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terça-feira, 31 de maio de 2011
Anelis lança CD e Vinil no SESC Pinheiros
Céu, Thalma de Freitas, Bocato e Alzira E participam do show no dia 09/06
A última voz que se ouve é a de Rubi – filha e autora da música-vinheta. A primeira é de Itamar – pai –anunciando a faixa um (“Mulher Segundo Meu Pai”, composição inédita dele) e faz um beatbox que impulsiona todo arranjo. Serena – irmã – logo entra na roda de timbres. Anelis Assumpção inicia e encerra seu primeiro disco em família e o sobrenome que ostenta revela-se musical por natureza. Seguem-se nada menos do que 13 faixas do CD e muitas outras vozes cantam, rimam, narram, sussurram, declamam, engrossam o coro: Max B.O., Céu, Thalma de Freitas, Rodrigo Brandão, Lurdez da Luz, Alzira E., Karina Buhr, Flavia Maia, Gero Camilo.
Mas ao final da audição, a voz que gruda no ouvido e pede bis ao inconsciente é uma (e) única. Anelis canta tudo muito (...) Quem tem groove, tem tudo – mas Anelis tem algo mais.
Ramiro Zwetsch / Radiola Urbana / Abril-2011
SERVIÇO
Anelis - lançamento do disco Sou Suspeita Estou Sujeita Não Sou Santa
Participações de Céu, Thalma de Freitas, Bocato e Alzira E
Quinta, 09/06 às 21hs
SESC Pinheiros - Teatro Paulo Autran
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros
São Paulo - SP
telefone: 11 3095-9400
Não recomendado para menores de 10 anos
Ingressos:
R$ 24,00 [inteira]
R$ 12,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 6,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
Realização: SESC-SP
Produção: Scubidu Prods. e Mariana Piza
A última voz que se ouve é a de Rubi – filha e autora da música-vinheta. A primeira é de Itamar – pai –anunciando a faixa um (“Mulher Segundo Meu Pai”, composição inédita dele) e faz um beatbox que impulsiona todo arranjo. Serena – irmã – logo entra na roda de timbres. Anelis Assumpção inicia e encerra seu primeiro disco em família e o sobrenome que ostenta revela-se musical por natureza. Seguem-se nada menos do que 13 faixas do CD e muitas outras vozes cantam, rimam, narram, sussurram, declamam, engrossam o coro: Max B.O., Céu, Thalma de Freitas, Rodrigo Brandão, Lurdez da Luz, Alzira E., Karina Buhr, Flavia Maia, Gero Camilo.
Mas ao final da audição, a voz que gruda no ouvido e pede bis ao inconsciente é uma (e) única. Anelis canta tudo muito (...) Quem tem groove, tem tudo – mas Anelis tem algo mais.
Ramiro Zwetsch / Radiola Urbana / Abril-2011
SERVIÇO
Anelis - lançamento do disco Sou Suspeita Estou Sujeita Não Sou Santa
Participações de Céu, Thalma de Freitas, Bocato e Alzira E
Quinta, 09/06 às 21hs
SESC Pinheiros - Teatro Paulo Autran
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros
São Paulo - SP
telefone: 11 3095-9400
Não recomendado para menores de 10 anos
Ingressos:
R$ 24,00 [inteira]
R$ 12,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 6,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
Realização: SESC-SP
Produção: Scubidu Prods. e Mariana Piza
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A peça Niklasstrasse, 36 é processo colaborativo a partir da obra, de Kafka
Pesquisa atual da Cia. dos Imaginários é baseada na obra A Metamorfose, de Franz Kafka. A temporada popular vai de 3 a 26 de junho no teatro Cacilda Becker
Baseado na obra A Metamorfose, de Franz Kafka, a Cia dos Imaginários estreia a peça Niklasstrasse, 36, dia 3 de junho, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Cacilda Becker. Com direção de René Piazentin - que também assina a adaptação do texto e a direção de arte -, a montagem mostra uma manhã que deveria ser como outra qualquer, mas que marca, definitivamente, a vida de Gregor Samsa. A metamorfose já aconteceu. Ela é mostrada ao público depois de acabada. O que o espectador vê, ao longo da fábula kafkiana, é a transformação do entorno, das pessoas que convivem com Gregor - a clareza cada vez mais nítida sobre a perversidade das relações familiares, das estruturas de dominação e submissão e da alienação humana.
Em cena, os personagens empregada, pai, mãe, irmã e o próprio Gregor, vividos pelos atores, Aline Baba, Camila Nardoni, Luana Frez, Lucas Almeida e Mariana Viana, revezam-se no papel de narradores da história. Utilizando as palavras do texto de Kafka e trechos de comentários retirados de análises e traduções diversas sobre o autor, René criou uma encenação que traz o olhar de quem percebe a metamorfose e reage a partir dela. O espaço cênico é alterado pela dinâmica do uso de objetos, em especial por malas em diversos tamanhos que guardam em seu interior elementos figurativos. As malas fazem referência à profissão de Gregor - caixeiro viajante. “O recurso essencial é o jogo de recodificação, sem a tentativa de uma perspectiva ilusionista”, comenta a atriz Mariana Viana sobre a direção de arte da peça. Para o figurino, René optou pelo simples. “Pequenas mudanças na indumentária dão suporte às mudanças de personagens.”
Para fazer a adaptação do livro A Metamorfose a equipe buscou seguir a linha da fábula original, mas sem passar por uma etapa de escrita de uma dramaturgia. René propôs que trechos do conto fossem improvisados diretamente pelos atores. Ele selecionou fragmentos que interessavam à narrativa, para aos poucos serem transformados em um roteiro. “A tentativa é ressaltar a metamorfose de Gregor pelo seu entorno - através do que acontece com as figuras exteriores à sua transformação - mais que na caracterização da figura central”, comenta o diretor.
“Encenar Kafka é um desafio, em especial no que diz respeito ao risco de se cair em alguns lugares comuns, como uma atmosfera lúgubre ou depressiva. Sem negar os elementos de densidade que estão presentes na essência da obra kafkiana, a proposta valoriza a ironia que emana do texto, em especial pela não adaptação do conto em uma estrutura de diálogos, mas no desmembramento da narrativa em vozes múltiplas que conduzem a fábula”, enfatiza René Piazzentin.
Sobre Kafka
Franz Kafka nasceu em Praga, no dia 3 de julho de 1883, filho de um rico comerciante judeu. A relação com o pai, com as diferentes estruturas de poder e um sentimento de espanto com a falta de sentido da existência humana são uma constante em sua obra, influenciada por três culturas: a judia, a tcheca e a alemã. Formou-se em direito, nunca se casou, foi funcionário de uma companhia de seguros. Durante toda sua vida teve uma saúde extremamente frágil e jamais conseguiu fama com seus livros.
Pouco antes de sua morte, em 3 de junho de 1924, em um sanatório para tuberculosos perto de Viena, pediu a seu amigo Max Brod que queimasse seus manuscritos. Graças à “traição” do amigo, hoje conhecemos obras como “O Castelo”, “O Foguista” (que é na verdade o primeiro capítulo de “América”), “A Sentença” e “O Artista da Fome”. “A Metamorfose”, seu conto mais conhecido, foi escrito em 1912, quando o autor tinha 29 anos. Na história, um homem acorda transformado em um “inseto monstruoso”, sem que haja qualquer explicação sobre como ou porque isso acontece. Através desta situação fantástica, Kafka dá seu testemunho de desespero frente ao absurdo e à opressão do mundo.
Sobre a Cia dos Imáginários
A Cia. dos Imaginários formou-se em 2006, a partir do encontro do diretor René Piazentin com atores recém formados que desejavam iniciar uma trajetória profissional vinculada à pesquisa e estruturação de uma linguagem cênica que valorizasse mais a construção de imagens e símbolos que o aspecto verbal. No repertório da companhia: Hamlet- Zero (adaptado de Shakespeare), As Troianas (Sartre), Quixote (Cervantes), Sonata dos Espectros (Strindberg).
Serviço:
Niklasstrasse, 36 – Estreia dia 3 de junho, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Cacilda Becker. Com a Cia. dos Imaginários. Processo Colaborativo a partir da obra A Metamorfose, de Franz Kafka. Elenco: Aline Baba, Camila Nardoni, Luana Frez, Lucas Almeida e Mariana Viana. Gênero: drama. Duração: 60 minutos. Classificação: 16 anos. Direção e adaptação: René Piazentin. Assistente de Direção: Tamara Ferraz. Coordenação do Projeto: Aline Baba. Preparação de Ator: Paulo Renato Panzeri. Iluminação, cenário e figurino: René Piazentin. Maquiagem: Carolina Costa. Produção: Núcleo Imaginário de Produção. Projeto gráfico: Mariana Viana. Fotografia: Mariana Noguera.
Teatro Cacilda Becker - Rua Tito, 295 – Lapa. Telefone: (11) 3864-4513. Estreia: dia 03 de junho. Temporada: sextas e sábados às 21 horas e domingos às 19 horas. Ingressos: R$ 10,00 e 5,00 (meia). Lotação: 200 lugares. Até 26 de junho.
| Crédito de Imagem: Mariana Noguera |
Baseado na obra A Metamorfose, de Franz Kafka, a Cia dos Imaginários estreia a peça Niklasstrasse, 36, dia 3 de junho, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Cacilda Becker. Com direção de René Piazentin - que também assina a adaptação do texto e a direção de arte -, a montagem mostra uma manhã que deveria ser como outra qualquer, mas que marca, definitivamente, a vida de Gregor Samsa. A metamorfose já aconteceu. Ela é mostrada ao público depois de acabada. O que o espectador vê, ao longo da fábula kafkiana, é a transformação do entorno, das pessoas que convivem com Gregor - a clareza cada vez mais nítida sobre a perversidade das relações familiares, das estruturas de dominação e submissão e da alienação humana.
Em cena, os personagens empregada, pai, mãe, irmã e o próprio Gregor, vividos pelos atores, Aline Baba, Camila Nardoni, Luana Frez, Lucas Almeida e Mariana Viana, revezam-se no papel de narradores da história. Utilizando as palavras do texto de Kafka e trechos de comentários retirados de análises e traduções diversas sobre o autor, René criou uma encenação que traz o olhar de quem percebe a metamorfose e reage a partir dela. O espaço cênico é alterado pela dinâmica do uso de objetos, em especial por malas em diversos tamanhos que guardam em seu interior elementos figurativos. As malas fazem referência à profissão de Gregor - caixeiro viajante. “O recurso essencial é o jogo de recodificação, sem a tentativa de uma perspectiva ilusionista”, comenta a atriz Mariana Viana sobre a direção de arte da peça. Para o figurino, René optou pelo simples. “Pequenas mudanças na indumentária dão suporte às mudanças de personagens.”
Para fazer a adaptação do livro A Metamorfose a equipe buscou seguir a linha da fábula original, mas sem passar por uma etapa de escrita de uma dramaturgia. René propôs que trechos do conto fossem improvisados diretamente pelos atores. Ele selecionou fragmentos que interessavam à narrativa, para aos poucos serem transformados em um roteiro. “A tentativa é ressaltar a metamorfose de Gregor pelo seu entorno - através do que acontece com as figuras exteriores à sua transformação - mais que na caracterização da figura central”, comenta o diretor.
“Encenar Kafka é um desafio, em especial no que diz respeito ao risco de se cair em alguns lugares comuns, como uma atmosfera lúgubre ou depressiva. Sem negar os elementos de densidade que estão presentes na essência da obra kafkiana, a proposta valoriza a ironia que emana do texto, em especial pela não adaptação do conto em uma estrutura de diálogos, mas no desmembramento da narrativa em vozes múltiplas que conduzem a fábula”, enfatiza René Piazzentin.
Sobre Kafka
Franz Kafka nasceu em Praga, no dia 3 de julho de 1883, filho de um rico comerciante judeu. A relação com o pai, com as diferentes estruturas de poder e um sentimento de espanto com a falta de sentido da existência humana são uma constante em sua obra, influenciada por três culturas: a judia, a tcheca e a alemã. Formou-se em direito, nunca se casou, foi funcionário de uma companhia de seguros. Durante toda sua vida teve uma saúde extremamente frágil e jamais conseguiu fama com seus livros.
Pouco antes de sua morte, em 3 de junho de 1924, em um sanatório para tuberculosos perto de Viena, pediu a seu amigo Max Brod que queimasse seus manuscritos. Graças à “traição” do amigo, hoje conhecemos obras como “O Castelo”, “O Foguista” (que é na verdade o primeiro capítulo de “América”), “A Sentença” e “O Artista da Fome”. “A Metamorfose”, seu conto mais conhecido, foi escrito em 1912, quando o autor tinha 29 anos. Na história, um homem acorda transformado em um “inseto monstruoso”, sem que haja qualquer explicação sobre como ou porque isso acontece. Através desta situação fantástica, Kafka dá seu testemunho de desespero frente ao absurdo e à opressão do mundo.
Sobre a Cia dos Imáginários
A Cia. dos Imaginários formou-se em 2006, a partir do encontro do diretor René Piazentin com atores recém formados que desejavam iniciar uma trajetória profissional vinculada à pesquisa e estruturação de uma linguagem cênica que valorizasse mais a construção de imagens e símbolos que o aspecto verbal. No repertório da companhia: Hamlet- Zero (adaptado de Shakespeare), As Troianas (Sartre), Quixote (Cervantes), Sonata dos Espectros (Strindberg).
Serviço:
Niklasstrasse, 36 – Estreia dia 3 de junho, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Cacilda Becker. Com a Cia. dos Imaginários. Processo Colaborativo a partir da obra A Metamorfose, de Franz Kafka. Elenco: Aline Baba, Camila Nardoni, Luana Frez, Lucas Almeida e Mariana Viana. Gênero: drama. Duração: 60 minutos. Classificação: 16 anos. Direção e adaptação: René Piazentin. Assistente de Direção: Tamara Ferraz. Coordenação do Projeto: Aline Baba. Preparação de Ator: Paulo Renato Panzeri. Iluminação, cenário e figurino: René Piazentin. Maquiagem: Carolina Costa. Produção: Núcleo Imaginário de Produção. Projeto gráfico: Mariana Viana. Fotografia: Mariana Noguera.
Teatro Cacilda Becker - Rua Tito, 295 – Lapa. Telefone: (11) 3864-4513. Estreia: dia 03 de junho. Temporada: sextas e sábados às 21 horas e domingos às 19 horas. Ingressos: R$ 10,00 e 5,00 (meia). Lotação: 200 lugares. Até 26 de junho.
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