SERVIÇOLançamento do CD Vitória em Canto – Festival de Música Popular da Cidade de Vitória 2ª ediçãoAtrações: Amaro Lima com vencedores do Vitória em Canto e show de Marcos SacramentoQuando: sexta-feira (13), a partir das 19h30Onde: Estação Porto. Armazém 5 da Codesa. Avenida Getúlio Vargas, Centro.Mais informações: 3132-4460Entrada gratuita.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
MARCOS SACRAMENTO em Espirito Santo
Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil
Cariocas da Cia Limite 151 trazem a história e a
música de Vicente Celestino para os palcos de São Paulo
Espetáculo retrata a vida e as canções de um dos um dos mais importantes cantores brasileiros do século 20. A montagem tem direção de Jacqueline Laurence e traz no papel-título o ator Ricca Barros. O elenco reúne, ainda, Gláucia Rodrigues, Lucci Ferreira, Camila Caputti, Edmundo Lippi, Jacqueline Brandão, Bruno Ganem e André Rebustini. Cinco músicos tocam ao vivo
Com uma trama que envolve música e uma bela história de amor, a Cia Limite 151 estreia o espetáculo musical Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil dia 13 de janeiro, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Anhembi Morumbi. Com concepção de Lafayette Galvão e Wagner Campos e direção de Jacqueline Laurence, a peça retrata a vida de um dos mais importantes cantores e compositores brasileiros do século 20. A montagem estreou no Rio de Janeiro e foi indicada ao Prêmio Contigo na categoria de Melhor Musical nacional de 2010. O grupo fará uma série de ensaios abertos a preços populares: dia 7/01 às 21 horas e 8/01 às 19 horas, sábado e domingo, (a R$ 5,00).
O ator Ricca Barros interpreta o protagonista na trama, uma junção entre dramaturgia e canções célebres. O espetáculo mostra as várias facetas de Vicente Celestino entre 1915 (21 anos) e 1968, ano de sua morte aos 73 anos de idade. Ele foi o primeiro cantor popular do Brasil e teve 54 anos de vida artística, tocava violão e piano e a voz grave era sua marca registrada. Suas músicas marcaram gerações e ganharam uma nova roupagem por artistas contemporâneos como Caetano Veloso, Marisa Monte e Mutantes.
Um dos motes principais da trama é a história de amor entre Vicente Celestino e sua mulher Gilda de Abreu, parceira nos palcos e na vida, interpretada por Gláucia Rodrigues. “Ela foi uma mulher moderna para a época, anos 40 e 50, que sabia dialogar com os tempos contemporâneos muito bem. Gilda de Abreu cantava, atuava e dirigia filmes, ou seja, era uma mulher à frente do seu tempo. O amor entre os dois foi belo e raro”, diz a atriz.
O cantor vivenciou épocas turbulentas na política brasileira como o período da Ditadura Militar. Sempre foi solidário com amigos engajados na luta contra esse tipo de regime, tanto que recusou fazer uma apresentação que exaltava os militares no governo de Costa e Silva.
Entre os sucessos que estão no espetáculo, destaque para Canção da Paz, Flor do Mal, Ébrio, Porta Aberta, Coração Materno e Ouvindo-Te. O elenco também conta com Lucci Ferreira, Camila Caputti, Edmundo Lippi, Jacqueline Brandão, Bruno Ganem e André Rebustini. Cinco músicos tocam ao vivo.
A mise-en-scène ficou sob o olhar da direção de Jacqueline Laurence. A diretora se preocupou em aproximar os atores da essência do espetáculo. “A trama se passa em uma época diferente da atual, portanto o trabalho cênico foi desenvolvido para que o elenco incorporasse a personalidade de cada um dos personagens.”
A diretora também ressaltou o lado multifacetado da peça. “Além de fazer uma viagem pela carreira de Vicente Celestino, a relação do cantor com a Gilda de Abreu é um dos destaques. Os dois tinham uma ligação profunda em todos os aspectos.”
Atualmente, Jacqueline vive a personagem Mirta na novela Aquele Beijo da TV Globo. Com a Cia Limite 151, esteve no elenco de peças como As Eruditas e O Avarento, além de dirigir Tartufo, O Impostor; todas obras Molière. “Essa parceria começou profissionalmente e gerou um laço mais afetivo. A Cia tem um trabalho que deixa o imaginário vivo na mente das pessoas”.
O cenário incorpora os locais de apresentação de Vicente Celestino. São instrumentos musicais, mesas, cadeiras e luzes com cores vivas espalhadas pelo palco. “Independentemente do lugar, ele encantava multidões. Apresentou-se em lugares renomados, circos e até em bordeis. Seu objetivo era valorizar a música brasileira. O espetáculo é uma homenagem a esse ícone”, enfatiza Ricca Barros.
Experiência Musical
Antes de ser escalado para a montagem, o ator já apreciava as músicas do compositor. Em 1994, participou do espetáculo Revista do Rádio, onde interpretou canções de Vicente Celestino pela primeira vez. Além disso, Ricca tem algumas semelhanças artísticas com seu personagem. “Somos atores, temos o lado lírico e popular desenvolvidos. Este é um grande desafio.”
Um dos atores que mais trabalhou com a dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, Ricca Barros tem uma vasta experiência no mundo dos musicais: na carreira coleciona participação em alguns deles, como Ópera do Malandro, Sweet Charity, A Noviça Rebelde e Um Violinista no Telhado, entre outros.
“Vicente Celestino tinha uma voz imponente, característica necessária para gravar os discos que eram prensados a cera. Ele era um fenômeno, marcou gerações e as pessoas o lembram com respeito e reverência”, conta Ricca Barros.
Sempre nos clássicos
Com mais de 20 anos nos palcos, a Cia Limite 151 tem se destacado por montar espetáculos de atores consagrados como William Shakespeare, Molière, Ariano Suassuna,Nelson Rodrigues, Tennesse Willians, Miguel de Cervantes, entre outros.
“Sempre procuramos um bom texto, quando ele tem seus méritos acaba se tornando um clássico. Por mais que o tempo passe, seus temas não ficam ultrapassados, os dilemas do ser humano são essenciais em qualquer época”, fala Gláucia Rodrigues, atriz e uma das fundadoras do grupo em 1991.
Sobre o grupo Cia Limite 151
A Cia é formada atualmente pelos atores Gláucia Rodrigues e Edmundo Lippi e pelo compositor Wagner Campos, que, juntos desde 1991, já encenaram as peças: Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, direção de Marcelo de Barreto; O infanto-juvenil Dom Quixote, adaptação de Wagner Campos, direção de Cláudio Torres Gonzaga; A Comédia dos Erros e O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; À Margem da Vida, de Tennessee Williams, direção de Roberto Vignati;Frankenstein, de Mary Shelley, adaptação de Sidnei Cruz, direção de Angela Leite Lopes; As Malandragens de Scapino, de Molière, direção de João Bethencourt; O Olho Azul da Falecida, de Joe Orton, direção de Sidnei Cruz; O Avarento, de Molière, tradução e direção de João Bethencourt; A Moratória, de Jorge Andrade, direção de Sidnei Cruz; Tartufo, O Impostor, de Molière, tradução e direção de Jacqueline Laurence; Os Contos de Canterbury, de G. Chaucer, direção de Sidnei Cruz; O Doente Imaginário, tradução e adaptação deJoão Bethencourt, com direção de Jacqueline Laurence; As Preciosas Ridículas, de Molière, direção de Cláudio Torres Gonzaga, O Santo e a Porca, de Ariano Suassuna, direção de João Fonseca. Em 2011, esteve em cartaz com As Eruditas, de Molière, com direção de José Henrique e estreou no Rio de Janeiro Thérèse Raquin, clássico do naturalismo, de Emile Zola, com tradução de Clara Carvalho e direção de João Fonseca.
PARA ROTEIRO:
VICENTE CELESTINO - A VOZ ORGULHO – Estreia dia 13 de janeiro, sexta, às 21 horas no Teatro Anhembi Morumbi. Ensaios Abertos: Dia 7/01 às 21hs e Dia 8/01 às 19hs (Preço R$ 5) Texto: Wagner Campos Direção: Jacqueline Laurence Elenco: Ricca Barros, Gláucia Rodrigues, Lucci Ferreira, Camila Caputti, Edmundo Lippi, Jacqueline Brandão, Bruno Ganem, André Rebustini e mais cinco músicos. Cenários: José Dias Direção musical: Wagner Campos Figurinos: Ney Madeira Luz: Rogério Wiltgen.
TEATRO ANHEMBI MORUMBI - R. Dr. Almeida Lima 1.134, Brás – São Paulo/SP Telefone: 2872-1457 de 13 janeiro a 12 de fevereiro. Sextas e Sábados às 21h e domingos às 19hs. Ingressos: R$ 20,00 e meia R$ 10,00. Lotação: 756 lugares. Duração: 90 minutos.
ARTEPLURAL – Assessoria do espetáculoFernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9948-5355
Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Douglas Picchetti – (11) 9814-6911
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
Twitter – www.twitter.com/arteplural
Facebook – Arteplural
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Academia Studio Jump apresenta o espetáculo Quebra Nozes
ACADEMIA STUDIO JUMP APRESENTA O ESPETÁCULO QUEBRA NOZES
Os três atos da montagem poderão ser vistos no teatro Ney Soares
A academia Studio Jump apresenta entre os dias 17 e 18 de dezembro, sábado e domingo, a versão completa do balé Quebra Nozes. A performance acontece no teatro Ney Soares, que fica na rua Diamantina, 567, bairro Lagoinha, ao lado do UNI-BH. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos a R$ 15 até sexta-feira, dia 16, em qualquer uma das sedes da Academia Studio Jump, que ficam nos bairros Castelo e Cidade Nova. Eles também estarão disponíveis nos dias do evento na bilheteria do teatro, por R$ 20.
O espetáculo conta com a participação de 120 bailarinos e atores, amadores e profissionais. Entre eles, estão estudantes de balé clássico da Academia Studio Jump, com idades a partir de três anos. A responsável por interpretar o papel de uma das principais solistas, a Fada Açucarada, ficou com a bailarina Flávia Guerra. “Este ano, investimos mais em professores e coreógrafos. Contratamos outros profissionais, com uma visão diferente, o que incrementou ainda mais a nossa montagem”, relata Janaína Batista, uma das proprietárias da Academia Studio Jump.
Os demais solistas serão: Thiemy Tanuri e Caroline Magalhães, como a menina Clara, e Giovane Santos, como o Quebra Nozes. Além de Janaína, as demais sócias e proprietárias da escola, Aline e Carolina Batista, também se envolveram e trabalharam a fundo cada detalhe da peça.
Para que o público se sinta ainda mais por dentro da trama, foram confeccionados três cenários diferentes, um para cada ato. Foi feita também uma árvore de natal com seis metros de altura, que será instalada no palco do teatro. Janaína conta que será utilizada uma iluminação muito marcante, além de efeitos de palco, como uma espécie de neve artificial que deve cair do teto durante o segundo ato. “A apresentação terá, no total, uma hora e meia de duração e será destinada a toda a família”, destaca Batista.
A academia Studio Jump existe há dezesseis anos no bairro Cidade Nova e há quatro inaugurou a sua segunda unidade no bairro Castelo. Desde 1999, a instituição promove, anualmente, um festival de balé clássico com um repertório diferente. Ano passado, por exemplo, a escolha foi Dom Quixote. “Este ano optamos por Quebra Nozes, que alia elementos lúdicos à magia do natal e, portanto, se ajusta perfeitamente a esta época do ano”, acrescenta Batista.
A escola, que hoje é referência no ensino de balé clássico em Minas Gerais, é credenciada pela Royal Academy, de Londres. Quebra Nozes é realizado com o patrocínio cultural das seguintes empresas: Só Lazer Móveis, Number One Cidade Nova, Enecel Inox, Kami Centro de Estética e Beleza, Madeireira Estrela, Pizzaria Mangabeiras – unidade Castelo e Pessoa Comunicação.
Sobre o balé Quebra Nozes______________________________________________________
O balé Quebra Nozes é de autoria do compositor e romântico russo Piotr Ilitch Tchaikovsky, o mesmo de “O Lago dos Cisnes”, apresentado recentemente em Belo Horizonte pelo renomado balé Kirov, e também de “A Bela Adormecida”. O balé conta as aventuras de um quebra-nozes de aparência humana, vestido como um soldado, que é dado de presente à menina Clara. A montagem foi apresentada pela primeira vez, em 17 de dezembro de 1892, no Teatro Mariinsky, em São Petesburgo, na Rússia.
Ficha técnica________________________________________________________
Direção geral: Aline Batista, Carolina Batista e Janaína Batista
Professores: Ana Paula, Brenda, Jéssica, Leonardo, Waldilei e Priscila
Solistas: Carolina Magalhães, Giovane Santos e Thiemy Tanuri
Fada açucarada: Flávia Guerra
Ratos: Ítalo, Rodney e Uyam
Tio: Glauber
Cenários: Zenh Texeira
Figurinos: Atelier do Uniforme, Balé Mania, Lúcia e Naédna
SERVIÇO__________________________________________________________
ACADEMIA STUDIO JUMP APRESENTA QUEBRA NOZES
Venda de ingressos: R$ 15 até sexta-feira, 16/12, nas duas unidades da academia:
· Unidade Cidade Nova – Rua Professor Pimenta Veiga, 688
· Unidade Castelo – Rua Castelo Guimarães, 531
Após essa data, apenas na bilheteria do Teatro Ney Soares – rua Diamantina, 567, Lagoinha. Valor: R$ 20.
Gabriel Godoy (31) 8881-0209
Exposição "Questions/ Questões"
A Prefeitura Municipal de Itajaí, a Fundação Cultural de Itajaí e a Casa da Cultura Dide Brandão, convidam para a abertura da exposição “Questions/ Questões” de Sérgio Canfield. O evento acontecerá no dia 14 de dezembro de 2011, às 19h30min, na Galeria Municipal de Arte da Fundação Cultural de Itajaí, situada à Rua Lauro Müller, n° 53 – Bairro Centro.
A mostra permanecerá aberta à visitação até o dia 20 de janeiro de 2012.
Curadoria: Inácio Carreira
Na ocasião serão lançados três livros: “Bem-Vindo à Escuridão”, de Fernando T. Moraes, “Na Arte do Pandeiro”, de Ricardo Dominguez e “Quando Cai um Rio do Céu”, de Daniel Rosa dos Santos.
O livro “Bem-vindo à Escuridão” é composto por 16 contos de suspense que apresentam, em sua construção, narrativas inquietantes e perturbadoras, repletas de diálogos que prendem a atenção do leitor, instigando-o a iniciar a próxima história.
“Na Arte do Pandeiro” o leitor encontrará informações básicas sobre como segurar o pandeiro, movimentos de mão esquerda e toques da mão direita, além do conhecimento das áreas do instrumento, a exploração dos timbres, efeitos, abordagens rítmicas e exercícios de acentuação.
Inspirado na enchente de 2008 - que deixou noventa por cento da cidade de Itajaí (SC) submersa ou alagada - o livro “Quando Cai um Rio do Céu” tem como personagem principal a chuva. Dividido em sete capítulos correspondentes as etapas da catástrofe, esta obra ficcional se apresenta como um relato atemporal da realidade e do vislumbre essa tragédia.
A mostra permanecerá aberta à visitação até o dia 20 de janeiro de 2012.
Curadoria: Inácio Carreira
Na ocasião serão lançados três livros: “Bem-Vindo à Escuridão”, de Fernando T. Moraes, “Na Arte do Pandeiro”, de Ricardo Dominguez e “Quando Cai um Rio do Céu”, de Daniel Rosa dos Santos.
O livro “Bem-vindo à Escuridão” é composto por 16 contos de suspense que apresentam, em sua construção, narrativas inquietantes e perturbadoras, repletas de diálogos que prendem a atenção do leitor, instigando-o a iniciar a próxima história.
“Na Arte do Pandeiro” o leitor encontrará informações básicas sobre como segurar o pandeiro, movimentos de mão esquerda e toques da mão direita, além do conhecimento das áreas do instrumento, a exploração dos timbres, efeitos, abordagens rítmicas e exercícios de acentuação.
Inspirado na enchente de 2008 - que deixou noventa por cento da cidade de Itajaí (SC) submersa ou alagada - o livro “Quando Cai um Rio do Céu” tem como personagem principal a chuva. Dividido em sete capítulos correspondentes as etapas da catástrofe, esta obra ficcional se apresenta como um relato atemporal da realidade e do vislumbre essa tragédia.
Dia 19 de dezembro, recital de Nelson Freire no Theatro Municipal de São Paulo
Nelson Freire faz recital solo no Theatro Municipal de São Paulo em dezembro
Única apresentação
Para os apreciadores do piano, o dia 19 de dezembro, às 21h, será especial: Nelson Freire, cujo último recital em São Paulo foi em 2009, volta a se apresentar no Theatro Municipal de São Paulo (Praça Ramos de Azevedo, s/n° - Bilheteria: 11.3397-0327 – www.teatromunicipal.sp.gov.br) com um programa que inclui Schumann, Prokofiev, Granados e Liszt. Realização: Sociedade Chopin do Brasil.
Programa:
Schumann Arabesque
Fantasia
Intervalo
Prokofiev 8 Visões fugitivas
Granados La Maja y el Ruiseñor
Liszt Murmúrios da Floresta
Valse Oubilée
Ballade n°2 em si menor
Fantasia
Intervalo
Prokofiev 8 Visões fugitivas
Granados La Maja y el Ruiseñor
Liszt Murmúrios da Floresta
Valse Oubilée
Ballade n°2 em si menor
Nelson Freire - Piano
Nascido na cidade mineira de Boa Esperança, desde menino mostrou excepcional talento para a música e para o piano. Estudou com Nise Obino e Lúcia Branco e fez sua primeira apresentação pública aos quatro anos de idade. Aos doze, interpretando o concerto Imperador de Beethoven, foi premiado no Primeiro Concurso Internacional de Piano do Rio de Janeiro, recebendo uma bolsa de estudos do governo brasileiro para estudar em Viena com Bruno Seidlhofer. Em 1964, foi vencedor do Concurso Internacional Vianna da Motta,em Portugal, e conquistou a Medalha Dinu Lipatti em Londres.
Dentre suas perfomances como solista, podemos citar as com a Filarmônicas de Berlim, Munique e Roterdã, as Sinfônicas de Viena e Londres, as Orquestras do Concertgebouw de Amsterdã e do Tonhalle de Zurique, a Bayerische Rundfunk, a Gewandhaus de Leipzig, a Royal Philharmonic Orchestra de Londres, a Orchestre National de France, a Orchestre de Paris, a Filarmônica Checa, a Sinfônica de São Petersburgo, a Filarmônica de Israel e a Tóquio NHK. Na América do Norte, tocou com as orquestras de Nova Iorque, Filadélfia, Boston, Chicago, Cleveland, Los Angeles, Baltimore e Montreal. Dentre os regentes com os quais se apresentou, podemos destacar: Sir Colin Davis, Pierre Boulez, Riccardo Chailly, Charles Dutoit, Valery Gergiev, Eugen Jochum, Lorin Maazel, Rafael Kubelik, Kurt Masur, Rudolf Kempe, Vaclav Neumann, Seiji Osawa, Michel Plasson, André Previn, David Ziman.
Sua discografia inclui registros para os selos Sony/CBS, Teldec, DGG, IPAM e London. Em 1999 a Philips lançou um CD de Nelson Freire na série Great Pianists of the 20th Century. Sua gravação dos 24 Prelúdios de Chopin (CBS) recebeu o Prêmio Edison. Desde 2001, grava com exclusividade para o selo DECCA, pelo qual lançou seis elogiadíssimos álbuns: Chopin (2002), agraciado com os prêmios Diapason D´Or, Grand Prix de l´Académie Charles Cros, Choc du Monde de la Musique , 10 by Repertoire e Clássica; Schumann (2003); Chopin (2005), indicado como melhor gravação solo pelos prêmios Grammy, Diapason d´Or e Choc du Monde de la Musique ; concertos de Brahms (Gewandhaus de Leipzig/Riccardo Chailly) “Melhor do Ano” pela revista Grammophone; Beethoven (2007) e em 2008, Debussy. Seu álbum duplo com a gravação dos Noturnos de Chopin está previsto para ser lançado mundialmente em março de 2010.
Em sua carreira Nelson Freire tem sido agraciado com várias condecorações, como: Comendador da Ordem do Rio Branco em 1991; Comenda da Ordem do Mérito Cultural em 2000; Commandeur des Arts et des Lettres do governo francês em 2007; Comendador da Ordem do Ipiranga em 2009 do Governo de São Paulo; Distinguished Artist Award do International Society for the performing Arts 2009. Em 2002 foi nomeado Solista do Ano pela associação francesa Victoires de la Musique ,e em janeiro de 2005 foi agraciado com a distinção Victoire d´Honneur especial pelo conjunto de sua carreira. Em 2010 participou do júri do Concurso Chopin, em Varsóvia e ,em 2011 do Concurso Tchaikovski, em Moscou. Em 2001 ganhou o título Doutor Honoris Causa da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro.
A Sociedade Chopin do Brasil é uma Sociedade sem fins lucrativos filiada à International Federation of Chopin Societies - Varsóvia / Polônia. Fundada em 1994, seu concerto de inauguração no Theatro Municipal de São Paulo teve como convidado o pianista Nelson Freire. Oficializada em 1999, a Sociedade Chopin vem realizando eventos de alto nível artístico junto a prestigiosos espaços culturais do Brasil e tem como objetivo, divulgar a música erudita, formar platéias através de eventos voltados para comunidade, promover intercâmbios culturais, elaborar e executar projetos. Durante estes 11 anos de existência vem realizando eventos dando ênfase sobretudo a divulgação de Chopin e de seus maiores intérpretes tais como: Apresentação dos pianistas Nelson Freire e Martha Argerich na Sala São Paulo e em Porto Alegre , solistas no Festival de Campos de Jordão, Recital do pianista Nelson Freire no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Concertos da OSESP no Rio, e as séries de concertos Chopin por seus intérpretes, em Porto Alegre em comemoração dos 150 anos da morte de Chopin, Festival Chopin em Pernambuco e o Ciclo Chopin, em São Paulo.
Foi responsável pelo Concerto de inauguração do Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo onde apresentou o 1o prêmio Chopin de Varsóvia – Dang Thai Son e neste mesmo espaço realizou as séries Piano em nove terças, Viagem musical a terra dos czares, projeto de divulgação dos compositores e intérpretes russos e, como incentivo a novos talentos, a série Estrelas do Amanhã no CCBB de Brasília. Com algumas escolas de São Paulo, realizou o projeto educacional Conheça São Paulo pela música.
Atualmente em parceria com a pianista Maria João Pires, desenvolve projeto educacional na Bahia. Realizou em 2010 em parceria com a Sociedade Cultura Artística a abertura do Ano Chopin no Brasil que teve apresentações dos pianistas Nelson Freire e Maria João Pires.
Serviço:
Recital de Nelson Freire
Realização: Sociedade Chopin do Brasil
Dia 19 de dezembro, segunda-feira, às 21h
Local: Theatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo, s /n°
Bilheteria: 11.3397-0327
Site www.teatromunicipal.sp.gov.br)
Bilheteria: 11.3397-0327
Site www.teatromunicipal.sp.gov.br)
Preços dos ingressos: Setor I - R$300,00 / Setor II - R$240,00 / Setor III - R$180,00
Duração: 1h30
Lotação: 1530 lugares
Funcionamento da Bilheteria: 2ª a 6ª, das 10h às 19h, ou até o início do espetáculo. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h, ou até o início do espetáculo.
Vendas pelo Ingresso Rápido: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=18785 e (11) 4003-2050
Classificação etária: livre, recomenda-se a partir dos sete anos
Ar Condicionado – Acesso para portadores de necessidades especiais – Café
Assessoria de Imprensa/Sociedade Chopin do Brasil/Nelson Freire
Miriam Bemelmans - (11) 3034-4997 - (11) 9969-0416 - miriam@bemelmans.com.br
http://www.bemelmans.com.br
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Assessoria de imprensa/Programação do Theatro Municipal:
Manoel Carlos Jr. - manecojr@uol.com.br (11) 3667.9826 / 3663.1568 / 3661.2445
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