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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Reestreia - "Nara"


Musical Nara volta em curta temporada para comemorar 70 anos de Nara Leão

Montagem vencedora do Prêmio Contigo de Melhor Musical Nacional e indicada
aos prêmios Shell e APCA faz uma delicada reverência à musa da bossa nova.

Depois de temporadas de sucesso em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, além de apresentações em Teresina e cidades do interior paulista, o musical brasileiro Nara – estrelado por Fernanda Couto – volta ao cartaz no Teatro Jaraguá, em São Paulo.

O espetáculo reestreia dia 25 de fevereiro, sábado, às 21 horas, para comemorar os 70 anos do nascimento da Nara Leão (19-01-1942 – 07-06-1989) e também os dois anos de história da montagem, que segue até 18 de março. O enredo de Nara percorre a trajetória da musa da bossa nova, reverenciando-a por meio de uma seleção musical que ilustra mais de 25 anos de carreira.

A direção é de Márcio Araújo que assina também a dramaturgia, ao lado de Fernanda Couto, e Pedro Paulo Bogossian é ROesponsável pela premiada direção musical. A ficha técnica traz ainda o talento de Valdy Lopes na cenografia, André Boll na iluminação e Cássio Brasil no figurino. No palco, além da protagonista Fernanda, estão em cena Rodrigo Sanches, William Guedes e Guilherme Terra.

Nara é um espetáculo delicado e elegante como a bossa nova. Canta a trajetória musical de Nara Leão e desvenda suas várias facetas de mulher, seu envolvimento político e suas posições artísticas. Nara descobriu e ajudou artistas como Chico Buarque, Maria Betânia, Fagner e tantos outros. Ela foi a musa da bossa nova, mas também flertou com o Tropicalismo, gravou sambas do morro, Roberto & Erasmo e até versões de clássicos americanos.

O diretor Márcio Araújo explica que “Nara é um musical de câmara, genuinamente brasileiro que não busca referências na Broadway e, sim, encontra nosso próprio caminho; mostra a relevância de uma música que nasceu aqui e ganhou o mundo: a bossa nova”.

A atriz Fernanda Couto foge da caricatura de Nara Leão e constrói a sua Nara pela essência, calcada em uma pesquisa que durou mais de quatro anos. “Identifico-me com seu canto, com sua postura em relação à arte e à vida. Apesar das diferenças físicas, há um sentido na música de Nara que me deixa muito próxima dela”. Revela Fernanda que, acompanhada por três músicos-cantores-atores, representa os principais acontecimentos da vida da cantora como a peça Opinião, o período do regime militar no Brasil e o auto-exílio, até ganhar o mundo com a sua força, talento e doçura.

Segundo o diretor, “Nara é uma respeitosa homenagem a esta artista da maior importância para a música brasileira e que tanto ensinou com suas posturas perante o sucesso, os amigos e a luta pela vida”. A montagem é dividida em momentos que sintetizam e pontuam as fases mais representativas da trajetória musical de Nara Leão. Textos sobre ela e depoimentos que concedeu à imprensa costuram, de forma sutil e delicada, o caminho que ela percorreu na história da música popular brasileira. O foco da montagem está na sua vida profissional e nas canções que interpretou: escolhas certeiras que refletiram na história da nossa música.

O enredo de Nara relembra cerca de 20 canções inesquecíveis, imortalizadas pela musa, entre elas: Diz Que Fui Por Aí (Zé Kéti e H. Rocha), Opinião (Zé Kéti), Se É Tarde Me Perdoa (R. Bôscoli e C. Lyra), Insensatez (Jobim & Vinícius), A Banda (C. Buarque), Com Açúcar, Com Afeto (C. Buarque), João e Maria (C. Buarque e Sivuca), As Curvas da Estrada de Santos (Roberto & Erasmo), Manhã de Carnaval (Luis Bonfá e Antonio Maria) e outras.

Fernanda Couto conta que, em 2007, iniciou uma pesquisa de repertório de músicas da MPB sem grandes pretensões. A figura de Nara apareceu nesse processo e, depois de ler e pesquisar, encantou-se e redescobriu Nara Leão: tanto a artista como a personalidade brasileira. “Não queria nada muito didático”, diz a atriz. Ela elaborou um roteiro e convidou Márcio Araújo para dirigir e ajudá-la na dramaturgia. Fernanda finaliza dizendo: “Pedro Paulo, com toda sua sensibilidade e experiência, conduziu-nos com maestria por esse universo musical, acrescentando muita bossa ao espetáculo".  

Nara foi contemplado o Prêmio Contigo de Melhor Musical Nacional e obteve quatro outras indicações: Prêmio Shell (Melhor Música), Prêmio APCA (Melhor Atriz e Direção Musical) e Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro (Projeto Sonoro). Esta temporada foi viabilizada pela Lei Rouanet – PRONAC (Programa Nacional de Apoio à Cultura).

Espetáculo: Nara
Texto:  Fernanda Couto e Márcio Araújo
Direção: Márcio Araújo
Direção musical Pedro Paulo Bogossian
Elenco: Fernanda Couto, Rodrigo Sanches, William Guedes e Guilherme Terra
Cenografia: Valdy Lopes
Design sonoro: Luciano Monson
Iluminação: André Boll
Figurino: Cássio Brasil
Direção de produção: Mamberti Produções
Produção executiva: Daniel Palmeira
Temporada: 25/02 a 18/03 - sábado (21 horas) e domingo (19 horas)
Local: Teatro Jaraguá
Rua Martins Fontes, 71 - Bela Vista – SP – Telefone: (11) 3255-4380
Ingressos: R$ R$ 40,00 (meia: R$ 20,00) – Bilheteria: 3ª a 6ª (14h-19h), sáb. (14h-21h) e dom. (14h-19h). Aceita todos os cartões - Gênero: Musical – Duração: 60 min – Classificação etária: 8 anos – Capacidade: 271 lugares - Antecipados: www.ingressorapido.com.br (4003-1212)
Acesso universal. Ar condicionado – Estacionamento c/ manobrista: R$ 18,00.

Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Estreia de "Esconderijo"


Peça de Leo Chacra, estreia dia 10/2 com Lívia Prestes, Aline Abovsky e Renato Bisoni









Com texto e direção do jovem dramaturgo Leo Chacra o espetáculo inédito Esconderijo estreia dia 10 de fevereiro, sexta-feira, no Teatro Augusta, às 21h30.  A peça, que tem no elenco Lívia Prestes, Aline Abovsky e Renato Bisoni, transita pelas paixões e relações amorosas: são três histórias de amor marcadas por desencontros e afetos perdidos.

No enredo, que se passa na época do regime militar no Brasil,  Juliana (uma ativista política), após uma traição que derrubou seu “aparelho”, busca refúgio na casa de Marina, ex-mulher de seu namorado. Confinada no mesmo espaço com a rival, a protagonista vive um clima de suspense e mistério. Esta relação forçada traz à tona o passado de ambas. Segredos e desejos, assim como antigas disputas, vão se revelando. A convivência com Marina muda o rumo das desconfianças de Juliana sobre a traição. O traidor seria Fred, jornalista com quem ela teve um romance? E quem seria Fred, este homem que luta pelo amor de Juliana até as últimas consequências?

Ficha técnica
Espetáculo: Esconderijo
Texto e direção: Leo Chacra
Elenco: Aline Abovsky (Marina), Lívia Prestes (Juliana) e Renato Bisoni (Fred)
Cenário: Leo Chacra
Iluminação: Fábio Ferretti
Figurino: o grupo
Programação visual: Suzy Suzuki
Fotos: Fábio Ghrun
Serviço:
Estreia: 10 de fevereiro – sexta-feira – às 21h30 - Até 25/03
Local: Teatro Augusta (Sala Experimental) - www.teatroaugusta.com.br
Rua Augusta, 943 – Cerqueira César/SP - Tel: (11) 3151- 4141
Horários: sexta (21h30), sábado (21 horas) e domingo (19 horas)
Ingressos: R$ 30,00 – Gênero: Drama - Duração: 75 min – Classificação etária: 12 anos
Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com.br (tel 4003-1212). Estacionamento conveniado no local

Assessoria de imprensa: VERBENA COMUNICAÇÃO
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 - verbena@verbena.com.br

Sinalizar esta mensagem Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil encerra temporada no dia 12 de fevereiro no Teatro Anhembi Morumbi


Cariocas da Cia Limite 151 encerram temporadado musical sobre Vicente Celestino
 
Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil encerra temporada no dia 12 de fevereiro no Teatro Anhembi Morumbi. A trama conta a saga do primeiro ícone da música popular brasileira, além de utilizar uma história de amor como pano de fundo do espetáculo.  O ator Ricca Barros interpreta o protagonista na trama, uma junção entre dramaturgia e canções célebres. A direção é de Jacqueline Laurence que trabalha mais uma vez com os cariocas da Cia Limite 151.
 
“Vicente Celestino tinha uma voz imponente, característica necessária para gravar os discos que eram prensados a cera. Ele era um fenômeno, marcou gerações e as pessoas o lembram com respeito e reverência”, conta Ricca Barros.








VICENTE CELESTINO - A VOZ ORGULHO – Estreia dia 13 de janeiro, sexta, às 21 horas no Teatro Anhembi Morumbi.Ensaios Abertos: Dia 7/01 às 21hs e Dia 8/01 às 19hs (Preço R$ 5) Texto: Wagner Campos Direção: Jacqueline LaurenceElenco: Ricca Barros, Gláucia Rodrigues, Lucci  Ferreira, Camila Caputti, Edmundo Lippi, Jacqueline Brandão, Bruno Ganem, André Rebustini e mais cinco músicos. Cenários: José Dias Direção musical:Wagner Campos Figurinos: Ney Madeira Luz: Rogério Wiltgen.


TEATRO ANHEMBI MORUMBI - R. Dr. Almeida Lima 1.134, Brás – São Paulo/SP Telefone: 2872-1457 de 13 janeiro a 12 de fevereiro. Sextas e Sábados às 21h e domingos às 19hs. Ingressos: R$ 20,00 e meia R$ 10,00.  Lotação: 756 lugares.Duração: 90 minutos.