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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Fritz Dobbert promove concurso para doar um piano para uma escola de música

Fritz Dobbert fabrica o piano número 90.000 e comemora apoiando escolas de música no Brasil.

Concurso: “Porque minha escola merece ganhar um piano Fritz Dobbert?”

A frase vencedora irá garantir um piano vertical Fritz Dobbert modelo 121 PT para uma escola de música.

A Fritz Dobbert produz diferentes modelos de pianos de cauda e verticais, há mais de 60 anos, e agora em 2011 chega à impressionante marca do piano número 90.000. A empresa sempre foi reconhecida por ser autenticamente brasileira e por suas ações fomentadoras da música e da cultura. “É nesse sentido que queremos compartilhar esse feito com quem dedica suas vidas ao ensino da música no Brasil, com mais uma ação digna em nossa história,” Célio Bottura, Sócio-Diretor da Fritz Dobbert.

Seguindo a tradição de seus fundadores de contribuir para a formação musical e cultural do país, a Fritz Dobbert traz para os profissionais de escola de música, um concurso de caráter exclusivamente cultural sem qualquer modalidade de sorteio ou pagamento, onde as escolas podem concorrer ao piano número 90.000 fabricado pela Fritz Dobbert!

O concurso é destinado a toda e qualquer escola sediada no território nacional, inscrita no CNPJ-MF e com atividade comprovada exclusivamente na área de ensino de música. Para participar a escola deverá se inscrever através do hot site www.piano.com.br, entre o período de 13 de outubro de 2011 a 30 de novembro de 2011, até as 23h59 deste último dia, preenchendo um formulário online e criando uma frase que responda a pergunta: “Porque minha escola merece ganhar um piano Fritz Dobbert?”.

A frase vencedora irá garantir um piano vertical Fritz Dobbert modelo 121 PT para sua escola de música. O prêmio é intransferível, não sendo possível a realização de troca por outro de igual valor ou por dinheiro. A premiação será feita na cidade de São Paulo, na sede da Fritz Dobbert, dia 10 de dezembro de 2011, no endereço: Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 5028.

Caso a escola ganhadora seja de outra cidade ou estado, os custos da viagem e hospedagem serão também por conta da Fritz Dobbert, sendo essa viagem destinada ao proprietário (a) da escola e um acompanhante.

Hoje, por ser a maior indústria de pianos da América Latina e líder na produção de pianos acústicos no Brasil, a Fritz Dobbert é referência entre os grandes nomes da música nacional e internacional, professores e iniciantes, escolas de música, conservatórios e universidades. Convocamos todos que se dedicam a ensinar música no país a fazer parte desta família com sua escola e participar do concurso!

Inscrições para o concurso de 13 de outubro a 30 de novembro de 2011, até as 23h59 pelo site www.piano.com.br

Premiação na sede da Fritz Dobbert
Dia 10 de dezembro
Endereço: Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 5028
São Paulo-SP

Mais informações com a assessoria de imprensa, a Bemelmans Comunicações, Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br

João Paulo Lorenzon estreia Água, seu novo monólogo a partir de 12 de novembro, no Espaço Parahaus

João Paulo Lorenzon encena peça dentro de 3 toneladas de água em galeria de arte

Tem algum amor que a gente não morre um pouco afogado?Partindo de experiências reais, o ator constrói espetáculo dentro da água. A proposta é mostrar a semelhança entre o final de um romance e a sensação de afogamento. A peça reúne 20 pequenas histórias, entre elas fragmentos literários de Umberto Eco, Péter Esterházy, Vinícius de Moraes, Garcia Lorca, Paul Celan, Sándor Marai e William Blake. Estreia dia 12 de novembro na galeria de arte Espaço Parahaus

Mergulhado em três toneladas de água, dentro de um cilindro de acrílico transparente de 3 metros de comprimento por 110 cm de diâmetro (o acquabox), João Paulo Lorenzon interpreta seu quarto monólogo. Traçando uma linha tênue entre o fim de uma paixão e a sensação de afogamento, o espetáculo Água estreia no Espaço Parahaus, no Alto de Pinheiros, dia 12 de novembro, sábado, às 19h30. A direção é do próprio ator, com a colaboração da co-diretora Karim da Hora.

Ora se debatendo na turbulência das águas, ora flutuando em sua suavidade, o personagem interpreta 20 pequenas histórias - textos de sua autoria mesclados a fragmentos literários de Umberto Eco, Péter Esterházy, Vinícius de Moraes, Garcia Lorca, Paul Celan, Sándor Marai, William Blake, entre outros. Assim, desenvolve uma espécie de balé, coreografia com movimentos delicados e bruscos.

Para criar o conceito do espetáculo, João Paulo se inspirou na própria vida. Ele sofreu três afogamentos, um na infância e dois quando era mais jovem. “O estado de afogamento e o fim de um relacionamento são situações diferentes, todavia estão bem próximos. Sonhamos tanto e imaginamos ser felizes; entretanto, após o final de um romance, é como se a água nos inundasse, saímos exaustos, sem fôlego ou mesmo aliviados.”

A trama não é fechada, propõe uma multiplicidade de leituras. A água funciona como outro personagem - pode simbolizar o lado feminino com sua delicadeza, o tempo como se fosse uma ampulheta, a representação do fim ou uma purificação a cada mergulho.

A co-diretora Karim da Hora é a responsável por dar um olhar especial ao espetáculo. “Essa é uma parceria que dura 9 anos, pois fui aluna de teatro do Lorenzon. A peça tem uma pluralidade, os mergulhos funcionam como uma dança e a música se casa com cada movimento.”

Acquabox – espaço inusitado
Não é de hoje que Água está na mente do ator. O espetáculo vem se desenhando desde sua interpretação em De Verdade , onde um homem contava seus fracassos amorosos. Nessa montagem, ele já queria usar um aquário, contudo esbarrava na dificuldade de encontrar o recipiente certo. O projeto do novo espetáculo se concretizou a partir do encontro de João com o artista plástico italiano Maurizio Mancioli, proprietário da galeria de arte Espaço Parahaus, onde está instalado o acquabox.

Não existe um desperdício de água em função da arte, pois esse “aquário humano” tem um sistema de drenagem que garante a renovação do líquido, um conceito de sustentabilidade. Mancioli mora no Brasil há 18 anos e informou que, antes da concepção do espetáculo, o dispositivo era usado para performances subaquáticas.

Sobre os monólogos de João Paulo
Água é o quarto monólogo da carreira de João Paulo Lorenzon. O ator já estrelou Memória do Mundo (2008); O Funâmbulo (2009) e De Verdade (2010). “Não foi algo planejado, simplesmente aconteceu.”

Memória do Mundo era inspirado em Jorge Luis Borges e tinha direção de Élcio Nogueira. “Para falar desse escritor argentino tinha que ser um monólogo, só na solidão é possível falar de um homem diante do infinito, de um labirinto.”

Já O Funâmbulo - de Jean Genet, direção de Joaquim Goulart - retratava a vida de um equilibrista, o ator foi até a França para conseguir os direitos do espetáculo. “Em função da peça tive até que aprender andar no fio de aço, uma ótima experiência.” Com De Verdade, João Paulo Lorenzon já era acompanhado pelos versos de Sándor Márai e pela direção de Antonio Januzelli. A montagem mostrava um homem que falava de seus fracassos amorosos.

Em 2011, ele esteve ao lado de Helô Cintra no espetáculo Decifra-te ou Me Devora, com direção de Elias Andreato. “Monólogos não são mais trabalhosos do que um espetáculo convencional, pois toda obra que é bonita é desafiadora, seja no coletivo ou sozinho”, enfatiza o autor.

Exposição
Antes da sessão do espetáculo, quem quiser pode conferir uma exposição com curadoria de Jurandy Valença e Maurizio Mancioli, criador da cenografia de Água, e proprietário do espaço onde funciona a galeria. Trata-se de uma mostra de arte contemporânea que reúne fotografias, pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, instalações, vídeo-arte, performances e teatro. A primeira exibição da mostra ocorreu paralela à Bienal de São Paulo em 2010.

“E se não tivéssemos sido amantes, você não teria fugido da cidade, do convívio comigo, do lugar de sua falta, como fazem as fugitivas, mas teria ficado aqui, me enganado e traído, como todas as pessoas, o que me teria feito mal, mas teria sido menos grave do que tudo o que fez justamente por sermos amantes. E agora devo dizer algo que fui percebendo aos poucos, algo que custei a crer e que inclusive procurei negar a mim mesmo: ainda hoje e apesar de tudo, nós dois somos amantes.”

PARA ROTEIRO:
ÁGUA – Estreia dia 12 de novembro, sábado, às 19h30 no Espaço Parahaus. Rua Caminha de Amorim, 532 – Alto de Pinheiros. Telefone: 8974-7869 Temporada de 12 de novembro a 4 de dezembro. Sextas às 21h, sábados e domingos às 19h30. Ingressos: R$ 20,00 e meia R$ 10,00. Vendas também pelo site: www.clubtickets.com.br. Lotação: 30 lugares. Duração: 40 minutos.


FICHA TÉCNICA:
De João Paulo Lorenzon. Direção: João Paulo Lorenzon. Co-direção: Karim da Hora. Realização e Direção de Produção: Fernanda Bianco. Preparação do ator: Janô – Antônio Januzelli. Cenografia e iluminação: Maurizio Mancioli Fotografia: Juliana P. Neumann, Karim da Hora e Maurizio Mancioli.


ARTEPLURAL – Assessoria do espetáculo
Fernanda Teixeira - 11. 3885-3671/ 9948-5355
Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Douglas Picchetti – (11) 9814-6911
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
http://www.artepluralweb.com.br/
Twitter – www.twitter.com/arteplural
Facebook – Arteplural



ATOR MENTADA - ESTREIA DIA 04

                                                                     Mara Carvalho

                                                                            em

                                                               ATOR MENTADA

Estreia dia 04 de novembro no Teatro Incenna


Em ATOR Mentada, Mara Carvalho se une a três músicos para cantar um pouco de vida e sonhar um pouco de música.

A atriz fala da sua vida revelando suas decepções e alegrias com muito humor. Uma comédia sensível que envolve seu público em lindas canções num expressivo momento de reflexão.

“A musica traduz nossos sentimentos, fala melhor por nos do que nos mesmos!”, afirma Mara que realiza seu “Show up” no Teatro Incenna, de sexta a domingo.


ATOR MENTADA
Teatro Incenna (50 lugares)
Rua Bagé, 308 – Vila Mariana.
Fone: 5083.7444
Bilheteria: de quarta a domingo, das 09h às 21h.
Aceita cheque e todos os cartões de débito e crédito.
Sextas e Sábados às 21h13. Domingos às 19h13.
Ingressos: R$ 40
Duração: 73 minutos
Recomendação: 13 anos
Estreia dia 04 de novembro
Temporada: até 11 de dezembro
Texto e Direção: Mara Carvalho
Co-direção: Genilda Mansonari
Iluminação: Domingos Quintiliano
Fotografia: Lenise Pinheiros
Produção: Eduardo Moreno
Com: Mara Carvalho
Músicos:
Silvio Venosa (PIANO); Renato Loyola(BAIXO); Douglas Andrade(BATERIA)



quinta-feira, 20 de outubro de 2011

estreia - 'Três Homens Baixos'

foto de Paula Kossatz

Texto hilário de Rodrigo Murtat, estrelado por Francisco Cuoco, Anselmo Vasconcellos e Orlando Vieira, estreia no Teatro Jaraguá, em São Paulo, com cenário de Renato Scripillit.



A comédia Três Homens Baixos, do dramaturgo carioca Rodrigo Murat, estreia dia 5 de novembro, sábado, no Teatro Jaraguá, às 21 horas. Os atores Francisco Cuoco, Anselmo Vasconcelos e Orlando Vieira são os protagonistas desta nova montagem que leva a assinatura de Jonas Bloch na direção. Bloch tem uma relação especial com esse texto: ele foi um dos atores na primeira versão da peça, em 2001.

O texto nasceu de uma pilhéria do autor com a obra Três Mulheres Altas, de Edward Albee, que Beatriz Segall montou no Brasil, em 1995. Três Homens Baixos é uma comédia de costumes sobre as facetas do universo masculino, revelada a partir do ponto de vista dos personagens Ciro (professor universitário em caracterização impagável de Francisco Cuoco), Samuca (banqueiro de jogo do bicho, interpretado pelo ator Anselmo Vasconcellos) e Titi (publicitário clichê vivido por Orlando Vieira). Eles são três amigos de infância, estereótipos masculinos, que se encontram periodicamente para colocar o papo em dia numa mesa de bar. Em um desses encontros, descobrem que os laços de união entre eles vão muito além do que supunham, sendo obrigados a rever seus valores mais arraigados.


O diretor Jonas Bloch explica que procurou humanizar os personagens e dinamizar as cenas. “Explorei ao máximo o grande talento dos atores e fomos construindo essa nova versão em um clima divertido, ideal para se montar uma comédia. Demos muitas gargalhadas e criamos novas gags que a plateia, certamente, irá saborear, além de rir muito”. E completa: “participei como ator da primeira montagem desta peça e, 10 anos depois, mais maduro, creio que conseguimos um excelente aproveitamento do texto para divertir ainda mais o público”.






Cada personagem vive seu próprio drama existencial e se ampara nesta amizade que, mesmo aos trancos e barrancos, continua forte. Um deles é casado, o outro é divorciado e também tem o infiel. O enredo revela que, apesar de se conhecerem desde garotos, eles fizeram suas próprias escolhas e agora arcam com as consequências. Os amigos, então, enredam-se nas teias de uma hilária trama melodramática que revela suas intimidades, fraquezas e baixezas.


Segredos, até então guardados a sete chaves, vêm à tona a partir desse encontro, para deleite da plateia. Numa espécie de desabafo coletivo as máscaras caem: um é homossexual; o outro, impotente; e, num chulo linguajar, o terceiro (todo garanhão) descobre que é o “corno” da história. Segundo Jonas Bloch, Três Homens Baixos brinca com esse três maiores temores do “macho brasileiro”: “tudo é apresentado com muito humor, muita alegria e de uma forma bem brasileira de encarar a vida”. A montagem conta ainda com trechos parodiados de músicas que vão pontuando as cenas.




Francisco Cuoco, que integrou a montagem, em 2004, na época interpretando o publicitário Titi, fala com emoção sobre esse trabalho e sobre o teatro. “Quando fiz a peça tive muitos momentos de alegria e de prazer. Isto vai acontecer novamente. Teatro é tudo. Peça ‘cabeça’ ou não, estaremos sempre refletindo o ser humano. Os históricos e grandes autores sempre fizeram peças para o povo, para buscar o ser humano, o ser humano no seu esplendor e na sua ‘baixeza’. O bom e o mau de cada um. O Deus e o Diabo. A noite e o dia. De preferência, essa contradição que habita nossa alma. A minoria e a maioria são feitas de inúmeras camadas. Teatro, entre tantas coisas, é um enorme espelho das contradições que vivem em cada um de nós. O teatro é a grande tribuna das ideias e da verdadeira democracia. A maioria do público vai rir muito e adorar. Alguns, poucos, vão torcer o nariz. Esquecem que verdades e profundidades, preferencialmente, podem e devem ser expressadas com humor. Três Homens Baixos possui verdades absolutas e muito humor e alegria.”


O ator (e produtor da peça) Orlando Vieira também é velho conhecido deste espetáculo. “Quando participei da primeira montagem, substituindo Herson Capri, lembro-me como se fosse hoje que não conseguíamos dizer todo o texto. Tínhamos que esperar o público parar de rir para continuar a cena. Era uma delícia!” Orlando comemora esse retorno, 10 anos depois, e garante que o clima de total descontração permanece. “Durante os ensaios, gargalhamos com as gags que foram surgindo”. E finaliza: “esta peça é como um retrato ‘risonho’ de problemas ‘sérios’ do homem contemporâneo”.


Anselmo Vasconcelos também tem memórias sobre Três Homens Baixos. “Quando vi, há muitos anos, um anúncio de Três Homens Baixos, fui assistir à peça. Diverti-me sobremaneira com o saudoso Rogério Cardoso e com Jonas Bloch e Flávio Galvão. Quando terminou o espetáculo fiquei com um grande desejo de atuar nele. Hoje estou aqui, muito feliz por realizar este sonho”.


Com a finalidade de fazer rir, por meio de inúmeros clichês do padrão masculino de comportamento, a peça coloca o espectador diante de um espelho de parque de diversão, que deforma a anatomia e a torna engraçada. Atores e diretor concordam que a função da comédia é fotografar a realidade com uma lente distorcida e esta é também a proposta de Três Homens Baixos.




Ficha técnica
Espetáculo: Três Homens BaixosTexto: Rodrigo MuratDireção: Jonas Bloch
Elenco: Francisco Cuoco, Anselmo Vasconcellos e Orlando Vieira
Cenário: Renato Scripilliti
Figurino: Ellen Cristine
Iluminação: Berilo Nosella
Voz em off (professora): Georgia Gomyde
Apresentação em off: David Brasil
Trilha sonora: Delfim Moreira
Programação visual – Leandro de Maman
Operador de som e luz: Maurício Jr.
Contrarregra: Bruno Rocha
Camareiro: Diogo Silva
Costureiras: Helena Oliveira e Isaura Braga
Adereços: Huelita Rabelo
Pintura de cenário: Marta Felizatti
Vídeo: Cris NigroFigurino/bonecas: Edson Assnar
Fotos: Paula Kossatz e Ismael Neves
Produção executiva - Daniel Palmeira
Direção de produção: Orlando Vieira e Daniel Palmeira
 Produção: Orlando Vieira
Apoio institucional: ProAC – Governo de São Paulo
Patrocínio: Schincariol, Cristália, Sonda e Fortlev

Serviço:
Estreia: 5 de novembro – sábado – às 21 horas
Teatro Jaraguá
Rua Martins Fontes, 71 - Bela Vista/SP – Telefone: (11) 3255-4380
Temporada: sexta (21h30), sábado (21 horas) e domingo (19 horas) – Até 18/12
Ingressos: R$ 50,00 (sexta e domingo) e R$ 60,00 (sábado). Duração: 80 min.
Gênero: Comédia. Classificação etária: 16 anos. Capacidade: 271 lugares.


Bilheteria: 3ª a 5ª (14h-19h), 6ª (14h-21h30), sab. (14h-21h) e dom. (14h-19h). Aceita todos os cartões. Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com.br (tel: 4003-1212). Estacionamento c/ manobrista: R$ 18,00. Acesso universal. Ar condicionado.




Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA
Tel (11) 3079-4915 / 9373-0181- eliane@verbena.com.br