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sexta-feira, 25 de março de 2011

Comédia Neny Hotel Inn no Teatro Ruth Escobar marca dez anos de carreira de Hermano Leitão.

Dia 1º de abril, sexta feira, às 21h30, reestreia a peça Neny Hotel Inn no Teatro Ruth Escobar em comemoração aos dez anos de carreira do paraibano Hermano Leitão que assina o texto, a direção e atua no espetáculo. Sua estética artística já consolidada revela uma personalidade teatral rica em referencias de linguagem e crônica social. A temporada vai até 26 de junho. Os ingressos custam R$ 40,00.


No elenco: Alexandre Vargas, Hermano Leitão, Roger Rodrigues Luana Martins, Neiva Maria, Claudiane Carvalho, Franklin Medeiros, Miguel Ruiz e Adam Schwegler.


Essa comédia 5 estrelas coloca dez atores em cena para vivenciar com bom humor as situações hilariantes que envolvem os vários personagens (um político, um traficante, os amantes e outros).


Sinopse: Em um hotel inaugurado em Fortaleza, a recepcionista e amante do deputado Renan é assediada pelo auditor da CNN, que faz vistoria no local em meio a tráfico de drogas e correio de dólares nas malas.

A estréia foi no teatro Centro da Terra, seguiu para o Teatro Bibi Ferreira e chega agora ao Teatro Ruth Escobar.

Um olhar menos atento aos personagens que desfilam em Neny Hotel Inn pode dar a impressão de que são meras caricaturas, mas quem assiste ao espetáculo percebe o lado psicológico utilizado para definir o caráter de cada um. Hermano Leitão aplica os conceitos de “Os Nove Tipos de Personalidade do Eneagrama”, de Claudio Naranjo, que reverbera os arquétipos consagrados por Carl Jung, para adequar personagens e personalidades. O objetivo dessa adequação é realizar a empatia deles com a existência do inconsciente coletivo, que não depende de experiências individuais, mas das experiências reais, ainda que encenadas de forma ficcional, para expressar-se.

Outra ferramenta recorrente desses dez anos de realização teatral é o confronto entre o conteúdo surreal das situações encenadas com o cenário naturalista. De um lado, a crônica social é apresentada a partir de fatos inusitados ocorridos na vida econômica, política e social. Do outro lado, a contextualização desses fatos desloca-se para um ambiente de verossimilhança incontestável. Hermano Leitão afirma que é uma brincadeira de reinventar o teatro do absurdo por meio da confrontação entre a realidade e o simbólico. Ao colocar o personagem Renan do Rego Grande com um chapéu de couro e sandálias franciscanas faz referência - ainda que não se preocupe com a exata percepção do público -, com a polêmica do Deputado Federal que foi ameaçado de sofrer um processo de decoro parlamentar por insistir em usar um chapéu no plenário da Câmara Federal. Há também a situação cômica da personagem Valsinete Bezerra Manha, uma traficante que veio da África – inclusive com um penteado de tribo nigeriana -, que, ao ser questionada se teria reserva para se hospedar, manda fazê-la imediatamente, ao invés de pedir para fazer o check in.

Hermano Leitão é ator, autor, diretor teatral e advogado. Nascido em Patos de Espinhara, interior do Estado da Paraíba, escreveu as ficções Lula da Silva, Pragmático ou Desnudo? e Tratado Sobre a Burrice ao Alcance de Todos, traduzido para o francês como Essai Sur La Bêtise à la Portée de l´Homme. É autor das peças O Acidente da Perua, As Mulheres de Cássia, O Homem Que Fala com a..., Almas Perfumadas (encenada no Tablado, Rio de Janeiro), Os Transketeiros (co-autoria com Thiago Gomes), Almas Suspeitosas (co-autoria com Edson Navarro), Holly Wood Actors (co-autoria com Gabriel Monteiro), Spray do Amor, Cavalheiros de Shakespeare, Os Três Venenos e Neny Hotel Inn. Hermano escreveu também a telecomédia (sitcom) Almas Suspeitosas (em vinte capítulos para televisão) e assinou, entre 2000 e 2009, a direção dos seguintes espetáculos: O Acidente da Perua; As Mulheres de Cássia; Insanos e Verdadeiros; O Homem que Fala com a...; Mostra Criando Condições de Comédias; Cavalheiros de Shakespeare; Holly Wood Actors; Spray do Amor; Almas Suspeitosas; Van Gogh ou Meu Caro; Querido Irmão Theo; Sitcom Almas; e leitura dramatizada de O Canto da Cotovia (de Jean Anouhil).



Serviço:
Neny Hotel Inn
Texto e Direção: Hermano Leitão.
Elenco: Alexandre Vargas, Roger Rodrigues, Hermano Leitão, Luana Martins, Neiva Maria, Claudiane Carvalho, Franklin Medeiros, Adam Schwegler, Miguel Ruiz.
Cenário, figurino e iluminação: Hermano Leitão
Comédia: Num hotel inaugurado em Fortaleza, a recepcionista e amante do deputado Renan é assediada pelo auditor da CNN, que faz vistoria no local em meio a tráfico de drogas e correio de dólares nas malas.
Duração: 70 min.

Reestreia em 01/04/2011. Até 26/06/2011.

Teatro Ruth Escobar, sala Dina Sfat
390 lugares.
Rua dos Ingleses, 209, Bela Vista.
Telefone: (11) 3289-2358 .
Sexta-feira às 21:30h, sábado às 21:00h, domingo às 19:30h.
Ingresso: R$40,00 e meia-entrada.
Aceita cartão de crédito/débito e cheque.
Tem ar condicionado.
Vende ingresso pelo telefone.
Tem acesso para deficiente.

Estacionamento. vendas www.ingresso.com – 4003-2330

Mais informações com a assessoria de imprensa, a Bemelmans Comunicações, Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br









Musical 'Divas' em Mongaguá - Teatro Raul Cortez

foto de DennisPhillipps
Espetáculo, que fez temporada de sucesso no Tteatro Augusta, em São Paulo, homenageia as estrelas Marilyn Monroe, Liza Minelli, Cyd Charisse, Leslie Caron e Ginger Rogers.

O mágico e eterno encantamento provocado pelas estrelas do cinema foi o quê inspirou Dinah Perry a montar Divas, espetáculo de teatro musical que será apresentado dia 9 de abril, sábado, no Teatro Raul Cortez, às 21h.

Dinah assina concepção e direção da montagem que mescla textos originais de Renato Possidônio, coreografias criadas e interpretadas pela própria atriz e bailarina e direção musical do maestro Edmundo Villani-Côrtes. O espetáculo conta ainda com participação de quatro bailarinos/atores que contracenam e dançam com Dina Perry: Felipe Rodrigues, Lurian Reis, Renato Possidônio e William Mazzar.


Divas é uma montagem que tem como referência o glamour das estrelas dos anos 30, 40 e 50 do século XX, que marcaram época pelo talento, versatilidade e charme. Dinah faz uma releitura desses “anos dourados” dos musicais de Hollywood, simbolizados pelas divas Marilyn Monroe, Liza Minelli, Cyd Charisse, Leslie Caron e Ginger Rogers, mulheres que usaram o corpo como uma forma de expressão.

As cenas e coreografias são inspiradas nas fitas originais do cinema e nas características que imortalizaram as estrelas homenageadas. As referências são explicitas em Divas, mas o espetáculo é uma adaptação das películas originais, feita por Dinah Perry. Inclusive a trilha sonora segue a mesma linha: são temas originais, criados por Villani-Côrtes, que trazem apenas referências das trilhas dos filmes. O cenário reconstitui um cabaré, proporcionando o clima apropriado à encenação intimista e densa. A música ao vivo, executada pela pianista Deise Trebitz, é outro artifício usado pela atriz e bailarina para promover interação entre as cenas e maior intimidade entre espetáculo e espectador.







As personagens vividas por Dinah são instrumentos para elucidar e explorar o universo feminino mergulhando em temas como paixão, sensualidade, melancolia e amor, traduzidos em diferentes situações vividas pelas “divas”. Ela quer mostrar de forma poética a força da mulher; uma mulher que deixa sua marca na história da sociedade por meio do comportamento e das posturas sociais e artísticas.

O espetáculo une teatro e dança com a linguagem artística particular de Dinah Perry. Ela selecionou algumas cenas marcantes de musicais, estrelados pelas atrizes em questão, e as traduziu para o palco explorando os simbolismos das expressões femininas universais, contrapondo a realidade e o sonho, características antagônicas comuns ao universo da mulher. A realidade aparece nos textos autorais lúdicos, abrindo cada cena teatral; já o sonho da mulher se revela em forma de idealismo e fantasia, quando Dinah incorpora Merilyn, Liza, Cyd, Leslie ou Ginger e o corpo dançante se revela como expressão máxima da alma feminina.

Ficha técnica
Musical: Divas
Concepção, direção e coreografia: Dinah Perry
Elenco: Dinah Perry e bailarinos/atores (Felipe Rodrigues, Lurian Reis, Renato Possidônio e William Mazzar).
Textos: Renato Possidônio
Música (composição e adaptação): Edmundo Villani-Côrtes
Piano: Deise Trebitz
Preparação vocal: Efigênia Côrtes
Preparação corporal: Fernando Machado

Ficha técnica
Única Apresentação: Dia 9 de abril – sábado, às 21 horas
Local: Teatro Raul Cortez - www.mongagua.sp.gov.br
Av. São Paulo, 3465 – Vera Cruz – Mongaguá/SP – Tel: (13) 3507-5477
Ingresso: R$ 30,00 (meia: R$ 15,00) - Bilheteria: a partir das 14h no dia da apresentação – Não aceita cheque nem cartões - Duração – 60 minutos – Gênero: Teatro musical
Classificação etária: 12 anos – Capacidade: 300 lugares - Ar condicionado.



Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA
Tel (11) 3079-4915 / 9373-0181- eliane@verbena.com.br







Conversa e exposição com Miriam Posta em Chapecó -SC

Show de Irlana Maia

terça-feira, 22 de março de 2011

SESC SP APRESENTA LANNA RODRIGUES AO VIVO em Presidente Prudente

SÁBADO 26/03 - Sesc Thermas Presidente Prudente às 16:00 hs

Rua: Alberto Peters, 111 - Presidente Prudente - SP
Informações e reservas : 18-3226-0400



Peça infantil circense de Ricardo Homuth estreia no Teatro União Cultural, dia 2 de abril


Nestlé Faz Bem apresenta Novinha em Folha
foto de DouglasMatsunaga
O espetáculo infantil Novinha em Folha é uma adaptação que o diretor Ricardo Homuth fez do poema Uma Folha Novinha em Folha, de sua própria autoria, que estreia dia 2 de abril, sábado, no Teatro União Cultural, às 16 horas. A peça mistura a linguagem teatral com técnicas do “novo circo” para narrar as aventuras de uma folha de papel, revelando, de forma lúdica e simbólica, suas infinitas possibilidades, desde desenhos e letras até dobraduras e reciclagem.

Interpretada por duas atrizes circenses (Natália Presser e Gabriela Bernardo, que dividem o papel para dar mais agilidade e ritmo às cenas), A Folha esbanja bom humor e mostra incríveis habilidades, traduzidas em números de malabarismo, contorcionismo e acrobacias em tecido, lira, corda indiana e solo, além da inédita cadeira acrobática. A encenação tem ainda um número de “teatro negro”, uma técnica rara e fascinante.

No enredo, A Folha, trazida pelo vento, cai em cima da mesa de desenhar de Lola (Isadora Ferrite) e Batata (Carlos Baldim). Um só sabe escrever e o outro, desenhar. Começa então a saga da folhinha de papel com os traços e as letras. A Folha também viaja para a China dentro de uma carta, vira barquinho de papel e não sente medo da água, pois sabe que a reciclagem pode lhe dar outra oportunidade de ser sempre um papel novo.
“Novinha em Folha ressalta importância da linguagem escrita e do desenho numa época em que a tecnologia tende a dominar também o universo infantil. É importante preservar essa lúdica relação da criança da era da informática com o lápis, o papel e as cores das tintas”. Argumenta o diretor e autor Ricardo Homuth.

A produção de Novinha em Folha reúne uma equipe de profissionais de primeira linha. Além do autor/diretor e dos atores já citados, a trilha sonora, que pontua as cenas e dá ritmo à narrativa, é criação do maestro Zezo de Almeida especialmente para a montagem. A iluminação leva a assinatura de Marcos Franja, reconhecido por seu trabalho junto ao Instituto Cultural Tomie Ohtake e em espetáculos musicais nacionais e internacionais. Os números circenses foram preparados e supervisionados por Paulo Vasconcelos (ex-integrante do Acrobático Fratelli e Ornitorrinco) e Guto Vasconcelos (ator do Cirque du Soleil, fundador o Acrobático Fratelli e ex-integrante do Ornitorrinco). Rosa Berger - uma das fundadoras do grupo Notech Design que inovou ao criar produtos com materiais simples, sem tecnologia – é a responsável pelo cenário e figurino da peça e a Diorama cuida da direção de produção.

O cenário tem como base uma grande estrutura inflável que ora funciona como tela de projeção ora como cliclorama, onde a iluminação possibilita a ambientação mágica de cada cena. No chão nada de palco natural: um emborrachado (EVA) forma, por meio dos efeitos de luz, desenhos e figuras variadas como cidade, praia e brinquedos. Rosa Berger também utiliza estruturas metálicas para os números circenses.

Ficha técnica
Espetáculo circense: Novinha em Folha
Texto: Ricardo Homuth
Direção: Ricardo Homuth
Elenco: Natália Presser e Gabriela Bernardo (A Folha), Isadora Ferrite (Lola), Carlos Baldim (Batata)
Assistência de direção e preparação de clowns: Cida Almeida
Cenografia e figurino: Rosa Berger
Iluminação: Marcos Franja
Coordenação circense: Guto Vasconcelos & Paulo Vasconcelos
Trilha sonora original: Zezo de Almeida
Produção executiva: Notábile Filmes
Direção de produção: Diorama Produções & Eventos
Programação visual: Anna Voros
Site: www.novinhaemfolha.com.br
Patrocínio: Nestlé Faz Bem


Serviço
Estréia dia 2 de abril – sábado – às 16 horas

Local: Teatro União Cultural
Rua Mario Amaral, 209 - Paraíso/SP - Tel: (11) 2148-2905
Temporada: 2 de abril a 3 de julho – sábados e domingos – às 16 horas
Duração: 55 minutos – Indicação de idade: 3 anos – Capacidade: 385 lugares
Ingressos: R$ 30,00 (meia: R$ 15,00) - Aceita todos os cartões e dinheiro
Bilheteria: 2ª a 4ª (9h às 19h), 5ª e 6ª (9h às 21h), sáb. (13h às 21h30) e dom. (13h às 21h)
Ingressos antecipados: www.ingresso.com.br (tel: 4003-2330)
Ar condicionado - Acesso universal – Estacionamento: R$ 15,00 (Uparking, R. Teixeira da Silva, 549).

Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br



PROMOÇÃO: Livro A Mulher Brasileira nos espaços público e privado

No início de 2000, a Fundação Perseu Abramo realizou pesquisa nacional, até então inédita, sobre o papel e as condições femininas na sociedade brasileira nas últimas décadas. Coordenada pelo Núcleo de Opinião Pública da fundação o levantamento contou com a participação de 200 pesquisadoras, que entrevistaram 2,5 mil mulheres acima de 14 anos. O projeto resultou também, no livro “A Mulher Brasileira nos Espaços Públicos e Privados”, lançado em 2004.


Organizado por Gustavo Venturi, Marisol Recamán e Suely de Oliveira, a publicação registra temas variados, como as expectativas pessoais e políticas, as relações com o trabalho remunerado e com o trabalho doméstico, os hábitos de lazer; de contracepção, aborto, sexualidade e a violência contra a mulher.


Passados dez anos, entre a primeira pesquisa e a recém-divulgada pela Fundação Perseu Abramo, feita em parceria com o SESC, a Editora anuncia para este ano, a publicação de novo título. Desta vez - além dos dados na íntegra da pesquisa recente – o foco recai sobre as conquistas, avanços e ausências, pautados, sobretudo, por uma discussão no âmbito das transformações sociais, na revisão dos papéis femininos, e os novos desafios na inserção e valorização da mulher.

PROMOÇÃO:
A resposta mais original será contemplada com exemplar de "A MULHER BRASILEIRA nos Espaços Público e Privado".
 
RESPONDA:
Para você qual é o tópico mais importante ou urgente à ser tratado no Brasil em favor a mulher dentre estes a seguir? E por que?  expectativas pessoais e políticas,  relações com o trabalho remunerado e com o trabalho doméstico, hábitos de lazer; contracepção, aborto, sexualidade e a violência contra a mulher.
 
Mande sua resposta com seu email de contato no " CAMPO" Comentário.
Aguardamos sua participação até 26 de março de 2011.
 
Esta Promoção é uma parceria com BAOBÁ Comunicação e Editora Fundação Perseu Abramo.