estreia dia 14 de agosto no Teatro Cleyde Yáconis
Escrito e dirigido por Paulo Ribeiro (também diretor de Alladin O Musical e O Poeta e as Andorinhas), o espetáculo infantil CURUMIM DISSE SIM E CURUMINHA DISSE NÃO estreia dia 14 de agosto, sábado, às 16h, no Teatro Cleyde Yáconis. Adaptação da obra Aquele que Diz Sim e Aquele que Diz Não, de Bertolt Brech, a peça promove o encontro do maior dramaturgo alemão do século 20 com a criança brasileira do século 21 por meio de cultura popular brasileira.
A peça acontece dentro de uma floresta, onde existe a aldeia em que vive o pequeno índio Curumim. Certo dia, ele resolve sair em uma aventura na companhia do velho pajé e de um jovem índio à procura de um remédio que cure a misteriosa doença que está se espalhando na pequena aldeia onde vivem. No meio do caminho, o Curumim se perde de seus companheiros, e nessa solitária travessia pela grande floresta encontra seres divinos, guardiões das águas e das matas, como a Cobra-grande, a Mãe d’água e o Curupira. Tudo é transformado em uma divertida saga com desfechos surpreendentes, mas ao dizer "sim" as rígidas leis e costumes de sua tribo, seu destino é severamente determinado. Na segunda parte da história, a pequena índia Curuminha refaz a mesma saga aventureira, mas transforma tudo em sua volta ao dizer "não" a essas leis e costumes antigos.
SERVIÇO:
Texto e direção: Paulo Ribeiro. Elenco: Cibele Troyano, Nábia Villela, André Marçal, Victor Lei e Mariana Siqueira. Cenografia: Paulo Ribeiro e Léo Diniz. Direção musical: Rafael Altro. Figurinos: Léo Diniz. Iluminação: Cizo de Souza. Produção: Ribeiros Produções Culturais. Temporada: de 14/8 a 31/10 - sábados e domingos às 16h. Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: 5 anos.
TEATRO CLEYDE YÁCONIS – Avenida do Café, 277 – Jabaquara. Estação Metrô Conceição Telefone (11) 5070-7018. Capacidade – 288 lugares. Estacionamento – Rua Guatapará, 170 – www.teatrocleydeyaconis.art.br
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Bienal Internacional do Livro -2010 - O VÉU
Luis Eduardo Matta aborda tema “literatura infantil e juvenil” na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A convite da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ), Luis Eduardo Matta participará de um bate-papo sobre literatura infantil e juvenil, na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Ao lado da escritora Ana Cristina Melo, Matta receberá jovens leitores neste no domingo (15/8), a partir das 11 horas, no estande Coletivo da CBL (ruas N 42 e O 43).
Autor da Primavera Editorial, Luis Eduardo Matta – um dos expoentes brasileiros do romance de suspense não policial – é signatário do “Manifesto Silvestre” em favor da literatura brasileira de entretenimento; um alicerce para a defesa da criação de uma literatura acessível, menos elitizada.
São Paulo, 12 de agosto de 2010 – Uma das vozes mais criativas da nova literatura nacional, o escritor carioca Luis Eduardo Matta estará em São Paulo até o dia 20 de agosto para uma série de eventos durante a 21ª Bienal Internacional do Livro. Neste domingo (15/8), a partir das 11 horas, Matta participará de um bate-papo descontraído sobre “literatura infantil e juvenil”, no estande Coletivo da CBL (ruas N 42 e O 43). O encontro com jovens leitores integra a programação da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ) que conta, ainda, com a presença da escritora Ana Cristina Melo. No período da tarde, Luis Eduardo Matta – autor de “Morte no colégio”; “Roubo no paço imperial”; e “O rubi do planalto central” – encontra os fãs da Coleção Vaga-Lume no estande da Editora Ática (ruas J 10 e K 11). A Bienal do Livro de São Paulo acontece de 12 a 22 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209), das 10 horas às 22 horas.
Um dos signatários de um manifesto em defesa da narrativa, do entretenimento e da popularização da literatura – Manifesto do Grupo Silvestre – Luis Eduardo Matta acredita que a leitura é uma atividade extremamente prazerosa, mas os jovens não são estimulados a encará-la dessa forma. “A leitura, a partir da pré-adolescência, é ensinada como uma obrigação chata, maçante, tediosa; não como uma forma de lazer que pode ser tão ou mais estimulante do que um jogo de videogame ou uma ida ao cinema. É preciso que se fortaleça a ideia de que a leitura somente se incorpora aos nossos cotidianos e passa a fazer parte indissociável das nossas vidas quando é vista como uma atividade lúdica, simples, agradável, estimulante”, afirma o autor de livros infantojuvenis e de thrillers como “O véu”, lançado pela Primavera Editorial.
Com a mesma versatilidade com a qual transita no universo infantojuvenil, Luis Eduardo Matta é um dos expoentes brasileiros do romance de suspense não policial. Em “O véu”, os bastidores do rico mercado de arte se cruzam com as sórdidas entranhas da turbulenta política do Irã. Do Rio de Janeiro a Teerã, passando por Genebra, “O véu” possui uma narrativa eletrizante, na qual o ponto de partida é o leilão, no Brasil, de uma misteriosa tela a óleo, chamada “O Véu”. Condenado por lideranças muçulmanas por retratar uma mulher seminua usando o véu islâmico, o quadro tem uma trajetória marcada por sucesso, polêmica, intriga e tragédia. Diversas pessoas tiveram a morte associada à obra – inclusive o pintor, Lourenço Monte Mor. Resultado de minuciosa pesquisa sobre o Irã, “O véu” é uma obra atual, que transpôs para a ficção a história recente de um país marcado pela polêmica. A obra, sétimo livro do autor, marca a estreia de Luis Eduardo Matta na Primavera Editorial, após ter livros publicados por editoras como Ática e Planeta.
Luis Eduardo Matta nasceu no Rio de Janeiro, em 1974, cidade onde atualmente reside. Descendente de libaneses pelo lado paterno, o autor iniciou a carreira literária em 1993, aos 18 anos, com a publicação do livro Conexão Beirute-Teeran (Editora Chamaeleon), um thriller com nuances policiais, ambientado no pós-guerra do Líbano. A decisão de assumir por ofício a escrita pelo viés ficcional resultou na publicação das obras “Ira implacável: indícios de uma conspiração” (Razão Cultural Editora); “120 horas” (Editora Planeta); “Morte no colégio” (Editora Ática); “Roubo no paço imperial” (Editora Ática); “O rubi do planalto central” (Editora Ática); e “O véu” (Primavera Editorial). Com abordagem contemporânea e estilo ágil, sutil e refinado, Matta confere ao thriller uma fisionomia brasileira sem despojá-lo das características fundamentais do gênero universal. www.lematta.com
http://www.primaveraeditorial.com.br/
A convite da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ), Luis Eduardo Matta participará de um bate-papo sobre literatura infantil e juvenil, na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Ao lado da escritora Ana Cristina Melo, Matta receberá jovens leitores neste no domingo (15/8), a partir das 11 horas, no estande Coletivo da CBL (ruas N 42 e O 43).
Autor da Primavera Editorial, Luis Eduardo Matta – um dos expoentes brasileiros do romance de suspense não policial – é signatário do “Manifesto Silvestre” em favor da literatura brasileira de entretenimento; um alicerce para a defesa da criação de uma literatura acessível, menos elitizada.
São Paulo, 12 de agosto de 2010 – Uma das vozes mais criativas da nova literatura nacional, o escritor carioca Luis Eduardo Matta estará em São Paulo até o dia 20 de agosto para uma série de eventos durante a 21ª Bienal Internacional do Livro. Neste domingo (15/8), a partir das 11 horas, Matta participará de um bate-papo descontraído sobre “literatura infantil e juvenil”, no estande Coletivo da CBL (ruas N 42 e O 43). O encontro com jovens leitores integra a programação da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ) que conta, ainda, com a presença da escritora Ana Cristina Melo. No período da tarde, Luis Eduardo Matta – autor de “Morte no colégio”; “Roubo no paço imperial”; e “O rubi do planalto central” – encontra os fãs da Coleção Vaga-Lume no estande da Editora Ática (ruas J 10 e K 11). A Bienal do Livro de São Paulo acontece de 12 a 22 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209), das 10 horas às 22 horas.
Um dos signatários de um manifesto em defesa da narrativa, do entretenimento e da popularização da literatura – Manifesto do Grupo Silvestre – Luis Eduardo Matta acredita que a leitura é uma atividade extremamente prazerosa, mas os jovens não são estimulados a encará-la dessa forma. “A leitura, a partir da pré-adolescência, é ensinada como uma obrigação chata, maçante, tediosa; não como uma forma de lazer que pode ser tão ou mais estimulante do que um jogo de videogame ou uma ida ao cinema. É preciso que se fortaleça a ideia de que a leitura somente se incorpora aos nossos cotidianos e passa a fazer parte indissociável das nossas vidas quando é vista como uma atividade lúdica, simples, agradável, estimulante”, afirma o autor de livros infantojuvenis e de thrillers como “O véu”, lançado pela Primavera Editorial.
Com a mesma versatilidade com a qual transita no universo infantojuvenil, Luis Eduardo Matta é um dos expoentes brasileiros do romance de suspense não policial. Em “O véu”, os bastidores do rico mercado de arte se cruzam com as sórdidas entranhas da turbulenta política do Irã. Do Rio de Janeiro a Teerã, passando por Genebra, “O véu” possui uma narrativa eletrizante, na qual o ponto de partida é o leilão, no Brasil, de uma misteriosa tela a óleo, chamada “O Véu”. Condenado por lideranças muçulmanas por retratar uma mulher seminua usando o véu islâmico, o quadro tem uma trajetória marcada por sucesso, polêmica, intriga e tragédia. Diversas pessoas tiveram a morte associada à obra – inclusive o pintor, Lourenço Monte Mor. Resultado de minuciosa pesquisa sobre o Irã, “O véu” é uma obra atual, que transpôs para a ficção a história recente de um país marcado pela polêmica. A obra, sétimo livro do autor, marca a estreia de Luis Eduardo Matta na Primavera Editorial, após ter livros publicados por editoras como Ática e Planeta.
Luis Eduardo Matta nasceu no Rio de Janeiro, em 1974, cidade onde atualmente reside. Descendente de libaneses pelo lado paterno, o autor iniciou a carreira literária em 1993, aos 18 anos, com a publicação do livro Conexão Beirute-Teeran (Editora Chamaeleon), um thriller com nuances policiais, ambientado no pós-guerra do Líbano. A decisão de assumir por ofício a escrita pelo viés ficcional resultou na publicação das obras “Ira implacável: indícios de uma conspiração” (Razão Cultural Editora); “120 horas” (Editora Planeta); “Morte no colégio” (Editora Ática); “Roubo no paço imperial” (Editora Ática); “O rubi do planalto central” (Editora Ática); e “O véu” (Primavera Editorial). Com abordagem contemporânea e estilo ágil, sutil e refinado, Matta confere ao thriller uma fisionomia brasileira sem despojá-lo das características fundamentais do gênero universal. www.lematta.com
http://www.primaveraeditorial.com.br/
Brava Companhia apresenta Este Lado Para Cima - sexta, às 17h30, no Largo São Bento
Brava COMPANHIA apresenta ESPETÁCULO DE RUA,
ESTE LADO PARA CIMA, no largo são bento
dia 13 de agosto, às 17h30, no Largo São Bento
GRÁTIS
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Comédia VILCABAMBA agora é encenada no Teatro União Cultural
As atrizes Alexandra Golik e Carla Candiotto apresentam nova peça adulta sobre curiosos homicídios de velhinhos mais do que centenários cometidos na cidade interiorana de Vilcabamba.
Com sopros de non-sense e goles na fonte criativa das história mais divertidas e malucas dos clássicos seriados Monty Phyton e Os Três Patetas, as atrizes Alexandra Golik e Carla Candiotto, da Cia Le Plat du Jour, imprimem seu estilo inconfundível ao novo espetáculo, o quarto de seu repertório adulto. Prepare-se para rir do humor refinado, sonso e ao mesmo tempo trash da dupla com VILCABAMBA.
Com a identidade e a personalidade que fazem o Le Plat du Jour ser reconhecido pelo talento e criatividade, a comédia tem direção conjunta do Le Plat du Jour e Gabriel Chamé Buendia, o artista argetino que assinou a concepção da primeira peça para público adulto do grupo, As Filhas de Lear. Depois vieram Insônia e O Poço, textos de Alexandra Golik com direção, respectivamente, de Alexandre Roit e Sandro Borelli.
Em cena, Alexandra Golik e Carla Candiotto erguem as mangas e mostram as veias saltadas, ora pulsando humor abestalhado e espirituoso, ora repletas de non-sense e malícia. A trama se desenrola no bar Vilcabamba, com um balcão, um piano, uma porta giratória e um toalete, numa cidade de mesmo nome, largada no meio do mundo. Nesse cenário, entradas e saídas possibilitam a aparição e desaparição virtuosa de vários personagens – interpretados apenas pelas duas atrizes.
A procura pelo segredo da juventude
Cleverson, um esperto rapaz chefe do departamento de polícia, manda seu tio, um Detetive ineficiente, procurar o culpado pelos crimes cometidos contra os velhinhos mais que centenários de Vilcabamba. Seu plano é fazer com que esses crimes nunca sejam resolvidos, uma vez que o verdadeiro culpado é ele mesmo, pois desenvolveu uma solução química que lhe permitirá, com as cabeleiras destes velinhos assassinados, obter a Fórmula Mágica de Vilcabamba – A Peruca Master (o Segredo da Juventude). Por essa razão, manda seu tio incompetente enfrentar essa tremenda encrenca, seguindo a pista das perucas brancas, para ter a certeza de que não conseguirá desvendar o mistério, e o caso seja encerrado oficialmente. No entanto, alguém atrapalha seu caminho... sua irmã, uma criança chata, ruiva e sardenta. Seu nome é Sarinha.
Os dois tiveram desavenças na infância e Sarinha, acusada de matar a coleção de araras azuis do pai, foi internada na ala pediátrica de um hospício. Como seus pais morreram, lá ficou esquecida. Agora que conseguiu escapar do hospício, prepara sua vingança. Sarinha quer tirar o sonho de sua irmã Edith, que, na verdade, se apresenta como Cleverson, que é roubar a Fórmula Mágica de Vilcabamba – A Peruca Master, composta pelas cabeleiras extraídas dos velinhos assassinados.
Encenação
Trocas muito rápidas de um personagem para outro dão o tom farsesco da peça. “O espetáculo é ágil, físico e, sobretudo, cômico. Trata-se de uma comédia clichê, onde todos os personagens são estereotipados ao extremo”, diz Alexandra. São eles: o detetive, o sobrinho esperto, a criança chata, o barman fanho, a mulher fatal, as bombeiras sexys e os velhos muito velhos.
“É uma grande brincadeira que tem como trama a procura do segredo de Vilcabamba: a fórmula mágica da eterna juventude”, conta Carla. A dupla explica que a proposta de encenação do espetáculo está diretamente ligada à tecnica do palhaço.
Projeção de filmes, técnicas de dança, canto, mímica, assim como a música e iluminação, serão usados para dar o clima de cada cena. “É um espetáculo que pretende desafiar o próprio fazer teatral, pois coloca à vista de todos, de maneira clara, direta e profunda, o clichê com a irreverência do próprio clichê,” diz Alexandra, a autora do texto.
Para conceber o texto, Alexandra Golik partiu de um fato real: Vilcabamba é um povoado no Equador que tem dez vezes mais moradores com mais de cem anos que a média mundial. Cientistas americanos afirmam que é por causa da composição da água que bebem. Os franceses atribuem o fato ao clima e à região. Outros dizem que é o ar, a alimentação saudável à base de milho, batata, vegetais e pouca carne ou, ainda, a vida tranquila. Há teorias de todo tipo, como por exemplo, a eletricidade presente no ar ou a possível presença de ovnis e extraterrestres. Cientistas, crentes, multimilionários, políticos, messiânicos, todos cobiçam o segredo de Vilcabamba.
Para roteiro:
VILCABAMBA – Reestreia dia 13 de agosto, no Teatro União Cultural. Rua Mário Amaral, 209, Paraíso, 2148-2905. Bilheteria: das 9 às 19h (seg a sexta), a partir das 13h (sáb. e domingo). Capacidade – 270 lugares. Temporada: sextas e sábados, às 21 horas. Ingressos - R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). Duração: 70 minutos. Gênero: comédia. Recomendação etária: Não remendado para menores de 16 anos. Temporada até 14 de novembro.
Texto: Alexandra Golik
Direção: Gabriel Chamé Buendia e Le Plat du Jour
Com: Alexandra Golik e Carla Candiotto
Assistente de Direção e Preparação Corporal: Adriana Telg
Cenografia: Chris Aizner
Figurinos: Olintho Malaquias
Desenho de Luz: Wagner Freire
Trilha Original Composta: Guga Bernardo
Supervisão Musical: Marco Boaventura
Captação e Edição de imagens: Atos 2 Multimídia
Fotografias: Salvador Cordaro
Design Gráfico: Paula De Paoli
Adereços: Michele Rolandi e Tide
Cenotecnia: César Augusto de Souza e Ricardo Ariel Garcia
Oficina de Costura: Silvia Castro
Operador de Luz: Ana Cristina Bezerra
Operador de Som: Gabriel Paié
Contra-regra: Rodrigo Andrade
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação
Direção de Produção: Adriana Chung
Produção: Andrea Marques
Realização: Le Plat du Jour.
Depois de breve temporada no Sesi Leopoldina, interrompida pelo acidente em cena sofrido por Carla Candiotto, que quebrou a mão, o espetáculo VILCABAMBA retoma temporada no Teatro União Cultural a partir de 13 de agosto, para sessões sextas e sábados às 21 horas, com ingressos a R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). Temporada até 14 de novembro.
Com sopros de non-sense e goles na fonte criativa das história mais divertidas e malucas dos clássicos seriados Monty Phyton e Os Três Patetas, as atrizes Alexandra Golik e Carla Candiotto, da Cia Le Plat du Jour, imprimem seu estilo inconfundível ao novo espetáculo, o quarto de seu repertório adulto. Prepare-se para rir do humor refinado, sonso e ao mesmo tempo trash da dupla com VILCABAMBA.
Com a identidade e a personalidade que fazem o Le Plat du Jour ser reconhecido pelo talento e criatividade, a comédia tem direção conjunta do Le Plat du Jour e Gabriel Chamé Buendia, o artista argetino que assinou a concepção da primeira peça para público adulto do grupo, As Filhas de Lear. Depois vieram Insônia e O Poço, textos de Alexandra Golik com direção, respectivamente, de Alexandre Roit e Sandro Borelli.
Em cena, Alexandra Golik e Carla Candiotto erguem as mangas e mostram as veias saltadas, ora pulsando humor abestalhado e espirituoso, ora repletas de non-sense e malícia. A trama se desenrola no bar Vilcabamba, com um balcão, um piano, uma porta giratória e um toalete, numa cidade de mesmo nome, largada no meio do mundo. Nesse cenário, entradas e saídas possibilitam a aparição e desaparição virtuosa de vários personagens – interpretados apenas pelas duas atrizes.
A procura pelo segredo da juventude
Cleverson, um esperto rapaz chefe do departamento de polícia, manda seu tio, um Detetive ineficiente, procurar o culpado pelos crimes cometidos contra os velhinhos mais que centenários de Vilcabamba. Seu plano é fazer com que esses crimes nunca sejam resolvidos, uma vez que o verdadeiro culpado é ele mesmo, pois desenvolveu uma solução química que lhe permitirá, com as cabeleiras destes velinhos assassinados, obter a Fórmula Mágica de Vilcabamba – A Peruca Master (o Segredo da Juventude). Por essa razão, manda seu tio incompetente enfrentar essa tremenda encrenca, seguindo a pista das perucas brancas, para ter a certeza de que não conseguirá desvendar o mistério, e o caso seja encerrado oficialmente. No entanto, alguém atrapalha seu caminho... sua irmã, uma criança chata, ruiva e sardenta. Seu nome é Sarinha.
Os dois tiveram desavenças na infância e Sarinha, acusada de matar a coleção de araras azuis do pai, foi internada na ala pediátrica de um hospício. Como seus pais morreram, lá ficou esquecida. Agora que conseguiu escapar do hospício, prepara sua vingança. Sarinha quer tirar o sonho de sua irmã Edith, que, na verdade, se apresenta como Cleverson, que é roubar a Fórmula Mágica de Vilcabamba – A Peruca Master, composta pelas cabeleiras extraídas dos velinhos assassinados.
Encenação
Trocas muito rápidas de um personagem para outro dão o tom farsesco da peça. “O espetáculo é ágil, físico e, sobretudo, cômico. Trata-se de uma comédia clichê, onde todos os personagens são estereotipados ao extremo”, diz Alexandra. São eles: o detetive, o sobrinho esperto, a criança chata, o barman fanho, a mulher fatal, as bombeiras sexys e os velhos muito velhos.
“É uma grande brincadeira que tem como trama a procura do segredo de Vilcabamba: a fórmula mágica da eterna juventude”, conta Carla. A dupla explica que a proposta de encenação do espetáculo está diretamente ligada à tecnica do palhaço.
Projeção de filmes, técnicas de dança, canto, mímica, assim como a música e iluminação, serão usados para dar o clima de cada cena. “É um espetáculo que pretende desafiar o próprio fazer teatral, pois coloca à vista de todos, de maneira clara, direta e profunda, o clichê com a irreverência do próprio clichê,” diz Alexandra, a autora do texto.
Para conceber o texto, Alexandra Golik partiu de um fato real: Vilcabamba é um povoado no Equador que tem dez vezes mais moradores com mais de cem anos que a média mundial. Cientistas americanos afirmam que é por causa da composição da água que bebem. Os franceses atribuem o fato ao clima e à região. Outros dizem que é o ar, a alimentação saudável à base de milho, batata, vegetais e pouca carne ou, ainda, a vida tranquila. Há teorias de todo tipo, como por exemplo, a eletricidade presente no ar ou a possível presença de ovnis e extraterrestres. Cientistas, crentes, multimilionários, políticos, messiânicos, todos cobiçam o segredo de Vilcabamba.
Para roteiro:
VILCABAMBA – Reestreia dia 13 de agosto, no Teatro União Cultural. Rua Mário Amaral, 209, Paraíso, 2148-2905. Bilheteria: das 9 às 19h (seg a sexta), a partir das 13h (sáb. e domingo). Capacidade – 270 lugares. Temporada: sextas e sábados, às 21 horas. Ingressos - R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). Duração: 70 minutos. Gênero: comédia. Recomendação etária: Não remendado para menores de 16 anos. Temporada até 14 de novembro.
Texto: Alexandra Golik
Direção: Gabriel Chamé Buendia e Le Plat du Jour
Com: Alexandra Golik e Carla Candiotto
Assistente de Direção e Preparação Corporal: Adriana Telg
Cenografia: Chris Aizner
Figurinos: Olintho Malaquias
Desenho de Luz: Wagner Freire
Trilha Original Composta: Guga Bernardo
Supervisão Musical: Marco Boaventura
Captação e Edição de imagens: Atos 2 Multimídia
Fotografias: Salvador Cordaro
Design Gráfico: Paula De Paoli
Adereços: Michele Rolandi e Tide
Cenotecnia: César Augusto de Souza e Ricardo Ariel Garcia
Oficina de Costura: Silvia Castro
Operador de Luz: Ana Cristina Bezerra
Operador de Som: Gabriel Paié
Contra-regra: Rodrigo Andrade
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação
Direção de Produção: Adriana Chung
Produção: Andrea Marques
Realização: Le Plat du Jour.
Shows Lanna Rodrigues - Rio de Janeiro e São Paulo
APRESENTA: LANNA RODRIGUES AO VIVO
Projeto "Estrada 55"
AV. Ataulfo de Paiva, 269 - Leblon - RJ
Participação Especial da Cantora Thathi
Lista Amiga R$ 10,00: Envie nomes para producao@lannarodrigues.com.br
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SÁBADO 14/8 - CENTRO CULTURAL ROBERTO PALMARI - RIO CLARO - SP às 20h.
Vila Opéraria, 2.280 - Rio Claro - SP
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QUARTA 26/8 - CAFÉ ETILICO às 21h
Participação especial no show da cantora Thathi
Av. das Americas, 7.380 - Barra da Tijuca - RJ
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