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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Entre as rimas e as batidas do rap, Rashid lança disco no Sesc Pompeia


Diretamente do bairro Lauzane, zona norte de São Paulo, entre rimas e as batidas do rap, Rashid apresenta seu novo trabalho de estúdio, Que Assim Seja, com uma apresentação na quinta-feira, 15 de novembro às 19h na Choperia do Sesc Pompeia. O show integra a programação do projeto Plataforma, criado pelo Sesc para promover o lançamento de discos. No show haverá a participação especial de  Projota, Ogi e Flora Matos, que também compôs o refrão da música que dá título ao disco.

O álbum traz composições que abordam assuntos como política, Brasil, amizades, amor e música. O rapper teve até duas indicações ao maior prêmio musical da TV, o VMB, nas categorias de Artista Revelação e Hit do Ano, com a música Quero Ver Segurar. O disco tem no total 20 faixas, além do hit, estão R.A.P, Falou, Rolê de Kadet, Quando Eu Morrer, entre outras.

Outro destaque fica por conta da música Quando Éramos Reis, que faz uma homenagem ao pugilista Muhammad Ali. As gravações contaram com a participação de músicos e produtores de rap, como Casp, Laudz, Skeeter, Caíque, Mr. Break, Hand, Renan Samam e A.G. Soares.

Rashid começou a ganhar notoriedade por conquistas de títulos nas duas batalhas de rimas mais conceituadas do Brasil: Batalha do Santa Cruz e Rinha dos MCs. Além de Que Assim Seja, o rapper tem mais dois álbuns em sua discografia: Hora de Acordar eDádiva & Dívida.

A música Que Assim Seja teve uma repercussão positiva na internet com o lançamento por uma twitcam que reuniu 7 mil fãs. Em uma semana, foram registrados 50 mil downloads. O rapper tem se consolidado no universo do rap, fato que o levou a dividir o palco com  diversos nomes respeitados como Kamau, Emicida, Criolo, Max B.O., Dexter, KL Jay, Projota e Mano Brown.

Sobre Rashid
Nascido na zona norte de São Paulo, Michel Dias Costa, mais conhecido como Rashid, teve seu primeiro contato com o rap aos 12 anos de idade.Começou a escrever suas próprias letras, sonhando em um dia subir ao palco. Fez parte de dois grupos formados por amigos e ficou mais fácil compor.Com apenas 16 anos Rashid já participava de batalhas de freestyle, chamando a atenção de MCs mais experientes.

A consequência foi a conquista de títulos nas duas batalhas de rimas mais conceituadas e conhecidas do Brasil: Batalha do Santa Cruz e Rinha dosMCs. O rapper também participou da  edição nacional de 2007 da Liga dos MCs, e, no mesmo ano, gravou a convite de Pedro Gomes o documentário“Freestyle: um estilo de vida”.

Em 2008 participou de uma das faixas do álbum Non Ducor Duco, do rapper Kamau. Em 2010, o primeiro EP chega ás ruas: “Hora de Acordar”, com9 faixas fez barulho. Ainda em2010, Rashid gravou uma vinheta para a SporTV sobre o Novo Basquete Brasil (NBB); figurou em uma campanhapublicitária do Bradesco; lançou duas coleções de camisetas em parceria com a marca de roupas Muro. A relação com a moda hip hop lhe rendeu umaparticipação em um editorial de moda para a revista Serafina (Folha de S. Paulo).
Em 2011, o MC lançou a mixtape “Dádiva & Dívida”, um CD com 15 faixas e produções de  DJ  Caique, Damien Seth, Skeeter, Laudz, Casp e do próprioRashid. O disco conta com participação especial de Terra Preta, Projota, Phill, Massao (Pentágono) e Kamau. No fim do ano, participou da gravaçãodo DVD do rapper e amigo de infância Projota. 2012 começou a todo   vapor.   Rashid  consagrou-se  um  dos  nomes  mais  fortes  da  cena  hip  hop com  o lançamento de “Que Assim Seja”. As 20 faixas contam com produções de peso: Casp, Laudz, Skeeter, Caíque, Mr. Break, Hand, RenanSamam, A.G. Soares e de Rashid.
Rashid  foi  notícia  no  Diário  de  S.  Paulo,  na  MTV,  Terra  Sonora,  revista  saopaulo (Folha), Cultura Livre, Manos e Minas, ShowLivre, Mix TV, Folha deS. Paulo, Rolling Stone, CemporcentoSKATE,  entre  outras  mídias.  Seu  projeto  paralelo  à  carreira  solo,  Os  Três Temores (parceria com Projota eEmicida), agitou sua agenda de shows pelo país. Lançou o clipe de “Quero Ver Segurar” em maio e acaba de lançar o vídeo de “R.A.P.”. Mas ele nãopara e já está trabalhando em mais dois novos videoclipes que o público não perde por esperar.
SERVIÇO:
Rashid lança disco no SEC Pompeia
Quinta-feira, 15 de novembro às 19hs na Choperia do Sesc Pompeia
Classificação indicativa: 12 anos. Neste show não haverá venda de bebidas alcoólicas na Choperia.
Ingressos: R$ 12,00 (inteira); R$ 6,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes). 
Duração: 90 minutos
Lotação: 800 pessoas
SESC Pompeia – Rua Clélia, 93
Telefone para informações: (11) 3871-7700

Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, ligue 0800-118220 ou acesse o portal 
www.sescsp.org.br.
Horário de funcionamento da Bilheteria – De terça a sábado das 9 às 21 horas e domingos e feriados das 9 às 19 horas (Ingressos à venda a partir das 14h do dia 01 de novembro pela rede ingressoSESC em todas as unidades)
Formas de pagamento - Cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard e Diners Club International) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro e Redeshop).

Assessoria de Imprensa - SESC POMPEIA:
Roberta Della Noce (11) 3871-7740

Marina Pereira
 (11) 3871-7776

ARTEPLURAL - Assessoria de Imprensa – SESC Pompeia
Fernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9948-5355
Adriana Balsanelli - (11) 9245-4138
Douglas Picchetti - (11) 9814-6911
Renato Fernandes – (11) 7286-6703

OS FILHOS DO VENTO




A peça traz à cena quatro histórias sobre pastores andinos se cruzam cheias de humor, mitos e poesia.

Hoje e amanhã (06 e 07 de novembro), o grupo La Rana Sabia apresenta no Teatro Commune o espetáculo “Os Filhos do Vento”. Em quatro histórias, o grupo do Equador apresenta o lúdico em forma de manipulação de fantoches. Toda a música do espetáculo é executada ao vivo com instrumentos andinos pelos atores.

As quatro histórias são entrelaçadas por um tecelão que ao tecer os fios conta um poema e tece as imagens e palavras. Compõem a peça:
                                                         

 “A OVELHA A LUA” uma recriação do grupo que nos mostra de forma divertida como uma ovelhinha perde sua lã ao andar sozinha pela noite da lua.

“A PASTORA E O CONDOR”, uma lenda de Imababura, recriada e adaptada pelo grupo. Conta a história de uma pastora que busca a liberdade através da dança. Ela deseja viver sozinha até que encontra o condor que lhe oferece a liberdade que tanto deseja.

“OS FILHOS DO CHIMBORAZO”, história contada pelos indígenas do centro do país que denuncia a discriminação e o racismo.

“A VACA LOCA”, onde a infinita possibilidade do sonho nos questiona sobre os limites reais.

Esta obra foi encenada em Outubro de 1997 em Charleville, França, durante o Festival Mundial de Fantoches. Esteve nos festivais de La Plata, Argentina; Uppsala, Suécia; Manta y Quito, Equador. E apresentou temporadas em: La Calabria, Itália; Copenhagen, Dinamarca; Estocolmo, Suécia.

O GRUPO RANA SABIA DO EQUADOR

 O grupo de teatro de Fantoches A SÁBIA RÃ (LA RANA SABIA), começou seu trabalho artístico em Novembro de 1973. Nunca parou sua atividade e durante todo esse tempo criou mais de 35 espetáculos para crianças e adultos.


Com esses espetáculos, o grupo percorreu todo o país. Também foi convidado para apresentações, festivais e temporadas na Colômbia, Costa Rica, México, Argentina, Brasil, Bolívia, Cuba, Espanha, Itália, Francia, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Grécia, toda a Ex Yugoslávia e Paquistão.

 

MANIPULADORES:

Fernando Moncayo; passaporte N- 1703599694 de Equador

Claudia Monsalve; Passaporte N- 1101474490 de Equador

Felipe Monsalve. Passaporte N- RN 14787716 de Colômbia



Serviço
Titulo:                 OS FILHOS DO VENTO
Autor:                 Grupo A Sábia Rã (La Rana Sabia)
Técnica:              Teatro de câmara negra sobre mesa.
Horário              6 e 7 de novembro, às 20 hs
Duração:            45 minutos
Local:                  Teatro Commune, Rua da Consolação,1218, ao lado
                            do TRT  -www.commune.com.br
Fones:                3476-0792 – 3807-0792 (bilheteria)
Ingressos:          R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (meia entrada)
Sem limite de idade.
Entrevistas ou contato: 11 97665-2205 (Augusto Marin)

WORKSHOP SOBRE TÉCNICAS DE MANIPULAÇÃO NA AMÉRICA LATINA E PROCESSO DE CRIAÇÃO DO RANA SABIA

Dia 7 de novembro – 16 hs – Teatro Commune (com demonstrações de trabalho)

Ingresso: R$ 15,00

Cia das Artes apresenta , O mambembe - De Arthur de Azevedo

Estreia dia 08 de novembro de 2012 às 21h, no Teatro Coletivo (R. da Consolação, 1623) o espetáculo “O Mambembe”com a Cia. das Artes. Com texto de Arthur de Azevedo e direção de Jair Aguiar, o espetáculo conta a saga de uma trupe teatral que viaja pelo interior do Brasil.


O enredo, apesar ter sido escrito em 1904, não foge da realidade de muitos artistas na atualidade: os atores passam por todas as dificuldades e contrariedades para atrair público, ficam sem dinheiro e lugar para dormir, e, como se nada mais pudesse acontecer, são submetidos às vontades de um político corrupto. As situações difíceis enfrentadas pelos personagens representam uma espécie de hino de amor ao teatro.

Sinopse
“O Mambembe” é centrado nas personagens Laudelina, mocinha que deseja ser atriz, e Frazão, o empresário do grupo mambembe. Paródia de melodramas, crítica ao descaso dos governantes para com a arte dramática. Uma verdadeira sátira dos costumes interioranos, o espetáculo traz aos palcos tipos cômicos irresistíveis e números musicais.

O Autor
A comédia musical ilustra toda a teatralidade e a temática dos textos de Arthur Azevedo, nascido Arthur Nabantino Gonçalves de Azevedo, em São Luís no maranhão, em 7 de julho de 1855. Ao lado do irmão Aluísio, foi um dos fundadores da ABL – Associação Brasileira de Letras. Foi jornalista, poeta, contista e teatrólogo. Entre seus companheiros figuravam Olavo Bilac e Coelho Neto.
O autor foi um dos grandes defensores da abolição da escravatura, tendo escrito peças proibidas pela censura do Império, posteriormente publicadas. Sua ligação com o teatro se reflete nos quatro mil artigos sobre eventos artísticos, publicados em jornais de grande circulação da época tais como O País, O Diário de Notícias e O Mequetrefe, no qual teve importante participação como articulista. Simultaneamente foi considerado como um dos mais importantes teatrólogos brasileiros do gênero.

Ficha Técnica
Autor: Arthur de Azevedo
Direção e Adaptação: Jair Aguiar
Músicas: Miro Silveira
Iluminação: Will Damas 
Produção: Cia. Das Artes
Cenário/Figurinos: Márcio Tadeu 
Elenco: com Antonio Netto e Jair Aguiar, apresentando Camilla Flores e Guilherme Trindade.


Serviço
Temporada: 08 de novembro a 07 de dezembro
Quintas e sextas às 21h
Gênero Comédia Musical (Burleta)
Indicação Etária Livre
Duração 70 minutos
Ingressos R$ 40,00, R$ 20,00 (meia) e R$ 15,00 (antecipado)
Local: Teatro Coletivo - Rua da Consolação, 1.623 - Fone: 11 3255-5922

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - 11 3798 9510 / 2914 0770/ 9 9126 0425 www.canalaberto.com.br
Twitter: @canalaberto | Facebook: canalaberto

O PRIMO BASÍLIO O MUSICAL


Após sucesso de público com mais 50 mil espectadores, com indicação ao Prêmio Contigo de Melhor Musical de 2010 e com três estrelas da revista Veja São Paulo, O PRIMO BASÍLIO – O MUSICAL começa no segundo semestre de 2012 mais um ciclo de apresentações, em que comemorará 100 espetáculos apresentados. Nesse período, a peça passará por São Bernardo, Guarulhos, Rio de Janeiro e fechará a turnê em São Paulo.

O musical é uma adaptação do romance O Primo Basílio considerado uma das maiores obras literárias de língua portuguesa, que já foi minissérie da TV Globo em 1988 e filme em 2007, e ganhou adaptação inédita para os palcos, pelas mãos da escritora carioca Francisca Braga.

A obra escrita no ano de 1878 pelo autor português Eça de Queiróz, analisa a sociedade burguesa lisboeta, mostrando tramas de adultério, falsidade, jogo de interesse e as ilusões românticas das mulheres da época. Nessa versão de Braga, a história da traição de Luiza (Ligia Paula Machado), com seu primo Basílio (Luiz Araújo) durante a viagem de seu marido Jorge (Fred Silveira) e as chantagens de Juliana (Isadora Ferrite) por ter descoberto o fato se passam no Rio de Janeiro, entre 1959 e 1961.

O musical tem em seu elenco onze atores, seis músicos, cantores e bailarinos. Músicas em ritmo de Bossa Nova dão o tom do musical, que ainda conta com canções de MPB, valsa, samba de breque e tango. Entre os destaques estão Desafinado, Copacabana, Luiza, Samba de uma Nota Só, Chega de Saudade entre outras. Os instrumentos utilizados pelos músicos vão do piano de cauda, violões, violino e flauta transversal passando pelo sax percussão. A direção musical é do maestro Dyonísio Moreno e a direção geral de Dan Rosseto.

FICHA TÉCNICA:

AUTOR: Eça de Queiróz
ADAPTAÇÃO: Francisca Braga
DIREÇÃO: Dan Rosseto
DIREÇÃO MUSICAL: Dyonisio Moreno
SUPERVISÃO GERAL: Francisca Braga
ELENCO: BASILIO Luiz Araújo, LUISA Ligia Paula Machado, JORGE Fred Silveira, JULIANA Isadora Ferrite, LEOPOLDINADébora Oliveira, JOANA Joice Jane Teixeira, SEBASTIAO Gustavo Penna, ERNESTINHO Jhonatan Motta, DR. ACÁCIO/CASTRO Dan Rosseto, EMILINHA Thammy Pimentel, PEDRO Tarik Henrique/William Cardoso.
MÚSICOS Daniel Farina Moreno (violão), João Paulo Pardal (violão), Otávio Colella (violino), Thais Ribeiro (piano), Renan Cacossi (flauta transversal), Jhonatan Motta (violino), Neto Oliveira (percussão)
COREOGRAFIAS: Ivan Silva
PREPARAÇÃO VOCAL: Paula Capovilla
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Bianca Natalye, Paula Davanço e Fabio Camara
FIGURINOS: Taeko Tamai
CONSULTORIA DE FIGURINO: Karen Albuquerque
CENOGRAFIA: Fábio Blanes
ILUMINAÇÃO: César Pivetti
OP. SOM: Eduardo Fernandes
MICROFONISTA: Mariana Almeida
VISAGISTA: Eduardo Hyde
ASSESSORIA DE IMPRENSA: Fabio Camara
PRODUÇÃO: Ligia Paula Machado
REALIZAÇÃO: MP PRODUÇÃO CULTURAL
PATROCÍNIO: Riachuelo

SERVIÇO:

TEATRO GRANDE OTELO (Al. Dino Bueno, 353) 
Dias 03, 04, 10, 11, 17, 18, 24 e 25/11 (sáb 21h - dom 19h ) 
INFORMAÇÕES: (11) 2619-5382 / 99131-6727
DURAÇÃO: 165 min
CENSURA: 12 anos


LIGIA PAULA MACHADO - Atriz e produtora, atuou nas peças ALICE (2001) e MAMBEMBE (2002), com direção de Rogério Mathias, AVOAR (2006) dirigida por Vladmir Capella e A FLAUTA MÁGICA (2007/08) dirigida por Roberto Lage. A partir de 2007 começou a produzir e atuar em seus espetáculos. O primeiro foi A NOITE DOS ASSASSINOS dirigido por Fabio Cadôr. Em 2008 foi a vez de QUANDO AS MÁQUINAS PARAM de Plínio Marcos com direção de Dan Rosseto, e ENTRE QUATRO PAREDES de Jean Paul Sartre, dirigido por Sônia Fonseca. Nos anos de 2009 e 2010 ficou em cartaz com O PRIMO BASÍLIO – O MUSICAL. Em 2011 faz turnê por diversas cidades com a peça EU SEI QUE VOU TE AMAR de Arnaldo Jabor e dirigida por Ewerton de Castro que em 2012 ficou três meses em cartaz na cidade de São Paulo. Ainda em 2012, estreou o monólogo VALSA Nº 6 de Nelson Rodrigues, dirigido por Dan Rosseto que ficou em cartaz por 04 meses na CASA DAS ROSAS.

LUIZ ARAUJO – Formado pela Escola de Artes Dramáticas da USP, já atuou em mais de 15 peças de teatro com destaque para HECUBA de Eurípedes, dirigido por Gabriel Villela, ZORRO, O MUSICAL com direção de Roberto Lage, TIETA DO AGRESTE, O MUSICAL de Jorge Amado, com direção de Christina Trevisan, TOM E VINICIUS, O MUSICAL de Daniela Pereira de Carvalho, dirigido por Daniel Herz e GAROTA GLAMOUR com texto e direção de Wolf Maya. Foi indicado ao PRÊMIO QUALIDADE BRASIL na categoria Melhor Ator de Musicais, por TIETA DO AGRESTE, O MUSICAL. Na TV atuou na minissérie DALVA & HERIVELTO de Maria Adelaide Amaral. No cinema participou dos filmes JOVENS TARDES, CAMA DE GATO, CODA, NÃO VAI SE FÁCIL e DESATINO.

FRED SILVEIRA – Natural de Brasília e morando São Paulo há mais de 10 anos atuou em algum dos principais musicais da cidade como LES MISÉRABLES, GODSPELL, O FANTASMA DA ÓPERA, MY FAIR LADY, WEST SIDE STORY, AVENIDA Q, MEU AMIGO CHALIE BROWN E EVITA. Foi indicado ao Prêmio Qualidade Brasil de melhor ator de musicais por WEST SIDE STORY e ao prêmio FEMSA Coca-Cola de melhor ator coadjuvante por MEU AMIGO CHALIE BROWN. Ganhou o Prêmio Protocolado de melhor ator de musicais por EVITA e o Prêmio Qualidade Brasil por GODSPELL.

DAN ROSSETO - Graduado em Comunicação Social, Cinema e Pós Graduado em Crítica de Arte. Como diretor esteve afrente dos espetáculos VALSA Nº 6 (2012)de Nelson Rodrigues, ELES NÃO USAM BLACK TIE (2011) de Gianfrancesco Guarnieri, DIGA QUE VOCÊ JÁ ME ESQUECEU (2010), inspirado no universo de Nelson Rodrigues, QUANDO AS MÁQUINAS PARAM (2008) de Plínio Marcos, MALDITO CORAÇÃO (2008) de Vera Karam, O COLECIONADOR (2007) de Mark Healy, DOIS IRMÃOS (2006) de Fausto Paravidino entre outros. É fundador da Cia. Eventual de Teatro e esteve em países como México e Chilecom a peça MARCAS DE UM CREPÚSCULO (2005), ANTES QUE SEJA TARDE (2008) e COMO DIZEMOS, ADEUS (2009). Como ator, esteve nas montagens de IMPERADOR E GALILEU (2008) de Henrik Ibsen, O BEIJO NO ASFALTO (2007) de Nelson Rodrigues, CANÃA – A TERRA PROMETIDA (2005) de Jarbas Capusso Filho, MÃO NA LUVA (2001) de Oduvaldo Viana Filho, PONTO DE PARTIDA (1999) de Gianfrancesco Guarnieri, MADAME BLAVATSKY (1997) de Plínio Marcos entre outros.


O Olho Azul da Falecida


           Cia Limite 151 e o ator Marco Pigossi estreiam a comédia 
                               O Olho Azul da Falecida no Teatro GEO

Peça ácida do dramaturgo inglês Joe Orton estreia em montagem da companhia carioca em São Paulo, no dia 9 de novembro. No elenco estão os atores Genézio de Barros, Gláucia Rodrigues, Marco Pigossi, Helder Agostinni, Rico Malta e Élcio Romar, sob direção de José Henrique

Um homem de luto pela morte de sua esposa, uma serial killer viúva de sete maridos, um ladrão em conspiração com um agente funerário, um tesouro e um cadáver, que está presente em toda, a trama fazem parte da comédia de Joe Orton. Em montagem produzida pela Cia Limite 151 e pelo ator Marco Pigossi, O Olho Azul da Falecida  estreia dia 9 de novembro, sexta-feira, às 21h30, no Teatro Geo.

Com tradução de Barbara Heliodora e direção de José Henrique, a encenação conta com os atores Genézio de Barros,Gláucia Rodrigues, Marco Pigossi, Helder Agostinni e Rico Malta e com a participação especial de Elcio Romar. O espetáculo tem cenário de José Dias, figurinos e adereços de Samuel Abrantes, música original de Wagner Campos e iluminação e Rogério Wiltgen.

Para o diretor José Henrique - que já trabalhou com a Cia Limite 151 em As Eruditas, de Molière, em 2007, e ainda cumpre temporadas pelo Brasil -, “O Olho Azul da Falecida é uma joia rara de carpintaria teatral. É uma engenhoca de fabulação absurda, onde enredos díspares entrelaçam-se e fundem-se a golpes de martelo, misturando ingredientes de comédia com tramas policiais”.

 

Sinopse
O sr. McLeavy (Elcio Romar) é um homem inocente de luto pela morte de sua esposa. Seu filho, Hal, em conspiração com um agente funerário chamado Dennis, que é também seu amante, assaltam o banco ao lado da funerária. Quando o detetive Truscott (Genézio de Barros) começa a busca, bisbilhotando a casa do Sr. McLeavy (Élcio Romar), Hal (Marco Pigossi) e Dennis (Helder Agostinni) decidem esconder o tesouro no caixão da mãe.

Como ambos não cabem lá, eles movem o cadáver para o guarda-roupa, pondo em movimento um jogo que marca o dilema do que fazer com o corpo. Fay (Gláucia Rodrigues), a enfermeira que matou a Sra. McLeavy, tem planos de se casar e depois matar o Sr. McLeavy e é, por algum motivo, o objeto de afeto de Dennis.

Os tempos estão difíceis e a humanidade, a todo custo, tenta manter as aparências. Faz e desfaz as mais surpreendentes alianças, sempre com o firme propósito de “se dar bem”, de conquistar aquilo que mais interessa: dinheiro. As personagens da trama disputam um jogo estonteante, onde blefar é a regra geral, dentro de uma situação absolutamente rotineira que vai sendo conduzida para um ângulo totalmente absurdo.

 

O texto ácido de Joe Orton

O dramaturgo inglês nascido em Leicester (Inglaterra) ficou conhecido por suas comédias de humor ácido. Escreveu cinco peças de teatro e morreu tragicamente, aos 34 anos, ao ser brutalmente assassinado em 1967.

Os traços principais do texto, de acordo com o diretor José Henrique, “são a crítica feroz e irreverente às instituições mais características dos britânicos, como a religião, a polícia, a polidez nos relacionamentos, a relação com a morte e outros aspectos; e o uso da linguagem para a construção do absurdo, encadeando falas sem preocupação de coerência contextual”.

Para Gláucia Rodrigues, atriz que fundou a Cia Limite 151 ao lado de Edmundo Lippi, há 22 anos, o autor é “um demolidor dos costumes e da moral. Ele tem uma maneira de escrever muito própria, um texto que beira o absurdo com sua lógica”. Gláucia interpreta a serial killer Sra McLeavy, que já matou sete maridos. Com veia cômica, a atriz faz comédia há muitos anos, mas não se considera uma comediante. “O texto de O Olho Azul da Falecida é muito intenso. Vou direto a ele e me envolvo. Essa é a receita para a comédia funcionar”, conta.

Co-produtor da peça, Marco Pigossi atuou com a companhia em O Santo e a Porca, As Eruditas e no Auto da Compadecida, e conta que o processo para a construção do personagem está sendo enriquecedor. “O texto tem uma linguagem completamente diferente do que estou acostumado a trabalhar, principalmente na televisão. É uma comédia de humor negro, que beira à farsa”, conta o ator.

Marco Pigossi, que alia os ensaios às gravações da novela Gabriela (TV Globo), interpreta Hal, um jovem extremamente inteligente e perspicaz, que resolve assaltar um banco para usar o dinheiro para fugir do universo católico em que foi criado e que considera hipócrita. “Porém Hal tem um grande problema: é incapaz de mentir. Isso complica as coisas, pois um ladrão precisa saber mentir. Meu personagem tem uma verdadeira fixação com tudo que quebra os paradigmas que cercam aquelas pessoas. Essa contradição é muito interessante de se trabalhar”, conclui.

Elcio Romar, ator convidado que interpreta o Sr. McLeavy conta que seu personagem é vítima de toda a história. “Já conhecia o texto e adorava. É um prazer fazer parte dessa história. A peça ficou com um elenco uniforme e coeso. É uma comédia com o fino humor inglês”, conta ele.

“Em termos de trama, pode-se considerar a predominância de humor negro, pois, afinal de contas, estamos o tempo todo diante de um caixão com uma defunta. Mas entram, ainda, na construção das piadas elementos fortes de farsa, nonsense, mal-entendido e sátira”, conta o diretor José Henrique.

“Joe não deixa pedra sobre pedra, ataca a tudo e a todos. A família, o luto, a justiça, o casamento, a religião e outras instituições são achincalhadas pela sua verve anarquista. O autor inverte valores, aglutina contradições, expõe as compulsões e ambições de natureza humana num mosaico corrosivo sobre os empedernidos conceitos morais vigentes numa cultura dita civilizada”, conclui.

A montagem
Sobre a concepção de sua direção, Zé Henrique explica: “Estou conduzindo o espetáculo de modo muito servil ao texto e ao elenco. Orton foi um dramaturgo de choque pelos assuntos que abordava e pela forma como os tratava, não por característica de linguagem cênica. Deve-se dar espaço às palavras e à interpretação dos atores, sem intervenções estilísticas. Evito conferir à montagem uma encenação muito autoral, procurando facilitar a ocorrência do mecanismo dramatúrgico proposto pelo autor”.

Com relação à montagem, o diretor diz que “o cenário, de José Dias, cria um ambiente bem definido, mas solto no grande palco do Teatro Geo. As paredes do ambiente único, uma sala na casa da família McLeavy, são sugeridas por estruturas vazadas. O fator mais importante, plenamente alcançado, era viabilizar o quiprocó que vai tomando conta da ação, com movimentações de caixão e defunta para todo lado”.

Os figurinos de Samuel Abrantes atendem à necessidade de caracterizar com clareza os tipos de cada personagem, “reforçando o tom farsesco da peça. A trilha sonora (de Wagner Campos) e a iluminação (de Rogério Wiltgen), como convém a uma comédia, dão o apoio à composição da atmosfera, sem enveredar pelo sentimentalismo das peças sérias”, finaliza o diretor.


Sobre o autor
John Kingsley (Joe) Orton (Leicester, 1933 - Londres, 1967) foi um dramaturgo inglês, conhecido por suas comédias negras subversivas. Suas peças utilizam diálogos epigramáticos e tramas farsescas para satirizar a autoridade e subverter a moral convencional. Orton teve uma carreira curta, mas prolífica. O neologismo "ortonesco"(ortonesque) é hoje frequentemente usado para descrever um cinismo sombrio, mas farsesco. Morreu tragicamente ao ser brutalmente assassinado em 1967.

Sobre Cia Limite 151
Formada pelos atores Gláucia Rodrigues e Edmundo Lippi e pelo compositor e diretor musical Wagner Campos, a Cia Limite 151 tem como objetivo contribuir com o processo de produção e difusão de um repertório teatral o mais amplo possível, preenchendo lacunas existentes no mercado cultural profissional. Comemorando seus 22 anos de existência, a Cia Limite 151 já encenou as peças: "Os Sete Gatinhos" de Nelson Rodrigues; o infanto-juvenil "Dom Quixote", adaptação de Wagner Campos; "A Comédia dos Erros" e "O Mercador de Veneza", de William Shakespeare; "À Margem da Vida" de Tennessee Williams;"Frankenstein" de Mary Shelley; "O Olho Azul da Falecida" de Joe Orton; "A Moratória" de Jorge Andrade; "O Santo e a porca" e “O Auto da Compadecida “ de Ariano Suassuna; "Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil" de Wagner Campos; “Thérèse Raquin” de Emile Zola e “As Eruditas”,  "As Malandragens de Scapino", "O Avarento", "Tartufo, O Impostor" e "As Preciosas Ridículas" todas de Molière.

FICHA TÉCNICA:
Texto: Joe Orton. Tradução: Bárbara Heliodora. Direção: José Henrique. Elenco: Genézio de Barros, Gláucia Rodrigues, Marco Pigossi, Helder Agostinni e Rico Malta. Cenário: José Dias. Figurino: Samuel Abrantes. Iluminação: Rogério Wiltgen. Trilha Sonora: Wagner Campos: Produção Executiva: Valéria Meirelles. Direção de Produção: Edmundo Lippi.

SERVIÇO

O Olho Azul da Falecida estreia dia 9 de novembro, sexta-feira, às 21h30 no Teatro GEO - Rua Coropés, 88 – Pinheiros. Telefone: 11 3728 4925. Temporada: sextas, às 21h30 / sábados, às 21h / domingos, às 19h. Censura: 12 anos. Duração: 90 minutos. Capacidade: 627 lugares. Ingressos: R$ 60,00 (6ª. feira)  R$ 70,00 (sábado e domingo). Até 16 de  dezembro.

Projeto Sons da Nova apresenta Agridoce