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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Show - Percussionista Dalua e sua banda Ladodalua recebem rapper Happin Hood no palco do Bourbon Street

Happin Hood dá canja dia 2 no show do percussionista Dalua no Bourbon Street

Seguindo com o Projeto Gafieira Street, o percussionista Dalua e sua banda Ladodalua contam com o auxílio luxuoso do rapper Happin Hood no palco do Bourbon Street dia 2 de setembro, quinta-feira, às 22 horas.


Com um pé forte no hip hop, Rappin Hood é conhecido de Dalua há tempos. “Sempre esbarrava com ele pelo Ipiranga ou Santo André, mas é a primeira vez que pisamos juntos no palco”, declara o percussionista. A noite promove uma mistura dançante ao som da capoeira, base do show da banda Ladodalua, com as batidas marcantes do hip hop. O rapper promete cantar músicas dos seus discos como Sou Negrão e Suburbano.



A banda Ladodalua vem com formação musical vitaminada – Dalua (percussão e voz), Elder Costa (guitarra e voz), Emilio Martins (percussão), Marcelo Resende (cavaquinho e voz), Edy Trombone (trombone, bombardino e percussão) e Dr Otávio (contrabaixos acústico e elétrico).

Como resultado da integração entre o percussionista, a banda e o convidado, cria-se no palco um mosaico contemporâneo das mais diferentes vertentes musicais. O caldeirão sonoro vem embalado pelo rico set percussivo de Dalua (trio de surdos de 16, 20, 22 polegadas, trio de congas, berimbau, pandeiros, derbak, timbau etc), a voz principal da banda e de onde ele tira toda a técnica e a musicalidade do show. "Tudo é criado e concebido a partir da percussão", completa o músico.

O Ladodalua é uma banda basicamente intérprete, com algumas músicas autorais, como Onde tem tambor, de Elder Costa; Saudade das Minas, composição de todos os integrantes, e O Laço, de Marcelo Resende. No mix sonoro, a combinação oferece, no mesmo liquidificador, raiz e modernidade, passado e presente.

O ataque começa com O Som de Preto (Lucas Santana/Amilcka/Chocolate), Baião (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira), Alô, Alô Marciano (Rita Lee/Roberto de Carvalho), Todo Dia era Dia de Índio (Jorge Benjor), Berimbau (Baden Powel/Vinicius de Morais) e Summertime (Guershwin), entre outras.

Foi a capoeira, que Dalua pratica desde os 6 anos (hoje é Mestre), a responsável pelo seu encontro com a percussão, porta de entrada para a carreira musical. Assim, no show Capoeira Street ele faz as duas coisas de que mais gosta profissionalmente, além de dar suas pernadas no palco. "A capoeira é a base, trata-se de um show de música brasileira, com influências de tudo que ouvi e vi no mundo, e a capoeira está ali".

O projeto Capoeira Street começou em agosto com a participação de Jair Rodrigues. Na semana seguinte foi a vez da atriz e cantora Marisa Orth. O projeto encerra no dia 9 de setembro com as participações de Leo Maia e Mestre Maurão. Será o encontro do samba soul e da gafieira (presentes no trabalho de Leo Maia) com o samba de roda, que sempre se manifesta no final das festividades. Na primeira parte do show, a banda recebe Leo Maia, que canta I Go I Go (Leo Maia/ Cássio Calazans) e Revanche (Hyldon/Jorge Ailton). Na segunda, Mestre Maurão puxa o mais autêntico samba de roda, um samba de "umbigada", de raiz, com pergunta e resposta.


SOBRE Dalua
Dalua não veio de família de músicos. Paulista de Santo André, já foi office boy, auxiliar de escritório, manobrista, motorista e segurança. Comecou tocando samba com 15 anos e hoje é um dos bambas da percussão brasileira. Em casa ouvia de tudo um pouco - Roberto Carlos, Bezerra da Silva, Elton John, Sidney Magal, Luiz Gonzaga, Elis Regina, Jair Rodrigues. De quebra, pegava carona de ouvido nas coisas que o irmão Anderson comprava - os discos do AC/DC, Iron Maiden, Sex Pistols, Beatles.

O percussionista levou a influência da a capoeira e do samba de roda para o trabalho de muitos artistas. Durante mais de 10 anos, acompanhou Lenine, Ana Carolina, Maria Rita, Jair Rodrigues, Luciana Mello, Arnaldo Antunes, entre outros. Agora o Ladodalua e o projeto do show Capoeira Street são parte do seu primeiro trabalho independente.


SOBRE Ladodalua
Formada no ABC a banda Ladodalua é fruto de um projeto delineado pelo percussionista Dalua, com a intenção de fazer música genuinamente brasileira com diferentes sonoridades. Ao longo de mais de dez anos integrando as bandas de artistas consagrados ou da nova geração da MPB Dalua se destacou por sua originalidade e performance cheia de brilho e criatividade, que faz dele um dos grandes representantes da percussão do Brasil. Características que agora agrega ao Ladodalua. O primeiro trabalho da banda, Capoeira Street, mostra-se um reflexo da trajetória de Dalua, que também assina a direção geral. A banda promove uma simbiose de influências trazidas da capoeira e outros ritmos, que produzem elementos sonoros das mais variadas origens.


Para roteiro
Show Ladodalua – Capoeira Street. Dia 2 de setembro, quinta-feira, às 22 horas, no Bourbon Street Music Club com participação de Rappin Hood. Dia 9/9 com Leo Maia e Mestre Maurão. Duração – 90 minutos. Censura -18 anos.

Bourbon Street Music Club - Rua dos Chanés, 127. Moema. Telefone - 5095-6100. Capacidade - 450 pessoas. Couvert - R$ 40,00. Horário – a casa abre às 21 horas. Reservas pelo telefone 11 5095-6100 em horário comercial. Importante: clientes Porto Seguro tem 50% de desconto no couvert. www.bourbonstreet.com.br

Espetáculo "Quem tem medo de Curupira?"

Exposição de SARRO - Club Transâtlantico



Club Transatlântico

Tel: +55 11 2133 8606
Fax: +55 11 2133 8697
Rua José Guerra, 130 São Paulo / SP

Infantil - "Baú deHistórias" no Centro da Terra

Público vira majestade para ouvir as histórias da Cia. Ópera na Mala

O espetáculo reúne algumas histórias contadas no programa Baú de Histórias, criado e interpretado por Sergio Serrano e Cris Miguel, exibido pela Rede Cultura e TV Ra Tim Bum.

A Companhia Ópera na Mala reestreia, dia 4 de setembro (sábado às 16 horas), o espetáculo Baú de Histórias no Teatro do Centro da Terra. Utilizando bonecos de várias técnicas, teatro de sombras e execução de música ao vivo, a dupla de contadores reinventa histórias clássicas e contos de tradição oral de forma dinâmica e bem humorada.

No enredo de Baú de Histórias um Rei oferece um prêmio para quem lhe contar a história mais longa. Vários voluntários se apresentam: O Contador de Histórias, a Princesa e o Lelo do Castelo, Senhor Andino, Professor Nicolau Nicolaievski, entre outros, narram incríveis histórias que abordam a cultura de várias partes do mundo.

Originários também de várias partes do mundo são os instrumentos utilizados pelos atores-contadores para a execução das músicas. Em cena também os típicos acordeon, balalaica, charango, gaita de fole e outros. Este precioso trabalho musical rendeu ao espetáculo o Prêmio FEMSA 2008 por melhor trilha sonora.

Um desfile de várias histórias encanta Sua Majestade, o público. Deste mágico baú vão saindo histórias como Baba Yaga (tradição russa), O Tatu Quer Cantar (tradição boliviana), A Gaita Milagrosa (tradição portuguesa) e O Rei Com Orelhas de Burro, A História Mais Longa do Mundo e Pedro Malasartes, Pintor de Grande Talento (estas três da tradição brasileira), desfilam diante de sua majestade, o público. Nesta temporada No Teatro do Centro da Terra uma novidade: a cada dia novas histórias e novos candidatos se apresentarão ao Rei.
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Espetáculo infantil: Baú de Histórias
Criação, interpretação e direção: Cris Miguel e Sergio Serrano
Cenário e bonecos: Sergio Serrano
Figurinos: Cris Miguel
Trilha Sonora: Cris Miguel e Sergio Serrano
Técnicos de som e luz: Alice Nogueira e André Lima
Produção e realização: Cia. Ópera na Mala



Teatro do Centro da Terra - http://www.centrodaterra.com.br
Rua Piracuama, 19 ˆ Sumaré/SP ˆ Tel: (11) 3675-1595
Temporada: 4 a 26 de setembro ˆ sábados e domingos (16 horas)
Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia) - Bilheteria: 2h antes das sessões.
Classificação etária: 4 anos Duração: 60 min - Capacidade: 100 lugares
Acesso universal. Serviço de bar e café. Aceita cheque e dinheiro. Não aceita cartões. Estacionamento grátis (vagas limitadas).
Ingressos antecipados: http://www.ingressorapido.com.br (tel.: 4003-1212)
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Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181  verbena@verbena.com.br

Show do QUINTA na quinta - Vermont Itaim

Vermont Itaim
Rua Pedroso Alvarenga, 1192 - Itaim Bibi -SP
http://www.vermontitaim.com.br/


www.marceloquintanilha.com.br

myspace.com/marceloquintanilha

YUSA NO BRASIL

A NOVA MÚSICA CUBANA

Para a cantora, compositora e multi-instrumentista cubana Yusa, sua música absorve a poesia de quem vive em uma Havana que vem mudando muito musicalmente. Com suas novidades musicais, Yusa acabou se tornando uma das grandes figuras do panorama sonoro atual, tanto na América Latina como nos EUA e Europa.

Com sua energia contagiante, ela faz de suas apresentações ao vivo experiências únicas, abrindo seu coração e deixando que seu violão, seu baixo e sua voz atinjam o público com força máxima. Sua música é uma mistura de rock, jazz, ritmos brasileiros e, obviamente, dos ritmos de sua terra natal, Cuba, como o son, a rumba, a trova ou mesmo o fílin. Suas influências musicais são o funk, o jazz, o rap e o soul, com conexões ancoradas na herança Africana e Caribenha. “A cena musical cubana é pouco conhecida no exterior, a informação que chega é sempre incompleta, como se Cuba fosse completamente antiquada. Trata-se de um país jovem, com uma cultura riquíssima, fruto de um caldeirão de influências, a riqueza é essa: a diversidade da música cubana”, diz Yusa.

HAIKU

O último disco de Yusa, Haiku, foi lançado em 2008 na Europa e nos Estados Unidos e em 2009 na América Latina. Haiku revela essa diversidade cultural em dois elementos essenciais na música de Yusa: a cidade de Havana e o Mar. Esse ambiente sonoro foi encorajado pelo produtor do disco, o brasileiro Alê Siqueira, que produziu discos de Marisa Monte, Bebel Gilberto, Omara Portuondo e outros grandes nomes da música.
Desde que se graduou em música tradicional Cubana, Yusa vem experimentando com diversos instrumentos. Ficou bastante conhecida com seu baixo elétrico ao participar da turnê In Cité do brasileiro Lenine e ao participar do encerramento dos Jogos Pan-americanos no Rio. Ultimamente voltou a se dedicar ao Trés, típico violão cubano e isso se vê no álbum Haiku. Mas Yusa diz que seu instrumento realmente inseparável é o violão.

SERVIÇO:
25/08/2010 - SESC Bauru

21hs - Grátis
Av. Aureliano Cardia, 6-71
Bauru - SP

26/08/2010 - Centro Cultural Rio Verde
22h00 - R$ 15
Rua Belmiro Braga, 119 - Vila Madalena
São Paulo - SP

27/08/2010 - Memorial da América Latina
21h00 - R$ 15,00
Série Conexão Latina: Yusa & Tulipa Ruiz
Auditório Simón Bolívar
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda
São Paulo SP

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Zizi Possi lança o DVD ‘Cantos e Contos’, em São Paulo

A cantora Zizi Posse sobe ao palco do Tom Jazz nos dias 20 e 21 de agosto, já estreiou no dia 19/08,  para lançar as duas edições do seu DVD ‘Cantos & Contos’, resultado de uma série de 12 shows gravados no mesmo palco. Junto do seu quarteto de músicos, Zizi Possi e banda apresentam canções inéditas e músicas de diversas épocas da carreira da cantora.


Ambos os DVDs reúnem 36 apresentações, das quais foram selecionadas uma série de 12 shows comemorativos aos 30 anos da carreira de Zizi Possi. Os registros contam com grandes nomes que subiram ao palco, ao lado da cantora, como Edu Lobo, Alcione, Ivan Lins, João Bosco, Eduardo Dussek, Alceu Valença, Ana Carolina, Luiza Possi, Roberto Menescal e Toninho Ferragutti.


Já a parte de Contos dos dois DVDs, mostra as visões do diretor Jose Possi Neto e da cantora, roteirizados por Monica Almeida, com momentos de descontração, contos e brincadeiras, além de um grande apanhado de informações e histórias da música popular brasileira.


Tom Jazz, dias 20 e 21 de agosto, às 22h
Avenida Angélica, 2.331 – Higienópolis
Informações (11) 3255-0084
http://www.tomjazz.com.br/
Ingressos custam entre R$ 100 e R$ 120

OBS: Nunca em nenhum post deste meu blog, exceto os posts de homenagens, eu dou minha opinião no conteudo da publicação, no entanto,  para o show de Zizi Possi, é impossivel não registrar meu comentario e admiração pela interprete e pelo repertório.
Estive no lançamento no Tom Jazz dia 19 e definitivamente me emocionei do começo ao fim com todo o trabalho de um belo show. Vivendo e aprendendo cada dia mais!
Claro que indico, assino embaixo e parabenizo todos da produção, banda, direção de ZIZI POSSI!

Zizi, a  mulher que o tempo passa e ela cada dia mais atemporal, assim  como a música.
 Palavras dela em show: -"Graças a Deus a música não tem tempo" e então ela canta: "Sentado à Beira do Caminho" de Roberto Carlos e Erasmo Carlos.
Depois desta bela interpretação, arranjo, ela resolve me explodir de emoções cantando " Córsario" de João Bosco e Aldir Blanc.
Um show SIMPLES E PERFEITO!