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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Grupo Tapa reestreia Credores no Viga, com Chris Couto, Sergio Mastropasqua e José Roberto Jardim


Além de voltar aos palcos com 12 Homens e Uma Sentença, o diretor Eduardo Tolentino de Araújo retorna a temporada teatral 2012 com a peça Credores dia 12 de janeiro, quinta-feira, às 21h30 no Viga Espaço Cênico. Essa é mais uma produção do Grupo Tapa, com texto do sueco August Strindberg (1849-1912). O elenco reúne os atores Sergio Mastropasqua, Chris Couto e José Roberto Jardim.
 
Na trama, a chegada de um desconhecido chamado Adolfo (José Roberto Jardim) em um hotel de veraneio abala o equilíbrio delicado da relação do casal Tekla (Chris Couto) e Gustavo (Sergio Mastropasqua). O encontro evidencia marcas do passo que nunca cicatrizaram. “Essa é uma peça que se aprofunda nos dilemas entre os personagens, que expõem seus conflitos, questão longe de se resolver nos tempos contemporâneos”, diz o diretor.
 
Essa é a segunda vez que o Grupo Tapa trabalha com as palavras de Strindberg. A primeira ocorreu em 2006 com Camaradagem, onde um casal de pintores vivia um casamento de conveniência que se desequilibrou por causa de uma disputa artística. Em Credores, existe um retorno à discussão sobre a guerra dos sexos com um tom mais aprofundado. Para Tolentino, “Camaradagem tinha um caráter mais sinfônico pela multiplicidade de temas. Já Credores é um texto mais concentrado, forte, uma espécie de cirurgia nessas relações”.

PARA ROTEIRO:
CREDORES – Reestreia dia 12 de janeiro, sexta, às 21h30 no Viga Espaço Cênico Texto: August Strindberg Direção e tradução: Eduardo Tolentino de Araújo Elenco: Chris Couto, Sergio Mastropasqua e José Roberto Jardim Cenários e figurinos:  Lola Tolentino Iluminação: Nelson Ferreira Produção: Grupo Tapa

VIGA ESPAÇO CÊNICO - Rua Capote Valente, 1.323 (Próximo ao metrô Sumaré) – São Paulo/SP Telefone: 3801-1843. De 12 de janeiro a 19 de fevereiro. Quintas, Sextas e Sábados às 21h30 e domingos às 20hs. Ingressos: R$ 40 e meia R$ 20. Lotação: 74 lugares. Classificação: 14 anos Duração: 60 minutos.


ARTEPLURAL – Assessoria do espetáculoFernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9948-5355
Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Douglas Picchetti – (11) 9814-6911
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
Facebook – Arteplural

A Serpente, de Nelson Rodriugues, reestreia dia 13 de janeiro em montagem do Grupo Gattu


O Grupo Gattu leva sua encenação de A Serpente para teatro em região mais central da cidade, depois de encerrar parceria com a Uniban, onde mantinha sua sede. Pesquisadores da obra rodrigueana, em 2010 o grupo foi o que mais encenou peças do dramaturgo. A Serpente reestreia dia 13 de janeiro, sexta, às 21h30, no Teatro Ruth Escobar. A direção é de Eloisa Vitz, que também está no elenco ao lado de Daniela Rocha Rosa, Elam Lima, Diogo Pasquim e Laura Vidotto.

Em tons de azul, violeta, roxo e rosa, a luz compõe a atmosfera da trama, cria ambientes distintos e marca a passagem de tempo. No som,  os artistas impressionistas Erik Satie, Gabriel Fauré e Claude Debussy. No palco, personagens sugados por uma torrente de desejos contracenam em meio a uma cama, uma escada, o para-peito e um gira-gira de parque de diversões. Assim, o Grupo Gattu dá vida a seu quarto espetáculo de Nelson Rodrigues.

A Serpente, última peça escrita por Nelson Rodrigues, em 1978, conta a história de duas irmãs, Lígia (Daniela Rocha Rosa) e Guida (Eloísa Vitz), que vivem no mesmo apartamento com seus respectivos maridos, Paulo (Elam Lima) e Décio (Diogo Pasquim). Cúmplices e muito íntimas, casaram-se no mesmo dia, na mesma igreja e com o mesmo padre. Uma relação de intimidade ingênua, misteriosa e perigosa. Completa a ação a personagem Crioula (Laura Vidotto), a emprega da casa, espécie de personificação dasexualidade - já que é com ela que Décio conhece o prazer. Como ele diz, “acrioula das ventas triunfais”.

A trama gira em torno de um triângulo amoroso formado pelas irmãs e o marido de Guida. Lígia é sexualmente infeliz. Ainda virgem depois de quase um ano de casada, desfaz seu relacionamento e pensa em morrer. Para ajudar a irmã, Guida sugere a Lígia passar uma noite com seu marido. A partir daí, estabelecem-se os conflitos. É delineado um triângulo amoroso capaz de alcançar todos os extremos.

O Gattu - que já encenou 11 peças e realizou 18 temporadas - costuma montar textos de autores nacionais, "obras de fundamental importância para a cultura nacional, como Jorge Andrade e Artur Azevedo". Trabalha com pesquisa de linguagem teatral, imprimindo uma leitura cênica dinâmica, estética marcante e humor inteligente.

Para roteiro:
A Serpente – Reetreia dia 13 de janeiro, sexta, às 21h30, na Sala Dina Sfat do Teatro Ruth Escobar. Texto – Nelson Rodrigues. Direção – Eloísa Vitz. Assistência de direção – Miriam Jardim. Elenco - Eloísa Vitz, Daniela Rocha Rosa, Elam Lima, Diogo Pasquim e Laura Vidotto. Até 1º de abril. Censura – 16 anos. Duração – 70 minutos. www.gattu.com.br.

Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat - Rua dos Ingleses, 209. Telefone - 3289-2358. Temporada – Sextas 21h30, sábados 21h e domingos 20h. Funcionamento da bilheteria – quinta-feira das 14h às 21h, sexta-feira das 14h às 21h30, sábado das 10h às 21h e domingo das 10h às 20 horas. Site de Vendas: www.ingresso.com.br
 

rês Homens Baixos reestreia no Jaraguá com Walter Breda e Carlo Briani no elenco


A comédia Três Homens Baixos, dirigida por Jonas Bloch, reestreia dia 13 de janeiro, sexta-feira, no Teatro Jaraguá. O elenco é formado por Orlando Vieira, Walter Breda (substituindo o ator Francisco Cuoco) e Carlo Briani (no papel antes interpretado por Anselmo Vasconcellos). As sessões continuam às sextas-feiras (21h30), sábados (21h) e domingos (19h).

A peça, de 
Rodrigo Murat, é uma comédia de costumes sobre as facetas do universo masculino, revelada a partir do ponto de vista dos personagens Ciro (professor universitário em caracterização hilária de Walter Breda), Samuca (banqueiro de jogo do bicho interpretado pelo ator Carlo Briani) e Titi (publicitário clichê vivido por Orlando Vieira).

Amigos de infância e estereótipos masculinos, eles se encontram periodicamente para colocar o papo em dia. Cada personagem vive seu próprio drama existencial. Um deles é casado, o outro é divorciado e também tem o infiel. Segredos guardados a sete chaves vêm à tona. Numa espécie de desabafo coletivo as máscaras caem: um é homossexual; o outro, impotente; o terceiro descobre que é o “corno” da história.

O diretor Jonas Bloch - foi um dos atores na primeira versão da peça, em 2001 - explica que procurou humanizar os personagens e dinamizar as cenas. “Explorei ao máximo o talento dos atores e fomos construindo essa nova versão em um clima divertido, ideal para se montar uma comédia. Demos muitas gargalhadas e criamos novas gags que a plateia, certamente, irá saborear, além de rir muito”. E completa: “participei como ator da primeira montagem desta peça e, 10 anos depois, mais maduro, creio que conseguimos um excelente aproveitamento do texto para divertir ainda mais o público”. 

Com a finalidade de divertir e fazer rir a plateia, por meio de inúmeros clichês do padrão masculino de comportamento, a peça coloca o espectador diante de um espelho de parque de diversão, que deforma a anatomia e a torna engraçada. Atores e diretor concordam que a função da comédia é fotografar a realidade com uma lente distorcida e esta é também a proposta de Três Homens

Ficha técnica

Espetáculo: Três Homens Baixos

Texto: Rodrigo Murat

Direção: Jonas Bloch
Elenco: Carlo Briani, Orlando Vieira e Walter Breda
Cenário: Renato Scripilliti
Figurino: Ellen Cristine
Iluminação: Berilo Nosella
Voz em off (professora): Georgia Gomyde
Apresentação em off: David Brasil
Trilha sonora: Delfim Moreira
Programação visual – Leandro de Maman
Operador de som e luz: Maurício Jr.
Contrarregra: Bruno Rocha
Camareiro: Diogo Silva
Costureiras: Helena Oliveira e Isaura Braga
Adereços: Huelita Rabelo
Pintura de cenário: Marta Felizatti
Vídeo: Cris Nigro
Figurino/bonecas: Edson Assnar
Fotos: Paula Kossatz e Ismael Neves
Produção executiva - Daniel Palmeira
Direção de produção: Orlando Vieira e Daniel Palmeira
Produção: Orlando Vieira
Apoio institucional: ProAC – Governo de São Paulo
Patrocínio: Schincariol, Cristália, Porto Seguro, Sonda e Fortlev
Serviço
Reestreia: 13 de janeiro – sexta-feira – às 21h30
Teatro Jaraguá
Rua Martins Fontes, 71 - Bela Vista/SP – Telefone: (11) 3255-4380
Temporada: sexta (21h30), sábado (21 horas) e domingo (19 horas) – Até 12/02
Ingressos: R$ 50,00 (sexta e domingo) e R$ 60,00 (sábado). Duração: 80 min.
Gênero: Comédia. Classificação etária: 16 anos. Capacidade: 271 lugares.
Bilheteria: 3ª a 5ª (14h-19h), 6ª (14h-21h30), sab. (14h-21h) e dom. (14h-19h). Aceita todos os cartões. Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com.br (tel: 4003-1212). Estacionamento c/ manobrista: R$ 18,00. Acesso universal. Ar condicionado.

Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA
Tel (11) 3079-4915 / 9373-0181- eliane@verbena.com.br