Translate

quarta-feira, 28 de março de 2012

Bar Árabe da Zona Norte de São Paulo recebe show da Banda Backup


Bar Árabe da Zona Norte de São Paulo recebe show da Banda Backup

A Banda Backup, conhecida pelos seus shows que levantam o público na Zona Norte de São Paulo, se apresenta neste sábado dia 31 de Março a partir das 22 horas no Alibabar.
No repertório, músicas próprias como a canção “Mais Eu”, além de muito Pop Rock nacional e internacional também são interpretados pela banda durante toda apresentação. 
Conheça o Alibabar – Serviço:
O Alibabar foi o primeiro bar em São Paulo a difundir a cultura árabe na noite paulistana. Com comidas e bebidas típicas, o bar é uma ótima dica para aproveitar bem a balada com requinte e sofisticação das mil e uma noites.

Endereço: Avenida Luiz Dumont Villares, 697 – Jardim São Paulo - SP
Mais informações entrem em contato no telefone 11 2281-8574
www.alibabar.com.br

Para lista de imprensa do dia 31 de Março:
F Mídia Comunicação e eventos
Maria Alves / Felipe Almeida
011 2373-6542 / 011 7063 7374 / 011 8183 2980
jornalismo@fmidia.com / felipe@fmidia.com / fmidia.1@gmail.com

Teatro - Estreia QUARTO DE ESTUDANTE, de Roberto Freire


Muitos dizem que os jovens de hoje perderam os sonhos e as esperanças e não têm vontade de mudar o mundo. Mas poucos sabem o que realmente acontece na vida de cada um deles. No espetáculo “QUARTO DE ESTUDANTE”, escrito pelo psicanalista, dramaturgo, escritor e jornalista Roberto Freire, que estreia no dia 4 de abril de 2012, no Espaço dos Satyros I, na Praça Roosevelt, podemos perceber que o texto encenado pela primeira vez em 1974 no Teatro Oficina não perdeu o vigor, nem nas palavras, nem na força da própria juventude. E que eles ainda têm muito a dizer. A direção desta montagem é de Néia Barbosa e Marcelo Medeiros, que, juntos já dirigiram “Performances”, de Murilo Dias César; “Game Over”, de Wilson Fumoy e “Rapunzel” de Walcyr Carrasco.

Os atores Mariana Boccara e George Gottheiner, em atuação intensa, exploram as emoções, sentimentos, as inseguranças e incertezas, geradas a partir das pressões que a sociedade exerce sobre o jovem, quase sempre vulnerável à incompreensão e intolerância. São dois universitários que enfrentam “aquelas pessoas da sala de jantar, preocupadas em nascer e morrer”, assim como foi eternizada o conceito de família pelo grupo Mutantes, e vão fazer valer o sonho de serem atores, a contragosto dos pais, que alimentam forte preconceito contra o exercício das artes cênicas como profissão.

A história acontece dentro de um quarto, onde dois estudantes de arquitetura ensaiam um espetáculo, interpretando os palhaços "Chuleta e Chupeta". O trabalho no teatro se mistura às situações reais de vida dos dois personagens: o abandono do curso na faculdade para seguirem a vocação artística, a amizade, o amor. “Para chegarmos à essência dos personagens utilizamos experiências reais de vida, vivencias pessoais, pois moramos sozinhos na vida real”, explica a atriz Mariana Boccara. Para compor os personagens, uma experiência que é cara da juventude: os dois se vestiram de palhaço e foram às ruas da cidade de São Paulo “ver a reação das pessoas e levar o palhaço que existia dentro nós mesmos”, explica Boccara.

O uso da linguagem circence como o malabares, também ganha destaque no espetáculo, que tem como pano de fundo um apartamento com a cara e a personalidade de um jovem morador de uma grande cidade: decorado com cores fortes e material reciclado: móveis de papelão, baratos, um costume “importado” dos jovens europeus. Outras características que trazem o texto para a atualidade são as gírias comuns utilizadas pelos de hoje, a questão das drogas, masturbação e o fato de um homem e uma mulher morarem juntos, fato contemporâneo e comum aos dias atuais.

SOBRE O AUTOR ROBERTO FREIRE

Roberto Freire nasceu em São Paulo, em 1927. Formou-se em Medicina no Rio de Janeiro e especializou-se em psicanálise. É considerado como um dos grandes divulgadores das teorias de Wilhelm Reich no Brasil e deixou pesquisas importantes sobre o corpo no ambiente psi. Também desenvolveu práticas que abordavam a interface da psicologia com a política. Foi o criador da SOMA, um tipo de terapia, que se baseia nas ideias de Wilhelm Reich e nas técnicas do Jogo de Capoeira Angola. Roberto abandonou a psicanálise no início da década de 60 e passou a se dedicar ao teatro e ao jornalismo. Voltou às atividades terapêuticas alguns anos depois, para descobrir um método literário que pudesse servir as pessoas com problemas emocionais, de qualquer nível social e econômico.

Ainda na década de 60, durante a ditadura militar, Roberto Freire participou ativamente de atividades políticas e culturais. Por isso, foi preso e torturado, de 1963 a 1979. Foi durante esse período que perdeu a visão do olho direito. Escreveu romances que renderam vários jovens fãs ao psicanalista e escritor, como “Cléo e Daniel”, de 1965, “Coiote”, de 1988 e “Os Cúmplices”, de 1996. Também teve êxito ao escrever na área da psicologia e política, com os “Ame e Dê Vexame”, “Utopia e Paixão” e “Tesudos de Todo Mundo, Uni-vos!”. Além disso, Roberto Freire realizou diversas conferências por todo o país, para debater sobre suas obras e levou um grande número de jovens para esses debates. Roberto Freire também foi um dos editores da revista Caros Amigos, redator de programas de televisão como “Malu, Mulher”, “A grande família” e “Obrigado, Doutor”. Roberto Freire morreu em 2008, aos 81 anos.

Sobre a equipe

Néia Barbosa, atriz das peças: A Paixão de Oscar Wilde (2009), de Murilo Dias Cesar; E a vida continua..., (2009/2010), Chá das Seis (2008), de Alessandra Reis; Rapunzel, de Walcyr Carrasco (2006); O Mercador de Veneza de W. Shakespeare (2005); Jesus Homem, de Plínio Marcos, (2002), entre outras. Diretora teatral de A Paixão de Oscar Wilde de Murilo D. César e Quarto de Estudante (2009), de Roberto Freire; As Irmãs Siamesas, de José Rubens Siqueira (2007/2008); A Violência da Carne (2004/2006), de Marcelo Medeiros;Rapunzel de Walcyr Carrasco, Vôo Noturno e Game Over de Wilson Fumoy (2002 e 2003). Atualmente é Orientadora artística o Grupo de Teatro da Poli – GTP na USP.
Marcelo Medeiros é dramaturgo e diretor teatral. Dirigiu E a vida continua... de Orlando Vieira; A Paixão de Oscar Wilde e São Bernardo de Murilo D. Cesar, Rapunzel de Walcyr Carrasco, Jesus Homem de Plínio Marcos, Game Over de Wilson Fumoy. Como dramaturgo, é autor da peça vencedora do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos -Anália Franco - Um candeeiro sobre o alqueire, além de Elektra On Line, Úteros Urbanos, A Violência da Carne, O Peregrino da Tarde, entre outras.
George Gottheiner, ator, esteve em Memórias Emparedadas, autoria e direção de Néia Barbosa/2010; Filhos do Brasil, musical de Oswaldo Montenegro/2010; A Paixão de Oscar Wilde de Murilo D. Cesar, direção de Marcelo Medeiros e Néia Barbosa/ 2009, Rapunzel, de Walcyr Carrasco; Vida de Droga, texto de Walcyr Carrasco; Violência da Carne, de Marcelo Medeiros, Game Over, de Wilson Fumoy. É ator do grupo Zauara – Corpo de Arte.

Mariana Boccara é atriz formada pela Escola de Teatro Célia Helena, radialista, bailarina e integrante do grupo Zauara - Corpo de Arte. Começou a estudar teatro desde nove anos na Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo na cidade de Taubaté, interior de São Paulo. Suas primeiras peças teatrais profissionais foram: Rapunzel, de Walcyr Carrasco e direção de Marcelo Medeiros (2007), E a vida continua... de Orlando Vieira, direção de Marcelo Medeiros (2009/2010) e A estranha História da Família Coelho texto e direção de Márcio Mehiel (2010). Na televisão, atuou na segunda temporada da série Morando Sozinho do canal Multishow e em diversos filmes publicitários.

FICHA TÉCNICA

Autor - Roberto Freire Direção - Néia Barbosa e Marcelo Medeiros Elenco - Mariana Boccara e George Gottheiner Assistente de Direção - Rodrigo Horta Figurinos - Fabio Parra Programação Visual - Camila Cossermeli Iluminação - Zauara - Corpo de Arte Fotografias - Fernanda Santiago Preparação Circense - Kiko BelluciPreparação de Ballet - Marlon Vila Nova Produção - Zauara - Corpo de Arte Produção Executiva - Néia Barbosa, Mariana Boccara e George Gottheiner Assistente de Produção Juliana Tedeschi Realização - Zauara - Corpo de Arte

SERVIÇO
Teatro dos Satyros I - Praça Roosevelt n° 214 – Tel: (11) 3258 6345
Temporada - 04/04 a 30/05 - Quartas-feiras - 21h
Ingresso - R$ 20,00 (meio ingresso R$ 10,00)
Duração - 60 minutos
Classificação - 16 anos
Gênero - Comédia Dramática
Capacidade do teatro - 75 lugares


Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques
Fones: 011 2914 0770/ 3798 9510
Celular: 011 9126 0425

Exposição CÂNDIDO PORTINARI " Vida e Obra" em-Santo André/SP









Gravidade Zero traz Rodrigo Matheus na 5ª peça do Circo Mínimo Mostra Repertório

Texto de Mário Bortolotto, direção de Elias

Andreato, Gravidade Zero traz Rodrigo Matheus

na 5ª peça do Circo Mínimo Mostra Repertório

 

"(...) O texto foi um presente de Mário Bortolotto. E que presente! (...) O argumento é perfeito para que Matheus possa atuar, durante uma hora, em uma estrutura metálica sustentada por cordas. Ele dá um show de interpretação e equilíbrio. É de tirar o folego." - Mônica Santos, Revista Veja, São Paulo

Depois de Quixote, Deadly, o infantil João e o Pé de Feijão e Prometeu, mais um espetáculo da Cia Circo Mínimo volta em cartaz para comemorar os 24 anos de estrada do grupo, quepesquisa técnicas circenses aliadas ao teatro

Suspenso no ar, o ator Rodrigo Matheus interpreta o texto, presente do dramaturgo Mário Bortolotto, no espetáculo teatral Gravidade, que integra o projeto Circo Mínimo Mostra Repertório. A direção é de Elias Andreato. A reestreia é dia 6 de abril no Teatro União Cultural, para temporada até 29 de maio.

O monólogo usa o espaço aéreo, em um cenário que sugere um canteiro de obras. Pendurado em uma estrutura metálica que lhe serve de apoio, o  personagem insiste em não pôr os pés no chão.

O autor explora a característica principal do trabalho do ator, a ocupação do espaço aéreo, como metáfora para a exclusão, no caso uma personagem que não se conforma com a sociedade dita normal.

Inspirado pelas técnicas aéreas utilizadas pela Cia Circo Mínimo, Mário Bortolotto criou um texto irônico, atual, ácido, que questiona o que é considerado aceitável em uma sociedade carente de ideologias coletivas. Assim, sem por os pés no chão, no melhor estilo do autor, essa personagem fala sobre aspectos da vida, discorre sobre o que é a vida contemporânea, fazendo desta forma a ligação entre o individual e o coletivo, até tomar uma decisão da qual não há volta.

A encenação se propõe a aprofundar o trabalho de interpretação, fundado em um texto sólido, explorando as possibilidades do teatro físico e circense característico do Circo Mínimo. O resultado da direção de Elias Andreato, um ator que tem se preocupado fundamentalmente com o trabalho do ator, além de ser um especialista em monólogos, é um poema visual, simples, de forte carga dramática e interpretativa.

Criada por Rodrigo Matheus em 1988, a companhia Circo Mínimo comemora 24 anos com a Mostra de Repertório, que vem apresentando cinco de seus espetáculos. O primeiro deles foiPrometeu, dirigido por Cristiane Paoli Quito e interpretado por Ricardo Rodrigues, em fevereiro. Depois vieram Quixote, Deadly, João e o Pé de Feijão. A Mostra de Repertório em São Paulo conta com o apoio do ProAC ICMS e com o patrocínio da Rigesa,  WCA, Globalpack e GKN.

Sobre o Circo Mínimo
A companhia Circo Mínimo se destaca pela pesquisa das técnicas circenses aliadas ao teatro. Rodrigo Matheus, que está à frente do grupo desde sua fundação, em 1988, é formado em Artes Circenses pelo Circo Escola Picadeiro de São Paulo e Fool Time Circus Arts da Inglaterra. Na Europa, o artista trabalhou com as companhias Ra Ra Zoo, Circus Moon, Fool Time, Les Oiseaux Fous e Cirque Fratellini, todas circenses, de tendências tradicionais e contemporâneas.

A ideia de mesclar as linguagens de teatro e circo surgiu em 1987, quando Rodrigo Matheus visitou a Europa pela primeira vez. “Lá eu tive contato com essa mistura de universos e decidi que era isso que eu queria fazer. Estudei comédia dell’arte, corpo, dança, circo e criação de cena. O teatro físico ligado à arte circense é a base da minha formação. Tive a oportunidade de ter aulas com o Philippe Gaulier, David Glass e também lecionei no Circus Space, principal Centro do Circo Contemporâneo na Inglaterra”, conta o artista.

Então, em 1988, foi criado o espetáculo Circo Mínimo, em parceria com Alexandre Roit e Camila Bolaffi, que deu nome à companhia. Na ocasião, a peça foi indicada para o prêmio MAMBEMBE na categoria revelação, pela pesquisa de linguagem. A partir daí, iniciou sua investigação sobre a ligação entre o circo e o teatro na sua própria companhia.

Mais tarde, em 1993, com direção de Cristiane Paoli Quito, sua parceira desde os tempos de teatro amador, a companhia Circo Mínimo montou Prometeu, que foi considerado o melhor espetáculo de rua, tanto pelo público quanto pela crítica, no Festival de Curitiba, em 1996 – Melhor Espetáculo de Rua - Prêmio do Público e Melhor Espetáculo de Rua Prêmio da Crítica. 

Em 1997, o Circo Mínimo produziu o espetáculo Deadly, dirigido por Sandro Borelli, criação de Rodrigo Matheus em parceria com a neozelandesa Deborah Pope, da época em que morava na Europa. “Apresentávamos um número de 10 minutos de duração. Viajamos por toda a Grã-Bretanha, nos apresentamos até em um Festival de Rua da Nova Zelândia. Era um sucesso, todo mundo chamava a gente para fazer este número. Foi quando pensamos que o tema – um casal que se conhece, apaixona e briga em apenas 10 minutos – podia virar uma peça com uma hora de duração.”

Então, a companhia trouxe Deadly para o Brasil, com direção de Sandro Borelli, e, na ocasião, assistência de direção de Carla Candiotto, com quem Rodrigo é casado até hoje. “Em um mês montamos o espetáculo de maior carreira internacional da companhia”, conta Rodrigo. O espetáculo estreou no Festival de Curitiba e também se apresentou no Festival de Edimburgo, na Espanha e em Munique, Alemanha. Em 1998, Deadly foi o vencedor do III Festival de Teatro Físico e Visual da Cultura Inglesa e em 1999, do Total Theatre Awards - People's Choice, melhor espetáculo de Teatro Físico, na opinião do público do Fringe Festival de Edimburgo, Escócia.

Em 2001, o Circo Mínimo estreou, no Festival da Cultura Inglesa – SP, o monólogo Gravidade Zero, de Mário Bortolotto (escrito especialmente para o ator), dirigido por Elias Andreato. Em 2003, ano em que completou 15 anos de existência, montou o seu primeiro espetáculo infantil, João e o Pé de Feijão, dirigido pela premiada Carla Candiotto (que acaba de receber oPrêmio APCA 2011 por melhor direção das peças Histórias por Telefone, Sem Concerto e A Volta ao Mundo em 80 Dias e também concorre à Melhor Direção por Histórias por Telefoneno FEMSA). E, em 2005, a companhia assumiu a produção do espetáculo Quixote, criação e direção de Alexandre Roit, que é apresentado nas ruas e une crítica social ao humor e arte circense.

Além de suas próprias produções, Rodrigo Matheus participou de vários espetáculos no cenário teatral paulistano, como Sonho de Uma Noite de Verão (realizado na piscina do Ibirapuera, em 1987), Drácula (protagonizado por Raul Cortez), Pentesiléias (com Bete Coelho e Giulia Gam) e A Cidade Muda, primeiro espetáculo do grupo de mesmo nome.

Mais uma vertente de trabalho, Rodrigo é professor de técnicas circenses aplicadas ao teatro e ministra oficinas no Brasil e no exterior. Ele é professor convidado do Circus Space, de Londres, Circus Oz, National Institute of Circus Arts – NICA – e Flying Fruit Flys da Austrália, além do Ballet da Cidade de São Paulo e da Escola Livre de Teatro de Santo André.

Uma de suas atividades atuais é a coordenação do CEFAC – Centro de Formação Profissional em Artes Circenses, fundado e dirigido por ele junto com Alex Marinho e também é um dos responsáveis pelas seleções de artistas para o Cirque du Soleil em São Paulo

Gravidade Zero - de 6 de abril a 29 de maio no Teatro União Cultural. De Mário Bortolotto .Direção de Elias Andreato. Com Rodrigo Matheus. Cenografia: Rodrigo Matheus. Figurino: Elias Andreato. Iluminação: Wagner Freire. Fotografia: Lenise Pinheiro. Trilha Sonora: Tunica. Temporada: sextas e sábados às 21h e domingos às 20h. Censura: 12 anos. Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia).



ARTEPLURAL – Assessoria de imprensa Fernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9948-5355
Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Douglas Picchetti – (11) 9814-6911
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
www.twitter.com/arteplural
Facebook – Arteplural