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sábado, 3 de dezembro de 2011

Oficina gratuita de IMPROVISO, em SP


Estão abertas as inscrições para a oficina gratuita:
O Improviso, um grande salto criativo


A oficina com coordenação de Caíca Alves acontece dia 09 de dezembro, das 14h às 18h na Oficina Cultural Oswald de Andrade.  As inscrições vão até dia 08 de dezembro e podem ser feitas na própria Oficina ou por e-mail (oswalddeandrade@oficinasculturais.org.br).

Serão abordadas técnicas de improvisação, além de laboratórios de corpo, voz e imaginação. A idéia é criar um micro-espetáculo improvisado com os participantes da oficina, partindo dos mesmos jogos teatrais que são pontos de partida para o espetáculo sucesso de público na Bahia e agora em cartaz no Teatro Itália em São Paulo, Alvoroço.

Currículo Caíca

É ator, autor e diretor, atuando no teatro baiano desde 1984. Integrou o elenco do espetáculo “Divinas Palavras” (Prêmio Shell/ 2000). Foi indicado ao prêmio Brasken de Teatro, na categoria melhor ator com os espetáculos “Esperando Godot” e “A Hora da Estrela”. Trabalhou como diretor junto a Ewald Hackler e Mera Vargens nos espetáculos de comemoração de aniversários do Teatro Castro Alves em Salvador. Desde 2005 integra o elenco de “Alvoroço”, espetáculo totalmente improvisado a partir de sugestões de platéia.



Público: Atores e estudantes de teatro
Inscrições: 18/11 a 08/12
Seleção: Primeiros inscritos (20 vagas)

Oficina Cultural Oswald de Andrade
Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – São Paulo
Tel.: 11 3221-5558/ 3222-2662
oswalddeandrade@oficinasculturais.org.br

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A CRIPTA DE POE estreiou esta semana



A CRIPTA DE POE

COMPANHIA NOVA DE TEATRO – 10 ANOS

A Cripta de Poe coroa o ano de comemorações de uma década de existência da Cia. Nova de Teatro, convergindo linguagens de teatro, dança, canto, vídeo, música eletrônica e moda.

O espetáculo multimídia será protagonizado pelo ator italiano Omero Affede, discípulo do italiano Antônio Fava e do russo  Anatoli Vassiliev.

A Cripta de Poe é um espetáculo multimídia, inspirado livremente no universo do poeta e escritor  “maldito” Edgar Allan Poe.

 “O Retrato Oval”, “Berenice”, “O Espectro”, “Ligéia” e “O Corvo” são a base da dramaturgia do espetáculo, concebido em formato “palco-instalação”, aliado a intervenções videográficas, ressaltando elementos repletos de suspense e fantasmagoria.

A base de toda a prosa de Poe apóia-se no fantástico das exacerbações da natureza humana: alucinações, mentes irrequietas e febris, personagens neuróticas, obsessivas; o duplo de cada homem.
  
O Teatro del Contagio é uma associação de artistas de Milão, fundada em 2006, que trata da concepção, produção e projetos artísticos relacionados à integração entre as artes e artistas de diferentes campos criativos. É dirigido por Carmen Chimienti e Omero Affede.

O projeto tem o apoio do Instituto Italiano di Cultura, Oficina Cultural Oswald de Andrade da Secretaria de Estado da Cultura, Centro Cultural São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura e Centro Cultural da Espanha..


SERVIÇO
Centro Cultural São Paulo – Espaço Cênico Ademar Guerra
Rua Vergueiro, 1.000 – Liberdade- São Paulo. Tel. 11 3397-4002
Quintas, sextas e sábados: 21h00
Domingos: 20h00

Temporada: 01 a 18 de dezembro
Classificação: 14 anos
80 lugares
Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada)
Venda de ingresso pela Internet  - Ingresso Rápido 

Panorama SESI de Dança 2011


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

s Gondoleiros - ópera cômica de 6 a 8/12

Foto Paulo Maron
NUO apresenta primeira audição brasileira
 Os Gondoleiros, de Gilbert e Sullivan



















Paulo Maron ousa na encenação: 25 bonecos são manipulados em cena.
A opereta será apresentada em São Paulo, no Teatro Maria Della Costa

O NUO (Núcleo Universitário de Ópera), dirigido pelo maestro PauloMaron, apresenta a ópera cômica inédita Os Gondoleiros, de William Gilbert e Arthur Sullivan, respectivamente libretista e compositor. A opereta será apresentada nos dias 6, 7 e 8 de dezembro (de terça a quinta-feira, às 20h30), no Teatro Maria Della Costa.

Esta é a nona montagem do NUO dedicada à obra da dupla britânica. Desta vez, a companhia faz um espetáculo ainda mais ousado utilizando 25 bonecos em cena que são manipulados no palco pelos cantores-atores. As cenas musicais em inglês (legendadas) são intercaladas por diálogos em português, muito bem construídos e cômicos: características que sempre fizeram jus à reputação dos autores.

Os Gondoleiros foi uma das últimas criações de Gilbert e Sullivan, artistas que dominaram o meio musical britânico, entre os anos de 1875 e 1896, com suas divertidas operetas que fazem até hoje grande sucesso onde quer que sejam montadas. Composta em 1889, Os Gondoleiros foi uma das óperas de maior sucesso da duplacom mais de 500 récitas consecutivas no Teatro Savoy, em Londres.

O Núcleo Universitário de Ópera é reconhecido como o único grupo estável de ópera da América Latina especializado em encenar obras Gilbert e Sullivan. O NUO é também pioneiro no trabalho operístico com jovens universitários, vindos das mais diversas faculdades de música. O trabalho de formação artística vai além da música: os jovens estudam interpretação e são submetidos a uma preparação corporal específica, formando um grupo atuante com performance totalmente particular. Anualmente, duas montagens são realizadas com sucesso pela companhia em teatros lotados de São Paulo e da região.

O enredo

A história de Os Gondoleiros é ambientada na Veneza do século XVIII, mas traz referências claras da realidade da Inglaterra Vitoriana na qual os autores viveram. No enredo, os irmãos Marco e Giuseppe são gondoleiros que decidem escolher suas noivas em um jogo de cabra cega. Enquanto isso, o Duque de Plaza Toro, um nobre desprovido de dinheiro, chega à Veneza, acompanhado da esposa, do criado Luis e da filha Casilda. Desde a infância, a jovem Casilda é noiva prometida do herdeiro do Reino de Barataria, cujo paradeiro é desconhecido. Mas o terrível inquisitor Don Alhambra Del Bolero acredita que o herdeiro perdido seja um dos irmãos gondoleiros. Dante desta possibilidade, Luis e Casilda ficam extremamente preocupados, pois estão apaixonados um pelo outro.

Este é o argumento que abre caminho para uma série de qüiproquós da pitoresca história, onde os diálogos são carregados de humor. Nesta opereta, as composições de Sullivan trazem novos elementos para enriquecer a atmosfera cômica do espetáculo: ele lança mão de recursos musicais de “sabor” italiano e espanhol para criar a ambientação veneziana e do Reino de Barataria, fazendo desta uma das partituras mais belas e bem orquestradas do autor.

Ficha técnica
Ópera cômica em dois atos: Os Gondoleiros
De: William S. Gilbert (libretto) e Arthur S. Sullivan (música)
Encenação, diretor musical e direção de arte: Paulo Maron
Preparação corporal e coreografias: Marília Velardi
Cenografia e design dos bonecos: Paulo Maron
Coro e Orquestra do Núcleo Universitário de Ópera (NUO)
Produção e realização: NUO - http://nucleodeopera.blogspot.com
Personagens/intérpretes
Duque de Plaza Toro: Gustavo Lassen (baixo)
Duquesa de Plaza Toro: Angélica Menezes (mezzosoprano)
Casilda: Alexandra Liambos (soprano)
Luiz: André Estevez (tenor)
Dom Alhambra Del Bolero: Johnny França (barítono)
Marco Palmieri: Caio Oliveira (tenor)
Giuseppe Palmieri: Luis Fidelis (barítono)
Gianetta: Laura Duarte (soprano)
Tessa: Natália Capucim (soprano)
Serviço
Dias 6, 7 e 8 de dezembro – terça, quarta e quinta – às 20h30
Teatro Maria Della Costa (370 lugares)
Rua Paim, 72 - Bela Vista – São Paulo/SP - Tel: 3256-9115
Ingressos: R$ 40,00 (meia: R$ 20,00) - Bilheteria: qui. (14h às 19h), sex. (14h às 21h30), sab. (14h às 22h30) e dom. (14h às 20h) - Aceita dinheiro, cheque, cartões de débito e crédito - Duração: 90 min (c/ intervalo de 10 min) - Classificação etária: 7 anos.  

 

Assessoria de imprensa – Verbena Comunicação
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – eliane@verbena.com.br