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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Teatro Infantil: Penélope, a Repórter Cor-de-Rosa revela bastidores de telejornal para as crianças



Com direção de Carla Candiotto (prêmios FEMSA e APCA 2011) e atuação de Ângela Dip, o espetáculo infantil traz um dos mais populares personagens infantis da televisão brasileira para os palcos. Por meio de uma encenação divertida e ágil, o espetáculo revela para as crianças o funcionamento de um programa de televisão e propõe um bate-papo sobre o que cada um quer ser quando crescer


Quem foi criança na década de 90 já morreu de rir com a repórter bonita, popular e apresentadora de seu próprio telejornal. Agora, os pequenos da nova geração vão ter a oportunidade de conhecer esta hilária personagem e, ainda, se aproximar do universo da televisão. Com roupas, maquiagem e cabelos cor-de-rosa, a atriz Ângela Dip volta a interpretar um dos mais importantes personagens da televisão brasileira, agora no teatro, sob direção deCarla Candiotto (Prêmios FEMSA 2011 Por Histórias por Telefone e APCA 2011 por Histórias por Telefone, A Volta ao Mundo em 80 Dias e Sem Concerto- ambos na categoria de Melhor Direção). Trata-se do espetáculo Penélope, a Repórter Cor-de-Rosa, que estreia dia 29 de setembro, sábado, às 16 horas no Teatro Alfa.

A peça infantil tem texto de Flavio de Souza, direção de arte, figurino e adereços de Marco Lima, desenho de luz de Wagner Freire e trilha sonora deHelio Ziskind e Ivan Rocha. O contra-regra e ator Robson Villsac interpreta o assistente da protagonista. A personagem Penélope é inspiração do programa Castelo Rá-Tim-Bum, gravado pela TV Cultura de 1994 a 1997.

Toda criança já teve curiosidade em saber o que acontece atrás das câmeras da televisão. De onde vem a luz, os aplausos, os figurinos? Quantas pessoas precisam trabalhar para um programa ir ao ar? Em cena, a famosa jornalista apresenta seu telejornal no estúdio, com os bastidores abertos aos olhos do público. Desta forma, as crianças podem ver tudo, bem de perto, e aprender um pouco sobre produção de roteiros, atuação, iluminação, trilha sonora, cenografia, figurinos, efeitos especiais.

Carismática, a personagem também revela porque se tornou jornalista, qual o verdadeiro mistério sobre suas roupas e adereços cor-de-rosa, porque se chama Penélope etc. Além disso, propõe um descontraído bate-papo sobre carreira, aguçando a criatividade das crianças.

A criação
Para Ângela Dip, Penélope sempre foi um personagem muito forte e marcante. “Até hoje eu encontro fãs que têm entre 18 e 20 e poucos anos e muitos dizem que se tornaram jornalistas por causa da personagem. Como o figurino de Penélope é muito presencial, muita gente ainda não me reconhece como a atriz que interpretava o papel. Quando falo sobre o assunto em apresentações de stand-up, entrevistas ou twitter, as pessoas ainda se chocam e sempre me dão um feedback extremamente carinhoso.”

Desta forma, trazer a Penélope de volta sempre foi uma vontade de Ângela. Procurou Flávio de Souza (o mesmo autor de Castelo Ra-Tim-Bum) e pediu que escrevesse um texto. Depois, chamou Carla Candiotto - com quem tentava uma parceria há muito tempo -  para dirigir.

Juntas, Ângela Dip e Carla Candiotto adaptaram a personagem Penélope para as crianças da nova geração. “O espetáculo é uma oportunidade de apresentar uma figura que marcou época no programa da TV Cultura às crianças que ainda não a conhecem. Já os mais velhos vão matar as saudades desta deliciosa criação”, explica a diretora Carla Candiotto. ”Estamos explorando a personalidade da figura doidinha, curiosa, hiper-ativa, engraçada e que se veste inteirinha de rosa, livre de qualquer relação com o programa”, conta a protagonista.

O cenário do espetáculo reproduz um estúdio de televisão, com câmeras, refletores e tripés. Parte do figurino é idêntica ao de Penélope, do Castelo Rá-Tim-Bum, mas Marco Lima também criou adereços e novas peças para incrementar a montagem. Tudo rosa, é claro. A trilha sonora do espetáculo é recortada por seis músicas. Cinco delas são composições de Ângela Dip com melodias de Helio Ziskind e Ivan Rocha, criadas especialmente para a peça.

“Nesse sobe e desce de nossas carreiras, finalmente nos encontramos e vamos trabalhar juntas. Carla é uma super diretora de teatro infantil, tem uma pegada de comédia que eu admiro e combina comigo. Estamos nos dando muito bem neste trabalho”, conta a protagonista.

Para Carla Candiotto, Ângela Dip é uma “atrizona, que faz acontecer. Ela é segura, generosa, talentosa. Respeito muito o trabalho e a pessoa”, conta a diretora, que também faz parte do time de comediantes do programa Saturday Night Live, da Rede TV, desde a estreia, em maio deste ano.

(Douglas Picchetti – setembro / 2012)


Sobre a atriz Ângela Dip
Inicia a carreira no teatro, em Porto Alegre. Entre os principais espetáculos estão: "Sabor a Freud", dirigido por Debora Dubois; “O Barril” - uma comédia filosófica, dirigida por Vivien Buckup; “La Putanesca” - stand up comedy; “Hotel Lancaster” dirigido por Marcos Loureiro; “Escândalo” dirigido por Eliana da Fonseca; “Acordes Celestinos”, dirigido por José Rubens Chachá; “O Grande Dia”, dirigido por Marco Antônio Braz; “O Mambembe”, dirigido por Gabriel Villela; “As Guerreiras do Amor”, dirigido por Celso Frateschi; “Controle Remoto”, dirigido por Elias Andreato; “Kean”, dirigido por Aderbal Freire-Filho; “Uma Coisa Muito Louca”, dirigido por Enrique Díaz; “Ubu, Pholias Physicas, Pataphysicas e Musicaes”, dirigido por Cacá Rosset e “Zerói”, dirigido por Hugo Possolo dos Parlapatões – grupo o qual a atriz fez parte por 5 anos ininterruptos. Nos anos 80, com Grace Gianoukas e Marcelo Mansfield fundou um grupo que deu origem ao “Terça Insana”, onde participou por 3 anos consecutivos. Entre os seus principais trabalhos na TV, estão Penélope do programa infantil “Castelo Rá-Tim-Bum” produzido pela TV Cultura; Araci Barbosa da novela “Dance, Dance, Dance” produzida pela TV Bandeirantes e Tania da série adolescente “Malhação ID” produzida pela Rede Globo. Ainda na mesma emissora, realizou participações especiais nas novelas “Aquele Beijo” e “Avenida Brasil” (2012); nos seriados “Aline” (2011), “Retrato de Mulher”, “Retrato Falado”, “Sob Nova Direção” (2006/2007); no sitcom “Toma Lá, Dá Cá” (2008) e na minissérie “Maysa – Quando Fala o Coração” (2009). Na TV Cultura, participação nos seriados “Rá-Tim-Bum”, “Castelo Rá-Tim-Bum” e “Ilha Rá-Tim-Bum”.

Sobre a diretora Carla Candiotto
Iniciou sua carreira na Europa, onde morou 10 anos. Formada em teatro na “Ecole Internationale Philippe Gaullier”, em Paris, estudou com Monika Pagneux, Arianne Mnouskine Théâtre du Soleil, John Wright, Desmond Jones, Frank Armstrong e Théâtre de Complicité. É formada no método de consciência corporal Moshe Feldenkrais, nos USA, onde estudou 4 anos. Trabalhou 7 anos nos Doutores da Alegria. Na Inglaterra, trabalhou com a Cia Théâtre Sans Frontières nos espetáculos: “Cândido” (prêmio Electric Award Festival de Edimburgo, na Escócia) e participação no Festival de Avignon, na França; “O Corcunda de Notre Dame”,” La Belle et la Bette”, “African Tales”,” Le Roi Fou”, “The Day of the Dead”. Em Paris, trabalhou com a Cia Fleur de Peau de Denisa Namura no espetáculo “Scarllet” e com a Cia Paris 21 nos espetáculos “Cem anos de solidão” e “A sala número 6”. No Brasil, fundou em Paris com Alexandra Golik a Cia Le Plat du Jour, que tem em seu repertório os espetáculos: “As Filhas de Lear”, “Chapeuzinho Vermelho” (prêmio APCA 2001, Grande Prêmio da Crítica, melhor espetáculo infantil participação do Festival Teatrália, em Madrid, na Espanha); “Os Três Porquinhos” (prêmio APCA 2003 e Panamco Femsa de Teatro de melhor espetáculo e melhores atrizes) ; “Insônia”, “Aladim e a Lâmpada Maravilhosa” (este espetáculo realizou turnê pela Inglaterra, Escócia, Irlanda, França e China). “O Poço” (prêmio Myriam Muniz de Teatro), “João e Maria”; “Peter Pan e Wendy” (prêmio APCA e Coca-Cola Femsa de Teatro de melhor atriz); “Alice no país das Maravilhas”, “Pinóquio” e “Vilcabamba”. Além dos espetáculos da Cia Le Plat du Jour, dirigiu os espetáculos com os Parlapatões, Patifes e Paspalhões – “Sardanapalo” (primeira versão), “Zerói” (como assistente de direção) e “De cá pra lá de lá pra cá” (prêmio Coca-Cola de Teatro); com a Cia Pia Fraus Teatro - “Gigantes de Ar” e “Bichos do Mundo”; “La Mínima A la Carte” (direção de ator), “Cia Circo Mínimo - Deadly” (assistente de direção), “Orgulho”, “João e o Pé de Feijão” e “Road Movie”, Cia Linhas Aéreas – “Galinhas Aéreas”. Na Austrália, com Rodrigo Matheus dirigiu “New Breed” e “Love Happens” da NICA - National Institute of Circus Arts. Circo Amarillo – “Sem Concerto”, cia Solas de Vento – “A Volta ao mundo em 80 dias” e "Histórias por Telefone" (prêmio APCA de melhor espetáculo). Cia Delas indicado ao prêmio Coca-Cola Femsa de Teatro como melhor direção, melhor texto, melhor produção, melhor atriz e melhor figurino. Recebeu Prêmio APCA 2011 de melhor direção dos espetáculos Histórias por Telefone, A Volta ao Mundo e Sem Concerto.

FICHA TÉCNICA
TEXTO: Flavio de Souza. DIREÇÃO: Carla Candiotto. ELENCO: Angela Dip. DIREÇÃO DE ARTE CENÁRIO, FIGURINO E ADEREÇOS: Marco Lima. DESENHO DE LUZ: Wagner Freire. TRILHA SONORA: Helio Ziskind e Ivan Rocha. OPERAÇÃO DE LUZ, OPERAÇÃO DE SOM, MONTAGEM DE LUZ e CONTRA-REGRA / ATOR: Robson Villsac. PROGRAMAÇÃO VISUAL: Ricardo Vivona. PRODUÇÃO GERAL: Flávia Tonalezi.

SERVIÇO
Estreia dia 29 de setembro no Teatro Alfa, na Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 - Santo Amaro. Temporada: de 29 de setembro a 25 de novembro. Sábados e Domingos às 16h. Duração: 50 minutos. Ingressos: R$ 30. Indicado para crianças a partir de 3 anos. Ingressos: [11] 5693.4000 ou 0300.7893377.


Cena a cena no Sesc Ipiranga

                                                                          foto Ligia Jardim


O ator Nelson Baskerville dirige o work in progress da peça Os Credores, nas próximas terças-feiras, dias 25 de setembro e 9, 16 e 23 de outubro, sempre às 20h, no SESC Ipiranga. A atividade revela ao público o passo a passo da montagem de um espetáculo teatral. Uma experiência enriquecedora, principalmente para quem gosta de saber o que acontece nos bastidores. Atividade integra a Mostra Strindberg, nos 100 anos de morte do dramaturgo sueco, um dos mais importantes da historia do teatro. Classificação – 14 anos.

Estreia em São Paulo “Ao Vencedor, as Batatas!”













Foto de Ligia Minami


Inspirada em “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, a peça fica em cartaz de 04 de outubro a 29 de novembro, no Teatro Ruth Escobar

São Paulo revive um clássico de Machado de Assis com a comédia “Ao Vencedor, as Batatas!”, espetáculo da Cia da Galhofa. A peça é uma adaptação bem humorada de "Memórias Póstumas de Brás Cubas" e traz à cena Celso Amâncio, Gabriel Küster, Felipe Alves, Jessica Prioste e Julia Pires interpretando a história de Brás Cubas, um defunto que narra a sua própria vida a partir do dia de sua morte. Por trás do tom jocoso da narração, revela-se o estilo irônico de Machado de Assis e um retrato sutil da sociedade brasileira.

Patrocinado pela Eaton e pela Basf, através do ProAC-ICMS, “Ao Vencedor, as Batatas!” realizou turnê pelo interior do Estado de São Paulo e agora entra em temporada no Teatro Ruth Escobar


A peça: “Ao Vencedor, as Batatas!”
Como no livro, o espetáculo começa no enterro de Brás Cubas, narrado por ele mesmo, e se desdobra a partir de suas lembranças no transcorrer da história. Por trás do tom jocoso da narração deste “defunto-autor”, revela-se uma síntese do pessimismo machadiano, além de compor um retrato sutil e sem concessões da sociedade brasileira.

O enredo da peça abrange as principais situações vividas pelo protagonista, como o relacionamento adúltero com Virgília, a amizade com Quincas Borba, e sua vida familiar e política.  Em suma, sua trajetória da juventude à velhice, quando faz, ao final de suas memórias, um último balanço das perdas e ganhos de sua existência.

Fundamentada no teatro épico, em uma concepção cênica não-convencional e metalinguistica, “Ao Vencedor, as Batatas!” não utiliza coxias, de modo que todos os atores estão presentes durante toda a encenação e se revezam na interpretação de Brás Cubas e dos demais personagens, conferindo dinamismo e possibilitando um olhar diferenciado sobre o fazer teatral. Essa escolha de Marcelo Braga, diretor da peça, compactua com o estilo de Machado de Assis, no qual o narrador dialoga com o leitor (agora espectador), que é visto como possuidor de posicionamento crítico, gestos e temperamento.

Aproveitando a referência do espetáculo, A Cia da Galhofa pretende aproximar o publico ainda mais do universo machadiano através de um bate-papo, que será realizado ao final das apresentações, discutindo a obra, o recorte histórico e sociológico que o livro e a peça tocam, esclarecendo duvidas e sobretudo instigando o público acerca dos temas abordados e do modo de escrita do autor.


FICHA TÉCNICA
Autor: Machado de Assis
Dramaturgia: João Inocêncio
Direção: Marcelo Braga
Elenco: Celso Amâncio, Gabriel Küster, Felipe Alves, Jessica Prioste e Julia Pires. 
Músico/Ator: Celso Amâncio
Iluminação: Alessandra Parmagnani
Figurino: Tânia Casttello
Cenografia: Marcelo Braga e João Inocêncio
Produção: Julia Pires e Jessica Prioste
Responsável pela Audiodescrição: Lívia Motta
Administração Financeira: Luana Devechiati
Fotografia: Ligia Minami
Filmagem e edição: Diego Urbaneja, Danielle Almeida e Alexandre D’Lou
Designer Gráfico: Rafael Victor
Assessoria de Imprensa: Moretti Cultura e Comunicação


SERVIÇO
O que: “Ao Vencedor, as Batatas!”
Onde: Teatro Ruth Escobar - Sala Gil Vicente (305 lugares)
Endereço: Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista – São Paulo
Quando: de 04 de outubro à 29 de novembro, às quintas-feiras, 21h
DIA 22/Nov haverá apresentação com audiodescrição para cegos
Quanto: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia
Idade Recomendada: 12 anos
Duração: 50 minutos

Imprensa // André Moretti
Contatos
11-98269 6704   11-4304 6704
moretti.moretti@gmail.com



Com referência à obra de Zygmunt Bauman, “Fleshdance” se apresenta no Viga Espaço Cênico



De 25 de setembro a 10 de outubro, o Núcleo Artérias apresenta “Fleshdance”, no Viga Espaço Cênico, na Vila Madalena.

Com direção de Adriana Grechi, o espetáculo é a última parte da “Trilogia Líquida”, formada pelas criações “Ruído 5.1” e “Fronteiras Móveis”, que têm como referência a obra do sociólogo e pensador polonês Zygmunt Bauman.  
“Fleshdance” é uma coreografia de variações de intensidades emocionais, composta por experiências físicas, carnais, acionadas pelo ato de respirar.
Para conceber o espetáculo, o Núcleo Artérias explorou o sistema orgânico do corpo, trabalhando na invenção de uma corporeidade ativada pela intensificação dos afetos. Um corpo volumoso que permanece sempre em constante transformação, movido pelos órgãos, poroso, com possibilidade de afetar e de ser afetado pelo outro.
Essa é a tônica da nova coreografia do Núcleo Artérias, que também aborda o cansaço do ato de consumir e de descartar, e a tentativa de combater existindo, potencializando cada experiência. É uma possibilidade de resistência à vida voltada ao consumo.
O ambiente cênico de "Fleshdance" é composto por projeções de vídeo editadas em tempo real pelo videoartista André Costa Menezes e pela trilha sonora original de Dudu Tsuda.

Sobre o pensador polonês Zygmunt Bauman
Sua obra se caracteriza pela extrema perspicácia na análise dos problemas sociais que perpassam a experiência cotidiana do homem contemporâneo na conjuntura valorativa que é denominada pelo autor como “Modernidade Líquida”. A questão da especulação sobre o medo público, o uso das disposições consumistas dos indivíduos como suporte para a manutenção da economia e a fragmentação da experiência ética da alteridade são temas recorrentes na trajetória intelectual deste prolífico sociólogo de formação que, todavia, por sua riqueza de interpretação, muito contribui para o desenvolvimento de um estudo filosófico enraizado na crítica da ideologia da sociedade de consumo e na despersonalização de um mundo desprovido de ampla cooperação interpessoal. Bauman é professor emérito de Sociologia da Universidade de Leeds, no Reino Unido.
Núcleo Artérias
O Núcleo Artérias é formado por artistas de dança, vídeo e música. Em seus trabalhos o grupo explora corporeidades específicas propondo deslocamentos de percepção sobre questões relacionadas ao mundo contemporâneo, como instabilidade, incerteza, consumismo e espetacularização.
A investigação em dança do Núcleo Artérias tem como foco a exploração de potencialidades pessoais, a elaboração de corporeidades próprias e a autonomia criativa para discutir assuntos relacionados ao corpo e suas adaptações e resistências ao mundo contemporâneo. Esta pesquisa integra também o vídeo em uma dramaturgia do corpo.
O Núcleo Artérias é dirigido por Adriana Grechi, coreógrafa graduada na S.N.D.O. (Amsterdã). Adriana Grechi recebeu em 1999, junto a Cia Nova Dança, o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) pelo conjunto da obra, pelos trabalhos “Toda Coisa se Desfaz” e “Bootstrapsãopaulo!”.
Em 2003, o grupo mudou seu nome para Núcleo Artérias. Em 2004, o Núcleo Artérias recebeu dois prêmios APCA: pesquisa em dança para “Por que nunca me tornei um/a dançarino/a” e projeto para “Teorema”. Participou do 8º Festival da Cultura Inglesa e da Caravana Teatral do Sesi. Em 2006 apresentou “Ruído 5.1″ no Rumos Dança do Itaú Cultural. Em 2007 recebeu o Fomento Municipal (SP) e realizou circulação nacional pela Caixa Cultural. Em 2008 circulou pelo interior de São Paulo com o apoio do PAC e recebeu o prêmio APCA para criação em dança pelo espetáculo “Fronteiras Móveis”. Em 2011 fez temporada e circulação nacional com a recriação de “Fronteiras Móveis”.
De 96 até hoje, o Núcleo Artérias (ex Cia 2 Nova Dança) apresentou seus trabalhos em mais de 40 cidades e participou de diversos festivais, entre eles, Panorama de Dança/Rio de Janeiro (98), Rencontres Choregraphiques de Seine-Saint-Denis/Paris (2002), FID/Belo Horizonte (2005), e On Marche/Marrakech (2012). O grupo tem o patrocínio do Programa Petrobras Cultural.
Ficha técnica
Concepção/ Direção: Adriana Grechi Criação/ Performance: Juliana Ferreira, Larissa Ballarotti e Nina GiovelliVideocriação/ Performance: André Costa Menezes Trilha sonora: Dudu Tsuda Iluminação: André BollAcompanhamento do processo: Renato Jacques Preparação corporal: Lívia Seixas, Débora Blank e Adriana GrechiFotografia: Edson Kumasaka Design gráfico: Fernando Bergamini
Produção executiva: Amaury Cacciacarro Filho Produção: Erika Fortunato

Serviço
De 25 de setembro a 10 de outubro
Viga Espaço Cênico
Endereço: Rua Capote Valente, 1323 – Fone: 11 3801-1843
Dias e Horários: terças e quartas às 21h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia)
Duração: 40 minutos
Recomendação: 12 anos
Capacidade: 74 lugares

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425 www.canalaberto.com.br
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90 anos, 90 vezes Gilberto Mendes Documentário em homenagem ao compositor





O cineasta Carlos de Moura Ribeiro Mendes dirigiu o documentário 90 anos, 90 vezes Gilberto Mendes em formato para internet que terão 90 vídeos com entrevistas do compositor Gilberto Mendes. Desde 7 de janeiro até agora já foram gravados 70 vídeos sendo que 56 já estão disponíveis no youtube, cada um com duração que varia entre 1 e 12 minutos. Quando todos os 90 estiverem prontos totalizarão cerca de 7 horas. As entrevistam falam sobre temas variados, cinema, política, história, pintura, viagens e, sobretudo, música. Não só a dele - em que mostra partituras, discute detalhes de interpretação, conta sua história - mas também a música dos outros, dos americanos, russos, alemães, dos outros brasileiros, ao mesmo tempo em que detalha suas influências musicais. O próprio vídeo já especifica qual será o tema abordado. “Pensei em um projeto que tivesse a filosofia do meu pai, que fosse gratuito, que todos tivessem acesso, porque isso seria o que mais poderia homenageá-lo,” comenta Carlos. A produção é da Berço Esplêndido. Link para acessar as entrevistas http://www.youtube.com/playlist?list=PL08882815878609A0&feature=plcp.

90 anos, 90 vezes Gilberto Mendes é um documentário atípico. Não será lançado no cinema, não será assistido na televisão e nem em festivais. Poderá ser visto e revisto aos pedaços, por assunto, no momento em que a pessoa quiser, hoje, daqui a um ano, daqui a dez anos, e nunca sairá de cartaz. E sempre de graça.
A linguagem do documentário faz uso do simples, da essência. A posição de câmera é sempre a mesma, o cenário é sempre o mesmo, ou seja, o ambiente da casa de Gilberto Mendes.
Estes 90 depoimentos são uma forma diferente de comemorarmos seus 90 anos de idade, cujo big bang foi no dia 13 de outubro de 1922.
Gilberto Mendes gosta de falar e ensinar sobre todas estas coisas. Ele vive sendo visitado por amigos, compositores, intérpretes, estudantes de música, todos estes verdadeiros privilegiados que usufruem de sua intimidade e dessa forma aprendem muito com quem tem muito a ensinar.
“Mas e quem não se sente à vontade para procurá-lo em casa, mesmo ele sendo sempre tão receptivo?”, comenta Ribeiro Mendes. “E quem está longe de Santos, ondeGilberto Mendes mora e sempre morou? Ou mesmo quem trabalha com música ou simplesmente gosta de música, mas mora fora do Brasil? E quem hoje ainda não decidiu que a música ocupará um lugar de honra em sua vida, mas amanhã quererá saber tudo sobre ela e sobre seus compositores?”, continua.
É para todos esses, principalmente, que 90 anos, 90 vezes Gilberto Mendes foi pensado.
Os depoimentos começaram a ser feitos em janeiro deste ano. Foram sendo colocados na internet 10 por mês, na medida do possível. Neste dia 13 de outubro, os 90 estarão no ar. Para sempre, em exibição no youtube.
Quem quiser ver, basta acessar www.youtube.com/bercoesplendido e lá clicar a lista de reprodução 90 anos, 90 vezes Gilberto Mendes Abrirá uma lista com todos os depoimentos. É só escolher pelo assunto.
Outra forma de acessar é procurar no Google, ou direto no Youtube, pelo título do documentário.
Para facilitar o acesso, cada depoimento recebeu o nome do documentário precedido pelo número do depoimento como no seguinte exemplo: o depoimento número 27 aparece como “27/90 – 90 anos, 90 vezes Gilberto Mendes”.
Texto de Carlos de Moura Ribeiro Mendes: “Desde criança convivo com a sabedoria multidirecional de meu pai. Ela invade a música, o cinema, a literatura, a política. Fui privilegiado por este contato. Sei que ele tem uma enorme contribuição a dar não só aos jovens compositores, mas também aos amantes da música e, simplificando, da vida. Ele é, antes de mais nada, um amante da vida e das coisas simples. Ele sempre foi receptivo a quem quer que o procurasse, mas eu sempre pensei: e as pessoas que estão longe, sem acesso? Aí existe a internet, aí chegaram os 90 anos que ele completa em 2012, e eu resolvi dar um presente para mim, para ele, e acho, que para o Brasil. Através da minha produtora, a Berço Esplêndido, resolvi filmar, editar e fazer o upload para o youtube, ao longo deste ano, de 90 trechos de conversas, 90 pequenos depoimentos de Gilberto Mendes, sobre o que ele quiser falar, sobre qualquer assunto. Entre outras coisas, quem o conhece sabe como ele é um bom contador de histórias.
Gilberto Mendes nasceu em Santos, 1922.
     Aos 19 anos trocou as velhas arcadas da Faculdade de Direito de S.Paulo  pelo Conservatório Musical de Santos, onde passou a estudar piano com Antonietta Rudge e harmonia com Savino de Benedictis. Praticamente autodidata como compositor, trabalhou algum tempo sob a orientação de Claudio Santoro e Olivier Toni e freqüentou por duas vezes os Ferienkurse fuer Neue Musik de Darmstadt, Alemanha. Grande agitador cultural, fundou o Festival Música Nova de Santos, em 1962, e assinou o Manifesto Música Nova em 1963, publicado pela revista de arte de vanguarda  “Invenção”, porta-voz da poesia concreta paulista.
     Professor Doutor aposentado da ECA-USP, deu aulas ainda, como professor visitante, na Universidade de Brasília, na PUC-SP, e,  nos Estados Unidos, em The University of Wisconsin-Milwaukee e The University of Texas at Austin. Desta última recebeu a nomeação de Tinker Visiting Professor, honrosa distinção universitária norte- americana dada somente a importantes artistas-professores, como foram Jorge Luis Borges e Haroldo de Campos, que também foram distinguidos. Recebeu ainda diversos prêmios da APCA, os prêmios Sergio Mota e Carlos Gomes – os dois hors concours, a Bolsa Vitae, e a Comenda do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, das mãos do Presidente Lula e do Ministro Gilberto Gil.
     Sua obra musical já foi tocada nos 5 continentes, principalmente na Europa e Estados Unidos. Entre as principais destacam-se, para orquestra, Santos Football Music, Concerto para piano e orquestra, Rastro Harmônico, Um Baile na Mata Atlântica, Abertura da Ópera ISSA; para grupos instrumentais, Ulysses em Copacabana Surfando com James Joyce e Dorothy Lamour, Rimsky, Saudades do Parque Balneário Hotel, Longhorn Trio, Música para 12 Instrumentos, O Cavalo Azul;  para vozes corais, Beba Coca-Cola, O Anjo Esquerdo da História, Com Som Sem Som, Uma Voz Uma Vala. E inúmeras obras para piano e canções para voz e piano. As obras para orquestra, e algumas instrumentais, estão editadas principalmente pela OSESP, e as obras para piano, por Alain van Kerckhoven Editeur, na Bélgica.
     A OSESP, sob a direção da regente norte-americana Alondra de la Parra, gravou recentemente um CD somente com as obras sinfônicas de Gilberto Mendes. E o SESC produziu um outro CD que apresenta suas principais obras para grupos instrumentais, pelo Ensemble Música Nova, sob regência de Jack Fortner. Suas canções estão gravadas pela soprano Rosana Lamosa e pelo tenor Fernando Portari, mais o pianista Rubens Ricciardi, em primoroso CD produzido pelo Centro Cultural São Paulo. Outros CDs e velhos LPs ainda podem ser encontrados, com destaque para um CD duplo do Madrigal Ars Viva, sob direção de Roberto Martins, com o principal de sua importante obra coral.
     Gilberto Mendes é autor dos livros “Uma Odisséia Musical” e “Viver sua Música”. editados pela EDUSP. Está para ser lançado “Música, o cinema do som”, pela Editora Perspectiva. E acaba de terminar uma história de ficção.
     Gilberto Mendes é membro honorário da Academia  Brasileira de Música.

Carlos de Moura Ribeiro Mendes é filho do compositor Gilberto Mendes,também nasceu na cidade de Santos, em 1955.
Em 1977, forma-se como bacharel em Física, na USP.
Em 1981, lança como cantor, compositor e violonista, um compacto simples independente, cuja capa contém uma apresentação sobre seu trabalho assinada por Caetano Veloso. No trecho final, Caetano escreve:

“Gosto muito que Carlos tenha me pedido para escrever estas palavras dispensáveis para ele e para você, mais do que para mim. Para mim é bom augúrio que, exatamente agora quando minha inspiração está talvez querendo alguma coisa com esse experimentalismo de Sampa, Carlos Mendes tenha pintado com essas novidades e com essa vontade enorme de manter-se fiel a elas.”

Em 1984, lança pela EMI-ODEON o LP “Ímã”, contando com as participações e parcerias de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Rogério Duprat, João Donato, Nelson Motta e Décio Pignatari. Ímã fica por 2 meses entre os discos mais recomendados pelo jornal Folha de São Paulo.

Desde 1989, trabalha como diretor e produtor cinematográfico publicitário. Recebe os seguintes prêmios nos festivais internacionais publicitários: 3 leões no Festival de Cannes; 2 Clios de prata no Clio Awards; 7 prêmios no Festival Internacional de Publicidade de Nova Iorque.

Neste mesmo período dirige video-clipes para: Djavan (finalista no primeiro MTV AWARD  Brasil) e Edson Cordeiro (veiculado mundialmente e premiado no Festival de Nova Iorque).

Entre 2003 e 2004: escreve, juntamente com Paulo Guarnieri e Hérika de Assis, a peça de teatro “O Mistério de Gioconda”, a qual ficou mais de um ano em cartaz em São Paulo, nos teatros Hilton e Ruth Escobar, sob a direção de Bibi Ferreira.

Entre 2003 e 2005 produz e dirige e roteiriza o documentário “A Odisséia Musical de Gilberto Mendes”, filmado na Bélgica, Rússia, Alemanha, Holanda e Brasil, com a participação de 7 orquestras, 11 pianistas, 7 cantores, entre outros. O documentário foi selecionado pelos seguintes festivais nacionais e internacionais de cinema:
  • Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro - 2005, na seção Première Brasil.
  • Mostra competitiva da 29ª Mostra BR de Cinema de São Paulo - 2005.
  • Festival de Cinéma des 3 Amériques – 2006, em Québec, Canadá.
  • Festival de Málaga – 2006, em Málaga, na Espanha.

Em 2005: vence os prêmios de melhor vídeo clipe, melhor direção e melhor roteiro de um Festival de Video-Clipes da TV Cultura, SP, envolvendo 12 videoclipes feitos por diferentes diretores e produtoras para as 12 músicas finalistas do FESTIVAL CULTURA da chamadanova música brasileira. A música que trabalhou, roteirizando, dirigindo e editando, foi “Seresteiro a Perigo”, interpretada por Edu Franco e Banda “Grito do Ipiranga”.

Em 2008: dirige o DVD “Camargo Guarnieri - 3 Concertos para violino e orquestra”, sob encomenda do Centro Cultural São Paulo / Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo.

Em 2009: produz e dirige o documentário “Notas Soltas sobre um Homem Só” sobre  a vida e a obra musical de Camargo Guarnieri. O documentário é selecionado pelos seguintes festivais:
  • Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro – 2009, na seção Première Brasil.
  • 33ª Mostra Internacional de Cinema de S. Paulo – 2009.

A Berço Esplêndido Produções Cinematográficas, fundada em 1999, tem hoje como seu principal foco a realização de documentários na área da música erudita brasileira.
Já produziu “A Odisséia Musical de Gilberto Mendes”, em 2005, “Notas Soltas sobre um Homem Só” (sobre Camargo Guarnieri), em 2008, e tem, no momento, dois novos projetos em fase de filmagem, um a pedido do Centro Cultural São Paulo e outro sobre o compositor Almeida Prado. www.youtube.com/bercoesplendido

Documentário 90 anos, 90 vezes Gilberto Mendes
Cineasta Carlos de Moura Ribeiro Mendes
90 vídeos com duração total de 7 horas
Produção Berço Esplêndido



Mais informações sobre a divulgação com Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mailmiriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br

Miriam Bemelmans
(11) 3034-4997
(11) 9969-0416
miriam@bemelmans.com.br
http://www.bemelmans.com.br

Noite Cultural na Biblioteca Pública


KIKA apresenta seu disco de estreia no projeto Prata da Casa


                                                                    FOTOGRAFO PEU ROBLES


Apontando novos nomes e tendências da música brasileira, projeto Prata da Casa abre a programação de outubro com o lançamento de Pra Viagem, disco de estreia do trabalho solo da cantora Kika, em apresentação no SESC Pompeia

“O chão em cada pé e a cabeça no espaço sonhando”. É o verso de Pulso, composição da cantora paulista Kika Carvalho, que melhor define seu trabalho musical. A cantora apresenta seu disco de estreia de sua carreira solo em apresentação no dia 2 de outubro, terça-feira, às 21 horas, na Choperia do SESC Pompeia, abrindo a programação de outubro do Prata da Casa, projeto criado paraapontar os novos talentos e tendências da cena musical brasileira. A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados com 1h de antecedência.

 

No repertório estão as composições inéditas de Pra Viagem, além de arranjos e versões de nomes consagrados da música brasileira, como Jorge Ben Jor, Novos Baianos e João Gilberto. Gravado em um processo colaborativo ao lado de músicos, técnicos e produtores musicais, Pra Viagem é o primeiro disco da cantora paulista Kikae condensa toda a poesia e desenvoltura da compositora com a expansão sonora das bandas de apoio. Gravado no Estúdio Traquitana, o disco teve quatro de suas oito faixas produzidas por Décio7, responsável pelos efeitos e produção do disco de Bixiga70.

O disco passou pelas mãos de diversos instrumentistas e produtores do meio musical recebendo, também, a produção de Victor Rice no Estúdio Copame a colaboração online de diversos músicos que, recebendo os pré-projetos das faixas, inseriram arranjos de baixo, violoncelo, escaleta e teclado de seus home studios. Ao todo, entre as diversas “bandas” que colaboraram nas gravações, estão os músicos Anelis Assumpção, Bruno Buarque, Daniel Gralha, Denis Duarte, Giba Alves, Douglas Antunes, Kiko Dinucci, DustanGallas, Lu Horta, Mauricio Fleury, Renato Gama, Ticklah, Tiago Saraiva, entre outros.

A pluralidade sonora não se restringe aos músicos. Durante as oito faixas, Kika desfila sua personalidade leve e intimista, desenvolvida a partir de referências que vão de Beatles e Tropicália a música jamaicana, em composições próprias e de terceiros – como a canção Sai da Frente, de Leandro Bonfim. Também instrumentista, Kika canta, toca violão, guitarra, teclado, kazoo e metalofone, reunindo, em uma obra própria, sua experiência anterior de outros grupos e projetos musicais.

A trajetória de Kika iniciou-se com a descoberta de sua voz no Coral da USP, onde conheceu Carmina Juarez e, por seu intermédio, o produtor musical Fernando Faro, criador do antológico programa Ensaio, da TV Cultura. Desde então a cantora e instrumentista tem integrado a formação de diversas bandas e projetos musicais, como a Banda Argamassa – ao lado de Décio7 –, a banda As Posers, o grupo vocal Trilha, o projeto Kid Morengueira, e as apresentações da cantora Helô Ribeiro e de Ritamaria, além de ter contribuído com composições para Bixiga 70, vocais para o disco de Pipo Pegoraroe criado a trilha sonora do espetáculo A Viagem de UltraVioleta, do núcleo Vendaval de Teatro.

Já em 2009, Kika experimentava a fórmula do que viria a ser seu trabalho solo, em seu projeto Miudezas e Afins, em que interpreta composições de Danilo Monteiro sob uma ótica intimista, de valorização da letra e música das canções, do equilíbrio e leveza das harmonias e dos silêncios. O lançamento solo Pra Viagem é fruto da experiência da cantora em diversos empreendimentos musicais e de sua vontade natural de criação e experimentação.

Sob a curadoria do crítico musical Alexandre Matias, responsável por selecionar os participantes em parceria com a equipe de programação do SESC Pompeia, o Prata da Casa tem a proposta de revelar novos talentos. Para isso, oferece condições profissionais (é um dos palcos mais disputados de São Paulo, equipado com som e iluminação) para artistas e bandas iniciantes que estão trabalhando o primeiro CD/DVD ou que ainda não lançaram discos. Trata-se de uma base de lançamento musical ao vivo e uma oportunidade de conhecer em primeira mão a nova safra da música brasileira.

Para roteiro:
PRATA DA CASA – Dia 02 de outubro – KIKA (SP).Músicos – Kika (guitarra e voz), Victor Rice (baixo), Loco Sosa (bateria), Guilherme Held (guitarra), Fernando TRZ (teclado), Décio7 (MPC e efeitos), Cuca Ferreira (sax barítono e flauta) e Doug Bone (trombone). Terça-feira, às 21 horas, na Choperia do SESC Pompeia. Curadoria – Alexandre Matias. Capacidade – 800 lugares. Censura – Não recomendado para menores de 12 anos. Ingressos – Grátis. Retirar os ingressos na bilheteria com 1h de antecedência. Duração – 90 minutos.

Dia 9 de outubro – ONAGRA CLAUDIQUE (SP) – Músicos – Roger Valença (voz e violão), Diego Scalada (voz e violão), Renato Spinosa (voz e piano), Tiago Bertolin (contrabaixo), Ladislau Kardos (bateria).


Dia 16 de outubro – ME & THE PLANT (RJ) – Músicos – Vitor Patalano (voz, guitarra e violão), Rocco Bid (bateria), Beto Montag (vibrafone), Rodrigo Fonseca (baixo), Arthur Joly (programação e efeitos), Missionário José (teclado).


Dia 23 de outubro – TIBERIO AZUL (PE) – Músicos – Tibério Azul (voz e violão), Yuri Queiroga (guitarra), Márcio Silva (bateria) e Areia (baixo acústico).


Dia 30 de outubro – ICONILI (MG) – Músicos – André Orandi (órgão e sax), Henrique Staino (sax tenor), Lucas Freitas (sax barítono), Victor Magalhães (trompete e baixo), Rafael Orlandi Mandacaru (guitarra e theremin), Gustaco Cunha (guitarra), William Rosa (baixo), Wesley Cançado (bateria), Pedro de Filippis (percussões), Rafa Nunes (percussões), Nara Torres (percussões).


SESC POMPEIA – Rua Clélia, 93. Telefone – 3871-7700. Acesso para deficientes físicos. Não temos estacionamento. Funcionamento da bilheteria do SESC Pompeia – de terça a sábado, das 9h às 21h e aos domingos, das 9h às 19h. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard, Diners Club International e American Express) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico). Para informações sobre outras programações, ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br

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Telefone para informações: (11) 3871-7700
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal 
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Horário de funcionamento da Bilheteria – De terça a sábado das 9 às 21 horas e domingos e feriados das 9 às 19 horas (ingressos à venda em todas as unidades doSESC).

Formas de pagamento - Cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard e Diners Club International) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro e Redeshop).

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