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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
estreia - 'Três Homens Baixos'
Cia Balangandança traz debate e oficinas sobre dança contemporânea infantil. Grátis
A Balangandança Cia está com o projeto Gira Gira-Balangandança Em Movimento que tem como objetivo mostrar que dança contemporânea e o universo infantil estão mais do que conectados. Além das apresentações com o espetáculo Dança Em Jogo - Exercícios Cênicos no SESC Bom Retiro até 2 de novembro, o grupo organiza o II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural com debate (25/10) e oficinas (26 e 27/10) com a participação de especialistas na área e mediação de Geórgia Lengos, diretora da Balangandança. A meta é discutir e trocar experiências sobre temas relacionados ao movimento do corpo das crianças..
Expansão de conhecimento
Com o debate e as oficinas, o projeto também tem objetivo de expandir o conhecimento no II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural. “Essa é uma oportunidade de refletir sobre essa linguagem, construir público, uma forma de gerar uma troca de experiências enriquecedoras”, diz Georgia Lengos.
A diretora enfatiza que a ação da Balangandança Cia é pioneira e fez com que se criasse um olhar para a dança contemporânea no universo infantil. O grupo já mostrou seu trabalho nos estados da Bahia, Pernambuco, Maranhão, Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de países como Chile, Portugal e Finlândia. Para registrar as atividades foi criado um blog dancaemjogo.wordpress.com. Nele também são encontradas mais informações sobre as atividades cênicas do grupo e funciona como uma extensão do projeto ao propor reflexões e ações do Gira Gira.
A iniciativa também tem a intenção de atingir os adultos como pais, educadores e outros artistas. “Eles são importantes para a formação das crianças e podem conhecer um novo viés sobre a dança contemporânea”, finaliza Georgia.
Programação debates e oficinas
II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural
DEBATE
Com Renata Meirelles, Helena Katz e Lenira Rengel. Mediação Georgia Lengos.
Dia 25 de outubro, terça-feira, das 19hs às 22hs com mediação de Georgia Lengos
O Brincar: Renata Meirelles
Nesse encontro irá apresentar seu olhar para o brincar de crianças das mais diversas regiões brasileiras, em um encontro de semelhanças presentes na diversidade cultural. Renata Meirelles é educadora, autora do livro Giramundo e outros brinquedos e brincadeiras dos meninos do Brasil, vencedor do Prêmio Jabuti, diretora de filmes sobre a criança brasileira.
Improvisação: Helena Katz
O que acontece no corpo quando ele improvisa? A proposta é pensar sobre as ignições que fazem o corpo misturar o que ele já conhece com o que ainda não conhece articulando duas situações:
1ª) trabalhando a partir da formação de hábitos; 2ª) propondo a dança como o pensamento do corpo. Helena Katz é professora no Curso Comunicação das Artes do Corpo e no Programa em Comunicação e Semiótica da PUC/SP e crítica de dança do jornal O Estado de S. Paulo.
Dança para Crianças: Lenira Rengel
Propor uma dança para as crianças e que os adultos sejam capazes de entendê-las, o que fazem/pensam/sentem, a partir de seus próprios pontos de vista. Lenira Rengel é Especialista na Arte de Movimento de Rudolf Laban. Professora da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Doutora em Comunicação e Semiótica, PUC/SP, Mestre em Artes/Dança, UNICAMP, Bacharel em Direção Teatral , ECA/USP.
TRIÂNGULO DE OFICINAS
Dia 26 de outubro, quarta-feira, das 14hs às 17hs
Dança em jogo: processos criativos - Coordenação: Georgia Lengos
Aborda o processo criativo do espetáculo de improvisação Dança em Jogo - exercícios cênicos em que foram desenvolvidas diversas estratégias e jogos corporais a partir da conexão corpo interno /espaço, do corpo como brinquedo e da brincadeira como dança, da relação palavra/imagem/movimento, das associações livres e de memórias pessoais. Georgia Lengos é graduada em Dança pela UNICAMP. Desenvolve trabalhos com Dança e Educação desde 1991. Criou e dirige a Balangandança Cia. Integra a Cia Oito Nova Dança como criadora- intérprete e é professora de Dança do Ensino Fundamental do Colégio Oswald de Andrade.
Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 9h30 às12h30
Corpo – percepção e sensibilidade - Coordenação: Anderson Gouvêa
Pensando que o corpo da criança é permeável e sensível, esta oficina propõe uma vivência dos participantes baseada no primeiro estágio do desenvolvimento humano. Por meio dos sentidos e da percepção desenvolver a consciência motora e a possibilidade de transformá-la em expressão. Anderson Gouvêa é bailarino, performer e arte-educador, graduado pela Universidade Anhembi Morumbi, atua na Balangandança Cia. desde 2004. Trabalhou em diversas companhias desenvolvendo projetos nacionais e internacionais em parceria com diferentes artistas.
Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 14hs às 17hs
Brincadeira vira dança - Coordenação: Dafne Michellepis e Alexandre Medeiros
Nesta vivência teórica-prática, o adulto é convidado a refletir corporalmente a importância do movimento e do brincar na formação da criança. O corpo é visto integralmente e imerso em uma relação de trocas constantes consigo e com o ambiente. Dafne Michellepis é formada em Artes Corporais pela Unicamp. Integra a Balangandança Cia. desde a sua formação. Professora de dança no Atelier e Fundamental 1 da Escola Viva – SP. Coreografa para eventos e campanhas publicitárias. Alexandre Medeiros é Mestre em Comunicação e Semiótica e bacharel com habilitação em teatro e dança pelo curso Comunicação das Artes do Corpo, PUC/SP. Integra a Balangandança Cia. e atua também com as linguagens artísticas de palhaço e teatro de animação. É Artista Educador no Programa de Iniciação Artística (PIÁ) da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.
Para roteiro
II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural
Debate com Renata Meirelles, Helena Katz e Lenira Rengel. Mediação Georgia Lengos – Dia 25 de outubro, terça-feira, das 19hs às 22hs. Sala Vermelha - 70 vagas – Grátis - Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.
Triângulo de Oficinas
Dança em jogo: processos criativos - Coordenação: Georgia Lengos. Dia 26 de outubro, quarta-feira, das 14hs às 17hs. Sala Itaú Cultural - 20 vagas – Grátis. Inscrições pelo telefone 11 2168 -1876, a partir de 17/10. Oficina para bailarinos e estudantes de dança ou áreas afins.
Corpo – percepção e sensibilidade - Coordenação: Anderson Gouvêa. Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 9h30 à 12h30. Sala Itaú Cultural - 20 vagas – Grátis. Inscrições pelo telefone 11 2168 -1876, a partir de 17/10 - Oficina destinada a bailarinos e educadores.
Brincadeira vira dança - Coordenação: Dafne Michellepis e Alexandre Medeiros. Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 14hs às 17hs. Sala Itaú Cultural - 20 vagas - Inscrições pelo telefone 11 2168 -1876, a partir de 17/10 - Oficina para educadores e interessados na infância em geral.
Itaú Cultural - Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô - Tel. 11 2168 -1876 - Estacionamento com manobrista: R$ 8,00 meia hora, R$ 10,00 a primeira hora, R$ 5,00 a segunda hora, e R$ 4,00 por hora adicional. Carros utilitários: R$ 10,00 a primeira hora, R$ 4,00 a segunda, e R$ 3,00 por hora adicional. Estacionamento gratuito para bicicletas.
Fernanda Teixeira
Arteplural Comunicação
11. 3885-3671/ 9948-5355
Informações também com:
Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Douglas Picchetti – (11) 9814-6911
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
http://www.artepluralweb.com.br/
Twitter – www.twitter.com/arteplural
Facebook – Arteplural
Expansão de conhecimento
Com o debate e as oficinas, o projeto também tem objetivo de expandir o conhecimento no II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural. “Essa é uma oportunidade de refletir sobre essa linguagem, construir público, uma forma de gerar uma troca de experiências enriquecedoras”, diz Georgia Lengos.
A diretora enfatiza que a ação da Balangandança Cia é pioneira e fez com que se criasse um olhar para a dança contemporânea no universo infantil. O grupo já mostrou seu trabalho nos estados da Bahia, Pernambuco, Maranhão, Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de países como Chile, Portugal e Finlândia. Para registrar as atividades foi criado um blog dancaemjogo.wordpress.com. Nele também são encontradas mais informações sobre as atividades cênicas do grupo e funciona como uma extensão do projeto ao propor reflexões e ações do Gira Gira.
A iniciativa também tem a intenção de atingir os adultos como pais, educadores e outros artistas. “Eles são importantes para a formação das crianças e podem conhecer um novo viés sobre a dança contemporânea”, finaliza Georgia.
Programação debates e oficinas
II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural
DEBATE
Com Renata Meirelles, Helena Katz e Lenira Rengel. Mediação Georgia Lengos.
Dia 25 de outubro, terça-feira, das 19hs às 22hs com mediação de Georgia Lengos
O Brincar: Renata Meirelles
Nesse encontro irá apresentar seu olhar para o brincar de crianças das mais diversas regiões brasileiras, em um encontro de semelhanças presentes na diversidade cultural. Renata Meirelles é educadora, autora do livro Giramundo e outros brinquedos e brincadeiras dos meninos do Brasil, vencedor do Prêmio Jabuti, diretora de filmes sobre a criança brasileira.
Improvisação: Helena Katz
O que acontece no corpo quando ele improvisa? A proposta é pensar sobre as ignições que fazem o corpo misturar o que ele já conhece com o que ainda não conhece articulando duas situações:
1ª) trabalhando a partir da formação de hábitos; 2ª) propondo a dança como o pensamento do corpo. Helena Katz é professora no Curso Comunicação das Artes do Corpo e no Programa em Comunicação e Semiótica da PUC/SP e crítica de dança do jornal O Estado de S. Paulo.
Dança para Crianças: Lenira Rengel
Propor uma dança para as crianças e que os adultos sejam capazes de entendê-las, o que fazem/pensam/sentem, a partir de seus próprios pontos de vista. Lenira Rengel é Especialista na Arte de Movimento de Rudolf Laban. Professora da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Doutora em Comunicação e Semiótica, PUC/SP, Mestre em Artes/Dança, UNICAMP, Bacharel em Direção Teatral , ECA/USP.
TRIÂNGULO DE OFICINAS
Dia 26 de outubro, quarta-feira, das 14hs às 17hs
Dança em jogo: processos criativos - Coordenação: Georgia Lengos
Aborda o processo criativo do espetáculo de improvisação Dança em Jogo - exercícios cênicos em que foram desenvolvidas diversas estratégias e jogos corporais a partir da conexão corpo interno /espaço, do corpo como brinquedo e da brincadeira como dança, da relação palavra/imagem/movimento, das associações livres e de memórias pessoais. Georgia Lengos é graduada em Dança pela UNICAMP. Desenvolve trabalhos com Dança e Educação desde 1991. Criou e dirige a Balangandança Cia. Integra a Cia Oito Nova Dança como criadora- intérprete e é professora de Dança do Ensino Fundamental do Colégio Oswald de Andrade.
Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 9h30 às12h30
Corpo – percepção e sensibilidade - Coordenação: Anderson Gouvêa
Pensando que o corpo da criança é permeável e sensível, esta oficina propõe uma vivência dos participantes baseada no primeiro estágio do desenvolvimento humano. Por meio dos sentidos e da percepção desenvolver a consciência motora e a possibilidade de transformá-la em expressão. Anderson Gouvêa é bailarino, performer e arte-educador, graduado pela Universidade Anhembi Morumbi, atua na Balangandança Cia. desde 2004. Trabalhou em diversas companhias desenvolvendo projetos nacionais e internacionais em parceria com diferentes artistas.
Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 14hs às 17hs
Brincadeira vira dança - Coordenação: Dafne Michellepis e Alexandre Medeiros
Nesta vivência teórica-prática, o adulto é convidado a refletir corporalmente a importância do movimento e do brincar na formação da criança. O corpo é visto integralmente e imerso em uma relação de trocas constantes consigo e com o ambiente. Dafne Michellepis é formada em Artes Corporais pela Unicamp. Integra a Balangandança Cia. desde a sua formação. Professora de dança no Atelier e Fundamental 1 da Escola Viva – SP. Coreografa para eventos e campanhas publicitárias. Alexandre Medeiros é Mestre em Comunicação e Semiótica e bacharel com habilitação em teatro e dança pelo curso Comunicação das Artes do Corpo, PUC/SP. Integra a Balangandança Cia. e atua também com as linguagens artísticas de palhaço e teatro de animação. É Artista Educador no Programa de Iniciação Artística (PIÁ) da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.
Para roteiro
II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural
Debate com Renata Meirelles, Helena Katz e Lenira Rengel. Mediação Georgia Lengos – Dia 25 de outubro, terça-feira, das 19hs às 22hs. Sala Vermelha - 70 vagas – Grátis - Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.
Triângulo de Oficinas
Dança em jogo: processos criativos - Coordenação: Georgia Lengos. Dia 26 de outubro, quarta-feira, das 14hs às 17hs. Sala Itaú Cultural - 20 vagas – Grátis. Inscrições pelo telefone 11 2168 -1876, a partir de 17/10. Oficina para bailarinos e estudantes de dança ou áreas afins.
Corpo – percepção e sensibilidade - Coordenação: Anderson Gouvêa. Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 9h30 à 12h30. Sala Itaú Cultural - 20 vagas – Grátis. Inscrições pelo telefone 11 2168 -1876, a partir de 17/10 - Oficina destinada a bailarinos e educadores.
Brincadeira vira dança - Coordenação: Dafne Michellepis e Alexandre Medeiros. Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 14hs às 17hs. Sala Itaú Cultural - 20 vagas - Inscrições pelo telefone 11 2168 -1876, a partir de 17/10 - Oficina para educadores e interessados na infância em geral.
Itaú Cultural - Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô - Tel. 11 2168 -1876 - Estacionamento com manobrista: R$ 8,00 meia hora, R$ 10,00 a primeira hora, R$ 5,00 a segunda hora, e R$ 4,00 por hora adicional. Carros utilitários: R$ 10,00 a primeira hora, R$ 4,00 a segunda, e R$ 3,00 por hora adicional. Estacionamento gratuito para bicicletas.
Fernanda Teixeira
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Grupo OMSTRAB estreia novo espetáculo Cidade, dia 20 de outubro, na Galeria Olido
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| foto Gal Oppido |
Público poderá reconhecer o barulho de aeroporto e o som do vendedor ambulante nas ruas, entre outras situações. Pesquisa foi baseada no universo urbano de São Paulo. No palco, sete bailarinos e quatro músicos encenam o dia a dia do paulistano, com direção de Fernando Lee, direção musical de Eder O Rocha, direção de arte de Rodrigo Araújo (Bijari) e ensaio fotográfico de Gal Oppido.
Após percorrer os cinco cantos da cidade de São Paulo para se apropriar da sonoridade e movimentos do cotidiano do paulistano, o grupo OMSTRAB estreia seu novo espetáculo de dança CIDADE dia 20 de outubro, quinta-feira, às 20 horas, na Galeria Olido. Depois de quatro apresentações no Centro, a montagem tem sessões também nos dias 4, 5, 11 e 12 de novembro, na Sala Crisantempo, na Vila Madalena. A coreografia, com 7 bailarinos e 4 músicos em cena, lança um novo olhar sobre a capital paulista por meio da percepção de sons e movimentos que se perdem na vida cotidiana.
Com direção do bailarino e coreógrafo Fernando Lee, direção musical do percussionista Eder O Rocha (Mestre Ambrósio), direção de arte de Rodrigo Araújo (Bijari), direção de vídeo de Osmar Zampieri, ensaio fotográfico de Gal Oppido e figurino de Adriana Vaz Ramos, o OMSTRAB – que em, 2011, completou 16 anos - investiga a cidade, revelando situações e sonoridades presentes na metrópole.
Contemplado pelo Programa de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo da Secretaria Municipal de Cultura, o OMSTRAB buscou nas ruas a inspiração para os movimentos coreográficos após mapear as cinco zonas da capital paulistana (Sul, Norte, Leste, Oeste e Centro).
O Núcleo partiu em pesquisa de campo procurando estabelecer um diálogo direto com a metrópole, por meio da percepção de elementos sonoros e de movimentos que acabam se perdendo na urgência do dia-a-dia. “Buscamos reavaliar o lugar onde a gente vive, mora e trabalha e passamos a enxergar a cidade com outro olhar. O espetáculo foi concebido nas ruas, dialogando com a cidade e os moradores de São Paulo”, explica Fernando Lee. Durante a criação e montagem, os bailarinos foram estimulados a experimentar intensidades, gestos, respirações, movimentos e situações estabelecendo um diálogo direto, corporal e auditivo.
O processo de pesquisa e montagem durou sete meses e se deu em várias etapas. Primeiro, o OMSTRAB realizou pesquisa de campo observando os diferentes locais, tendo como norteadores aspectos culturais relevantes de cada um deles, como ambientação, características do espaço físico, dimensional, fontes sonoras, pessoas etc.
Em seguida, o grupo promoveu intercâmbio com um artista freqüentador ou residente influente na manifestação cultural local. Participaram dessa etapa os músicos Agnaldo Martins, da região Norte; Wanderlei Lucentini, da região Sul; Raberuan e Akira, da região Leste; Tião Carvalho, da região Oeste, e o fotógrafo Gal Oppido, do Centro. Posteriormente, o grupo voltou às regiões para realizar intervenções públicas nos espaços pesquisados.
O mapeamento do material e a compilação das experimentações em ensaios culminaram no espetáculo, integrando linguagens de dança, música, teatro e vídeo. "Realizamos observações e captações de sons característicos, comportamento e gestual de seus habitantes", explica Fernando Lee.
Assim, o público pode reconhecer o barulho do aeroporto, o aperto do metrô ou ônibus indo para o trabalho, o café da manhã, o vendedor ambulante das ruas e outras situações tão presentes na vida do paulistano. “Não se trata de um espetáculo descritivo, mas uma apropriação dos elementos e ambientação presentes na cidade,” ressalta Lee.
Sobre o OMSTRAB
Desde 1994, quando estreou seu primeiro espetáculo na Bienal de Lyon, o Núcleo OMSTRAB se dedica à pesquisa e produção cultural seguindo um conceito de integração de linguagens - dança contemporânea, música ao vivo e teatro - para a criação de um espetáculo contemporâneo. Ao longo de sua trajetória, recebeu importantes prêmios e representou o Brasil em Festivais e apresentações na Europa, Ásia, América do Norte e América Central. Paralelamente à criação artística, realiza regularmente um trabalho didático e de formação de público através de oficinas, aulas-espetáculo, debates e performances em espaços públicos, teatros de bairro, CEUs, Casas de Cultura e Universidades. O grupo pretende, ao longo de sua história, não só a formação de novas plateias e divulgação da dança, por meio da circulação com espetáculos de seu repertório, mas também a manutenção de seu núcleo artístico e realização de novas pesquisas, contribuindo para a difusão e diversidade da cultura brasileira e a democratização dos bens culturais de qualidade.
Entre os prêmios Destaque para: Prêmio Circulação de Dança - Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (2004), Prêmio Klauss Vianna - Funarte/Petrobras (2006, 2009 e 2010), ProAC - Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (2007, 2009, 2010 e 2011) 1º, 3º, 5º e 10º editais do Programa Municipal de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo (2006-2011).
Para roteiro:
Grupo OMSTRAB apresenta Cidade – Dias 20, 21, 22 e 23 na Galeria Olido - Quinta, sexta e sábado, às 20h e domingo, às 19 horas. Dias 4, 5, 11 e 12 na Sala Crisantempo. Sexta e sábado, às 21 horas.
Elenco - Fabiana Granusso, Fernando Lee, Marcio Greyk, Silvana de Jesus, Suzana Bayona e Vagner Cruz. Músicos - Lloyd Bonnemaison, Pedro Peu, Eder O Rocha e Thiago Duar. Aprendizes - Cláudia Nwabasili, Roges Doglas (elenco) e Daniel Lins (vídeo). Direção de vídeo - Osmar Zampieri. Direção de arte - Rodrigo Araújo. Direção musical - Eder O Rocha e Thiago Duar. Figurinos - Adriana Vaz Ramos. Fotos - Gal Oppido. Produção executiva - Andrea Pedro. Assistente de Produção - Nayane Pertile. Direção geral - Fernando Lee. Duração - 50 minutos. Faixa etária - Livre. Grátis.
GALERIA OLIDO - Av. São João, 473 - 2º andar - Centro - São Paulo – SP. Telefone: 3397-0171. Ingresso: Entrada Franca (retirada de ingresso uma hora antes do espetáculo). Acesso para deficiente. Sala Paissandu - Centro de Dança Umberto da Silva – Capacidade: 136 lugares.
SALA CRISANTEMPO - Rua Fidalda, 521 - Vila Madalena - São Paulo – SP. Telefone: (11) 3819.2287. Ingresso: Entrada Franca. Acesso para deficiente. Capacidade: 100 lugares.
ARTEPLURAL - Assessoria do espetáculo
Fernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9948-5355
Adriana Balsanelli - (11) 9245-4138
Douglas Picchetti - (11) 9814-6911
http://www.artepluralweb.com.br/
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João e o Pé de Feijão, com direção de Carla Candiotto
Mais uma parceria bem-sucedida de Carla Candiotto, desta vez com o CIRCO MÍNIMO, o espetáculo João e o Pé de Feijão – clássico da literatura infantil - volta em cartaz dia 15 de outubro, sábado, às 17h30, no Teatro da União Cultural. Trata-se do primeiro espetáculo para crianças do - grupo que vem se destacando, ao longo dos seus 20 anos de existência à pesquisa das técnicas circenses aliadas ao teatro.
Apenas dois atores, Rodrigo Matheus, fundador e diretor artístico do CIRCO MÍNIMO e Ricardo Rodrigues, também integrante do grupo, se revezam para interpretar os diversos personagens da história. Com cenário e figurinos de Kléber Montanheiro, a direção é de Carla Candiotto, que também assina a adaptação do conto, ao lado de Rodrigo Matheus.
A atriz - da Cia Le Plat du Jour - este ano dirigiu vários grupos como Cia Delas (em Histórias por Telefone, que volta em cartaz no Teatro Eva Herz), Solas de Ventos ( em A Volta do Mundo em 80 Dias, que também volta em cartaz no Sesc Belenzinho e depois no Teatro Folha), Circo Amarillo ( em Sem Concerto, em cartaz no Teatro União Cultural) e Linhas Aéreas ( em Galinhas Aéreas ).
João é um menino pobre que troca o único bem da família, a vaquinha Mimosa, por alguns feijões mágicos. Os feijões brotam e nasce um enorme pé de feijão, que chega até o céu. João sobe e descobre o castelo do Gigante, a galinha dos ovos de ouro e a harpa, analogias para a maturação da criança que descobre o trabalho, a independência e a arte.
A história sobre a busca da maturidade, sobre a capacidade criativa da criança, em uma das fábulas infantis mais populares do mundo, é contada através de técnicas de teatro físico, em que o circo está a serviço do espetáculo. Apenas dois atores, Rodrigo Matheus, fundador e diretor artístico do CIRCO MÍNIMO e Ricardo Rodrigues, também integrante do grupo, se revezam para interpretar os diversos personagens da história.
O espaço cênico é limpo, ocupado por elementos mínimos manipulados pelos próprios atores, como cordas penduradas e estruturas leves. Os atores utilizam não só o palco como também o espaço aéreo, evidenciando a magia proposta pelas linguagens utilizadas.
O cenário e os figurinos de Kléber Montanheiro preservam a aura de magia dos contos de fadas. A trilha sonora é de Tunica, as coreografias de Chris Belluomini e a iluminação de Douglas Valiense – “profissionais que estão entre os mais respeitados do teatro paulistano, tendo inclusive recebido vários prêmios”, lembra Rodrigo.
A diretora Carla Candiotto tem se destacado, ainda, por seu trabalho no grupo Le Plat du Jour (“Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Porquinhos”, “João e Maria”, “Peter Pan e Wendy”, “Alice no País das Maravilhas” e “Pinocchio”, este último para o Teatro Imprensa). O espetáculo traz a presença marcante de sua direção, na forma de um humor sutil e inteligente, e de marcações ágeis e precisas.
“Vale a pena conferir.” Dib Carneiro Neto, Caderno 2, Jornal O Estado de São Paulo.
“Encanta o público do início ao fim do espetáculo”. Mônica Rodrigues Costa, Guia da Folha de S.Paulo.
Para roteiro:
João e o Pé de Feijão – Reestreia dia 15 de outubro, sábado, às 17h30, no Teatro União Cultural. Temporada - sábados e domingos, às 17h30. De 15 de outubro a 13 de novembro. Direção: Carla Candiotto. Texto: Carla Candiotto e Rodrigo Matheus. Elenco: Ricardo Rodrigues e Rodrigo Matheus. Contraregragem e manipulação: Luís Ângelo Pizzonia Cunha. Coreografia: Chris Belluomini. Cenografia e Figurinos: Kléber Montanheiro. Trilha Sonora: Tunica. Iluminação: Douglas Valiense. Operação de Som: Fernando Cervantes Delgado. Operação de luz: Maria Druck. Fotografia: Luiz Doroneto. Duração – 55 minutos. Livre.
Teatro União Cultural – Rua Mario Amaral, 209. Telefone 2148 2900 / 2148 2904. Horário de funcionamento da bilheteria: Segunda e terça, das 9h às 17 horas. Quarta a domingo, das 13h às 21h30. Preço: 20 (Inteira) e R$ 10 (meia). Aceita os cartões de crédito e débito: Visa, Máster, American Express e Diners. Possui acesso para deficientes e ar condicionado. Estacionamento conveniado na Rua Teixeira da Silva, 560 a R$10,00.
Apenas dois atores, Rodrigo Matheus, fundador e diretor artístico do CIRCO MÍNIMO e Ricardo Rodrigues, também integrante do grupo, se revezam para interpretar os diversos personagens da história. Com cenário e figurinos de Kléber Montanheiro, a direção é de Carla Candiotto, que também assina a adaptação do conto, ao lado de Rodrigo Matheus.
A atriz - da Cia Le Plat du Jour - este ano dirigiu vários grupos como Cia Delas (em Histórias por Telefone, que volta em cartaz no Teatro Eva Herz), Solas de Ventos ( em A Volta do Mundo em 80 Dias, que também volta em cartaz no Sesc Belenzinho e depois no Teatro Folha), Circo Amarillo ( em Sem Concerto, em cartaz no Teatro União Cultural) e Linhas Aéreas ( em Galinhas Aéreas ).
João é um menino pobre que troca o único bem da família, a vaquinha Mimosa, por alguns feijões mágicos. Os feijões brotam e nasce um enorme pé de feijão, que chega até o céu. João sobe e descobre o castelo do Gigante, a galinha dos ovos de ouro e a harpa, analogias para a maturação da criança que descobre o trabalho, a independência e a arte.
A história sobre a busca da maturidade, sobre a capacidade criativa da criança, em uma das fábulas infantis mais populares do mundo, é contada através de técnicas de teatro físico, em que o circo está a serviço do espetáculo. Apenas dois atores, Rodrigo Matheus, fundador e diretor artístico do CIRCO MÍNIMO e Ricardo Rodrigues, também integrante do grupo, se revezam para interpretar os diversos personagens da história.
O espaço cênico é limpo, ocupado por elementos mínimos manipulados pelos próprios atores, como cordas penduradas e estruturas leves. Os atores utilizam não só o palco como também o espaço aéreo, evidenciando a magia proposta pelas linguagens utilizadas.
O cenário e os figurinos de Kléber Montanheiro preservam a aura de magia dos contos de fadas. A trilha sonora é de Tunica, as coreografias de Chris Belluomini e a iluminação de Douglas Valiense – “profissionais que estão entre os mais respeitados do teatro paulistano, tendo inclusive recebido vários prêmios”, lembra Rodrigo.
A diretora Carla Candiotto tem se destacado, ainda, por seu trabalho no grupo Le Plat du Jour (“Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Porquinhos”, “João e Maria”, “Peter Pan e Wendy”, “Alice no País das Maravilhas” e “Pinocchio”, este último para o Teatro Imprensa). O espetáculo traz a presença marcante de sua direção, na forma de um humor sutil e inteligente, e de marcações ágeis e precisas.
“Vale a pena conferir.” Dib Carneiro Neto, Caderno 2, Jornal O Estado de São Paulo.
“Encanta o público do início ao fim do espetáculo”. Mônica Rodrigues Costa, Guia da Folha de S.Paulo.
Para roteiro:
João e o Pé de Feijão – Reestreia dia 15 de outubro, sábado, às 17h30, no Teatro União Cultural. Temporada - sábados e domingos, às 17h30. De 15 de outubro a 13 de novembro. Direção: Carla Candiotto. Texto: Carla Candiotto e Rodrigo Matheus. Elenco: Ricardo Rodrigues e Rodrigo Matheus. Contraregragem e manipulação: Luís Ângelo Pizzonia Cunha. Coreografia: Chris Belluomini. Cenografia e Figurinos: Kléber Montanheiro. Trilha Sonora: Tunica. Iluminação: Douglas Valiense. Operação de Som: Fernando Cervantes Delgado. Operação de luz: Maria Druck. Fotografia: Luiz Doroneto. Duração – 55 minutos. Livre.
Teatro União Cultural – Rua Mario Amaral, 209. Telefone 2148 2900 / 2148 2904. Horário de funcionamento da bilheteria: Segunda e terça, das 9h às 17 horas. Quarta a domingo, das 13h às 21h30. Preço: 20 (Inteira) e R$ 10 (meia). Aceita os cartões de crédito e débito: Visa, Máster, American Express e Diners. Possui acesso para deficientes e ar condicionado. Estacionamento conveniado na Rua Teixeira da Silva, 560 a R$10,00.
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