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sexta-feira, 30 de julho de 2010

NO AUDITÓRIO IBIRAPUERA, WANDI DORATIOTTO E DANILO MORAES CELEBRAM ADONIRAN BARBOSA NO DIA EM QUE FARIA 100 ANOS

No dia 06/08, aniversário de Adoniran, Vida Rouca terá as participações especiais de Ná Ozzetti, Swami Jr e do grupo Premê.




































No dia 06 de agosto, Wandi Doratiotto e o cantor e compositor Danilo Moraes dividem os vocais e a direção musical do show Vida Rouca, que comemora o centenário do lendário sambista paulista, Adoniran Barbosa, no palco do Auditório Ibirapuera. Em formações que usam cavaquinho, violão, guitarra e samplers, os músicos desconstroem com muito bom humor alguns arranjos originais de Adoniran, sempre preservando a genialidade do mestre.


No show do Auditório Ibirapuera, o duo conta com convidados muito especiais, a presença da cantora Ná Ozzetti é um exemplo. Original, inteligente e bem humorada, Ná azeitou de forma brilhante a estética do grupo Rumo e partiu para carreira solo de forma coerente e madura. Outro convidado é Swami Jr. Violonista, arranjador, compositor/cantor, Swami participará de várias canções do show, executando violão de 7 cordas e baixo elétrico.

E por fim, o grupo Premê do qual Wandi fez parte por três décadas, e também teve a presença do músico Danilo Moraes em sua segunda fase. O grupo, que se destacou nos anos 80, tinha como inspiradores Jimi Hendrix e o próprio Adoniran, de quem gravaram "Morro da Casa Verde" no CD "Alegria dos Homens".


Assista ao video: http://www.youtube.com/watch?v=9_ol1tYyHjE

Serviço:
Data: sexta, 06 de agosto de 2010 às 21 horas
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) - Ingressos Online
Classificação Indicativa: Livre
Auditório Ibirapuera
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 2 do Parque do Ibirapuera.
Realização: Auditório Ibirapuera
Produção: Scubidu Prods. e Beta Produções

Exposição Luiz Badia - Pop Abstrato - Almacén Galeria Barra

"Folclore Brasilerio na Arte do Século XXI"

Teatro de Arena recebe três montagens da Boa Companhia

Portela, patrão; Mário, motorista estreia dia 6 de agoto no Teatro dia Arena.


A Ocupação Boa Companhia: O Lobo do Homem reúne três montagens do repertório grupo no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em agosto: Portela, patrão; Mário, motorista, às sextas e sábados (21h); Primus aos domingos (20h) e Cartas do Paraíso, somente no dia 21 de agosto (sábado, 21h).

A Boa Companhia (Campinas, SP) atua, desde 1992, tendo como proposta a pesquisa da linguagem cênica a partir do trabalho do ator. São profissionais da área teatral dispostos não só a apresentar suas montagens teatrais e performances, mas também divulgar as técnicas trabalhadas em sala de ensaio oferecendo diversas oficinas para atores e não atores. Com este intuito, vem norteando a sua atuação através da pesquisa, intercâmbio e a férrea vontade de expandir os horizontes através da arte. Exibe um currículo eclético, com montagens que vão de Shakespeare a Qorpo Santo, passando por Nelson Rodrigues e Samuel Beckett, além de adaptações de textos literários de autores como Guimarães Rosa e Franz Kafka. http://www.boacompanhia.art.br/.



· Portela, patrão; Mário, motorista
De 6 a 20 de agosto - sextas e sábados - (21h)
Criação e atuação: Daves Otani e Eduardo Osorio
Provocação cênica: Alexandre Caetano, Verônica Fabrini e Moacir Ferraz
Iluminação: Marcelo Rodrigues e Clermont Pithan
Confecção de Bonecos: Helô Cardoso, Caio Sanfelice e Marcos Laporte
Gênero: Drama – Classificação etária: 14 anos - Duração: 50 min
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 - Vila Buarque/SP – Tel: (11) 3256-9463
Ingressos: R$ 10,00 (¹/2 entrada: R$ 5,00) - Bilheteria: 2 horas antes das sessões
90 lugares - Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas. Não aceita cheque/cartão.
Em meio a bonecos que compõem o cenário da peça, inspirados nos personagens animalescos que habitam as gravuras “Os Caprichos”, de Goya, dois homens de realidades sociais distintas se encontram no final de uma noite, em um boteco: Portela, patrão; Mário, motorista. Este é o ponto de partida para uma reflexão sobre as relações humanas pautadas pelo dinheiro e pelo poder que dele advém. Portela tem na bebida uma espécie de antídoto para o seu coração frio de patrão, que se humaniza quando está embriagado. Mário, por sua vez, aproveita-se das “escapadas alcoólicas” de seu patrão para agradá-lo e garantir seu emprego de motorista neste mundo que parece aceitar todas as mazelas humanas, oriundas de uma sociedade excludente. Mundo esse, que se organiza em torno das relações de trabalho e que se deixa embriagar pela espetacularização da vida, repetindo modelos e comportamentos, onde encontramos Portelas, Mários e bebedeiras por toda parte.

· Primus

De 11 de julho a 22 de agosto – domingos (20h)
Elenco: Alexandre Caetano, Daves Otani, Eduardo Osório e Moacir Ferraz
Direção: Verônica Fabrini
Iluminação: Clermont Pithan e Daves Otani
Direção Musical: Max Costa
Gênero: Drama – Classificação etária: 12 anos - Duração: 60 min
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 - Vila Buarque/SP – Tel: (11) 3256-9463
Ingressos: R$ 10,00 (¹/2 entrada: R$ 5,00) - Bilheteria: 2 horas antes das sessões
90 lugares - Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas. Não aceita cheque/cartão.
Baseado no conto Comunicado a uma Academia, de Franz Kafka, Primus busca refletir sobre o gigantesco percurso da evolução humana. Conta a história de um macaco que para garantir seu lugar ao sol, aprende a ser homem e torna-se um pop star do show business. A base gestual tem como ponto de partida o estudo das estereotipias de primatas em cativeiro, por meio de observações no Zoológico e registros em vídeo; o trabalho vocal parte da linguagem não articulada, caminhando para a palavra, passando por canções do music-hall até chegar à alta codificação do canto lírico; e as imagens que compõem parte do cenário procuram captar as dissonâncias entre a harmonia do mundo natural versus a desarmonia do mundo civilizado. A percussão busca nos ritmos primitivos africanos e no trabalho de livre improvisação construir climas sonoros que hora conduzem a cena, hora oferecem apenas uma sustentação rítmica para ela. A montagem busca no diálogo entre essas três linguagens transpor para a cena os temas que a Companhia considera fundamentais no conto de Kafka.


. Cartas do Paraíso
Dia 21 de agosto – sábado (21h)
Elenco: Alexandre Caetano, Eduardo Osorio, Gustavo Valezi e Moacir Ferraz
Direção: Verônica Fabrini
Direção musical e trilha sonora: Silas Oliveira
Iluminação: Cláudia Echenique
Figurino: Guilherme Guedes
Gênero: Drama – Classificação etária: 12 anos - Duração: 75 min
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 - Vila Buarque/SP – Tel: (11) 3256-9463
Ingressos: R$ 10,00 (¹/2 entrada: R$ 5,00) - Bilheteria: 2 horas antes das sessões
90 lugares - Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas. Não aceita cheque/cartão.

Acima da Linha do Equador, homens desafiam o mar tenebroso em busca de novos caminhos, de novas terras, quem sabe, um Paraíso. Abaixo da Linha do Equador, outros homens dançam até seus corpos se tornarem leves e serem levados pelo vento, acima e além das grandes águas para alguma terra sem males; quem sabe, um Paraíso. Na linha branca de areia, começo de um caminhar para beira de outro lugar, esses homens se encontram, devoram-se, transformam-se uns nos outros, amalgamados, mestiços, amedrontados e pasmos diante da morte. A bordo das canoas com asas viajam um degredado, um padre, um jovem cartógrafo e um bufão. Na praia, os aguardam xamãs e guerreiros. Na iminência de um apocalipse dois imaginários se encontram e se perguntam: alguém sabe onde fica o paraíso?


Maiores Informações - Eliane Verbena
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br

Vik Muniz com a mostra “Verso”

A Galeria Fortes Vilaça apresenta a mostra “Verso” de Vik Muniz. São oito objetos tridimensionais, feitos de madeira e mídias variadas, que reproduzem fielmente o verso de obras célebres como Les Mademoiselles d’Avignon de Picasso, Starry Night de Van Gogh, La Grande Jatte de Seurat. A mostra fica em cartaz entre os dias 29 de julho e 11 de setembro, com entrada Catraca Livre.


Para a exposição de São Paulo, Vik Muniz trabalhou junto à Pinacoteca do Estado de São Paulo, O MAM do Rio de Janeiro e o MASP para reproduzir o verso das pinturas A Estudiante, de Anita Malfatti; O Abaporu, de Tarsila do Amaral; Sao Paulo, 1924, de Tarsila do Amaral e Samba, de di Cavalcanti respectivamente.


Durante os últimos 20 anos Vik recria imagens icônicas e utiliza-se de técnicas que relatam o processo de criação da obra de arte. Ao observar a história de algumas destas imagens expostas e revelar o lado desconhecido delas, a série Verso leva o artista de volta a criação de objetos, técnica com a qual ficou conhecido ainda na década de 80.
O trabalho de Vik Muniz encontra-se em coleções em todo o mundo, entre eles no Museum of Modern Art, New York; Metropolitan Museum of Art, New York; Whitney Museum of American Art, New York; The Art Institute of Chicago; Los Angeles County Museum of Art; San Francisco Museum of Modern Art; Museu de Arte Moderna, Rio; Museum of Contemporary Art, Tokyo; Daros Foundation, Zurich; e no Tate, Londres.

SERVIÇO:
Exposição de 29/07 a 11/09/2010.

Terças a Sábados das 10h às 19h

Galeria Fortes Vilaça

Rua Fradique Coutinho, 1500, Vila Madalena - Telefone: (11) 3097-0384
Entrada FRANCA

quinta-feira, 29 de julho de 2010

ENCONTROS DE HISTÓRIA DA ARTE /SÉCULOS XX e XXI

CURSO E ENCONTROS DE HISTÓRIA DA ARTE


PROGRAMA 3. MÓDULO
A proposta deste grupo de estudos é refletir sobre as linhas e força da arte desde o início dos séculos até os dias de hoje, examinando as propostas estéticas e as implicações filosóficas e políticas e seus principais movimentos e artistas. Os encontros também serão dedicados à discussão de mostras de arte relevantes no país ou no exterior que aconteçam no período.

*COORDENADORA: Mali Frota Villas-Bôas, pesquisadora de arte, professora de história da arte e diretora da Organização Paulista de Arte e Galeria Mali Villas-Bôas.

* CONTEÚDO:

ARTE MODERNA BRASILEIRA, CONTEMPORÂNEA E DE VANGUARDA

1- A Semana de Arte Moderna no Brasil – Anita Malfati, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro, Vitor Brecheret entre outros.
2- Artistas Independentes- Chagall, Paul Klee e Miró.
3- Grupo Santa Helena- Volpi, Bonadei, Rebolo etc.
4- New York- como centro de criação artística da Arte Contemporânea.
5- Mestres Brasileiros – Aldemir Martins, Portinari, Ianelli, Guignard, Clovis Graciano.
6- Arte de Movimento – Optical Art e Arte Cinética.
7- Os Abstratos Brasileiros – Mabe, Tomie Otake, Fukushima, Iberê Camargo.
8- Pop Art – norte americana e inglesa.
9- Arte Conceitual – A idéia como essência.
10-Mínimal Arte – A redução da forma
11- Vida e Arte – Claudio Tozzi, F.H.Amaral, Daniel Senise, João Camara, Brennand, Peticov, Leda Catunda, Carlos Araujo, Sergio Ferro, Romero Britto, Maria Bonomi, Burle Marx e Vik Muniz.
12- Montagens, Ambientações, Happenings, Eventos e Bienais.
13-Novas Linguagens – Vídeo Arte, Holografia, Arte por computador, Arte Postal (interferências no urbano), Arte Corporal.
14- Encontros para discutir artistas brasileiros.
15- Aula-visita monitorada na 29º. Bienal Internacional de São Paulo.

 
Inicio 03 de agosto de 2010
Horarios: 15h as 17h e 19h as 21h - terças feiras.
Duração: agosto a dezembro de 2010

GALERIA MALI VILLAS-BÔAS

Rua Tabapuã, 838 – Itaim Bibi, SP
FONES: 11 3078-0541/ 3078-4586

Festa do Adoniran, novo espetáculo de Célia, celebra centenário do compositor paulista e 40 anos de carreira da cantora

Em Festa do Adoniran, Célia comemora 40 anos de carreira e homenageia centenário do compositor paulista no Tom Jazz.
Com repertório recheado dos principais clássicos do sambista, a cantora
abre para canjas de Luciana Mello, Verônica Ferriani e Virgínia Rosa

Célia conheceu Adoniran Barbosa pessoalmente em 1981, quando fizeram show juntos no Teatro da Universidade Católica (Tuca), em São Paulo , um ano antes da morte do compositor de Trem das Onze. Hoje, na véspera do aniversário de 100 anos do artista (6/8/1910 – 23/11/82), a cantora faz apresentação única do espetáculo A Festa do Adoniran no dia 5 de agosto, quinta-feira, às 22 horas, no Tom Jazz.

“Naquela noite da década de 80, lembro de ter aberto o show cantando Bom Dia, Tristeza. Adoniran fez uma apresentação bem popular, com aquela sua verve característica. Eu fazia um som considerado mais chique. Ele quebrou minhas duas pernas. Talvez hoje a luta fosse mais de igual para igual”, relembra Célia, que assim como Aracy de Almeida e Leci Brandão fizeram sua fama interpretando Noel Rosa e Cartola, vem se consagrando como uma grande intérprete de Adoniran.

Charuto no bolso, chapéu panamá, gravata e camisa risca de giz. Com figurino nos trinques - "outra forma que a cantora encontrou para prestigiar o centenário do cantor e compositor, símbolo da música paulista" -, Célia aproveita para comemorar seus 40 anos de carreira ao lado das amigas de profissão Luciana Mello, Verônica Ferriani e Virgínia Rosa.

Com uma daquelas vozes que desafiam o tempo, a paulista (criada no Rio) e protagonista do show, interpretará, por cerca de uma hora e quinze minutos, as músicas mais famosas de um de seus compositores prediletos. De quebra, abre para canjas das três convidadas, que seguem na interpretação de canções de Adoniran Barbosa.

O repertório aguardado para a apresentação conta com grandes sucessos como: Saudosa Maloca, Trem das Onze, Iracema, Samba do Arnesto, Tiro ao Álvaro, Prova de Carinho, Bom Dia, Tristeza (de Adoniran Barbosa e Vinicius de Moraes), Agüenta a mão João, entre outras.

Na retaguarda da cantora, músicos experientes compõem a banda do show. Optando por uma formação sem violões, o trio vem com Ogair Jr. no piano, Marcos Paiva no baixo acústico e Giba Faveri na bateria. Os três darão a Célia todo o acompanhamento necessário para que se recrie a atmosfera musical do samba da década de 30 e 40.


Sobre Célia
Aos 13 anos, a cantora Célia começou a se interessar por música. Estudou violão clássico e popular, harmonia, teoria e composição. Incentivada por diversos amigos, decidiu dedicar-se ao canto. Em 1970, foi lançada no programa Um Instante Maestro, de Flávio Cavalcanti, obtendo grande êxito. Tanto que em 1971 já gravava seu primeiro LP na Continental, Célia, celebrado com vários prêmios. No ano seguinte, gravou novo disco, com canções como Detalhes e A Hora É Essa (ambas de Roberto & Erasmo Carlos) e a partir de então participou de alguns festivais da canção na Venezuela e no Uruguai. Nos anos seguintes, continuou fazendo shows em teatros e boates para seu público cativo, especialmente em São Paulo. Comemorou 25 anos de carreira com o show Célia e Banda Son Caribe, no Espaço Vinicius de Moraes (SP), com repertório de salsas, mambos e merengues. Ao lado do mesmo Zé Luiz, gravou em 2000 o CD Pra Fugir da Saudade (Jam), dedicado aos sambas de Paulinho da Viola. Em 2010, a cantora celebra seus 40 anos de carreira com o CD Lado Oculto das Canções, além de ter uma biografia a ser lançada no segundo semestre do ano.

Sobre Adoniran Barbosa
O ator e compositor nasceu em 6 de agosto de 1910, em Valinhos, São Paulo. Seu verdadeiro nome era João Rubinato, mas ficou conhecido por seu personagem mais popular. Em suas músicas contava a vida de um típico paulistano, filho de imigrantes italianos, a sobrevivência do paulistano comum numa metrópole, refletindo passagens de uma vida sofrida, miserável, porém com bom humor. Tirou de seu dia a dia a idéia e os personagens de suas músicas. Iracema, por exemplo, nasceu de uma notícia de jornal - quando uma mulher havia sido atropelada na Avenida São João. Adoniran nasceu e morreu pobre. Com seu jeito simples de fala rouca, contador de histórias, conquistava o pessoal do bairro, dos freqüentadores dos botecos onde sentava para compor o que os cariocas reverenciaram como o samba de São Paulo.

Ficha Técnica:
Festa do Adoniran, dia 05 de agosto no Tom Jazz às 22h. Duração: 75 minutos. Couvert artístico: R$50,00. Vendas na bilheteria da casa. Banda: Baixo: Marcos Paiva. Piano e Arranjos: Ogair Júnior. Bateria: Giba Faveri. Direção geral: Fernando Cardoso. Direção musical: Ogair Jr. e Marcos Paiva. Direção de produção: Roberto Monteiro. Idealizado por: Mesa 2 Produções.


TOM JAZZ – Av. Angélica 2331 – Higienópolis. Telefone (11) 3255- 3635. A casa abre às 20 horas. Duração dos shows – 90 minutos. Capacidade – 200 pessoas. Classificação etária – 18 anos. Formas de Pagamento – Dinheiro, cheque, cartões de crédito e débito MasterCard e Visa. Estacionamento – R$ 15,00 (em frente ao local). Acesso para deficiente físico. Ar condicionado. Site – www.tomjazz.com.br