato. Mas não consigo me livrar de você”, diz Julia. A apropriação de um texto clássico tão atual ajuda a criar aproximação e distanciamento sobre a realidade tratada. A montagem preserva grande parte do texto original e transita no limite entre o passado e o presente, lançando de volta para o espectador algumas questões que persistem desde o século XIX e que são absolutamente atuais. Essa é a primeira vez que a diretora, Christiane Jatahy, adapta um texto clássico. Ela tem intenção de criar, a partir dessa montagem, mais uma trilogia, dessa vez explorando os limites entre o clássico e contemporâneo.

A montagem de Julia é constituída de três camadas:

Teatro: encenação tradicional no palco, diante do público. Essas cenas também são filmadas ao vivo e projetadas, sob mais de um ponto de vista.

Teatro Filmagem: cenas que acontecem no palco, mas em espaços não visíveis pelo público em sets montados atrás dos painéis. Elas são filmadas ao vivo e projetadas no mesmo instante em que acontecem.

Filme: cenas pré-filmadas em locações reais. Exteriores. Novos ambientes e novos personagens que só aparecem no filme.

Ficha técnica

Autor: August Strindberg
Adaptação e direção: Christiane Jatahy
Direção de fotografia: David Pacheco
Concepção cenário: Marcelo Lipiani e Christiane Jatahy
Iluminação: Renato Machado
Figurino: Angele Fróes
Direção de arte e cenário: Marcelo Lipiani
Direção musical: Rodrigo Marçal
Orientação corporal: Dani Lima
Edição/filme: Sergio Mekler e Christiane Jatahy,
Câmera ao vivo: David Pacheco/Paulo Camacho
Assistente de edição: Mari Becker
Mixagem: Denílson Campos
Som direto: Paulo Ricardo
Produção/filme: Manuela Duque
Produção de arte/filme: Marina Lage
Direção de produção/filme e peça: Claudia Marques
Produção executiva : Lara Schueler
Co-produção: Fabrica de Eventos e Axis Produções Artísticas
Produção: Cia Vértice de Teatro
Realização: SESC SP

Elenco:
Julia Bernat (Julia)
Rodrigo dos Santos (Jean - Jelson)
Tatiana Tiburcio (Cristina, em cena apenas no filme projetado)
As crianças, no filme: Alice Gastal  (Julia) e Lucas Banhos (Jelson)

Serviço:
Estreia dia 15 de setembro – sábado às 21h30
SESC Belenzinho - www.sescsp.org.br/belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho/SP - Tel: (11) 2076-9700
Sala de Espetáculos I (120 lugares). Duração: 70 minutos
Classificação etária: 18 anos
Temporada: de 15 de setembro a 14 de outubro de 2012
Horários: quintas, sextas e sábados (às 21h30); domingos e feriado de 12/10 (às 19 horas). Não haverá espetáculo no dia 7/10 (Eleições).
Ingressos pelo INGRESSOSESC (unidades do SESC): R$ 24,00 (inteira), R$ 12,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública) e R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Estacionamento: R$ 6,00 (não matriculado no SESC); R$ 3,00 (matriculado no SESC).

Christiane Jatahy

Autora e diretora de teatro e cinema. Nos últimos anos, montou espetáculos que dialogavam com distintas áreas artísticas e com novos dispositivos de criação. No teatro montou a trilogia Uma Cadeira Para a Solidão, Duas Para o Dialogo e Três Para a Sociedade, peças que transitavam entre as fronteiras da realidade e da ficção, do ator e do personagem, do teatro e do cinema. Foram elas: Conjugado, A Falta Que Nos Move e Corte Seco. Os trabalhos viajaram para os principais festivais nacionais e internacionais, e foram indicados aos principais prêmios de teatro. Em cinema, criou e dirigiu o filme A Falta Que Nos Move, transposição cinematográfica da peça com o mesmo nome. O filme foi apresentado em festivais no Brasil e no exterior, e esteve em cartaz com excelentes críticas por dez semanas nos cinemas brasileiros.

Julia Bernat

Cursando Artes Cênicas (Teoria do Teatro) na Unirio, Julia atuou em diversas montagens desde 1994. Entre elas estão: O violinista no telhado (2011), Rio Story (2011), Senhora dos afogados (2010/2011), O despertar da primavera (2009), A Noviça rebelde (2008), Oi VaaVoi (2007), Geração Trianon (2006), O inspetor geral (2005), Sonhos de uma noite de verão (2004),Trecos e paradinhas- O teste (2004), Folias do coração (2001), Manossolfa (1997) e A coruja sofia (1994). No cinema, atuou nos longas Ponto final (2011), A despedida (2010) e Ressaca (2008), além do curta-metragem O coração às vezes para de bater(2009) e da participação da nova temporada da Malhação ID, na TV Globo.

Rodrigo dos Santos

Desde os oito anos integrando diversos trabalhos, Rodrigo já contabiliza na sua carreira a participação em mais de 35 montagens, entre elas: A Roda do Mundo (2001/2002), Candaces – A reconstrução do fogo (2003/2004) e Bakulo – Os bem lembrados (2005/2006). Foi ator e diretor em montagens como O rei e o bobo (2001 e 2003) e O monólogo da tartaruga para três cabeças (2005). Em 2010 dirigiu a leitura dramatizada de Uma tempestade, durante o 2º ciclo de leituras Negro Olhar. Na TV integrou o elenco da série da HBO Filhos do carnaval (2006 e 2008) e participou de séries na Rede Globo como Força tarefa(2009), Antônia (2006), A grande família (2000/2001), Os normais (2000) e Brava gente (2000), além de novelas como Passione(2010), Beleza pura (2008), Agora é que são elas (2003), Desejos de mulher (2002) e As filhas da mãe (2002). No cinema está em Nosso lar (2009), Última parada 174 (2008), O Ano em que meus pais saíram de férias (2005) e Cidade dos homens (2006). Filmou também Zona do Porto Carioca (2006) e o longa-metragem para a televisão sul-africana Murmur (2004).

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Groove tropical dos paulistanos do CIRCO MOTEL no Prata da Casa

foto: Debora Lopes


Projeto criado para apontar os novos talentos da cena musical brasileira, Prata da Casa revela o suingue paulistano do Circo Motel, em apresentação no SESC Pompeia

Celeiro para novos grupos e artistas, o projeto Prata da Casa é atração obrigatória para quem acompanha de perto a cena musical brasileira e quer conhecer os novos expoentes. O segundo show do mês de setembro é do grupo paulistano Circo Motel, dia 11 de setembro, terça-feira, às 21 horas, na Choperia. A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados com 1h de antecedência.

No repertório estão as composições do EP homônimo do grupo, lançado em 2009, e faixas de Sobre Coiotes e Pássaros, primeiro álbum do grupo, lançado em 2011. O grupo toca, também, quatro músicas novas, covers especiais de Hard To Handle, de Otis Redding, e a inédita versão de Nine Out Of Ten, de Caetano Veloso, gravada especialmente para o Canal Brasil. A apresentação conta, também, com a presença do grupo de vozes femininas, saxofones, trombones, trompetes e teclados que acompanha o grupo em apresentações especiais. O disco foi disponibilizado gratuitamente na página do grupo na TramaVirtual (http://tramavirtual.uol.com.br/circo_motel).

O grupo compôs a faixa Lombeirazul em 2012 como parte da coletânea multidisciplinar Reversos, de organização do portal cultural Nego Dito, ao lado de artistas notórios da cena musical paulistana, como Tatá Aeroplano, Bárbara Eugênia e Saulo Duarte. Em setembro, o grupo lançou, também, o vídeo de uma versão despretensiosa do clássico Nine Out Of Ten, do disco icônico Transa, de Caetano Veloso, veiculado exclusivamente pelo Canal Brasil, em comemoração ao dia da independência.

O Circo Motel formou-se em 2008, a partir das referências musicais dos amigos Rafael Gregorio (voz), Rodrigo Machado (guitarra), Felipe Seabra (baixo) e Thiago Coiote (bateria) que, já no ano seguinte da formação, lançaram um EP homônimo ancorado na sonoridade do rock clássico e glam de Led Zeppelin, Guns and Roses e Rolling Stones. Tal identidade, entretanto, não durou muito e logo se viu datada para os jovens.

O grupo então agregou o guitarrista Rafael Charnet, que passou a contribuir para um movimento de revisão e recriação da sonoridade até então consolidada, buscando uma sinergia de referências antigas dos integrantes em uma nova estética. Deste processo, resultou o primeiro álbum da banda, Sobre Coiotes e Pássaros, gravado no estúdio Lamparina, em São Paulo, e lançado de forma independente em um show restrito para 150 pessoas no Apartamento 80, em São Paulo.

A banda se despediu oficialmente de sua sonoridade anterior durante a Virada Cultural de São Paulo de 2010, em uma apresentação lotada na galeria Júlio Prestes, marcando o início de sua nova identidade – ainda em constante construção.

O Circo Motel de Sobre Coiotes e Pássaros aposta na retomada da sonoridade ritmada e da harmonia dançante embalada pela brasilidade musical – referenciada tanto na psicodelia dos anos 60, quanto no samba-rock de Jorge Ben e Bebeto, além da Tropicália de Mutantes, Caetano e Gil e o suíngue negro do R&B de Otis Redding, Aretha Franklin e da Motown. Tal estética se alcança a partir da inclusão de um grupo de vozes femininas (Débora Lopes e Talitha Pereira), de metais (Lucas Joly no trompete, Emiliano Sampaio no trombone e Jorge Cirilo, no saxofone) e teclados (Rafael Montorfano) nas gravações e apresentações ao vivo de grande porte.

Desde o lançamento do EP e a formação do grupo, o Circo vem se apresentando ao lado de nomes em foco na música contemporânea brasileira, como Tatá Aeroplano, Aeromoças e Tenistas Russas e Saulo Duarte em localidades como o Studio SP e a Virada Cultural, conquistando  atenção da mídia e da crítica especializada, que levou à inclusão da faixa Sunshine na lista das 50 melhores músicas de 2011 do blog Trabalho Sujo.

Sob a curadoria do crítico musical Alexandre Matias, responsável por selecionar os participantes em parceria com a equipe de programação do SESC Pompeia, o Prata da Casa tem a proposta de revelar novos talentos. Para isso, oferece condições profissionais (é um dos palcos mais disputados de São Paulo, equipado com som e iluminação) para artistas e bandas iniciantes que estão trabalhando o primeiro CD/DVD ou que ainda não lançaram discos. Trata-se de uma base de lançamento musical ao vivo e uma oportunidade de conhecer em primeira mão a nova safra da música brasileira.

Para roteiro:
PRATA DA CASA – Dia 11 de setembro – CIRCO MOTEL (SP). Músicos - Rafael Gregorio (voz), Rodrigo Machado (guitarra), Felipe (baixo), Rafael Charnet (guitarra) e Thiago Coiote (bateria). Terça-feira, às 21 horas, na Choperia do SESC Pompeia.Curadoria – Alexandre Matias.Capacidade– 800 lugares.Censura– Não recomendado para menores de 12 anos. Ingressos – Grátis.Retirar os ingressos na bilheteria com 1h de antecedência.Duração– 90 minutos.

Dia 18 de setembro – CAFÉ PRETO (PE) – Músicos – Eric Gabino (baixo), PI-R (teclados e programações), Marcus Antonio (guitarra), Bruno Pedrosa (programações, samples e efeitos), Mércio Marley (bateria) e Cannibal (voz).

Dia 25 de setembro – DEAD LOVER’S TWISTED HEART (MG) – Músicos – Ivan (vocais e guitarra base), Velvs (piano, baixo e voz), Guto (guitarra solo e voz) e Pati (bateria e voz).

SESC POMPEIA – Rua Clélia, 93. Telefone – 3871-7700. Acesso para deficientes físicos. Não temos estacionamento. Funcionamento da bilheteria do SESC Pompeia – de terça a sábado, das 9h às 21h e aos domingos, das 9h às 19h. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard, Diners Club International e American Express) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico). Para informações sobre outras programações, ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br

SESC Pompeia – Rua Clélia, 93
Telefone para informações: (11) 3871-7700
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br.

Horário de funcionamento da Bilheteria – De terça a sábado das 9 às 21 horas e domingos e feriados das 9 às 19 horas (ingressos à venda em todas as unidades doSESC).

Formas de pagamento - Cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard e Diners Club International) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro e Redeshop).

Assessoria de Imprensa - SESC POMPEIA:

Roberta DellaNoce
(11) 3871-7740
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Marina Pereira
(11) 3871-7776
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Anderson Muller e Raoni Carneiro voltam a correr 60 minutos na Maratona de Nova York

Foto Desirée do Valle


Dirigidos por Bel Kutner, Anderson Muller e Raoni Carneiro voltam a encarar os 60 minutos da peça correndo no lugar, desta vez no Teatro Eva Herz, a partir de 15 de setembro. Peça tem trilha sonora de André Abujamra, iluminação de Paulo César Medeiros, direção de arte e projeções de Mauro Vicente Ferreira e Charles Boggiss. A direção de movimento é assinada pela bailarina e coreógrafa Denise Stutz


Depois de curta temporada na capital, passagem por Fortaleza e São José dos Campos, Maratona de Nova York volta aos palcos de São Paulo a partir de 15 de setembro, sábado, às 21h no Teatro Eva Herz. Com direção de Bel Kutner e interpretação dos atores Anderson Muller e Raoni Carneiro, a primeira montagem brasileira da peça fica em cartaz até dia 28 de outubro.

Dois personagens, por volta dos 30 anos em trajes esportivos, dedicam-se a uma única ação central durante a apresentação: correr para se preparar para participar da Maratona de Nova York - a corrida mais famosa e almejada do mundo.

Sempre orientados pela ânsia de superação, os personagens (Mario e Steve) relembram determinantes momentos de suas vidas enquanto treinam. A corrida é pontilhada por recordações, que abrem espaços para reflexões como: Correr para quê? Superar quem? Entre outras lembranças, episódios da infância que sugerem desafeto materno e o intermédio de mulheres que fizeram os amigos se conhecerem.

Anderson Muller sempre teve um sonho: correr em cena. Quando se apaixonou pela corrida, começou a buscar uma maneira de aliar o esporte ao teatro. “Alguns anos depois, encontrei Raoni Carneiro – que hoje faz comigo esse espetáculo – e ele me apresentou ao texto de Edoardo Erba. Fiquei enlouquecido e passei 3 anos pensando nessa peça, até que comecei a produzir”, conta o ator.

Mario, seu personagem na peça, tem personalidade leve, é brincalhão, apesar de seu peso dramático. “Esse personagem é um presente para mim, pois me leva a conhecer melhor as levezas e os amadurecimentos que passamos com o decorrer de nossas vidas”, conta Anderson.

Já Steve (interpretado por Raoni Carneiro) é um cara determinado a correr, com características apolíneas, retas, enfático, severo consigo mesmo e muito exigente, durante o espetáculo. “Steve expressa algumas máximas de conduta de vida, principalmente em relação à superação. Ele se esforça ao máximo para poder chegar mais do que preparado na maratona de Nova York”, conta Raoni Carneiro.

A bagagem esportiva dos dois atores foi fundamental para encarar os 75 minutos da peça correndo no lugar. Mesmo assim, tiveram uma preparação específica para o movimento da corrida em cena, com a supervisão da coreógrafa Denise Stutz. “É um trote mais lento, dando a intenção de aumento de velocidade conforme a peça avança”, explica Anderson. “E ainda temos de interpretar, fazer rir, seguir as marcações”, completa Raoni, revelando por que termina o espetáculo banhado em suor.

A maratona
O texto de Edoardo Erba, traduzido por Beth Rabetti, levanta questões do ser humano imprevisível, limitado, genial, obstinado, traumatizado, mas sempre possível vencedor na arte de viver. “Edoardo Erba tem um texto rápido, que faz a gente pensar. É muito bom o seu jeito de conduzir o cotidiano, o inevitável e as fatalidades”, conta Anderson Muller.

A diretora Bel Kutner se apaixonou pelo texto na primeira leitura, quando foi convidada a dirigir a peça. “Pela simplicidade e agilidade dessa conversa, pela dinâmica das ideias desses dois personagens em um encontro. A tradução da Beth Rabeti é primorosa, deixando a historia de dois italianos universal. Pode ser em qualquer lugar, em qualquer tempo”, conta Bel, que é amiga do Anderson Muller há trinta anos e também está na produção ao lado dele.

Bel Kutner diz, ainda, que vê a peça como uma revisão de uma existência. “É simples, mas cheia de nuances para quem a viveu. Os personagens se irmanam nos seus objetivos, contrapondo-se alternadamente, em suas historias pessoais. É um belo jogo, vamos nos divertir descobrindo a dinâmica de cada cena.”

Sobre o autor
Edoardo Erba nasceu em Pavia em 1954 e graduado em letras, formou-se em dramaturgia pela Escola Piccolo Teatro de Milão.Vive em Roma. Dentre suas obras - A noite de Picasso(1990), Porco selvagem(1991), Curva cega(1992), O homem da minha vida(1999), Boas notícias (2002), em meio a outras- destaca-se Maratona de Nova York (1992) pela diversidade de montagem: Londres (1999),com direção Mick Gordon, Boston (2003), Buenos Aires (2003),Wellington-Nova Zelândia (2001),Tel Aviv (1998), Barcelona(1996/97). A peça, contemplada com vários prêmio, já foi traduzida para cinco idiomas, tendo sido publicada na Inglaterra pela Obern Book e na Argentina pelas Ediciones de La Flor. Na Itália foi publicada pela Ricordi e por Ubulibri. Edoardo Erba é também autor de programas televisivos.

Ficha técnica:
Texto de Edoardo Erba. Com Anderson Muller e Raoni Carneiro. Direção: Bel Kutner. Assistência de Direção: Celso Bernini. Direção de movimento: Denise Stutz. Iluminação: Paulo César Medeiros. Trilha Musical: André Abujamra. Direção de Arte e Projeções: Mauro Vicente Ferreira e Charles Boggiss. Direção de Produção: Kauidea Produções Artísticas. Produção Executiva: Dea Martins  e Gerardo Franco. Assessoria de Imprensa: Arteplural (SP) - Fernanda Teixeira. Realização: Kauidea Produções Artísticas (Dea Martins) e Prósperas Produções (Anderson Muller e Thereza Falcão)

Para roteiro:
Maratona de Nova York – Reestreia 15 de setembro no Teatro Eva Herz - Conjunto Nacional, Av. Paulista, 2073, Bela Vista, São Paulo-SP. Temporada: sábados às 21h e domingos às 19h. Até 28 de outubro. Ingressos: R$ 60. Duração: 60 minutos. Classificação etária: 12 anos.

Bilheteria: (11) 3170-4059. De terça a sábado, das 14 às 21 horas e aos domingos e feriados, das 12 às 19 horas. Ingressos à venda pela Internet: www.teatroevaherz.com.br ou www.ingresso.com.br. Capacidade do teatro: 168 lugares.

Ricardo Marinelli faz provocação com nudez em intervenção de dança na rua


Além das performances Eu Tenho Autorização da Polícia
para Ficar Pelado Aqui e Infiltrações, o bailarino ministra também
oficina sobre o corpo e a dança no espaço público


Onde acontece a arte? Nos estúdios e ateliês ou no cotidiano das ruas? Tem hora para começar e acabar? É a partir destas indagações que o artista, performer e pesquisador Ricardo Marinelli apresenta performances de dança a partir de 13 de setembro no SESC Pompeia. Essa programação integrao projeto Ocupação Pompeia, cuja proposta é realizar intervenções artísticas em diferentes linguagens que se integram ao espaço arquitetônico do SESC Pompeia.

São duas intervenções, Eu Tenho Autorização da Polícia para Ficar Pelado Aqui (de 13 a 16 de setembro) e Infiltrações (dias 22,23, 26 27, 28 e 29 de setembro), além da oficina O Corpo que se Instala na Rua – Laboratório de Criação em Dança (dias 12, 19 e 26 de setembro), em que o artista investiga os processos de criação artística que instigam a reflexão sobre o ambiente público e propõem um intercâmbio de pesquisas entre os participantes. Os projetos envolvem desde os temas da nudez e do espaço público até a mercantilização artística e o inconformismo político, por meio da dança.

Performances

Eu tenho autorização da polícia para ficar pelado aqui
De 13 a 16 de setembro (de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h, na Área de Convivência)

Em uma provocação aos processos de comercialização da arte e à legislação brasileira – que prevê que toda ação artística que envolva nudez pública necessita de uma autorização prévia, informando data, hora e local delimitado em que “a arte ocorrerá” –, o artista executa justamente aquilo que “permite” a arte nua, e declara: Eu tenho autorização da polícia para ficar pelado aqui, ainda que jamais tenha conseguido qualquer autorização.

Em um ambiente público, o performer pede por doações monetárias e, literalmente, vende sua nudez, sua intimidade, seu discurso e seu engajamento. Em uma constante troca com o público, Marinelli dança, troca de roupa publicamente, mostra fotos pessoais e responde a qualquer pergunta, em um ato de questionamento e reflexão sobre o papel da arte na sociedade brasileira, bem como a definição desta como um todo. Se desnudando na frente de tudo e todos,  o artista questiona: estará mesmo nu? Com autorização, sua nudez deixa de ser “obscena”? O público que assiste e contribui é cúmplice da nudez?

Infiltrações
Dia 22 de setembro (sábado), às 20h, e 23 (domingo), às 18h.
Dia 26 (quarta), às 16h, dias 27 (quinta) e 28 (sexta), às 20h.
Dia 29 (sábado), às 17h e 20h, e dia 30 (domingo), às 18h, no Bar-café, Rua Central e Área de Convivência.

A arte é feita ou já existe na realidade? Depende de nossos olhos? É com a proposta de desenvolver um novo olhar sobre a realidade e a banalidade que a intervenção Infiltrações busca penetrar nas frestas do cotidiano por meio de ações subversivas e sutis, executadas por um grupo de performersque, em movimentos nômades e relacionados ao ambiente, jogam com a realidade e com o poder de percepção do transeunte, com o invisível que sempre esteve lá, infiltrando a arte contemporânea em lugares que ela não habita normalmente e despertando naqueles que a percebem uma profunda indagação.

A partir de um estudo do local, desenvolvido pelos artistas por pelo menos 10 dias, as intervenções se relacionam com a cidade quebrando a lógica “observador-observado”, e estabelecendo uma contribuição mútua entre cidade, intérprete e público, de forma que tudo se relacione. Tal qual um alinhamento de planetas, os artistas propõem situações sutis e cotidianas que fazem refletir sobre o sentido da realidade.

Uma mulher chamada Luzia veste uma camiseta amarela e observa um rapaz, de camisa vermelha, chamado Luís, que observa um ônibus em direção à cidade de Santa Luzia, que para por exatos 28 segundos em um farol vermelho. 28 é também a idade do rapaz de camisa vermelha. Será esse cenário uma coincidência ou terá algum sentido?

Oficinas

O Corpo que se Instala na Rua - Laboratório de criação em dança
Dias 12, 19 e 26 de setembro, quartas das 18h30 às 20h, no 10º andar do conjunto esportivo)

Tema pungente na obra de Ricardo Marinelli, o corpo, o espaço público e o objeto da arte são tema de discussão da oficina O corpo que se instala na rua. Nas aulas, o artista pretende causar reflexão e provocar os presentes a partir da troca de pesquisas sobre a arte no meio público, do estudo exploratório de ambientes urbanos, da discussão e leitura de textos artísticos e da elaboração de ações a se executar nos ambientes observados.

As provocações pretendem estimular diferentes óticas sobre as intervenções urbanas e ações coreográficas em ambientes públicos, modificando o olhar dos intérpretes e transeuntes acerca dos cenários comuns e corriqueiros, desfocando o olhar cotidiano e desmistificando a ideia de que arte só se produz dentro de estúdios. A partir do suporte do corpo e do movimento, os alunos podem desenvolver instalações e intervenções moldadas a partir de ambientes urbanos.

Sobre Ricardo Marinelli
Ricardo Marinelli é artista, pesquisador e gestor de projetos em arte contemporânea, trabalhando em diversos campos entre artes cênicas e visuais. Licenciado em Educação Física e Mestre em Educação pela UFPR, foi bolsista/residente da Casa Hoffmann (2004) e professor de Dança e Filosofia na UFPR (2005-2006). Entre 2004 e 2011 recebeu 7 prêmios da FUNARTE e nos últimos anos circulou com seus trabalhos por diversos festivais no Brasil, Alemanha, Perú, Uruguai, Martinica e Cuba. Com forte interesse pela questão política em que a arte se envolve, propõe reflexões por meio da dança, da intervenção, da performance e da instalação sobre o espaço da arte no meio urbano, a vida nas grandes metrópoles, a banalidade do cotidiano e a necessidade da arte no espaço público.

Para serviço:
EU TENHO AUTORIZAÇÃO DA POLÍCIA PARA FICAR PELADO AQUI – De 13 a 16 de setembro, quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h, na Área de Convivência.
Grátis
Livre para todos os públicos
Concepção, criação e execução: Ricardo Marinelli.
Duração: 45 minutos.

INFILTRAÇÕES – Dia 22 de setembro (sábado), às 20h, e 23 (domingo), às 18h.
Dia 26 (quarta), às 16h, dias 27 (quinta) e 28 (sexta), às 20h.
Dia 29 (sábado), às 17h e 20h, e dia 30 (domingo), às 18h, no Bar-café, Rua Central e Área de Convivência.
Concepção e criação: Elisabete Finger, Neto Machado e Ricardo Marinelli.
Performers que já participaram das ações: Elisabete Finger, Neto Machado, Ricardo Marinelli, Mariana Batista, Flávia Costa, Israel Becker, Sabrina Fernandez, Juliana Alves, Gustavo Bitencourt, Ronie Rodrigues, Leo Fressato, Well Guitti, Luís Miguel Félix, Thiago Granato, Inês Lopez, Sandro Amaral e Youness Atabane.
Fotografias: Alessandra Haro, Elisabete Finger, Neto Machado e Ricardo Marinelli.
Edição de Vídeo: Marlon de Toledo.
Grátis
Livre para todos os públicos

O CORPO QUE SE INSTALA NA RUA – LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO EM DANÇA – Dias 12, 19 e 26 de setembro, quartas, das 18h30 às 20h. 10º andar do Conjunto Esportivo. Orientação: Ricardo Marinelli. Duração: 1h30. Ingressos: de R$ 5,00 a R$ 20,00. Não recomendado para menores de 14 anos.
SESC Pompeia – Rua Clélia, 93
Telefone para informações: (11) 3871-7700

Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br.
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Editais para PROJETOS DE ARTE no SESI