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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Club Noir encerra Peep Classic Ésquilo, com Oresteia I e II dias 30/11 e 1 e 2/12


Com direção e adaptação de Roberto Alvim, o Club Noir encerra o projeto Peep Classic Ésquilo com apresentação das peças Oresteia I e II (juntas) dias30 de novembro e 1 e 2 de dezembro, sexta e sábado, às 21 horas e domingo, às 20 horas.

A trilogia Oresteia (composta por 3 tragédias: Agamêmnon, As Coéforas, e As Eumênides) é a obra final de Ésquilo. Neste trabalho, o autor grego faz seu voto inevitável em prol do caminhar para além da pulsão de morte. Trata da maldição da tragédia sobre a família de Atreu após o retorno da Guerra de Tróia. “Não se trata aqui do retorno ao útero materno, mas sim da chegada a uma instância existencial para além do homem”, fala o diretor Roberto Alvim.

Em Oresteia I, o rei Agamêmnon retorna de Tróia, após ter vencido a guerra, e é assassinado por sua esposa, Clitemnestra. Em Oresteia II, Orestes, filho de Agamêmnon e Clitemnestra, volta à casa para vingar a morte de seu pai, matando a própria mãe. Em seguida, sentindo a loucura se aproximar, foge.

O projeto Peep Classic Ésquilo começou em junho de 2012 e apresentou as seis peças de Ésquilo, reconhecido como o pai da tragédia, o mais antigo dos três autores gregos (os outros são Sófocles e Eurípedes).

Foi a primeira vez (no Brasil e também no âmbito internacional) que uma companhia de teatro encenou todas as obras do primeiro autor da história do teatro. O projeto tem patrocínio do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Elenco - Juliana Galdino, Renato Forner , Fernando Gimenes, Ricardo Grasson, Paula Spinelli, José Geraldo Jr, Bruno Ribeiro, Frann Ferraretto e Gabriela Ramos.

ORESTEIA I E II – Dias 30 de novembro e 1 e 2 de dezembro. Sextas e sábados às 21h e domingos às 20 horas.

CLUB NOIR – Rua Augusta, 331 – Consolação – tel: 3255-8448 / 3257-8129. Ingresso: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia-entrada. Duração: 50 minutos. A bilheteria abre 2 horas antes do início do espetáculo.  Classificação etária - 16 anos. Capacidade: 42 lugares.

Projeto Adoniran Demônios da Garoa encerra temporada 2012, dia 6 de dezembro


O Projeto Adoniran encerra a programação deste ano no dia 6 de dezembro, quinta-feira, com a apresentação do grupo que melhor representa a cidade de São Paulo, interpretando canções de seu mais ilustre compositor, Adoniran Barbosa. Trata-se dos Demônios da Garoa que, há 69 anos, cantam com bom humor as dores e as alegrias desta metrópole.

O show acontece no Auditório do Memorial da América Latina, às 21 horas, com ingressos populares a R$ 15,00.

O grupo - formado, atualmente, por Sérgio Rosa (voz e pandeiro), Canhotinho (voz e cavaco), Izael (voz e timba), Ricardinho (voz e percussão) e Dedé Paraíso (voz e violão) - interpreta como ninguém sucessos de Tom Jobim & Vinicius de Moraes (“Se Todos Fossem Iguais a Você”), Cartola (“As Rosas Não Falam”), Zé Kéti (“A Voz do Morro”), Dorival Caymmi (“Rosa Morena”), Paulo Soledade (“Estão Voltando as Flores”) e Sérgio Bittencourt (“Modinha”), entre outros.

O show traz ainda inesquecíveis canções de Adoniran Barbosa como “Iracema”, “Trem das Onze”, “Tiro ao Álvaro”, “Saudosa Maloca”, “Samba do Arnesto”, “As Mariposas” e “Prova de Carinho”.

Não se pode falar de Demônios da Garoa sem lembrar Adoniran Barbosa e vice-versa. Adoniran queria ser ator, mas conseguiu destaque como cantor e compositor desde cedo. Em 1936, gravou o primeiro disco e somente na década de 40 conseguiu realizar o sonho de ser ator, participando de várias produções, inclusive O Cangaceiro, de Lima Barreto. Durante as filmagens ele conheceu os Demônios da Garoa, resultando em amizade e parceria que até hoje proporcionam momentos de boa música e humor. No carnaval de 1951, fizeram sucesso com o samba “Malvina”; o mesmo ocorrendo, em 1952, com “Joga a chave” (parceria com Oswaldo Molles).

Já nessa época, os Demônios tinham estilo único, um linguajar próprio dos bairros populares e uma grande identificação com os sambas de Adoniran. A década de 50 foi importante para ambos. “Saudosa Maloca” (1955) e “Trem das Onze” (1964) se tornaram marcos na música popular e o grupo regravou “A Voz do Morro”, de Zé Kéti. Pode-se afirmar que Adoniran Barbosa tinha os Demônios da Garoa em mente quando compunha, assim como eles foram os grandes responsáveis pela divulgação do compositor.

Diante dessa história de amizade entre um grupo musical e um compositor, ambos representantes máximos da música popular brasileira, o Projeto Adoniran fecha mais uma edição com a cadência e interpretação rara dos Demônios da Garoa.

Projeto Adoniran
Show: Demônios da Garoa

Integrantes: Sérgio Rosa (voz e pandeiro), Canhotinho (voz e cavaco), Izael (voz e timba), Ricardinho (voz e percussão) e Dedé Paraíso (voz e violão).

Dia 6 de dezembro – quinta-feira – às 21 horas

Memorial da América Latina – Auditório Simon Bolívar
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda/SP - Tel: (11) 3823-4600
Ingressos: R$ 15,00 (meia: R$ 7,50) - Duração: 1 hora - Censura: Livre
Bilheteria: 14h às 19h (dia anterior) e a partir de 14h (dia do show).
Capacidade: 800 lugares. Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas.
Estacionamento (Portão 15) s/ manobrista: R$ 10,00. Entrada/pedestres: Portão 13.
Realização: Fundação Memorial da América Latina          

Demônios da Garoa


No princípio da década de 40, quatro garotos, entre 12 e 14 anos, formaram o Grupo do Luar, que foi se tornando conhecido. Pessoas vinham de longe para ouvi-los e a fama corria pelos bairros da Mooca, Brás e Belém, onde moravam. O reconhecimento com os programas de calouros, como A Hora da Bomba, na Rádio Bandeirantes, onde ganharam o primeiro prêmio: um contrato para duas apresentações semanais nas Emissoras Unidas (Bandeirantes, Record, Panamericana e São Paulo). Era o primeiro passo da longa carreira de 69 anos. Em 1949, fizeram um arranjo para “Mulé Rendeira” e a interpretaram junto com Homero Marques na trilha de “O Cangaceiro”, quando conheceram Adoniran Barbosa.

O nome Demônios da Garoa foi escolhido em um concurso entre os ouvintes do programa de Vicente Leporace: “Demônios” porque Leoporace os chamava de garotos endiabrados e “Garoa” numa alusão à expressão “São Paulo, terra da garoa”. Entre os prêmios e honrarias conquistados estão os troféus Roquette Pinto e Chico Viola, o Prêmio Sharp de Música (1995), o Prêmio Ary Barroso (1998), a Medalha Anchieta da Câmara Municipal de São Paulo e a instituição da Semana Demônios da Garoa, pela Lei Municipal nº 1430, de 25 de Outubro de 1993. O grupo tem uma discografia invejável: gravou seis compactos duplos, 69 compactos simples, 34 LPs, 13 CDs e, em 2008, lançou o primeiro DVD.

Lenda viva da musica brasileira, os Demônios da Garoa têm a “cara” de São Paulo, mas para isso, foi necessário encontrar um estilo, uma forma original de interpretar com humor o falar do cotidiano do povo paulista. È com esse humor especial, vocais e arranjos bem estruturados e repertorio exclusivo que eles comemoram 69 anos em 2012. Entre os prêmios e honrarias recebidas estão os troféus Roquete Pinto e Chico Viola, os prêmios Sharp de Música (1995) e Ary Barroso (1998), a medalha Anchieta da Câmara Municipal de São Paulo, o Disco de Ouro pelo CD 50 anos (1994) e o reconhecimento do Guinness Book (1994), como o Grupo mais antigo e em atividade no mundo. Atualmente, trabalham no lançamento do novo DVD, Vem Cantar Comigo, que traz participação de artistas como Dudu Nobre, Péricles, Wando e Arnaldo Antunes.

Projeto Adoniran

O Projeto Adoniran é uma iniciativa da Fundação Memorial da América Latina que revitalizou o conhecido Projeto Adoniran Barbosa, realizado entre os anos de 1990 e 2000. Em março de 2007, voltou a integrar a programação cultural da cidade de São Paulo apresentando espetáculos de Música Popular Brasileira, seja por seus compositores ou por seus intérpretes. Entre os nomes que já passaram pelo projeto, destaque para Toquinho, Chico César, Fátima Guedes, Arrigo Barnabé, Evinha, Ná Ozzetti, Alaíde Costa, Wagner Tiso, Zezé Motta, Maria Alcina, Mônica Salmaso, Demônios da Garoa, João Bosco, Boca Livre, MPB4, Ivan Lins, Ed Motta, Fabiana Cozza, Ângela Ro Ro, Jane Duboc, Benito di Paula, Quinteto Violado, Flávio Venturini e muitos outros. 


Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br

SINDDANÇA comemora o Dia do Profissional da Dança


Luiz Arrieta, Ballet Stagium e Cisne Negro são algumas das atrações.

O Sinddança (Sindicato dos Profissionais da Dança do Estado de São Paulo), presidido por Maria Pia Finócchio, promove dois espetáculos para comemorar oDia do Profissional da Dança.

A data oficial é dia 23 de novembro, mas o festejo será nos dias 7 e 8 de dezembro, sexta-feira e sábado, às 20h30, no Memorial da América Latina, em São Paulo. No programa, 15 apresentações (coreografias), distribuídas nas duas noites, com bailarinos e grupos de dança de projeção nacional e internacional.

O objetivo do evento é reunir profissionais da dança, personalidades das artes e da cultura em geral e imprensa especializada para prestar homenagem aos bailarinos e a todos profissionais envolvidos na área.

O Sinddança também busca democratizar o acesso à dança, promovendo os espetáculos a preços populares. “Queremos que todas as pessoas tenham acesso à cultura e possam conferir ao vivo, no teatro, o que temos de melhor no campo da dança, atualmente”, declara Maria Pia Finócchio.

Os grupos e bailarinos que se apresentam nos espetáculos do Dia do Profissional da Dança são:

Dia 7/12: Luiz Arrieta, Ballet Stagium, Cisne Negro Cia. de Dança, Cia. Sociedade Masculina, Nilza Y Pablito, Ilusão e Vida Cia. de Dança, Espaço Flamenco Yara Castro e Oficina Cultural Contemporânea de Barueri.

Dia 8/12: Luiz Arrieta, Ballet Stagium, Sopro Cia. de Dança, Nilza Y Pablito, Ilusão e Vida Cia. de Dança, Oficina Cultural Contemporânea de Barueri e Companhia de Danças de Diadema.

O Dia do Profissional de Dança é uma data idealizada pelo SINDDANÇA para festejar a dança no estado de São Paulo e aprovada, em 1999, pela Assembléia Legislativa. O Sindicato também promove anualmente o ENDA (Encontro Nacional de Dança), um festival pioneiro no estímulo à dança no Brasil que está na 31ª edição, e o Grande Gala ENDA.

Espetáculo: Dia do Profissional da Dança
Dias 7 e 8 de dezembro – sexta e sábado – às 20h30
Memorial da América Latina (Auditório) - www.memorial.sp.gov.br
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda/SP - Tel: (11) 3823 4600
Ingressos: R$ 20,00 (meia: R$ 10,00) – Bilheteria: a partir das 14h nos dias das apresentações - Capacidade: 800 lugares. Duração: 75 min
Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas. Estacionamento (Portão 15) s/ manobrista: R$10,00. Entrada/pedestres: Portão 13.


Assessoria de imprensa – Verbena Comunicação
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – eliane@verbena.com.br

Poetry slam ZAP! celebra a poesia falada no Sesc Pompeia


Evento, que traz finais de campeonatos de poesia
performática  e pocket shows de rap ao palco da unidade, abre
 espaço para que o espectador se torne poeta e recite seus próprios
 poemas. A batalha final entre campeões vale vaga e passagem para
 a Copa do Mundo de Slam na França, em 2013

Entre versos autorais e apresentações de rap, a poesia performática ganha o palco do Sesc Pompeia nos dias 4 e 5 de dezembro, terça e quarta, às 20h, com atrações ligadas ao Poetry Slam no Brasil.

A primeira noite começa com o Microfone Aberto, momento em que todos podem se aventurar pelo universo lúdico recitando poesias próprias ou de outros autores, bastando apenas fazer a inscrição na hora. Em seguida, ocorre a Final do ZAP! (1º evento de poesia falada criado em São Paulo e realizado mensalmente pelo Núcleo Bartolomeu de Depoimentos), na qual se enfrentam pelo título de “zapeão do ano” os vencedores das edições mensais do torneio realizadas ao longo de 2012.

Já na segunda noite de evento acontecem a Final do Menor Slam do Mundo (torneio de poemas curtos) e a Grande Final entre o campeão do ZAP! e o campeão do Slam da Guilhermina – confronto que vale uma vaga na Copa do Mundo de Poetry Slam, anualmente realizada em Paris, na França.

Ao final da competição, acontece o RAP-SLAM, shows com DJ e MC que trazem em seus trabalhos influências do spoken word com MC Gra, Marechal e Amiri.

Para participar, o competidor deve obedecer às seguintes regras do Slam:
1) Podem ser lidos um poema (ou texto) por vez, devendo ser de autoria do poeta.
2) Sem acessórios, sem figurino, sem acompanhamento musical.
3) Os poemas devem ter no máximo 3 minutos (ou menos)  mais 10 segundos de bônus. Após esse tempo, a cada 10 segundos excedidos, 1 ponto é descontado.

O Slam no Brasil

Os microfones do ZAP!, o primeiro Poetry Slam brasileiro, foram pela primeira vez ligados para poetas que falam sobre temas diversificados em 2008. Promovido pelo Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, fundado em 1999, o evento inaugurou essa “modalidade” poética no território nacional, abrindo caminho para o surgimento de competições do gênero, como Slam da Guilhermina e o Menor Slam do Mundo. 

Permeados desde o princípio por notáveis aspectos sociais, culturais, políticos e artísticos, os poetry slams surgiram em meados dos anos 80 nos EUA, paralelamente ao afloramento da cultura hip hop, que estabelecia entre seus adeptos uma prática similar: as tradicionais batalhas de MC's. Os slams possuem um caráter inclusivo, e convidam qualquer um a expressar seus pensamentos por meio dos versos. Esse tipo de manifestação artística perpetuou-se mundo afora e é hoje popular em países como França, Canadá, Alemanha, Zimbabwe, Gabão e Singapura, apenas para citar alguns exemplos.

Vídeos:
Copa do Mundo de Poetry Slam em Paris http://www.youtube.com/watch?v=Gbkhar165C8


SERVIÇO: 

ZAP! Poetry Slam na Choperia do Sesc Pompeia

Dia 4 de dezembro- terça-feira, às 20h (Final do ZAP!)


Dia 5 de dezembro - quarta-feira, às 20h (Final Slam SP e Rap Slam)

Classificação indicativa: Livre
Grátis. Retirar ingressos com uma hora de antecedência.

Duração: 90 minutos

SESC Pompeia – Rua Clélia, 93
Telefone para informações: (11) 3871-7700

Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, ligue 0800-118220 ou acesse o portal 
www.sescsp.org.br.

Horário de funcionamento da Bilheteria – De terça a sábado das 9 às 21 horas e domingos e feriados das 9 às 19 horas.
Formas de pagamento - Cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard e Diners Club International) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro e Redeshop).


Bolero de 4 une dança contemporânea e acrobacias em bicicletas no Sesc Pompeia


A apresentação faz parte do projeto Ocupação Pompeia, que promove espetáculos e intervenções artísticas que, por meio de diversas linguagens, se integram e utilizam o espaço arquitetônico do Sesc Pompeia.

Em meio a uma roda de atentos espectadores, o bailarino monta em sua bicicleta e pedala em círculos, observando as expressões do público. Sem as mãos, coloca-se de pé sobre o banco de sua bike e inclina-se pra trás: braços abertos em cruz. Serpenteando acrobacias sobre as notas suaves de um bolero, João Rafael – o bailarino em questão – inicia assim seu Bolero de 4, espetáculo gratuito que apresenta de 5 a 8 de dezembro, às 16h e às 19h30, na quarta e às 20h30 e 21h15 de quinta a sábado, na Área de Convivência do Sesc Pompeia.

Com direção e concepção do dançarino Luiz Abreu e criação e interpretação do bailarino João Rafael, o espetáculo propõe um diálogo entre os princípios e elementos da dança contemporânea e as técnicas esportivas da BMX e dos esportes radicais, por meio da execução de movimentos artísticos e acrobacias sobre bicicletas.

Realizando a dança ao som do tradicional Bolero de Ravel, composição orquestral clássica de Maurice Ravel, o bailarino cria uma coreografia própria à performance, a partir da qual surgem novas possibilidades de aplicação cênica da bicicleta.  As abordagens artísticas sobre o veículo ultrapassam o campo da mera acrobacia e resultam em um deslocamento estético do esporte para o ambiente artístico: a BMX torna-se uma arte, e a arte um esporte.

A partir desta dialética, o atleta-dançarino desenvolve, de forma poética, um relacionamento de cumplicidade com sua parceira de cena – sua bike –,criando narrativas, construindo discursos intensos e linguagens singulares repletas de sentimentos, expressão e significados particulares.

O trabalho sugere um novo olhar que recria e reconstrói a imagem do ciclista-artista e de sua bicicleta na forma de uma intensidade crescente, assim como a trilha de Ravel que, aos poucos, leva à reafirmação e miscigenação da identidade do artista e do ciclista – do fazer artístico e do fazer esportivo.

Serviço:
BOLERO DE 4 – De 5 a 8 de dezembro, às 16h e às 19h30 na quarta e às 20h30 e 21h15 de quinta à sábado, na Área de Convivência do Sesc Pompeia. Classificação: Livre. Tempo de Duração: 16 minutos. Grátis.

Ficha Técnica:
Concepção e Direção: Luiz de Abreu. Interprete criador: João Rafael. Produção: Jacqueline de Castro. Trilha Sonora: Bolero de Ravel, de Maurice Ravel.

SESC POMPEIA – Rua Clélia, 93. Telefone – 3871-7700. Acesso para deficientes físicos. Não temos estacionamento. Funcionamento da bilheteria do SESC Pompeia – de terça a sábado, das 9h às 21h e aos domingos, das 9h às 19h. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard, Diners Club International e American Express) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico). Para informações sobre outras programações, ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br

Espetáculo Das Faces do Corpo, da Cia E² propõe um encontro entre dança e fotografia


O livro Antropologia das Faces Gloriosas, do fotógrafo Arthur Omar, inspirou coreografia dirigida pela bailarina Eliana Santana e Wellington Duarte


Tudo começou em 2001, quando os bailarinos Eliana Santana e Wellington Duarte criaram dois solos a partir do livro de Arthur Omar. Na época, o premiado fotógrafo esteve com os bailarinos e puderam travar um profundo diálogo sobreAntropologia das Faces Gloriosas, lançado na Bienal de São Paulo, em 1997 e que é considerado um clássico da arte visual brasileira. Com esta bagagem, 11 anos depois da criação dos dois solos, Eliana e Wellington dirigem Faces do Corpo, que também é inspirado nessa obra de Arthur. Neste novo trabalho traz sete bailarinos em cena e procura estabelecer um paralelo entre o palco do teatro e a máquina fotográfica. A atual pesquisa transita por uma livre sintonia com as artes visuais. No elenco Elen Minhoto, Eliana de Santana, Leandro de Souza, Nina Wiziack, Rafael Barzagli, Samanta Barros e Tatiane Martins. A estreia acontece dia 06 de dezembro às 20 horas, no Kasulo, Espaço de Cultura e Arte, na Barra Funda.
Antropologia das faces Gloriosas, de Arthur Omar é uma série de fotos nas quais o artista e diretor de cinema interpreta o delírio carnavalesco brasileiro e o transe nas ruas em 161 retratos. Para fazer este paralelo sobre uma visão do êxtase proposta por Arthur, Faces do Corpo conta com cenário e figurino de Eliana de Santana e Hernandes de Oliveira, iluminação de Hernandes de Oliveira e trilha sonora de Daniel Fagundes.

Nesse encontro com a obra de Omar, tanto a cenografia quanto a buscaram criar um espaço cênico que traduzisse em síntese poética aquele universo subjetivo. “Para criar este espaço buscamos um paralelo entre o palco do teatro e a máquina de fotografia. A câmera escura quando inundada de luz ao disparo do obturador não é muito diferente da caixa preta do palco que aguarda para se desfazer em possibilidades infinitas que só o instante da cena - no instante da cena - pode revelar”, comenta o iluminador e cenógrafo Hernandes de Oliveira.

Sobre a música do espetáculo, o compositor Daniel Fagundes explica: “Procurei trabalhar a música até que ela chegasse a um estado de graça, de êxtase. Usei como matéria prima, músicas de outros artistas, sobrepondo, decompondo, recompondo, trabalhando uma amálgama, buscando uma liga entre elas, a fim de criar um corpo-sonoro, um espaço de tensão que mantém vivo o diálogo entre som e dança”.

Para Arthur Omar, As Faces Gloriosaas são “aquelas que vivem atitudes de passagem, porque não duram mais que breves instantes, frações de sentimentos alterados entre a alegria e a tristeza, o amor e o ódio, o entusiasmo e a retração”.


Ficha Técnica: Direção: Eliana de Santana e Wellington Duarte. Elenco: Elen Minhoto, Eliana de Santana, Leandro de Souza, Nina Wiziack, Rafael Barzagli, Samanta Barros e Tatiane Martins. Cenografia / Figurinos: Hernandes de Oliveira e Eliana de Santana. Iluminação: Hernandes de Oliveira. Trilha Sonora: Daniel Fagundes. Orientação Artística: Wellington Duarte. Produção: E² Cia de Teatro e Dança.
Serviço: KASULO ESPAÇO DE CULTURA E ARTE - Rua Souza Lima, 300B - Barra Funda -  (próximo ao Metro Marechal Deodoro).Temporada: 06, 07, 08, 09, 13, 14, 15 e 16 de dezembro. Quinta a sábado, 20 e domingo às 18h Duração aproximada: 50 minutos. Censura: 14 anos. Gratuito.

ARTEPLURAL - Assessoria de Imprensa
Fernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9 9948-5355
Heloisa Cintra - (11) 9 9402 8732

A Pior Banda do Mundo termina temporada no TUSP




A Pior banda do Mundo: referências às capas de disco dos anos de 1960; espetáculo é uma adaptação de uma série de quadrinhos de mesmo nome do português José Carlos Fernandes
Dia 02 de dezembro de 2012 termina a temporada do espetáculo A Pior Banda do Mundo em cartaz no TUSP (Rua Maria Antônia, 294 – São Paulo - SP) com direção de João Otávio  e atuação de Amanda Lyra, Clayton Mariano, Tomás Decina, Pedro Cameron e Carolina Bianchi, que concebeu o espetáculo e assina a dramaturgia em colaboração com o elenco.
Depois de experimentar uma encenação calcada em clichês e paródias para questionar os limites  das convenções teatrais em Corra como um coelho, a Cia. dos Outros dá um passo adiante em sua pesquisa, colocando em cena o questionamento de seus artistas em relação à iminência de um fracasso, de sua eficácia e relevância na sociedade atual.
Contemplada pelo prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro, “A pior banda do mundo” é uma adaptação de uma série de quadrinhos de mesmo nome do português José Carlos Fernandes, considerada a obra máxima do artista, e constituída por um conjunto de histórias independentes, que funcionam de forma autônoma, mas que ajudam a traçar a visão de uma cidade sem nome, em que as ruas cruzam os destinos de um grupo de personagens. O cartunista, habilidoso em expor a natureza humana, usa de ironia e bom-humor para retratar seus cotidianos.
No espetáculo da Cia. dos Outros,  os atores pincelam peculiaridades pessoais de cada personagem, utilizando elementos recorrentes em seus trabalhos anteriores, como coreografias, momentos musicais, referências a filmes, pinturas, mobília antiga e objetos kitsch no palco.
Personagens
Caracterizam-se pela estranheza no comportamento, vestidos com roupas estilo anos 1960 e 1970, um deleite para os adoradores do retrô. Canções de várias épocas misturam-se às músicas originais compostas pelo músico carioca Botika.
São eles:         
Constanza Brendel: conferencista de pequenos objetos.
Salomé Rakosi: irmã de Constanza. Patinadora frustrada.
Arlindo Zatopeck:  tecladista, segurança de supermercado, veterano de guerra, conhecedor de artes e história da humanidade.
Amílcar Vonk: tocador de gongo,  inspirado por um passado de escoteiro.
Floriano Mrozeck: contrabaixista,  maestro e obcecado por catalogar enfermidades.

A Cia. dos Outros
A Cia dos Outros, formada por Carolina Bianchi, Tomás Decina, Fernanda Camargo e Pedro Cameron, é um grupo de pesquisa teatral que investiga a encenação a partir do estudo de limites narrativos a partir de convenções teatrais, sempre considerando as diversas formas de linguagem artística como ferramentas da expressão. Dessa maneira o grupo faz uso da literatura, cinema, música e imagens na sua busca de conceber parâmetros da cena contemporânea. A condição autoral do trabalho se faz valer na escolha do processo colaborativo como forma de levantar o material que estrutura os espetáculos.
Ficha técnica -   A pior banda do mundo          
Concepção do espetáculo e idealização de projeto: Carolina Bianchi Direção: João Otávio Atores:  Amanda Lyra, Carolina Bianchi, Clayton Mariano, Tomás Decina,  Pedro Cameron Dramaturgia: Carolina Bianchi com a colaboração do grupo Composições originais: Botika Desenho de som: Miguel Caldas Pesquisa de trilha sonora: Carolina Bianchi Olhar Coreográfico: Morena Nascimento Figurinos: David Parizotti Iluminação: Fernanda Camargo e Pedro Cameron Cenário: Tomás Decina Técnico de luz e som: Luis Gustavo Viggiano Operação de som: Joana Flor Produção executiva: Carolina Bianchi e Fernanda Mandagará Fotos: Maria Tuca Fanchin  Arte gráfica: Carolina Bianchi e Tomás Decina Realização: Cia. dos Outros
Serviço
Até 02 de dezembro de 2012
Sexta e sábado às 21 horas e domingo às 20 horas
Valor do ingresso: R$20,00 inteira e R$ 10,00 meia
Local: TUSP - Rua Maria Antonia – 294, Vila Buarque, São Paulo, SP
Duração: aproximadamente 120 min.
Classificação etária: 12 anos

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9 9126 0425 www.canalaberto.com.br
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