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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Zé Henrique revisita a peça Senhora dos Afogados no centenário de Nelson Rodrigues



No centenário de Nelson Rodrigues, é remontado espetáculo – que ganha versatilidade com pesquisas envolvendo tragédias gregas, pintura expressionista e a literatura de Eugene O’Neill. Entre as novidades, foi incluída uma nova canção para o coro de vizinhos - Opereta do Moribundo, de Chico Buarque e Edu Lobo. A montagem faz temporada na ininterrupta programação do Teatro do Núcleo Experimental


O Teatro do Núcleo Experimental está se consolidando como um dos novos polos culturais de São Paulo. O local já teve temporadas de As Troianas - Vozes da Guerra, Bichado e Mormaço. Aproveitando o centenário de Nelson Rodrigues, Zé Henrique de Paula revista mais um dos sucessos de seu repertório. Senhora dos Afogados reestreia dia 31 de agosto às 21 horas. 

Sob o prisma das paixões humanas, a obra do icônico dramaturgo brasileiro recebeu uma adaptação musical e pesquisa que une a tragédia Electra (de Ésquilo) a uma paráfrase da obra Electra Enlutada (de Eugene O'Neill), além do visual expressionista do pintor norueguês Edvard Munch.

O texto, escrito por Nelson Rodrigues em 1947, foi proibido no ano seguinte e estreou somente em 1954. Quase toda a ação se passa em torno do velório da menina Clarinha, filha de Misael e Dona Eduarda Drummond. Mas é um outro cortejo fúnebre que abre o espetáculo – um coro de mulheres do cais rezam para manter viva a memória de uma prostituta morta há 19 anos, exatamente no dia do casamento de Eduarda e Misael. A relação entre esses velórios será revelada ao longo da peça, que nessa montagem está ambientada no século XIX.

Cinco anos de depois
O diretor Zé Henrique imprime novo frescor para a trama que montou em 2007. “Essa oportunidade de remontar a peça para a comemoração dos 100 anos do Nelson ofereceu a possibilidade de olharmos o espetáculo com distanciamento, rever as opções originais e amadurecer as interpretações. Nessa montagem foi incluída uma nova canção, para o coro de vizinhos - Opereta do Moribundo, de Chico Buarque e Edu Lobo.”

Durante a peça, onze canções brasileiras têm a função de revelar o que se passa no íntimo dos personagens. Destaque para Pedaço de Mim, Acalanto, À Flor da Pele, Viver do Amor, de Chico Buarque, e A Ilha, Ventos do Norte de Djavan, entre outras. As músicas atuam como porta-vozes dos desejos e fluxos de pensamento e ganham novos significados quando costuradas à ação dramática. A direção musical é de Fernanda Maia, que já fez várias parcerias com Zé Henrique em espetáculos como As troianas - Vozes da Guerra e Canção de Amor em Rosa. “Temos uma parceria de 20 anos e uma sintonia de trabalho excelente, fundamental para a criação da concepção musical das peças. EmSenhora dos Afogados, as canções servem como veículo para expressar o mundo interior das personagens, todo o não-dito no texto do Nelson”, diz Zé Henrique.

Visual e Influências de tragédias
Durante a pesquisa, o diretor reuniu o universo da tragédia grega de Ésquilo e a obra de Eugene O’Neil, além do expressionismo do pintor norueguês Edvard Munch. “A utilização das referências pictóricas é um mote constante na preparação dos atores no Núcleo Experimental. Para Senhora dos Afogados, toda a obra de Edvard Munch serviu como referência para a construção corporal dos personagens, além de ser a principal fonte de inspiração para a estética da peça, que inclui cenário, luz e figurinos. Os elementos trágicos estão presentes na sobriedade e na solenidade imposta aos personagens da família Drummond.”

Apesar dos universos diferentes de Nelson Rodrigues e Edvard Munch, ambos trabalharam com os mesmos temas em suas obras. Como Nelson, o pintor era um artista de obsessões, voltando recorrentemente aos temas da vida, amor, morte e melancolia. Ele calculava suas composições de modo a criar uma atmosfera tensa, que refletisse mais o estado de espírito e as condições psicológicas do que uma realidade exterior. A peça foi transposta para o final do século XIX, numa proposta de reforçar a tensão entre moral e desejo, entre impulso sexual e repressão.

Zé Henrique também falou das características que marcam a encenação desse seu trabalho. “Gosto das peças míticas do Nelson, que fogem do real, que remetem a um mundo governado por forças ancestrais a atávicas. Estabelece-se nesses espetáculos um jogo absolutamente teatral, o que nos ofereceu a possibilidade de experimentar exatamente o diálogo entre a dramaturgia de Nelson e as canções que povoam a trama.”

Sobre o diretor Zé Henrique de Paula
Bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Foi assistente do cenógrafo J.C. Serroni em Nova Velha Estória e Trono de Sangue. Dirigiu A Comédia dos Erros, Judas em Sábado de Aleluia, É 20! As Folias do Século, Revelação, Noite de Reis, Naked Boys Singing, O Despertar da Primavera, R&J, Mojo, Side Man, Novelo, além das peças do repertório do Núcleo Experimental: Senhora dos Afogados, Cândida, As Troianas – Vozes da Guerra, O Livro dos Monstros Guardados, Casa/Cabul e O Contrato. Atuou em O Jovem Hamlet, A Comédia dos Erros, É 20! As Folias do Século, Mojo, Camaradagem e Amargo Siciliano. Indicado ao Prêmio Shell em 2009 e 2010, como Melhor Diretor, por As Troianas – Vozes da Guerra e Side Man, respectivamente. Neste ano, recebeu duas indicações ao Prêmio Shell 2012, pelo figurino de L’Illustre Molière e pelo cenário de Bichado.


Ficha técnica

SENHORA DOS AFOGADOS – Reestreia dia 31 agosto, sexta-feira, no Teatro do Núcleo Experimental. Texto: Nelson Rodrigues.Direção: Zé Henrique de Paula. Direção Musical: Fernanda Maia. Elenco: Tony Giusti (Misael), Einat Falbel (D. Eduarda), Bárbara Bonnie (Moema), Thiago Carreira (Paulo), Paulo Cruz (Noivo), Lourdes Giglioti (Avó), Fábio Redkowicz (Vizinho), Caio Salay (Vizinho), Luciana Ramanzini (Vizinha), Thiago Ledier (Vizinho), Alexandre Meirelles (Sabiá), Rodrigo Caetano (Vendedor de Pentes). Coro de Mulheres do Cais:Bibi Piragibe, Cy Teixeira, Gabriela Germano, Lara Hassum, Natasha Sonna.  Preparação de atores: Inês Aranha. Cenografia e figurinos: Zé Henrique de Paula. Assistente de figurinos: Cy Teixeira. Iluminação: Fran Barros. Músicos: Fernanda Maia (piano) / Eduardo Sato (violoncelo). Assessoria de Imprensa: Arte Plural – Fernanda Teixeira. Produção: Claudia Miranda.

Para roteiro
Reestreia dia 31 de agosto, sexta-feira, às 21h no Teatro do Núcleo Experimental, na Rua Barra Funda, 637. Temporada – Até 1 de outubro. De sexta a segunda - sextas, sábado e segunda às 21h. Domingos às 19h. Ingresso: R$ 30 – Às sextas-feiras, os ingressos são gratuitos. Retirar com uma hora de antecedência. Duração: 100 minutos. Capacidade – 50 lugares. Censura: 12 anos.

ARTEPLURAL – Assessoria de imprensa Fernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9948-5355
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BACHIANA FILARMÔNICA SESI-Rio Claro/SP


Sob a regência do renomado maestro João Carlos Martins, a orquestra executará composições de Beethoven, Tchaikovsky e Brahms em concerto da temporada SESI Música 2012 no dia 26 de agosto (domingo), às 11h.
       
         O SESI Rio Claro promoverá um concerto gratuito com a orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP, sob a regência do maestro João Carlos Martins. O evento, que integra a temporada SESI Música 2012, será realizado no domingo, dia 26 de agosto, às 11h, no Ginásio do Centro de Esportes e Lazer da unidade.
O repertório destacará obras de compositores como Ludwig van Beethoven, Tchaikovsky e Brahms. Martins promete um momento especial no encerramento da apresentação, quando assumirá o piano e relembrará a sua trajetória como concertista.
Sobre a Bachiana Filarmônica SESI-SP
Mantida pelo SESI-SP, a orquestra é formada por jovens e experientes músicos orientados por notáveis professores e artistas conceituados. Sob a direção artística do maestro João Carlos Martins, a orquestra representa uma ação relevante no apoio à música erudita e à formação e desenvolvimento das carreiras de instrumentistas. Assim, ao mesmo tempo em que contribui com a formação de talentos e abre múltiplas oportunidades profissionais, leva a música erudita a milhares de brasileiros.
Sua programação dinâmica abrange apresentações em numerosos municípios do interior paulista, periferias das grandes cidades e em renomados teatros. Seu alcance, portanto, é bastante diversificado, viabilizando a difusão e a valorização de música clássica de alta qualidade técnica e artística.
A Bachiana Filarmônica SESI-SP soma-se, assim, ao acervo de programas culturais e artísticos da instituição, complementando uma das mais abrangentes ações de responsabilidade social do país.
Após diversas temporadas pelo Brasil, encantou o público em turnês nos Estados Unidos, em quatro atuações nos renomados templos da música mundial: o Carnegie Hall e o Lincoln Center, ambos em Nova York.
Sobre João Carlos Martins
Considerado um dos maiores intérpretes de Johann Sebastian Bach, o maestro João Carlos Martins está em um patamar raramente alcançado por outros músicos brasileiros no século XX. Um dos pontos altos de sua carreira foi a gravação da obra completa para teclado desse gênio da música. Logo após, devido a problemas físicos, João Carlos Martins teve que abandonar a carreira de pianista, canalizando para a regência a sua paixão pela música.
SERVIÇO:Bachiana Filarmônica SESI-SP - regência do maestro João Carlos Martins
Local: Ginásio do SESI / Avenida M - 29, 441 – Portão 1 | Jd. Floridiana | Rio Claro | SP
Data e horário: 26 de agosto (domingo), às 11h
Retirada dos Ingressos a partir do dia 16 de agosto de 2012
SESI Rio Claro
Av. M-29, Nº 441, Jd. Floridiana - Rio Claro/SP
Informações: 19 3522-5650


SESC Belenzinho apresenta o som da big band Bixiga70


Fundada na rua Treze de Maio, número 70, no bairro paulistano conhecido como Bixiga, a big band Bixiga70 explora elementos da música brasileira, latina e africana. O grupo se apresentano dia 31 de agosto, sexta-feira, na Comedoria do SESC Belenzinho, às 21h30.

Tambores dos terreiros, do samba e da música malinké (de forte acento percussivo, tradicional da região de Guiné, Mali, Costa do Marfim, Senegal e Burkina Faso) caracterizam a sonoridade dançante da banda. A performance musical conta com o talento dos músicos Décio 7 (bateria), Cris Scabello (guitarra), Cuca Ferreira (sax), Gustávo Cék (percussão), Marcelo Dworecki (baixo), Rômulo Nardes (percussão), Maurício Fleury (teclados e guitarra), Daniel Gralha (trompete), Daniel Nogueira (saxofone) e Douglas Antunes (trombone).

No programa do show, músicas como “Grito de Paz” (Mauricio Fleury e Benjamin L. Gay), “Luz Vermelha” (M. Fleury), “Zambo Beat” (Angélica C. Pereira e Décio 7), “Cumbia Funk” (M. Fleury), “Tema di Malaika” (M. Fleury), “Tangará” (M. Fleury, Oscar Ferreira Jr. e Marcelo Dworecki), “Mancaleone” (M. Dworecki e Angélica C. Pereira), “Kalimba” (Cris Scabello) e “Balboa da Silva” (Cris Scabello).

Bixiga70

No final de 2010 o grupo fez sua primeira apresentação, tendo como inspiração a obra do nigeriano Fela Kuti (1938-1997) – o afrobeat. Esse foi o ponto de partida de um repertório que ganhou temas próprios rapidamente, como “Luz Vermelha” e “Tema di Malaika” (ambas de Mauricio Fleury) e “Mancaleone” (de Marcelo Dworecki).

No final de 2011, a big band lançou seu primeiro disco, homônimo, pelo selo ÁguaForte, com co-produção de Victor Rice. O álbum Bixiga70 – disponível para download no site da banda e tem versões em vinil e CD - figurou nas listas de melhores do ano das publicações Rolling Stone Brasil, Revista Brasileiros, O Estado de S. Paulo, O Globo, além dos sites UOL, Vírgula, MTV, Território Eldorado e Mix TV.

A versatilidade do Bixiga70 conta com riffs suingados da guitarra de Cris Scabello (que há mais de uma década se dedica ao dub), teclados psicodélicos de Maurício Fleury (que pesquisa sonoridades latinas e explora o território eletrônico) e os ritmos africanos da bateria de Décio 7. Além de constituírem o núcleo do projeto, Décio, Scabello e Fleury dividem a produção do disco com Victor Rice.

No início de 2012, o Bixiga70 recebeu uma recomendação no jornal inglês The Guardian, além de ter sido destaque nos festivais Rec-Beat (Recife-PE) e Nova Consciência (Campina Grande, PB). O grupo acumula apresentações em casas de shows de São Paulo, Osasco, Araraquara e São Carlos, com destaque para apresentações no Auditório Ibirapuera, Virada Cultural, Festival Contato, Cine Jóia com Antibalas (EUA) e nos projetos Prata da Casa (SESC Pompeia), São Paulistas e Instrumental SESC Brasil.

Show: Bixiga70
Dia 31 de agosto. Sexta-feira, às 21h30
SESC Belenzinho - www.sescsp.org.br/belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000 - Belenzinho – SP/SP - Tel: (11) 2076-9700
Comedoria (500 lugares). Duração: 1h30. Classificação etária: 18 anos.
Ingressos à venda pela rede INGRESSOSESC (unidades do SESC): R$ 24,00 (inteira), R$ 12,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Estacionamento: R$ 6,00 (não matriculado) e R$ 3,00 (matriculado e usuário).

Assessoria de Imprensa – SESC Belenzinho
Jacqueline Guerra: (11) 2076-9762

Verbena Comunicação
Eliane Verbena / Marcela Lima
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br

Cia Solas de Vento apresenta espetáculos em Cubatão


Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues encenam o infantil premiado A Volta Ao Mundo em 80 Dias e o espetáculo adulto Os Perdidos no litoral paulista

Coreografia circense aliada ao tema viagem é a característica principal do trabalho da Cia. Solas de Vento, que conta com os atores Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues. O grupo exibe dois espetáculos de seu repertório em Cubatão. A peça infantil A Volta Ao Mundo em 80 Dias (Femsa e APCA 2011, direção de Carla Candiotto) chega ao Bloco Cultural com sessões dias 25 e 26 de agosto (Sábado e Domingo) às 17hs. Os Perdidos entra em cena no Prédio Multimídia do Parque Anilinas no dia 25 de agosto, sábado, às 14hs. No domingo (26) às 11hs, é a vez da Praça Euclides de Oliveira Figueiredo receber o espetáculo. As apresentações são gratuitas.

“É a oportunidade de mostrar o trabalho da Cia e comemorar os cinco anos de estrada. Queremos oferecer os dois trabalhos para um público novo e ao mesmo tempo contemplar o público que não conseguiu acompanhar as temporadas que aconteceram na capital paulista. É um privilégio mostrar nossa maneira de fazer teatro, de contar uma história”, conta Ricardo Rodrigues.

A Volta ao Mundo em 80 Dias
Com direção da premiada Carla Candiotto, espetáculo foi sucesso de crítica e de público, além de ter premiado o ator Bruno Rudolf na categoria de Melhor Ator de espetáculo Infantil no FEMSA e APCA e a diretora Carla Candiotto como melhor diretora no Prêmio APCA.

Na trama, a extraordinária aventura de Mr. Fog – um Lord inglês apaixonado por geografia e Passepartout  – seu criativo criado francês começa quando Mr. Fog decide dar a Volta ao Mundo em 80 dias. Mas eles não contavam com a aparição do misterioso Mr. Fix, que durante toda a trama surge de forma inusitada para atrapalhar a viagem dos dois aventureiros.

É dada a partida para uma grande viagem repleta de peripécias, na qual a dupla corre contra o tempo e contra as armadilhas provocadas por Mr. Fix. A historia é contada pelos dois atores que, para dar vida a todos os personagens, utilizam técnicas acrobáticas, dança, comedia e vídeo-projeções ao vivo.

O enredo é baseado na obra literária de Júlio Verne. A concepção da montagem foi idealizada por Carla Candiotto e Solas de Vento a partir de um jogo de Tangram, que é um quebra-cabeça chinês. Os dois atores manipulam peças de sucata de ferro para construir os diversos lugares e transportes usados na viagem. “Utilizamos peças de ferro e sucatas para a construção de cada cenário, criando novas imagens. Imagens essas recriadas a cada episódio da história”, explica a diretora.

“Depois de passar pelo roteiro de ações da história, começamos a criação do nosso Tangram, o fio narrativo que trouxe unidade ao espetáculo, sem comprometer a inventividade fantasiosa que o autor propõe”, conta a diretora Carla Candiotto. Como e onde essas peças de sucata poderiam se transformar num trem, num barco ou até mesmo num elefante, seriam as próximas descobertas.

A encenação usa recurso de três câmeras de vídeo e projeção ao vivo, o que cria cenas inusitadas e traz uma dimensão fantástica aos episódios da historia. As imagens são transferidas do chão diretamente para a parede de fundo do teatro, dando a sensação de os atores estarem em um trem ou barco. Para contar essa história, os atores, que são circenses e dançarinos, partem de um lugar não definido e, ao longo do tempo, como têm necessidade de chegar em 80 dias, inventam e transformam seus transportes de um país ao outro para poderem realizar essa aventura.

De acordo com a diretora, “esse quebra-cabeça, é um instrumento facilitador da compreensão da história e desenvolve a criatividade e o raciocínio de criança. Espero que o resultado se transforme num exercício de criatividade e cumplicidade entre o público e os atores, e que pais e filhos descubram que dar a volta ao mundo em 80 dias seja uma idéia possível.”

Os Perdidos
Mais uma criação de Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues, a trama mostra dois personagens que vão realizar uma viagem utilizando como recurso somente uma escada e um atlas. Entre brincadeiras e conflitos, esses homens perdidos usam a imaginação para transformar o espaço.

A escada é o elemento neutro que se transforma na imaginação da dupla, ilustrando para o público cada etapa da viagem: ora de barco, ora em uma caverna, ora em uma montanha gelada. Com o uso de elementos acrobáticos e de dança, os atores criam uma linguagem cômica e poética, na qual dois corpos contam as peripécias da aventura.

A coreografia acrobática e a edição musical foram criadas simultaneamente para possibilitar a melhor adequação entre ambos. A trilha sonora é composta de sons incidentais e de músicas instrumentais, características que trazem um universo próprio ao número e às diversas atmosferas da encenação.

Esse trabalho teve origem no ano de 2007, no projeto Cubo de Ensaio da Mostra SESC de Artes e Circulações 2007, com direção da argentina Kris Niklison que resultou em um número de 9 minutos. Na época, o volume de material pesquisado nesse processo alimentou o desejo de transformá-lo em um espetáculo por completo.

A Volta ao Mundo em 80 Dias é apresentado pela Usiminas e tem co-patrocínio da Akzo Nobel. Esse é um projeto aprovado pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura e Programa de Ação Cultural 2011.


Sobre Cia Solas de Vento
Ao conhecerem suas criações individuais, Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues identificaram uma prática semelhante e um olhar sobre o fazer teatral. Nas criações do duo, as habilidades acrobáticas e a dança, aliadas ao preparo do ator, oferecem novos recursos ao ator de contar uma história. Dessa simbiose de possibilidades corporais nasce uma única linguagem plural, em que o corpo é motor da dramaturgia. Os artistas trabalharam em parceria com as companhias Circo Mínimo, Cia. Druw, Linhas Aéreas, Circo Zanni, Trixmix Cabaret, Núcleo de Artérias e com os diretores Francisco Medeiros, Cristiane Paoli Quito e Carla Candiotto.

Ricardo Rodrigues
Ator Graduado pela USJT/1996, em São Paulo. Artista circense desde 1999, nas especialidades de técnicas aéreas e palhaço, vem atuando em espetáculos que aliam o teatro e a dança às técnicas circenses. Indicado ao Prêmio FEMSA 2012 de Teatro Jovem por Homens de Solas de Vento. 

Bruno Rudolf
Bailarino, formado pelo Conservatório de Dança de Mulhouse (França), reside no Brasil desde 2001. Ainda na França, estudou teatro físico, mímica clássica e técnicas circenses (acrobacia e malabarismo). Em solo brasileiro, se especializou em técnicas aéreas e estudou palhaço. Vencedor dos Prêmios e FEMSA e APCA 2011 por A Volta ao Mundo em 80 Dias.

A Volta Ao Mundo em 80 Dias
Adaptação livre do romance homônimo de Julio Verne. Criação: Carla Candiotto e Solas de Vento. Direção: Carla Candiotto. Texto:Carla Candiotto e Pedro Guilherme. Elenco: Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues. Coreografia: Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues. Direção de Arte e Cenografia: Lu Bueno. Ilustrações: Iara Jamra. Figurinos: Olintho Malaquias. Adereços: Michele Rolandi. Trilha sonora original: Exentrimusic. Iluminação: Wagner Freire. Operação de Vídeo: Bruno Bachy. Operação de Audio: Luana Alves. Operação de luz:Roseli Martineli. Fotografia: Mariana Chama. Produção: Aymberê Produções Artística LTDA. Gestão Cultural: Doble Cultura + Social. Programação Visual: Sato – casadalapa. Duração: 65 minutos. Realização: Solas de Vento. Recomendado para crianças a partir de 04 anos.

Cubatão – Dia de 25 e 26 de agosto às 17hs
Bloco Cultural - Praça dos Emancipadores, S/Nº - Cubatão – SP. Grátis – Tel: 13 - 3361 6904.

Os Perdidos
Criação e Atuação: Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues. Trilha Sonora: Marcelo Lujan Duração: 30 minutos. Classificação: Livre. Tel: 13 - 3361 6904.

Cubatão – Dia 25 de agosto às 14hs.
Prédio Multimídia do Parque Anilinas - Avenida 9 de abril, S/Nº - Centro. Cubatão – SP. Grátis.

Cubatão – Dia 26 de agosto às 11hs.
Praça Euclides de Oliveira Figueiredo - (Praça Viva), S/Nº - Jardim Costa e Silva. - Cubatão – SP. Grátis

ARTEPLURAL – Assessoria de imprensa
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Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Douglas Picchetti – (11) 9814-6911
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
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O Primo Basílio O Musical


Após sucesso de público com mais 50 mil espectadores, com indicação ao Prêmio Contigo de Melhor Musical de 2010 e com três estrelas da revista Veja São Paulo, O PRIMO BASÍLIO – O MUSICAL começa no segundo semestre de 2012 mais um ciclo de apresentações, em que comemorará 100 espetáculos apresentados. Nesse período, a peça passará por São Bernardo, Guarulhos e fechará a turnê no Rio de Janeiro. 

O musical é uma adaptação do romance O Primo Basílio considerado uma das maiores obras literárias de língua portuguesa, que já foi minissérie da TV Globo em 1988 e filme em 2007, e ganhou adaptação inédita para os palcos, pelas mãos da escritora carioca Francisca Braga. 

A obra escrita no ano de 1878 pelo autor português Eça de Queiróz, analisa a sociedade burguesa lisboeta, mostrando tramas de adultério, falsidade, jogo de interesse e as ilusões românticas das mulheres da época. Nessa versão de Braga, a história da traição de Luiza (Ligia Paula Machado), com seu primo Basílio (Luiz Araújo) durante a viagem de seu marido Jorge (Frederico Silveira) e as chantagens de Juliana (Isadora Ferrite) por ter descoberto o fato se passam no Rio de Janeiro, entre 1959 e 1961. 

O musical tem em seu elenco onze atores, seis músicos, cantores e bailarinos. Músicas em ritmo de Bossa Nova dão o tom do musical, que ainda conta com canções de MPB, valsa, samba de breque e tango. Entre os destaques estão Desafinado, Copacabana, Luiza, Samba de uma Nota Só, Chega de Saudade entre outras. Os instrumentos utilizados pelos músicos vão do piano de cauda, violões, violino e flauta transversal passando pelo sax percussão. A direção musical é do maestro Dyonísio Moreno e a direção geral de Dan Rosseto.

LIGIA PAULA MACHADO - Atriz e produtora, atuou nas peças ALICE (2001) e MAMBEMBE (2002), com direção de Rogério Mathias, AVOAR (2006) dirigida por Vladmir Capella e A FLAUTA MÁGICA (2007/08) dirigida por Roberto Lage. A partir de 2007 começou a produzir e atuar em seus espetáculos.  O primeiro foi A NOITE DOS ASSASSINOS dirigido por Fabio Cadôr. Em 2008 foi a vez de QUANDO AS MÁQUINAS PARAM de Plínio Marcos com direção de Dan Rosseto, e ENTRE QUATRO PAREDES de Jean Paul Sartre, dirigido por Sônia Fonseca. Nos anos de 2009 e 2010 ficou em cartaz com O PRIMO BASÍLIO – O MUSICAL. Em 2011 faz excursão por diversas cidades com a peça EU SEI QUE VOU TE AMAR de Arnaldo Jabor e dirigida por Ewerton de Castro que em 2012 ficou três meses em cartaz na cidade de São Paulo. Ainda em 2012, Ligia estreou o monólogo VALSA Nº 6 de Nelson Rodrigues, dirigido por Dan Rosseto que ficou em cartaz por 04 meses na CASA DAS ROSAS.

LUIZ ARAUJO – Formado pela Escola de Artes Dramáticas da USP, já atuou em mais de 15 peças de teatro com destaque para HECUBA de Eurípedes, dirigido por Gabriel Villela, ZORRO, O MUSICAL com direção de Roberto Lage, TIETA DO AGRESTE, O MUSICAL de Jorge Amado, com direção de Christina Trevisan, TOM E VINICIUS, O MUSICAL de Daniela Pereira de Carvalho, dirigido por Daniel Herz e GAROTA GLAMOUR com texto e direção de Wolf Maya. Foi indicado ao PREMIO QUALIDADE BRASIL na categoria Melhor Ator de Musicais, por TIETA DO AGRESTE, O MUSICAL. Na TV atuou na minissérie DALVA & HERIVELTO de Maria Adelaide Amaral. No cinema participou dos filmes JOVENS TARDES, CAMA DE GATO, CODA, NÃO VAI SE FÁCIL e DESATINO.

FRED SILVEIRA – Natural de Brasília e morando São Paulo há mais de 10 anos atuou em algum dos principais musicais da cidade como LES MISÉRABLES, GODSPELL, O FANTASMA DA ÓPERA, MY FAIR LADY, WEST SIDE STORY, AVENIDA Q, MEU AMIGO CHALIE BROWN E EVITA. Foi indicado ao Prêmio Qualidade Brasil de melhor ator de musicais por WEST SIDE STORY e ao prêmio FEMSA Coca-Cola de melhor ator coadjuvante por MEU AMIGO CHALIE BROWN. Ganhou o Prêmio Protocolado de melhor ator de musicais por EVITA e o Prêmio Qualidade Brasil por GODSPELL.

DAN ROSSETO - Graduado em Comunicação Social, Cinema e Pós Graduado em Crítica de Arte. Como diretor esteve a frente dos espetáculos VALSA Nº 6 (2012) de Nelson Rodrigues, ELES NÃO USAM BLACK TIE (2011) de Gianfrancesco Guarnieri, DIGA QUE VOCÊ JÁ ME ESQUECEU (2010), inspirado no universo de Nelson Rodrigues, QUANDO AS MÁQUINAS PARAM (2008) de Plínio Marcos, MALDITO CORAÇÃO (2008) de Vera Karam, O COLECIONADOR (2007) de Mark Healy, DOIS IRMÃOS (2006) de Fausto Paravidino entre outros. É fundador da Cia. Eventual de Teatro e esteve em países como México e Chilecom a peça MARCAS DE UM CREPÚSCULO (2005), ANTES QUE SEJA TARDE (2008) e COMO DIZEMOS, ADEUS (2009). Como ator, esteve nas montagens de IMPERADOR E GALILEU (2008) de Henrik Ibsen, O BEIJO NO ASFALTO (2007) de Nelson Rodrigues, CANÃA – A TERRA PROMETIDA (2005) de Jarbas Capusso Filho, MÃO NA LUVA (2001) de Oduvaldo Viana Filho, PONTO DE PARTIDA (1999) de Gianfrancesco Guarnieri, MADAME BLAVATSKY (1997) de Plínio Marcos entre outros.


FICHA TÉCNICA:

AUTOR: Eça de Queiróz
ADAPTAÇÃO: Francisca Braga
DIREÇÃO: Dan Rosseto
DIREÇÃO MUSICAL: Dyonisio Moreno
SUPERVISÃO GERAL: Francisca Braga
ELENCO: BASILIO Luiz Araújo, LUISA Ligia Paula Machado, JORGE Frederico Silveira, JULIANA Isadora Ferrite,LEOPOLDINA Débora Oliveira, JOANA Aline Meneguethi, SEBASTIAO Gustavo Penna, ERNESTINHO Jonatan Motta, DR. ACÁCIO/CASTRO Dan Rosseto, EMILINHA Biah Carfig
MÚSICOS Daniel Farina Moreno (violão), João Paulo Pardal (violão), Otávio Colella (violino), Thais Ribeiro (piano),Renan Cacossi (flauta transversal), Jonatan Motta (violino)
COREOGRAFIAS: Ivan Silva
PREPARAÇÃO VOCAL: Paula Capovilla
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Bianca Natalye 
FIGURINOS: Taeko Tamai
CONSULTORIA DE FIGURINO: Karen Albuquerque
CENOGRAFIA: Fábio Blanes
VISAGISTA: Eduardo Hyde
ASSESSORIA DE IMPRENSA: Fabio Camara
PRODUÇÃO: Ligia Paula Machado
REALIZAÇÃO: MP PRODUÇÕES
PATROCÍNIO: Riachuelo

SERVIÇO:

21, 22 e 23/09: SÃO BERNARDO DO CAMPO - Teatro Ábaco - Av. João Firmino, 1.099, bairro Assunção ( sexta e sábado 16h e 20h30 e domingo 19h) - 450 lugares.
27 e 28/09: São Bernardo - Teatro Lauro Gomes – Rua Helena Jacquey 171 – Rudge Ramos (quinta e sexta 20h) – 526 lugares
DURAÇÃO: 165 min
RECOMENDAÇÃO: 14 anos
INGRESSOS: R$ 80,00 (dinheiro ou cheque)

SESC SP apresenta novo espetáculo da Sutil Companhia


O Livro de Itens do Paciente Estevão estreia no dia 7 de setembro, no SESC Belenzinho, com direção de Felipe Hirsch.

“A má notícia era: Eu estava morrendo. Eu estava morrendo de algo absolutamente, fantasticamente novo. Eu mereço isso? Claro, há méritos. Talvez apenas por ter nascido. Talvez apenas por querer ser. Essa mania de querer ser. Por que não ‘não ser’? Essa é a pergunta que me faço, já faz algum tempo”.

O SESC Belenzinho apresenta o novo espetáculo da Sutil Companhia de Teatro, O Livro dos Itens do Paciente Estevão, que estreia no dia 7 de setembro, sexta-feira, com direção deFelipe Hirsch, às 17 horas. No elenco, Guilherme Weber (co-fundador da Sutil), Leonardo Medeiros (antigo colaborador da companhia), Danilo Grangheia, Georgette Fadel, Isabel Teixeira, Márcio Vito, Maureen Miranda e Pedro Inoue.

O Livro de Itens do Paciente Estevão é uma tragédia de humor negro sobre a condição inevitável e prescrita da mortalidade humana e nossos esforços desesperados para esquecê-la. O espetáculo foi concebido a partir dos estudos de Estou Te Escrevendo de Um País Distante, da Sutil Companhia, espetáculo que, em 2012, completa 15 anos e que foi tese de doutorado da Professora Célia Arns de Miranda na Universidade de São Paulo.

Estevão é o nome do primeiro mártir do Cristianismo morto por apedrejamento. Mas, por acaso, não é o nome do anti-herói judeu desse novo espetáculo, criado pela Sutil e Sam Lipsyte, parceiro de Felipe Hirsch, Daniela Thomas e Will Eno no filmeInsolação.

Estevão é como ele passou a ser conhecido depois de ser apresentado por seus sombrios médicos, para a mídia global, como um paciente terminal, com uma doença absolutamente original. Ele teve sua vida transformada no redemoinho de especulações que o apontaram como um possível portador de uma forma mortal de tédio.

Rumo à extinção, Estevão é mais uma personagem no diorama da selvagem história da vida sobre a terra. Em sua jornada épica, ele busca uma cura. Estevão não quer morrer. Ex-marido, mau pai, empregado dos tentáculos corporativos, Estevão, um dia, irá morrer, só não sabemos quando, nem como.

Diante dessa eventualidade, ele embarca nesse tour de force, uma odisséia onde revê o fracasso de seu casamento, a vida e morte de seu melhor amigo, sua filha internada numa escola para crianças sem afeto, seu vazio existencial e ainda, pelo caminho, encontra uma esperança fugaz no Centro de Recuperação de Almas, comunidade fundada por um perverso terapeuta chamado Adolfo Henrique, que propaga sua doutrina baseada em processos experimentais que envolvem tortura e falsos renascimentos.

De lá, ele por fim viaja pelo deserto até os estúdios de "Os Domínios", um sucesso multimídia, ponta de um iceberg de investidores interessados em explorar as fronteiras entre a realidade e a ficção.

Toda Via Crucis dessa personagem será acompanhada pelo público e leitores dos nove cadernos de itens escritos pelo paciente, em um espetáculo dividido em duas partes: ‘Os Princípios’ e ‘Os Domínios’.

Espetáculo: O Livro de Itens do Paciente Estevão
Nove cadernos divididos em duas partes:
Os Princípios e Os Domínios

Direção geral: Felipe Hirsch
Cenografia: Daniela Thomas e Felipe Hirsch
Iluminação: Beto Bruel
Figurinos: Cassio Brasil
Trilha sonora: Felipe Hirsch
Concepção visual das personagens e design gráfico: Rafael Grampá
Direção de Produção: Luque Daltrozo

Elenco (ordem alfabética): Danilo Grangheia, Georgette Faddel, Guilherme Weber, Isabel Teixeira, Leonardo Medeiros, Márcio Vito, Maureen Miranda e Pedro Inoue

Participação: Raphael Rocha

Estreia: dia 7 de setembro. Sexta, às 17 horas
Temporada: de 7 de setembro a 21 de outubro
Sextas e sábados (às 18 horas) e domingos e feriados (às 17 horas)
Não haverá espetáculo no dia 7/10: eleições.
Dia 12/10, o espetáculo será às 17 horas.
Teatro (392 lugares). Ingressos: R$ 24,00 (inteira), R$ 12,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Gênero: Tragédia. Duração: 280 min (c/ 20 min. de intervalo). Classificação etária: 18 anos.

SESC Belenzinho - www.sescsp.org.br/belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho/SP - Tel: (11) 2076-9700
Estacionamento: R$ 6,00 (não matriculado); R$ 3,00 (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo / usuário)


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