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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
A cantora LUCIA HAIDAMUS na AGAVE, sábado 20/11
Com sua musicalidade totalmente brasileira, Lucia Haidamus, fará apresentação em homenagem ao dia da Consciência Negra na AGAVE, sábado a partir das 21h
Espaço com cobertura e mesas para fumantes.
Produção Rose de Paulo
Apoio Versão Cultural
Espaço com cobertura e mesas para fumantes.
Produção Rose de Paulo
Apoio Versão Cultural
Dan Stulbach comemora 20 anos do Grupo Tangerina de Teatro ESPM com documentário no dia 24/11 na Reserva Cultural
Dan Stulbach e ESPM comemoram 20 anos de grupo de teatro com documentário
Criado a partir de um trabalho de sociologia de Dan Stulbach na Escola Superior de Propaganda e Marketing, o Grupo Teatro Tangerina completa 20 anos. A comemoração será celebrada com a apresentação do documentário
Tangerina – O Dia e m que Disse Sim , dia 24 de novembro, no Cine Reserva Cultural.
Após a exibição, o ator Dan Stulbach contará fatos e detalhes dessa trajetória.
O documentário de 72 minutos Tangerina – O Dia em que Disse Sim terá única exibição no cinema Reserva Cultural, na av. Paulista, número 900 na quarta-feira, 24 de novembro de 2010, às 20h. O projeto resgata a história e comemora os 20 anos do grupo de teatro da Escola Superior de Propaganda e Marketing. A entrada é gratuita.
O documentário remonta a trajetória do grupo desde sua criação, quando o trabalho de sociologia do então aluno Dan Stulbah foi transformado na peça teatral Áurea Fera, que tinha como tema a discussão entre o contraste do caminho individual, os anseios das pessoas e as cobranças da sociedade. Para ilustrar as diversas fases do grupo, foram incluídos trechos de espetáculos resgatados do acervo pessoal de ex-integrantes. São mostrados pedaços de "Lombrigas Automáticas Não Sabem Trocar Fusível", de 1993, e de "Se essa rua fosse minha", adaptação de Bailei na Curva, de 1995
"Tenho uma relação afetiva muito grande com o grupo. Afinal, foram nove anos de dedicação muito importantes para minha carreira. Aí eu jogava toda a minha criatividade e meus experimentos. Hoje, mesmo ausente, tenho acompanhado o Tangerina com trabalhos de alta qualidade", resume o ator Dan Stulbach, que estará nessa apresentação e falará aos presentes após a sessão.
Partindo de uma simples história de um grupo de teatro amador, o filme retrata uma época ímpar e vigorosa de nossas vidas, quando nossos sonhos eram reais, nossas paixões avassaladoras e nosso desejo pela vida insuperável. E quem não se lembra de ter sentido isso, alguma vez na vida?!", resume Rubia Reame, diretora do Grupo Tangerina.
A película aborda, ainda, o aprendizado, a transformação, a amizade, o espírito coletivo e as principais diretrizes culturais e artísticas refletidas ao longo dos 20 anos de atividade do Grupo Tangerina. "O filme procura ir além do universo do grupo, ou seja, não queríamos um vídeo institucional, mas sim falar de um encontro, de relações humanas dentro de uma experiência coletiva, que diz respeito a todos nós", conclui Otávio Dantas, também diretor do Grupo.
Além de trechos de peças já realizadas, foram usados depoimentos de integrantes, ex-integrantes e de funcionários da ESPM, todos aqueles que tiveram um relacionamento próximo com o trabalho do Teatro. Foram mais de 40 entrevistados, dos quais cerca de 20 entram na edição. Entre eles, atores, produtores, diretores, roteiristas, dramaturgos, jornalistas, artistas plásticos, fotógrafos e músicos. "Procuramos ouvir o que o trabalho do Tangerina contribuiu para a vida de cada um deles”, continua o diretor.
O documentário encerra a Mostra Cultural, projeto maior em comemoração aos 20 anos do grupo. Também fizeram parte do evento apresentações de grupos de teatro de ex-alunos, como As Olívias Palitam e o espetáculo Jogando no Quintal, de Márcio Ballas. Como parte da celebração, também está previsto um levantamento de toda a história do Grupo Tangerina e de todos os seus integrantes – desde sua origem em 1990 – para a criação de um blog e de um acervo com documentos, fotos e vídeos das montagens que será armazenado nos arquivos da faculdade.
Grupo Tangerina
Idealizado e fundado pelo ator Dan Stulbach em 1990 - enquanto ainda freqüentava a Escola Superior de Propaganda e Marketing -, o Grupo de Teatro ESPM completa neste ano, duas décadas de existência. Desde então, seus integrantes vêm construindo sua história, participando ativamente da vida dos alunos e funcionários e ajudando a divulgar o nome da faculdade para além de seus portões.
Foram mais de 20 espetáculos encenados e mais de 600 pessoas que participaram de suas montagens ao longo dos anos. Entre elas, diversos nomes de reconhecimento público, como o próprio Dan Stulbach; o editor Daniel Rezende, indicado ao Oscar de melhor edição por Cidade de Deus; a jornalista Patrícia Travassos, ex-Programa Metrópolis e ex-TV Cultura e o ator-clown Marcio Ballas, idealizador do espetáculo de improviso Jogando no Quintal.
Além de ter suas atividades focadas para o público interno da faculdade, o Grupo de Teatro ESPM também já se aventurou fora do campus, tendo participado das edições de 1997, 1998 e 1999 do Festival de Teatro Amador da Cidade de São Paulo, onde conquistou prêmios de melhor ator e atriz, melhor direção, melhor direção musical, melhor espetáculo, melhor iluminação, melhor cenografia, entre outros.
PARA ROTEIRO
TANGERINA – O DIA EM QUE DISSE SIM. Direção do Documentário – Thomas Miguez. Temporada – Apresentação única na quarta-feira, 24 de novembro de 2010, às 20h no Cinema Reserva Cultural – Sala 1. Direção do grupo Tangerina – Otávio Dantas e Rubia Reame. Produção – Realejo Filmes. Patrocínio – Escola Superior de Propaganda e Marketing. Duração – 72 minutos. Capacidade – 190 lugares. Ingressos – grátis. Classificação etária – livre.
SERVIÇO
RESERVA CULTURAL – Sala 1. Av. Paulista, 900. Telefone - 3287-3529. Estacionamentos conveniados - Al. Campinas, 300 - R$7,00/3 horas e R. São Carlos do Pinhal, 303 (no subsolo do cinema) - R$12,00/
3horas Sab. dom. e Feriados R$10,00/6 horas. Ingressos - http://www.ingresso.com.br. Site - www.reservacultural.com.br
Criado a partir de um trabalho de sociologia de Dan Stulbach na Escola Superior de Propaganda e Marketing, o Grupo Teatro Tangerina completa 20 anos. A comemoração será celebrada com a apresentação do documentário
Tangerina – O Dia e m que Disse Sim , dia 24 de novembro, no Cine Reserva Cultural.
Após a exibição, o ator Dan Stulbach contará fatos e detalhes dessa trajetória.
O documentário de 72 minutos Tangerina – O Dia em que Disse Sim terá única exibição no cinema Reserva Cultural, na av. Paulista, número 900 na quarta-feira, 24 de novembro de 2010, às 20h. O projeto resgata a história e comemora os 20 anos do grupo de teatro da Escola Superior de Propaganda e Marketing. A entrada é gratuita.
O documentário remonta a trajetória do grupo desde sua criação, quando o trabalho de sociologia do então aluno Dan Stulbah foi transformado na peça teatral Áurea Fera, que tinha como tema a discussão entre o contraste do caminho individual, os anseios das pessoas e as cobranças da sociedade. Para ilustrar as diversas fases do grupo, foram incluídos trechos de espetáculos resgatados do acervo pessoal de ex-integrantes. São mostrados pedaços de "Lombrigas Automáticas Não Sabem Trocar Fusível", de 1993, e de "Se essa rua fosse minha", adaptação de Bailei na Curva, de 1995
"Tenho uma relação afetiva muito grande com o grupo. Afinal, foram nove anos de dedicação muito importantes para minha carreira. Aí eu jogava toda a minha criatividade e meus experimentos. Hoje, mesmo ausente, tenho acompanhado o Tangerina com trabalhos de alta qualidade", resume o ator Dan Stulbach, que estará nessa apresentação e falará aos presentes após a sessão.
Partindo de uma simples história de um grupo de teatro amador, o filme retrata uma época ímpar e vigorosa de nossas vidas, quando nossos sonhos eram reais, nossas paixões avassaladoras e nosso desejo pela vida insuperável. E quem não se lembra de ter sentido isso, alguma vez na vida?!", resume Rubia Reame, diretora do Grupo Tangerina.
A película aborda, ainda, o aprendizado, a transformação, a amizade, o espírito coletivo e as principais diretrizes culturais e artísticas refletidas ao longo dos 20 anos de atividade do Grupo Tangerina. "O filme procura ir além do universo do grupo, ou seja, não queríamos um vídeo institucional, mas sim falar de um encontro, de relações humanas dentro de uma experiência coletiva, que diz respeito a todos nós", conclui Otávio Dantas, também diretor do Grupo.
Além de trechos de peças já realizadas, foram usados depoimentos de integrantes, ex-integrantes e de funcionários da ESPM, todos aqueles que tiveram um relacionamento próximo com o trabalho do Teatro. Foram mais de 40 entrevistados, dos quais cerca de 20 entram na edição. Entre eles, atores, produtores, diretores, roteiristas, dramaturgos, jornalistas, artistas plásticos, fotógrafos e músicos. "Procuramos ouvir o que o trabalho do Tangerina contribuiu para a vida de cada um deles”, continua o diretor.
O documentário encerra a Mostra Cultural, projeto maior em comemoração aos 20 anos do grupo. Também fizeram parte do evento apresentações de grupos de teatro de ex-alunos, como As Olívias Palitam e o espetáculo Jogando no Quintal, de Márcio Ballas. Como parte da celebração, também está previsto um levantamento de toda a história do Grupo Tangerina e de todos os seus integrantes – desde sua origem em 1990 – para a criação de um blog e de um acervo com documentos, fotos e vídeos das montagens que será armazenado nos arquivos da faculdade.
Grupo Tangerina
Idealizado e fundado pelo ator Dan Stulbach em 1990 - enquanto ainda freqüentava a Escola Superior de Propaganda e Marketing -, o Grupo de Teatro ESPM completa neste ano, duas décadas de existência. Desde então, seus integrantes vêm construindo sua história, participando ativamente da vida dos alunos e funcionários e ajudando a divulgar o nome da faculdade para além de seus portões.
Foram mais de 20 espetáculos encenados e mais de 600 pessoas que participaram de suas montagens ao longo dos anos. Entre elas, diversos nomes de reconhecimento público, como o próprio Dan Stulbach; o editor Daniel Rezende, indicado ao Oscar de melhor edição por Cidade de Deus; a jornalista Patrícia Travassos, ex-Programa Metrópolis e ex-TV Cultura e o ator-clown Marcio Ballas, idealizador do espetáculo de improviso Jogando no Quintal.
Além de ter suas atividades focadas para o público interno da faculdade, o Grupo de Teatro ESPM também já se aventurou fora do campus, tendo participado das edições de 1997, 1998 e 1999 do Festival de Teatro Amador da Cidade de São Paulo, onde conquistou prêmios de melhor ator e atriz, melhor direção, melhor direção musical, melhor espetáculo, melhor iluminação, melhor cenografia, entre outros.
PARA ROTEIRO
TANGERINA – O DIA EM QUE DISSE SIM. Direção do Documentário – Thomas Miguez. Temporada – Apresentação única na quarta-feira, 24 de novembro de 2010, às 20h no Cinema Reserva Cultural – Sala 1. Direção do grupo Tangerina – Otávio Dantas e Rubia Reame. Produção – Realejo Filmes. Patrocínio – Escola Superior de Propaganda e Marketing. Duração – 72 minutos. Capacidade – 190 lugares. Ingressos – grátis. Classificação etária – livre.
SERVIÇO
RESERVA CULTURAL – Sala 1. Av. Paulista, 900. Telefone - 3287-3529. Estacionamentos conveniados - Al. Campinas, 300 - R$7,00/3 horas e R. São Carlos do Pinhal, 303 (no subsolo do cinema) - R$12,00/
3horas Sab. dom. e Feriados R$10,00/6 horas. Ingressos - http://www.ingresso.com.br. Site - www.reservacultural.com.br
Paradinha Musical no MIS
Paradinha no MIS
audição comentada de LPs quinta-feira, 18 de novembro, 17h30
Tom Jobim e Edu Lobo
Dois grandes nomes da música brasileira reconhecidos internacionalmente como compositores sofisticados de formação erudita e “alma” popular, Tom Jobim e Edu Lobo desenham um retrato do que foi a bossa-nova no início (Tom/mestre) e em sua segunda geração (Edu/pupilo). Aliando de modo intuitivo a música popular e a erudita, usando contrapontos, melodias inesperadas, ondulantes e expressivas e harmonias reticentes aprendidas através de compositores como Bach, Chopin, Villa Lobos e Debussy, com suas cores e ritmos brasileiros, renovaram a canção brasileira, valsas, serestas e o samba.
Expressa com leveza, técnica e criatividade, a música intimista de Tom Jobim recolhe elementos do cotidiano para configurar com requinte uma terra simultaneamente real e imaginária. E recria o samba. Tom foi pianista, arranjador, violonista, cantor, maestro e compositor de alguns dos maiores clássicos de nossa música, como Chega de Saudade, Águas de Março, Garota de Ipanema e Se Todos Fossem Iguais a Você.
Edu Lobo, carioca que sempre passava as férias no nordeste, terra de seu pai (o compositor pernambucano Fernando Lobo), através de parceiros como Ruy Guerra, Oduvaldo Viana Filho, Gianfrancesco Guarnieri, Vinícius de Moraes e Augusto Boal, entre outros, nos anos 60, criou uma música mais combativa, regionalista, que aprofundou a divisão da Bossa Nova em duas correntes, marcando a segunda geração pelo conteúdo social, que até então, na área musical, era ignorado devido aos planos e sonhos desenvolvimentistas de JK.
Na era dos festivais, interpretada por Elis Regina, sua música Arrastão foi a vencedora, projetando-o nacionalmente e confirmando uma carreira de sucesso que viria a ter como compositor, pianista, violonista, cantor, arranjador e orquestrador de grandes espetáculos, tanto no teatro como na TV, além de sua missa, ballets e belíssimas gravações no exterior: uma obra completa de tremenda qualidade: o pupilo superou o mestre?
Venha ouvir LPs desses dois maravilhosos melodistas da nossa MPB. Traga seu LP de casa para compartilhar com os amigos. Você é bem-vindo!!!
Grátis
Sala de Audição
MIS - Museu da Imagem e do Som de Campinas
Rua Regente Feijó, 859 - Centro - Campinas/SP
Maiores informações: (19) 3733 8800
audição comentada de LPs quinta-feira, 18 de novembro, 17h30
Tom Jobim e Edu Lobo
Dois grandes nomes da música brasileira reconhecidos internacionalmente como compositores sofisticados de formação erudita e “alma” popular, Tom Jobim e Edu Lobo desenham um retrato do que foi a bossa-nova no início (Tom/mestre) e em sua segunda geração (Edu/pupilo). Aliando de modo intuitivo a música popular e a erudita, usando contrapontos, melodias inesperadas, ondulantes e expressivas e harmonias reticentes aprendidas através de compositores como Bach, Chopin, Villa Lobos e Debussy, com suas cores e ritmos brasileiros, renovaram a canção brasileira, valsas, serestas e o samba.
Expressa com leveza, técnica e criatividade, a música intimista de Tom Jobim recolhe elementos do cotidiano para configurar com requinte uma terra simultaneamente real e imaginária. E recria o samba. Tom foi pianista, arranjador, violonista, cantor, maestro e compositor de alguns dos maiores clássicos de nossa música, como Chega de Saudade, Águas de Março, Garota de Ipanema e Se Todos Fossem Iguais a Você.
Edu Lobo, carioca que sempre passava as férias no nordeste, terra de seu pai (o compositor pernambucano Fernando Lobo), através de parceiros como Ruy Guerra, Oduvaldo Viana Filho, Gianfrancesco Guarnieri, Vinícius de Moraes e Augusto Boal, entre outros, nos anos 60, criou uma música mais combativa, regionalista, que aprofundou a divisão da Bossa Nova em duas correntes, marcando a segunda geração pelo conteúdo social, que até então, na área musical, era ignorado devido aos planos e sonhos desenvolvimentistas de JK.
Na era dos festivais, interpretada por Elis Regina, sua música Arrastão foi a vencedora, projetando-o nacionalmente e confirmando uma carreira de sucesso que viria a ter como compositor, pianista, violonista, cantor, arranjador e orquestrador de grandes espetáculos, tanto no teatro como na TV, além de sua missa, ballets e belíssimas gravações no exterior: uma obra completa de tremenda qualidade: o pupilo superou o mestre?
Venha ouvir LPs desses dois maravilhosos melodistas da nossa MPB. Traga seu LP de casa para compartilhar com os amigos. Você é bem-vindo!!!
Grátis
Sala de Audição
MIS - Museu da Imagem e do Som de Campinas
Rua Regente Feijó, 859 - Centro - Campinas/SP
Maiores informações: (19) 3733 8800
O Mestre de Obras reestreia no Teatro Augusta para curta temporada
O espetáculo - que usa a metáfora da construção de uma casa para falar de desapego - teve casa lotada na primeira temporada e agora reestréia em sala maior.
A peça O Mestre de Obras, com texto do jovem dramaturgo Julio Santi e dirigida por Fernando Nitsch, volta ao cartaz dia 24 de novembro, na Sala Nobre do Teatro Augusta, onde cumpre temporada até 16 de dezembro, sempre quartas e quintas-feiras, às 21 horas.
Depois do sucesso da primeira temporada, sempre com lotação esgotada no Viga Espaço Cênico, O Mestre de Obras passa a ser encenado em um teatro maior com capacidade para 302 espectadores. A peça impressiona pela profundidade do texto e pela encenação de Nitsch, baseada no realismo fantástico
Sinopse
Para ficar completa, a equipe “perfeita” (engenheiro, pedreiro, encanador etc.) precisa de um arquiteto. Durante o trabalho de erguer uma casa, cada personagem conta sua história e traz ao público imagens da imaginação e dos sonhos. A metáfora da construção toca em temas caros à vida do homem contemporâneo, seja jovem, adulto ou idoso: desapego, nostalgia, ambições, aqui-agora e, o principal deles, as transformações.
Julio Santi explica que “O texto nasceu de uma pequena verdade chinesa sobre o desapego: toda vez que cria uma mandala, o artista a destrói assim que está pronta para não se apegar ao que faz”. E completa: “a peça adapta a pequena fábula e utiliza a construção de uma casa como alegoria para a vida.”
Sobre o autor
Julio Santi é bacharel em Língua Portuguesa e Chinesa pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da USP, e mestrando em Teoria Literária na Unicamp. É ator pelo Teatro-Escola Célia Helena e concluiu em 2010 o curso Introdução ao Método do Ator no Centro de Pesquisa Teatral (CPT/SESC), coordenado por Antunes Filho. Seu primeiro texto, A Mesa Já Está Posta, foi encenado em 2007, no Instituto Cultural Capobianco.
Sobre o diretor
Fernando Nitsch está em cartaz com a peça Ceci Beijou Perí, e aí José?, último texto escrito pelo dramaturgo Reinaldo Maia. É formado ator pelo Teatro-Escola Célia Helena e desponta como um potente jovem diretor. Já esteve à frente de A Mesa Já Está Posta, de Julio Santi, Novos Velhos Dias, de Reinaldo Maia, e A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht. Também foi integrante do grupo Folias D’Arte.
Espetáculo: O Mestre de Obras
Texto: Julio Santi
Direção: Fernando Nitsch
Elenco: André Sakajiri, Fábio Takeo, Léo Stefanini, Lucas Pretti, Renan Winnubst e Ricardo Gimenes
Iluminação: Aline Santini
Ilusionismo: Cláudio
Cenografia e figurino: Renan Winnubst
Reestreia: 24 de novembro – quarta-feira – às 21hs
Teatro Augusta - Sala Nobre - Capacidade: 302 lugares
Rua Augusta, 943 - Cerqueira César/SP - Tel: (11) 3151-4141
Temporada: quartas e quintas - às 21 horas - Até 16/12/2010
Duração: 55 min – Classificação etária: 12 anos – Gênero: Comédia (realismo fantástico)
Ingressos: R$ 30,00 (meia entrada: R$ 15,00 p/ idosos, estudantes, classe teatral e professores da rede pública, mediante a apresentação de comprovante) - Bilheteria: 4ª a 6ª (a partir de 14h); sab. e dom. (a partir de 15h) – Reservas por telefone: 4ª a sab. (15h às 19h) e dom. (15h às 17h) - Aceita cheque, dinheiro e cartões (MC, D, RS).
Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com.br (tel 4003-1212) ou (s/ custo adicional) pelo www.omestredeobras.com.br/ingressos - Possui acesso universal e ar condicionado
Mais informações s/ a peça: www.omestredeobras.com.br e twitter.com/omestredeobras.
A peça O Mestre de Obras, com texto do jovem dramaturgo Julio Santi e dirigida por Fernando Nitsch, volta ao cartaz dia 24 de novembro, na Sala Nobre do Teatro Augusta, onde cumpre temporada até 16 de dezembro, sempre quartas e quintas-feiras, às 21 horas.
Depois do sucesso da primeira temporada, sempre com lotação esgotada no Viga Espaço Cênico, O Mestre de Obras passa a ser encenado em um teatro maior com capacidade para 302 espectadores. A peça impressiona pela profundidade do texto e pela encenação de Nitsch, baseada no realismo fantástico
Sinopse
Para ficar completa, a equipe “perfeita” (engenheiro, pedreiro, encanador etc.) precisa de um arquiteto. Durante o trabalho de erguer uma casa, cada personagem conta sua história e traz ao público imagens da imaginação e dos sonhos. A metáfora da construção toca em temas caros à vida do homem contemporâneo, seja jovem, adulto ou idoso: desapego, nostalgia, ambições, aqui-agora e, o principal deles, as transformações.
Julio Santi explica que “O texto nasceu de uma pequena verdade chinesa sobre o desapego: toda vez que cria uma mandala, o artista a destrói assim que está pronta para não se apegar ao que faz”. E completa: “a peça adapta a pequena fábula e utiliza a construção de uma casa como alegoria para a vida.”
Sobre o autor
Julio Santi é bacharel em Língua Portuguesa e Chinesa pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da USP, e mestrando em Teoria Literária na Unicamp. É ator pelo Teatro-Escola Célia Helena e concluiu em 2010 o curso Introdução ao Método do Ator no Centro de Pesquisa Teatral (CPT/SESC), coordenado por Antunes Filho. Seu primeiro texto, A Mesa Já Está Posta, foi encenado em 2007, no Instituto Cultural Capobianco.
Sobre o diretor
Fernando Nitsch está em cartaz com a peça Ceci Beijou Perí, e aí José?, último texto escrito pelo dramaturgo Reinaldo Maia. É formado ator pelo Teatro-Escola Célia Helena e desponta como um potente jovem diretor. Já esteve à frente de A Mesa Já Está Posta, de Julio Santi, Novos Velhos Dias, de Reinaldo Maia, e A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht. Também foi integrante do grupo Folias D’Arte.
Espetáculo: O Mestre de Obras
Texto: Julio Santi
Direção: Fernando Nitsch
Elenco: André Sakajiri, Fábio Takeo, Léo Stefanini, Lucas Pretti, Renan Winnubst e Ricardo Gimenes
Iluminação: Aline Santini
Ilusionismo: Cláudio
Cenografia e figurino: Renan Winnubst
Reestreia: 24 de novembro – quarta-feira – às 21hs
Teatro Augusta - Sala Nobre - Capacidade: 302 lugares
Rua Augusta, 943 - Cerqueira César/SP - Tel: (11) 3151-4141
Temporada: quartas e quintas - às 21 horas - Até 16/12/2010
Duração: 55 min – Classificação etária: 12 anos – Gênero: Comédia (realismo fantástico)
Ingressos: R$ 30,00 (meia entrada: R$ 15,00 p/ idosos, estudantes, classe teatral e professores da rede pública, mediante a apresentação de comprovante) - Bilheteria: 4ª a 6ª (a partir de 14h); sab. e dom. (a partir de 15h) – Reservas por telefone: 4ª a sab. (15h às 19h) e dom. (15h às 17h) - Aceita cheque, dinheiro e cartões (MC, D, RS).
Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com.br (tel 4003-1212) ou (s/ custo adicional) pelo www.omestredeobras.com.br/ingressos - Possui acesso universal e ar condicionado
Mais informações s/ a peça: www.omestredeobras.com.br e twitter.com/omestredeobras.
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