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quarta-feira, 28 de março de 2012

Gravidade Zero traz Rodrigo Matheus na 5ª peça do Circo Mínimo Mostra Repertório

Texto de Mário Bortolotto, direção de Elias

Andreato, Gravidade Zero traz Rodrigo Matheus

na 5ª peça do Circo Mínimo Mostra Repertório

 

"(...) O texto foi um presente de Mário Bortolotto. E que presente! (...) O argumento é perfeito para que Matheus possa atuar, durante uma hora, em uma estrutura metálica sustentada por cordas. Ele dá um show de interpretação e equilíbrio. É de tirar o folego." - Mônica Santos, Revista Veja, São Paulo

Depois de QuixoteDeadly, o infantil João e o Pé de Feijão e Prometeu, mais um espetáculo da Cia Circo Mínimo volta em cartaz para comemorar os 24 anos de estrada do grupo, quepesquisa técnicas circenses aliadas ao teatro

Suspenso no ar, o ator Rodrigo Matheus interpreta o texto, presente do dramaturgo Mário Bortolotto, no espetáculo teatral Gravidade, que integra o projeto Circo Mínimo Mostra Repertório. A direção é de Elias Andreato. A reestreia é dia 6 de abril no Teatro União Cultural, para temporada até 29 de maio.

O monólogo usa o espaço aéreo, em um cenário que sugere um canteiro de obras. Pendurado em uma estrutura metálica que lhe serve de apoio, o  personagem insiste em não pôr os pés no chão.

O autor explora a característica principal do trabalho do ator, a ocupação do espaço aéreo, como metáfora para a exclusão, no caso uma personagem que não se conforma com a sociedade dita normal.

Inspirado pelas técnicas aéreas utilizadas pela Cia Circo Mínimo, Mário Bortolotto criou um texto irônico, atual, ácido, que questiona o que é considerado aceitável em uma sociedade carente de ideologias coletivas. Assim, sem por os pés no chão, no melhor estilo do autor, essa personagem fala sobre aspectos da vida, discorre sobre o que é a vida contemporânea, fazendo desta forma a ligação entre o individual e o coletivo, até tomar uma decisão da qual não há volta.

A encenação se propõe a aprofundar o trabalho de interpretação, fundado em um texto sólido, explorando as possibilidades do teatro físico e circense característico do Circo Mínimo. O resultado da direção de Elias Andreato, um ator que tem se preocupado fundamentalmente com o trabalho do ator, além de ser um especialista em monólogos, é um poema visual, simples, de forte carga dramática e interpretativa.

Criada por Rodrigo Matheus em 1988, a companhia Circo Mínimo comemora 24 anos com a Mostra de Repertório, que vem apresentando cinco de seus espetáculos. O primeiro deles foiPrometeu, dirigido por Cristiane Paoli Quito e interpretado por Ricardo Rodrigues, em fevereiro. Depois vieram Quixote, Deadly, João e o Pé de Feijão. A Mostra de Repertório em São Paulo conta com o apoio do ProAC ICMS e com o patrocínio da Rigesa,  WCA, Globalpack e GKN.

Sobre o Circo Mínimo
A companhia Circo Mínimo se destaca pela pesquisa das técnicas circenses aliadas ao teatro. Rodrigo Matheus, que está à frente do grupo desde sua fundação, em 1988, é formado em Artes Circenses pelo Circo Escola Picadeiro de São Paulo e Fool Time Circus Arts da Inglaterra. Na Europa, o artista trabalhou com as companhias Ra Ra Zoo, Circus Moon, Fool Time, Les Oiseaux Fous e Cirque Fratellini, todas circenses, de tendências tradicionais e contemporâneas.

A ideia de mesclar as linguagens de teatro e circo surgiu em 1987, quando Rodrigo Matheus visitou a Europa pela primeira vez. “Lá eu tive contato com essa mistura de universos e decidi que era isso que eu queria fazer. Estudei comédia dell’arte, corpo, dança, circo e criação de cena. O teatro físico ligado à arte circense é a base da minha formação. Tive a oportunidade de ter aulas com o Philippe Gaulier, David Glass e também lecionei no Circus Space, principal Centro do Circo Contemporâneo na Inglaterra”, conta o artista.

Então, em 1988, foi criado o espetáculo Circo Mínimoem parceria com Alexandre Roit e Camila Bolaffi, que deu nome à companhia. Na ocasião, a peça foi indicada para o prêmio MAMBEMBE na categoria revelação, pela pesquisa de linguagem. A partir daí, iniciou sua investigação sobre a ligação entre o circo e o teatro na sua própria companhia.

Mais tarde, em 1993, com direção de Cristiane Paoli Quito, sua parceira desde os tempos de teatro amador, a companhia Circo Mínimo montou Prometeu, que foi considerado o melhor espetáculo de rua, tanto pelo público quanto pela crítica, no Festival de Curitiba, em 1996 – Melhor Espetáculo de Rua - Prêmio do Público e Melhor Espetáculo de Rua Prêmio da Crítica. 

Em 1997, o Circo Mínimo produziu o espetáculo Deadly, dirigido por Sandro Borelli, criação de Rodrigo Matheus em parceria com a neozelandesa Deborah Pope, da época em que morava na Europa. “Apresentávamos um número de 10 minutos de duração. Viajamos por toda a Grã-Bretanha, nos apresentamos até em um Festival de Rua da Nova Zelândia. Era um sucesso, todo mundo chamava a gente para fazer este número. Foi quando pensamos que o tema – um casal que se conhece, apaixona e briga em apenas 10 minutos – podia virar uma peça com uma hora de duração.”

Então, a companhia trouxe Deadly para o Brasil, com direção de Sandro Borelli, e, na ocasião, assistência de direção de Carla Candiotto, com quem Rodrigo é casado até hoje. “Em um mês montamos o espetáculo de maior carreira internacional da companhia”, conta Rodrigo. O espetáculo estreou no Festival de Curitiba e também se apresentou no Festival de Edimburgo, na Espanha e em Munique, Alemanha. Em 1998, Deadly foi o vencedor do III Festival de Teatro Físico e Visual da Cultura Inglesa e em 1999, do Total Theatre Awards - People's Choice, melhor espetáculo de Teatro Físico, na opinião do público do Fringe Festival de Edimburgo, Escócia.

Em 2001, o Circo Mínimo estreou, no Festival da Cultura Inglesa – SP, o monólogo Gravidade Zero, de Mário Bortolotto (escrito especialmente para o ator), dirigido por Elias Andreato. Em 2003, ano em que completou 15 anos de existência, montou o seu primeiro espetáculo infantilJoão e o Pé de Feijão, dirigido pela premiada Carla Candiotto (que acaba de receber oPrêmio APCA 2011 por melhor direção das peças Histórias por TelefoneSem Concerto e A Volta ao Mundo em 80 Dias e também concorre à Melhor Direção por Histórias por Telefoneno FEMSA). E, em 2005, a companhia assumiu a produção do espetáculo Quixote, criação e direção de Alexandre Roit, que é apresentado nas ruas e une crítica social ao humor e arte circense.

Além de suas próprias produções, Rodrigo Matheus participou de vários espetáculos no cenário teatral paulistano, como Sonho de Uma Noite de Verão (realizado na piscina do Ibirapuera, em 1987), Drácula (protagonizado por Raul Cortez), Pentesiléias (com Bete Coelho e Giulia Gam) e A Cidade Muda, primeiro espetáculo do grupo de mesmo nome.

Mais uma vertente de trabalho, Rodrigo é professor de técnicas circenses aplicadas ao teatro e ministra oficinas no Brasil e no exterior. Ele é professor convidado do Circus Space, de Londres, Circus Oz, National Institute of Circus Arts – NICA – e Flying Fruit Flys da Austrália, além do Ballet da Cidade de São Paulo e da Escola Livre de Teatro de Santo André.

Uma de suas atividades atuais é a coordenação do CEFAC – Centro de Formação Profissional em Artes Circenses, fundado e dirigido por ele junto com Alex Marinho e também é um dos responsáveis pelas seleções de artistas para o Cirque du Soleil em São Paulo

Gravidade Zero - de 6 de abril a 29 de maio no Teatro União Cultural. De Mário Bortolotto .Direção de Elias Andreato. Com Rodrigo Matheus. Cenografia: Rodrigo Matheus. Figurino: Elias Andreato. Iluminação: Wagner Freire. Fotografia: Lenise Pinheiro. Trilha Sonora: Tunica. Temporada: sextas e sábados às 21h e domingos às 20h. Censura: 12 anos. Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia).



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quinta-feira, 22 de março de 2012

MPB21 no Café Paon


MPB21

22/03/2012 – QUINTA-FEIRA – 22H00 – PAON HALL

VALOR COUVERT ARTISTICO: R$ 30,00

ESTILO DE MUSICA: MPB


Palco de grandes nomes da música e, referência no segmento, o Café Paon, apresenta um novo projeto que reúne os jovens valores da Musica Popular Brasileira
Denominado MPB 21, a musica brasileira do século 21, o projeto ira reunir no palco do Café Paon alguns jovens e talentosos artistas da nova safra da musica brasileira.
Rodrigo Vellozo, Bárbara Marques, João Pinheiro, Fabio Cadore e
Andréa Costa Lima estréiam no dia 22 de março este novo projeto.
Estarão apresentando canções originais do seu repertorio e apresentações em conjunto. Uma noite da boa musica brasileira.

INFORMAÇOES PARA IMPRENSA SOBRE A CASA

NÃO TEMOS MEIA ENTRADA.

AMBIENTE: PAON HALL
CAPACIDADE: ATÉ 210 PAX
ENDEREÇO: Avenida Pavão 950 – Moema.

SERVIÇOS:
TELEFONE l 11. 5041-6738 / 5533-5100
Estacionamento l R$15,00 (Valet)
Cartões l Visa, Mastercard, Diners Club, Rede Shop, American Express.
Cheque| Não aceitam cheques.
Wireless l Sim
Acesso para Deficientes Físicos l Sim
Ar Condicionado l Sim
Área para fumantes l Lounge para fumantes

quarta-feira, 21 de março de 2012

Curso de Fotografia em São PAULO


Circo Mínimo apresenta o clássico infantil João e o Pé de Feijão



Grupo une circo e teatro na encenação do clássico infantil João e o Pé de Feijão na sequência da Mostra Repertório do Circo Mínimo. A montagem conta com os atores Ricardo Rodrigues e Rodrigo Matheus (criador do Circo Mínimo) e direção da premiada Carla Candiotto (Prêmio APCA 2011 na categoria de Melhor Direção pelas peças Histórias por Telefone, Sem Concerto e A Volta ao Mundo em 80 Dias)

Circo Mínimo segue com sua Mostra Repertório. Após apresentar Prometeu, Quixote e Deadly, o grupo retorna com seu primeiro trabalho, o infantil, João e o Pé de Feijão. O espetáculo reestreia dia 24 de março, sábado, às 16 horas no Teatro União Cultural. A montagem conta essa história clássica de uma maneira peculiar, ao utilizar técnicas circenses. No palco Ricardo Rodrigues e Rodrigo Matheus se desdobram nos papeis, com direção de Carla Candiotto (premiada pela APCA 2011 na categoria de Melhor Direção pelas peçasHistórias por TelefoneSem Concerto e A Volta ao Mundo em 80 Dias).

Na trama, João é um menino pobre e avoado que troca o único bem da família, a vaca já velha Mimosa, por alguns feijões mágicos. Os feijões brotam e nasce um enorme pé de feijão, que chega até o céu. João sobe nele e descobre o castelo do Gigante, a galinha dos ovos de ouro e a harpa, analogias para a maturação da criança, que descobre o valor do trabalho, a independência e a arte.

A história sobre a busca da maturidade, sobre a capacidade criativa da criança, em uma das fábulas infantis mais populares do mundo, é contada por meio de técnicas de teatro físico, em que o circo está a serviço do espetáculo. Apenas dois atores se revezam para interpretar os diversos personagens da história.

O espaço cênico é limpo, ocupado por elementos mínimos manipulados pelos próprios atores, como cordas penduradas e estruturas leves. Os atores utilizam não só o palco, como também o espaço aéreo, evidenciando a magia proposta pelas linguagens utilizadas.

A diretora Carla Candiotto, que também assina a adaptação do conto, ao lado de Rodrigo Matheus, tem se destacado por seu trabalho no grupo Le Plat du Jour  (seus espetáculos receberam todos os prêmios possíveis, em seus mais de 10 anos de existência) e também por suas direções no Teatro Escola Célia Helena, onde leciona. O espetáculo traz a presença marcante de sua direção, na forma de um humor sutil e inteligente, e de marcações ágeis e precisas. Características marcantes que renderam elogios pela crítica especializada.

Vale a pena conferir.” Dib Carneiro Neto, Caderno 2, Jornal O Estado de São Paulo.
Encanta o público do início ao fim do espetáculo”. Mônica Rodrigues Costa, Guia da Folha de S.Paulo.


Para roteiro:

João e o Pé de Feijão – de 24 de março a 27 de maio no Teatro União Cultural. Direção de Carla Candiotto. Com Fernando Paz e Rodrigo Matheus. Texto: Carla Candiotto e Rodrigo Matheus. Contra-Regra e manipulação: Luís Ângelo Pizzonia. Coreografia: Chris Belluomini. Cenografia e Figurinos: Kléber Montanheiro. Trilha Sonora: Túnica. Iluminação: Douglas Valiense. Fotografia: Luiz Doroneto e Paulo Barbuto. Temporada: Sábados e domingos às 16h. Censura: livre. Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia)

TEATRO UNIÃO CULTURAL – Rua Mario Amaral, 209. Telefone 2148 2900 / 2148 2904. Horário de funcionamento da bilheteria: Segunda e terça, das 9h às 17 horas. Quarta a domingo, das 13h às 21h30. Aceita os cartões de crédito e débito: Visa, Máster, American Express e Diners. Possui acesso para deficientes e ar condicionado. Estacionamento conveniado na Rua Teixeira da Silva, 560 a R$10,00.

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Semana de ritmos musicais na Fnac Pinheiros


Mariane Mattoso
Ana Brasil e Ronaldo Perez


Mariane Mattoso se apresenta na FNAC Pinheiros nesta quarta feira (21)

    Com voz doce e concepção musical de qualidade, a cantora Mariane Mattoso da moderna MPB lança o álbum “Sinestria” no auditório da FNAC Pinheiros.
“São músicas que tentam exprimir em som o que dizem as palavras. E são poemas que tentam cantar o que expressam os sons”, conta a cantora.
O pocket show acontece no dia 21 de março a partir das 19 horas. A entrada é gratuita e para todas as idades.

Serviço: Pocket Show – Mariane Mattoso.

Local: FNAC Pinheiros.

Endereço: Praça dos Omaguás, 34 – Pinheiros – São Paulo, SP.

Horário: 19hr30min

Fone: 011 3579 2000.

Grátis. 


O melhor da Bossa Nova e do Samba carioca com Ana Brasil e Ronaldo Perez na Fnac Pinheiros

       A voz suave de Ana Brasil, aliada aos arranjos musicais e ao violão ritmado de Ronaldo Perez faz com que o álbum Nosso Samba Bossa Nova leve o ouvinte a passear pelo calçadão de Copacabana, andar nas areias de Ipanema e toma uma água de coco no Leblon; não considerem abuso se dissermos que nada deixa a desejar, para os grandes sucessos da Bossa Nova.

Serviço: Pocket Show – Ana Brasil e Ronaldo Perez

Local: FNAC Pinheiros.

Dia: 22/03/2012 – Quinta Feira

Endereço: Praça dos Omaguás, 34 – Pinheiros – São Paulo, SP.

Horário: 19hr30min

Fone: 011 3579 2000.

Grátis. 

Mark Lambret / Show Rádio Swing Caixa Cuturals


Mark Lambert no show Rádio Swing
Caixa Cultural
Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro dias 23, 24 e 25 de março
Sexta e Sabado às 20 hs
domingo às 19 hs
Informações 41 21185111
www.caixa.gov.br/caixacultural