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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Sérgio Ferraz lança na Arlequim, seu segundo disco solo, aproximando ritmos brasileiros da música oriental- GRÁTIS

Parceiro de Antonio Madureira e referência no movimento armorial e popular nordestino, violinista lança “A Sublime Ciência e o Soberano Segredo”, inspirado no livro sagrado dos Hindus

O violinista pernambucano Sérgio Ferraz, um dos grandes destaques na execução do violino na música popular, em especial a nordestina e o movimento armorial, é conhecido por integrar o conceituado Quarteto Romançal desde os anos 90, ao lado de Antonio Madureira - compositor e fundador do lendário Quinteto Armorial na década de 70 – , com quem gravou, em 2010, o “Segundo Romançário”, um duo de violino e violão. Destaque no Brasil na arte do violino elétrico e na sua inclusão no jazz e na música de vanguarda – o músico bebe na fonte do violino de Frances Jean Luc Ponty do inicio dos anos 70 – o violinista vai lançar, no próximo dia 19 de junho, às 18h, em show gratuito, seu segundo disco solo, “A Sublime Ciência e o Soberano Segredo”, um disco conceitual no melhor estilo setentista,  inspirado no livro sagrado dos Hindus, o Bhagavad-Gîtâ.
O CD, gravado em Recife e com arte assinada por Gustavo Burkhardt, é fruto dos estudos do violinista sobre a síntese de sons eletrônicos, que resultou na música Eletroacústica e Eletrônica erudita, e na Música Concreta, pesquisas essas iniciadas no início dos anos 50 pelo compositor Alemão K. Stockhausen e o francês Pierre Shaffer. O livro que inspirou o violinista, Bhagavad-Gîtâ, é um episódio de uma grande e antiga epopéia hindu, intitulada Mahâbhârata. O livro traz um interessante diálogo entre Krishna e o guerreiro Arjuna, que se vê na eminente e dura tarefa de travar uma batalha, de significado esotérico, no interior de cada Homem, entre o “Bem” e o “Mal”, levando-o ao caminho da superação de si mesmo. O guerreiro horrorizado com a terrível batalha a travar, pede conselho a Krishna, que lhe responde com um notável discurso filosófico, fazendo-o reconhecer a necessidade dessa luta.
É a partir desse enredo que nascem as músicas do CD “A Sublime Ciência e o Soberano Segredo”, todas compostas e arranjadas por Sérgio Ferraz, com a participação do percussionista Jerimum de Olinda e do baixista Gustavo Ferraz, filho do violinista, que também assina o piano na faixa “Deus dos Ventos”.  A faixa introdutória, “O Caminho Iniciático”, começa o disco alternando simulações de voz e sintetizadores em melodias orientais no violino. Em seguida, a faixa título do CD, com declarada influência da música minimalista e do Rock Progressivo, traz curiosos efeitos e delays do violino, a partir de células rítmicas no pandeiro. Também composta com a técnica minimalista, “A Grande Batalha de Arjuna” traz momentos de agitação e serenidade através do uso do pedal Wha-wha no violino e passagens súbitas em ritmo de samba. Outro destaque fica para “Lamento”, gravada por Sérgio e Antônio Madureira em versão acústica no CD “Segundo Romançário” (2009), mas que aqui ganha versão ampliada, com improvisos do violino em escalas orientais e instrumentos variados de percussão, como derbak, congas e alfaia. O maracatu e suas levadas rítmicas em alfaias estão presentes em “Zumbi”, também já gravada pelo músico em versão acústica, mas em outro CD, “Sonoris Fábrica”, de 2011. Essas duas músicas, a propósito, foram tocadas, no ano passado, no Concerto Armorial para Violino e Orquestra, em Recife (Teatro de Santa Isabel), no qual o violinista dedicou a Ariano Suassuna, que compareceu ao evento com casa lotada.
 Um dos pontos altos, “A Sublime Ciência e o Soberano Segredo II”, composta a partir de elementos da música minimalista, eletrônica, eletroacústica e indiana, é uma verdadeira polifonia eletrônica com escalas orientais no violino. O disco chega ao fim em clima festivo e descontraído com “Xaxado Eletroacústico”, propondo ao ouvinte uma imediata passagem do êxtase meditativo ao típico “arrasta-pé” do sertão nordestino, mas com o uso de uma rabeca eletrônica e sintetizadores sobre levadas rítmicas na zabumba.

SERVIÇO: 19/06 – Show de lançamento do CD “A Sublime Ciência e o Soberano Segredo”, do violinista pernambucano Sérgio Ferraz
Horário: 18h
Endereço: Praça XV de Novembro, 48, Loja 1 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Telefone.: (21) 2524-7242 (reserva)
Entrada gratuita

Djavan no Estância da Serra


Exposição Contemporay Brazil & Baroque Roots na ONU- NYC

Exposição com projeto elaborado pela historiadora Mali Frota Villas-Bôas com artes de seus artistas da Galeria Mali Villas-Bôas- SP.
Coordenação brasileira de Rose de Paulo

MAUAI lança novo álbum no NA MATA CAFÉ dia 24 de junho

Encantado Pop ’n’ Roll é o nome do novo CD do músico, cantor e compositor mineiro Mauai e banda Boralá. O show de lançamento acontece no Na Mata Café, dia 24 de junho, segunda-feira, às 20 horas. A apresentação integra o projeto Sociedade da Cerveja. Fã de Beatles, rock, jazz, blues e formado pela MPB em 15 anos como cantor na noite paulista, no projeto Encantado Pop’n’roll, Mauai destaca influências  de Gilberto Gil, Lulu Santos, Barão Vermelho, Alceu Valença, Clube da Esquina, Rita Lee e Raul Seixas. Conta que no cd e show “as músicas impactam pela força de expressão pop-rock e pela sinergia da banda formada por músicos experientes. A direção cênica propõe atitude, diversão e interatividade, valorizando ritmos, harmonias e melodias de qualidade, com letras que emocionam e estimulam a inteligência da plateia”.

“O show Encantado Pop’n’roll reproduz com fidelidade a sonoridade da gravação do CD, com arranjos que valorizam a performance apaixonada, vibrante e positiva do nosso projeto”, conclui o líder autoral e vocal da Banda Boralá.

SERVIÇO
Show Encantado dia 24 de junho, segunda-feira, às 20 horas. Na Mata Café. Rua da Mata, 70 – Itaim Bibi – S. Paulo. 3079-0300. Duração: 1 hora.
Ficha técnica
Mauai – vocal e violão
Guitarras: Fred Berlowitz
Bateria: Rogério Bastos
Baixo: Fabio Guazzi
Teclados/Sanfona: Lucas Vargas
Concepção artística: Mauai
Direção musical: Mauai/Fred Berlowitz
Direção cênica (show): Alzira Andrade



ASSESSORIA DE IMPRENSA
Douglas Picchetti
(11) 9 9814-6911

Sherazade, da Cia. Stromboli, se apresenta de graça na Funarte, integrando o projeto Antígona



As histórias do tradicional romance da cultura árabe, As Mil e Uma Noites, são adaptadas para o público infantil no espetáculoSherazade, direção de João Grembecki e texto de José Rubens Siqueira. A peça faz temporada a partir de 22 de junho, às 15 horas,na Funarte, como parte do projeto de formação teatral Antígona – repercussão social de uma trajetória artística. No elenco, Lenita Ponce, Joy Japi, Carú Lima e Paulo Carvalho.

Resultante da tradição oral do povo árabe entre os séculos XIII e XVI, o romance e conjunto de histórias As Mil e Uma Noites serviu de base para o texto de Sherazade, espetáculo infantil que adapta algumas de suas histórias e transborda os limites da cultura árabe, misturando os contos de diferentes povos e épocas.

Na peça, o sultão Sharyar é traído por sua primeira esposa e ordena que ela seja assassinada. Não bastasse tal pena, Sharyar estabelece uma nova lei no reino: o sultão se casaria todos os dias com uma nova esposa e, ao amanhecer do dia seguinte, esta seria morta para que não pudesse traí-lo - evitando assim a dor e ressentimento da traição.
            
Esta nova lei vigora por três anos, até que o sultão se casa com Sherazade, uma dama notória e preciosa por sua sabedoria e conhecimento. Para evitar sua morte, a nova esposa do sultão conta diariamente histórias a seu marido – cujos finais este só saberá no dia seguinte, devendo mantê-la viva em nome da curiosidade. Por meio destas histórias, Sherazade acaba por transformar o coração endurecido de Sharyar, que rompe com a maldição do reino e reencontra o amor em sua vida.

A estrutura geral do texto assemelha-se a um colar de contas, de maneira que cada uma das seis histórias distintas encerra-se em si mesma, porém todas estão unidas por um fio condutor, um conceito maior que as agrupa. Assim, as histórias se identificam em uma gênese que vai desde a relação entre os elementos primordiais – água, terra, fogo e ar – até a extinção da vida.

As histórias concentram-se em temas como a responsabilidade a ser assumida diante das ações dos indivíduos; a relação de disputa construída entre irmãos; o poder do intelecto de sobrepujar a força física, entre outros, buscando mostrar a interrelação e interdependência entre os fatos por meio de eventos em cadeia – bem como apresentar situações que contém valores muito ricos ao cenário social brasileiro e importantes principalmente durante a fase da infância.

Sobre a montagem

Seguindo uma linha minimalista já bastante praticada dentro da Cia. Stromboli, em relação a cenários, figurinos e adereços, a proposta é que estes sejam utilizados conforme sua estrita necessidade.

Porém isto são significa que cenários e figurinos sejam simples, a própria riqueza encontrada na mansão de um sultão está presente no espetáculo que conta com  adereços que se transformam, como a árvore que muda conforme as estações.

O figurino é inspirado na vestimenta persa da época da compilação do texto, ou seja séculos XIII e XVI, com elementos da imagem do senso comum, para a região, como de odaliscas por exemplo. Os bonecos seguem uma linha estética única e atemporal variando apenas nos estilos de manipulação e materiais utilizados. “Neste espetáculo focamos em trabalhar com diversos tipos de bonecos e variações drásticas de escala de cena para cena”, comenta o diretor.

Projeto Antígona

Esta temporada de Sherazade integra o projeto Antígona, da Cia. Stromboli (em parceria com o grupo Teatro Cru), dedicado à formação de público para o teatro e à reflexão sobre os processos de maturidade e desenvolvimento social por meio da arte.

O projeto pretende apresentar espetáculos destinados a diversas faixas etárias e fases da vida – desde os infantis até peças adultas, passando pelo infanto-juvenil – comoO Casamento da Baratinha (para o público de 5 a 6 anos), Sherazade (para o público de 7 a 10 anos) e A Bela e a Fera (para o público jovem), além das apresentações de espetáculos infantis de companhias convidadas como Astoria Artistic Ensemble (Mexico), Cia Arte Tangível (São Paulo), entre outras.

A proposta é, por meio destas apresentações, de workshops, mesas redondas e de aulas abertas sobre teatro, educação, cinema e cultura, discutir a formação do indivíduo como cidadão responsável e socialmente consciente de seu lugar social. Dos workshops e processos de seleção deste projeto, decorrerá a idealização e montagem do espetáculo Antígona, que terá a direção de José Rubens Siqueira e contempla as pesquisas das duas companhias idealizadoras do projeto – Cia Stromboli e CRU. Tudo acontece na Funarte, de maio a dezembro de 2013.

Sobre a Cia. Stromboli:
A Cia. Stromboli foi criada em 1996, para estudo e desenvolvimento do teatro de animação. O primeiro projeto, envolvia a criação de figuras planas articuladas. Posteriormente a Companhia entrou num longo período de estudo com marionetes, bonecos manipulados por fios, o que resultou na peça Vida de Cachorro que ainda hoje participa do circuito cultural brasileiro. Com o surgimento de novas propostas de trabalho, a partir de 1998, houve uma grande diversificação de técnicas: bonecos de vara, sombra, luva, mamulengos, ventríloquos, fantoches, figuras gigantes e máscaras, passaram a ser desenvolvidos. O passo seguinte, e inevitável, foi à mistura dessas diferentes técnicas para a criação de outras, como a que chamamos “varionete” que são marionetes com varas, o que permitiu precisar movimentos que só com o uso de fios não seriam possíveis.

Com o curta Tyger, a Cia. Ganhou o prêmio especial de melhor filme da direção do 14º Amina Mundi 2006e de melhor animação brasileira pelo júri popular, primeiro filme brasileiro convidado a participar do Festival Internacional de Animação de Ottawa, Prêmio de melhor vídeo no II Festival Latino Americano de Curtas-Metragens de Canoa Quebrada 2006, um dos dez curtas mais votados pela audiência no 17º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, entre outros. O que caracteriza a Cia. Stromboli é um interesse por todo universo que envolve figuras e bonecos animados e seu desenvolvimento e difusão no cenário cultural brasileiro.

Serviço:
Sherazade – Reestreia dia 22 de junho, sábado, às 15h, na Funarte (Sala Carlos Miranda – Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos). Temporada: sábados e domingos, às 15h. Até 14 de julho. Grátis.

Ficha Técnica:
Direção: João Grembecki. Texto: José Rubens Siqueira. Bonecos: Cia. Stromboli. Trilha sonora: João Grembecki, Naná Spogis. Sonoplastia: Fernando Mastrocolla. Cenário: Cia. Stromboli. Figurino: José Rubens Siqueira. Elenco: Lenita Ponce, Joy Japi, Carú Lima e Paulo Carvalho. Fotógrafo: João Grembecki.Produção executiva: Teatro Cru. Classificação indicativa: Livre.

FUNARTE: Sala Carlos Miranda – Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo, CEP 01216-001. Telefone: 3662-5177. Ingressos: Grátis. Bilheteria:uma hora antes do espetáculo. Capacidade: 53 lugares. Duração: 45 minutos.

ARTEPLURAL – Assessoria de imprensa
Helô Castilho (11) 994028732
Fernanda Teixeira – 11. 3885-3671/ 9948-5355

Adriana Balsanelli – (11) 9245-4138
Renato Fernandes – (11) 7286-6703
Facebook – Arteplural

CIA SUNO: 15 ANOS DE PALHAÇADA

Considerada uma das mais importantes companhias circenses da atualidade, a Cia Suno comemora em junho 15 anos de existência. Durante o mês de junho, dez espetáculos de seu repertório serão apresentados no SESC Consolação e no Teatro Anchieta.
Neste mês de férias, crianças de todas as idades poderão conferir o repertório de uma das companhias circenses mais importantes do país e comemorar com ela seus 15 anos de existência. No próximo sábado, o público poderá conferir mais dois espetáculos de estética híbrida e lúdica, que trazem consigo beleza e leveza traduzidas na dança, números de riscos, contorção, mágica, mímica, palhaçadas, malabarismos e acrobacias.

Às 11h da manhã, no Teatro Anchieta, será apresentado “ESTRIPULIAS NO CIRCO”. Inspirado nas tantas trupes circenses que viajam pelo mundo em suas pequenas caravanas, o espetáculo resgata a tradição do universo circense unida às técnicas contemporâneas dessa arte. A narrativa se desenrola contando a história da “FAMÍLIA SUNO”, passando pelo circo de cavalaria inglês, circo chinês, russo, até a linhagem mais moderna e inusitada. Personagens clássicos utilizando números de equilibrismo, mágica, contorcionismo, mímica, dança, acrobacias e malabarismo.

Com Duba Becker, Helena Figueira e Léo Mologni // Às 11h // Duração 50 minutos // Classificação: livre // Teatro Anchieta // 280 lugares // Preços: R$ 8,00 (inteira); R$ 4,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).

Na parte da tarde, o público pode conferir, gratuitamente, “A BAILARINA E O PALHAÇO”. O espetáculo será apresentado no Ginásio Verde do SESC Consolação às 16h. Inspirado nas tantas histórias de amores sublimes e desvairadas paixões, o espetáculo traz o singelo e clássico amor entre o Palhaço e a Bailarina, representado através de um belo adágio acrobático. Dois artistas circenses em cena, utilizando o público na ação, desenvolvem uma comédia romântica dividida em três pequenos atos narrados por um espectador.

Com Helena Figueira e Duba Becker // Às 16h //Duração 50 minutos // Classificação: livre // Ginásio Verde // Grátis.

Sesc Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245
Tel: 3234-3000
 Imprensa: André Moretti

Contatos
11-98269 6704   11-4304 6704
moretti.moretti@gmail.com

terça-feira, 11 de junho de 2013

Teatro Anchieta e SESC Consolação apresentam “Circo de um Homem Só” e “O Buraco”






















Essas duas peças serão apresentadas no próximo sábado (15/06) e integram a mostra de 15 anos da Cia Suno. Durante o mês de junho, a companhia apresentará no SESC Consolação e no Teatro Anchieta dez espetáculos de seu repertório artístico. 

Todos os sábados, o público poderá conferir espetáculos de estética híbrida e lúdica, que trazem consigo beleza e leveza traduzidas na dança, números de riscos, contorção, mágica, mímica, palhaçadas, malabarismos e acrobacias.

Junho tem palhaçada? Tem sim, senhor! Ao menos na Dr. Vila Nova, 245. Neste mês de férias, crianças de todas as idades poderão conferir o repertório de uma das companhias circenses mais importantes do país e comemorar com ela seus 15 anos de existência. Ao todo, dez espetáculos serão apresentados ao público, alguns gratuitos e outros a preços populares. No próximo sábado, serão apresentados os espetáculos “O Circo de um Homem Só” – Teatro Anchieta; e “O Buraco” – Ginásio Verde.


Em “O Circo De Um Homem Só”, Duba Becker dá vida a um palhaço solitário, que abandona o circo e tenta se adaptar à vida na cidade. O espetáculo trata da relação cotidiana deste palhaço com objetos do seu novo dia-a-dia. Suas atitudes e relações são sempre cômicas e desastradas, como se o palhaço não conseguisse viver sem representar, fazendo da sua vida cotidiana um verdadeiro espetáculo de circo.

A peça é ambientada em um café,  e neste ambiente o artista utiliza os objetos para seus números circenses e esquetes cômicas. Há equilíbrio de cadeira, malabares com chapéus, números com mancebo e bengala, e música feita com garrafas.

Com Duba Becker // Direção de Helena Figueira // Às 11h // Duração 50 minutos // Classificação: livre // Teatro Anchieta. 280 lugares//

Preços: R$ 8,00 (inteira); R$ 4,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).


Às 16h, o público poderá conferir gratuitamente “O Buraco”, no Ginásio Verde. A peça conta a história de uma palhaça acróbata, vinda de uma tradicional família circense, que se vê no desafio de atravessar um buraco infinito andando em uma corda bamba. Toda sua família tentou e se deu mal: seu avo, seu bisavô, seu tataravô,... sua mãe também tentou, mas conheceu o anão do circo e fugiu com ele. Num cenário composto por um barril, uma mini-banda e uma corda bamba, sob o prisma da comicidade, Fiorella brinca com os conflitos de um palhaço que vive sua situação limite: ter que atravessar um buraco com fundo infinito. Números de mágica e contorcionismo completam a diversão do publico.

Com Helena Figueira// Direção de Duba Becker // Às 16h // Duração 50 minutos // Classificação: livre // Ginásio Verde // Grátis.

Sesc Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245
Tel: 3234-3000


CIA SUNO – Maiores Informações:

Composta por uma atriz dramática e circense, formada pelo CPT e pela École National du Cirque Annie Fratellini (Helena Figueira) e um artista acrobata com domínio das técnicas de malabares (Duba Becker), a Cia Suno foi fundada em 1998 por um grupo de amigos que sonhavam criar um núcleo de pesquisa cênica na cidade de Santos.

Inicialmente, a Cia dedicou-se a pesquisas sobre o teatro do absurdo, realizando estudos sobre “Fando e Lis”, “Piquenique no Front” e “O Arquiteto e o Imperador da Síria”. Em seguida, iniciou um trabalho sobre “Esperando Godot, de Samuel Beckett. O espetáculo recebeu três prêmios de melhor ator (Victor Nóvoa) e indicações de melhor direção e melhor ator coadjuvante.

Hoje a Cia Suno tem doze espetáculos em seu repertório, dos quais, dez serão apresentados na Mostra Cia Suno – 15 anos. Há desde o lúdico "A Bailarina e o Palhaço", que conta uma linda história de amor entre esses tradicionais personagens do universo infantil; como o dinâmico "Estripulias no Circo", que apresenta a história da criação do circo, passando pelo circo de cavalaria inglês, circo chinês, russo, até a linhagem mais moderna e inusitada. 

Além de se dedicar à arte circense nestes quinze anos de existência, a Cia Suno assinou a coreografia da comissão de frente das Escolas de Samba X9 Santista (2008) e Gaviões da Fiel (2009, 2010, 2011, 2012 e 2013). Também foi convidada pelo Ministério do Turismo e Embratur para representar a arte circense brasileira em Lisboa, Madrid e Buenos Aires.