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sábado, 19 de novembro de 2011
Show - Tania Maria & Trio - SESC Vila Mariana
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| foto de Jean-Baptiste Poulain |
Estrela internacional do jazz, a brasileira radicada na França, Tania Maria faz show no dia 23 de novembro, quarta-feira, noSESC Vila Mariana, às 21 horas.
A pianista, cantora e compositora mostra o tempero que resulta da mistura de ingredientes da música brasileira com a universalidade e suingue do jazz. Não há como não se render ao seu ritmo e originalidade. Tania Maria (piano e voz) promete momentos de puro talento, improvisos e virtuosismo, acompanhada por Nahame Casseb na bateria, Marcos Paiva no baixo acústico e Gó do Trombone.
No programa do show, composições próprias como “Tempo – Essencial”, “Funky Tamborim”, “Valeu”, “Euzinha”, “CoracãoNegro”, “Digadum-Dum (Papai S’embala)”, “Bom Bom Bom Tchi Tchi Tchi”, “Johny Demais” e ‘Dear Dee Vee”, além de parcerias com Regina Werneck (“Come WithMe”) e Lesley Carter (“It’s Only Love”). Músicas de Tom Jobim e Luiz Bonfá (“A Chuva Caiu”), Consuelo Velásquez (“Besame Mucho”) e Nelson Cavaquinho (“Folhas Secas”) também prometem contagiar o palco e a plateia.
Dia 23 de novembro – quarta – às 21 horas
Show: Tania Maria & Trio
SESC Vila Mariana (Teatro) - www.sescsp.org.br
Rua Pelotas, 141 - Vila Mariana/SP – Tel: (11) 5080-3000
Ingressos em todas as unidades do SESC: R$ 24,00 (inteira); R$ 12,00 (usuário inscrito, +60 anos, estudante e professor da rede pública); R$ 6,00 (trabalhador no comércio de bens e serviços matriculado no SESC e dependentes). Duração: 1h15. Capacidade: 608 lugares. Não recomendado p/ menores de 12 anos.Estacionamento: a partir de R$ 3,00.
Tania Maria
Tania Maria, pianista, cantora e compositora, nasceu em São Luiz do Maranhão, em 9 de maio de 1948, mas foi para Volta Redonda (RJ) aos dois anos. Começou a estudar piano ainda criança por influência de seu pai, também músico, e na adolescência já se destacava por sua maneira de tocar, tanto que ganhou um concurso oferecido por Ary Barroso. Logo sua carreira desabrochou em clubes de jazz do Rio de Janeiro e de São Paulo, período em que gravou discos como Tania Maria e Seu Conjunto – Pra Dançar, Apresentamos Tania Maria eOlha Quem Chega, que não tiveram muita repercussão no Brasil. Convidada para inaugurar um clube de Jazz em Paris, logo seus concertos se tornaram sucessos na Europa, onde passou a viver e tocar para um exigente público que se rendeu ao seu ritmo e à sua identidade ao piano.
Seus improvisos no scat e sua maneira, muitas vezes ácida, de tocar revelaram uma compositora nata, cuja música vinha cheia de emoções e notas inumeráveis. Com seus álbuns sendo lançados na Europa (Barclay), Tania Maia envereda pelos festivais de jazz, muda-se para os EUA, onde assina com a gravadora Concord, e lança álbuns como Piquant e Taurus, entre outros. Em 1997, ela retorna à Paris, onde reside atualmente. Com mais de 25 discos gravados pelo mundo, Tania faz concertos nos principais festivais de jazz do mundo, como Tóquio, Nova Orleans e Nice, há mais de três décadas.
Depois de 30 anos sem qualquer tipo de apresentação no Brasil, Tânia Maria foi convidada, em 2005, para um projeto Mulheres do Brazil, no SESC Pompeia, que apresentou cantoras e compositoras brasileiras com carreira no exterior, deixando a plateia de queixo caído. Depois desse reencontro com a Pátria, ela voltou em 2007 e em 2008 para diversas apresentações, em São Paulo. Ainda pouco conhecida do grande público brasileiro, seus álbuns não são vendidos no Brasil, mas pode ser facilmente encontrados na internet.
Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 - verbena@verbena.com.br
Assessoria de Imprensa do SESC Vila Mariana:
Tel: (11) 5080-3011 – imprensa@vilamariana.sescsp.org.br
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
LUCÉLIA SANTOS em ALGUEM ACABA DE MORRER LÁ FORA
| Fotos: Paula Kossatz |
Lucélia Santos retorna à São Paulo com texto de Jô Bilac, dirigida por Pedro Neschling
Estreia dia 12 de novembro no SESC Belenzinho
Curta Temporada
Em sua volta aos palcos paulistanos, Lucélia Santos realizou um feliz encontro com dois jovens talentos: Pedro Neschling, seu filho, que a dirige pela primeira vez no teatro; e Jô Bilac, jovem autor contemporâneo, cujos textos são dos mais montados de sua geração.
“Estou disposta a encenar essa peça com a perspectiva de interagir artisticamente com Jô Bilac e Pedro Neschling, ambos com menos de 30. Será a primeira vez que Pedro, meu filho, me dirige e é o nosso primeiro encontro no teatro, o que é pra mim uma grande emoção. E quanto ao Jô, eu creio que ele será o grande dramaturgo brasileiro nos próximos anos”, finaliza empolgada a atriz.
O texto escolhido foi a comédia Alguém acaba de morrer lá fora, que faz forte crítica à superficialidade das relações humanas.
Para Jô Bilac a peça fala dos encontros na vida, do misterioso acaso, da sorte, do destino, da lei da atração, do imprevisto, da violência e da festa que é o milagre de estar vivo. “Penso que entre outras coisas, o texto fala sobre o nada. Sim, o insustentável nada entre mim e o outro, o nada dentro dos diálogos vazios e repetitivos que só se estendem por pura cortesia ao outro numa convenção sem grandes significados”, comenta o autor.
Três estranhos em um bar café, cada um em uma mesa esperando por seu encontro secreto. Cláudio (Ricardo Santos), um homem solteiro em busca do amor que espera uma mulher com uma rosa na mão. Laura (Lucélia Santos), misteriosa e voluntariosa, espera acertar as contas com alguém que está para chegar. Marcela (Vitória Frate), jovem professora de inglês insatisfeita com a vida que leva, espera a sua irmã com quem divide um conjugado no centro da cidade.
O que esses três personagens têm em comum é o vazio que toma suas perspectivas, a forma como fantasiam a realidade para tornar suportável a banalidade que se tornou a vida de cada um ali.
Temos ainda Dodô (Pedro Nercessian), um jovem garçom atrevido, que diz o que pensa, e a Morte, personagem presente que em cada rodada elege um vencedor para sua implacável sentença.
Segundo Pedro Neschling, “vivemos num tempo de banalização de tudo. Das relações humanas, do respeito ao próximo, da importância das próprias atitudes, das consequências dos nossos atos, da vida”. Neschling considera Alguém acaba de morrer lá fora um texto requintado em sua forma e primoroso em seu acabamento, numa espécie de mash-up de Nelson Rodrigues com Quentin Tarantino. “Alguém sempre acaba de morrer lá fora. E no fim nós somos qualquer um destes que morrem ou que são afetados por esses que acabam de morrer lá fora”, afirma o diretor. Neschling, além de Alguém acaba de morrer lá fora, está com o espetáculo Um número em cartaz no Rio de Janeiro. No drama, sucesso de crítica, ele dirigiu Pedro Paulo Rangel.
Alguém acaba de morrer lá fora
Sesc Belenzinho (392 lugares)
Rua Padre Adelino, 1.000. - Tel. 2076.9700
Informações da bilheteria: ingressoSESC. Você pode comprar os ingressos a partir das 14h do dia 01/11. Consulte a lista de pontos de venda e escolha a que estiver mais perto de você www.sescsp.org.br/belenzinho.
Formas de pagamento: Dinheiro e cheque (à vista); cartões: Visa, Visa Electron, Mastercard, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Diners Club International (crédito e débito).
Estacionamento R$ 6 e R$ 3 (para matriculados no Sesc).
Sextas e Sábados às 21h; Domingos às 18h
Ingressos: R$ 32
R$ 16 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino).
R$ 8 (trabalhador no comércio e serviço matriculado no SESC e dependentes).
Duração: 70 minutos
Recomendação: 12 anos
Estreia dia 12 de novembro
Curta Temporada: até dia 11 de dezembro
Ficha Técnica
Elenco: Lucélia Santos, Pedro Nercessian, Ricardo Santos e Vitória Frate
Texto: Jô Bilac
Direção: Pedro Neschling
Assistente de direção: Karla Dalvi
Cenário: Nello Marrese
Figurino: Antônio Medeiros
Luz: Adriana Ortiz
Direção de movimento: Toni Rodrigues
Trilha sonora: Pedro Neschling e Rodrigo Marçal
Programação visual: Roberta de Freitas
Fotografia: Paula Kossatz
Assistente de produção: Jenny Mezencio
Produção executiva: Letícia Napole
Coordenação de produção: Beto Bk
Direção de produção: Giba Ka
Idealização: Breno Sanches e Lucélia Santos
Produção: Nhock Produções
Realização: SESC SP
Núcleo Experimental reestreia O Contrato em novembro e prepara novidades para 2012
Núcleo Experimental reestreia O Contrato em novembro e prepara novidades para 2012
Direção de Zé Henrique de Paula, a comédia discute as relações de poder no ambiente de trabalho com tom cínico e sarcástico de Mike Bartlett. O Núcleo Experimental também se prepara para estrear terceira peça da Trilogia da Guerra (Bichado) e mais dois espetáculos em 2012
Em preparação para estrear Bichado (a terceira peça da Trilogia da Guerra) e mais duas peças em 2012, o Núcleo Experimental volta em cartaz com a comédia O Contrato. O espetáculo - sobre as relações de poder no ambiente de trabalho – reestreia dia 11 de novembro, sexta-feira, às 21h30, no Instituto Capobianco. Texto de Mike Bartlett tem direção de Zé Henrique de Paula e Sérgio Mastropasqua e Renata Calmon no elenco.
Enquanto O Contrato retoma temporada, o Núcleo Experimental está em processo de seleção de elenco para a nova peça Bichado, do autor norte-americano Tracy Letts, que deve estrear em março. “Entre mais de 200 inscritos, selecionei 15 atores que participarão de uma oficina, coordenada por mim e pela Inês Aranha”, conta o diretor Zé Henrique de Paula. A peça é a terceira parte da Trilogia da Guerra - a primeira parte foi As Troianas - Vozes da Guerra e a segunda foi Casa / Cabul.
As novidades do Núcleo Experimental e do diretor Zé Henrique de Paula não param por aí. “Em 2012, dirijo mais duas peças: After Miss Julie, de Patrick Marber (com Caco Ciocler e Patricia Pichamone) e Ou você poderia me beijar, de Neil Bartlett (com Marco Antonio Pâmio e Clara Carvalho)”.
O CONTRATO
A montagem brasileira de O Contrato preserva o tom cínico, às vezes sarcástico, do texto de Bartlett, investindo no jogo entre os atores Sergio Mastropasqua e Renata Calmon para explorar a fundo o tema das fronteiras tênues entre o universo pessoal e a vida profissional.
Com cenas que mostram o humor negro do autor inglês, a ação concentra-se num único ambiente: o escritório asséptico e impessoal onde o Gerente submete sua funcionária Emma a uma série de provações. Fazendo valer sua posição, ele manipula e inferniza a vida de sua funcionária, que a tudo resiste em nome do salário mensal. E o final é surpreendente!
Além do riso, o espetáculo provoca na plateia questionamentos cada vez mais pertinentes na atualidade. Quanto vale um emprego? Dignidade pode ser comprada? Quanto há de Gerente, ou de Emma, dentro de cada um de nós? Emma tem sua vida pessoal invadida e dissecada por uma espécie de versão corporativa de Big Brother orwelliano – nada, nem os aspectos mais íntimos da existência da funcionária escapam ao olhar do Gerente.
Para o diretor Zé Henrique, a peça tem “ecos próximos do Teatro de Absurdo, às vezes com reminiscências de Ionesco ou Tardieu (especialmente no que se refere à linguagem)”. De acordo com ele, “trata-se de uma dissecação da funcionária Emma que, em 14 cenas, é exposta a um Grande Irmão orwelliano, em versão capitalista e corporativa. O Gerente, mais do que investigar ou reprimir o comportamento da funcionária, perscruta o comportamento amoroso de Emma, numa espécie de raio-x que expõe a funcionária ao que pode haver de pior no ambiente das grandes corporações: humilhação, aliciamento, manipulação, assédio, chantagem’.
O ator Sergio Mastropasqua completa: “Num tempo em que se fala de recessão, crise global, desmoronamento dos mercados, o medo e a impotência do funcionário se refletem numa obediência cega, humilhada e ignorantemente subserviente a quaisquer exigências, por mais absurdas que possam parecer. O poder e a importância do dinheiro na vida de um funcionário comum determinam sua predisposição, às vezes voluntária, a fazer de tudo pelo bem da empresa. E garantir seu posto, seu salário e sua baia”.
A comparação com a distopia de Orwell não é ao acaso. Ao resenhar a obra para o guia Time Out, o jornalista Andrew Hayton comentou: "No final de seus 50 minutos de duração, a peça O Contrato, de Mike Bartlett, que começa como uma aguda sátira dos regulamentos para o espaço do trabalho, torna-se um '1984' dos tempos atuais".
Vencedor do Olivier Award de 2010, com a peça Cock, encenada pelo Royal Court Theatre, Mike Bartlett é uma força emergente da nova dramaturgia inglesa. Sua obra Contractions é de 2008 e tem sua origem numa peça radiofônica, também de sua autoria, Love Contract. Reflexo de um período em que a crise global ameaçava derrubar mercados europeus em efeito dominó, a peça traz uma reflexão sobre o clima de ansiedade instaurado pela recessão, o que se reflete no pavor coletivo dos trabalhadores diante da ameaça do desemprego.
Com 5 anos de tablado, o Núcleo Experimental tem seis peças produzidas (Senhora dos Afogados, Cândida, O Livro dos Monstros Guardados, As Troianas-Vozes da Guerra, Casa/Cabul e O Contrato) e se prepara para estrear mais três (Bichado, After Miss Julie e Ou você poderia me beijar), fez 485 apresentações, contabiliza mais de 49 mil espectadores diretos e foi indicado a 13 prêmios.
"A encenação de Zé Henrique de Paula vai além do óbvio humor negro inerente ao original. Nesse jogo, sobressai uma curiosa movimentação gestual, simultânea às falas, que sobrepuja a própria trama. Evidente que esse resultado deve muito ao desempenho de Sergio Mastropasqua, como o chefe inquisidor, e de Renata Calmon como a infeliz subordinada. A montagem brasileira de 'O Contrato' enriquece o texto e comprova o talento de seu encenador.”
Luiz Fernando Ramos (crítico de teatro da Folha de São Paulo)
O CONTRATO – Reestreia dia 11 de novembro de 2011. No Instituto Capobianco. De 11 de novembro a 11 de dezembro. Sextas às 21h30; sábado às 21h e domingo às 19h. Ingressos: R$ 30. Texto: O Contrato, de Mike Bartlett. Direção: Zé Henrique de Paula. Tradução: Renata Calmon. Assistente de direção: Beto Amorim. Elenco: Sergio Mastropasqua e Renata Calmon. Trilha original: Fernanda Maia. Preparação de atores: Inês Aranha. Cenografia e Figurinos: Zé Henrique de Paula. Assistente de Cenografia e figurinos: Cy Teixeira. Iluminação: Fran Barros. Fotos: Ronaldo Gutierrez e Bob Sousa. Produção executiva: Gabriela Germano. Administração: Claudia Miranda. Produção: Firma de Teatro. Assessoria de Imprensa – Arteplural Comunicação/ Fernanda Teixeira, Adriana Balsanelli, Douglas Picchetti. Censura 14 anos. Duração: 60 minutos.
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| Fotos Ronaldo Gutierrez |
INSTITUTO CULTURAL CAPOBIANCO – Rua Álvaro de Carvalho, 97, Centro, fones (11) 3237-1187 e begin_of_the_skype_highlighting (11) 3237-1187 end_of_the_skype_highlighting. Horário de funcionamento: das 14h às 22h. Ar condicionado e acesso para deficientes. www.institutocapobianco.org.br.
Recitais Eubiose apresentam João Antonio Parizoto Filho
No dia 19 de novembro, sábado, às 20h, acontece a apresentação do pianista João Antonio Parizoto Filho. No programa, obras de Schumann, Liszt, Grieg, Adelaide Pereira da Silva e Debussy. Ingressos a R$ 20,00 e R$ 10,00 (Meia-entrada para terceira idade, estudantes, e associados).
João Antonio Parizoto Filho esteve presente com Ciro Gonçalves Dias Jr. na Semana Guiomar Novaes que aconteceu em outubro na Sociedade Brasileira de Eubiose. Os dois são especialistas de Guiomar Novaes e desde 1996 são convidados a apresentar anualmente palestras sobre a nossa pianista na The Juilliard School, a mais célebre universidade de música de Nova York.
No dia 17 de dezembro, os Recitais Eubiose apresentam o trio Luíz Fïlíp (violinista), Thaís Coelho (violista) e Salvatore Percacciolo (pianista).
A Sociedade Brasileira de Eubiose sempre esteve ligada às atividades artísticas como música, canto, exposições e teatro. Além dos Recitais Eubiose, a Sociedade promove cursos, palestras, master-classes e workshops de temas variados.
Programa de João Antônio Parizoto Filho
Adelaide Pereira da Silva: Valsa-Chôro No. 2 (dedicada à João Antonio Parizoto-Filho);
R. Schumann: Pappilons, Op. 2;
F. Liszt: Zwei Lieder von Robert Schumann, S. 568/566;
E. Grieg: Noturno, Op. 54 nº 4;
C. Debussy: Suite Bergamasque, L. 75 (Prelude [tempo rubato], Menuet [andantino], Clair de Lune [andante, très expressif], Passepied [allegretto, ma non troppo])
Paulista da cidade de Lins, João Antônio Parizoto Filho iniciou seus estudos musicais em Barra Bonita, tendo seus primeiros professores Beatriz Battaiola, Gláucio Munduruca e Nely de Alencar. Em 1989, após sua participação do I Concurso Nacional de Piano de Barra Bonita - “Homenagem a Guiomar Novaes”, reiniciou seus estudos de piano em São Paulo sob a orientação de Ciro Gonçalves Dias Jr., Presidente do Júri da competição, e de quem tornou-se seu assistente em 1992.
Graduou-se em Piano na Faculdade de Artes Alcântara Machado, após cursar a Faculdade de Direito da mesma mantenedora, tendo estudado com as pianistas Regina Normanha Martins e Marisa Rosana Lacorte, naquela ocasião, e é Membro-Fundador e Vice-Presidente da “Sociedade da Memória do Piano no Brasil”, fundada por Ciro Gonçalves Dias Jr., tem atuado também como Curador da “The Guiomar Novaes Research Foundation", "The Guiomar Novaes Society”, e foi convidado a integrar o Conselho Executivo da “Fundação João de Souza Lima”.
Vem participando ativamente das inúmeras atividades ministradas por seu professor nos U. S. A. desde 1996, e convidado a freqüentar anualmente as classes dos renomados professores David Dubal e Jerome Lowenthal, na The Juilliard School of Music. Ainda em New York, privou musicalmente com os decanos pianistas Constance Keene, Leonid Hambro e Ruth Slenczynska, cujas personalidades ímpares tiveram uma grande significação e impacto em sua formação artística.
Em sua última visita a “The Juilliard”, apresentou à pedido de David Dubal o seu arranjo da Paulistana No. 1 de Cláudio Santoro para a sua classe da Evening Division, com grande sucesso. Recentemente, apresentou recitais exclusivamente dedicados à música brasileira nos USA, nas cidades de Delmar/Albany, Brooklyn e New York, e no Japão, em Yokohama – Kanagawa, no Ikeda Hall e no famoso Himawari-Sato Hall.
Suas constantes incursões camerísticas incluem duos com os pianistas brasileiros Ciro Gonçalves Dias Júnior, Helena Marcondes Machado, Emma Luiza Souza Lima e o trombonista Elber Ramos Bonfim. Nos U. S. A., tem apresentado recitais a dois pianos com o pianista norte-americano William Jones
A Sociedade Brasileira de Eubiose aprofunda, através de cursos e práticas, o estudo da Cosmogênese (origem dos universos) e da Antropogênese (origem do homem) para o oferecimento de subsídios com vistas a uma construção crítica do autoconhecimento ancorada no crescimento coletivo e na fraternidade universal dentro de uma visão espiritualista comprometida com a realidade. Com esse foco se dedica também a ações sociais, culturais e artísticas.
http://www.recitaiseubiose.com.br/
Serviço:
Dia 19 de novembro, sábado, às 20h
João Antônio Parizoto Filho (piano)
Recitais Eubiose na Sociedade Brasileira de Eubiose
Sala Henrique José de Souza (201 lugares)
Av. Lacerda Franco, 1059
Aclimação
Tel: 3208-9914 / 3208-6699
Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (Meia-entrada para terceira idade, estudantes, e associados)
Retirar os ingressos até uma hora antes do recital. Antecipadamente após as 14h30, por telefone, ou por email contato@recitaiseubiose.com.br
Adquira seu ingresso on-line pelo site www.recitaiseubiose.com.br
Estacionamento conveniado no número 1074 até às 23h.
No dia 19 de novembro, sábado, às 20h, acontece a apresentação do pianista João Antonio Parizoto Filho. No programa, obras de Schumann, Liszt, Grieg, Adelaide Pereira da Silva e Debussy. Ingressos a R$ 20,00 e R$ 10,00 (Meia-entrada para terceira idade, estudantes, e associados).
João Antonio Parizoto Filho esteve presente com Ciro Gonçalves Dias Jr. na Semana Guiomar Novaes que aconteceu em outubro na Sociedade Brasileira de Eubiose. Os dois são especialistas de Guiomar Novaes e desde 1996 são convidados a apresentar anualmente palestras sobre a nossa pianista na The Juilliard School, a mais célebre universidade de música de Nova York.
No dia 17 de dezembro, os Recitais Eubiose apresentam o trio Luíz Fïlíp (violinista), Thaís Coelho (violista) e Salvatore Percacciolo (pianista).
A Sociedade Brasileira de Eubiose sempre esteve ligada às atividades artísticas como música, canto, exposições e teatro. Além dos Recitais Eubiose, a Sociedade promove cursos, palestras, master-classes e workshops de temas variados.
Programa de João Antônio Parizoto Filho
Adelaide Pereira da Silva: Valsa-Chôro No. 2 (dedicada à João Antonio Parizoto-Filho);
R. Schumann: Pappilons, Op. 2;
F. Liszt: Zwei Lieder von Robert Schumann, S. 568/566;
E. Grieg: Noturno, Op. 54 nº 4;
C. Debussy: Suite Bergamasque, L. 75 (Prelude [tempo rubato], Menuet [andantino], Clair de Lune [andante, très expressif], Passepied [allegretto, ma non troppo])
Paulista da cidade de Lins, João Antônio Parizoto Filho iniciou seus estudos musicais em Barra Bonita, tendo seus primeiros professores Beatriz Battaiola, Gláucio Munduruca e Nely de Alencar. Em 1989, após sua participação do I Concurso Nacional de Piano de Barra Bonita - “Homenagem a Guiomar Novaes”, reiniciou seus estudos de piano em São Paulo sob a orientação de Ciro Gonçalves Dias Jr., Presidente do Júri da competição, e de quem tornou-se seu assistente em 1992.
Graduou-se em Piano na Faculdade de Artes Alcântara Machado, após cursar a Faculdade de Direito da mesma mantenedora, tendo estudado com as pianistas Regina Normanha Martins e Marisa Rosana Lacorte, naquela ocasião, e é Membro-Fundador e Vice-Presidente da “Sociedade da Memória do Piano no Brasil”, fundada por Ciro Gonçalves Dias Jr., tem atuado também como Curador da “The Guiomar Novaes Research Foundation", "The Guiomar Novaes Society”, e foi convidado a integrar o Conselho Executivo da “Fundação João de Souza Lima”.
Vem participando ativamente das inúmeras atividades ministradas por seu professor nos U. S. A. desde 1996, e convidado a freqüentar anualmente as classes dos renomados professores David Dubal e Jerome Lowenthal, na The Juilliard School of Music. Ainda em New York, privou musicalmente com os decanos pianistas Constance Keene, Leonid Hambro e Ruth Slenczynska, cujas personalidades ímpares tiveram uma grande significação e impacto em sua formação artística.
Em sua última visita a “The Juilliard”, apresentou à pedido de David Dubal o seu arranjo da Paulistana No. 1 de Cláudio Santoro para a sua classe da Evening Division, com grande sucesso. Recentemente, apresentou recitais exclusivamente dedicados à música brasileira nos USA, nas cidades de Delmar/Albany, Brooklyn e New York, e no Japão, em Yokohama – Kanagawa, no Ikeda Hall e no famoso Himawari-Sato Hall.
Suas constantes incursões camerísticas incluem duos com os pianistas brasileiros Ciro Gonçalves Dias Júnior, Helena Marcondes Machado, Emma Luiza Souza Lima e o trombonista Elber Ramos Bonfim. Nos U. S. A., tem apresentado recitais a dois pianos com o pianista norte-americano William Jones
A Sociedade Brasileira de Eubiose aprofunda, através de cursos e práticas, o estudo da Cosmogênese (origem dos universos) e da Antropogênese (origem do homem) para o oferecimento de subsídios com vistas a uma construção crítica do autoconhecimento ancorada no crescimento coletivo e na fraternidade universal dentro de uma visão espiritualista comprometida com a realidade. Com esse foco se dedica também a ações sociais, culturais e artísticas.
http://www.recitaiseubiose.com.br/
Serviço:
Dia 19 de novembro, sábado, às 20h
João Antônio Parizoto Filho (piano)
Recitais Eubiose na Sociedade Brasileira de Eubiose
Sala Henrique José de Souza (201 lugares)
Av. Lacerda Franco, 1059
Aclimação
Tel: 3208-9914 / 3208-6699
Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (Meia-entrada para terceira idade, estudantes, e associados)
Retirar os ingressos até uma hora antes do recital. Antecipadamente após as 14h30, por telefone, ou por email contato@recitaiseubiose.com.br
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Estacionamento conveniado no número 1074 até às 23h.
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