Estréia em Itajaí
Cia Mútua apresenta nos dias 27 e 28 de agosto, as 15h e as 20h no Salão de Eventos do Itajaí Shopping, o espetáculo teatral “UM PRÍNCIPE CHAMADO EXUPÉRY”.
O espetáculo conta a história de Exupéry, um jovem e destemido aviador. Ele e seus amigos, juntos formam “os cavaleiros do céu”, enfrentam o mar, o céu e o ar; a noite, o deserto, as montanhas e as tempestades para cumprir seu ofício: transportar o correio aéreo. Essa vida de perigo, mistério e aventura, inspira Exupéry a começar a escrever sua obra.
Espetáculo de teatro de animação inspirado na vida do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, entre 1926 e 1944, antes de ter-se tornado conhecido mundialmente por seu romance “O Pequeno Príncipe”, trabalhou para a Companhia de Correio Aéreo Aéropostale. E numa época em que os aviões eram quase de papel, entregava cartas em escalas de vôos diários, que se estendiam pela Europa, África e América do Sul. Uma de suas escalas era na praia do Campeche, em Florianópolis, local onde ele ficou eternizado como "Zéperri".
Pesquisa, produção e realização: Cia Mútua, que desde 2002 pesquisa o teatro de formas animadas com o objetivo de disseminar a arte através de uma poética teatral mergulhada no lirismo e na simplicidade. Sua linha de atuação abrange também a narrativa cênica, a pantomima e o clown. Com seus espetáculos foi contemplada com prêmios nacionais, participando de diversos festivais nacionais e internacionais, além de projetos de circulação e/ou ocupação de espaços, como os do SESC e da CAIXA Cultural. Já apresentou-se na França, Chile, Argentina e no Brasil nos estados do RS, PR, SC, SP, RJ, DF, BA e MS.
Dias: 27 e 28 de agosto de 2010.
Horário: 15h e 20h
Local: Salão de Eventos do Itajaí Shopping - Centro - Itajaí/SC
Ingressos a venda na Colcci, Itajaí Shopping - R$ 10,00
Mais informações:
Cia Mútua
Fone fax: (47) 9983-6678
E-mail: ciamutua@gmail.com
Ficha Técnica
Roteiro/Dramaturgia: Mônica Longo, Guilherme Peixoto e Willian Sieverdt
Elenco: Mônica Longo e Guilherme Peixoto
Direção: Willian Sieverdt
Cenografia: Jaime Pinheiro
Mecanismos de Bonecos e Cenários: Paulo Nazareno
Sonoplastia e Trilha Sonora Original: Guilhermo Santiago e Paulo Zanni
Engenharia de Iluminação: Giba de Oliveira
Desenhos: Marcos Leal
Figurinos: Lenita Novaes
Escultura dos Bonecos: Mônica Longo
Confecção dos Bonecos: Mônica Longo e Guilherme Peixoto
Marcenaria: Edson Wessler
Operação de Luz: Lilian Barbon
Operação de Som: Eduardo Costa
Designer Gráfico: Leandro De Maman
Pintura de Estrutura Cênica: Luis Melo
Pintura de Bonecos: Luis Carlos Vigarani
Pintura de Cenários: Guilherme Peixoto e Mônica Longo
Costureira: Eunice Alves Cardoso
Preparação de Atores: Ângela Finardi
Consultoria de Pesquisa: Mônica Cristina Corrêa
Pesquisa, Produção e Realização: Cia Mútua
A Companhia
A Cia Mútua foi fundada em 1993 e está atualmente estabelecida na cidade de Itajaí-SC.
Desde 2002 pesquisa o teatro de formas animadas com o objetivo de disseminar a arte através de uma poética teatral mergulhada no lirismo e na simplicidade. Sua linha de atuação abrange também a narrativa cênica, a pantomima e o clown.
Com seus espetáculos foi contemplada com prêmios nacionais, participando de diversos festivais nacionais e internacionais, além de projetos de circulação e/ou ocupação de espaços, como os do SESC e da CAIXA Cultural. Já apresentou-se na França, Chile, Argentina e no Brasil nos estados de RS, PR, SC, SP, RJ, DF, BA e MS.
Possui em seu repertório os espetáculos: A Caixa (2004), Teatro Lambe-Lambe (2004), Felizes para Sempre (2005), Flashes da Vida (2007), Missiva e Miragem (2009).
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Aniversário da Cidade - 457 anos - Grandes atrações

INFORMAÇÕES: SECRETARIA DE CULTURA - Rua Bauru, 21 -
Baeta Neves Fone: 4336-8209
Visite o site: http://www.saobernardo.sp.gov.br Acompanhe pelo Twitter: http://twitter.com/cultura_sbc
IDENTIDADE E DIVERSIDADE NA ARTE CONTEMPORÂNEA DA BAHIA E ANGOLA
Individual do artista Kiluanji Kia Henda, selecionado para a 29ª Bienal de SP, é aberta junto com coletiva de artistas contemporâneos da Bahia, como Marepe e Caetano Dias.
Alternativas Musicais - MuBE Show dia 19/08 - MuBE
Graça Cunha iniciou sua carreira em 94 como solista no musical Noturno de Oswaldo Montenegro na Oficina dos Menestréis. Influenciada pelo som de João Bosco, Djavan, Tim Maia, Marvin Gaye, Stevie Wonder, entre outros, tem como características marcantes sua incrível versatilidade, espontaneidade e talento.
A cantora tem mais de 2000 trabalhos que foram ao ar (jingles e locuções em tv, rádio e cinema) e também participações nos cds de Rita Lee, Jota Quest, Skank, Paulo Miklos, entre outros. Suas últimas participações foram nos cds de Corciolli (Azul Music), Eletrobossa Nights (Azul Music) e Nereu (Trio Mocotó), também lançados no exterior.
Sua voz também se fez presente no documentário Pelé eterno, no dvd do grupo humorístico Terça Insana e nas trilhas de algumas peças, como por exemplo, UBU de Cacá Rossetti.
No início da carreira cantou em grupos vocais de negro spiritual, em algumas bandas de blues e também na banda performática Quasímodo. Liderou a banda Mo’Jama até dezembro de 2004 e lançaram seu 1º cd em março de 2003 pela YB music/Trama.
Em 2005 retornou ao teatro musical com Romeu e Julieta, o musical brasileiro e Tempo da flor, musical baseado no filme Hair. Desde setembro de 2005 faz parte da banda do programa Altas Horas de Serginho Groisman, que vai ao ar nas madrugadas de sábado na Rede Globo. Em 2007 lançou seu primeiro cd De virada pela Azul Music. Neste show apresenta músicas inéditas e versões de grandes compositores como Tom Jobim, Djavan, João Bosco, Jorge Benjor, etc...
Com este álbum a artista Graça Cunha foi indicada em duas categorias do Grammy Latino como melhor disco de MPB e artista revelação.
Nelson Motta fez uma ótima crítica do cd De Virada no seu programa Sintonia Fina que vai ao ar pela rádio Eldorado FM (www.sintoniafina.com.br/arquivo). Assim, mostra toda sua versatilidade e carisma interpretando músicas que exigem, além de voz, muito coração. Desde o ano passado atua no musical Hair Spray, dirigido por Miguel Falabella e está concluindo a mixagem e masterização do seu segundo CD também com direção musical de Dino Barioni.
www.myspace.com/gracacunha
Exposições "Mãos para Ver" e "Onírico" - Itajaí- SC
Os artistas Márcia Cardeal e Kiko Cervi abrem suas exposições nesta sexta-feira na Galeria Municipal de Artes. Márcia apresenta “Mãos para Ver”, enquanto Kiko expõe suas esculturas em “Onírico”.
A abertura das exposições acontece as 19h30 desta sexta-feira, dia 20, na Galeria Municipal de Artes da Fundação Cultural de Itajaí, na rua Lauro Müller, 53 – Centro de Itajaí. A exposição permanecerá aberta à visitação até o dia 30 de setembro.
A abertura das exposições acontece as 19h30 desta sexta-feira, dia 20, na Galeria Municipal de Artes da Fundação Cultural de Itajaí, na rua Lauro Müller, 53 – Centro de Itajaí. A exposição permanecerá aberta à visitação até o dia 30 de setembro.
Peça Teatral - NOVELO - Reestréia
Texto inédito de Nanna de Castro
Direção de Zé Henrique de Paula
Com
Alexandre Freitas, Fábio Cadôr, Elvis Shelton, Flavio Baiocchi e Flavio Barollo
Depois da temporada bem-sucedida no Teatro Sérgio Cardoso, a peça “Novelo, Homem é tudo Diferente”, reestreia nesta quarta-feira, dia 18, no Teatro Augusta.
Abordar o universo masculino nas artes cênicas é sempre muito instigante. Pensando assim, o grupo composto por cinco atores: Alexandre Freitas, Fábio Cadôr, Elvis Shelton, Flavio Baiocchi e Flavio Barollo resolveram falar desse mundo no teatro. Com o desejo de cumprir a missão, convidaram uma mulher para escrever sobre ele. Assim, nasceu Novelo, montagem contemplada pelo Edital ProAc 2009 da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
“Quando recebi o convite, pensei logo: Não seria melhor um homem para desempenhar essa tarefa? Não teria eu olhos preconceituosos em relação ao mundo masculino? Mas os atores não estavam preocupados com essas questões. Então, resolvi abraçar o desafio e fazer este mergulho no masculino em mim”, conta a autora do texto Nanna de Castro, que se dedicou durante um ano para a realização da empreitada.
Conforme ela, o estilo da narrativa inédita é um desafio também à direção. Os planos de espaço-tempo cruzam-se e os atores saltam entre fatos acontecidos no passado e no presente. “É um exercício de linguagem, um experimento, em que eu uso um pouco do formato do cinema. Honestamente, sei que criei uma provocação, tanto à direção quanto ao elenco e o resultado está maravilhoso”.
A peça aprofunda ao contar a história de cinco irmãos (Maurício, João Pedro, Zeca, Mauro e Cláudio), que se reencontram na sala de espera de um hospital público, após receberem a notícia de que um homem, que pode ser o pai que os abandonou por 20 anos, está internado na UTI.
Este reencontro insólito, depois de tanto tempo, emerge lembranças e sentimentos intensos, desencadeando situações patéticas, questionamentos e discussões. Essas abordagens culminam em resgatar sentimentos dolorosos, envolvendo familiares, os quais muitas vezes apresentam dificuldades para serem tratados com clareza.
Para Zé Henrique (indicado ao Prêmio Shell 2009), o que mais lhe atrai no texto é a possibilidade de fazer um recorte do ‘masculino’. “Cinco homens diferentes, cinco homens possíveis, cinco homens reais. E, por meio deles, tentar entender melhor o imaginário do gênero como um todo”.
Os diálogos são permeados por momentos de humor e poesia, revelando a essência masculina, sua singularidade e complexidades, muitas vezes roteirizadas de forma caricatural, nas artes de forma geral.
É uma peça profunda, comovente e por vezes divertida. Ela apresenta uma visão, envolvendo diversas dimensões do homem contemporâneo, inserindo suas alegrias, conflitos, ambições, coragem, mágoas, medo, frustrações, sonhos e outros estados bastante conhecidos pela humanidade, mesmo sendo de maneira inconsciente.
Além disso, a montagem prima pelo zelo, justificando os seus três anos para a sua concretização. A começar pelo figurino, cuja assinatura leva a marca Mário Queiroz, autor do livro “O Heroi Desmascarado – A imagem do homem na moda” e um dos estilistas, consultor e pesquisador acadêmico mais respeitados da Fashion Week. A locução em off é da atriz Clara Carvalho (Grupo Tapa) e a trilha sonora do espetáculo foi composta originalmente por Fernanda Maia.
Novelo é a segunda peça realizada pela Mamba Produções. O texto está sendo roteirizado por Nanna de Castro e futuramente o filme poderá ser assistido nas telonas em formatos de curta e longametragens. Faz parte das iniciativas da Mamba realizar uma trilogia de linguagens: a peça, o curta e o longa de cada uma de suas produções.
A primeira é “O Pelicano”, de August Strindberg, dirigida por Denise Weinberg, em cartaz no ano passado com o patrocínio da Eletrobrás, a qual voltará aos palcos em outubro de 2010. A peça foi a base para o curtametragem intitulado "O Sangue Pelos Filhos", selecionado para o festival de Estocolmo e está em fase de captação de recursos financeiros para se transformar em um filme de uma hora e meia, em breve. Nos primeiros meses de 2010, a montagem ocupou o ranking das 10 melhores peças de São Paulo, pela Revista Bravo.
SERVIÇO:
Novelo, Homem é Tudo Diferente
Teatro Augusta
Sala Nobre (328 lugares)
Rua Augusta, 943 – Cerqueira César
Telefone: 3151-4141
Bilheteira, de quarta e quinta, das 14h às 21h. Sexta, das 14h às 21h30.
Sábado, das 15h às 21h, e domingo, das 15h às 19h.
Vendas por telefone: 4003-1212 e www.ingressorapido.com.br
Aceita cartão de crédito Mastercard e Dinners Club e débito Redeshop.
Quarta e quinta, às 21h - R$ 30
Duração: 90 minutos
Classificação etária: 12 anos
Gênero: Drama
Acesse também o endereço http://www.onovelo.com.br/
Ficha Técnica
Texto: Nanna de Castro
Direção: Zé Henrique de Paula
Elenco: Alexandre Freitas, Fábio Cadôr, Elvis Shelton, Flavio Baiocchi e Flavio Barollo.
Assistência de direção: Alexandra da Matta
Cenografia e figurinos: Zé Henrique de Paula
Preparação de atores: Inês Aranha
Direção musical: Fernanda Maia
Iluminação: Fran Barros
Produção: Edinho Rodrigues e Marisa Medeiros
Produção geral: Mamba Produções
Realização: Mamba Produções
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Apresentação teatral Sesc Pinheiros "Donka - uma carta a Tchekov"
Produção Teatro Sunil/Suíça e Chechov International Theatre Festival
Co-produção: Théâtre Vidy-Lausanne e Inlevitas Productions
"Eu sou um colecionador de instantes, de detalhes, de pequenas particularidades. Meu teatro é feito de imagens que se sobrepõem, que normalmente não se articulam de modo linear. É um” fazer alusão ao contínuo”, fingir que algumas coisas realmente aconteceram. Eu gosto dos silêncios, das pausas, dos momentos de suspensão. Talvez porque, fundalmentalmente, eu procure há alguns anos os estados de leveza. Eu decidi desocbrir Tchekhov da mesma maneira, procurando as particularidades, os detalhes, procurando os na sua vida, nas páginas de seus escritos e fora delas.
Eu pensei em dar uma forma aos silêncios contidos nas suas anotações e nos seus jornais e criar imagens partindo de suas anotações. Em seguida, eu procurei vidas paralelas à sua nos jardins da minha casa, porque é a única maneira que eu conheço de contar histórias - cavando embaixo das roseiras à procura de um tesouro.
Eu venho de um teatro profundamente impregnado da linguagem dos palhaços, dos malabaristas, do mundo delicado e mágico da acrobacia. É assim que eu vou contar Theckhov, e para realisar este projeto eu me cerquei de cúmplices de sempre, de criadores com os quais eu colaboro há anos, dividindo não somente uma estética e um modo de conceber o teatro, mas também o modo apaixonado de defender nosso mundo imaginário.
Tchekhov gostava de pescar, ele ia pescar para poder pensar e refletir tranquilamente. Alguns peixes se pescam nas profundezas, sem utilizar bóia, mas fixando uma sineta na extremidade da vara. Donka é o nome de uma destas sinetas, um destes instrumentos com os quais Tchekhov se pareparava para a meditação….."
Daniele Finzi Pasca
Co-produção: Théâtre Vidy-Lausanne e Inlevitas Productions
"Eu sou um colecionador de instantes, de detalhes, de pequenas particularidades. Meu teatro é feito de imagens que se sobrepõem, que normalmente não se articulam de modo linear. É um” fazer alusão ao contínuo”, fingir que algumas coisas realmente aconteceram. Eu gosto dos silêncios, das pausas, dos momentos de suspensão. Talvez porque, fundalmentalmente, eu procure há alguns anos os estados de leveza. Eu decidi desocbrir Tchekhov da mesma maneira, procurando as particularidades, os detalhes, procurando os na sua vida, nas páginas de seus escritos e fora delas.
Eu pensei em dar uma forma aos silêncios contidos nas suas anotações e nos seus jornais e criar imagens partindo de suas anotações. Em seguida, eu procurei vidas paralelas à sua nos jardins da minha casa, porque é a única maneira que eu conheço de contar histórias - cavando embaixo das roseiras à procura de um tesouro.
Eu venho de um teatro profundamente impregnado da linguagem dos palhaços, dos malabaristas, do mundo delicado e mágico da acrobacia. É assim que eu vou contar Theckhov, e para realisar este projeto eu me cerquei de cúmplices de sempre, de criadores com os quais eu colaboro há anos, dividindo não somente uma estética e um modo de conceber o teatro, mas também o modo apaixonado de defender nosso mundo imaginário.
Tchekhov gostava de pescar, ele ia pescar para poder pensar e refletir tranquilamente. Alguns peixes se pescam nas profundezas, sem utilizar bóia, mas fixando uma sineta na extremidade da vara. Donka é o nome de uma destas sinetas, um destes instrumentos com os quais Tchekhov se pareparava para a meditação….."
Daniele Finzi Pasca
Ficha Técnica
Donka
Uma carta a Tchekhov
Escrito e dirigido por Daniele Finzi Pasca
Música e orquestração: Maria Bonzanigo
Diretor de criação: Antonio Vergamini
Cenografia e acessórios: Hugo Gargiulo
Colaboradora na criação: Julie Hamelin
Figurinos: Giovanna Buzzi
Concepção de luz e coreografias: Daniele Finzi Pasca
Concepção sonora e coreografias: Maria Bonzanigo
Designer de vídeo: Roberto Vitalini para bashiba.com
Concepção de maquiagem e colaboração nos acessórios: Maria Cristina Barbé Braga
Concepção da Roda Cyr: Daniel Cyr
Com:
Moira Albertalli, Karen Bernal, Helena Bittencourt, Sara Calvanelli, Veronica Melis, David Menes, Beatriz Sayad, Rolando Tarquini.
Pesquisador e assistente de direção: Facundo Ponce de Leon
Assistente à concepção de luz e diretor técnico de turnê: Pierfranco Sofia
Diretora de turnê e de palco: Alona Umanskaya
Rigger: Jens Leclerc
Assistente à concepção sonora e técnico de som de turnê: Fabio Lecce
Assistente de cenografia: Barbara Bedrina
Assistente do diretor de criação: Miriam Mazza
Fotógrafa e artista gráfica: Viviana Cangialosi
Estagiários: Pilar Del Campo, Marzio Picchetti, Sebastiano Pedrazzini
Produção e agenciamento no Brasil: Performas Produções
Direção de produção: Andrea Caruso Saturnino
Co-realização: Teatro Solis (Uruguai - Montevidéu) e FIT – BH (Minas Gerais)
Datas:
14, 15, 17, 18, 19 e 20 de agosto – Teatro Paulo Autran - Sesc Pinheiros – SP
31 de agosto e 1 a 3 de setembro – Teatro Solis – Montevidéu - Paraguai
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