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sábado, 28 de janeiro de 2012

A Cia dos Imaginários volta com a peça Niklasstrasse, 36

Crédito de Imagem: Mariana Noguera



Cia Imaginários 
volta com os dramas
kafkanianos com Niklasstrasse, 36
a partir de 4 de fevereiro

Processo colaborativo da Cia. dos Imaginários foi elaborado a partir da obra A Metamorfose, de Franz Kafka. A trama narra o caso de um homem que acorda transformado num gigantesco inseto e presencia um mundo repleto de
perversidade das relações familiares, das estruturas de dominação, além da alienação humana

Baseado na obra A Metamorfose, de Franz Kafka, a Cia dos Imaginários volta com a peça Niklasstrasse, 36, dia 4 de fevereiro, sábado, às 21 horas, noTeatro Commune. A trama tem a direção de René Piazentin, responsável também pela adaptação do texto e direção de arte. Em cena, os personagens vividos pelos atores Aline Baba, Camila Nardoni, Luana Frez, Lucas Pinheiro e Mariana Viana revezam-se no papel de narradores da história.

“Uma nova temporada é sempre uma oportunidade para revisitar o próprio trabalho, especialmente quando ela não ocorre logo em seguida à primeira. É uma chance não só de levar a público novamente o trabalho, mas de olhá-lo com outro frescor. Como a temporada no Teatro Cacilda Becker foi curta, muitos nos perguntaram sobre a peça, achando que ela ainda estava em cartaz e acabaram perdendo a oportunidade de assistir. Esperamos que agora mais pessoas possam conhecer Niklasstrasse, 36", diz o diretor.

A montagem mostra uma manhã que deveria ser como outra qualquer, mas que marca, definitivamente, a vida de Gregor Samsa. A metamorfose já aconteceu. O que o espectador vê, ao longo da fábula kafkiana, é a transformação do entorno, das pessoas que convivem com Gregor - a clareza cada vez mais nítida sobre a perversidade das relações familiares, das estruturas de dominação, além da alienação humana.

Utilizando as palavras do texto de Kafka e trechos de comentários retirados de análises e traduções diversas sobre o autor, René criou uma encenação que traz o olhar de quem percebe a metamorfose e reage a partir dela.

O espaço cênico é alterado pela dinâmica do uso de objetos, em especial por malas em diversos tamanhos que guardam em seu interior elementos figurativos. As malas fazem referência à profissão de Gregor - caixeiro viajante. “O recurso essencial é o jogo de recodificação, sem a tentativa de uma perspectiva ilusionista”, comenta a atriz Mariana Viana sobre a direção de arte da peça. Para o figurino, René optou pelo simples. “Pequenas mudanças na indumentária dão suporte às mudanças de personagens.”

Para fazer a adaptação do livro A Metamorfose a equipe buscou seguir a linha da fábula original, mas sem passar por uma etapa de escrita de uma dramaturgia. René propôs que trechos do conto fossem improvisados diretamente pelos atores. Ele selecionou fragmentos que interessavam à narrativa, para aos poucos serem transformados em um roteiro. “A tentativa é ressaltar a metamorfose de Gregor pelo seu entorno - através do que acontece com as figuras exteriores à sua transformação - mais que na caracterização da figura central”, comenta o diretor.
“Encenar Kafka é um desafio, em especial no que diz respeito ao risco de se cair em alguns lugares comuns, como uma atmosfera lúgubre ou depressiva. Sem negar os elementos de densidade que estão presentes na essência da obra kafkiana, a proposta valoriza a ironia que emana do texto, em especial pela não adaptação do conto em uma estrutura de diálogos, mas no desmembramento da narrativa em vozes múltiplas que conduzem a fábula”, enfatiza René Piazzentin.

Sobre Kafka
Franz Kafka nasceu em Praga, no dia 3 de julho de 1883, filho de um rico comerciante judeu. A relação com o pai, com as diferentes estruturas de poder e um sentimento de espanto com a falta de sentido da existência humana são uma constante em sua obra, influenciada por três culturas: a judia, a tcheca e a alemã. Formou-se em direito, nunca se casou, foi funcionário de uma companhia de seguros. Durante toda sua vida teve uma saúde extremamente frágil e jamais conseguiu fama com seus livros.

Pouco antes de sua morte, em 3 de junho de 1924, em um sanatório para tuberculosos perto de Viena, pediu a seu amigo Max Brod que queimasse seus manuscritos. Graças à “traição” do amigo, hoje conhecemos obras como “O Castelo”, “O Foguista” (que é na verdade o primeiro capítulo de “América”), “A Sentença” e “O Artista da Fome”. “A Metamorfose”, seu conto mais conhecido, foi escrito em 1912, quando o autor tinha 29 anos. Na história, um homem acorda transformado em um “inseto monstruoso”, sem que haja qualquer explicação sobre como ou porque isso acontece. Através desta situação fantástica, Kafka dá seu testemunho de desespero frente ao absurdo e à opressão do mundo.

Sobre a Cia dos Imáginários
A Cia. dos Imaginários formou-se em 2006, a partir do encontro do diretor René Piazentin com atores que desejavam iniciar uma trajetória profissional vinculada à pesquisa e estruturação de uma linguagem cênica que valorizasse mais a construção de imagens e símbolos que o aspecto verbal. No repertório da companhia: Hamlet- Zero (adaptado de Shakespeare), As Troianas (Sartre), Quixote (Cervantes), Sonata dos Espectros (Strindberg).

Serviço:
Niklasstrasse, 36 – Reestreia dia 4 de fevereiro, sábado, às 21 horas, no Teatro Commune. Com a Cia. dos Imaginários. Processo Colaborativo a partir da obra A Metamorfose, de Franz Kafka. Elenco: Aline Baba, Camila Nardoni, Luana Frez, Lucas Almeida e Mariana Viana. Gênero: drama. Duração: 60 minutos. Classificação: 16 anos. Direção e adaptação:René Piazentin. Assistente de Direção: Carolina Loureiro. Coordenação do Projeto: Aline Baba. Preparação de Ator: Paulo Renato Panzeri. Iluminação, cenário e figurino: René Piazentin. Maquiagem: Carolina Costa. Produção: Núcleo Imaginário de Produção. Projeto gráfico: Mariana Viana. Fotografia: Mariana Noguera.
Teatro Commune - Rua da Consolação, 1.218. Telefone: (11) 3476-0792. Reestreia: dia 04 de fevereiro. Temporada: Sábados às 21 horas e domingos às 20 horas. Ingressos: R$ 20,00 e 10,00 (meia). Lotação: 86 lugares. Até 26 de fevereiro.

Temporada 2012 dos Recitais Eubiose com o duo Eduardo Janho-Abumrad e João Moreira Reis


Abertura da Temporada 2012 dos Recitais Eubiose com o
duo Eduardo Janho-Abumrad (baixo) e João Moreira Reis (piano)

No dia 4 de fevereiro, sábado, às 20h, começa a Temporada 2012 dos Recitais Eubiose com apresentação do duo formado pelo baixo Eduardo Janho-Abumrad e pelo pianista João Moreira Reis. No repertório Liszt e Mahler. Ingressos a R$ 20,00 e R$ 10,00 (Meia-entrada para terceira idade, estudantes, e associados).

No dia 5 de fevereiro, o duo ministrará master-classes das 15h às 19h. As inscrições podem ser feitas por telefone epessoalmente, na Secretaria do Departamento, com Eliana (após 14h30), ou também por e-mailcontato@recitaiseubiose.com.br. Participantes: R$ 70,00 e ouvintes: R$ 30,00.

A Sociedade Brasileira de Eubiose sempre esteve ligada às atividades artísticas como música, canto, exposições e teatro. Além dos Recitais Eubiose, a Sociedade promove cursos, palestras, master-classes e workshops de temas variados.

 

Programa

Franz Liszt (1811-1886)
Du bist wie eine Blume ( Heinrich Heine)
Des Tage laute Stimmen schweigen (Ferdinad von Saar)
Ein Fichtenbaum steht einsam ( Heinrich Heine)
Einst (Friedrich v. Bodenstedt)
Gebet (Idem)
Sei still (Henriette von Schorn)
Consolação nº 2- piano solo
O Lieb (Ferdinad Freiligrath)
Oh, quand je dors ( Victor Hugo)

Gustav Mahler (1860-1911)
Rückertlieder
Liebst du um Schönheit
Ich atmet’ einen linden Duft
Blicke mir nicht in die Lieder
Um Mitternacht
Ich bin der Welt abhanden gekommen

 O duo formado pelo baixo Eduardo Janho-Abumrad e o pianista João Moreira Reis atua desde 1985. Constam de suas apresentações obras dos períodos que vão do barroco ao romantismo, incluindo os nacionalistas espanhóis e brasileiros. Além das inúmeras performances nacionais e internacionais, em prestigiosas salas brasileiras e italianas, como Sala Giuseppe Verdi (Milão), Auditório Rai (Turim), Palazzo Ottolenghi (Asti), Masp, Sala Jardel Filho CCSP, Teatro Municipal (São Paulo), etc., os musicistas ministram cursos de aperfeiçoamento técnico e de interpretação lírica e de câmera, como ocorreu nos Cursos de Canto do Festival de Inverno de Campos do Jordão, do Spazio d’Arte em Sorocaba e os de Sabará/UniBH, Minas Gerais, além de Master classes em vários estados brasileiros. Tem por orientador o pianista Ricardo Ballestero.

Eduardo Janho-Abumrad (Baixo) 
Sua estreia profissional aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo, na temporada de 1976, nas óperas verdianas La Traviata e Macbeth; posteriormente cantou no Teatro Cultura Artística, como solista da Missa Diligite de Camargo Guarnieri, sob a regência do autor em 1977.
Em sua primeira viagem à Europa, em 1979, participou do Festival de Música de Santiago de Compostela e gravou autores brasileiros para a Radiotelevisión Española, estreando Werther no Theatre de la Monnaie, em Bruxelas. Em segunda incursão européia (1987-1995) cantou no Festival Verdi de Ludwigshafen, Alemanha (Il Corsaro) e, no Festival de Martina Franca, Les Pêcheurs de Perles de Bizet (gravado pelo selo Nouva Era) e Gala Mozart, dois dos Festivais mais importantes desse continente. Apresentou-se nas Salas Verdi e Puccini do Conservatório Giuseppe Verdi, de Milão e no Teatro da Rai de Turim.
Após a volta ao seu país cantou Requiem, Nabucco, Il Trovatore, Rigoletto e Macbeth de Verdi, Salvator Rosa, Il Guarany e Lo Schiavo de Carlos Gomes,  Il Barbiere di Siviglia e Missa Solene de Rossini, a criação de Gonçalo em A Tempestade de Ronaldo Miranda, Ways of the Voice de Leo Kupper em São Paulo, Espanha e Bélgica.
Desde o início de sua carreira privilegiou, além da ópera e da música vocal-sinfônica, a música de câmera. Mantém o Duo Abumrad-Reis, formado em 1983 e que possui em seu currículo apresentações em prestigiosas Salas de Concerto, pelo Brasil e pela Europa. Gravou Remeiros do São Francisco de Ernst Widmer pela Paulus, Way of the voice, para o selo Akron, Dedicatórias, composto de canções nacionais, com o pianista João Moreira Reis e Top 28, memória da Ópera Brasileira, ambos pela Algol. Estudou com Tiana Amarante e Herminia Russo (Brasil) e Romolo Gazzani e Rodolfo Celetti (Itália).
No âmbito do ensino, Eduardo Janho-Abumrad leciona aulas particulares de canto desde 1978 tendo atuado como professor de técnica vocal no “Civico istituto di Musica ‘G. Verdi”, em Asti, Itália; professor de canto e criador do curso de “Música Brasileira” nos Festivais de Inverno de Campos do Jordão (1981-1982), professor no Conservatório de Tatuí, tendo sido ainda o criador do Programa Oficial de canto da Faculdade Santa Marcelina de Música  (1987), além de ministrar workshops e masterclasses.
                                                                 

João Moreira Reis (Piano)
Natural de Barretos, SP, onde iniciou os estudos musicais e de piano com Janette Bampa, tendo se diplomado pelo Conservatório Musical "Carlos Gomes".  Posteriormente concluiu o curso de piano pela Faculdade Paulista de Arte, na capital paulista, onde estudou com Vera Velloso e André Müller, com quem retomou os estudos de aperfeiçoamento técnico e estilístico em 2004.
Desde 1985, colabora ao piano com cantores eruditos, acrescentando à atividade de solista a de camerista, com apresentações no Brasil, Alemanha e Itália, em salas como MASP e Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, Auditório Cláudio Santoro, em Campos do Jordão, Palácio das Artes, em Belo Horizonte, Estúdio Bennet Kleintje, em Munique/Alemanha, Auditório RAI de Turim, Palazzo Ottolenghi, de Asti, e Academia Européia de Música de Erba, na Itália.
Registrou para a Europa Rádio de Milão e gravou o CD “Dedicatórias”, pela Algol (São Paulo).
Luiz Gonzaga de Oliveira (Brasil), Fábio Luz e Adriana Maimone (Itália) são nomes que influenciaram seu aperfeiçoamento.
Ao lado de sua carreira como solista e camerista, João Moreira Reis dedica-se também ao ensino do piano, tendo atuado em diversas instituições de ensino musical, como no Conservatório Musical “Carlos Gomes de Barretos-SP, na Escola de Música “Estúdio Musical”, de São Paulo, além de ser pianista acompanhador em masterclasses de canto de cantores como Franco Iglesias, Eduardo Janho-Abumrad, entre outros.


A Sociedade Brasileira de Eubiose aprofunda, através de cursos e práticas, o estudo da Cosmogênese (origem dos universos) e da Antropogênese (origem do homem) para o oferecimento de subsídios com vistas a uma construção crítica do autoconhecimento ancorada no crescimento coletivo e na fraternidade universal dentro de uma visão espiritualista comprometida com a realidade. Com esse foco se dedica também a ações sociais, culturais e artísticas.

Serviço:
Dia 4 de fevereiro, sábado, às 20h
Abertura da Temporada 2012 dos Recitais Eubiose.
Duo Eduardo Janho-Abumrad (baixo) e João Moreira Reis (piano)

Sociedade Brasileira de Eubiose
Sala Henrique José de Souza (201 lugares)
Av. Lacerda Franco, 1059
Aclimação
Tel: 3208-9914 / 3208-6699
Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (Meia-entrada para terceira idade, estudantes, e associados)
Retirar os ingressos até uma hora antes do recital. Antecipadamente após as 14h30, por telefone, ou por email  contato@recitaiseubiose.com.br
Adquira seu ingresso on-line pelo site www.recitaiseubiose.com.br
Estacionamento conveniado no número 1074 até às 23h.


Mais informações sobre a divulgação com Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br


 
Miriam Bemelmans
(11) 3034-4997
(11) 9969-0416
miriam@bemelmans.com.br
http://www.bemelmans.com.br

"As bruxas estão soltas" - evento de literatura promove debate -em MG


AS BRUXAS ESTÃO SOLTAS’ DISCUTE O PROTAGONISMO DAS MULHERES EM DIFERENTES DIMENSÕES
Evento na área de literatura será realizado entre os dias 03 e 05 de fevereiro na Fundação de Educação Artística.

O Verão Arte Contemporânea (VAC), idealizado e realizado pelo Grupo Oficcina Multimédia em parceria com a Produtora Mercado Moderno, chega em 2012, à 6ª edição. O diálogo entre as artes é novamente uma das características do festival. No calendário, que se estende dos dias 13 de janeiro a 12 de fevereiro de 2012, também estão previstas atividades nas áreas de Arquitetura, Teatro, Dança, Música, Artes Visuais, Cinema, Moda, Gastronomia, Ecologia e Literatura, totalizando assim mais de 45 atrações que se apresentam em 24 espaços públicos e culturais da cidade. O VAC 2012 é apresentado pela Oi, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e tem o patrocínio do BDMG, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

Na área de literatura será realizado gratuitamente, entre os dias 03 e 05 de fevereiro, na Fundação de Educação Artística, o evento “As Bruxas estão soltas”, com curadoria de Nilcéa Moraleida, Heloísa Greco (filha - Bizoca) e Sandra Goulart. O evento propõe uma abordagem sobre o protagonismo das mulheres em diferentes dimensões e seus impasses na sociedade contemporânea, através de mesas de debate, filmes, documentários e uma tribuna livre, dando espaço para a manifestação dos presentes. Na ocasião, será exibido o filme “Arquivos Imperfeitos”, de Sávio Leite, numa homenagem à Dona Helena Greco (mãe), militante histórica dos direitos humanos falecida em 2011 em BH e o lançamento do livro ‘Do luto à luta’, do Movimento Mães de Maio (SP) um documentário que fala dos filhos mortos na periferia de São Paulo, em 2006.Além destes será exibido outro importante documentário sobre a escritora Rose Marie Muraro, uma filósofa ativista que influenciou o pensamento feminino dos anos 70 e 80,  com direção de Márcia Derraik. 

VAC 2012___________________________________________________________________________

Em 2012, 30 grupos, dentre eles atrações de fora do Estado, dividem igualmente os R$ 72 mil de cachê, disponibilizado pelo VAC. Ione de Medeiros, diretora do GOM destaca que a verba funciona como ajuda de custo para os artistas e grupos envolvidos que, além disto, ganham visibilidade proporcionada pela dimensão e credibilidade do evento, e recebem a bilheteria total de suas apresentações. Jonnatha Horta Fortes, integrante do Grupo, afirma que o VAC conta com a participação dos grupos e artistas na produção do evento, “o que quebra hierarquias e barreiras, aproxima e facilita o contato dos artistas com as principais casas de espetáculo da cidade”.

Para alcançar um público cada vez maior, o Verão Arte Contemporânea promove a descentralização da produção artística e, além da área central de Belo Horizonte, ocupa vários espaços culturais localizados em bairros afastados do centro, como Horto, Pampulha e até mesmo, Brumadinho. “Além de expandirmos nossas fronteiras para diversas regiões de Belo Horizonte, algumas atividades têm entrada franca como exposições, mostras de filme, os eventos de arquitetura e literatura e algumas apresentações musicais. Os eventos pagos têm preços populares R$14,00 (inteira) e R$7,00 (meia)”, explica Ione Medeiros.

Com um mês de intensa programação, o projeto é idealizado e realizado pelo Grupo Oficcina Multimédia, (Ione de Medeiros, Escandar Alcici Curi, Fabrício Trindade, Henrique Mourão, Jonnatha Horta Fortes e Marco Vieira) com parceria da Mercado Moderno (Keyla Monadjemi, Carol Cavalcanti, Kika Bruno e Renata Batista). O VAC 2012 é apresentado pela Oi, com R$ 200 mil, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, e patrocinado pelo BDMG, com R$ 80 mil, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. O VAC 2012 também conta com o apoio do SESC Palladium, Fecomércio e SESC MG, e o apoio cultural das seguintes empresas: Oi Futuro, Restaurante João Rosa, MTV Minas, Usiminas Cinema Belas Artes, Krug Bier, Sucos Disfrut, EGL Editores, Halt Gráfica, Fundação de Educação Artística, BH Trans, Rádio Inconfidência, Rede Minas e Fundação Clóvis Salgado.

SERVIÇO ______________________________________________________________
Verão Arte Contemporânea 2012
Data: De 13 de janeiro a 12 de fevereiro de 2012.
Ingressos: R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia-entrada)
Eventos gratuitos: Exposições, mostras de filme, arquitetura e literatura e algumas apresentações musicais.
Preços diferenciados:
•           Inhotim – R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
•           Museu de História Natural e Jardim Botâncio da UFMG - R$ 4,00 – Obs: Entrada franca para crianças com menos de 05 anos e idosos com mais de 60 anos.
•           Quatro Los Cinco / Incomodança  - R$ 12,00 (Inteira) e R$ 6,00 (meia)
•           Teatro em Debate / Família de Rua – R$ 10,00 (Inteira) e R$ 5,00 (meia)

INFORMAÇÃO PARA O PÚBLICO: www.veraoarte.com.br e (31) 3227-7331
Apresentação: Oi
Patrocínio: Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais
Apoio: SESC Palladium, Fecomércio e SESC MG
Apoio cultural: Oi Futuro, Restaurante João Rosa, MTV Minas, Usiminas Cinema Belas Artes, Krug Bier, Sucos Disfrut, EGL Editores, Halt Gráfica, Fundação de Educação Artística, BH Trans, Rádio Inconfidência, Rede Minas e Fundação Clóvis Salgado.
Idealização, realização e Produção: Grupo Oficcina Multimédia
Produção: Mercado Moderno

INFORMAÇÃO PARA IMPRENSA E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
PESSOA Comunicação e Relacionamento
Telefone: (31) 3485-7875