Translate

terça-feira, 11 de outubro de 2011

SHOW FERIADO : RODRIGO SÁ - POP COM BATUCADA BRASILEIRA

Cantor, compositor e percussionista Rodrigo Sá faz parte da nova geração de músicos que experimenta linguagens, sem perder a referência, nem o respeito ao que é tradicional, raiz e popular


Na semana do feriado, o músico Rodrigo Sá sobe ao palco do Club Dorothy Parker acompanhado da Banda Frigazz. O show acontece no dia 11 de outubro, às 23h, e apresenta uma mistura fina capoeira e guitarra, groove com samba, além de ritmos como o funk, drum´n bass e maracatu. Em 2010, Sá lançou o disco Patrimônio Nacional, com a produção musical de Alexandre Basa (Wallbangaz da Holanda, Black Alien, Turbo Trio). O álbum traz a marca sonora de Rodrigo – o pop conceitual em total fusão com a capoeira e ritmos de percussão, com uma pequena brisa de luau e um clima praiano. O resultado desse e de outros trabalhos do músico pode ser conhecido em canções próprias como Milagre, Maravilhosa e em suas parcerias com jovens compositores como Thiago Lopes nas canções Segue o Baile e Pra você voltar entre outros

Nascido dentre a energia da capoeira (seu pai é mestre de Capoeira, vindo da segunda geração de discípulos de Mestre Bimba, que foi quem legalizou a capoeira durante o governo do Presidente Getúlio Vargas em 1953) e criado sob um turbilhão de influências artísticas; o cantor, compositor e percussionista Rodrigo Sá faz parte da nova geração de músicos que experimenta linguagens, sem perder a referência, nem o respeito ao que é tradicional, raiz e popular.

Sá, em suas andanças pelo mundo, tornou-se um instrumento de difusão cultural, um multiplicador da cultura brasileira. Um dos shows internacionais de maior destaque foi o 'Loop Brasil', apresentado em turnê pela Europa, onde misturou grooves a partir do pandeiro e berimbau, incorporando materiais inusitados. O público do festival Rock in Rio Lisboa e da tradicional casa em Portugal Speakeasy, puderam conhecer através de Rodrigo Sá, um pouco mais do Brasil. O som de seu pandeiro ecoou até o Japão. Rodrigo participou de um DVD produzido pela percussionista Midori Onaga, mostrando suas habilidades com o funk, drum´n bass e 6/8 no instrumento.
Rodrigo Sá, antes de dedicar-se exclusivamente à música, transitou pelos palcos teatrais, protagonizando diversos espetáculos, entre eles, 'Quarto de Estudante' de Roberto Freire, dirigido por Marcelo Medeiros e Néia Barbosa. Foi através desta experiência que pôde aperfeiçoar elementos essenciais também ao músico - postura, expressão corporal, voz e respiração sincronizados - visíveis a quem assiste uma performance de Rodrigo no palco.

Em 2001, foi um dos fundadores da banda de forró universitário Circulado de Fulô, e com eles gravou três discos, sendo um lançado pela gravadora Virgin/EMI, com direção artística de Rick Bonadio e produção de Arnaldo Sacommani. Rodrigo foi percussionista do grupo até 2005, quando decidiu seguir carreira solo. Em 2008, fez uma apresentação solo de seu Berimbau Contemporâneo na 10º edição dos Jogos Europeus de Capoeira em Bruxelas, com presença do Ministro dos Esportes da Bélgica. No Porto, em Portugal, apresentou o Berimbau Contemporâneo para o então Ministro da Cultura Gilberto Gil.
• SOBRE RODRIGO SÁ
http://www.rodrigosa.com/

• SERVIÇO

Show: Rodrigo Sá
Dias: 11 de outubro
Onde: Dorothy Parker
Local:Alameda Lorena n. 2119 – Jardins
Tel: (11) 3081-6110
Horário: 23h
Valor: R$ 120,00 consumíveis (homem)
R$ 50,00 consumíveis (mulher)
Capacidade: 300 pessoas
Classificação: Proibido para menores de 21 anos.



terça-feira, 4 de outubro de 2011

Cia Balangandança traz espetáculos e workshops sobre dança contemporânea infantil

O grupo faz seis apresentações no SESC Bom Retiro e organiza debates e oficinas no Itaú Cultural com o objetivo de passar e receber conhecimento sobre o movimento do corpo das crianças


A Balangandança Cia mostra que dança contemporânea e o universo infantil estão mais do que conectados. Com o projeto Gira Gira-Balangandança Em Movimento, contemplado pela X Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança 2011 o grupo reestreia o espetáculo Dança Em Jogo - Exercícios Cênicos, no dia 9 de outubro, domingo, às 12 horas, no SESC Bom Retiro. Além das apresentações, a Cia, dirigida por Georgia Lengos, também organiza o II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural. Direcionado a educadores, bailarinos e público em geral, as atrações contam com a participação de especialistas nessas áreas, para relacionar os temas ao mundo das crianças.

O debate será no dia 25 de outubro, terça-feira, das 19hs às 22 horas, com a presença de Renata Meirelles, Helena Katz e Lenira Rengel com mediação da diretora Georgia Lengos. Já as oficinas serão divididas em dois dias: 26 de outubro das 14h às 17 horas (Dança em jogo: Processos criativos com Georgia Lengos) e 27 de outubro das 9h30 às 12h30 (Corpo – percepção e sensibilidade com Anderson Gouvêa) e das 14hs às 17hs (Brincadeira Vira Dança com Dafne Michellepis e Alexandre Medeiros).

á 14 anos, a Balangandança Cia trabalha com dança para os pequenos e procura formar público para uma área ainda em crescimento. “A disponibilidade do corpo e a espontaneidade do movimento das crianças sempre me instigaram, essas características se comunicam bem com a dança contemporânea. Essa foi uma das razões para se criar uma linguagem voltada para o universo infantil”, conta a diretora Georgia Lengos.

Dança Em Jogo-Exercícios Cênicos se baseia na improvisação de bailarinos no palco. Imagens poéticas de memórias da infância, temas pertinentes ao universo infantil da criança contemporânea, brincadeiras resgatadas ou inventadas, são peças desse jogo que fala sobre a própria dança, sobre o corpo e o movimento. O espetáculo tem uma dinâmica de brincadeira, o que aproxima a montagem do público infantil. Essa é uma forma de fugir das danças estereotipadas e trazer identificação para os pequenos expectadores.

“As crianças têm recebido bem nossa proposta, é um trabalho arriscado, pois com a improvisação não se sabe o que vai acontecer, não tem algo pré-estabelecido, depende da interação do público. Temos que criar alternativas para chamar a atenção e aproximar a encenação com as crianças. É uma experiência de comunicação quando se entra nesse jogo, existe uma verdade e uma troca, e não uma representação”, enfatiza a diretora.

A montagem é resultado de uma pesquisa que tinha o objetivo de captar o olhar da criança para o movimento. Músicas entoadas por violão, trompete e xilofone embalam o espetáculo que aposta em um cenário com adereços cênicos feitos a partir da reciclagem. O figurino tem roupas do cotidiano e parte do branco para um jogo de cores na composição.

Além da temporada no SESC Bom Retiro, estão sendo realizadas apresentações em escolas e ONGs. Dança Em Jogo-Exercícios Cênicos fez parte da programação Dança para Crianças do Itaú Cultural no ano passado, que teve a curadoria do próprio grupo. A Cia foi premiada pela APCA na categoria de Melhor Iniciativa em Dança em 2010, juntamente com o Itaú Cultural. No repertório da Cia estão montagens como O Tal do Quintal, Brincos & Folias, Entranças, Rodapé.
Expansão de conhecimento
Com o debate e as oficinas, o projeto também tem objetivo de expandir o conhecimento no II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural. “Essa é uma oportunidade de refletir sobre essa linguagem, construir público, uma forma de gerar uma troca de experiências enriquecedoras”, diz Georgia Lengos.

A diretora enfatiza que a ação da Balangandança Cia é pioneira e fez com que se criasse um olhar para a dança contemporânea no universo infantil. O grupo já mostrou seu trabalho nos estados da Bahia, Pernambuco, Maranhão, Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de países como Chile, Portugal e Finlândia. Para registrar as atividades foi criado um blog dancaemjogo.wordpress.com. Nele também são encontradas mais informações sobre as atividades cênicas do grupo e funciona como uma extensão do projeto ao propor reflexões e ações do Gira Gira.

A iniciativa também tem a intenção de atingir os adultos como pais, educadores e outros artistas. “Eles são importantes para a formação das crianças e podem conhecer um novo viés sobre a dança contemporânea”, finaliza Georgia.

Programação debates e oficinas
II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural

DEBATE
Com Renata Meirelles, Helena Katz e Lenira Rengel. Mediação Georgia Lengos.
Dia 25 de outubro, terça-feira, das 19hs às 22hs com mediação de Georgia Lengos
O Brincar: Renata Meirelles
Nesse encontro irá apresentar seu olhar para o brincar de crianças das mais diversas regiões brasileiras, em um encontro de semelhanças presentes na diversidade cultural. Renata Meirelles é educadora, autora do livro Giramundo e outros brinquedos e brincadeiras dos meninos do Brasil, vencedor do Prêmio Jabuti, diretora de filmes sobre a criança brasileira.

Improvisação: Helena Katz
O que acontece no corpo quando ele improvisa? A proposta é pensar sobre as ignições que fazem o corpo misturar o que ele já conhece com o que ainda não conhece articulando duas situações:

1ª) trabalhando a partir da formação de hábitos; 2ª) propondo a dança como o pensamento do corpo. Helena Katz é professora no Curso Comunicação das Artes do Corpo e no Programa em Comunicação e Semiótica da PUC/SP e crítica de dança do jornal O Estado de S. Paulo.

Dança para Crianças: Lenira Rengel
Propor uma dança para as crianças e que os adultos sejam capazes de entendê-las, o que fazem/pensam/sentem, a partir de seus próprios pontos de vista. Lenira Rengel é Especialista na Arte de Movimento de Rudolf Laban. Professora da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Doutora em Comunicação e Semiótica, PUC/SP, Mestre em Artes/Dança, UNICAMP, Bacharel em Direção Teatral , ECA/USP.

TRIÂNGULO DE OFICINAS
Dia 26 de outubro, quarta-feira, das 14hs às 17hs
Dança em jogo: processos criativos - Coordenação: Georgia Lengos

Aborda o processo criativo do espetáculo de improvisação Dança em Jogo - exercícios cênicos em que foram desenvolvidas diversas estratégias e jogos corporais a partir da conexão corpo interno /espaço, do corpo como brinquedo e da brincadeira como dança, da relação palavra/imagem/movimento, das associações livres e de memórias pessoais. Georgia Lengos é graduada em Dança pela UNICAMP. Desenvolve trabalhos com Dança e Educação desde 1991. Criou e dirige a Balangandança Cia. Integra a Cia Oito Nova Dança como criadora- intérprete e é professora de Dança do Ensino Fundamental do Colégio Oswald de Andrade.

Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 9h30 às12h30
Corpo – percepção e sensibilidade - Coordenação: Anderson Gouvêa

Pensando que o corpo da criança é permeável e sensível, esta oficina propõe uma vivência dos participantes baseada no primeiro estágio do desenvolvimento humano. Por meio dos sentidos e da percepção desenvolver a consciência motora e a possibilidade de transformá-la em expressão. Anderson Gouvêa é bailarino, performer e arte-educador, graduado pela Universidade Anhembi Morumbi, atua na Balangandança Cia. desde 2004. Trabalhou em diversas companhias desenvolvendo projetos nacionais e internacionais em parceria com diferentes artistas.

Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 14hs às 17hs
Brincadeira vira dança - Coordenação: Dafne Michellepis e Alexandre Medeiros

Nesta vivência teórica-prática, o adulto é convidado a refletir corporalmente a importância do movimento e do brincar na formação da criança. O corpo é visto integralmente e imerso em uma relação de trocas constantes consigo e com o ambiente. Dafne Michellepis é formada em Artes Corporais pela Unicamp. Integra a Balangandança Cia. desde a sua formação. Professora de dança no Atelier e Fundamental 1 da Escola Viva – SP. Coreografa para eventos e campanhas publicitárias. Alexandre Medeiros é Mestre em Comunicação e Semiótica e bacharel com habilitação em teatro e dança pelo curso Comunicação das Artes do Corpo, PUC/SP. Integra a Balangandança Cia. e atua também com as linguagens artísticas de palhaço e teatro de animação. É Artista Educador no Programa de Iniciação Artística (PIÁ) da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Para roteiro:
Espetáculo Dança Em Jogo-Exercícios Cênicos – Reestreia dia 9 de outubro, domingo, às 12 horas, no SESC Bom Retiro. Direção: Georgia Lengos. Com Dafne Michellepis, Coré Valente, Anderson Gouvêa, Maristela Estrela, Alexandre Medeiros, Alan Scherk, Clara Gouvea. Figurinos: Dafne Michellepis e Cia. Edição de trilha e composição musical: Kito Siqueira. Desenho e operação de luz: Hernandes Oliveira. Fotos: Gil Grossi. Produção: Anderson do Lago Leite. Assistência de produção: Mariana Delgado. Temporada: 09/10, 12/10, 16/10, 23/10, 30/10, 02/11. Domingos e feriados, às 12h. Ingressos: R$ 8,00 (Inteira), R$ 4,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes), R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes). Censura: Livre

Endereço: SESC Bom Retiro - Alameda Nothmann, 185 - Bom Retiro -São Paulo - SP

II Fórinho - O Brincar, a Improvisação e a Dança no Itaú Cultural

Debate com Renata Meirelles, Helena Katz e Lenira Rengel. Mediação Georgia Lengos – Dia 25 de outubro, terça-feira, das 19hs às 22hs. Sala Vermelha - 70 vagas – Grátis - Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Triângulo de Oficinas
Dança em jogo: processos criativos - Coordenação: Georgia Lengos. Dia 26 de outubro, quarta-feira, das 14hs às 17hs. Sala Itaú Cultural - 20 vagas – Grátis. Inscrições pelo telefone 11 2168 -1876, a partir de 17/10. Oficina para bailarinos e estudantes de dança ou áreas afins.
Corpo – percepção e sensibilidade - Coordenação: Anderson Gouvêa. Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 9h30 à 12h30. Sala Itaú Cultural - 20 vagas – Grátis. Inscrições pelo telefone 11 2168 -1876, a partir de

17/10 - Oficina destinada a bailarinos e educadores.
Brincadeira vira dança - Coordenação: Dafne Michellepis e Alexandre Medeiros. Dia 27 de outubro, quinta-feira, das 14hs às 17hs. Sala Itaú Cultural - 20 vagas - Inscrições pelo telefone 11 2168 -1876, a partir de 17/10 - Oficina para educadores e interessados na infância em geral.

Itaú Cultural - Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô - Tel. 11 2168 -1876 - Estacionamento com manobrista: R$ 8,00 meia hora, R$ 10,00 a primeira hora, R$ 5,00 a segunda hora, e R$ 4,00 por hora adicional. Carros utilitários: R$ 10,00 a primeira hora, R$ 4,00 a segunda, e R$ 3,00 por hora adicional. Estacionamento gratuito para bicicletas.


Fernanda Teixeira
Arteplural Comunicação
11. 3885-3671/ 9948-5355
Informações também com:
Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Douglas Picchetti – (11) 9814-6911
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
http://www.artepluralweb.com.br/
Twitter – www.twitter.com/arteplural
Facebook – Arteplural









Exposição CARAS & CARAS por Cilmara Tamochunas Bittencourt em Balneario Camburiu-SC


Depois de "passear" por pontos de São Paulo, a Exposição Caras & Caras chega a sua cidade de origem com uma bela Mostra. Imperdível!!!

Luciana Mello - show 20/10 - Projeto Adoniran

A cantora paulistana Luciana Mello, que está lançando seu novo disco, 6º Solo, é a próxima convidada do Projeto Adoniran do Memorial da América Latina. O show acontece dia 20 de outubro, quinta-feira, no Auditório Simon Bolívar, às 21 horas.


O atual trabalho de Luciana marca uma nova fase artística em sua carreira que, segundo Ivan Lins, “é um salto natural de leveza, de atitude, de maturidade rumo a uma brasilidade mais intensa”.




O repertório do novo CD traz composições de Chico César & Márcio Mendes (“Descolada”), Jair Oliveira (“Mentira” e “Tchau”, música de trabalho que já é sucesso), Sérgio Santos & Paulo César Pinheiro (“Áfrico”) e Arnaldo Antunes ("Se For Pra Mentir", genial), além de versões para “Recado” de Gonzaguinha e “Samba Quebrado” de Marco Mattoli & Rodrigo Leão.

Acompanhada por Pedro Cunha (teclado), Eric Budney (baixo), Daniel de Paula (bateria), Elder Costa (violões e guitarra) e Marcio Forte (percussão). Luciana ainda interpreta sucessos de sua carreira como “Na Veia da Nega” (Jair Oliveira) e “Simples Desejo” (J. Oliveira e Daniel Carlomagno).


Projeto Adoniran  Show: Luciana Mello
Dia 20 de outubro – quinta-feira – às 21 horas
Memorial da América Latina – Auditório Simon Bolívar
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda/SP - Tel: (11) 3823-4600
Ingressos: R$ 15,00 (meia: R$ 7,50) - Duração: 1 hora – Classificação etária: Livre
Bilheteria: 14h às 19h (dia anterior) e a partir de 14h (dia do show).
Capacidade: 800 lugares. Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas.
Estacionamento (Portão 15) s/ manobrista: R$ 10,00. Entrada/pedestres: Portão 13.
Realização: Fundação Memorial da América Latina - www.memorial.sp.gov.br
Produção: PG Music

6º Solo - por Ivan Lins
Descolado amigo, esperta amiga.

Aqui está "6º Solo", o sexto e mais recente trabalho fonográfico de Luciana Mello. Um salto natural de leveza, de atitude, de maturidade rumo a uma brasilidade mais intensa. Por conseguinte, a uma universalidade mais atuante (selos ingleses, holandeses e franceses vão amar esse trabalho!). Asas abertas prontas pra voar! E vou logo dizendo: comprem, consumam, bebam! De preferência, em frente ao espelho. Se reconheçam, se redescubram, se indaguem! Lamento a falta de imparcialidade. Como ser imparcial se choro?

Geraçãozinha bacana essa da Luciana, descobrindo e reinventando o Brasil, nadando contra a maré com a mochila muito mais carregada. Tirando as dificuldades, ainda muito pesadas: informações de tudo quanto é parte desse país, desse planeta; bugigangas do baú familiar, babilaques da música negra Americana, barulhos exóticos da cultura oriental, metais leves e pesados dos inesgotáveis movimentos do Rock universal, tesouros da ancestralidade "couleur de café", caleidoscópio de vozes, nuances, fumacinhas e aromas sonoros (lembram as novas cantoras Caboverdeanas - internet é bom pra isso)…

Que coisa maravilhosa! São jovens ainda. São livres. Portanto mexem em tudo, como crianças levadas. Misturam doce e salgado, cores velhas e novas, não pedem licença e acham graça. Luciana faz isso o tempo todo, vocês vão ouvir. O complexo e o simples, abraçadinhos. Não é demais? Ainda não está entendendo, companheiro? Está roendo as unhas, companheira? Escuta esse CD! Está desarmado? Com as portas e janelas abertas? Deixa ele entrar! Relaxe! A música é leve, mas com muito ritmo, tudo acústico. E muito bem gravado! Bonita aposta na sonoridade e na diversidade rítmica. Muito bem produzido! Parece peça com mão segura de diretor. Não inventa o desnecessário. Protege bem a voz da moça (que é linda e segura, muito segura), deixando-a livre para criar, swingar, voar. E para que isso navegasse bem, alegre e solto, a escolha dos músicos foi fundamental. Todos brilham na tela dos arranjos, totalmente adequados ao belíssimo repertório.

O disco abre com Chico César e Marcio Arantes, que “Descolada” pula para "Tchau", do mano Jair Oliveira (linda, linda!), escorrega depois para uma obra-prima de Sergio Santos e o espetacular Paulo César Pinheiro, "Áfrico”, que é de tirar o fôlego (salvou minhas caminhadas na Lagoa!). Vem então um resgate brilhante: "Recado", do meu saudoso cumpadre Gonzaguinha. E por aí vai… Prefiro que vocês ouçam. Não gostaria de ficar comentando, pois o que vai valer é sua curiosidade, seu prazer de escutar boa música. Mas adianto que tem Arnaldo Antunes ("Se For Pra Mentir", genial), mais mano Jair, em "Perto de Mim" e "Mentira", essa última com a impressionante participação do paizão Jair Rodrigues (aqui cabe um comentariozinho: o cara é que nem Tony Bennett, tá cantando melhor que muito garoto de piercing no nariz…), e na versão "Raio e Estrela", do original "Para Bien y Para Mal"; além de Marco Mattoli ("Samba Quebrado", uma swingueira só). “Deixa O Sol Sair” é linda, como sempre. Meu querido Djavan não perde viagem! Adorei o arranjo: nada de mais e tudo de bom gosto. Tem também uma maravilhosa gravação, em francês mesmo, da bela "Couleur Café", de Serge Gainsbourg. Linda versão! E com participação do alemão-afro-canadense Corneille.

Portanto, insaciável amigo e vitoriosa amiga, como nos saltos tríplices ou a distância, às vezes é na sexta tentativa que se bate o recorde! Isso só indica crescimento na prova. “6º solo" é um crescimento na carreira de Luciana Mello. Merecido! Portanto, é hora de checar! Peguem essa bolachinha, coloquem no player e escutem, com calma. Definitivamente, não é viagem perdida.
--------------------------------------------------------------------------------
Mais informações sobre Luciana Mello no site: www.lucianamello.com.br


Assessoria de imprensa: VERBENA COMUNICAÇÃO
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br






Stand up Comedy GARGALHADAS em Osasco-SP

Exposição “Femmes d’Argile"

A PEQUENA SEREIA - ESTREIA DIA 08 NO TEATRO BRIGADEIRO

Com direção de Paulo Ribeiro (O Poeta e as Andorinhas e Alladin), a adaptação teatral de Vladmir Capella conta com mais de 100 figurinos, 20 atores, 12 cenários, projeções em vídeo, trilha sonora original e efeitos especiais


A Pequena Sereia conta a história de uma sereia que, ao atingir a maioridade, recebe a permissão de seu pai para visitar a superfície do mar. É nesse dia que a sereiazinha apaixona-se por um príncipe e, para conquistá-lo, pede ajuda à bruxa do mar. Ela fica sabendo então que, para realizar seu desejo, teria de abrir mão daquilo que lhe é mais valioso...

Essa é uma história que mostra que os sonhos e as esperanças podem ser maiores do que tudo.

Uma das principais obras do escritor Hans Christian Andersen chega aos palcos paulistanos. No elenco estão Ana Saab, Lorenzo Martin, Débora Nascimento, Ana Paula Vieira, Rafaela Veronese, Rodrigo Zappa, Roberto Li Marques, Luiza Porto, Andressa Andreatto, Edu Martins, Débora Rebecchi, Silvia Ferreira, Mariana Siqueira, Sônia Loureiro, Anderson Soares, Nill de Pádua, Diego Biaginni, Leandro Rocha, Felipe Caczan e Janaína Enguel.

Traduzida pelo autor Vladimir Capella, esta versão do infantil visa resgatar a narrativa original, onde a sereia que sonhava em virar gente vive um grande drama existencial. “Ao pensar em adaptar para o teatro esse pequeno conto da sereiazinha que queria ser humana, me vi diante de uma grande história. Triste, profunda e humana “, conta Vladimir.

Esta proximidade da adaptação brasileira com o original do escritor dinamarquês visa provocar na plateia uma reflexão sobre a vida e algumas delicadas questões, primando pela fidelidade às suas ideias e aos significados nelas embutidos.

O espetáculo, portanto, não se restringe ao público infanto-juvenil e tampouco segue a linha de entretenimento da versão criada pela Disney, com direito a um final feliz inventado.

A saga da criatura marítima que sonha com o príncipe e perde a voz para ganhar pernas marca um espetáculo sóbrio e, ainda assim, lúdico. Onde todos, sereias e humanos, serão levados aos devaneios deste dinamarquês do século XIX.

Por Vladimir Capella
A pequena Sereia escrita por Hans Christian Andersen esconde, por trás de uma narrativa inocente para entreter crianças, um grande drama existencial.

Aliás, bem ao estilo do escritor dinamarquês que, confessadamente, visava atingir os adultos com seus contos infantis.

Com o passar dos anos, a característica de entretenimento da obra acabou prevalecendo sobre o conteúdo, principalmente e, sobretudo a partir da versão criada pela Disney, que a popularizou e a difundiu pelo mundo todo. E a pequena sereia, então, acabou virando uma história de final feliz, coisa que não acontece no conto original de Andersen. Não foi assim que a criou, nem era dessa maneira que ele procurava expor seu pensamento sobre a vida e as delicadas questões que ela apresenta.

Ao pensar em adaptar para o teatro esse pequeno conto da sereiazinha que queria ser humana, me vi diante de uma grande história. Triste, profunda e humana. E, também, diante de algumas inevitáveis questões: por que será que não a reproduzem tal como foi criada? Por que a sociedade atual insiste em afastar a dor do nosso dia-a-dia como se com isso pudesse fazê-la deixar de existir?
Bem, digressões à parte, por entender que a verdadeira função do artista é maior que a do mero entretecedor, eu só poderia transcrever para o teatro a saga da pequena sereia de Andersen, tal qual ela foi concebida. E com esse propósito, me debrucei no conto original e, como não podia deixar de ser, terminei sonhando os sonhos da personagem, lutando e sofrendo com ela pela conquista de seus objetivos e, por fim, chorando por seu indesejado destino. Mas, saí íntegro porque consegui devolver à pequena sereia a sua verdadeira história. Triste, profunda e humana. Do jeito que o escritor a escreveu.

A PEQUENA SEREIA
Teatro Brigadeiro (700 lugares)
Av. Brigadeiro Luis Antonio, 884
Informações: 3107.5774 / 3115.2637
Vendas: www.ingresso.com e 4003.2330
Bilheteria: a partir de terça, às 14h. Aceita cartões de débito e dinheiro.
Estacionamento conveniado Gigante, nº 759 – R$ 10
Sábados e Domingos às 16h
Ingressos: R$ 40
Sessão extra Dia das Crianças: quarta, dia 12, às 16h
Duração: 60 minutos
Recomendação: livre
Estreia dia 8 de outubro
Curta Temporada: até 13 de novembro

Ficha técnica
Conto Original: Hans Christian Andersen
Direção Geral: Paulo Ribeiro
Adaptação teatral: Vladimir Capella

Elenco: Ana Saab, Lorenzo Martin, Rafaela Veronese, Anderson Soares, Diego Biaginni, Débora Rebecchi, Débora Nascimento, Edu Martins, Felipe Caczan, Roberto Li Marques, Luiza Porto, Mariana Siqueira, Nill de Padua, Sonia Loureiro, Rodrigo Zappa, Silvia de Souza Ferreira, Leandro Rocha, Janaina Enguel, Ana Paula Vieira, Andressa Andreatto.

Projeto Luz: Ciso de Souza
Cenografia: Gigi Barreto - Escritorio de arte
Figurino: Thanara Schonardie
Preparação Corporal: Guilherme Elias
Coreografia a Pequena Sereia: Kátia Barros
Preparação vocal: Amélia Gumes
Comunicação visual: Open Mind
Assessoria de imprensa: Morente Forte
Fotografia: Marcos Mesquita
Direção de produção: Michelle Mathias - M2 produtores
Produção: Ana Saab
Realização: APS Produções
Patrocínio: 3M do Brasil e Eurofarma