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sábado, 10 de setembro de 2011

Zélia Duncan em ‘TôTatiando’‏ curta temporada no Sesc Belenzinho em São Paulo

Ao invés de músicas feitas para teatro, é o teatro feito a partir da música. “Sim, antes de mais nada, sou uma intérprete musical, com muito orgulho. Mas se tornou parte da minha experiência como artista, me lançar em outras aventuras, que possam representar um desafio, que possam me levar ao inusitado e a algo novo”, com essa afirmação, Zélia Duncan estreia o espetáculo baseado na obra de Luiz Tatit, com direção de Regina Braga, para curta temporada no Sesc Belenzinho.


TôTatiando é uma declaração de amor à obra de Luiz Tatit e a São Paulo, cidade que sempre despertou a curiosidade e aguçou o desejo de Zélia ser artista. “Não é show. É a proposta de representar algumas de suas músicas, onde eu e minha preciosa diretora, Regina Braga, enxergamos possíveis personagens”, explica Zélia.

Mais uma vez Zélia sai de uma zona de maior conforto, como cantora e compositora, conhecida por um trabalho autoral, para mergulhar numa forma mais teatral de dizer essas melodias falantes.

A ideia do projeto TôTatiando é colocar uma lente de aumento no aspecto que pode ser mais teatral da obra de Luiz Tatit, obviamente através de suas canções, porém usando esse viés teatral, contando uma história e degustando cada canção como se fosse um esquete. Para cada canção, um personagem, com seus adereços e recursos próprios. Tatit acredita e defende que a canção vem da voz falada, de nossas entonações cotidianas e compõe pensando nisso. Sua pesquisa é profunda e muito rica.

Fala das idiossincrasias de uma forma tão direta, que todo mundo entende e até ri de si mesmo. Assim ele vai nos apontando nossos paradoxos e subjetividades, desmitificando também o isolamento, na medida em que percebemos quantos pontos em comum temos uns com os outros . Ele humaniza porque é espelho, impossível não nos vermos em muitas de suas letras e formas de dizer dele mesmo, ou desse personagem que pula de sua imaginação para dentro de nós. E tem humor…quase sem querer.

TÔTATIANDO

Sesc Belenzinho (392 lugares) - Rua Padre Adelino, 1.000. – Tel. 2076.9700

Informações da bilheteria: ingressoSESC. Você pode comprar os ingressos para os eventos do SESCSP em qualquer unidade da Capital, do interior e do litoral do Estado. Consulte a lista de pontos de venda e escolha a que estiver mais perto de você www.sescsp.org.br/belenzinho. Estacionamento R$ 6.

Formas de pagamento: Dinheiro e cheque (à vista); cartões: Visa, Visa Electron, Mastercard, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Diners Club International (crédito e débito).
Quintas, Sextas e Sábados às 21h; Domingos às 18h.
Ingressos: R$ 32 /R$ 16 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 8 (trabalhador no comércio e serviço matriculado no SESC e dependentes).
Duração: 90 minutos
Recomendação: 12 anos
Estreia dia 03 de setembro
Curta Temporada: até dia 18 de setembro





SHOW “PASSADO A LIMPO” com Yara Nantes e Rita Pino - SALVADOR

                                             
O show “Passado a Limpo”, traz ao público, o reencontro de duas grandes intérpretes: a baiana Rita Pino, com sua interpretação sensível e profunda e a paulista Yara Nantes, com sua voz inigualável.

Após duas décadas, unem-se novamente e revelam a todos, com quantas notas construíram suas carreiras e o som que perpetua essa amizade.

O repertório, carregado de emoção e alegria, traz o passado de volta, com releituras “modernas” e canções atuais, com status de clássicos.

Com a direção de Kaká Di Andara da Chiron Produção e apoio do Versão Cultural, esse grande encontro não poderia estrear, sem a benção do orixá Tempo, na Bahia de todos os santos!

Serviço:
Show: Passado a Limpo
Interpretes: Yara Nantes e Rita Pino
Direção: Kaká di Andara
Dia 21/09/2011 as 20h
Teatro Sesi Rio Vermelho
R. Borges dos Reis., 9 - Rio Vermelho

Salvador - BA




sexta-feira, 9 de setembro de 2011

12 Homens e Uma Sentença, com direção de Eduardo Tolentino, reestreia no Tucarena

Foto João Caldas



Melhor espetáculo do ano, duas indicações ao Prêmio Shell (melhor diretor, Eduardo Tolentino; melhor ator, Norival Rizzo), mais de 100 apresentações e quase 30 mil espectadores. Após o sucesso no CCBB-SP e no Teatro Imprensa, a montagem reestreia no Tucarena. A trama é baseada no filme 12 Angry Men (EUA, 1957, de Sidney Lumet, na tradução literal 12 Homens Furiosos) , um dos melhores clássicos de tribunal da história, estrelado por Henry Fonda.


O espetáculo 12 HOMENS E UMA SENTENÇA volta em cartaz dia 9 de setembro, sexta, às 21 horas, no Teatro Tuca Arena. Os doze jurados devem decidir se condenam ou não à morte na cadeira elétrica um jovem acusado de assassinar o pai. Surpreendente exercício de argumentação e conflito de paixões acirradas. Adaptação inédita para os palcos do clássico filme dos anos 50, tem direção de Eduardo Tolentino e traz no elenco os atores Adriano Bedin, Brian Penido, Ricardo Dantas, Zé Carlos Machado, Oswaldo Mendes, Augusto Cesar, Fernando Medeiros, Haroldo Ferrari, Henri Pagnoncelli, Oswaldo Ávila, Riba Carlovich, Gustavo Trestini e Ivo Muller. O texto de Reginald Rose tem tradução de Ivo Barroso, encenação de Eduardo Tolentino de Araújo e cenografia e figurino de Lola Tolentino.

O calor escaldante do Verão de nova York faz o suor pingar do rosto dos 12 homens trancados a chave numa pequena e claustrofóbica "sala de júri". Depois de dias de julgamento, está em suas mãos decidir a sorte do réu. O mais importante: o veredicto precisa ser unânime. Se os 12 enclausurados jurados considerarem o réu culpado do assassinato do próprio pai, ele será executado, mas se um deles tiver uma dúvida razoável a respeito da culpabilidade, o garoto não poderá ser condenado.

Para o diretor Eduardo Tolentino, o desafio de transpor o filme para os palcos está no trabalho de atores. “Trata-se de algo que envolve ideias e discussões, por isso é importante saber como tornar isso ao mesmo tempo atraente e impactante, como no filme. Precisamos estruturar a montagem para que vá além da fala e esteja tanto no corpo dos atores como no palco.”

12 Homens e Uma Sentença – Reestreia dia 9 de setembro, às 21 horas, no TUCARENA.

Texto - Reginald Rose. Direção - Eduardo Tolentino. Tradução – Ivo Barroso. Elenco - Adriano Bedin, Brian Penido, Ricardo Dantas, Zé Carlos Machado, Oswaldo Mendes, Augusto Cesar, Fernando Medeiros, Haroldo Ferrari, Henri Pagnoncelli, Oswaldo Ávila, Riba Carlovich, Gustavo Trestini e Ivo Muller.

Temporada - 9 de setembro a 20 de novembro. Sexta e Sábado às 21 h e Domingo às 19h30. Duração -
100 minutos. Indicação de faixa etária - 12 anos.

TUCARENA – Teatro da PUC-SP - Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes. Capacidade - 300 lugares. Acesso para pessoas com deficiência. Vendas Pela Internet - www.ingressorapido.com.br ou Central de Vendas: (11) 4003-1212 (aceita todos os cartões de crédito). Horários de funcionamento da bilheteria - De terça-feira a domingo das 14h às 20h. Formas de Pagamento - Amex, Aura, Diners, Dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron. Estacionamento conveniado - Riti Estacionamentos - Rua Monte Alegre, 835 - R$10,00 – 11 3167-7111.







SESI SP apresenta Fortuna nas Quartas Musicais

Peça teatral "Desconhecidos"

Desconhecidos traz aos palcos figuras históricas e lendárias em encontros inusitados
Direção de Gustavo Machado * Texto de Fábio Herford
Com Fábio Herford, Fábio Espósito, Marcelo Laham e Carlos Baldim


William Shakespeare, Tchaikovsky, Neil Armstrong, Darwin, Tiradentes, Van Gogh, Moisés, Gandhi, Dom Pedro I, Matusalém, Adão e Eva, são alguns dos nomes retratados na comédia Desconhecidos. Interpretados por Fábio Herford, Fábio Espósito, Marcelo Laham e Carlos Baldim, os mais de vinte personagens se encontram em momentos inusitados do cotidiano. Espetáculo aproxima o público dos grandes homens da história e figuras lendárias de forma humorada e lúdica. Com direção de Gustavo Machado, Desconhecidos traz aos palcos do Teatro Ruth Escobar mais de 20 personagens históricos, a partir do dia 9 de setembro.

Espetáculo diverte o público com um lado da história que, possivelmente, nunca lhe foi mostrado, sem pretensão ao didatismo. Com rápidas trocas de figurinos, acessórios e adereços, personagens dialogam e contracenam. A trilha sonora foi originalmente composta por Daniel Tauszig. Cenografia e figurinos ficam a cargo de Silvana Marcondes e a iluminação é de Wagner Freire.

FICHA TÉCNICA
Autor: Fábio Herford. Diretor: Gustavo Machado. Elenco: Fábio Espósito, Marcelo Laham, Fábio Herford e Carlos Baldim. Trilha Sonora: Daniel Tauszig. Cenografia e figurinos: Silvana Marcondes. Iluminação: Wagner Freire. Fotografia: João Caldas. Projeto Gráfico: Paulo Falzoni. Gestão Cultural: Via Cultura. Direção de produção: Fábio Santana. Produtores Associados: Fábio Santana & Fábio Herford. Realização: T3rceiro Sinal Produções Culturais & Casa Amarela Produções Artísticas.





PARA ROTEIRO
Estreia dia 8 de setembro, quinta-feira, às 21h30 (para convidados) e 9 de setembro, às 23h30, sexta-feira, para público, no Teatro Ruth Escobar (Sala Dina Sfat). Endereço: Rua dos Ingleses, 209 Bela Vista, tel: 32892358. Capacidade: 394 lugares. Horários: quintas às 21h30 e sextas às 23h30. Censura: Livre. Duração: 70 minutos. Até 25 de novembro. Site oficial: www.desconhecidos.net


OBS: Estive entre os convidados em 08 de setembro na pré estréia e definitivamente recomendo à todos que desejam não apenas rir muito, mas também refletir sobre nossos questionamentos humanos, imperfeições e sonhos.
Uma comédia que mexe com seu interior nas atitudes mais simples do dia a dia até as metas e planos de vida.
Rose de Paulo (Produtora Cultural)

O Silêncio em Apuros, com direção de Débora Dubois, estreia dia 10 de setembro

O espetáculo chama a atenção para a poluição sonora comum nos grandes centros urbanos. Texto de Vanessa Prieto, que também atua na peça, tem direção de Débora Dubois e trilha sonora de Carlos Bauzys.

A história se passa num universo onírico de Nenhum lugar e todos os Lugares, onde vivem os seres fantásticos - o Teatro, a Música, a Dança, a Pintura, a Poesia e o Silêncio, personagem que está desaparecendo. A Música, sua melhor amiga, resolve, então, convocar seus amigos das artes para solucionar o problema e encontrar um lugar seguro onde o Silêncio possa existir. Eles descobrem que os Humânicos estão alimentando o Barulho - monstro invisível, cujo nome eles temem -, que se fortalece através dos altos ruídos do mundo.



O SILÊNCIO EM APUROS – Estreia dia 10 de setembro, sábado, às 16 horas, no Teatro Vivo. Texto - Vanessa Prieto. Direção - Débora Dubois. Direção Musical - Carlos Bauzys. Elenco - Vinicius Meloni, Vanessa Prieto, Carolina Zanforlin, Lavínia Lorenzon, Antonio Vanfill e Juliana Vedovato. Cenário - Débora Dubois e Daniel Infantini. Figurinos - Daniel Infantini. Preparação corporal e coreografias - Alexandra Manolyo. Visagismo - Ana Luiza Icó. Fotos - João Caldas Produção - Edinho Rodrigues, Elza Costa e Vanessa Prieto. Realização - Vanessa Prieto Produções e Brancalyone Produções Artísticas. Duração – 60 minutos. Recomendado – a partir de 5 anos. Ingressos - R$ 20,00. Promoção Especial – Pais acompanhados dos filhos pagam 1 ingresso por o casal. Até dia 30 outubro.
TEATRO VIVO - Av. Dr. Chucri Zaidan, 860 - Morumbi. Telefone: 7420-1520. Horário de funcionamento da bilheteria – De terça a sexta-feira das 14h às 20h e sábados e domingos até o início do espetáculo. Ingresso Rápido: (11) 4003-1212. Aceita todos os cartões de crédito. Temporada – sábados às 16h e domingos às 15 horas. Estacionamento: Valet Parking. R$ 15,00. Capacidade - 290 lugares. Ar condicionado. Acesso para deficientes.











terça-feira, 6 de setembro de 2011

Concerto AlmaBrasileira – Villa Lobos no SESC Pompeia

Dia 7 de setembro, quarta-feira, às 19h, acontece o concerto Alma Brasileira – Villa Lobos no SESC Pompeia. Sob a regência de Rodrigo Vitta, a Camerata Metropolitana de Violoncelos interpretará, de Heitor Villa-Lobos, as Bachianas Brasileiras nº 5, com a soprano Adélia Issa, e as Bachianas Brasileiras nº 1. O repertório, dedicado integralmente ao compositor, inclui as canções Cantilena, Canção do poeta do século XVIII, Modinha, Lundu da Marquesa de Santos e Canção do Amor, e o violonista Edelton Gloeden interpretará os Choros nº 1 e Estudo nº 11. A curadoria é de Anna Maria Kieffer.








crédito da foto: Gal Oppido

Anna Maria Kieffer: “No dia em que se comemora a data brasileira máxima – o dia da Independência – o SESC Pompeia apresenta um programa que aborda o mais representativo dos compositores brasileiros: Heitor Villa-Lobos.
Sua infância foi marcada pelo universo sonoro de um Brasil ainda tradicional no qual se mesclavam, naturalmente, o popular e o erudito, o rural e o urbano, o sacro e o profano.

Embora tenha absorvido influências da música erudita européia, como a maioria dos compositores de sua geração, quando chega a Paris - no início dos anos 1920 - e passa a conviver com os mais importantes compositores do Modernismo, já é um autor com idéias definidas sobre a música que faz e quer fazer.

O concerto mostra algumas facetas desse compositor que se caracterizou pelo emprego de uma temática de origem popular, pela busca continuada de novos recursos técnicos e expressivos, pela recusa radical à todas as fórmulas, o que torna sua obra fortemente pessoal e o coloca entre os mais instigantes compositores do seu tempo.”

Programa:
Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro,1887-1959)
Cantilena (de Modinhas e Canções I, 1936)
“Um canto que saiu das senzalas”, ambientado por Heitor Villa-Lobos.
Melodia e letra recolhidas por Sodré Viana no Recôncavo Baiano.
Canção do poeta do século XVIII (modinha, 1953)
Letra de Alfredo Ferreira
Choros nº 1 (para violão solo, 1921)
Modinha (de Serestas, 1925)
Letra de Manduca Piá (Manuel Bandeira)
Lundu da Marquesa de Santos (de Modinhas e Canções I, 1936)
Letra de Viriato Corrêa

Estudo nº 11 (para violão solo, 1929)
Canção do amor (de A Floresta do Amazonas, 1958)
Letra de Dora Vasconcelos
Bachianas brasileiras nº 1 (para 8 violoncelos, 1932)
Introdução (Embolada) – Animato
Prelúdio (Modinha) - Andante
Fuga (Conversa) - Un poco animato
Bachianas brasileiras nº 5 (para soprano e 8 violoncelos, 1938-1945)

Aria (Cantilena) – Adagio

Letra de Ruth Valadares Correa

Dança (Martelo) – Allegretto

Letra de Manuel Bandeira

Curadoria: Anna Maria Kieffer

Regência: Rodrigo Vitta

Solistas convidados:
Adélia Issa, soprano
Edelton Gloeden, violão

Camerata Metropolitana:
Douglas Kier (1º violoncelo)
Sergio Silveira (2º violoncelo)
Marisa Silveira (3º violoncelo)
Rodrigo Andrade (4º violoncelo)
Alberto Mota Kanji (5º violoncelo)
Ricardo Fukuda (6º violoncelo)
Joel de Souza (7º violoncelo)
Gustavo Lessa (8º violoncelo)

Serviço:

Concerto Alma Brasileira – Villa-Lobos
Regência de Rodrigo Vitta
Camerata Metropolitana de Violoncelos
Solistas Adélia Issa (soprano) e Edelton Gloeden (violão)
Curadoria de Anna Maria Kieffer.

Dia 7 de setembro, quarta-feira, às 19h
Local: SESC Pompeia
Rua Clélia, 93
Tel: 3817-7700
Ingressos a R$ 8,00, (R$ 4,00 para usuário matriculado no SESC e dependentes, mais de 60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante e R$ 2,00 para tragalhardor no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes)

Mais informações com Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br