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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Zélia Duncan em TôTatiando - Espetáculo baseado na obra de Luiz Tatit

Ao invés de músicas feitas para teatro, é o teatro feito a partir da música. “Sim, antes de mais nada, sou uma intérprete musical, com muito orgulho. Mas se tornou parte da minha experiência como artista, me lançar em outras aventuras, que possam representar um desafio, que possam me levar ao inusitado e a algo novo”, com essa afirmação, Zélia Duncan estréia o espetáculo baseado na obra de Luiz Tatit, com direção de Regina Braga.
TôTatiando é uma declaração de amor à obra de Luiz Tatit e a São Paulo, cidade que sempre despertou a curiosidade e aguçou o desejo de Zélia ser artista. “Não é show. É a proposta de representar algumas de suas músicas, onde eu e minha preciosa diretora, Regina Braga, enxergamos possíveis personagens”, explica Zélia. 
Mais uma vez Zélia sai de uma zona de maior conforto, como cantora e compositora, conhecida por um trabalho autoral, para mergulhar numa forma mais teatral de dizer essas melodias falantes.
A ideia do projeto TôTatiando é colocar uma lente de aumento no aspecto que pode ser mais teatral da obra de Luiz Tatit, obviamente através de suas canções, porém usando esse viés teatral, contando uma história e degustando cada canção como se fosse um esquete. Para cada canção, um personagem, com seus adereços e recursos próprios.
Tatit acredita e defende que a canção vem da voz falada, de nossas entonações cotidianas e compõe pensando nisso. Sua pesquisa é profunda e muito rica. 
Fala das idiossincrasias de uma forma tão direta, que todo mundo entende e até ri de si mesmo. Assim ele vai nos apontando nossos paradoxos e subjetividades, desmitificando também o isolamento, na medida em que percebemos quantos pontos em comum temos uns com os outros . Ele humaniza porque é espelho, impossível não nos vermos em muitas de suas letras e formas de dizer dele mesmo, ou desse personagem que pula de sua imaginação para dentro de nós. E tem humor…quase sem querer.
“Na verdade eu nunca me senti e nunca me vi como uma cantora que ficasse apenas se dedicando ao ofício de cantar, o que já é mesmo um serviço pra vida toda. Tenho feito muitas coisas diferentes na minha carreira, romper virou uma tradição, que espero manter pra sempre. Tenho acalentado esse projeto há um bom tempo. Interpretar cantando, dentro de um contexto muito teatral, com músicos e direção, os personagens das canções de Luiz Tatit”, diz Zélia
A vontade, agora realizada, da cantora e compositora é ter um projeto apresentado em teatro. Músico ao vivo que entre em cartaz, em lugares que privilegiem o ritual do teatro, onde o texto é a canção e a canção é o texto, que fala cantando, assim como Tatit deve estar fazendo neste momento. Para isso, Zélia precisava de alguém que entendesse perfeitamente a arte de atuar. Convidou a atriz Regina Braga para dirigir TôTatiando que aceitou participar desse formato instigante de se fazer teatro. “Regina além de conhecer profundamente seu ofício e desempenhá-lo com um amor e talento fundamentais, é extremamente musical e admiradora de Luiz Tatit com o entusiasmo que é preciso”, conclui.

COMO ME VI TATIT – POR ZÉLIA DUNCAN

Comecei a cantar profissionalmente em 1981. Já em 1985, ir pra São Paulo e ser backing de Itamar Assumpção, era um dos meus grandes sonhos. A vanguarda paulista sempre me seduziu e semeou meu imaginário com sons inusitados e caminhos pouco convencionais. Nessa mesma época, ouvia também o grupo Rumo, que sempre me soou estranhamente atraente. Eles cantavam falando ou falavam cantando? E aquele cara, com jeito de melancolia divertida, coloquial e sofisticado, que eu comecei a querer levar pra casa, se chamava Luiz Tatit. E eu levei.
O primeiro álbum solo desse artista me chegou às mãos nos anos 90, se chamava A Felicidade. Ali então se concretizou na minha vida um vínculo com essa linguagem, essa maneira de lidar com a música, principalmente as canções que contam estórias, que sugerem um personagem. De lá pra cá ouço incessantemente tudo que é lançado, bem como imprimo em meu repertório algumas de suas obras. No projeto Eu Me Transformo Em Outras, trabalho muito prestigiado e premiado, gravei Capitu, de sua autoria. Mais tarde, no álbum Amigo É Casa, com a cantora Simone, gravei A Companheira e atualmente, em minha turnê intitulada Pelo Sabor Do Gesto, incluí a deliciosa A Felicidade. Sinto-me extremamente à vontade em seu universo e sempre recebi e procurei a influência dos artistas de São Paulo na minha música.


FICHA TÉCNICA

Direção geral Regina Braga
Direção musical Bia Paes Leme
Músicos Webster Santos e Tercio Guimarães
Direção de arte Simone Mina
Design de luz Wagner Freire
Identidade visual Daniel Trench
Figurinos Lu Pimenta 
Make up & hair Silvana Gurgel
Preparação corporal Cristiane Quito di Paoli
Preparação corporal (RJ) Marcia Rubim
Assistente de direção Isabel


Categoria: Show 
Gênero: MPB
Local: TUCA / PUC-SP
Cidade: São Paulo/SP 
País: Brasil
Endereço: Rua Monte Alegre, 1024 - Perdizes
Cep: 05014-001

Mormaço prorroga temporada no Teatro do Núcleo Experimental, que passa a ter programação durante toda a semana


Direção de Zé Henrique de Paula, Mormaço prorroga temporada no

Teatro do Núcleo Experimental


A partir de 4 de setembro, terça-feira, as sessões de MORMAÇO acontecem de terça a quinta-feira, às 21 horas, com ingressos a R$ 30. Até 4 de outubro


Um diretor montando a segunda estreia do ano em seu novo espaço – a primeira foi Bichado. Um texto de um jovem e inédito dramaturgo brasileiro. Atores com diferentes trajetórias profissionais, oriundos de diferentes experiências na cena paulistana. Combinação de fatores importantes, MORMAÇO, a novidade teatral do pessoal do Núcleo Experimental, prorroga temporada. A partir de 4 de setembro, terça-feira, as sessões de MORMAÇO acontecem de terça a quinta-feira, às 21 horas, com ingressos a R$ 30. Até 4 de outubro.

A exemplo da montagem de O Livro dos Monstros Guardados, de Rafael Primot, em 2009, o diretor Zé Henrique de Paula aposta na nova dramaturgia brasileira e leva aos palcos o texto de autoria do jovem Ricardo Inhan, formado pelo Núcleo de Dramaturgia do Sesi / British Council. Recentemente, Inhan foi um dos roteiristas da versão brasileira da sérieIn Treatment, dirigida por Selton Mello.

Para Zé Henrique, Mormaço se comunica, de alguma forma, com as peças da Trilogia da Guerra (As Troianas – Vozes da Guerra, Casa/Cabul e Bichado), ao abordar temas como violência, poder e desesperança.

Mormaço narra histórias de jovens sem ambição, devastados pelo isolamento e pela solidão. O enredo se desenvolve por meio de três quadros: dois amigos punks que são agredidos por um grupo de skinheads numa manhã ensolarada de domingo; dois irmãos presos em casa que planejam a morte do pai; e dois amigos, numa pista de skate, que saem com a mesma garota e aguardam o mormaço passar. Veja o site do grupo www.nucleoexperimental.com.br

Poder de comunicação
Zé Henrique conheceu o autor Ricardo Inhan em 2010, quando leu as peças produzidas no Núcleo de Dramaturgia do SESI/British Council, segunda turma. “Das doze peças que eu li naquele ano, a do Inhan me chamou a atenção pela escrita de alto poder de comunicação, aliando sofisticação dramatúrgica, inventividade formal e aquilo que eu busco em qualquer texto teatral, um olhar humano sobre os personagens”, diz o diretor.

Começou uma correspondência entre os dois e Ricardo foi mandando para Zé seus outros textos. Mormaço foi desenvolvido durante esse período, em parceria com integrantes do Núcleo Experimental que haviam trabalhado como assistentes de direção. “Com a peça mais amadurecida, acabei achando que ela já podia ser trabalhada com um grupo de atores e vir à cena”, fala Zé Henrique.

Sobre a montagem da peça, o encenador conta que ele e o grupo passaram mais da metade do processo debruçados sobre o estudo do texto, dos temas abordados, da gênese dos personagens e dos elementos visuais que inspiram a encenação (arte de rua, grafite, o registro fotográfico dos movimentos punk e skinhead, além de obras de pintores como Schiele, Rebolo e Munch).

“Como sempre, tenho privilegiado o trabalho dos atores, a ideia de descobrir e investigar a peça com os atores na sala de ensaio, o teatro como processo mais do que resultado. Claro que prezo pelo acabamento visual e musical - desta vez, a parceria em música se dá com o músico Hélio Flanders, vocalista da banda Vanguart”, diz Zé Henrique.

É a segunda peça que o grupo ensaia inteiramente no Teatro do Núcleo Experimental. Para o diretor, “esse fato, sem dúvida, acrescenta um outro elemento à concepção de direção, que é a interação com o nosso espaço cênico, a possibilidade de descobrirmos a concretude, a materialidade da peça, no próprio espaço em que ela será encenada”.

Desta vez, Zé Henrique de Paula usará o espaço aberto, as perspectivas, as longas distâncias, a ocupação dos cantos e dos vãos da sala, criando o ambiente inóspito e sufocante que Ricardo Inhan sugere para as três cenas da peça.

Texto potente
Para Ricardo Inhan, o texto de Mormaço não respeita a ideia de trama. “Não é uma obra que permite uma aproximação com um enredo feito para dar sentido nas ações e criar emoções de identificação no espectador”, explica.O texto foi escrito para mostrar (e não discutir) as circunstâncias que levam determinadas ações de violência a lugares extremos.

“É um mosaico sobre desesperança e desamparo. Ao mesmo tempo em que não permite uma interpretação imediata, uma única visão de mundo. Acho que pode ser um texto potente, por operar por outras formas de subjetivação e não focar em construções de personagens, mas por rascunhos de personalidades.”

Para o autor, Zé Henrique é um diretor de escolhas dramatúrgicas interessantes, corajosas. “O impacto da primeira vez que vi uma peça sob sua direção foi forte e pensei 'quero que esse cara dirija uma peça minha um dia'. Quando o conheci percebi que, além de inteligência e uma observação particular sobre o fazer teatral, ele é um diretor de estilo próprio, dono de um universo particular, e isso é raro fundamento para qualquer artista.”

Vocalista da Vanguart
O músico Hélio Flanders, da banda Vanguart, recebeu o convite para fazer a trilha sonora do espetáculo. “Tinha ouvido falar muito bem do trabalho do Zé Henrique e logo que tive mais contato com suas montagens, ele é absurdo! Admiro muito o Zé, suas observações para a criação da sonoplastia serão muito importantes. O texto de Mormaço é muito instigante e já estou sentindo uma conexão forte com a trilha. A ansiedade de fazer algo inédito se mescla a uma excitação enorme e o prazer de estar trabalhando com um diretor tão talentoso”, afirma Hélio.

Na concepção da trilha sonora, Hélio Flanders pretende utilizar colagens e alguns enxertos de música clássica, além de climáticas e ambiências. Vocalista do Vanguart, Hélio Flanders continuará, no segundo semestre, com a turnê de Boa Parte de Mim Vai Embora (o álbum foi recordista de indicações ao VMB Brasil 2012) e, em outubro, entra em estúdio para gravar o terceiro álbum da banda.

Ficha Técnica:
Mormaço - Direção: Zé Henrique de Paula. Texto: Ricardo Inhan. Assistente de Direção: Thiago Vieira. Produção: Firma de Teatro.Realização: Núcleo Experimental. Elenco: Ana Elisa Mattos, Danilo Rodriguez, Edu Zenati, Gisa Araújo, Juliana Calderón, Laerte Késsimos, Rafaela Cassol, Ricardo Mancini, Simone Sallas, Stephanie Lourenço, Thiago Vieira, Tiago Real, Valmir Martins. Para maiores informações:www.nucleoexperimental.com.br

 

Para roteiro:

Estreou dia 10 de agosto no Teatro do Núcleo Experimental, na Rua Barra Funda, 637. Temporada – até dia 4 de outubro. De terça a quinta, às 21 horas. Ingresso: R$ 30,00 inteira / R$ 15,00 meia. Capacidade: 50 lugares. Duração: 60 minutos. Censura: 16 anos.

Quinteto paulistano MÃO DE OITO lança CD com participação especial no Prata da Casa


Abrindo a programação de setembro do Prata da Casa, projeto criado para apontar as novas tendências da cena musical brasileira, paulistas da Mão de Oito tocam seu rock suingado em apresentação no SESC Pompéia. O show conta com as canjas de Emicida, Daniel Ganjaman e Marcela Bellas, entre outros

Vitrine para novos grupos e artistas, o projeto Prata da Casa é atração obrigatória para quem acompanha de perto a cena musical brasileira e quer conhecer os novos expoentes. O show que abre a programação de setembro é do grupo paulistano Mão de Oito, dia 4 de setembro, terça-feira, às 21 horas, na Choperia. A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados com 1h de antecedência.

 

O show conta com convidados especiais - dos rappers Emicida, Kamau e DJ Nyack cantando, da cantora Marcela Bellas em Acorda e dos músicos e produtores Evandro Fióti (irmão de Emicida), assumindo microfones e cavaco em Não Largo Mais Para Você. Daniel Ganjaman faz sua parte nosteclados. No repertório estão também composições de Emicida, Kamau e Marcela. A apresentação marca o lançamento do primeiro disco do grupo Um Dia Que Já Vem, e reúne todas as faixas deste e do EP Vim, de 2007. O álbum pode ser baixado gratuitamente na página oficial do grupo (http://maodeoito.com/).

Os paulistanos Daniel Cohen (voz e guitarra), Toca Mamberti (guitarras), Rafa Rodrigues (bateria), Carlos Careca (percussão, voz e MPC) e Nando Vicencio (baixo) valem-se do groove e suingue da black music e das guitarras enérgicas e marcantes do rock clássico para formar sua identidade própria, traduzida pelo último lançamento do grupo, o CD Um Dia Que Já Vem.

Os amigos formaram a banda no fim dos anos 90 para tocar em festivais de colégios e faculdades com covers e versões de Jorge Ben Jor, Chico Science, Tim Maia e Luiz Melodia. A partir destes arranjos e das referências plurais de Beastie Boys, Roberto Carlos, Bob Marley, Fela Kuti e Led Zeppelin, o grupo passou a reconhecer sua própria estética e sonoridade, partindo para composições próprias.

A Mão de Oito foi, então, apadrinhada pelo Laboratório Fantasma, selo criado pelo rapper paulista Emicida, e passou a receber o apoio do produtor Daniel Ganjaman – responsável pelos aclamados Nó Na Orelha, do rapper Criolo e pela produção de nomes como Forfun, Mombojó, Nação Zumbi, Racionais MCs e Sabotage.

Foi no El Rocha, estúdio de Ganjaman – e com produção deste -, que o grupo gravou em 2007 seu EP Vim, recheado de referências ao soul norte-americano e a música caribenha. A parceria se repetiu em agosto deste ano, com o lançamento de Um Dia Que Já Vem, álbum produzido de forma independente por meio do site de financiamento coletivo Catarse.me. O disco traz Emicida, Kamau e DJ Nyach, que emprestam seu rap à faixa Beats, e da cantora Marcela Bellas, com seus vocais na faixa Acorda, ambas lançadas antes do álbum como singles.

Sob a curadoria do crítico musical Alexandre Matias, responsável por selecionar os participantes em parceria com a equipe de programação do SESC Pompeia, o Prata da Casa tem a proposta de revelar novos talentos. Para isso, oferece condições profissionais (é um dos palcos mais disputados de São Paulo, equipado com som e iluminação) para artistas e bandas iniciantes que estão trabalhando o primeiro CD/DVD ou que ainda não lançaram discos. Trata-se de uma base de lançamento musical ao vivo e uma oportunidade de conhecer em primeira mão a nova safra da música brasileira.

Para roteiro:

PRATA DA CASA – Dia 4 de setembro – MÃO DE OITO (SP). Músicos – Cohen (voz e guitarra), Toca Mamberti (guitarras), Rafa Rodrigues (bateria), Carlos Careca (percussão, voz e MPC) e Nando Vicencio (baixo). Terça-feira, às 21 horas, na Choperia do SESC Pompeia.Curadoria– Alexandre Matias.Capacidade– 800 lugares.Censura– Não recomendado para menores de 12 anos. Ingressos – Grátis.Retirar os ingressos na bilheteria com 1h de antecedência.Duração– 90 minutos.


Próximos Shows:

Dia 11 de setembro – CIRCO MOTEL (SP). Músicos - Rafael Gregorio (voz), Rodrigo Machado (guitarra), Felipe (baixo), Rafael Charnet (guitarra) e Thiago Coiote (bateria).


Dia 18 de setembro – CAFÉ PRETO (PE) – Músicos – Eric Gabino (baixo), PI-R (teclados e programações), Marcus Antonio (guitarra), Bruno Pedrosa (programações, samples e efeitos), Mércio Marley (bateria) e Cannibal (voz).


Dia 25 de setembro – DEAD LOVER’S TWISTED HEART (MG) – Músicos – Ivan (vocais e guitarra base), Velvs (piano, baixo e voz), Guto (guitarra solo e voz) e Pati (bateria e voz).


SESC POMPEIA – Rua Clélia, 93. Telefone – 3871-7700. Acesso para deficientes físicos. Não temos estacionamento. Funcionamento da bilheteria do SESC Pompeia – de terça a sábado, das 9h às 21h e aos domingos, das 9h às 19h. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard, Diners Club International e American Express) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico). Para informações sobre outras programações, ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br

SESC Pompeia – Rua Clélia, 93
Telefone para informações: (11) 3871-7700
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal 
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Horário de funcionamento da Bilheteria – De terça a sábado das 9 às 21 horas e domingos e feriados das 9 às 19 horas (ingressos à venda em todas as unidades doSESC).

Formas de pagamento - Cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard e Diners Club International) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro e Redeshop).

Assessoria de Imprensa - SESC POMPEIA:

Roberta DellaNoce
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Vencedores do XV Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita


Com 6 prêmios, a ópera L'Enfant et les Sortilèges foi a grande vencedora da noite.

Dia 27 de agosto aconteceu a cerimônia de entrega do XV Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita no TheatroMunicipal de São Paulo. A ópera L'Enfant et les Sortilèges foi a grande vencedora da noite, levou 6 prêmios: Melhor Espetáculo de Ópera, Direção de Cena para Lívia Sabag, Cenários e Figurinos de Fernando Anhê, Iluminação deWagner Pinto e Cantora Solista para Denise de Freitas O Troféu Guarany, que premia o conjunto de realizações de uma carreira, foi para Dyra Oliveira pelo trabalho de vários anos no Theatro São Pedro de São Paulo. A Orquestra Sinfônicavencedora foi a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. O Regente de Ópera foi Luiz Fernando Malheiro e a Regente Sinfônica vencedora foi Lígia Amadio. O Conjunto de Câmara que ganhou foi o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo e a Solista Instrumental foi Sonia Rubinsky. Patrocínio: Sabesp. Contemplado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura. Realização: Algol Editora.

A apresentação foi de Beatriz Segall.  No evento foram interpretadas canções de Carlos Gomes com arranjos de Abel Rocha,com os cantores Niza de Castro Tank e Rosana Lamosa, sopranos, Fernando Portari (tenor) e o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo.
Vencedores do XV Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita

Espetáculo de Ópera

L'Enfant et les Sortilèges      
Theatro Municipal de São Paulo.

Direção de Cena

Lívia Sabag     
L'Enfant et les Sortilèges no Theatro Municipal de São Paulo.

Cenário

Fernando Anhê
L'Enfant et les Sortilèges - Theatro Municipal de São Paulo.

Figurino

Fernando Anhê          
L'Enfant et les Sortilèges no Theatro Municipal de São Paulo.


Cantor Solista

Fernando Portari
Die Fledermauss, no Theatro Municipal de São Paulo; Roméo et Juliette e Don Pasquale, no Theatro São Pedro em São Paulo; La Bohème no Theatro Pedro II em Ribeirão Preto.

Cantora Solista

Denise de Freitas
Die Walkure e L'Enfant et les Sortilèges no Theatro Municipal de São Paulo; Nabucco no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Diálogo das Carmelitas no Teatro Amazonas.

Conjunto de Câmara

Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo
Pelos muitos anos de atividade com a coerência de um grupo especial.

Iluminação

Wagner Pinto 
L'Enfant et les Sortilèges no Theatro Municipal de São Paulo.

Orquestra Sinfônica

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais    
Pela qualidade conseguida através da reflormulação efetuada por Fábio Mechetti.

Regente

Ligia Amadio  
Pelo trabalho com a Orquestra Sinfônica ds USP.

Regente de Ópera

Luis Fernando Malheiro       
Die Walkure no Theatro Municipal de São Paulo; Tristan und Isolde no Teatro Amazonas.

Solista Instrumental

Sonia Rubinsky
Pela gravação integral das Canções Sem Palavras de Mendelssohn.

Troféu Guarany

Dyra Oliveira  
Pelo trabalho de vários anos no Theatro São Pedro.

No começo do mês de agosto saiu a lista dos Indicados ao XV Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita. São 13 categorias: Espetáculo de Ópera, Cenário, Figurino, Iluminação, Direção de Cena, Solista Instrumental, Conjunto de Câmara, Regente Sinfônico, Orquestra Sinfônica, Regente de Ópera, Cantor Solista, Cantora Solista, e o Troféu Guarany, que premiou o conjunto de realizações de uma carreira.

Cada vencedor receberá um diploma, um troféu, e R$ 3 mil em dinheiro. O homenageado com o Troféu Guarany receberá R$ 5 mil.

Inicialmente uma comissão de 31 profissionais definiu a lista dos indicados. Para definir os vencedores, foram duas votações paralelas: a do Corpo de Jurados, composto de 175 membros distribuídos por todo o Brasil, e a de um Júri Popular, de 2078 votantes. O resultado éfoifeito por um procedimento matemático que equaliza os valores.

A votação aconteceu entre os dias 30 de julho a 26 de agosto. A votação popular foi realizada pelo site http://www.premiocarlosgomes.com.br


Criado em 1996, o Prêmio Carlos Gomes toma como patrono o maior operista das Américas e busca criar um universo de referências, através da escolha dos melhores nomes da música lírica e sinfônica do Brasil, trazendo um novo estímulo à vida cultural do país. A realização é da Algol Editora, a Comissão Organizadora é presidida pelo sopranoNiza de Castro Tank. O Colegiado de Indicação é um órgão composto por especialistas desse segmento cultural. Site: http://www.premiocarlosgomes.com.br




Mais informações sobre a divulgação com Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mailmiriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br

 
Miriam Bemelmans
(11) 3034-4997
(11) 9969-0416
miriam@bemelmans.com.br
http://www.bemelmans.com.br

SESC Belenzinho apresenta show infantil com Os Trililis


O SESC Belenzinho apresenta o musical infantil Vem Cantar no Meu Quintal, com o grupoOs Trililis, nos dias 7 e 23 de setembro, às 16 horas. As apresentações (grátis) acontecem na Área de Convivência da unidade.

Vem Cantar no Meu Quintal é um show para crianças formado por 10 canções originais, que foram originalmente compostas para o espetáculo em diferentes ritmos: ciranda, MPB e pop. Os números musicais são intercalados por histórias cômicas e depoimentos dos músicos sobre a própria infância.

Os Trililis transformam o palco em “quintal do mundo”, um lugar pleno pra se brincar, cantar e contar histórias divertidas e inusitadas. No início do espetáculo os artistas cantam uma ciranda e convidam o público para o seu “quintal” (espaço de apresentação). O cenário é composto por elementos do dia a dia, comuns em qualquer quintal. São peças como baldes, bóias, bolas, brinquedos, que sempre estão presentes no imaginário das crianças.

Entre as histórias da peça contidas no roteiro do espetáculo, destaque para a do vizinho Tomtom que era o “cara mais implicante, mais brigão, mais medroso, mais mentiroso e... (claro) o mais legal da vizinhança”. Além de ele ter uma mãe que entendia língua de bicho. Mesclando histórias, músicas e interação com as crianças, o espetáculo transcorre até a chegada da chuva, sendo preciso recolher as coisas do varal. Hora de ir para casa.

“Na minha cidade / tem um restaurante / que fica no alto do morro / divertido e bem colorido / tem bala, pudim e biscoito.” (“Restaurante”, de Marcela Biasi)

Show: Vem Cantar no Meu Quintal
Com Os Trililis: DVD Moiteiro (percussão), Guilherme Meyer (voz e violão) e Marcela Biasi (voz e violão).
Direção: Eliana Fonseca
Dias 7 (sexta-feira) e 23 (domingo) de setembro, às 16 horas
SESC Belenzinho - www.sescsp.org.br/belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000 - Belenzinho – São Paulo/SP – Tel: (11) 2076-9700
Convivência. Grátis. Livre (indicada para todas as idades)
Estacionamento: R$ 6,00 1ª hora + R$ 1,00 p/ hora (não matriculado); R$ 3,00 1ª hora + R$ 1,00 p/ hora (matriculado).

Assessoria de Imprensa – SESC BELENZINHO
Jacqueline Guerra: (11) 2076-9762
Sueli Freitas: (11) 2076-9761

Verbena Comunicação
Eliane Verbena / Marcela Lima
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Claudia Cunha apresenta o show "SOLAR" no Teatro Vila Velha

                                                                 foto_rocharte


Cláudia Cunha retorna com o show SOLAR, que homenageia o canto brilhante e referencial de uma das maiores vozes do Brasil – Gal Costa. Nesse novo espetáculo, que revela seu lado de intérprete de canto luminoso e afiado em uma performance mais eletrizante, ela conta com a direção do talentoso atorJackson Costa.
SOLAR ganha o palco do teatro Vila Velha, o qual comemora 48 anos de existência e onde se deu a primeira aparição pro público de Gal, com uma turma que ainda hoje estimula criativamente as novas gerações de artistas brasileiros: Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Zé.
É um encontro com um repertório voltado a iluminar o lugar e a emoção do público, e cuja seleção revela a presença recorrente de certos temas – o sol, potência de vida, a voz, sensualidade – concentrados principalmente em sua fase tropicalista e pós-tropicalista, ou seja, as décadas de 60 e 70. É dessa fase, de atitude e um canto mais ousado, que vem a inspiração para um show que atualiza essas canções com novas leituras e arranjos, explorando uma sonoridade eletrizada e esteticamente multirreferencial; possibilitando uma presença cênica mais solta e dançante e cruzando sons e imagens. DETALHES NO RELEASE ANEXO

FICHA TÉCNICA

Voz, pesquisa e seleção de repertório: Cláudia Cunha
Teclados, acordeon e arranjos: Jelber Oliveira
Guitarra e arranjos: Léo Brasileiro 
Contrabaixo: Marcelo Rocha
Bateria: Victor Brasil

Participações: Tito Bahiense e Sandra Simões

Direção: Jackson Costa
Iluminação: Irma Vidal
Produção: Rita Basttos e Sidney Rocharte

Contatos:


SERVIÇO:

CLÁUDIA CUNHA - SOLAR
Teatro Vila Velha | Projeto Vila da Música
11/9 | ter | 20h
R$ 20,00 (inteira)


Fique por dentro de Cláudia Cunha:


Sidney Rocharte

Salvador Update | Assessoria de Comunicação
00 55 71 8835-6187/ 9200-6520 / 9929-7537