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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

bra-prima de Jacob Gorender ganha 5ª edição após 26 anos


ganha 5ª edição após 26 anos e tem lançamento no dia 01 de dezembro na USP

Relançada pela Editora Fundação Perseu Abramo, a polêmica tese “Escravismo colonial” reinterpreta o legado de Gilberto Freyre, renova o marxismo brasileiro e consolida-se como a mais notável contribuição contemporânea acerca deste período histórico.


Reconhecido como um dos registros mais notáveis da historiografia recente do Brasil, O escravismo colonial, de Jacob Gorender, ganha 5ª edição pela Editora Fundação Perseu Abramo (EFPA). Publicado anteriormente entre o final da década de 1970 e a primeira metade dos anos 1980, o livro – na época, considerado polêmico por contestar as teses defendidas por pensadores devotos de Gilberto Freyre – debate a concepção histórica sobre o modelo de escravismo implantado no país e propõe a inserção do fenômeno entre as possíveis considerações sobre a formação do modelo de socioeconomia brasileira. O lançamento ocorre no mês de novembro.

Passados 26 anos desde a sua última edição, “O escravismo colonial” afirma-se como a mais sólida análise contemporânea acerca da argumentação gilbertiana sobre o sistema escravocrata implantado no Brasil colonial e suas consequências que perpassam a ascensão do capitalismo, em meados do século XIX, até os dias de hoje.

Gorender reinterpreta os clássicos modelos derivados de Freyre e desconsidera a suposta existência de um regime feudal brasileiro, subsistente ou paralelo ao sistema escravista. Sua tese de escravismo colonial suscita outra via para o entendimento da formação econômica do país, ao admitir o fenômeno como o grande responsável pelo fortalecimento da unidade lusitana na América Latina, em contraponto à fragmentação observada no território hispânico.

O autor convida o leitor a refletir sobre a estrutura e o sistema de produção escravista vigente no Brasil e afirma que este foi um método novo, temporal e específico deste espaço geográfico, objetivado pela produção mercantil para atender principalmente a demanda europeia. Portanto, esta forma peculiar de regime é diferente dos moldes do escravismo clássico, feudalismo e, ainda, do capitalismo, colocando o país numa situação de exceção em relação às culturas ocidentais durante todo este período histórico.

Sendo Gorender marxista desde a adolescência, “O escravismo colonial” dá novo fôlego para o marxismo brasileiro, ao acrescentar novas categorias de análise nos mesmos modos de produção. A obra reforça o conceito de materialismo histórico, pois, incrementa variações à fórmula de Karl Marx e o torna mais aplicável como ferramenta de estudo de sistemas econômicos que destoem dos europeus.

O lançamento ocorre no dia 01 de dezembro, às 19h00,  na Escola de Comunicações e Artes da USP com a realização de um debate onde estarão presentes:
Alípio Freire – jornalista e escritor, integra o Conselho Editorial do Brasil de Fato e da Editora Expressão Popular.
Dennis de Oliveira – Professor da ECA/USP e do Programa de Pós Graduação em Direitos Humanos da USP, coordenador do Celacc (Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação)
Eunice Prudente – Professora da Faculdade de Direito e do Programa de Pós Graduação em Direitos Humanos da USP e  coordenadora do Neinb (Núcleo de Apoio à Pesquisa e Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro)
Flávio Jorge – diretor da Fundação Perseu Abramo e dirigente da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN)
Mario Maestri – professor titular do Programa de Pós- Graduação em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), dirige a coleção Malungo da UPF Editora, especializada em trabalhos sobre escravidão colonial.


Foto Gorender: Alexandre Machado
Jacob Gorender: intelectualidade excepcional

Nascido em Salvador, em 1923, Jacob Gorender é considerado hoje um dos mais importantes historiadores brasileiros. Filho de um judeu ucraniano socialista, frequentou a Faculdade de Direito de Salvador, onde militou na União de Estudantes da Bahia, durante o início de 1940.

Muito jovem, lutou na 2ª Guerra Mundial pela Força Expedicionária Brasileira. Foi membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB) – ao lado de personagens importantes, como Carlos Marighella – e trabalhou como jornalista nos principais veículos de esquerda daquele período. Em 1968, com o início dos anos de chumbo da ditadura militar, Gorender aproxima-se da militância armada e participa da fundação do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR).

Em janeiro de 1970, foi preso em São Paulo. Seguiram-se dois longos e traumatizantes anos de constantes torturas, mas também foi nesse período de Gorender teve forças para iniciar esta que atualmente é considerada a tese mais revolucionária sobre a formação socioeconômica brasileira, desde “Casa Grande & Senzala”. “O escravismo colonial” era publicado em 1978 pela editora Ática, com inesperado sucesso.

O preconceito contra seu autodidatismo intelectual o reservou à margem do campo acadêmico durante muitas décadas. Apenas em 1994, aos 71 anos, seu mérito foi reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e passou a atuar como professor visitante no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP).

Atualmente, com 88 anos, vive entre livros e publicações, numa simpática casa de vila do bairro da Pompeia, na zona oeste da cidade de São Paulo.

A Editora Fundação Perseu Abramo registra sua homenagem a Jacob Gorender e reconhece a importância deste grande pensador brasileiro, com o lançamento da 5ª edição revisada de “O escravismo colonial”, marcada para novembro de 2011.

Sobre a EFPA

Fundada em 1997, a Editora Fundação Perseu Abramo é um espaço para o desenvolvimento de atividades de reflexão político-ideológica, estudos e pesquisas, destacando a pluralidade de opiniões, sem dogmatismos e com autonomia. Com mais de 180 livros em catálogo, a editora conta com autores importantes como Antonio Candido, Celso Furtado, Aloysio Biondi, Michael Löwy, Marilena Chaui, Lélia Abramo, Milton Santos, Maria da Conceição Tavares, Francisco de Oliveira, Maria Rita Kehl e Leandro Konder, entre outros. Para mais informações, acesse www.efpa.com.br e siga a EFPA no twitter (@editora_perseu).


INFORMAÇÕES TÉCNICAS

O escravismo colonial, Jacob Gorender
Editora Fundação Perseu Abramo
ISBN 978-85-7643-082-7
650 p. - 5ª edição revisada – ano 2011   
R$ 65,00

LOCAL: Auditório Paulo Emílio às 19h00
Escola de Comunicações e Artes –
Sala da Congregação, 1o. andar  
Avenida Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 - Cidade Universitária
São Paulo (SP)


Erika Alexandra Balbino
Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo
Rua Porangaba, nº 149, Bosque da Saúde
04136-020 - São Paulo - SP
+55 11 3482-2510 | +55 11 3482-6908

MARGINALIA PROJECT EXPÕE INSTALAÇÃO INTERATIVA “LUGARALGUM”


MARGINALIA PROJECT EXPÕE INSTALAÇÃO INTERATIVA “LUGARALGUM”
Obra realizada em parceria com a artista Luisa Horta será exposta até dezembro

O espaço Marginalia+Lab sedia a vídeo-instalação interativa “lugaralgum | otherwhere”, do coletivo Marginalia Project em parceria com a artista Luisa Horta. A exposição fica em cartaz entre os dias 18 de novembro e 18 de dezembro, de quinta a domingo, de 15h às 21h. A entrada é gratuita.

“Lugaralgum” é uma instalação interativa que explora situações de velamento e descoberta de imagens. Através da manipulação de uma lanterna, os visitantes são convidados a explorar o interior de uma sala escura e, à medida que iluminam suas paredes, são reveladas imagens em movimento que retratam espaços nos quais intervenções efêmeras do corpo da artista exploram diferentes formas de construção e apreensão de paisagens naturais e projetadas.

Para André Mintz, membro do Marginalia Project e um dos coordenadores do Marginalia+Lab, a obra propõe uma experiência bastante peculiar ao público “Lugaralgum não traz a imagem explícita. Ela só se torna visível quando o visitante alimenta a instalação com a luz da lanterna”, explica o artista, que ainda antecipa: “Ao longo do período da exposição, serão realizados no laboratório momentos de encontro e conversa sobre aspectos da instalação, e dos trabalhos em realização no Marginalia+Lab e pelo Marginalia Project”.

Em atividade desde 2008, o coletivo Marginalia Project desenvolve pesquisa a respeito das diferentes formas de experiência do vídeo a partir de tecnologias digitais e programação. Desde 2009, ele mantém também o Marginalia+Lab, laboratório de arte e tecnologia que tem incentivado práticas de experimentação, intercâmbio e colaboração em áreas afins à interseção arte e tecnologia, sem se restringir a mídias ou abordagens em particular.

“Lugaralgum” é realizado pelo Marginalia Project e Ministério da Cultura – Governo Federal do Brasil. Tem patrocínio do Filme em Minas - Programa de Estímulo ao Audiovisual, Cemig - Companhia Energética de Minas Gerais e Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais. O evento é realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Sobre os artistas__________________________________________

Marginalia Project

Formado por Aline X, André Mintz e Pedro Veneroso, o coletivo Marginalia Project cria trabalhos que abordam a tecnologia de formas não convencionais, imbuindo sua utilização de perspectivas estéticas – geralmente críticas, sempre lúdicas. Em atividade desde 2008, o grupo expôs trabalhos em Belo Horizonte, São Paulo, Recife e Nanchang, China. Desde 2009, o Marginalia Project mantém em Belo Horizonte o Marginalia+Lab, laboratório de arte e tecnologia que já sediou o desenvolvimento de dezenas de projetos, em residências e workshops.

A instalação “lugaralgum” é um desdobramento do protótipo Marginalia 1.0 Beta, primeira experiência do grupo, vencedor do Festival Conexões Tecnológicas, do Instituto Sergio Motta, em 2008.

Luisa Horta

Luísa Horta é artista visual, graduanda em Artes Gráficas e Fotografia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atua nas artes circenses, na dança e no cinema. É colaboradora frequente de projetos cênicos e performáticos, alternando funções como diretora de arte e pesquisadora. Possui como fio condutor do seu trabalho as relações de tensão e construção do corpo mediado pela arquitetura, investigando a foto e o vídeo como performance e investindo no cruzamento de linguagens como integração das várias facetas de sua formação.

Recentemente fez a direção de arte da cena curta “Rosângelas”, direção de Júlia Branco – selecionada para o Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, participou da residência Ateliê Aberto #2, no espaço cultural Casa Tomada – SP, e das exposições coletivas “Bienal Zero” – Bienal Universitária da América Latina na Escola Guignard e “Corpo Coletivo” no Centro Cultural da UFMG.


Sobreo Marginalia+Lab____________________________________

O Marginalia+Lab foi criado em 2009, a partir da iniciativa do Marginalia Project, coletivo de arte e tecnologia de Belo Horizonte, em uma parceria do grupo com a 88 Produções, produtora artística e audiovisual que colabora com o Marginalia Project na gestão deste projeto. O Marginalia+Lab realiza workshops, exposições, publicações, encontros e reuniões, tendo já apoiado o desenvolvimento de diversos projetos de arte e tecnologia, com a realização de residências e eventos. 

Desde 2010, o Marginalia+Lab mantém, em Belo Horizonte, um espaço próprio para a realização de suas atividades. Situado no bairro Santa Efigênia, o laboratório tem uma área de aproximadamente 120 m², com a capacidade de abrigar atividades diversas de desenvolvimento de projetos, workshops, apresentações e reuniões.
                
Dentre as atividades realizadas pelo laboratório, destaca-se o evento internacional Interactivos? '10 BH - Baixa Tecnologia de Ponta, realizado em 2010, em parceria com o projeto Ocupar Espaços e com a colaboração do laboratório espanhol Medialab-Prado, que concebeu este modelo de evento, já realizado em cidades como Madri, Nova York, Cidade do México e Lima. Em uma mescla de workshop, seminário e residência, o evento promoveu o intercâmbio de conhecimentos entre artistas e colaboradores de diversas áreas e nacionalidades em torno do desenvolvimento de oito obras.

Em 2011, o laboratório já sediou três residências artísticas, local, nacional e internacional, realizou workshops em cidades do interior de Minas Gerais e recebe, no segundo semestre, ocupações de artistas locais convidados, que realizam no laboratório projetos autorais.

As atividades do laboratório são patrocinadas pela Vivo, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, integrando o programa cultural Vivo Lab.

SERVIÇO_________________________________________________
MARGINALIA PROJECT EXPÕE INSTALAÇÃO INTERATIVA“LUGARALGUM”
Período: 18 de novembro a 18 de dezembro de 2011
Horário: de quinta-feira a domingo, de 15h às 21h
Endereço: Av. Brasil, 75, conjunto 3 - Santa Efigênia - Belo Horizonte, MG
Classificação indicativa: LIVRE
ENTRADA GRATUITA

Lançamento do CD (Para Ruth) - Poemas de Ives Gandra musicados por Eduardo Santhana


Façam as inscrições gratuitas pelo site www.ciee.org.br/portal/eventos  para confirmar presença e imprimir seu  ingresso .
Após a apresentação, será oferecido um coquetel de confraternização e será entregue, graciosamente, um exemplar do CD.

Anselmo Vasconcelos - workshop "Humor e Comédia" em SP


Workshop com Anselmo Vasconcellos
aborda técnicas de humor e comédia

Aproveitando a temporada em São Paulo - onde está em cartaz com a comédia Três Homens Baixos - o ator e comediante Anselmo Vasconcelos ministra, em associação com a produtora DMC TV, um workshop inédito para atores, nos dias 10, 11 e 17 de dezembro, das 9h às 18 horas.

Restrito a apenas 15 participantes, o workshop Interpretação com Técnicas de Humor Para Teatro e Televisão promete elucidar alguns segredos e manhas que o ator deve ter para não só provocar o riso no espectador, como para manter o ritmo da interpretação e o sucesso da cena ou do espetáculo.

Além de participar de mais de 50 filmes, novelas e  minisséries,  Anselmo Vasconcellos é professor efetivo da Escola de Teatro Martins Penna no Rio de Janeiro, há 23 anos,  e autor, ao lado de Raquel Villela, de uma extensa pesquisa sobre a história da comédia por meio dos tempos. A pesquisa será lançada em livro brevemente.

Atualmente, integra o elenco do humorístico Zorra Total, na Rede Globo, além de cumprir temporada em São Paulo com a peça Três Homens Baixos - em cartaz até 18 dezembro, às sextas 21h30, sábados às 21h e domingo às 19h, no Teatro Jaraguá (Rua Martins Fontes, 71 - Bela Vista/SP, telefone 11-3255-4380).

Workshop: Interpretação com Técnicas de Humor Para Teatro e Televisão
Ministrante: Anselmo Vasconcelos
Público alvo: atores ou estudantes de teatro - Nº de vagas: 15
Data: 10, 11 e 17 de dezembro - das 9h às 18h
Local: DMC TV - Rua Furnas, nº 84 – Brooklin/SP
Inscrições: R$ 500,00 ou 3 parcelas de R$ 200,00
Informações e reservas: (11) 7171-6648 / 5077-3986 com Flávio Guedes

Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA
Tel (11) 3079-4915 / 9373-0181- eliane@verbena.com.br

Depois Daquela Viagem se apresenta no Dia Mundial da Luta Contra a Aids no SESC Ipiranga


Depois Daquela Viagem faz sessão
no Dia Mundial da Luta Contra a Aids,
dia 1º de dezembro, no SESC Ipiranga
 
O texto é uma adaptação teatral do livro de Valéria Piassa Polizzi.  A autora relata como, de repente, por causa do HIV, contraído aos 16 anos, sua vida passou por uma reavaliação radical. É um testemunho de coragem e determinação de aprender a viver com o vírus – e viver bem.
 
O espetáculo Depois Daquela Viagem, adaptado do livro de Valéria Piassa Polizzi, faz apresentação especial no Dia Mundial da Luta Contra a AIDSdia 1º de dezembro, quinta-feira. A sessão acontece no SESC Ipiranga, às 15 horas.

Com produção da jornalista Roseli Tardelli, produtora cultural, apresentadora e ativista do movimento de Aids, a peça resulta de adaptação da obra feita pelo dramaturgo Dib Carneiro NetoA trama é inspirada no livro homônimo e retrata a vida de Valéria Piassa Polizzi, que  contraiu AIDS aos 16 anos, porque, segundo ela mesma, “transei sem camisinha”. Com humor e descontração, relata as farras com a turma de amigos e o despertar da sexualidade, além de outras passagens, criando, assim, um diário de bordo sobre uma jovem que aprendeu a conviver com o vírus.

Para roteiro:
Depois Daquela Viagem Autor - Dib Carneiro Neto. Direção geral e musical - Abigail Wimer. Direção de atores - Silen de Castro. Assistente de direção - Alcione Alves. Elenco - Camila Minhoto, Carol Capacle, Charlene Chagas, Daphne Bozaski, Eliot Tosta, Geraldo Rodrigues, Giovani Tozi, Leonardo Stefanini, Maria Bia Martins, Mariana Leme, Naiara de Castro, Osvaldo Antunes, Rafael Sola e Renata Fasanella.Cenários e figurinos - Márcio Medina. Iluminação - Domingos Quintiliano. Direção de Produção - Roseli Tardelli. Produção - Maurício Barreira.  Assistente de Produção - Gabriela Palumbo. Duração – 1h40. Censura –14 anos. Patrocínio: Qualicorp e Anglo American Apoio:Secretaria de Estado da Cultura de SP, SENAC, Editora Ática, JAR, Agência de Notícias da Aids, Teatro Jardim São Paulo, DKT. Realização: Roseli Tardelli e Serviço Social do Comércio - SESC
TEMPORADA:
Dia 1º de dezembro, quinta-feira, às 15h - SESC IPIRANGA - Rua Bom Pastor, 822– Ipiranga – SP.

*Outras datas
Dia 8 de dezembro, às 15 horas, no SESC Santo André.
Dias 6 e 13 de dezembro, às 20 horas, no SESC Santo Amaro.
Dias 14 e 15 de dezembro, às 20 horas, no SESC Bom Retiro.

Ingressos em todas as unidades a R$ 8,00, R$ 4,00 e

Lançamento - Jogos Criminais Volume II