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quinta-feira, 8 de julho de 2010

FESTA ASFALTOS 07 ANOS

Show Lanna Rodrigues canta Maysa no Teatro Raul Cortez em Caxias

LANNA RODRIGUES AO VIVO
SEXTA FEIRA 16/7 - TEATRO RAUL CORTEZ - CAXIAS às 20:00 hs

Lista Amiga R$ 10,00: Envie nomes para producao@lannarodrigues.com.br
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QUINTA FEIRA 12/8 - TEATRO CAFÉ PEQUENO - LEBLON às 18:00 hs
AV. Ataulfo de Paiva, 269 - Leblon - RJ
Lista Amiga R$ 10,00: Envie nomes para producao@lannarodrigues.com.br

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Paulinos Produtora de Eventos
Caixa Postal 32.517 - RJ - CEP.: 21.941-984 - Fone: (21) 7841-5176 ID 24*16065
http://www.paulinosprodutora.com.br/

quarta-feira, 7 de julho de 2010

PROJETO GUARANÁ - exposição no METRÔ SÉ -SP

A Galeria Mali Villas-Bôas têm por objetivo estabelecer entre público e arte um conceito direto de reconhecimento de obras dos seus artistas, que são representados por ela e que com suas produções de artes plásticas dão "a cara conceitual" do trabalho desenvolvido.


Com isso a curadora, historiadora e crítica de arte Mali Frota Villas-Bôas, desenvolve todos os anos uma exposição itinerante com temas relevantes e oportunos para o período. E o PROJETO GUARANÁ nada mais é que um resgate da nacionalidade brasileira que mostra o quanto temos de riquezas naturais tão pouco divulgadas.

O PROJETO GUARANÁ deu inicio a sua itinerância na própria galeria e a partir de 09 de julho até o último dia do mês, estará na Estação Sé do Metrô de São Paulo, gratuitamente para todos os usuarios das linhas desta estação.



Realização: Galeria Mali Villas-Bôas e Metrô do Estado de São Paulo.
Curadoria: Mali Frota Villas-Bôas
Produção: Rose de Paulo
Contatos: http://www.galeriamalivillasboas.com.br/
www.twitter.com/GaleriaMVB
galmalivillasboas@yahoo.com.br

 
 
 
ALGUMAS OBRAS EM EXPOSIÇÃO:
Autores: Luis Ratto, Lucia Singer, Marcos Oliva e ErikadCardoso.

Minha homenagem ao Eterno: CAZUZA


















Cazuza nasceu no Rio de Janeiro, em 1958, e foi batizado como Agenor de Miranda Araújo Neto. Era filho de um produtor da Som Livre e da costureira Dona Lucinha. Desde pequeno, conviveu com a música através dos artistas que seu pai recebia em casa. Mas foi só depois de um curso de teatro que o cantor percebeu o que realmente lhe completava: cantar.

Foi indicado a uma banda que procurava um vocalista, tornando-se integrante do Barão Vermelho, que lhe consagrou como o poeta do rock. Com o grupo, gravou 4 CDs e lançou sucessos como "Todo amor que houver nessa vida", “Pro Dia Nascer Feliz” e “Bete Balanço”.





 
 
 
 
 
 
 
 
Em 1985, lança seu primeiro álbum solo chamado “Cazuza / Exagerado”, fazendo da faixa-título um sucesso. O próximo disco, “Só Se For a 2”, assumiu uma postura mais séria e profissional do cantor conhecido por seu comportamento escandaloso, e estourou com "O Nosso Amor a Gente Inventa (estória romântica)".


Antes mesmo de iniciar a turnê do segundo disco, Cazuza descobriu que tinha AIDS. Foi internado e logo depois levado a Boston para um forte tratamento. Voltou ao Brasil dois meses depois e lançou “Ideologia”, consagrando-o definitivamente. Com letras mais densas, refletindo a fase difícil por qual passava e sua indignação com o país, o disco trouxe “Faz Parte Do Meu Show” e “Brasil”.

Porém, foi apenas em 1989, depois do lançamento do disco ao vivo “O Tempo Não Pára”, com o sucesso homônimo, que assumiu publicamente a doença. Ao invés de desanimar diante do futuro certo, Cazuza passou a trabalhar ainda mais em novas composições, resultando no álbum duplo “Burguesia”. Com a voz já enfraquecida, o disco foi gravado com Cazuza na cadeira de rodas, e não obteve muito sucesso, mas recebeu o Prêmio Sharp póstumo de melhor canção com “Cobaias de Deus”.
 
 
 
 
 
 
 
No dia 7 de julho de 1990, Cazuza morre devido a um choque séptico causado pela AIDS. Após sua morte, foram lançados mais dois álbuns “Por Aí”, com músicas gravadas, mas não lançadas nos discos anteriores, e um disco ao vivo gravado durante a turnê de “Se For a 2”.
E assim perdemos o " revolucionario" CAZUZA, dono de uma irreverência e de uma inteligência sem limites. Perdemos o poeta mas nos ficaram as canções....pois; " O tempo não pára"

Rose de Paulo

Pena Pinheiro no TOM JAZZ